Discentes: Amanda Beatriz Antoniolli Ana Clara Picoli Daiseane Maurício do Prado Dirce Benito Borburema Isabela Pastore Wielevski Rafaela Gonçalves de Grande Talita Carolina de Andrade Tiago Trindade Ribeiro Docente: Valéria Bello
Fatores Genéticos 
As anomalias causadas por fatores genéticos se dividem em numéricas e estruturais.
Numéricas 
As anomalias cromossômicas numéricas são modificações na quantidade de cromossomos.
Síndrome de Down 
O bebê nasce com um cromossomo 21 extra. Essa é uma das anomalias cromossômicas mais comuns. As crianças apresentam vários graus de incapacidade intelectual, dismorfologia facial, defeitos cardíacos e outros problemas.
Síndrome de Edwards 
Se caracteriza com uma cópia a mais do cromossomo 18. Esses bebês têm muitas deficiências no nascimento, e falecem nos primeiros dias de vida.
Síndrome de Patau 
Com um cromossomo extra nº 13, as crianças apresentam lábios leporinos, deficiência mental e órgãos mal formados. A maioria dos recém-nascidos morrem aos 3 meses de vida.
Síndrome de Klinefelter 
Apresenta membros inferiores largos,longitude informal do corpo, testículos pequenos e inférteis. Isso é resultado da trissomia no cromossomo sexual. Só é observado em meninos e se descobre na puberdade.
Síndrome de Turner 
É observada somente em mulheres, se caracteriza por falta de ovários, baixa estatura, deformações esqueléticas .É uma monossomia no cromossomo X.
Estruturais 
São alterações na estrutura cromossômica, resultando na ruptura de um cromossomo. Que se pode induzir por diversos fatores ambientais (radiação, drogas, vírus).Um exemplo de ruptura de braço do cromossomo 5 é a síndrome do miado de gato. As crianças afetadas tem microcefalia, retardo mental grave, cardiopatia congênita.
Anomalias por genes mutantes 
Anomalias congênitas com herança dominante. 
Um bebê com acondroplasia, é ocasionado por uma alteração no processo de ossificação. Como consequência o nanismo.
Anomalias congênitas com herança recessiva 
A causa mais comum é o pseudo-hermafroditismo feminino, que é a hiperplasia supra-renal congênita. Com a produção excessiva de andrógenos, os órgãos genitais externos se desenvolvem em direção masculina. Nos meninos só levará a uma enfermidade genética se ambos pais, que são saudáveis, transmitir o agente infeccioso.
Microcefalia 
É devido a redução do crescimento do cérebro. E com certeza está acompanhada com a incapacidade intelectual.
Anomalias congênitas ligadas ao cromossomo X 
A hidrocefalia é outra forma de herança ligada ao cromossomo X. Por isso, os meninos podem levar uma enfermidade genética de uma mãe saudável que porta o gene. Como por exemplo, na hemofilia e na distrofia muscular de Duchene e alguns tipos de hidrocefalia.
Fatores Ambientais 
Nos fatores ambientais podem causar 7 a 10% de anomalias congênitas. O embrião humano se protege no útero, porém, certos agentes ambientais podem causar alterações como: infecções, drogas, vírus, radiação e outros.
Enfermidades maternas infecciosas 
Crianças infectadas pelo vírus da rubéola. Apresentam catarata, surdez ,microcefalia, retardo mental e retardo no crescimento intra- uterino.
Criança infectada pela toxoplasmose. É adquirido por contato com animais infectados como os gatos. Ou comer carne crua ou mal cozida. Se observa microcefalia , calcificação cerebral, retardo mental, e má formação no encéfalo e nos ossos.
Criança infectada pela sífilis, produzida pela disseminação do treponema pallidum da gestante para o bebê, que entra rapidamente na membrana placentária. Em alguns casos, causam retardo mental, cegueira, má formação nos pulmões e medula óssea.
Enfermidades maternas não infecciosas 
Pode ser o resultado de uma gravidez de mãe diabética.
A eritroblastose fetal é por incompatibilidade sanguínea entre mãe e filho. Produzida pelo fator Rh -. A mãe é Rh – e filho é Rh +.
Agentes Físicos 
Recém-nascido cuja mãe sofreu radiação ionizantes que assim lesionam as células embrionárias, no que originam-se na morte e lesões cromossômicas.
Menino com anencefalia. 
Esta anomalia se observa frequentemente 1 em cada 1000 recém-nascidos. Se observa com uma frequência 4x maior em mulheres do que em homens. Se caracteriza pela falta da porção encefálica do tubo neural. Pode ser prevenido pelo consumo da vitamina B e ácido fólico,antes ou durante a gravidez.
Agentes Químicos 
Menino com destruição dentária ocasionada por uso de tetraciclinas na gestação. Hipoplasia de esmalte, a coloração amarela caracterizam a destruição. As tetraciclinas cruzam a membrana placentária e se depositam nos ossos dos dentes dos embriões em sítios de calcificações ativas.
Bebe cuja mãe ingeriu talidomida, medicamento que provocou uma epidemia marcada de malformação. Como neste caso malformação parcial e total dos membros.
Recém-nascido com sexo indeterminado. Cuja a mãe durante a gestação ingeriu medicamentos para prevenir o aborto. As anomalias consistem no aumento de volume do clitóris.
Bebê que apresenta fissura no paladar e lábio erguido. Cuja mãe ingeriu medicamento cortisona na gestação.
Hábitos Sociais 
Filho de mãe alcoólatra. O álcool é a causa mais comum de agente ambiental. Se observa microcefalia, epicanto, hipoplasia maxilar -síndrome que se denomina síndrome alcoólica fetal.
Recém-nascido de mãe fumante durante a gestação. Com atraso marcado de crescimento intra-uterino e peso baixo ao nascer.
Carências Nutricionais 
Criança com cretinismo congênito, que tem relação com a quantidade de iodo da mãe durante a gestação.
Anomalias com heranças multifatoriais 
Anomalias únicas.
Lábios erguidos
Paladar erguido
Merona encefálica
Luxação Congênita
Pré-Natal 
O pré-natal diminui os riscos de complicações e mantém o bem-estar da mãe e do feto. Com as consultas e exames, é possível identificar problemas como hipertensão, anemia, infecção urinária e doenças como a AIDS e a sífilis, que podem prejudicar a gravidez e a formação do bebê. 
- Busque atenção médica; 
- Alimente-se bem; 
- Cuide-se para não agredir o feto.
Bibliografia

Malformação Congênitas

  • 1.
    Discentes: Amanda BeatrizAntoniolli Ana Clara Picoli Daiseane Maurício do Prado Dirce Benito Borburema Isabela Pastore Wielevski Rafaela Gonçalves de Grande Talita Carolina de Andrade Tiago Trindade Ribeiro Docente: Valéria Bello
  • 4.
    Fatores Genéticos Asanomalias causadas por fatores genéticos se dividem em numéricas e estruturais.
  • 5.
    Numéricas As anomaliascromossômicas numéricas são modificações na quantidade de cromossomos.
  • 6.
    Síndrome de Down O bebê nasce com um cromossomo 21 extra. Essa é uma das anomalias cromossômicas mais comuns. As crianças apresentam vários graus de incapacidade intelectual, dismorfologia facial, defeitos cardíacos e outros problemas.
  • 7.
    Síndrome de Edwards Se caracteriza com uma cópia a mais do cromossomo 18. Esses bebês têm muitas deficiências no nascimento, e falecem nos primeiros dias de vida.
  • 8.
    Síndrome de Patau Com um cromossomo extra nº 13, as crianças apresentam lábios leporinos, deficiência mental e órgãos mal formados. A maioria dos recém-nascidos morrem aos 3 meses de vida.
  • 9.
    Síndrome de Klinefelter Apresenta membros inferiores largos,longitude informal do corpo, testículos pequenos e inférteis. Isso é resultado da trissomia no cromossomo sexual. Só é observado em meninos e se descobre na puberdade.
  • 10.
    Síndrome de Turner É observada somente em mulheres, se caracteriza por falta de ovários, baixa estatura, deformações esqueléticas .É uma monossomia no cromossomo X.
  • 11.
    Estruturais São alteraçõesna estrutura cromossômica, resultando na ruptura de um cromossomo. Que se pode induzir por diversos fatores ambientais (radiação, drogas, vírus).Um exemplo de ruptura de braço do cromossomo 5 é a síndrome do miado de gato. As crianças afetadas tem microcefalia, retardo mental grave, cardiopatia congênita.
  • 13.
    Anomalias por genesmutantes Anomalias congênitas com herança dominante. Um bebê com acondroplasia, é ocasionado por uma alteração no processo de ossificação. Como consequência o nanismo.
  • 14.
    Anomalias congênitas comherança recessiva A causa mais comum é o pseudo-hermafroditismo feminino, que é a hiperplasia supra-renal congênita. Com a produção excessiva de andrógenos, os órgãos genitais externos se desenvolvem em direção masculina. Nos meninos só levará a uma enfermidade genética se ambos pais, que são saudáveis, transmitir o agente infeccioso.
  • 15.
    Microcefalia É devidoa redução do crescimento do cérebro. E com certeza está acompanhada com a incapacidade intelectual.
  • 16.
    Anomalias congênitas ligadasao cromossomo X A hidrocefalia é outra forma de herança ligada ao cromossomo X. Por isso, os meninos podem levar uma enfermidade genética de uma mãe saudável que porta o gene. Como por exemplo, na hemofilia e na distrofia muscular de Duchene e alguns tipos de hidrocefalia.
  • 18.
    Fatores Ambientais Nosfatores ambientais podem causar 7 a 10% de anomalias congênitas. O embrião humano se protege no útero, porém, certos agentes ambientais podem causar alterações como: infecções, drogas, vírus, radiação e outros.
  • 19.
    Enfermidades maternas infecciosas Crianças infectadas pelo vírus da rubéola. Apresentam catarata, surdez ,microcefalia, retardo mental e retardo no crescimento intra- uterino.
  • 20.
    Criança infectada pelatoxoplasmose. É adquirido por contato com animais infectados como os gatos. Ou comer carne crua ou mal cozida. Se observa microcefalia , calcificação cerebral, retardo mental, e má formação no encéfalo e nos ossos.
  • 21.
    Criança infectada pelasífilis, produzida pela disseminação do treponema pallidum da gestante para o bebê, que entra rapidamente na membrana placentária. Em alguns casos, causam retardo mental, cegueira, má formação nos pulmões e medula óssea.
  • 22.
    Enfermidades maternas nãoinfecciosas Pode ser o resultado de uma gravidez de mãe diabética.
  • 23.
    A eritroblastose fetalé por incompatibilidade sanguínea entre mãe e filho. Produzida pelo fator Rh -. A mãe é Rh – e filho é Rh +.
  • 24.
    Agentes Físicos Recém-nascidocuja mãe sofreu radiação ionizantes que assim lesionam as células embrionárias, no que originam-se na morte e lesões cromossômicas.
  • 25.
    Menino com anencefalia. Esta anomalia se observa frequentemente 1 em cada 1000 recém-nascidos. Se observa com uma frequência 4x maior em mulheres do que em homens. Se caracteriza pela falta da porção encefálica do tubo neural. Pode ser prevenido pelo consumo da vitamina B e ácido fólico,antes ou durante a gravidez.
  • 26.
    Agentes Químicos Meninocom destruição dentária ocasionada por uso de tetraciclinas na gestação. Hipoplasia de esmalte, a coloração amarela caracterizam a destruição. As tetraciclinas cruzam a membrana placentária e se depositam nos ossos dos dentes dos embriões em sítios de calcificações ativas.
  • 27.
    Bebe cuja mãeingeriu talidomida, medicamento que provocou uma epidemia marcada de malformação. Como neste caso malformação parcial e total dos membros.
  • 28.
    Recém-nascido com sexoindeterminado. Cuja a mãe durante a gestação ingeriu medicamentos para prevenir o aborto. As anomalias consistem no aumento de volume do clitóris.
  • 29.
    Bebê que apresentafissura no paladar e lábio erguido. Cuja mãe ingeriu medicamento cortisona na gestação.
  • 30.
    Hábitos Sociais Filhode mãe alcoólatra. O álcool é a causa mais comum de agente ambiental. Se observa microcefalia, epicanto, hipoplasia maxilar -síndrome que se denomina síndrome alcoólica fetal.
  • 31.
    Recém-nascido de mãefumante durante a gestação. Com atraso marcado de crescimento intra-uterino e peso baixo ao nascer.
  • 32.
    Carências Nutricionais Criançacom cretinismo congênito, que tem relação com a quantidade de iodo da mãe durante a gestação.
  • 33.
    Anomalias com herançasmultifatoriais Anomalias únicas.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37.
  • 39.
    Pré-Natal O pré-nataldiminui os riscos de complicações e mantém o bem-estar da mãe e do feto. Com as consultas e exames, é possível identificar problemas como hipertensão, anemia, infecção urinária e doenças como a AIDS e a sífilis, que podem prejudicar a gravidez e a formação do bebê. - Busque atenção médica; - Alimente-se bem; - Cuide-se para não agredir o feto.
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