O documento discute o Estado secular contemporâneo. Ele define Estado secular como aquele livre de pressões religiosas e que atua como mediador de conflitos entre indivíduos e classes sociais. O Estado secular organiza-se em torno do Estado de direito e da lei, e escolhe seus agentes governamentais por meio de herança, mérito ou eleições, nas quais disputam partidos políticos e movimentos sociais.