O documento discute a monitorização neurológica em unidades de terapia intensiva, com foco nos objetivos de manter fluxo sanguíneo cerebral fisiológico, oxigenação cerebral adequada e reduzir danos neurológicos secundários. Aborda métodos como monitorização da pressão perfusão cerebral, eletroencefalograma, saturação de oxigênio na veia jugular, monitorização do dióxido de carbono e doppler transcraniano.