LEQUESNE / DUCROQUET E
CROSS TABLE OU ARCELIM


                  Boa mobilização
RX quadril – AP




                      RE                            N                       RI
RE – Colos femorais grandemente encurtados; Trocanteres menores visíveis em perfil
internamente
N – Colos femorais parcialmente encurtados; Trocanteres menores parcialmente visíveis
RI – incidência correta em AP de quadril; Trocanteres menores não mobilização
                                                            Boa visíveis ou
ligeiramente visíveis em alguns pacientes
RETROVERSÃO ACETABULAR

 > Excesso de osso antero-
superior do rebordo acetabular.

 > Crossover - Sign



        Num acetábulo com
sobrecobertura antero-superior, a linha
do rebordo anterior começa
proximalmente por ser lateral à linha
do rebordo posterior, depois cruza-a e
torna-se medial. Esse cruzamento das
linhas dos rebordos, no RX AP, é
conhecido por "crossover sign", sinal
do 8 ou sinal da laçada.
Já numa bacia normal a linha do rebordo anterior
do acetábulo (a azul na imagem) é interna relativa à
linha do rebordo posterior (a vermelha da imagem).
Estas linhas dos rebordos apenas se tocam na
extremidade proximal.
História
 A faixa etária mais afetada é de 25 a 55 anos e o paciente tem
perfil bem ativo fisicamente. São pacientes muito jovens que irão
           desenvolver artrose precoce se não tratados.
 Os sintomas de dor inguinal ocorrem principalmente durante as
  atividades que causam o impacto. Após correr, jogar futebol,
       alongar-se por exemplo. Esses pacientes também tem
desconforto ao ficar sentados por muito tempo, cruzar as
pernas, dirigir ou sentar em bancos muito baixos. Em
          geral as queixas são leves (fase inicial) e aliviam
  temporariamente com repouso ou evitando essas atividades.
SÍNDROME DO IMPACTO

O quadril é uma articulação do tipo bola e soquete,
 na qual a cabeça do fêmur (esférica), se relaciona
     com a cavidade da bacia, que tem a forma
  côncava,chamado de acetábulo. Quando existe
  qualquer alteração no formato da cabeça ou do
acetábulo haverá um impacto entre essas partes, o
que irá provocar a destruição da cartilagem articular
            e conseqüentemente artrose.
IMPACTO DE TIPO CAM

Osso a mais na parte anterior
da junção cabeça-colo e perda
  de esfericidade da cabeça


         O osso excedentário no femur localiza-se tipicamente na parte
anterior da junção cabeça colo, podendo ou não ter extensão superior.
         Esse tipo de causa é responsável pela perda de esfericidade
da cabeça do femur e pela diminuição ou mesmo inversão do “offset”,
criando neste último caso uma giba ou bossa, como se lhe queira
chamar. É responsável pelo conflito de efeito “Cam”.
IMPACTO DE TIPO CAM
Quadril alterado na   Quadril alterado em
   Quadril Normal   posição em pé           posição sentado
Representação de lesão do Labrum
RX quadril – falso perfil (Lequesne)



                                                   65º



                                                         65º




Inicialmente colocar o paciente em perfil com o lado a ser
estudado próximo ao filme. Partindo deste perfil rodar o
paciente no sentido posterior formando um ângulo de 25
                                         Boa mobilização
com o perfil ou 65 em uma oblíqua posterior.
Boa mobilização
Boa mobilização
Boa mobilização
Boa mobilização
   Em uma incidência de lequesne, podemos observar uma possível
    impactação entre a cabeça do fêmur e a região do acetábulo, diminuição
    do espaço articular e a cobertura do acetábulo.
   Este exame normalmente é pedido para pacientes jovens com queixa de
                                                    Boa mobilização
    dores na região do quadril principalmente durante as atividades físicas.
D   Boa mobilização
Boa mobilização
A               B

 (A) Radiografia Normal: interlinha articular aumenta de
inferior para superior. Em uma radiografia bem feita o
trocanter maior é projetado sobre o colo.

(B) Redução da interlinha articular em seu segmento inferior
para superior.
RX quadril – perfil Ducroquet




   Esta incidência normalmente é realizado quando o
    paciente tem uma suspeita de impacto fêmoro- acetabular.
   Nesta incidência o paciente deve estar em decúbito dorsal
    . Flexionar o quadril e o joelho a ser estudado em 90°.
    Abduzir o membro em cerca de 45°.
                                         Boa mobilização
DUCROQUET

                              90°
          45°




     Posição supina com Quadril fletido à 90 graus
e abduzido à 45 graus. Raio perpendicular à mesa e
centrado no ponto médio entre a sínfise púbica e a
espinha ilíaca ântero-superior.
Boa mobilização
Boa mobilização
Boa mobilização
Boa mobilização
   Esta radiografia mostra bem uma boa mobilização na
    incidência de Ducroquet. Podemos visualizar o colo
    femoral bem alongado, trocanter menor visível em
    perfil internamente.
                                      Boa mobilização
Borda antero-lateral da transição cabeça
                                                 colo femoral
              Cabeça femoral
               arredondada
                                                    Trocanter menor
Espaço art. bem
definido




                                               Trocanter maior
                               Colo alongado


                                               Boa mobilização
PERFIL CIRÚRGICO DE ARCELIN
               ( CROSS TABLE)




   Posição supina com flexão do quadril contralateral e raio horizontal
    e perpendicular ao colo femoral e ao filme, incidindo á face interna
    da raiz da coxa que se quer avaliar em um ângulo de 45°.
Assim como na incidência de Ducroquet, o colo
   femoral é visto em perfil permitindo uma boa
avaliação do colo e da porção anterior da transição
               cabeça colo femoral.
OBRIGADO

Lequesne e ducroquet

  • 1.
    LEQUESNE / DUCROQUETE CROSS TABLE OU ARCELIM Boa mobilização
  • 3.
    RX quadril –AP RE N RI RE – Colos femorais grandemente encurtados; Trocanteres menores visíveis em perfil internamente N – Colos femorais parcialmente encurtados; Trocanteres menores parcialmente visíveis RI – incidência correta em AP de quadril; Trocanteres menores não mobilização Boa visíveis ou ligeiramente visíveis em alguns pacientes
  • 5.
    RETROVERSÃO ACETABULAR >Excesso de osso antero- superior do rebordo acetabular. > Crossover - Sign Num acetábulo com sobrecobertura antero-superior, a linha do rebordo anterior começa proximalmente por ser lateral à linha do rebordo posterior, depois cruza-a e torna-se medial. Esse cruzamento das linhas dos rebordos, no RX AP, é conhecido por "crossover sign", sinal do 8 ou sinal da laçada.
  • 6.
    Já numa bacianormal a linha do rebordo anterior do acetábulo (a azul na imagem) é interna relativa à linha do rebordo posterior (a vermelha da imagem). Estas linhas dos rebordos apenas se tocam na extremidade proximal.
  • 7.
    História A faixaetária mais afetada é de 25 a 55 anos e o paciente tem perfil bem ativo fisicamente. São pacientes muito jovens que irão desenvolver artrose precoce se não tratados. Os sintomas de dor inguinal ocorrem principalmente durante as atividades que causam o impacto. Após correr, jogar futebol, alongar-se por exemplo. Esses pacientes também tem desconforto ao ficar sentados por muito tempo, cruzar as pernas, dirigir ou sentar em bancos muito baixos. Em geral as queixas são leves (fase inicial) e aliviam temporariamente com repouso ou evitando essas atividades.
  • 8.
    SÍNDROME DO IMPACTO Oquadril é uma articulação do tipo bola e soquete, na qual a cabeça do fêmur (esférica), se relaciona com a cavidade da bacia, que tem a forma côncava,chamado de acetábulo. Quando existe qualquer alteração no formato da cabeça ou do acetábulo haverá um impacto entre essas partes, o que irá provocar a destruição da cartilagem articular e conseqüentemente artrose.
  • 9.
    IMPACTO DE TIPOCAM Osso a mais na parte anterior da junção cabeça-colo e perda de esfericidade da cabeça O osso excedentário no femur localiza-se tipicamente na parte anterior da junção cabeça colo, podendo ou não ter extensão superior. Esse tipo de causa é responsável pela perda de esfericidade da cabeça do femur e pela diminuição ou mesmo inversão do “offset”, criando neste último caso uma giba ou bossa, como se lhe queira chamar. É responsável pelo conflito de efeito “Cam”.
  • 10.
  • 11.
    Quadril alterado na Quadril alterado em  Quadril Normal posição em pé posição sentado
  • 12.
  • 13.
    RX quadril –falso perfil (Lequesne) 65º 65º Inicialmente colocar o paciente em perfil com o lado a ser estudado próximo ao filme. Partindo deste perfil rodar o paciente no sentido posterior formando um ângulo de 25 Boa mobilização com o perfil ou 65 em uma oblíqua posterior.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
    Em uma incidência de lequesne, podemos observar uma possível impactação entre a cabeça do fêmur e a região do acetábulo, diminuição do espaço articular e a cobertura do acetábulo.  Este exame normalmente é pedido para pacientes jovens com queixa de Boa mobilização dores na região do quadril principalmente durante as atividades físicas.
  • 19.
    D Boa mobilização
  • 20.
  • 21.
    A B (A) Radiografia Normal: interlinha articular aumenta de inferior para superior. Em uma radiografia bem feita o trocanter maior é projetado sobre o colo. (B) Redução da interlinha articular em seu segmento inferior para superior.
  • 22.
    RX quadril –perfil Ducroquet  Esta incidência normalmente é realizado quando o paciente tem uma suspeita de impacto fêmoro- acetabular.  Nesta incidência o paciente deve estar em decúbito dorsal . Flexionar o quadril e o joelho a ser estudado em 90°. Abduzir o membro em cerca de 45°. Boa mobilização
  • 23.
    DUCROQUET 90° 45° Posição supina com Quadril fletido à 90 graus e abduzido à 45 graus. Raio perpendicular à mesa e centrado no ponto médio entre a sínfise púbica e a espinha ilíaca ântero-superior.
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
    Esta radiografia mostra bem uma boa mobilização na incidência de Ducroquet. Podemos visualizar o colo femoral bem alongado, trocanter menor visível em perfil internamente. Boa mobilização
  • 29.
    Borda antero-lateral datransição cabeça colo femoral Cabeça femoral arredondada Trocanter menor Espaço art. bem definido Trocanter maior Colo alongado Boa mobilização
  • 30.
    PERFIL CIRÚRGICO DEARCELIN ( CROSS TABLE)  Posição supina com flexão do quadril contralateral e raio horizontal e perpendicular ao colo femoral e ao filme, incidindo á face interna da raiz da coxa que se quer avaliar em um ângulo de 45°.
  • 31.
    Assim como naincidência de Ducroquet, o colo femoral é visto em perfil permitindo uma boa avaliação do colo e da porção anterior da transição cabeça colo femoral.
  • 32.