DESENVOLVENDO  PRODUTOS  COMPETITIVOS ©  Centro de Design do Paraná PROIBIDA  A  REPRODUÇÃO  SEM  AUTORIZAÇÃO EXPRESSA  DO AUTOR
INOVAÇÃO Inovação   é a palavra do momento.   Economia globalizada =   complexidade Oportunidades e ameaças surgem inesperadamente.  Como se manter competitivo num ambiente  como este? Inovar / Criar valor para os produtos /   Como ser inovador?     observar  os   líderes Como funciona nas economias mais  competitivas   do mundo? Existe um  método?
Método     GESTÃO DO DESIGN Design não é:  Fazer um produto ficar bonito depois de pronto. Design é: Forma de pensar novos produtos.  Método para organizar as informações do mercado transformando-as em atributos que  criam valor  no produto. 3. Método para desenvolver produtos que os clientes gostam. Inovação é 1% inspiração e 99% transpiração   Thomas Edison INOVAÇÃO
A cadeia da inovação: Ciência, tecnologia e design = sistema que transforma novos conhecimentos em inovações no mercado.  É através do design que as inovações científicas e tecnológicas chegam à vida cotidiana.   INOVAÇÃO Gui Bonsiepe, 1997 Juízos (valores baseados nas funções, na estética, etc.) Instruções Afirmativas  (asserções verificáveis) Discurso dominante Mercado Empresa Instituto, laboratório Contexto Satisfação do Cliente Viabilidade técnica Aprovação dos pares, das autoridades Critérios de sucesso Tentativa e erro para criar coerência Tentativa e erro para chegar à viabilidade Produção de evidências  Práticas padrão Inovação sócio-cultural Inovação operativa  (como se faz, com quais materiais, qual tolerância, etc.) Novos conhecimentos Objetivos da inovação DESIGN TECNOLOGIA CIENCIA
GESTÃO DO DESIGN - INTRODUÇÃO PENSAMENTO DO DESIGN: - SOCIAL - AMBIENTAL MANEJO SUSTENTÁVEL DAS   ÁGUAS PLUVIAIS 3P Technik do Brasil ARANDELA TULIPA ABALUX KOMPOTTA AOBRA BAYGEN FREEPLAY RADIO Trevor Baylis (60 voltas - aprox. 25 seg. = 40 min. funcionamento) WATER CONE
GESTÃO DO DESIGN - INTRODUÇÃO Na economia globalizada é preciso inovar para não ser superado por  competidores com maior agilidade.   Competitividade  =  produtos inovadores  [novas categorias] lançados em  maior volume com  maior velocidade mas ... lançar um novo produto é sempre um risco
GESTÃO DO DESIGN - INTRODUÇÃO Pesquisadores internacionais estudaram mais de 14 mil novos produtos e  descobriram que são 3 os fatores estão associados ao sucesso: Orientação para o mercado:   capacidade de identificar oportunidades. Como a sociedade está sempre mudando, surgem oportunidades para novos produtos. Para resolver novos problemas e possibilitar novas experiências. 2.  Planejamento e especificações prévias:   Traduzir o entendimento que se obteve do mercado em atributos  para o novo produto. Consumidores vão reconhece-lo como  útil, fácil de usar  e  atraente . 3.  Qualidade do desenvolvimento:   Reunir de forma integrada o pessoal da engenharia [produção], do design, e do marketing [vendas]. Colaboração e valorização das perspectivas dos outros.   Mike Baxter, 1995
NOÇÃO DE VALOR Interesse do público em comprar o produto. Atratividade do produto   Margem da  indústria ou do  comércio V   a   l   o   r  Preço Custo Se um produto  não se liga  aos valores dos clientes  ele vai fracassar. Estratégia de redução de custos Estratégia de criação de valor
Novo paradigma na década 70:  quartzo  -  competição ind. japonesa   SMH [1983]   Swiss Corporation for Microelectronics and Watchmaking Industries.   Meta:   relógio barato,  simples  [  51 x 91 componentes  ],  campeão em vendas .    Swatch Group :  maior  empresa  de  relógios  do  mundo NOÇÃO DE VALOR
Primeira coleção da Swatch, 1983
NOÇÃO DE VALOR Porque as pessoas atribuem valor a um produto? Produtos fazem sucesso quando eles contribuem para  valorizar a experiência  das pessoas ao executar suas tarefas.  Um bom produto deve ser: UTIL,  FÁCIL DE USAR   ATRAENTE Produtos de sucesso tornam-se  NECESSÁRIOS  quando chegam ao mercado
ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO As oportunidades para um novo produto podem ser identificadas a partir das “lacunas do mercado”.  E  =   F orças Econômicas câmbio, poupança, inflação, etc .   Tendências Sociais =  S   envelhecimento da população, etc.   Avanços Tecnológicos =  T   novos  materiais, barateamento da tecnologia, etc.  J. Cagan e C. Vogel, 2002
ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO FRESO Ltda. Produtos desenvolvidos com o apoio do  Centro de Design do Paraná Linha Joker -  2002 1º lugar no Prêmio Museu da Casa Brasileira 2002 ParaDesign Baú e banquinho  -1999 Inove Design
A identificação de uma oportunidade pode ser feita a partir da avaliação dos produtos existentes no mercado com as  seguintes perguntas: Como a função básica é executada hoje? (como atende a expectativa) Quanto custa o método atual? O que está errado com o método utilizado? E o que precisa ser melhorado nele? Qual o custo do melhoramento? Bacon e Butler, 1998. ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO
As mesmas perguntas devem ser dirigidas aos diversos aspectos do produto: Funcional (serviços) Emocional (aparência / moda) Características de produção Matérias primas / componentes Marketing / distribuição Uso / manutenção Bacon e Butler, 1998. Como a função é executada hoje?  Quanto custa o método atual? O que pode ser melhorado? Qual o custo do melhoramento? ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO
A Condor S.A. (São Bento do Sul, 1929) começou fabricando escovas de dentes, escovas para unhas e pentes. E logo depois, pincéis para barba e escovas para roupa.  Estojo flip-top Inove Design, 1998 ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO
ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO Aspiradores Dyson - UK
ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO “ Design é a chave para a inovação, para a diferenciação dos produtos e, acima de tudo, para a sobrevivência nos negócios”. James Dyson
Características de uma boa oportunidade de inovação segundo os mesmos autores: A existência de uma necessidade não atendida e que possa ter importância para um consumidor potencial; A empresa está capacitada para atender e gerar lucro através desta oportunidade; A oportunidade promove o negócio [alinhamento com a estratégia e os objetivos da empresa]. Bacon e Butler, 1998 ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO
Outras formas de identificar oportunidades de produto: Sala de Guerra, Cecrisa  [ matriz morfológica ] Observação de clientes, IDEO Oficina de Idéias, Centro de Design do Paraná Muitos escritórios preferem se concentrar nos pontos críticos ao longo do ciclo de vida do produto (geralmente de maior valor):  manipulação  [ medicamentos ] ,  embalagens retornáveis,   manutenção , etc.   ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO
Perigos a evitar na seleção da Oportunidade de Inovação [Baxter, 1995]: Síndrome do primeiro amor A descoberta de uma oportunidade é excitante e sedutora tornando o designer cego e impedindo-o de enxergar os defeitos. 2.  Síndrome da grama verde A empresa considera muito atrativo o mercado “vizinho” 3.   Síndrome do concorde As inovações radicais são mais atrativas do que as mudanças incrementais, feitas passo-a-passo. 4.  Síndrome do “pouco por muito” A oportunidade ideal oferece muitos benefícios com poucos investimentos. É muito arriscado acrescentar um benefício marginal [pouco valorizado] que tenha elevado custo para a empresa.  ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Transformar expectativas em requisitos técnicos: Organizar as informações do mercado em atributos que  criam  valor  no produto. Ficha de Requisitos do Centro de Design Qualidades Básicas  Qualidades de Performance Qualidades de Excitação  -  diferenciação Matriz de QFD   Para coordenar muitas variáveis
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
Oportunidade de produto     Oportunidade de valor. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Os valores podem ser classificados em 7 categorias. Cada uma contribui para a experiência total do produto e se relaciona as características de  útil, atraente e fácil de usar   J. Cagan e C. Vogel, 2002 Ergonomia Conforto / Segurança / Fácil de usar Emoção Aventura / Independência / Seguro / Sensualidade / Confiança / Poder   Estética Visão / Audição / Tato / Olfato / Paladar Identidade Época / Local / Personalidade Impacto Social / Ambiental Tecnologia Capacitação / Confiança Qualidade Acabamento / Durabilidade
EXPERIÊNCIA Necessidade do Cliente Estratégia de Preço COMMODITIES PRODUTO SERVIÇO Posicionamento Competitivo Premium Briga por preço Pouco Relevante Muito  Relevante Muito  Diferenciado Pouco Diferenciado A ECONOMIA DA EXPERIÊNCIA
EQUIPE DE PROJETO Antes de definir a equipe: 1.   Dimensionar a complexidade do projeto de desenvolvimento.  O que vai precisar ser feito. 2.   Identificar as competências necessárias. Quais estão na  empresa, quais com o designer, o que mais deverá ser contratado. 3.   Quais as informações necessárias para realizar o projeto e  onde encontra-las.
DESIGN ENGENHARIA MARKETING ATRAENTE FÁCIL DE USAR ÚTIL EQUIPE DE PROJETO J. Cagan e C. Vogel, 2002
EQUIPE DE PROJETO Montagem: 1 Vender o projeto para dentro da empresa.  Todos tem resistência para a mudança. 2 Estabelecer um líder para o projeto.  Um líder será a pessoa que se envolva com o projeto e  que se comprometa com ele.  Se não puder ser o dono da empresa, ele indicará um. 3 Montar os requisitos técnicos com a equipe.
2004 ©  Centro de Design do Paraná PROIBIDA  A  REPRODUÇÃO  SEM  AUTORIZAÇÃO EXPRESSA  DO AUTOR

1 Gestao Design Oficial

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    DESENVOLVENDO PRODUTOS COMPETITIVOS © Centro de Design do Paraná PROIBIDA A REPRODUÇÃO SEM AUTORIZAÇÃO EXPRESSA DO AUTOR
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    INOVAÇÃO Inovação é a palavra do momento.   Economia globalizada = complexidade Oportunidades e ameaças surgem inesperadamente. Como se manter competitivo num ambiente como este? Inovar / Criar valor para os produtos / Como ser inovador?  observar os líderes Como funciona nas economias mais competitivas do mundo? Existe um método?
  • 3.
    Método  GESTÃO DO DESIGN Design não é: Fazer um produto ficar bonito depois de pronto. Design é: Forma de pensar novos produtos. Método para organizar as informações do mercado transformando-as em atributos que criam valor no produto. 3. Método para desenvolver produtos que os clientes gostam. Inovação é 1% inspiração e 99% transpiração Thomas Edison INOVAÇÃO
  • 4.
    A cadeia dainovação: Ciência, tecnologia e design = sistema que transforma novos conhecimentos em inovações no mercado. É através do design que as inovações científicas e tecnológicas chegam à vida cotidiana. INOVAÇÃO Gui Bonsiepe, 1997 Juízos (valores baseados nas funções, na estética, etc.) Instruções Afirmativas (asserções verificáveis) Discurso dominante Mercado Empresa Instituto, laboratório Contexto Satisfação do Cliente Viabilidade técnica Aprovação dos pares, das autoridades Critérios de sucesso Tentativa e erro para criar coerência Tentativa e erro para chegar à viabilidade Produção de evidências Práticas padrão Inovação sócio-cultural Inovação operativa (como se faz, com quais materiais, qual tolerância, etc.) Novos conhecimentos Objetivos da inovação DESIGN TECNOLOGIA CIENCIA
  • 5.
    GESTÃO DO DESIGN- INTRODUÇÃO PENSAMENTO DO DESIGN: - SOCIAL - AMBIENTAL MANEJO SUSTENTÁVEL DAS ÁGUAS PLUVIAIS 3P Technik do Brasil ARANDELA TULIPA ABALUX KOMPOTTA AOBRA BAYGEN FREEPLAY RADIO Trevor Baylis (60 voltas - aprox. 25 seg. = 40 min. funcionamento) WATER CONE
  • 6.
    GESTÃO DO DESIGN- INTRODUÇÃO Na economia globalizada é preciso inovar para não ser superado por competidores com maior agilidade. Competitividade = produtos inovadores [novas categorias] lançados em maior volume com maior velocidade mas ... lançar um novo produto é sempre um risco
  • 7.
    GESTÃO DO DESIGN- INTRODUÇÃO Pesquisadores internacionais estudaram mais de 14 mil novos produtos e descobriram que são 3 os fatores estão associados ao sucesso: Orientação para o mercado: capacidade de identificar oportunidades. Como a sociedade está sempre mudando, surgem oportunidades para novos produtos. Para resolver novos problemas e possibilitar novas experiências. 2. Planejamento e especificações prévias: Traduzir o entendimento que se obteve do mercado em atributos para o novo produto. Consumidores vão reconhece-lo como útil, fácil de usar e atraente . 3. Qualidade do desenvolvimento: Reunir de forma integrada o pessoal da engenharia [produção], do design, e do marketing [vendas]. Colaboração e valorização das perspectivas dos outros. Mike Baxter, 1995
  • 8.
    NOÇÃO DE VALORInteresse do público em comprar o produto. Atratividade do produto Margem da indústria ou do comércio V a l o r Preço Custo Se um produto não se liga aos valores dos clientes ele vai fracassar. Estratégia de redução de custos Estratégia de criação de valor
  • 9.
    Novo paradigma nadécada 70: quartzo - competição ind. japonesa SMH [1983] Swiss Corporation for Microelectronics and Watchmaking Industries. Meta: relógio barato, simples [ 51 x 91 componentes ], campeão em vendas .  Swatch Group : maior empresa de relógios do mundo NOÇÃO DE VALOR
  • 10.
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    NOÇÃO DE VALORPorque as pessoas atribuem valor a um produto? Produtos fazem sucesso quando eles contribuem para valorizar a experiência das pessoas ao executar suas tarefas. Um bom produto deve ser: UTIL, FÁCIL DE USAR ATRAENTE Produtos de sucesso tornam-se NECESSÁRIOS quando chegam ao mercado
  • 12.
    ORIENTAÇÃO PARA OMERCADO As oportunidades para um novo produto podem ser identificadas a partir das “lacunas do mercado”. E = F orças Econômicas câmbio, poupança, inflação, etc . Tendências Sociais = S envelhecimento da população, etc. Avanços Tecnológicos = T novos materiais, barateamento da tecnologia, etc. J. Cagan e C. Vogel, 2002
  • 13.
    ORIENTAÇÃO PARA OMERCADO FRESO Ltda. Produtos desenvolvidos com o apoio do Centro de Design do Paraná Linha Joker - 2002 1º lugar no Prêmio Museu da Casa Brasileira 2002 ParaDesign Baú e banquinho -1999 Inove Design
  • 14.
    A identificação deuma oportunidade pode ser feita a partir da avaliação dos produtos existentes no mercado com as seguintes perguntas: Como a função básica é executada hoje? (como atende a expectativa) Quanto custa o método atual? O que está errado com o método utilizado? E o que precisa ser melhorado nele? Qual o custo do melhoramento? Bacon e Butler, 1998. ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO
  • 15.
    As mesmas perguntasdevem ser dirigidas aos diversos aspectos do produto: Funcional (serviços) Emocional (aparência / moda) Características de produção Matérias primas / componentes Marketing / distribuição Uso / manutenção Bacon e Butler, 1998. Como a função é executada hoje? Quanto custa o método atual? O que pode ser melhorado? Qual o custo do melhoramento? ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO
  • 16.
    A Condor S.A.(São Bento do Sul, 1929) começou fabricando escovas de dentes, escovas para unhas e pentes. E logo depois, pincéis para barba e escovas para roupa. Estojo flip-top Inove Design, 1998 ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO
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    ORIENTAÇÃO PARA OMERCADO Aspiradores Dyson - UK
  • 18.
    ORIENTAÇÃO PARA OMERCADO “ Design é a chave para a inovação, para a diferenciação dos produtos e, acima de tudo, para a sobrevivência nos negócios”. James Dyson
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    Características de umaboa oportunidade de inovação segundo os mesmos autores: A existência de uma necessidade não atendida e que possa ter importância para um consumidor potencial; A empresa está capacitada para atender e gerar lucro através desta oportunidade; A oportunidade promove o negócio [alinhamento com a estratégia e os objetivos da empresa]. Bacon e Butler, 1998 ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO
  • 20.
    Outras formas deidentificar oportunidades de produto: Sala de Guerra, Cecrisa [ matriz morfológica ] Observação de clientes, IDEO Oficina de Idéias, Centro de Design do Paraná Muitos escritórios preferem se concentrar nos pontos críticos ao longo do ciclo de vida do produto (geralmente de maior valor): manipulação [ medicamentos ] , embalagens retornáveis, manutenção , etc. ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO
  • 21.
    Perigos a evitarna seleção da Oportunidade de Inovação [Baxter, 1995]: Síndrome do primeiro amor A descoberta de uma oportunidade é excitante e sedutora tornando o designer cego e impedindo-o de enxergar os defeitos. 2. Síndrome da grama verde A empresa considera muito atrativo o mercado “vizinho” 3. Síndrome do concorde As inovações radicais são mais atrativas do que as mudanças incrementais, feitas passo-a-passo. 4. Síndrome do “pouco por muito” A oportunidade ideal oferece muitos benefícios com poucos investimentos. É muito arriscado acrescentar um benefício marginal [pouco valorizado] que tenha elevado custo para a empresa. ORIENTAÇÃO PARA O MERCADO
  • 22.
    ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Transformarexpectativas em requisitos técnicos: Organizar as informações do mercado em atributos que criam valor no produto. Ficha de Requisitos do Centro de Design Qualidades Básicas Qualidades de Performance Qualidades de Excitação - diferenciação Matriz de QFD Para coordenar muitas variáveis
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  • 24.
    Oportunidade de produto  Oportunidade de valor. ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA Os valores podem ser classificados em 7 categorias. Cada uma contribui para a experiência total do produto e se relaciona as características de útil, atraente e fácil de usar J. Cagan e C. Vogel, 2002 Ergonomia Conforto / Segurança / Fácil de usar Emoção Aventura / Independência / Seguro / Sensualidade / Confiança / Poder Estética Visão / Audição / Tato / Olfato / Paladar Identidade Época / Local / Personalidade Impacto Social / Ambiental Tecnologia Capacitação / Confiança Qualidade Acabamento / Durabilidade
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    EXPERIÊNCIA Necessidade doCliente Estratégia de Preço COMMODITIES PRODUTO SERVIÇO Posicionamento Competitivo Premium Briga por preço Pouco Relevante Muito Relevante Muito Diferenciado Pouco Diferenciado A ECONOMIA DA EXPERIÊNCIA
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    EQUIPE DE PROJETOAntes de definir a equipe: 1. Dimensionar a complexidade do projeto de desenvolvimento. O que vai precisar ser feito. 2. Identificar as competências necessárias. Quais estão na empresa, quais com o designer, o que mais deverá ser contratado. 3. Quais as informações necessárias para realizar o projeto e onde encontra-las.
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    DESIGN ENGENHARIA MARKETINGATRAENTE FÁCIL DE USAR ÚTIL EQUIPE DE PROJETO J. Cagan e C. Vogel, 2002
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    EQUIPE DE PROJETOMontagem: 1 Vender o projeto para dentro da empresa. Todos tem resistência para a mudança. 2 Estabelecer um líder para o projeto. Um líder será a pessoa que se envolva com o projeto e que se comprometa com ele. Se não puder ser o dono da empresa, ele indicará um. 3 Montar os requisitos técnicos com a equipe.
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    2004 © Centro de Design do Paraná PROIBIDA A REPRODUÇÃO SEM AUTORIZAÇÃO EXPRESSA DO AUTOR