c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 1
O Design como diferencial competitivoO Design como diferencial competitivo
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g nc e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 2
O Design como diferencial competitivoO Design como diferencial competitivo
Inovação é a palavra do momento.
Economia globalizada = complexidade
Oportunidades e ameaças surgem inesperadamente.
Como se manter competitivo num ambiente como este?
Inovar / Criar valor para os produtos /
Como ser inovador? → observar os líderes
Como funciona nas economias mais competitivas do mundo?
Existe um método?
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 3
Método → GESTÃO DO DESIGN
Design não é:
1. Fazer um produto ficar bonito depois de pronto.
Design é:
1. Forma de pensar novos produtos.
2. Método para organizar as informações do mercado
transformando-as em atributos que criam valor no produto.
3. Método para desenvolver produtos que os clientes gostam.
Inovação é 1% inspiração e 99% transpiração
Thomas Edison
InovaçãoInovação
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 4
O DesignO Design
O design é uma ferramenta que permite adicionar valor aos
produtos industrializados, introduzir diferenciações e
destacar-se no mercado perante os seus concorrentes.
Na economia globalizada é preciso inovar para não ser superado
por competidores com maior agilidade.
Competitividade = produtos inovadores [novas categorias]
lançados em maior volume
com maior velocidade
mas ...
lançar um novo produto é sempre um risco
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007
Interesse do público
em comprar o
produto. Atratividade
do produto
Margem da
indústria ou do
comércio
Valor
Preço
Custo
Se um produto
não se liga
aos valores dos clientes
ele vai fracassar.
Estratégia de redução de custos
Estratégia de criação de valor
Noção de ValorNoção de Valor
5
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007
Novo paradigma na década 70: quartzo - competição ind. japonesa
SMH [1983] Swiss Corporation for Microelectronics and Watchmaking Industries.
Meta: relógio barato, simples [ 51 x 91 componentes ], campeão em vendas.
→ Swatch Group: maior empresa de relógios do mundo
Noção de ValorNoção de Valor
6
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007
Primeira coleção da Swatch, 1983
7
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007
Porque as pessoas atribuem valor a um produto?
Produtos fazem sucesso quando eles contribuem
para valorizar a experiência das pessoas
ao executar suas tarefas.
Produtos de sucesso tornam-se NECESSÁRIOS
quando chegam ao mercado
Um bom produto deve ser:
UTIL,
FÁCIL DE USAR,
ATRAENTE.
Noção de ValorNoção de Valor
DESIGN
ENGENHARIAMARKETING
ATRAENTE
FÁCIL DE
USAR
ÚTIL
J. Cagan e C. Vogel, 2002
8
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 9
Produtos de sucesso tornam-se NECESSÁRIOS
quando chegam ao mercado
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 10
Objetivo de uma estratégia de desenvolvimento
significa definir um caminho com a finalidade de
um alcance da área de “excelência”, própria de
cada empresa, através de ações sustentáveis:
· coerentes com as reais possibilidades da
empresa;
· coerentes com as oportunidades que o
cenário de mercado oferece.
Cada empresa tende naturalmente:
· a aumentar a própria competitividade;
· a aumentar a própria notoriedade;
· a consolidar a própria identidade percebida
pelo mercado.
Como direcionar uma estratégia de desenvolvimento?Como direcionar uma estratégia de desenvolvimento?
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 11
Como direcionar uma estratégia de desenvolvimento?Como direcionar uma estratégia de desenvolvimento?
Mas cada empresa deve seguir um caminho próprio,
determinado por um correto processo de análise.
Valorização
excelência
Comercialização
Qualidade
inovação
Diversificação
Otimização
Organização
COMPETITIVIDADE
NOTORIEDADE
local nacional internacional
processo
produto
sistema
IDENTIDADE
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 12
Design pra quê?Design pra quê?
Design para lay-out do processo produtivo
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007
Design para postos de trabalho
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 14
Design para ponto de venda
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 15
Design de produto
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 16
Design de móveis
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 17
Design de embalagem
“A sobrevivência das empresas reside na sua capacidade de
Inovação e Diferenciação por meio de novas marcas, conceitos e
embalagens”
Philip Kotler
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 18
"Design é a atividade que transforma aquilo que é
tecnologicamente possível em produto
culturalmente aceitável“
Ézio Manzini
Design gráfico
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 19
“A roupa é a nossa segunda pele,
é a cara que nós mostramos para o mundo.”
Design de moda
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 20
Design EstratégicoDesign Estratégico
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 21
O aumento da competitividade é claramente uma
das avalancas disponíveis para as empresas
alcançarem seus objetivos econômicos.
Mas a competitividade não é obtida de forma
emotiva, casual ou prevista, mas é construída
alimentando a própria cultura da empresa e
orientando as próprias escolhas estratégicas
pelo conhecimento de “fatores amplos”, tais
como:
· a compreensão dos macrofenômenos
econômicos, sociais e culturais que
regulamentam e condicionam os próprios
mercados de referência;
· o progressivo e sistemático aumento da
qualidade do processo produtivo, de produto e
de processo de distribuição.
Muitas vezes a empresa ou diretamente o
empresário, não acha necessário agir através
deste processo.
Então dirige-se ao designer solicitando um
produto, “inovação” de produto (quase sempre
por competição) e instrumentos de comunicação
para garantir-se uma visibilidade básica.
Tudo isso de forma intuitiva, nunca de forma
estratégica.
Como o design pode realmente servir como aceleradorComo o design pode realmente servir como acelerador
do processo de crescimento competitivo?do processo de crescimento competitivo?
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 22
Quando um processo de design pode definir-seQuando um processo de design pode definir-se
estratégico?estratégico?
O designer pode agir em termos estratégicos:
· colocando a empresa na condição de decidir sobre uma
escolha não mais intuitiva, mas baseada em fatores objetivos;
· contribuindo para a construção de uma cultura na empresa
através da adoção de um processo de desenvolvimento
racional, sustentável por capacidades produtivas e coerentes
com as expectativas e as necessidades do mercado.
Por este motivo o design pode definir-se estratégico não por valores de
complexidade, mas por processo metodológico.
O conceito de design estratégico se afasta da tradicional interpretação de
design do produto e mais ainda da superada e limitada associação design =
valor estético.
O design estratégico é principalmente valor econômico.
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 23
O designer tem a possibilidade e
responsabilidade de desenvolver (nunca
alterar) as indicações do brief:
· fornecendo ao próprio Cliente
informações de caráter estratégico.
· dando novos instrumentos de
avaliação das efetivas oportunidades.
· oferecendo a possibilidade de escolher
um caminho projetual sustentável e
coerente.
O design estratégico sustenta o processo
decisório da empresa em torno das suas
linhas de desenvolvimento e delinea e
planeja o caminho de atuação.
Gerenciar um patrimônio de amplo
conhecimento através de um percurso
metodológico que permita superar a
aproximação “emotiva” imediata.
A favor de uma aproximação objetiva,
transversal e integrada.
brief propostas projeto produto
brief
análise
oportunidade
propostas
projeto
produto
O processo de Design EstratégicoO processo de Design Estratégico
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 24
Como Contratar Design?Como Contratar Design?
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 25
A definição ideal da solicitaçãoA definição ideal da solicitação
consultoria
solicitação
“Brief” :
solicitação baseada nas necessidades reais e clareza no que diz respeito aos objetivos
… previsão das
consequências da
implementação da
consultoria
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 26
A definição tipica da solicitaçãoA definição tipica da solicitação
consultoria ?
solicitação
“Brief” :
Solicitação baseada em objetivos vagos e necessidades fictícias (insustentável e
incoerentes com a missão da empresa) …
… no desconhecimento das
consequências da implementação da
consultoria
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 27
Consequência de uma aceitação passiva de um brief impróprioConsequência de uma aceitação passiva de um brief impróprio
Objetivos de projeto
ausente ou confuso
Desinformação
Proposição
infundada
As necessidades
reais do cliente
permanecem sem
solução
O cliente culpa a falta
de alcance do seu
objetivo real à
incompatibilidade com
o projetista
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 28
Possibilidade concretas de reconstrução do brief : COUNTER BRIEFPossibilidade concretas de reconstrução do brief : COUNTER BRIEF
Cliente
Identidade/imagem
Missão
Estrutura
Contexto
Dinâmicas mercado de referência
Concorrentes/Referências
Oportunidade
específica
Oportunidade
genérica
COUNTERBRIEF
Diretriz de projeto
Escolha e
desenvolvi
mento
coletivo
Identificação de um objetivo de projeto
Coerente, sustentável e articulado
Ilustração das consequências
da implementação.
Análise
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 29
Como contratar Design?Como contratar Design?
Os serviços do Centro de Design
concentram-se nestas etapas
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 30
Fone: 44 3028-5003
contato@ctm.org.br
www.ctm.org.br
Centro Tecnológico de Maringá
c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g nc e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n

O Design como Diferencial Competitivo

  • 1.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 1 O Design como diferencial competitivoO Design como diferencial competitivo c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g nc e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n
  • 2.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 2 O Design como diferencial competitivoO Design como diferencial competitivo Inovação é a palavra do momento. Economia globalizada = complexidade Oportunidades e ameaças surgem inesperadamente. Como se manter competitivo num ambiente como este? Inovar / Criar valor para os produtos / Como ser inovador? → observar os líderes Como funciona nas economias mais competitivas do mundo? Existe um método?
  • 3.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 3 Método → GESTÃO DO DESIGN Design não é: 1. Fazer um produto ficar bonito depois de pronto. Design é: 1. Forma de pensar novos produtos. 2. Método para organizar as informações do mercado transformando-as em atributos que criam valor no produto. 3. Método para desenvolver produtos que os clientes gostam. Inovação é 1% inspiração e 99% transpiração Thomas Edison InovaçãoInovação
  • 4.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 4 O DesignO Design O design é uma ferramenta que permite adicionar valor aos produtos industrializados, introduzir diferenciações e destacar-se no mercado perante os seus concorrentes. Na economia globalizada é preciso inovar para não ser superado por competidores com maior agilidade. Competitividade = produtos inovadores [novas categorias] lançados em maior volume com maior velocidade mas ... lançar um novo produto é sempre um risco
  • 5.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 Interesse do público em comprar o produto. Atratividade do produto Margem da indústria ou do comércio Valor Preço Custo Se um produto não se liga aos valores dos clientes ele vai fracassar. Estratégia de redução de custos Estratégia de criação de valor Noção de ValorNoção de Valor 5
  • 6.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 Novo paradigma na década 70: quartzo - competição ind. japonesa SMH [1983] Swiss Corporation for Microelectronics and Watchmaking Industries. Meta: relógio barato, simples [ 51 x 91 componentes ], campeão em vendas. → Swatch Group: maior empresa de relógios do mundo Noção de ValorNoção de Valor 6
  • 7.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 Primeira coleção da Swatch, 1983 7
  • 8.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 Porque as pessoas atribuem valor a um produto? Produtos fazem sucesso quando eles contribuem para valorizar a experiência das pessoas ao executar suas tarefas. Produtos de sucesso tornam-se NECESSÁRIOS quando chegam ao mercado Um bom produto deve ser: UTIL, FÁCIL DE USAR, ATRAENTE. Noção de ValorNoção de Valor DESIGN ENGENHARIAMARKETING ATRAENTE FÁCIL DE USAR ÚTIL J. Cagan e C. Vogel, 2002 8
  • 9.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 9 Produtos de sucesso tornam-se NECESSÁRIOS quando chegam ao mercado
  • 10.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 10 Objetivo de uma estratégia de desenvolvimento significa definir um caminho com a finalidade de um alcance da área de “excelência”, própria de cada empresa, através de ações sustentáveis: · coerentes com as reais possibilidades da empresa; · coerentes com as oportunidades que o cenário de mercado oferece. Cada empresa tende naturalmente: · a aumentar a própria competitividade; · a aumentar a própria notoriedade; · a consolidar a própria identidade percebida pelo mercado. Como direcionar uma estratégia de desenvolvimento?Como direcionar uma estratégia de desenvolvimento?
  • 11.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 11 Como direcionar uma estratégia de desenvolvimento?Como direcionar uma estratégia de desenvolvimento? Mas cada empresa deve seguir um caminho próprio, determinado por um correto processo de análise. Valorização excelência Comercialização Qualidade inovação Diversificação Otimização Organização COMPETITIVIDADE NOTORIEDADE local nacional internacional processo produto sistema IDENTIDADE
  • 12.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 12 Design pra quê?Design pra quê? Design para lay-out do processo produtivo
  • 13.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 Design para postos de trabalho
  • 14.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 14 Design para ponto de venda
  • 15.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 15 Design de produto
  • 16.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 16 Design de móveis
  • 17.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 17 Design de embalagem “A sobrevivência das empresas reside na sua capacidade de Inovação e Diferenciação por meio de novas marcas, conceitos e embalagens” Philip Kotler
  • 18.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 18 "Design é a atividade que transforma aquilo que é tecnologicamente possível em produto culturalmente aceitável“ Ézio Manzini Design gráfico
  • 19.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 19 “A roupa é a nossa segunda pele, é a cara que nós mostramos para o mundo.” Design de moda
  • 20.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 20 Design EstratégicoDesign Estratégico
  • 21.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 21 O aumento da competitividade é claramente uma das avalancas disponíveis para as empresas alcançarem seus objetivos econômicos. Mas a competitividade não é obtida de forma emotiva, casual ou prevista, mas é construída alimentando a própria cultura da empresa e orientando as próprias escolhas estratégicas pelo conhecimento de “fatores amplos”, tais como: · a compreensão dos macrofenômenos econômicos, sociais e culturais que regulamentam e condicionam os próprios mercados de referência; · o progressivo e sistemático aumento da qualidade do processo produtivo, de produto e de processo de distribuição. Muitas vezes a empresa ou diretamente o empresário, não acha necessário agir através deste processo. Então dirige-se ao designer solicitando um produto, “inovação” de produto (quase sempre por competição) e instrumentos de comunicação para garantir-se uma visibilidade básica. Tudo isso de forma intuitiva, nunca de forma estratégica. Como o design pode realmente servir como aceleradorComo o design pode realmente servir como acelerador do processo de crescimento competitivo?do processo de crescimento competitivo?
  • 22.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 22 Quando um processo de design pode definir-seQuando um processo de design pode definir-se estratégico?estratégico? O designer pode agir em termos estratégicos: · colocando a empresa na condição de decidir sobre uma escolha não mais intuitiva, mas baseada em fatores objetivos; · contribuindo para a construção de uma cultura na empresa através da adoção de um processo de desenvolvimento racional, sustentável por capacidades produtivas e coerentes com as expectativas e as necessidades do mercado. Por este motivo o design pode definir-se estratégico não por valores de complexidade, mas por processo metodológico. O conceito de design estratégico se afasta da tradicional interpretação de design do produto e mais ainda da superada e limitada associação design = valor estético. O design estratégico é principalmente valor econômico.
  • 23.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 23 O designer tem a possibilidade e responsabilidade de desenvolver (nunca alterar) as indicações do brief: · fornecendo ao próprio Cliente informações de caráter estratégico. · dando novos instrumentos de avaliação das efetivas oportunidades. · oferecendo a possibilidade de escolher um caminho projetual sustentável e coerente. O design estratégico sustenta o processo decisório da empresa em torno das suas linhas de desenvolvimento e delinea e planeja o caminho de atuação. Gerenciar um patrimônio de amplo conhecimento através de um percurso metodológico que permita superar a aproximação “emotiva” imediata. A favor de uma aproximação objetiva, transversal e integrada. brief propostas projeto produto brief análise oportunidade propostas projeto produto O processo de Design EstratégicoO processo de Design Estratégico
  • 24.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 24 Como Contratar Design?Como Contratar Design?
  • 25.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 25 A definição ideal da solicitaçãoA definição ideal da solicitação consultoria solicitação “Brief” : solicitação baseada nas necessidades reais e clareza no que diz respeito aos objetivos … previsão das consequências da implementação da consultoria
  • 26.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 26 A definição tipica da solicitaçãoA definição tipica da solicitação consultoria ? solicitação “Brief” : Solicitação baseada em objetivos vagos e necessidades fictícias (insustentável e incoerentes com a missão da empresa) … … no desconhecimento das consequências da implementação da consultoria
  • 27.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 27 Consequência de uma aceitação passiva de um brief impróprioConsequência de uma aceitação passiva de um brief impróprio Objetivos de projeto ausente ou confuso Desinformação Proposição infundada As necessidades reais do cliente permanecem sem solução O cliente culpa a falta de alcance do seu objetivo real à incompatibilidade com o projetista
  • 28.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 28 Possibilidade concretas de reconstrução do brief : COUNTER BRIEFPossibilidade concretas de reconstrução do brief : COUNTER BRIEF Cliente Identidade/imagem Missão Estrutura Contexto Dinâmicas mercado de referência Concorrentes/Referências Oportunidade específica Oportunidade genérica COUNTERBRIEF Diretriz de projeto Escolha e desenvolvi mento coletivo Identificação de um objetivo de projeto Coerente, sustentável e articulado Ilustração das consequências da implementação. Análise
  • 29.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 29 Como contratar Design?Como contratar Design? Os serviços do Centro de Design concentram-se nestas etapas
  • 30.
    c e nt ro re g i o n a l d e d e s i g n | 2007 30 Fone: 44 3028-5003 contato@ctm.org.br www.ctm.org.br Centro Tecnológico de Maringá c e n t ro re g i o n a l d e d e s i g nc e n t ro re g i o n a l d e d e s i g n