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HISTÓRIA DE ROMAANTIGA
Fundação
>>> Origem mítica da cidade: A lenda de Rômulo e Remo
> Rei Numítor Réia Silvia + Marte (deus da Guerra)
> Amúlio, o usurpador: jogou as crianças num rio (ver imagem no próximo slide)
Restauração do Trono de Alba Longa e fundação da cidade de Roma
Rômulo mata Remo durante uma luta pelo governo de Roma
Legitimação do poder pela descendência: Deuses + Reis
Deus Marte,
patrono de
Roma
>>> Origem literária: Narrada na “Eneida”, do poeta Virgílio. Enéias, o herói
troiano fundou o reino de Alba Longa, doze gerações depois surge Rômulo.
>>> Origem histórica: latinos, sabinos, etruscos e etc. (na Península Itálica).
 Etruscos dominaram a região a partir do século 8 a.C.
Personagens etruscos em pinturas da Tumba Boccanera na Necrópole da Banditaccia, c. 550-560 a.C.
Loba Capitolina.
Escultura etrusca,
séc. XII a.C.
DIVISÃO DA HISTÓRIA DE ROMA NA ANTIGUIDADE
•MONARQUIA: 753 a.C. (fundação) até
509 a.C.
•REPÚBLICA: 509 a.C. até 27 a.C.
•IMPÉRIO: 27 a.C. até 476 d.C. (marco das
invasões germânicas)
MONARQUIA (753 a.C. – 509 a.C.)
• Os sete primeiros reis:
• Rômulo (com Tito Tácio);
• Numa Pompílio;
• Túlio Hostílio;
• Anco Márcio;
• Tarquínio Prisco;
• Sérvio Túlio;
• Tarquínio, o Soberbo.
Desenvolvimento:
• A aldeia virou cidade (calçadas,
fortificações, sistema de esgoto,
grandes santuários) e o latim foi
consolidado
ATENÇÃO: informações deste período são escassas
e pouco confiáveis, baseadas nas obras Eneida do
poeta Virgílio (70aC-19aC.) e Ab Urbe condita
libri do historiador Tito Lívio (59aC-17dC)
Dinastia dos
Tarquínios:
etruscos (entre
séc. 7 e 6 a.C.)
Tarquínio, o Soberbo, fazendo-se rei
Sistema Político da Monarquia Romana
• Rei: funções de líder religioso, juiz e chefe militar
• Senado: elaborava as leis e confirmava a aclamação do rei
• Cúrias (assembleias): escolhia o rei
Queda de Tarquínio, o Soberbo (considerado tirano, último rei etrusco)
>> estupro de Lucrécia?
>> patrícios sabinos e latinos tentam limitar o poder real
>> rei adota medidas populares para agradar a plebe e obter apoio
político
> Reação dos patrícios: deposição do Rei e fundação da República
Aristocrática
O suicídio de Lucrécia, Jörg Breu (1475)
Divisão Social Aristocrática (grupos sociais)
• Patrícios: donos de terras extensas e
detentores do poder político
• Clientes: plebeus protegidos ou patrícios
que perderam o título (não tinham
direitos políticos)
• Plebeus: trabalhadores livres, pequenos
comerciantes, com poucas ou nenhuma
posse e sem direitos políticos
• Escravos: prisioneiros de guerra e
endividados
REPÚBLICA (509 a.C. - 27 a.C.)
O senado tornou-se
a instituição mais
importante durante
a fase republicana.
Cícero denuncia Catilina,
Cesare Maccari (1889)
REPÚBLICA
Grupos sociais
Patrícios
Plebeus
Agricultores
Artesãos
Comerciantes
Proprietários de
terras
Governo
aristocrático
Famílias
aristocráticas
Impostos
Exército
Luta por
igualdade
Mulheres
Escravos
Instituições
Assembleias
(cúria, centúrias,
tribos e povo)
Magistrados
Senado
Votar leis
Eleger magistrados
Governa a cidade
e comanda o
exército
Ratifica leis
Política externa
Política econômica
Tribunato da
Plebe
Lei das 12
Tábuas
Existiam
São:
e
Direitos
Ficam excluídos e
Roma
republicana
Suas bases:
509 a.C. 27 a.C.
O ditador era um magistrado escolhido em tempos
excepcionais e detinha plenos poderes
Imagem de Lúcio Cornélio Sila, que
cumpriu esta função em 81 a.C.
O cargo de tribuno da plebe tornou-
se também uma magistratura
romana, em 494 a.C.
Moeda com rosto de Tibério
Semprônio Graco, um dos mais
importantes tribunos da plebe
Outras
magistraturas
Nº de ocupantes: 02
Nº de ocupantes: 02
Nº de ocupantes: 01 a 16
Nº de ocupantes: 04
Nº de
ocupantes:
02 a 40
Nos primórdios da República:
vitórias e derrotas
Cisão entre romanos e etruscos
Fundação da República
Domínio de latinos e sabinos
Fim da proteção das cidades
etruscas
Mudança no exército com
participação da plebe e da
infantaria
Invasão de gauleses
Fuga e resgate
Reconstruir a cidade ou
abandoná-la?
Início da expansão territorial
Domínio sobre península
Dominação sobre os samnitas
Rumo aos mares
Fundação de colônias
509 a.C. ~ 390 a.C.
Pilharam e incendiaram Roma
Gauleses chegando em Roma. Séc. XIX. Por Vital Luminais, no Musée des Beaux-Arts de Nancy
343 a.C.
Patrícios versus Plebeus:
disputas sociais
Patrícios se beneficiam da
expansão territorial
Acumulam terras
Ocupam áreas públicas
Utilizam mão de obra escrava e
praticam monocultura
Plebeus voltam endividados
das guerras distantes
Perdem colheitas
Outros são escravizados
por dívidas
Alguns tornam-se proletários
Únicos que podem consultar os
auspícios sem sacerdotes
Reivindicam
direitos e
participação
política
Sem tempo,
irmão. Quero
direitos! E escritos em
Times New Roman
445 a.C.
Lei Canuleia permite
casamentos entre
patrícios e plebeus
A revolta do Monte Sagrado ou retirada
para a Colina Aventino (494 a.C.) foi uma das
manifestações plebeias que renderam frutos
Os irmãos Graco:
políticas agrárias
Os Graco, por Eugène Guillaume (Museu de Orsay, 1853)
Tibério Graco (133 a.C.)
• Lei agrária para limitar
ocupação de terras públicas
(ager publicus) por grandes
proprietários
• Atribuir a cidadãos pobres
terras inalienáveis
• Um complô de aristocratas o
assassinou
Caio Graco (123 a.C.)
• Tentou reduzir poderes do
senado
• Lutou por direitos das massas
italianas
• Aprovou Lei Frumentária para
diminuir preços dos cereais
para os mais necessitados
(inscritos numa lista)
• Acusado de traidor de Roma
pelos senadores e pressionado,
cometeu suicídio
“A obra dos Gracos revelou-se muito
importante para formação de um
partido popular” (Pierre Grimal).Os Graco eram netos de
Cipião Africano, general herói
da segunda guerra púnica
Crise política e social da república:
transformações e embates
• Plebeus enriquecidos formam
uma nova aristocracia
• Espólio de guerra
• Comércio
Homens-novos ou cavaleiros
• Profissionalização do exército
• Formação de “soldados”
• Lealdade ao general
• Generais tornam-se
ambiciosos
Guerras civis
• Questão agrária se
acirra
• Representantes
plebeus são
boicotados
• Evergetismo
• Pão e Circo
Aumento do número de escravizados
• Desemprego
• Fome e miséria
• Revolta de escravos
Luta por igualdade política
Guerras civis:
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Lucius Cornelius Sulla Félix (Sila):
• derrota as tropas de Mário
• é escolhido ditador (81 a.C,)
• persegue e assassina adversários no partido
senatorial
• desfaz medidas contrárias aos aristocratas
• após 10 anos devolve o poder
A obra de Sila será em vão
• Novos levantes ocorrem na Hispânia
• O caos se instaura
• Outro general, Pompeu (57 a.C.), é quem socorrerá a ordem
1º guerra civil
• Reforma agrária x Privilégios dos patrícios
• Mário, do partido popular
• Sila, apoiado por aristocratas
Guerras civis:
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2º guerra civil
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• Roma aumenta suas
fronteiras: Gália, Britânia,
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1º triunvirato
“Alea jacta est!”
• César luta pela conquista da Gália
• É destituído dos poderes pelo
senado, mas não aceita
• Mobiliza suas tropas rumo à Roma
• Atravessa o Rubicão
• Crasso morre em batalha no Oriente
• César enfrenta Pompeu e vence
• Impõe seu nome como cônsul, depois
ditador
• É nomeado ditador perpétuo (45 a.C.)
César desagrada senadores e é
assassinado com 40 facadas
Ações de César:
• Convite a homens das províncias para o Senado
• Dá cidadania para povos inteiros
• Funda colônias fora da Itália para acolher plebe
• Restaura autonomia em cidades de província
• Pacifica Hispânia, Oriente e África
• Tenta generalizar ordem e justiça
“Veni. Vidi. Vici”.
“Até tu, Brutus?”.Gaius Julius Caesar
Guerras civis:
Do fim ao Império
3º guerra civil
Otávio torna-se Otávio Augusto, o feliz,
venerável e escolhido pelos deuses
Marco Antônio, Otávio e Lépido
• Herdeiros de César
• Exilam assassinos do ex-
ditador
• Dividem Roma: Oriente,
Ocidente e África Otávio derrota Marco Antônio e
sua esposa Cleópatra, e recebe
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Senado confere a Otávio títulos
de Príncipe do Senado, Pontífice
Máximo e Imperador
2º triunvirato
Otávio acusa Marco Antônio de
destruir cultura romana e deseja
aumentar poderes
Onde tá o
Imperador?
Pra lá
Quero
pão, pai!
Gaius Iulius
Caesar
Octavianus
Augustus
IMPÉRIO (27 a.C. – 476 d.C.)
O Coliseu, em dias atuais.
• Alto Império (Séc. I ao III d.C.)
• Apogeu cultural da civilização romana
• Máxima extensão territorial
• Consolidação do escravismo como base de trabalho
• Construção de estradas, aquedutos, pontes
• Cidadania estendida a estrangeiros (elites)
• “Pax Romana”
• Baixo Império (Séc. III ao V d.C.)
• Decadência do Império
• Crises generalizadas
• Invasões germânicas
Divisão temporal-social do
Império Romano
PECULIARIDADES DO CARGO DE
IMPERADOR ROMANO
 Não havia hereditariedade
automática
 Mas havia direito de legar poder ao filho
biológico ou adotivo
 Imperadores não eram
proprietários das coisas, mas
“mandatários”
 Serviam à república, diferente do Antigo
Regime em que indivíduo servia ao Rei
 Qualquer senador
“ilustríssimo”, visando o bem
comum, podia aspirar ao trono
desde que se impusesse
 Havia risco de guerra civil e
tranquilidade foi exceção
 Entre 235-282, dezessete imperadores se
sucederam, catorze morreram assassinados
e quarenta usurpadores foram executados
pela justiça
Governo de Otávio Augusto:
Início da Pax Romana
Características
• Governo conhecido
como “Principado”
Imperador e primeiro
cidadão
Início do período de
maior esplendor da
sociedade romana
(27 a.C. – 14 d.C.)
Realizações
• Divisão da sociedade em
bases censitárias
(senatorial; equestre;
inferiores)
• Fortalecimento das
fronteiras para proteção do
império
• Pacificação das guerras
civis (Pax Augusta)
• Institucionalização do “Pão
e Circo”
• Luta por colonização
cultural
Tibério (14-37)
• Assumiu o poder após a morte de Augusto, reduziu
gastos públicos, fortaleceu fronteiras e a marinha
Calígula (37-41)
• Consumiu o tesouro acumulado por Augusto e Tibério.
Nero (54-68) – memes
• Realizou a primeira perseguição aos cristãos em 64
d.C. Foi acusado de incendiar Roma.
Vespasiano (69-79)
• Sobressaiu num período em que o Império tinha
quatro imperadores, venceu guerra judaico-romana e
iniciou construção do Coliseu (Anfiteatro Flaviano).
Trajano (98-117):
• Expandiu fronteiras até Índia e fez muitas obras
públicas (fórum, bibliotecas, estradas, portos). Também
perseguiu os cristãos.
• Dinastia Júlio-Claudiana (14-68):
• Tibério, Calígula, Cláudio e
Nero.
• Dinastia Flaviana (69-96):
• Vespasiano, Tito e
Domiciano.
• Dinastia Nerva-Antonina (96-192):
• Nerva, Trajano, Adriano,
Antonino Pio, Marco Aurélio
(com Lúcio Vero) e Cômodo.
• Dinastia Severa (193-235):
• Séptimo Severo, Caracala,
Heliogábalo e Alexandre
Severo.
Alguns imperadores durante o
Alto Império
Dinastias
Crise do século III:
O começo do fim
“A crise do
escravismo”Escassez de mão de
obra escrava
 Dificuldade de
reprodução
 Necessidade de
expansão
Tensões na hierarquia militar
entre generais e imperador
 Retirada de tropas das
fronteiras (deslocadas para
segurança de vilas de
generais)
Problemas de reabastecimento
e inflação
 Tentativa de tabelamento
de preços (Édito Máximo)
 Desmonetização
Êxodo urbano
 Colonato: substituição da
mão de obra
 Troca de proteção militar
e uso da terra por
obrigações/impostos
Crescimento do
cristianismo
 Pacifismo e vida
plebeia
 Oposição à divindade
do imperador
Alguns imperadores durante o
Baixo Império
Diocleciano (284-305)
 Iniciou o Dominato - monarquia mítico-religiosa e despótica, de tipo Helenístico;
 Instaurou a Tetrarquia – reforma administrativa (dois césares, dois augustos);
 Organizou uma das maiores perseguições aos cristãos (303);
 Com o Edito Máximo (301) procurou controlar a inflação, mas fracassou.
Constantino (306-337)
 Promulgou o Edito de Milão (313) concedendo liberdade de culto aos cristãos.
 Transferiu a capital para Constantinopla, antes Bizâncio.
Teodósio (379-395)
 Edito de Tessalônica (380): o cristianismo tornou-se religião oficial do Império
 Em 395 o Império Romano dividiu-se em:
 Império Romano do Ocidente com capital em Roma;
 Império Romano do Oriente com capital em Constantinopla.
 Quem são os povos “bárbaros”?
 Todos aqueles que não haviam sido submetidos ao domínio imperial e ao
processo de romanização;
 Habitavam além das fronteiras do Império;
 Nômades e pastores, apresentavam uma sociedade nos moldes de uma
comunidade primitiva;
 Dividiam-se em: visigodos, ostrogodos, burgúndios, alamanos, francos,
vândalos, hérulos, justos, anglos e saxões. Em maioria germânicos
 Com a chegada dos hunos na Europa Oriental, os “bárbaros” fugiram para o
Ocidente, estas invasões fragmentaram o Império do Ocidente em inúmeros
reinos bárbaros.
 476 d.C. Odoacro, Rei dos Hérulos, depôs Rômulo Augusto, o último imperador
dos romanos. - memes
 FIM DA IDADE ANTIGA E INÍCIO DA IDADE MÉDIA.
Fim do Império:
Invasões bárbaras
PORRADARIA
EM ROMA
Cultura e cotidiano em Roma:
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Paganismo
 Politeísmo
antropomórfico
 Sincretismo da
religiosidade grega,
etrusca e oriental
 Flexibilidade religiosa e
respeito a deuses
estrangeiros
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santuários domésticos
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sacrifícios públicos
Cultura e cotidiano em Roma:
Amor e sexualidade
Masculinidade
 Valorização da virilidade
 Os falos e a figa: símbolos
de fertilidade –
encontrava-se em telhados
das casas, campainhas,
esculturas
Sexo e moralidade
 Não era imoral relações entre
pessoas do mesmo sexo
 No entanto, posição passiva e
felação eram desvalorizadas
 Recomendações morais: não
transar antes do poente; nem à luz
ou penumbra; nem totalmente nu
 “Amor cortês” e paixão são
considerados fraquezas
Qual status da mulher?
 Cultura patriarcal: homem era
proprietário natural dos
animais falantes, mudos e
coisas inanimadas
 Esposa, filhos e escravos; cavalos, gado,
aves; terras e bens materiais
 Mulher não possuía cidadania
 Porém possuía mais liberdade do que na
Grécia
 Não ficava restrita apenas ao espaço
doméstico
 Podia ter bens e “empresas”
 Algumas opinavam na políticaCasamento
 Negócio e
dever cívico
Vênus,
deusa do amor
Bibliografia consultada
EYLER, F. M. S. História antiga: Grécia e Roma: a formação do
Ocidente. Petrópolis: Vozes, 2014.
FUNARI, P. P. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2002.
GRIMAL, P. A civilização romana. Trad. Isabel St. Aubyn. Lisboa:
Edições 70, 2009.
GUARINELLO, N. L. História antiga. São Paulo: Contexto, 2018.
VEYNE, P. (org.). História da vida privada, 1: do Império Romano
ao ano mil. Trad. Hildegard Feist. São Paulo: Companhia das
Letras, 2009, p. 11-212.
VEYNE, P. Quando nosso mundo se tornou cristão (312-394).
Trad. Marcos Castro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011.
Slides produzidos por:
Munís Pedro Alves
Mestre em história (UFU)
Prof. do Instituto Federal do Amapá
Contato: munhoz.munis@gmail.com

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Roma Antiga - monarquia, república e império romano

  • 2. Fundação >>> Origem mítica da cidade: A lenda de Rômulo e Remo > Rei Numítor Réia Silvia + Marte (deus da Guerra) > Amúlio, o usurpador: jogou as crianças num rio (ver imagem no próximo slide) Restauração do Trono de Alba Longa e fundação da cidade de Roma Rômulo mata Remo durante uma luta pelo governo de Roma Legitimação do poder pela descendência: Deuses + Reis Deus Marte, patrono de Roma >>> Origem literária: Narrada na “Eneida”, do poeta Virgílio. Enéias, o herói troiano fundou o reino de Alba Longa, doze gerações depois surge Rômulo. >>> Origem histórica: latinos, sabinos, etruscos e etc. (na Península Itálica).  Etruscos dominaram a região a partir do século 8 a.C. Personagens etruscos em pinturas da Tumba Boccanera na Necrópole da Banditaccia, c. 550-560 a.C.
  • 4.
  • 5. DIVISÃO DA HISTÓRIA DE ROMA NA ANTIGUIDADE •MONARQUIA: 753 a.C. (fundação) até 509 a.C. •REPÚBLICA: 509 a.C. até 27 a.C. •IMPÉRIO: 27 a.C. até 476 d.C. (marco das invasões germânicas)
  • 6. MONARQUIA (753 a.C. – 509 a.C.) • Os sete primeiros reis: • Rômulo (com Tito Tácio); • Numa Pompílio; • Túlio Hostílio; • Anco Márcio; • Tarquínio Prisco; • Sérvio Túlio; • Tarquínio, o Soberbo. Desenvolvimento: • A aldeia virou cidade (calçadas, fortificações, sistema de esgoto, grandes santuários) e o latim foi consolidado ATENÇÃO: informações deste período são escassas e pouco confiáveis, baseadas nas obras Eneida do poeta Virgílio (70aC-19aC.) e Ab Urbe condita libri do historiador Tito Lívio (59aC-17dC) Dinastia dos Tarquínios: etruscos (entre séc. 7 e 6 a.C.) Tarquínio, o Soberbo, fazendo-se rei
  • 7. Sistema Político da Monarquia Romana • Rei: funções de líder religioso, juiz e chefe militar • Senado: elaborava as leis e confirmava a aclamação do rei • Cúrias (assembleias): escolhia o rei Queda de Tarquínio, o Soberbo (considerado tirano, último rei etrusco) >> estupro de Lucrécia? >> patrícios sabinos e latinos tentam limitar o poder real >> rei adota medidas populares para agradar a plebe e obter apoio político > Reação dos patrícios: deposição do Rei e fundação da República Aristocrática O suicídio de Lucrécia, Jörg Breu (1475)
  • 8. Divisão Social Aristocrática (grupos sociais) • Patrícios: donos de terras extensas e detentores do poder político • Clientes: plebeus protegidos ou patrícios que perderam o título (não tinham direitos políticos) • Plebeus: trabalhadores livres, pequenos comerciantes, com poucas ou nenhuma posse e sem direitos políticos • Escravos: prisioneiros de guerra e endividados
  • 9. REPÚBLICA (509 a.C. - 27 a.C.) O senado tornou-se a instituição mais importante durante a fase republicana. Cícero denuncia Catilina, Cesare Maccari (1889)
  • 10. REPÚBLICA Grupos sociais Patrícios Plebeus Agricultores Artesãos Comerciantes Proprietários de terras Governo aristocrático Famílias aristocráticas Impostos Exército Luta por igualdade Mulheres Escravos Instituições Assembleias (cúria, centúrias, tribos e povo) Magistrados Senado Votar leis Eleger magistrados Governa a cidade e comanda o exército Ratifica leis Política externa Política econômica Tribunato da Plebe Lei das 12 Tábuas Existiam São: e Direitos Ficam excluídos e Roma republicana Suas bases: 509 a.C. 27 a.C.
  • 11. O ditador era um magistrado escolhido em tempos excepcionais e detinha plenos poderes Imagem de Lúcio Cornélio Sila, que cumpriu esta função em 81 a.C. O cargo de tribuno da plebe tornou- se também uma magistratura romana, em 494 a.C. Moeda com rosto de Tibério Semprônio Graco, um dos mais importantes tribunos da plebe Outras magistraturas Nº de ocupantes: 02 Nº de ocupantes: 02 Nº de ocupantes: 01 a 16 Nº de ocupantes: 04 Nº de ocupantes: 02 a 40
  • 12.
  • 13. Nos primórdios da República: vitórias e derrotas Cisão entre romanos e etruscos Fundação da República Domínio de latinos e sabinos Fim da proteção das cidades etruscas Mudança no exército com participação da plebe e da infantaria Invasão de gauleses Fuga e resgate Reconstruir a cidade ou abandoná-la? Início da expansão territorial Domínio sobre península Dominação sobre os samnitas Rumo aos mares Fundação de colônias 509 a.C. ~ 390 a.C. Pilharam e incendiaram Roma Gauleses chegando em Roma. Séc. XIX. Por Vital Luminais, no Musée des Beaux-Arts de Nancy 343 a.C.
  • 14.
  • 15.
  • 16. Patrícios versus Plebeus: disputas sociais Patrícios se beneficiam da expansão territorial Acumulam terras Ocupam áreas públicas Utilizam mão de obra escrava e praticam monocultura Plebeus voltam endividados das guerras distantes Perdem colheitas Outros são escravizados por dívidas Alguns tornam-se proletários Únicos que podem consultar os auspícios sem sacerdotes Reivindicam direitos e participação política
  • 17. Sem tempo, irmão. Quero direitos! E escritos em Times New Roman 445 a.C. Lei Canuleia permite casamentos entre patrícios e plebeus A revolta do Monte Sagrado ou retirada para a Colina Aventino (494 a.C.) foi uma das manifestações plebeias que renderam frutos
  • 18. Os irmãos Graco: políticas agrárias Os Graco, por Eugène Guillaume (Museu de Orsay, 1853) Tibério Graco (133 a.C.) • Lei agrária para limitar ocupação de terras públicas (ager publicus) por grandes proprietários • Atribuir a cidadãos pobres terras inalienáveis • Um complô de aristocratas o assassinou Caio Graco (123 a.C.) • Tentou reduzir poderes do senado • Lutou por direitos das massas italianas • Aprovou Lei Frumentária para diminuir preços dos cereais para os mais necessitados (inscritos numa lista) • Acusado de traidor de Roma pelos senadores e pressionado, cometeu suicídio “A obra dos Gracos revelou-se muito importante para formação de um partido popular” (Pierre Grimal).Os Graco eram netos de Cipião Africano, general herói da segunda guerra púnica
  • 19. Crise política e social da república: transformações e embates • Plebeus enriquecidos formam uma nova aristocracia • Espólio de guerra • Comércio Homens-novos ou cavaleiros • Profissionalização do exército • Formação de “soldados” • Lealdade ao general • Generais tornam-se ambiciosos Guerras civis • Questão agrária se acirra • Representantes plebeus são boicotados • Evergetismo • Pão e Circo Aumento do número de escravizados • Desemprego • Fome e miséria • Revolta de escravos Luta por igualdade política
  • 20. Guerras civis: Ditaduras, caos social e triunviratos Lucius Cornelius Sulla Félix (Sila): • derrota as tropas de Mário • é escolhido ditador (81 a.C,) • persegue e assassina adversários no partido senatorial • desfaz medidas contrárias aos aristocratas • após 10 anos devolve o poder A obra de Sila será em vão • Novos levantes ocorrem na Hispânia • O caos se instaura • Outro general, Pompeu (57 a.C.), é quem socorrerá a ordem 1º guerra civil • Reforma agrária x Privilégios dos patrícios • Mário, do partido popular • Sila, apoiado por aristocratas
  • 21. Guerras civis: “Dê a César o que é de César” 2º guerra civil • Pompeu, Júlio César e Crasso • Roma aumenta suas fronteiras: Gália, Britânia, Anatólia e Egito 1º triunvirato “Alea jacta est!” • César luta pela conquista da Gália • É destituído dos poderes pelo senado, mas não aceita • Mobiliza suas tropas rumo à Roma • Atravessa o Rubicão • Crasso morre em batalha no Oriente • César enfrenta Pompeu e vence • Impõe seu nome como cônsul, depois ditador • É nomeado ditador perpétuo (45 a.C.) César desagrada senadores e é assassinado com 40 facadas Ações de César: • Convite a homens das províncias para o Senado • Dá cidadania para povos inteiros • Funda colônias fora da Itália para acolher plebe • Restaura autonomia em cidades de província • Pacifica Hispânia, Oriente e África • Tenta generalizar ordem e justiça “Veni. Vidi. Vici”. “Até tu, Brutus?”.Gaius Julius Caesar
  • 22.
  • 23. Guerras civis: Do fim ao Império 3º guerra civil Otávio torna-se Otávio Augusto, o feliz, venerável e escolhido pelos deuses Marco Antônio, Otávio e Lépido • Herdeiros de César • Exilam assassinos do ex- ditador • Dividem Roma: Oriente, Ocidente e África Otávio derrota Marco Antônio e sua esposa Cleópatra, e recebe apoio da plebe Senado confere a Otávio títulos de Príncipe do Senado, Pontífice Máximo e Imperador 2º triunvirato Otávio acusa Marco Antônio de destruir cultura romana e deseja aumentar poderes Onde tá o Imperador? Pra lá Quero pão, pai! Gaius Iulius Caesar Octavianus Augustus
  • 24. IMPÉRIO (27 a.C. – 476 d.C.) O Coliseu, em dias atuais.
  • 25. • Alto Império (Séc. I ao III d.C.) • Apogeu cultural da civilização romana • Máxima extensão territorial • Consolidação do escravismo como base de trabalho • Construção de estradas, aquedutos, pontes • Cidadania estendida a estrangeiros (elites) • “Pax Romana” • Baixo Império (Séc. III ao V d.C.) • Decadência do Império • Crises generalizadas • Invasões germânicas Divisão temporal-social do Império Romano
  • 26. PECULIARIDADES DO CARGO DE IMPERADOR ROMANO  Não havia hereditariedade automática  Mas havia direito de legar poder ao filho biológico ou adotivo  Imperadores não eram proprietários das coisas, mas “mandatários”  Serviam à república, diferente do Antigo Regime em que indivíduo servia ao Rei  Qualquer senador “ilustríssimo”, visando o bem comum, podia aspirar ao trono desde que se impusesse  Havia risco de guerra civil e tranquilidade foi exceção  Entre 235-282, dezessete imperadores se sucederam, catorze morreram assassinados e quarenta usurpadores foram executados pela justiça
  • 27. Governo de Otávio Augusto: Início da Pax Romana Características • Governo conhecido como “Principado” Imperador e primeiro cidadão Início do período de maior esplendor da sociedade romana (27 a.C. – 14 d.C.) Realizações • Divisão da sociedade em bases censitárias (senatorial; equestre; inferiores) • Fortalecimento das fronteiras para proteção do império • Pacificação das guerras civis (Pax Augusta) • Institucionalização do “Pão e Circo” • Luta por colonização cultural
  • 28. Tibério (14-37) • Assumiu o poder após a morte de Augusto, reduziu gastos públicos, fortaleceu fronteiras e a marinha Calígula (37-41) • Consumiu o tesouro acumulado por Augusto e Tibério. Nero (54-68) – memes • Realizou a primeira perseguição aos cristãos em 64 d.C. Foi acusado de incendiar Roma. Vespasiano (69-79) • Sobressaiu num período em que o Império tinha quatro imperadores, venceu guerra judaico-romana e iniciou construção do Coliseu (Anfiteatro Flaviano). Trajano (98-117): • Expandiu fronteiras até Índia e fez muitas obras públicas (fórum, bibliotecas, estradas, portos). Também perseguiu os cristãos. • Dinastia Júlio-Claudiana (14-68): • Tibério, Calígula, Cláudio e Nero. • Dinastia Flaviana (69-96): • Vespasiano, Tito e Domiciano. • Dinastia Nerva-Antonina (96-192): • Nerva, Trajano, Adriano, Antonino Pio, Marco Aurélio (com Lúcio Vero) e Cômodo. • Dinastia Severa (193-235): • Séptimo Severo, Caracala, Heliogábalo e Alexandre Severo. Alguns imperadores durante o Alto Império Dinastias
  • 29.
  • 30.
  • 31. Crise do século III: O começo do fim “A crise do escravismo”Escassez de mão de obra escrava  Dificuldade de reprodução  Necessidade de expansão Tensões na hierarquia militar entre generais e imperador  Retirada de tropas das fronteiras (deslocadas para segurança de vilas de generais) Problemas de reabastecimento e inflação  Tentativa de tabelamento de preços (Édito Máximo)  Desmonetização Êxodo urbano  Colonato: substituição da mão de obra  Troca de proteção militar e uso da terra por obrigações/impostos Crescimento do cristianismo  Pacifismo e vida plebeia  Oposição à divindade do imperador
  • 32.
  • 33. Alguns imperadores durante o Baixo Império Diocleciano (284-305)  Iniciou o Dominato - monarquia mítico-religiosa e despótica, de tipo Helenístico;  Instaurou a Tetrarquia – reforma administrativa (dois césares, dois augustos);  Organizou uma das maiores perseguições aos cristãos (303);  Com o Edito Máximo (301) procurou controlar a inflação, mas fracassou. Constantino (306-337)  Promulgou o Edito de Milão (313) concedendo liberdade de culto aos cristãos.  Transferiu a capital para Constantinopla, antes Bizâncio. Teodósio (379-395)  Edito de Tessalônica (380): o cristianismo tornou-se religião oficial do Império  Em 395 o Império Romano dividiu-se em:  Império Romano do Ocidente com capital em Roma;  Império Romano do Oriente com capital em Constantinopla.
  • 34.
  • 35.  Quem são os povos “bárbaros”?  Todos aqueles que não haviam sido submetidos ao domínio imperial e ao processo de romanização;  Habitavam além das fronteiras do Império;  Nômades e pastores, apresentavam uma sociedade nos moldes de uma comunidade primitiva;  Dividiam-se em: visigodos, ostrogodos, burgúndios, alamanos, francos, vândalos, hérulos, justos, anglos e saxões. Em maioria germânicos  Com a chegada dos hunos na Europa Oriental, os “bárbaros” fugiram para o Ocidente, estas invasões fragmentaram o Império do Ocidente em inúmeros reinos bárbaros.  476 d.C. Odoacro, Rei dos Hérulos, depôs Rômulo Augusto, o último imperador dos romanos. - memes  FIM DA IDADE ANTIGA E INÍCIO DA IDADE MÉDIA. Fim do Império: Invasões bárbaras
  • 37.
  • 38. Cultura e cotidiano em Roma: Religião e mitologia Paganismo  Politeísmo antropomórfico  Sincretismo da religiosidade grega, etrusca e oriental  Flexibilidade religiosa e respeito a deuses estrangeiros  Ritos: oferendas em santuários domésticos  Também procissões, orações e sacrifícios públicos
  • 39.
  • 40. Cultura e cotidiano em Roma: Amor e sexualidade Masculinidade  Valorização da virilidade  Os falos e a figa: símbolos de fertilidade – encontrava-se em telhados das casas, campainhas, esculturas Sexo e moralidade  Não era imoral relações entre pessoas do mesmo sexo  No entanto, posição passiva e felação eram desvalorizadas  Recomendações morais: não transar antes do poente; nem à luz ou penumbra; nem totalmente nu  “Amor cortês” e paixão são considerados fraquezas Qual status da mulher?  Cultura patriarcal: homem era proprietário natural dos animais falantes, mudos e coisas inanimadas  Esposa, filhos e escravos; cavalos, gado, aves; terras e bens materiais  Mulher não possuía cidadania  Porém possuía mais liberdade do que na Grécia  Não ficava restrita apenas ao espaço doméstico  Podia ter bens e “empresas”  Algumas opinavam na políticaCasamento  Negócio e dever cívico Vênus, deusa do amor
  • 41. Bibliografia consultada EYLER, F. M. S. História antiga: Grécia e Roma: a formação do Ocidente. Petrópolis: Vozes, 2014. FUNARI, P. P. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2002. GRIMAL, P. A civilização romana. Trad. Isabel St. Aubyn. Lisboa: Edições 70, 2009. GUARINELLO, N. L. História antiga. São Paulo: Contexto, 2018. VEYNE, P. (org.). História da vida privada, 1: do Império Romano ao ano mil. Trad. Hildegard Feist. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 11-212. VEYNE, P. Quando nosso mundo se tornou cristão (312-394). Trad. Marcos Castro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. Slides produzidos por: Munís Pedro Alves Mestre em história (UFU) Prof. do Instituto Federal do Amapá Contato: munhoz.munis@gmail.com