Radiologia e Diagnóstico por Imagem
  R2 Izabela Cristina de Souza
Dor? Déficit neurológico?
        Técnica.
COLUNA CERVICAL


                  1: linha de
                  tecidos
                  moles pré-
                  vertebrais.
COLUNA CERVICAL


                  Linha 5
COLUNA CERVICAL




   Suspeita de
comprometimento
  do ligamento
   transverso.
 Espaços discais
    Doença degenerativa.


 Pedículos


 Incidências complementares:
    Flexão
    Extensão
 Fratura de Jefferson: massas laterais de C1 se afastam,
  rompendo o anel ósseo de C1.




      RX: massas laterais de C1
                                   TC: fraturas em mais de um ponto do
      ultrapassem as bordas do
                                  anel e pode evidenciar massa de tecidos
            corpo de C2.
                                             moles associados.
 Fratura de Jefferson: com frequência associada a fratura
 de C2. Cerca de 20% tem lesão de crânio.
   Não visualizada no Rx de perfil.
 Fratura de processo odontóide: flexão secundária a
 trauma violento.
   Tipo I: porção superior do processo odontóide.
   Tipo II: base.
   Tipo III: corpo.


                                             TC: 2-3mm com
                                           reconstrução sagital.
 Fixação rotatória da articulação atlantoaxial:
  articulação C1-C2 se torna fixa, estes corpos vertebrais
  se movem em bloco, em vez de rodar um sobre o outro.
 Fratura do “Escavador de Argila”: fratura do processo
 espinhoso de C6 ou C7.
   Bastante comum  dor entre os ombros.
 Fratura do enforcado: fratura dos elementos
 posteriores do corpo de C2, geralmente associada a
 deslocamento anterior do corpo de C2 sobre C3.



                                  Fratura através
                                  dos elementos
                                  posteriores de
                                        C2.
                   Elementos                            Linha
                   posteriores                      espinolaminal
                  fraturados e                      interrompida
                deslocados para                        em C2.
                     baixo.
 Fratura do enforcado: Rx de perfil seriam diagnósticas
 em 95% dos casos.
 Fratura explosiva: mais comuns na transição
 toracolombar.
   Potencial para causar lesão medular.
   Perda da altura do corpo vertebral.
   Aumento da distância interpedicular.
   TC: fratura cominutiva do corpo
  vertebral associada a fratura de
  elementos posteriores.
 Fratura em flexão do tipo “em Lágrima”: ruptura dos
 ligamentos posteriores associada à compressão
 anterior de um corpo vertebral. Deslocamento da
 porção posterior do corpo vertebral  lesão medular.
    Mergulho em águas rasas.




 Corpo de C7 em forma
        de cunha
     anteriormente,
  associado a discreto
 deslocamento da linha
 vertebral posterior em
           C7.
 Fratura em flexão do tipo “em Lágrima”:
 Fratura por compressão anterior em cunha:
    Junção toracolombar  lesão antiga.
    Pode evoluir para colapso tardio e consequentes déficits
     neurológicos graves  Doença de Kummel.
 Bloqueio dos processos articulares das vértebras:
 flexão significativa associada a certo grau de rotação 
 ruptura e luxação dos ligamentos dos processos
 articulares  posição cavalgada.




                            Espaço discal C6-C7 anormalmente
                                 aumentado, C7 deslocada
                             posteriomente em relação a C6 e
                          processos articulares de C7 deslocados e
                                bloqueados sobre os de C6.
 Bloqueio dos processos articulares das vértebras:




A: Bloqueio bilateral. Deslocamento anterior de C4 em C5, processos articulares de C4
                                anteriores aos de C5.

B: Bloqueio unilateral. Deslocamento anterior de C5 em C6. Seta aberta aponta para o
                        processo articular rodado e bloqueado.
 Bloqueio dos processos articulares das vértebras:
 Lesão do “cinto de segurança”: afastamento dos
 ligamentos e elementos posteriores e compressão
 anterior dos corpos vertebrais.




          Deformidade anterior   Fratura horizontal
           em forma de cunha.    através do processo
                                   transverso e do
                                      pedículo .
 Espondilólise: defeito ou falha na pars interarticularis
    da lâmina.
             Processo articular superior
  Pedículo
                                         Parte
 Processo                            interarticular
transverso
                                     Processo
                                     articular
                                     inferior
 Espondilolistese: espondilólise bilateral com
 deslizamento anterior do corpo vertebral mais cefálico.




  Classificação em graus para espondilolistese.
 BIBLIOGRAFIA:


 Fundamentals of Diagnostic Radiology, 3rd
  Edition - Brant, William E.; Helms, Clyde A.

 Radiography of the cervical spine in trauma. Thad
 Jackson, MD, Deborah Blades, MD. 2002.

 Paul & Juhl's Essentials of Radiologic Imaging, 7th
  Edition.

Fraturas de coluna

  • 1.
    Radiologia e Diagnósticopor Imagem R2 Izabela Cristina de Souza
  • 2.
  • 3.
    COLUNA CERVICAL 1: linha de tecidos moles pré- vertebrais.
  • 4.
  • 5.
    COLUNA CERVICAL Suspeita de comprometimento do ligamento transverso.
  • 6.
     Espaços discais  Doença degenerativa.  Pedículos  Incidências complementares:  Flexão  Extensão
  • 7.
     Fratura deJefferson: massas laterais de C1 se afastam, rompendo o anel ósseo de C1. RX: massas laterais de C1 TC: fraturas em mais de um ponto do ultrapassem as bordas do anel e pode evidenciar massa de tecidos corpo de C2. moles associados.
  • 8.
     Fratura deJefferson: com frequência associada a fratura de C2. Cerca de 20% tem lesão de crânio.  Não visualizada no Rx de perfil.
  • 9.
     Fratura deprocesso odontóide: flexão secundária a trauma violento.  Tipo I: porção superior do processo odontóide.  Tipo II: base.  Tipo III: corpo. TC: 2-3mm com reconstrução sagital.
  • 10.
     Fixação rotatóriada articulação atlantoaxial: articulação C1-C2 se torna fixa, estes corpos vertebrais se movem em bloco, em vez de rodar um sobre o outro.
  • 11.
     Fratura do“Escavador de Argila”: fratura do processo espinhoso de C6 ou C7.  Bastante comum  dor entre os ombros.
  • 12.
     Fratura doenforcado: fratura dos elementos posteriores do corpo de C2, geralmente associada a deslocamento anterior do corpo de C2 sobre C3. Fratura através dos elementos posteriores de C2. Elementos Linha posteriores espinolaminal fraturados e interrompida deslocados para em C2. baixo.
  • 13.
     Fratura doenforcado: Rx de perfil seriam diagnósticas em 95% dos casos.
  • 14.
     Fratura explosiva:mais comuns na transição toracolombar.  Potencial para causar lesão medular.  Perda da altura do corpo vertebral.  Aumento da distância interpedicular.  TC: fratura cominutiva do corpo vertebral associada a fratura de elementos posteriores.
  • 15.
     Fratura emflexão do tipo “em Lágrima”: ruptura dos ligamentos posteriores associada à compressão anterior de um corpo vertebral. Deslocamento da porção posterior do corpo vertebral  lesão medular.  Mergulho em águas rasas. Corpo de C7 em forma de cunha anteriormente, associado a discreto deslocamento da linha vertebral posterior em C7.
  • 16.
     Fratura emflexão do tipo “em Lágrima”:
  • 17.
     Fratura porcompressão anterior em cunha:  Junção toracolombar  lesão antiga.  Pode evoluir para colapso tardio e consequentes déficits neurológicos graves  Doença de Kummel.
  • 18.
     Bloqueio dosprocessos articulares das vértebras: flexão significativa associada a certo grau de rotação  ruptura e luxação dos ligamentos dos processos articulares  posição cavalgada. Espaço discal C6-C7 anormalmente aumentado, C7 deslocada posteriomente em relação a C6 e processos articulares de C7 deslocados e bloqueados sobre os de C6.
  • 19.
     Bloqueio dosprocessos articulares das vértebras: A: Bloqueio bilateral. Deslocamento anterior de C4 em C5, processos articulares de C4 anteriores aos de C5. B: Bloqueio unilateral. Deslocamento anterior de C5 em C6. Seta aberta aponta para o processo articular rodado e bloqueado.
  • 20.
     Bloqueio dosprocessos articulares das vértebras:
  • 21.
     Lesão do“cinto de segurança”: afastamento dos ligamentos e elementos posteriores e compressão anterior dos corpos vertebrais. Deformidade anterior Fratura horizontal em forma de cunha. através do processo transverso e do pedículo .
  • 22.
     Espondilólise: defeitoou falha na pars interarticularis da lâmina. Processo articular superior Pedículo Parte Processo interarticular transverso Processo articular inferior
  • 23.
     Espondilolistese: espondilólisebilateral com deslizamento anterior do corpo vertebral mais cefálico. Classificação em graus para espondilolistese.
  • 24.
     BIBLIOGRAFIA:  Fundamentalsof Diagnostic Radiology, 3rd Edition - Brant, William E.; Helms, Clyde A.  Radiography of the cervical spine in trauma. Thad Jackson, MD, Deborah Blades, MD. 2002.  Paul & Juhl's Essentials of Radiologic Imaging, 7th Edition.