O documento apresenta orientações sobre o ensino de História no Brasil, enfatizando a necessidade de abandonar a memorização mecânica em favor da compreensão crítica e contextual dos processos históricos. É abordada a importância do professor refletir sobre suas práticas educativas e a necessidade de um currículo dinâmico que dialogue com questões sociais, políticas e culturais. Além disso, destaca-se o papel da escola na formação do aluno como um ser social, político e cultural, promovendo a participação coletiva no processo de ensino-aprendizagem.