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O LIVRO DE RUTE
TÍTULO
O nome “Rute” é moabita e
sua tradução não é precisa. Pode
significar “amizade”, “rosa” ou
“vistosa”.
AUTORIA
Samuel, provável autor do livro de
Juízes, pode também ter escrito este
livro.
DATA
Se olharmos para os últimos versos do
livro, descobriremos que o autor já
conhecia Davi e este era um personagem
importante a ponto de ser citado,
portanto, a data da escrita aproxima-se do
início do reinado de Davi, por volta do ano
1.010 a.C.
ESBOÇO
1. DECISÃO DE RUTE PELO SENHOR NA TERRA DE MOABE
....................................................................................(Cap.1)
2. TRABALHO DE RUTE PARA NOEMI – NOS CAMPOS DE
BOAZ ......................................................................... (Cap.2)
3. NOIVADO DE RUTE E BOAZ – NA EIRA
................................................................................... (Cap.3)
4. CASAMENTO DE RUTE E BOAZ – À PORTA DA CIDADE
................................................................................... (Cap.4)
OBJETIVO DO LIVRO
O livro estabelece a linhagem
de Davi, antepassado de Cristo.
CONTEÚDO
O livro conta a história de uma
família, que vivia no tempo dos juízes de
Israel, e onde a desgraça foi transformada
em graça familiar e universal.
Elimeleque e Noemi (“Delícia”), num
período de fome em Belém, mudam-se
com seus filhos, Malon e Quilion, para
Moabe.
Aconteceu de morrer Elimeleque. E Noemi,
viúva, casa seus dois filhos com mulheres
moabitas, Orfa e Rute. Após 10 anos, seus dois
filhos também morrem e Noemi decide retornar
para sua terra (Rt 1:20), oferecendo liberdade às
noras.
Orfa com tristeza se despede e fica em
Moabe, mas Rute havia adotado Noemi como
sua família e o Deus de Noemi como seu Deus.
Elas então, partem para Israel.
Em Israel, Rute conhece Boaz,
parente de Noemi, rico e possível
resgatador, pela Lei do Levirato.
Casam-se, e são geradores de Obede,
Jessé e Davi. Por conseguinte também
de Jesus (Rt 4:21, 22; Mt 1:5, 6, 16)
TEMAS ESPECIAIS - Significado do Casamento Levirato
Devido ao fato de que a
história de Rute nos apresenta
com bastante ênfase o
cumprimento da lei do levirato,
faz-se necessário explicar
melhor esta lei:
Significado:
Levirato era o casamento de uma
viúva com o irmão do seu marido, no caso
de o cunhado morar na casa do pai (ou
seja, o irmão mais moço ainda não
casado). O casamento poderia ser com um
parente próximo, e não somente com o
irmão do marido falecido.
Objetivo: Preservar o nome e a linhagem familiar do
irmão falecido e prover sustento para a sua viúva.
Textos: (Gn 38:8) Afirmado e ilustrado o princípio
original; (Dt 25:5-6) Sancionado por Deus o princípio
mosaico; (Lv 25:25-28) Formulado o relacionamento
do resgatador com o parente.
Responsabilidades: Deve ter posses para resgatar
débitos do morto; Deve casar-se com aquela que
resgatou.
TEMAS ESPECIAIS - Cristologia em Rute
Há algumas semelhanças típicas dos acontecimentos do
livro, e a obra de Cristo:
1. Deduz-se que Boaz seja um tipo de Cristo como um parente
redentor, qualificado e disposto a redimir o seu povo. A
expressão “resgatar” é usada seis vezes em Rute. Cristo tornou-
se membro da raça humana como um qualificado parente;
2. Ele proporcionou plena redenção pelo pagamento das
dívidas humanas e provisão para a felicidade do homem;
3. Ele é o tipo do noivo celestial tomando a Noiva gentia a
quem calorosamente dá acolhida e sustento.
Reinado e redenção são dois dos temas pactuais na
história de Rute. O trazer dos gentios, por Deus, ao pacto é
um terceiro. Rute era uma moabita, uma gentia. Jeová
relembra sua promessa a Abraão que nele ele abençoaria
todas as famílias e nações da terra (Gênesis 12:3; Gênesis
18:18).
Na salvação de Rute, bem como na de Raabe
anteriormente, há tanto um princípio do cumprimento
dessa promessa como um prenúncio do cumprimento final
e vasto da promessa em Pentecoste. A importância da
promessa de abençoar e salvar os gentios — e, portanto,
desse aspecto da história de Rute — não deve ser
minimizada.
TEMAS ESPECIAIS - Salvação dos Gentios
O mesmo apóstolo insiste que a inclusão dos
gentios no pacto, a justificação deles, e a salvação deles
“pela fé”, era tão verdadeira quanto a do pai Abraão:
“É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi
imputado para justiça. Sabei, pois, que os da fé é que são
filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus
justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a
Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos. De
modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão”
(Gl 3:6-9).
Até à próxima aula
sobre o livro de
1 e 2 Samuel!

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O livro de Rute

  • 1. O LIVRO DE RUTE
  • 2. TÍTULO O nome “Rute” é moabita e sua tradução não é precisa. Pode significar “amizade”, “rosa” ou “vistosa”.
  • 3. AUTORIA Samuel, provável autor do livro de Juízes, pode também ter escrito este livro.
  • 4. DATA Se olharmos para os últimos versos do livro, descobriremos que o autor já conhecia Davi e este era um personagem importante a ponto de ser citado, portanto, a data da escrita aproxima-se do início do reinado de Davi, por volta do ano 1.010 a.C.
  • 5. ESBOÇO 1. DECISÃO DE RUTE PELO SENHOR NA TERRA DE MOABE ....................................................................................(Cap.1) 2. TRABALHO DE RUTE PARA NOEMI – NOS CAMPOS DE BOAZ ......................................................................... (Cap.2) 3. NOIVADO DE RUTE E BOAZ – NA EIRA ................................................................................... (Cap.3) 4. CASAMENTO DE RUTE E BOAZ – À PORTA DA CIDADE ................................................................................... (Cap.4)
  • 6. OBJETIVO DO LIVRO O livro estabelece a linhagem de Davi, antepassado de Cristo.
  • 7. CONTEÚDO O livro conta a história de uma família, que vivia no tempo dos juízes de Israel, e onde a desgraça foi transformada em graça familiar e universal. Elimeleque e Noemi (“Delícia”), num período de fome em Belém, mudam-se com seus filhos, Malon e Quilion, para Moabe.
  • 8. Aconteceu de morrer Elimeleque. E Noemi, viúva, casa seus dois filhos com mulheres moabitas, Orfa e Rute. Após 10 anos, seus dois filhos também morrem e Noemi decide retornar para sua terra (Rt 1:20), oferecendo liberdade às noras. Orfa com tristeza se despede e fica em Moabe, mas Rute havia adotado Noemi como sua família e o Deus de Noemi como seu Deus. Elas então, partem para Israel.
  • 9. Em Israel, Rute conhece Boaz, parente de Noemi, rico e possível resgatador, pela Lei do Levirato. Casam-se, e são geradores de Obede, Jessé e Davi. Por conseguinte também de Jesus (Rt 4:21, 22; Mt 1:5, 6, 16)
  • 10.
  • 11. TEMAS ESPECIAIS - Significado do Casamento Levirato Devido ao fato de que a história de Rute nos apresenta com bastante ênfase o cumprimento da lei do levirato, faz-se necessário explicar melhor esta lei:
  • 12. Significado: Levirato era o casamento de uma viúva com o irmão do seu marido, no caso de o cunhado morar na casa do pai (ou seja, o irmão mais moço ainda não casado). O casamento poderia ser com um parente próximo, e não somente com o irmão do marido falecido.
  • 13. Objetivo: Preservar o nome e a linhagem familiar do irmão falecido e prover sustento para a sua viúva. Textos: (Gn 38:8) Afirmado e ilustrado o princípio original; (Dt 25:5-6) Sancionado por Deus o princípio mosaico; (Lv 25:25-28) Formulado o relacionamento do resgatador com o parente. Responsabilidades: Deve ter posses para resgatar débitos do morto; Deve casar-se com aquela que resgatou.
  • 14. TEMAS ESPECIAIS - Cristologia em Rute Há algumas semelhanças típicas dos acontecimentos do livro, e a obra de Cristo: 1. Deduz-se que Boaz seja um tipo de Cristo como um parente redentor, qualificado e disposto a redimir o seu povo. A expressão “resgatar” é usada seis vezes em Rute. Cristo tornou- se membro da raça humana como um qualificado parente; 2. Ele proporcionou plena redenção pelo pagamento das dívidas humanas e provisão para a felicidade do homem; 3. Ele é o tipo do noivo celestial tomando a Noiva gentia a quem calorosamente dá acolhida e sustento.
  • 15. Reinado e redenção são dois dos temas pactuais na história de Rute. O trazer dos gentios, por Deus, ao pacto é um terceiro. Rute era uma moabita, uma gentia. Jeová relembra sua promessa a Abraão que nele ele abençoaria todas as famílias e nações da terra (Gênesis 12:3; Gênesis 18:18). Na salvação de Rute, bem como na de Raabe anteriormente, há tanto um princípio do cumprimento dessa promessa como um prenúncio do cumprimento final e vasto da promessa em Pentecoste. A importância da promessa de abençoar e salvar os gentios — e, portanto, desse aspecto da história de Rute — não deve ser minimizada. TEMAS ESPECIAIS - Salvação dos Gentios
  • 16. O mesmo apóstolo insiste que a inclusão dos gentios no pacto, a justificação deles, e a salvação deles “pela fé”, era tão verdadeira quanto a do pai Abraão: “É o caso de Abraão, que creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Sabei, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, preanunciou o evangelho a Abraão: Em ti, serão abençoados todos os povos. De modo que os da fé são abençoados com o crente Abraão” (Gl 3:6-9).
  • 17. Até à próxima aula sobre o livro de 1 e 2 Samuel!