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Santa Marinha1 000×500ANA PINHO Nº2DIANA FILIPA Nº10
ÍndicePág.3 e 4 - Introdução;Pág.5 - Património;Pág.6 - Outros Interesses;Pág.7 e 8 - O papel do planeamento no bem estar e na qualidade de vida;Pág.9 - Dados Estatísticos - População residente em 1991 e 2001;Pág.10 - Dados Estatísticos - População residente e presente em 2001;Pág.11 - Dados Estatísticos - População residente segundo o nível de ensino atingido entre 1991 e 2001;Pág.12 - Dados Estatísticos - População residente economicamente activa e Empregada;Pág.13 - Dados Estatísticos - Taxa de desemprego em 1991 e 2001 em %;Pág.14 - Dados Estatísticos - População Residente e desempregada;Pág.15 -Dados Estatísticos - População residente segundo o nível de instrução;Pág.16 - Dados Estatísticos - População residente segundo os grupos etários;Pág.17 - Dados Estatísticos - População residente por grupos de anos de Nascimento;Pág.18 e 19 - Conclusões dos gráficosPág.20 - GlossárioPág.21 - Bibliografia2
IntroduçãoFoi em 1288 que D. Dinis, atribuiu o Foral que deu lugar à criação de Vila Nova de Rei. Nesse lugar, hoje correspondente à zona ribeirinha da freguesia de Santa Marinha, havia então um estaleiro naval que trazia gente e desenvolvimento.Santa Marinha é provavelmente a freguesia de mais antigo povoamento, do concelho de Gaia, estendendo-se desde a ponte ferroviária de D. Maria II, sobre o rio Douro, até à Afurada, freguesia com a qual faz limite, próximo da foz do mesmo rio.A freguesia de Santa Marinha é a segunda mais populosa do concelho e é constituída pelos seguintes lugares:- Azenha; Beira-Rio; Candal; Coimbrões; Devesas; Escarpa da Serra; Lugar de Gaia(Castelo); Marco; Regadas e Serra do Pilar.É também em Santa Marinha que têm raiz a centenária romaria de S. Gonçalo e o grupo etnográfico dos Mareantes do Rio Douro.3
No lugar do castelo existe um morro fronteiro a Miragaia, onde em tempos idos se fixou um castro, mais tarde transformado pelos árabes em castelo: o berço de Gaia.Foi a partir de Santa Marinha que foram lançadas as ligações com a cidade do Porto. Desde a Ponte das Barcas e Ponte Pênsil, até às pontes actuais.Com um rico património, possui aquele que é considerado o ex-libris da Cidade de Vila Nova de Gaia, a Igreja e Mosteiro da Serra do Pilar, Monumento Nacional, reconhecido pela UNESCO, juntamente com a Ponte de D. Luís I e o Centro Histórico da Cidade do Porto, como Património da Humanidade.Características da Freguesia: Área: 6,7 Km2 População: 31.507 Eleitores: 24.473 Santo Padroeiro: Santa Marinha 4
PatrimónioConvento Corpus ChristiMosteiro da Serra do Pilar ou Mosteiro de Santo Agostinho da Serra do PilarCaves do Vinho do Porto5
Outros interessesLocais de interesse: Zona histórica ribeirinha e do Lugar de Gaia (Castelo); Caves do Vinho do Porto; nova frente marginal do rio Douro e antigos estaleiros de barcos Rabelos, ainda a funcionar. Actividades económicos: Armazenagem de Vinho do Porto; Comércio e Serviços. Feira: Feira da Serra do Pilar a 15 de Agosto. Festas e Romarias: S. Gonçalo (1º. Domingo, após o dia 10 de Janeiro); Senhor de Vera Cruz (Julho); Santa Marinha (18 de Julho); Senhora do Pilar,(ou Saúde), (15 de Agosto) e Senhor D'Além (1º. Domingo de Setembro). Artesanato: Cerâmica; Estatuária; Cestaria e Pirotécnica.6
O papel do planeamento no bem estar e na qualidade de vidaNa urbe dos nossos dias concentram-se problemas de desemprego, poluição, qualidade pobre da habitação, iniquidades, pobreza, diversas formas de exclusão, e avolumam-se os casos de doenças infecciosas (novos e velhos problemas de saúde), doenças crónicas e sociopatias. O espaço urbano raramente é lugar de encontro e de segurança. Uma visão holística da organização do território, torna obsoleto o divórcio entre planeamento da saúde e planeamento urbano. O espaço urbano deve organizar-se para responder às necessidades reais e actuais dos grupos humanos (segurança, efeito de vizinhança, construção social do lugar, etc) e não o contrário. Sendo assim, deve ser colocada em evidência o custo/benefício de práticas de planeamento urbano sustentado, cujo objectivo principal seja a melhoria da qualidade de vida e saúde das populações, reforçando o papel da comunidade, os efeitos de vizinhança ou proximidade. Por outro lado, deve consciencializar-se os cidadãos da importância do seu contributo, ao nível dos comportamentos, no bem-estar e saúde individuais e da comunidade. Simultaneamente, deve fomentar-se a criação de serviços e incentivos desenvolvidos a nível local que possibilitem um melhor conhecimento do impacto dos comportamentos individuais na saúde. Por fim, repensar os atributos do LUGAR (equipamentos públicos e privados, espaços de lazer, etc.) e adequá-los às características das populações potencialmente utilizadoras e, ainda, redesenhar as identidades do LUGAR, potenciando sentimentos de auto-estima, confiança e segurança.7
Tendo em conta todos os factores (7 para o sexo masculino e 8 para o sexo feminino) verifica-se que existe uma oposição entre as áreas urbanas do litoral, onde se incluem as metropolitanas, e as áreas rurais do interior. No entanto, enquanto para o sexo masculino a oposição é litoral-interior (genericamente) para o sexo feminino observa-se uma heterogeneidade maior, admitindo também uma oposição norte-sul, que parece sobrepor-se à dicotomia litoral / interior.Ou seja, as áreas afastadas dos grandes eixos estruturantes do País, estão em situação de desvantagem. São sub-regiões em declínio demográfico, social e económico, onde ainda foi encontrada baixa proporcionalidade de médicos e consultas nos Cuidados de Saúde Primários (exemplo: áreas periféricas no Norte fronteiriço e interior e Algarve). Nestas áreas foram encontrados valores de mortalidade por causas evitáveis que estão, sobretudo, dependentes das condicionantes económicas e sociais dos Lugares, incluindo o acesso aos cuidados preventivos e de promoção da saúde, com especial destaque no sexo feminino. Cumulativamente, a distância de algumas sub-regiões aos serviços especializados e aos cuidados de emergência em Hospitais mais diferenciados reforça, nestas áreas, as dificuldades de obter cuidados de saúde tempestivos e que poderiam salvar vidas. Por isso nessas áreas também se verifica mortalidade elevada por causas sensíveis aos cuidados médicos.Paradoxalmente, verificou-se a existência de elevados padrões de mortalidade em sub-regiões que se caracterizam por uma prática médica especializada, com acesso geográfico a actos médicos oferecidos por Hospitais Centrais e especializados - áreas metropolitana de Lisboa e Porto.8
Dados Estatísticos9
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Conclusões dos gráficosPopulação residente em 1991 e 2001- neste gráfico podemos concluir que houve  uma diminuição na população, pois houve um aumento no saldo migratório, com excepção  das idades entre 25-64 e mais de 65 que aumentaram devido ao aumento da dependência da população idosa.
População residente e presente em 2001 - neste gráfico podemos concluir que a população residente  é maior que a população presente e que é  maior nas mulheres.
População residente segundo o nível de ensino atingido entre 1991 e 2001 - neste gráfico podemos concluir que o ensino é maior nos homens, que há mais pessoas a terminar o ensino básico 1º ciclo, o secundário e o superior e menos pessoas a terminarem o ensino médio.
População residente economicamente activa e Empregada - neste gráfico podemos concluir que as mulheres são mais economicamente activas e que há mais mulheres a trabalhar que homens.

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Sandra Pratas
 

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Santa Marinha

  • 1. Santa Marinha1 000×500ANA PINHO Nº2DIANA FILIPA Nº10
  • 2. ÍndicePág.3 e 4 - Introdução;Pág.5 - Património;Pág.6 - Outros Interesses;Pág.7 e 8 - O papel do planeamento no bem estar e na qualidade de vida;Pág.9 - Dados Estatísticos - População residente em 1991 e 2001;Pág.10 - Dados Estatísticos - População residente e presente em 2001;Pág.11 - Dados Estatísticos - População residente segundo o nível de ensino atingido entre 1991 e 2001;Pág.12 - Dados Estatísticos - População residente economicamente activa e Empregada;Pág.13 - Dados Estatísticos - Taxa de desemprego em 1991 e 2001 em %;Pág.14 - Dados Estatísticos - População Residente e desempregada;Pág.15 -Dados Estatísticos - População residente segundo o nível de instrução;Pág.16 - Dados Estatísticos - População residente segundo os grupos etários;Pág.17 - Dados Estatísticos - População residente por grupos de anos de Nascimento;Pág.18 e 19 - Conclusões dos gráficosPág.20 - GlossárioPág.21 - Bibliografia2
  • 3. IntroduçãoFoi em 1288 que D. Dinis, atribuiu o Foral que deu lugar à criação de Vila Nova de Rei. Nesse lugar, hoje correspondente à zona ribeirinha da freguesia de Santa Marinha, havia então um estaleiro naval que trazia gente e desenvolvimento.Santa Marinha é provavelmente a freguesia de mais antigo povoamento, do concelho de Gaia, estendendo-se desde a ponte ferroviária de D. Maria II, sobre o rio Douro, até à Afurada, freguesia com a qual faz limite, próximo da foz do mesmo rio.A freguesia de Santa Marinha é a segunda mais populosa do concelho e é constituída pelos seguintes lugares:- Azenha; Beira-Rio; Candal; Coimbrões; Devesas; Escarpa da Serra; Lugar de Gaia(Castelo); Marco; Regadas e Serra do Pilar.É também em Santa Marinha que têm raiz a centenária romaria de S. Gonçalo e o grupo etnográfico dos Mareantes do Rio Douro.3
  • 4. No lugar do castelo existe um morro fronteiro a Miragaia, onde em tempos idos se fixou um castro, mais tarde transformado pelos árabes em castelo: o berço de Gaia.Foi a partir de Santa Marinha que foram lançadas as ligações com a cidade do Porto. Desde a Ponte das Barcas e Ponte Pênsil, até às pontes actuais.Com um rico património, possui aquele que é considerado o ex-libris da Cidade de Vila Nova de Gaia, a Igreja e Mosteiro da Serra do Pilar, Monumento Nacional, reconhecido pela UNESCO, juntamente com a Ponte de D. Luís I e o Centro Histórico da Cidade do Porto, como Património da Humanidade.Características da Freguesia: Área: 6,7 Km2 População: 31.507 Eleitores: 24.473 Santo Padroeiro: Santa Marinha 4
  • 5. PatrimónioConvento Corpus ChristiMosteiro da Serra do Pilar ou Mosteiro de Santo Agostinho da Serra do PilarCaves do Vinho do Porto5
  • 6. Outros interessesLocais de interesse: Zona histórica ribeirinha e do Lugar de Gaia (Castelo); Caves do Vinho do Porto; nova frente marginal do rio Douro e antigos estaleiros de barcos Rabelos, ainda a funcionar. Actividades económicos: Armazenagem de Vinho do Porto; Comércio e Serviços. Feira: Feira da Serra do Pilar a 15 de Agosto. Festas e Romarias: S. Gonçalo (1º. Domingo, após o dia 10 de Janeiro); Senhor de Vera Cruz (Julho); Santa Marinha (18 de Julho); Senhora do Pilar,(ou Saúde), (15 de Agosto) e Senhor D'Além (1º. Domingo de Setembro). Artesanato: Cerâmica; Estatuária; Cestaria e Pirotécnica.6
  • 7. O papel do planeamento no bem estar e na qualidade de vidaNa urbe dos nossos dias concentram-se problemas de desemprego, poluição, qualidade pobre da habitação, iniquidades, pobreza, diversas formas de exclusão, e avolumam-se os casos de doenças infecciosas (novos e velhos problemas de saúde), doenças crónicas e sociopatias. O espaço urbano raramente é lugar de encontro e de segurança. Uma visão holística da organização do território, torna obsoleto o divórcio entre planeamento da saúde e planeamento urbano. O espaço urbano deve organizar-se para responder às necessidades reais e actuais dos grupos humanos (segurança, efeito de vizinhança, construção social do lugar, etc) e não o contrário. Sendo assim, deve ser colocada em evidência o custo/benefício de práticas de planeamento urbano sustentado, cujo objectivo principal seja a melhoria da qualidade de vida e saúde das populações, reforçando o papel da comunidade, os efeitos de vizinhança ou proximidade. Por outro lado, deve consciencializar-se os cidadãos da importância do seu contributo, ao nível dos comportamentos, no bem-estar e saúde individuais e da comunidade. Simultaneamente, deve fomentar-se a criação de serviços e incentivos desenvolvidos a nível local que possibilitem um melhor conhecimento do impacto dos comportamentos individuais na saúde. Por fim, repensar os atributos do LUGAR (equipamentos públicos e privados, espaços de lazer, etc.) e adequá-los às características das populações potencialmente utilizadoras e, ainda, redesenhar as identidades do LUGAR, potenciando sentimentos de auto-estima, confiança e segurança.7
  • 8. Tendo em conta todos os factores (7 para o sexo masculino e 8 para o sexo feminino) verifica-se que existe uma oposição entre as áreas urbanas do litoral, onde se incluem as metropolitanas, e as áreas rurais do interior. No entanto, enquanto para o sexo masculino a oposição é litoral-interior (genericamente) para o sexo feminino observa-se uma heterogeneidade maior, admitindo também uma oposição norte-sul, que parece sobrepor-se à dicotomia litoral / interior.Ou seja, as áreas afastadas dos grandes eixos estruturantes do País, estão em situação de desvantagem. São sub-regiões em declínio demográfico, social e económico, onde ainda foi encontrada baixa proporcionalidade de médicos e consultas nos Cuidados de Saúde Primários (exemplo: áreas periféricas no Norte fronteiriço e interior e Algarve). Nestas áreas foram encontrados valores de mortalidade por causas evitáveis que estão, sobretudo, dependentes das condicionantes económicas e sociais dos Lugares, incluindo o acesso aos cuidados preventivos e de promoção da saúde, com especial destaque no sexo feminino. Cumulativamente, a distância de algumas sub-regiões aos serviços especializados e aos cuidados de emergência em Hospitais mais diferenciados reforça, nestas áreas, as dificuldades de obter cuidados de saúde tempestivos e que poderiam salvar vidas. Por isso nessas áreas também se verifica mortalidade elevada por causas sensíveis aos cuidados médicos.Paradoxalmente, verificou-se a existência de elevados padrões de mortalidade em sub-regiões que se caracterizam por uma prática médica especializada, com acesso geográfico a actos médicos oferecidos por Hospitais Centrais e especializados - áreas metropolitana de Lisboa e Porto.8
  • 10. 10
  • 11. 11
  • 12. 12
  • 13. 13
  • 14. 14
  • 15. 15
  • 16. 16
  • 17. 17
  • 18. Conclusões dos gráficosPopulação residente em 1991 e 2001- neste gráfico podemos concluir que houve uma diminuição na população, pois houve um aumento no saldo migratório, com excepção das idades entre 25-64 e mais de 65 que aumentaram devido ao aumento da dependência da população idosa.
  • 19. População residente e presente em 2001 - neste gráfico podemos concluir que a população residente é maior que a população presente e que é maior nas mulheres.
  • 20. População residente segundo o nível de ensino atingido entre 1991 e 2001 - neste gráfico podemos concluir que o ensino é maior nos homens, que há mais pessoas a terminar o ensino básico 1º ciclo, o secundário e o superior e menos pessoas a terminarem o ensino médio.
  • 21. População residente economicamente activa e Empregada - neste gráfico podemos concluir que as mulheres são mais economicamente activas e que há mais mulheres a trabalhar que homens.
  • 22. Taxa de desemprego em 1991 e 2001 em % - neste gráfico podemos concluir que o desemprego aumentou cerca de 3% entre 1991 e 2001 devido à crescente mecanização e á modernização e ao desenvolvimento tecnológico e que há mais mulheres desempregadas que homens18
  • 23. População Residente e desempregada - neste gráfico podemos concluir que a população desempregada á procura de novo emprego é maior que a população desempregada á procura do 1º emprego pois há uma constante procura de gente mais nova e com mais conhecimento das novas tecnologias, podemos tambem verificar que há mais mulheres desempregadas que homens.
  • 24. População residente segundo o nível de instrução - neste gráfico podemos concluir que há mais jovens a terminar o ensino secundário e o ensino superior, podemos também ver que há mais desistências no ensino básico 1º ciclo e no ensino secundário e que há mais jovens a frequentar o ensino superior e o que é menos frequentado é o básico 2º ciclo.
  • 25. População residente segundo os grupos etários - neste gráfico podemos concluir que há duplo envelhecimento, devido ao baixo número de jovens e pelo aumento dos idosos. A redução do nº de jovens deve-se à diminuição do índice sintético de fecundidade. O aumento do nº de idosos deve-se ao prolongamento da esperança de vida.
  • 26. População residente por grupos de anos de Nascimento - neste gráfico podemos concluir que houve um aumento acentuado na natalidade entre 1912 e 1976 tento uma descida entre 1937-1941. Houve uma diminuição da natalidade entre 1977 e 2001 que se deve: á baixa taxa de fecundidade, ao uso de métodos contraceptivos, ao aumento da taxa de actividade feminina, ao prolongamento da escolaridade obrigatória, ao adiamento do casamento e do nascimento do 1º filho devido ao investimento na carreira profissional e devido ao aumento na exigência e nas despesas com a educação da criança.19
  • 27. GlossárioPopulação residente é o conjunto de indivíduos que, independentemente de no momento da observação estarem presentes ou ausentes numa determinada unidade de alojamento, aí habitam a maior parte do ano com a família ou detêm a totalidade ou a maior parte dos seus haveres.20
  • 28. Bibliografiahttp://www.appsp.org/pt/artigos/34-urbanismo/47-saude-urbanasaude-dos-urbanistas-o-paradigma-perdido-da-urbanidade. APPSP – Associação Portuguesa para Promoção da Saúde Pública.http://www.jf-santamarinha.pt/;http://www.ine.pt/;21