O documento aborda a infecção puerperal, destacando sua alta taxa de mortalidade materna associada a cesarianas e fatores de risco como vaginose bacteriana e trabalho de parto prolongado. A infecção, que é frequentemente polimicrobiana, é diagnosticada com base em sinais clínicos como febre e dor abdominal, e o tratamento envolve o uso de antibióticos como clindamicina e gentamicina. A prevenção inclui antibioticoprofilaxia em cesarianas e cuidados pré-operatórios adequados.