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Livro de Emmanuel
Psicografia de Chico Xavier
Missão do Espiritismo
Lição 38
Segundo o vernáculo "Missão é um encargo, uma incumbência, um 
propósito,  é  uma  função  específica  que  se  confere  a  alguém  para 
fazer algo, é um compromisso, um dever, uma obrigação a executar."
 Assim sendo, para melhor delimitar o tema, perguntamos em reflexão:
a que veio o Espiritismo? Qual o seu propósito? O que ele pretende
executar?
 Sendo eu espírita, tenho consciência da missão do espiritismo? Pauto
minhas ações e atividades neste norte? Compreendo a esfera de
atuação do espiritismo em minha vida e na vida de todos?
 As reflexões são oportunas, eis que "para  quem  não  sabe  onde  ir, 
qualquer direção serve" (Lewis Carrol).
Iniciemos a lição com Emmanuel.
 "A missão do Espiritismo, tanto quanto o ministério do Cristianismo, 
não será destruir as escolas de fé, até agora existentes.
 Cristo acolheu a revelação de Moisés.
 A Doutrina dos Espíritos apóia os princípios superiores de todos os 
sistemas religiosos.
 Jesus não critica a nenhum dos Profetas do Velho Testamento.
 O Consolador Prometido não vem para censurar os pioneiros dessa 
ou daquela forma de crer em Deus." Roteiro
 Muitas vezes para delimitarmos algo precisamos primeiramente
perceber o que não é. Assim, neste trecho introdutório,temos as
negativas de Emmanuel que nos conduzem a perceber equívocos
frequentes que precisam ser corrigidos dentro do movimento espírita,
vejamos:
 - o espiritismo não veio destruir escolas de fé já existentes.
 São muitas as religiões, são muitos os caminhos que o homem
encontrou em sua busca por Deus, seu Criador, e o espiritismo a todos
estes caminhos respeita, reconhecendo-os como legítimos. Isto não
significa que concorde com todos, apenas, que reconhece que a
religião decorre do homem e não de Deus, a religião é movimento do
homem em direção a Deus e por isso repleta de imperfeição. Não
obstante seus desalinhos, é legítima toda a busca pela verdade e pela
vida.
 - Jesus não critica a nenhum dos Profetas do Velho Testamento.
Apóia princípios superiores.
 Ele poderia criticar, mas o seu reino é de construção e não de
destruição. Assim, o espiritismo, sendo o cristianismo redivido e
tendo em Cristo o seu modelo e guia não busca na crítica o seu
alicerce, mas na vivência amorosa que agrega, acolhe e consola.
 - não vem para censurar essa ou aquela forma de crer.
 Reconhecendo a reencarnação como um dos seus alicerces, um de
seus princípios básicos, a doutrina espírita compreende que estamos
em caminho evolutivo, assim, a censura deste ou daquele ponto de
vista é sempre um elemento desagregador e contrário aos princípios
desta doutrina, eis que, como diz Emmanuel, "a Doutrina dos
Espíritos apóia os princípios superiores de todos os sistemas
religiosos."
 Este pensamento de Emmanuel está alicerçado, também, na
codificação:
 " ...a missão do Espiritismo é extinguir todos os ódios de homem a 
homem, de nação a nação. É a aurora da fraternidade universal que 
se levanta." Revista Espírita de 1861 - EDOUARD PEREYRE 
 Tão oportuno repensar o espiritismo nestes termos da codificação e
que Emmanuel corrobora em sua obra. Devemos extinguir ódios e
não acendê-los, eis nossa missão, enquanto espíritas.
 Sigamos em frente.

 “O  Espiritismo  é,  acima  de  tudo,  o  processo  libertador  das 
consciências, a fim de que a visão do homem alcance horizontes mais 
altos.
 Há  milênios,  a  mente  humana  gravita  em  derredor  de  patrimônios 
efêmeros, quais sejam os da precária posse física, atormentada por 
pesadelos carnais de variada espécie.
 Guerras de todos os matizes consomem-lhe as forças.
 Flagelos  de  múltiplas  expressões  situam-lhe  a  existência  em 
limitações aflitivas e
 dolorosas." Roteiro

 Após alguns exemplos negativos, Emmanuel nos oferece, então,
afirmativas do que é a missão do espiritismo. Reflitamos nestas
expressões a fim de alcançarmos melhor entendimento:

 - processo libertador das consciências.
 "Liberdade de pensamento (liberdade de consciência, liberdade de
opinião ou liberdade de ideia) é a liberdade que os indivíduos têm de 
manter e defender sua posição sobre um fato, um ponto de vista ou 
uma  ideia,  independente  das  visões  dos  outros.  Consta 
na Declaração Universal dos Direitos Humanos em seu artigo XVIII, 
que  expressa  que  "todas  as  pessoas  têm  direito  à  liberdade  de 
pensamento,  consciência  e  religião"  Ele  é  diferente  e  não  deve  ser 
confundido com a liberdade de expressão. A liberdade de consciência 
é complementar e está intimamente ligada a outras liberdades, como 
a liberdade de expressão e a liberdade religiosa." Wikipedia
 Por muito tempo o homem viveu cercado de regras e muitas delas
apenas eram cumpridas em decorrência do medo da punição. O que se
quer hoje é que homem se liberte do medo e que esta liberdade lhe
permita pensar, ter a sua opinião, ainda que contrária a muitos.
 Vejamos, porém, que esta liberdade que Emmanuel nos traz tem um
objetivo: " a fim de que a visão do homem alcance horizontes mais
altos."
 Muitas vezes a liberdade de pensar, de expressar sua opinião, de
defender uma idéia é apenas um velho hábito reiterado de agredir,
criticar, falar sem nenhum cuidado com o sentimento alheio. Por isso
Emmanuel condiciona a liberdade a um fim: alcançar horizontes mais
altos.
 A visão estreita, pequena, limitada tem dado ensejo a guerras,
disputas, dores, mas a liberdade que almeja o crescimento de si
mesmo e dos outros, ela agrega, aperfeiçoa, eis que alicerçada no
desejo mais profundo que existe em nós, qual seja o de sermos
homens de bem.

 Emmanuel nos lembra que há milênios gravitamos em torno das
questões materiais do mundo, e todas elas têm caráter efêmero,
passageiro, temporário. Nossas dores ecoam em nossas vidas e ainda
que não as tenhamos em nossa lembrança, como encarnados, é certo
que elas ressurgem em formas diversas, como o preconceito, a inveja,
a maledicência, e as mais variadas guerras que o homem tem sido
capaz de promover ao longo do tempo, escondendo-se de si mesmo
ao reproduzir no mundo o que sente dentro de si.
 Caminhemos um pouco mais com Emmanuel nesta valorosa lição.

 " Com a morte do corpo, não atinge a liberação.
 Além-túmulo, prossegue atenta às imagens que a ilusão lhe armou no
caminho, escravizada a interesses inconfessáveis.
 Em plena vida livre, guarda, ordinariamente, a posição da criatura que
venda os olhos e marcha, impermeável e cega, sob pesadas cargas a
lhe dobrarem os ombros.
 A obstinação em disputar satisfações egoísticas, entre os
companheiros da carne, constitui-lhe deplorável inibição e os
preconceitos ruinosos, os terríveis enganos do sentimento, os pontos
de vista pessoais, as opiniões preconcebidas, as paixões desvairadas,
os laços enfermiços, as concepções cristalizadas, os propósitos menos
dignos, a imaginação intoxicada e os hábitos perniciosos representam
fardos enormes que constrangem a alma ao passo vacilante, de
atenção voltada para as experiências inferiores." Roteiro
 A cegueira que temos durante a vida prossegue conosco após a morte.
A liberdade é conquista do espírito, e não obstante o cerceamento
promovido pela matéria, enquanto encarnados, ela não modifica quem
somos em essência. A vida material é sempre escola preciosa, porém,
nem sempre a aproveitamos a contento.

 Assim é que depois de desencarnados vamos aos poucos
compreendendo que caminhávamos em ilusão, escravos como
outrora, não de homens, mas de idéias e interesses.
 Eugene Sue, em texto da Revista Espírita, compara a vida com um
romance:

 "A vida do Espírito encarnado é como um romance, ou antes, como uma 
peça de  teatro,  da  qual  cada  dia  se percorre  uma  folha contendo uma 
cena. O autor é o homem; os personagens são as paixões, os vícios, as 
virtudes, a matéria e a inteligência, disputando a posse do herói, que é o 
Espírito.  O  público  é  o  mundo  em  geral  durante  a  encarnação  e  os 
Espíritos na erraticidade, e o censor que examina a peça para julgá-la 
em  última  instância  e  proferir  uma  censura  ou  um  louvor  ao  autor  é 
Deus. 
 Fazei de modo que sejais aplaudido o maior número de vezes possível e 
que só raramente cheguem aos vossos ouvidos o barulho desagradável 
dos assovios. Que o enredo seja sempre simples, e não busqueis interesse 
senão  nas  situações  naturais,  que  possam  servir  para  fazer  triunfar  a 
virtude, desenvolver a inteligência e moralizar o público.   

 Durante  a  execução  da  peça,  a  intriga  posta  em  movimento  pela 
inveja  pode  tentar  criticar  as  melhores  passagens  e  só  incensar  as 
que são medíocres ou más. Fechai os ouvidos a essas adulações, e 
lembrai-vos  que  a  posteridade  vos  apreciará  no  vosso  justo  valor! 
Deixareis  um  nome  obscuro  ou  ilustre,  manchado  de  vergonha  ou 
coberto  de  glórias  segundo  o  mundo.  Mas  quando  a  peça  estiver 
terminada  e  a  cortina,  caída  sobre  a  última  cena,  vos  puser  em 
presença do regente universal, do diretor infinitamente poderoso do 
teatro onde se passa a comédia humana, não haverá nem aduladores, 
nem cortesãos, nem invejosos, nem ciumentos: estareis sós com o juiz 
supremo, imparcial, equitativo e justo.  

Que a vossa obra seja séria e moralizadora, porque é a única que 
tem algum peso na balança do Todo-Poderoso. 
 É preciso que cada um dê à Sociedade pelo menos o que dela recebe.
Aquele que, tendo recebido a assistência corporal e espiritual que lhe
permite viver, se vai sem ao menos restituir o que gastou, é um
ladrão, porque malbaratou uma parte do capital inteligente e nada
produziu.

Nem todo mundo pode ser homem de gênio, mas todos podem e
devem ser honestos, bons cidadãos, e devolver à Sociedade aquilo
que a Sociedade lhes emprestou.

Para que o mundo esteja em progresso, é preciso que cada um deixe
uma lembrança útil de sua personalidade, uma cena a mais nesse
número infinito de cenas úteis que os membros da Humanidade
deixaram, desde quando a vossa Terra serve de lugar de habitação
aos Espíritos.

Fazei, pois, que leiam com interesse cada página do vosso romance,
e que não o percorram apenas com o olhar para fechá-lo com tédio
antes de ter lido pela metade." Revista Espírita de 1867.
 Retornando ao trecho do livro Roteiro, observemos as palavras de
Emmanuel que merecem nossa atenta leitura, eis que são um
verdadeiro glossário de nossas atuações desastrosas no grande palco
da vida:
 - obstinação em disputar satisfações egoísticas;
 Eis a teimosia desmedida, desrespeito a livre pensar e viver do outro,
não para promover o bem, mas apenas para dizer que está certo,
movido por mero egoísmo, em sua forma tão conhecida, a vaidade.
 - preconceitos ruinosos (enganos do sentimento);
 O preconceito é a negação da liberdade do outro em ser diferente, em
agir de forma distinta a que eu considero como correta. O preconceito
é sempre filho da ignorância.
 - pontos de vista pessoais
 Quando vivo com liberdade de pensamento, permito ao outro ter um
ponto de vista distinto do meu, sem que isto me ofenda. O grande
aprendizado é tentar aprender com a perspectiva do outro sobre aquele
determinado assunto, sem julgamento, apenas com o sincero interesse de
conhecer.
 - opiniões preconcebidas
 Raramente perguntamos o que o outro sente ou pensa, é comum termos
nossas opiniões preconcebidas, julgando até mesmo sentimentos que
desconhecemos. Será mera opinião e muitas vezes equivocada. Queremos
a verdade? Ela só se manifesta em um ambiente amoroso, de confiança e
respeito.
 - paixões desvairadas
 Usam-se diversos adjetivos para o termo paixões tais como desenfreadas
ou desgovernadas, isto se dá porque as paixões são como carros ou
cavalos, necessitam de comando, de controle, não podem andar como
querem, sem limites. Não há liberdade onde a paixão governa, há
subjugação por um sentimento que se encontra em desequilíbrio.
 - laços enfermiços
 Precisamos de laços afetivos para viver, não raro, porém, nossas
relações afetivas estão adoecidas, eis que levamos a elas nossos
sentimentos bons e ruins.
 - concepções cristalizadas
 A doutrina espírita, tendo como missão a liberdade de pensamento do
homem, vem auxiliá-lo quanto a estas velhas concepções e formas de
ver o mundo que nos cerca. Precisamos, porém, de grande
discernimento para verificar as incoerências de nossa fala com nossa
vivência. Muitas vezes agimos de forma equivocada sem ao menos
perceber, e apenas um espírito que esteja profundamente envolvido
em sua reforma íntima poderá perceber e criar novos caminhos,
abandonando, assim, as concepções de outrora.
 - os propósitos menos dignos
 Diz o ditado popular que de boas intenções o inferno está cheio.
Muitas vezes determinada postura aparenta ser boa e útil, quando na
verdade é apenas exteriorização da vaidade, do egoísmo. Sondemos
sempre o que nos motiva a agir, pensar e encontraremos a
oportunidade de conduzir nossa vida pautando-nos no bem.

 - imaginação intoxicada
 O pensamento é alimentando diariamente e o que "consumimos" pode
nos auxiliar ou nos adoecer. Há muitos filmes, programas, músicas
que parecem inofensivos, porém, guardam e defendem ideologias das
quais discordamos. Já não basta ao homem viver, é preciso a tudo e a
todos olhar e refletir, ou, nas palavras do Cristo, separar o joio do
trigo.

 - hábitos perniciosos
 Hábito é algo dificílimo de ser modificado, eis que parece inerente a
nossa forma de viver. Não obstante, novos hábitos podem ser criados,
nossa mente estará apta a novos horizontes se tivermos a força moral
de persistir no bem e na moral elevada. Um bom habita sempre nos
auxiliará a deixar os ruins.

 Em verdade somos, ainda, romances mal acabados, páginas em
construção. E, sabedores de nossa inferioridade, eis que temos a
oportunidade de alcançar a liberdade, eis a terceira revelação a nos
reerguer conclamando-nos a novas histórias, a novos horizontes.
 Sigamos em frente.
 "A nova fé vem alargar-lhe a senda para mais elevadas formas de
evolução.
 Chave de luz para os ensinamentos do Cristo, explica o Evangelho
não como um tratado de regras disciplinares, nascidas do capricho
humano, mas como a salvadora mensagem de fraternidade e alegria,
comunhão e entendimento, abrangendo as leis mais simples da vida."
Roteiro
 Aprendemos com o espiritismo que há uma profunda alegria e bem
estar em fazer o bem. A própria ciência já mostra estudos de maior
qualidade de vida para aqueles que realizam trabalhos voluntários,
que têm na prece um lenitivo para suas dores e na religião o alicerce
de suas vidas. Assim, não temos mais a obrigação de ser bons, mas
temos a opção e escolhemos servir, alegrando-nos pela participação
na construção de um mundo melhor.
 "...com a Doutrina Espírita no comando da fé, sabemos todos que a lei
do progresso confere a cada Espírito a possibilidade de adquirir o
bem que lhe falta, a fim de que a justiça estabeleça o merecimento de
cada um, na pauta das próprias obras. Conjuguemos, assim, conselho
e ação, palavra e conduta, na mesma onda de serviço renovador,
compreendendo, por fim, que o bem que nos falta nem sempre é o
bem que ainda não desfrutamos, mas sim o bem dos outros que, em
nosso próprio benefício, nos cabe fazer." Justiça Divina - Emmanuel
 Caminhemos mais um pouco com a lição.

 "Aparece-nos, então, Jesus, em maior extensão de sua glória.
 Não mais como um varão de angústia, insinuando a necessidade de
amarguras e lágrimas e sim na altura do herói da bondade e do
amor, educando para a felicidade integral, entre o serviço e a
compreensão, entre a boa-vontade e o júbilo de viver.
 Nesse aspecto, vemo-lo como o maior padrão de solidariedade e
gentileza, apagando-se na manjedoura, irmanando-se com todos na
praça pública e amparando os malfeitores,na cruz, à extrema hora,
de passagem para a divina ressurreição." Roteiro

 Aos olharmos para Jesus com renovado interesse em ouvir os seus
conselhos e tentar praticar seus ensinamentos, vamos, aos poucos,
descobrindo-nos pessoas alegres, felizes nas coisas simples da vida.
Ter deixa de ser algo importante e nos alegramos quando nosso ser
atravessa as fronteiras do egoísmo para fazer algo bom,
desinteressadamente.
Ainda há no mundo muitos que olham para o Mestre Jesus no
madeiro, relembrando apenas a sua morte e suas dores. O espírita e
todo cristão sincero, porém, é convidado a ver-lhe as luzes, a
bondade, o amor e o perdão.

 Sobre o Cristo, ensina-nos Alexandre Melo Morais: "Seu programa
divino, a espelhar-se no Evangelho que lhe reúne as boas-novas da
salvação, preconiza a fraternidade ao invés do egoísmo, a renúncia
edificante em vez da posse inútil, o perdão em lugar da vingança, o
trabalho com a supressão da inércia, a liberdade, com o olvido da
escravidão, e o auxílio à felicidade dos outros, como garantia da
própria felicidade." (Trecho do livro Vozes do Grande Além)

 Encerrando a lição.

 "O Espiritismo será, pois, indiscutivelmente, a força do Cristianismo
em ação para reerguer a alma humana e sublimar a vida.
 O Espaço Infinito, pátria universal das constelações e dos mundos,é,
sem dúvida, o clima natural de nossas almas, entretanto, não
podemos esquecer que somos filhos, devedores, operários ou
companheiros da Terra, cujo aperfeiçoamento constitui o nosso
trabalho mais imediato e mais digno.
 Esqueçamos, por agora, o paraíso distante para ajudar na
construção do nosso próprio Céu.
 Interfiramos menos na regeneração dos outros e cogitemos mais de
nosso próprio reajuste, perante a Lei do Bem Eterno, e, servindo
incessantemente com a nossa fé à vida que nos rodeia, a vida, por
sua vez, nos servirá, infatigável, convertendo a Terra em estação
celestial de harmonia e luz para o acesso de nosso espírito à Vida
Superior.." Roteiro
 O Espiritismo vem reerguer a alma humana, outrora andávamos em
luta constante, nas diversas vidas passadas, enquanto humanidade,
galgávamos de guerra em guerra, de dor em dor. São chegados os
tempos de cura, de regeneração, de perdão e fraternidade. Saibamos
buscar em nós as melhorias que queremos no mundo, para cada crítica
que quisermos lançar, busquemos no silêncio da prece o
entendimento para seguir em frente. Despertemos para o nosso mundo
íntimo, com profundo respeito pelo outro e pela sua trajetória
evolutiva.

 Jesus nos aguarda, o Espiritismo tem em seus ensinamentos o
reavivamento da fé que transcende a matéria, relembro-nos que o
Reino Celestial reside em nós e que a reforma íntima é o único
caminho para o conhecermos em plenitude.

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  • 1. Livro de Emmanuel Psicografia de Chico Xavier Missão do Espiritismo Lição 38
  • 2. Segundo o vernáculo "Missão é um encargo, uma incumbência, um  propósito,  é  uma  função  específica  que  se  confere  a  alguém  para  fazer algo, é um compromisso, um dever, uma obrigação a executar."  Assim sendo, para melhor delimitar o tema, perguntamos em reflexão: a que veio o Espiritismo? Qual o seu propósito? O que ele pretende executar?  Sendo eu espírita, tenho consciência da missão do espiritismo? Pauto minhas ações e atividades neste norte? Compreendo a esfera de atuação do espiritismo em minha vida e na vida de todos?  As reflexões são oportunas, eis que "para  quem  não  sabe  onde  ir,  qualquer direção serve" (Lewis Carrol).
  • 3. Iniciemos a lição com Emmanuel.  "A missão do Espiritismo, tanto quanto o ministério do Cristianismo,  não será destruir as escolas de fé, até agora existentes.  Cristo acolheu a revelação de Moisés.  A Doutrina dos Espíritos apóia os princípios superiores de todos os  sistemas religiosos.  Jesus não critica a nenhum dos Profetas do Velho Testamento.  O Consolador Prometido não vem para censurar os pioneiros dessa  ou daquela forma de crer em Deus." Roteiro
  • 4.  Muitas vezes para delimitarmos algo precisamos primeiramente perceber o que não é. Assim, neste trecho introdutório,temos as negativas de Emmanuel que nos conduzem a perceber equívocos frequentes que precisam ser corrigidos dentro do movimento espírita, vejamos:  - o espiritismo não veio destruir escolas de fé já existentes.  São muitas as religiões, são muitos os caminhos que o homem encontrou em sua busca por Deus, seu Criador, e o espiritismo a todos estes caminhos respeita, reconhecendo-os como legítimos. Isto não significa que concorde com todos, apenas, que reconhece que a religião decorre do homem e não de Deus, a religião é movimento do homem em direção a Deus e por isso repleta de imperfeição. Não obstante seus desalinhos, é legítima toda a busca pela verdade e pela vida.
  • 5.  - Jesus não critica a nenhum dos Profetas do Velho Testamento. Apóia princípios superiores.  Ele poderia criticar, mas o seu reino é de construção e não de destruição. Assim, o espiritismo, sendo o cristianismo redivido e tendo em Cristo o seu modelo e guia não busca na crítica o seu alicerce, mas na vivência amorosa que agrega, acolhe e consola.  - não vem para censurar essa ou aquela forma de crer.  Reconhecendo a reencarnação como um dos seus alicerces, um de seus princípios básicos, a doutrina espírita compreende que estamos em caminho evolutivo, assim, a censura deste ou daquele ponto de vista é sempre um elemento desagregador e contrário aos princípios desta doutrina, eis que, como diz Emmanuel, "a Doutrina dos Espíritos apóia os princípios superiores de todos os sistemas religiosos."
  • 6.  Este pensamento de Emmanuel está alicerçado, também, na codificação:  " ...a missão do Espiritismo é extinguir todos os ódios de homem a  homem, de nação a nação. É a aurora da fraternidade universal que  se levanta." Revista Espírita de 1861 - EDOUARD PEREYRE   Tão oportuno repensar o espiritismo nestes termos da codificação e que Emmanuel corrobora em sua obra. Devemos extinguir ódios e não acendê-los, eis nossa missão, enquanto espíritas.
  • 7.  Sigamos em frente.   “O  Espiritismo  é,  acima  de  tudo,  o  processo  libertador  das  consciências, a fim de que a visão do homem alcance horizontes mais  altos.  Há  milênios,  a  mente  humana  gravita  em  derredor  de  patrimônios  efêmeros, quais sejam os da precária posse física, atormentada por  pesadelos carnais de variada espécie.  Guerras de todos os matizes consomem-lhe as forças.  Flagelos  de  múltiplas  expressões  situam-lhe  a  existência  em  limitações aflitivas e  dolorosas." Roteiro 
  • 8.  Após alguns exemplos negativos, Emmanuel nos oferece, então, afirmativas do que é a missão do espiritismo. Reflitamos nestas expressões a fim de alcançarmos melhor entendimento:   - processo libertador das consciências.  "Liberdade de pensamento (liberdade de consciência, liberdade de opinião ou liberdade de ideia) é a liberdade que os indivíduos têm de  manter e defender sua posição sobre um fato, um ponto de vista ou  uma  ideia,  independente  das  visões  dos  outros.  Consta  na Declaração Universal dos Direitos Humanos em seu artigo XVIII,  que  expressa  que  "todas  as  pessoas  têm  direito  à  liberdade  de  pensamento,  consciência  e  religião"  Ele  é  diferente  e  não  deve  ser  confundido com a liberdade de expressão. A liberdade de consciência  é complementar e está intimamente ligada a outras liberdades, como  a liberdade de expressão e a liberdade religiosa." Wikipedia
  • 9.  Por muito tempo o homem viveu cercado de regras e muitas delas apenas eram cumpridas em decorrência do medo da punição. O que se quer hoje é que homem se liberte do medo e que esta liberdade lhe permita pensar, ter a sua opinião, ainda que contrária a muitos.  Vejamos, porém, que esta liberdade que Emmanuel nos traz tem um objetivo: " a fim de que a visão do homem alcance horizontes mais altos."  Muitas vezes a liberdade de pensar, de expressar sua opinião, de defender uma idéia é apenas um velho hábito reiterado de agredir, criticar, falar sem nenhum cuidado com o sentimento alheio. Por isso Emmanuel condiciona a liberdade a um fim: alcançar horizontes mais altos.
  • 10.  A visão estreita, pequena, limitada tem dado ensejo a guerras, disputas, dores, mas a liberdade que almeja o crescimento de si mesmo e dos outros, ela agrega, aperfeiçoa, eis que alicerçada no desejo mais profundo que existe em nós, qual seja o de sermos homens de bem.   Emmanuel nos lembra que há milênios gravitamos em torno das questões materiais do mundo, e todas elas têm caráter efêmero, passageiro, temporário. Nossas dores ecoam em nossas vidas e ainda que não as tenhamos em nossa lembrança, como encarnados, é certo que elas ressurgem em formas diversas, como o preconceito, a inveja, a maledicência, e as mais variadas guerras que o homem tem sido capaz de promover ao longo do tempo, escondendo-se de si mesmo ao reproduzir no mundo o que sente dentro de si.
  • 11.  Caminhemos um pouco mais com Emmanuel nesta valorosa lição.   " Com a morte do corpo, não atinge a liberação.  Além-túmulo, prossegue atenta às imagens que a ilusão lhe armou no caminho, escravizada a interesses inconfessáveis.  Em plena vida livre, guarda, ordinariamente, a posição da criatura que venda os olhos e marcha, impermeável e cega, sob pesadas cargas a lhe dobrarem os ombros.  A obstinação em disputar satisfações egoísticas, entre os companheiros da carne, constitui-lhe deplorável inibição e os preconceitos ruinosos, os terríveis enganos do sentimento, os pontos de vista pessoais, as opiniões preconcebidas, as paixões desvairadas, os laços enfermiços, as concepções cristalizadas, os propósitos menos dignos, a imaginação intoxicada e os hábitos perniciosos representam fardos enormes que constrangem a alma ao passo vacilante, de atenção voltada para as experiências inferiores." Roteiro
  • 12.  A cegueira que temos durante a vida prossegue conosco após a morte. A liberdade é conquista do espírito, e não obstante o cerceamento promovido pela matéria, enquanto encarnados, ela não modifica quem somos em essência. A vida material é sempre escola preciosa, porém, nem sempre a aproveitamos a contento.   Assim é que depois de desencarnados vamos aos poucos compreendendo que caminhávamos em ilusão, escravos como outrora, não de homens, mas de idéias e interesses.
  • 13.  Eugene Sue, em texto da Revista Espírita, compara a vida com um romance:   "A vida do Espírito encarnado é como um romance, ou antes, como uma  peça de  teatro,  da  qual  cada  dia  se percorre  uma  folha contendo uma  cena. O autor é o homem; os personagens são as paixões, os vícios, as  virtudes, a matéria e a inteligência, disputando a posse do herói, que é o  Espírito.  O  público  é  o  mundo  em  geral  durante  a  encarnação  e  os  Espíritos na erraticidade, e o censor que examina a peça para julgá-la  em  última  instância  e  proferir  uma  censura  ou  um  louvor  ao  autor  é  Deus.   Fazei de modo que sejais aplaudido o maior número de vezes possível e  que só raramente cheguem aos vossos ouvidos o barulho desagradável  dos assovios. Que o enredo seja sempre simples, e não busqueis interesse  senão  nas  situações  naturais,  que  possam  servir  para  fazer  triunfar  a  virtude, desenvolver a inteligência e moralizar o público.    
  • 14.  Durante  a  execução  da  peça,  a  intriga  posta  em  movimento  pela  inveja  pode  tentar  criticar  as  melhores  passagens  e  só  incensar  as  que são medíocres ou más. Fechai os ouvidos a essas adulações, e  lembrai-vos  que  a  posteridade  vos  apreciará  no  vosso  justo  valor!  Deixareis  um  nome  obscuro  ou  ilustre,  manchado  de  vergonha  ou  coberto  de  glórias  segundo  o  mundo.  Mas  quando  a  peça  estiver  terminada  e  a  cortina,  caída  sobre  a  última  cena,  vos  puser  em  presença do regente universal, do diretor infinitamente poderoso do  teatro onde se passa a comédia humana, não haverá nem aduladores,  nem cortesãos, nem invejosos, nem ciumentos: estareis sós com o juiz  supremo, imparcial, equitativo e justo.    Que a vossa obra seja séria e moralizadora, porque é a única que  tem algum peso na balança do Todo-Poderoso. 
  • 15.  É preciso que cada um dê à Sociedade pelo menos o que dela recebe. Aquele que, tendo recebido a assistência corporal e espiritual que lhe permite viver, se vai sem ao menos restituir o que gastou, é um ladrão, porque malbaratou uma parte do capital inteligente e nada produziu.  Nem todo mundo pode ser homem de gênio, mas todos podem e devem ser honestos, bons cidadãos, e devolver à Sociedade aquilo que a Sociedade lhes emprestou.  Para que o mundo esteja em progresso, é preciso que cada um deixe uma lembrança útil de sua personalidade, uma cena a mais nesse número infinito de cenas úteis que os membros da Humanidade deixaram, desde quando a vossa Terra serve de lugar de habitação aos Espíritos.  Fazei, pois, que leiam com interesse cada página do vosso romance, e que não o percorram apenas com o olhar para fechá-lo com tédio antes de ter lido pela metade." Revista Espírita de 1867.
  • 16.  Retornando ao trecho do livro Roteiro, observemos as palavras de Emmanuel que merecem nossa atenta leitura, eis que são um verdadeiro glossário de nossas atuações desastrosas no grande palco da vida:  - obstinação em disputar satisfações egoísticas;  Eis a teimosia desmedida, desrespeito a livre pensar e viver do outro, não para promover o bem, mas apenas para dizer que está certo, movido por mero egoísmo, em sua forma tão conhecida, a vaidade.  - preconceitos ruinosos (enganos do sentimento);  O preconceito é a negação da liberdade do outro em ser diferente, em agir de forma distinta a que eu considero como correta. O preconceito é sempre filho da ignorância.
  • 17.  - pontos de vista pessoais  Quando vivo com liberdade de pensamento, permito ao outro ter um ponto de vista distinto do meu, sem que isto me ofenda. O grande aprendizado é tentar aprender com a perspectiva do outro sobre aquele determinado assunto, sem julgamento, apenas com o sincero interesse de conhecer.  - opiniões preconcebidas  Raramente perguntamos o que o outro sente ou pensa, é comum termos nossas opiniões preconcebidas, julgando até mesmo sentimentos que desconhecemos. Será mera opinião e muitas vezes equivocada. Queremos a verdade? Ela só se manifesta em um ambiente amoroso, de confiança e respeito.  - paixões desvairadas  Usam-se diversos adjetivos para o termo paixões tais como desenfreadas ou desgovernadas, isto se dá porque as paixões são como carros ou cavalos, necessitam de comando, de controle, não podem andar como querem, sem limites. Não há liberdade onde a paixão governa, há subjugação por um sentimento que se encontra em desequilíbrio.
  • 18.  - laços enfermiços  Precisamos de laços afetivos para viver, não raro, porém, nossas relações afetivas estão adoecidas, eis que levamos a elas nossos sentimentos bons e ruins.  - concepções cristalizadas  A doutrina espírita, tendo como missão a liberdade de pensamento do homem, vem auxiliá-lo quanto a estas velhas concepções e formas de ver o mundo que nos cerca. Precisamos, porém, de grande discernimento para verificar as incoerências de nossa fala com nossa vivência. Muitas vezes agimos de forma equivocada sem ao menos perceber, e apenas um espírito que esteja profundamente envolvido em sua reforma íntima poderá perceber e criar novos caminhos, abandonando, assim, as concepções de outrora.
  • 19.  - os propósitos menos dignos  Diz o ditado popular que de boas intenções o inferno está cheio. Muitas vezes determinada postura aparenta ser boa e útil, quando na verdade é apenas exteriorização da vaidade, do egoísmo. Sondemos sempre o que nos motiva a agir, pensar e encontraremos a oportunidade de conduzir nossa vida pautando-nos no bem.   - imaginação intoxicada  O pensamento é alimentando diariamente e o que "consumimos" pode nos auxiliar ou nos adoecer. Há muitos filmes, programas, músicas que parecem inofensivos, porém, guardam e defendem ideologias das quais discordamos. Já não basta ao homem viver, é preciso a tudo e a todos olhar e refletir, ou, nas palavras do Cristo, separar o joio do trigo. 
  • 20.  - hábitos perniciosos  Hábito é algo dificílimo de ser modificado, eis que parece inerente a nossa forma de viver. Não obstante, novos hábitos podem ser criados, nossa mente estará apta a novos horizontes se tivermos a força moral de persistir no bem e na moral elevada. Um bom habita sempre nos auxiliará a deixar os ruins.   Em verdade somos, ainda, romances mal acabados, páginas em construção. E, sabedores de nossa inferioridade, eis que temos a oportunidade de alcançar a liberdade, eis a terceira revelação a nos reerguer conclamando-nos a novas histórias, a novos horizontes.
  • 21.  Sigamos em frente.  "A nova fé vem alargar-lhe a senda para mais elevadas formas de evolução.  Chave de luz para os ensinamentos do Cristo, explica o Evangelho não como um tratado de regras disciplinares, nascidas do capricho humano, mas como a salvadora mensagem de fraternidade e alegria, comunhão e entendimento, abrangendo as leis mais simples da vida." Roteiro  Aprendemos com o espiritismo que há uma profunda alegria e bem estar em fazer o bem. A própria ciência já mostra estudos de maior qualidade de vida para aqueles que realizam trabalhos voluntários, que têm na prece um lenitivo para suas dores e na religião o alicerce de suas vidas. Assim, não temos mais a obrigação de ser bons, mas temos a opção e escolhemos servir, alegrando-nos pela participação na construção de um mundo melhor.
  • 22.  "...com a Doutrina Espírita no comando da fé, sabemos todos que a lei do progresso confere a cada Espírito a possibilidade de adquirir o bem que lhe falta, a fim de que a justiça estabeleça o merecimento de cada um, na pauta das próprias obras. Conjuguemos, assim, conselho e ação, palavra e conduta, na mesma onda de serviço renovador, compreendendo, por fim, que o bem que nos falta nem sempre é o bem que ainda não desfrutamos, mas sim o bem dos outros que, em nosso próprio benefício, nos cabe fazer." Justiça Divina - Emmanuel
  • 23.  Caminhemos mais um pouco com a lição.   "Aparece-nos, então, Jesus, em maior extensão de sua glória.  Não mais como um varão de angústia, insinuando a necessidade de amarguras e lágrimas e sim na altura do herói da bondade e do amor, educando para a felicidade integral, entre o serviço e a compreensão, entre a boa-vontade e o júbilo de viver.  Nesse aspecto, vemo-lo como o maior padrão de solidariedade e gentileza, apagando-se na manjedoura, irmanando-se com todos na praça pública e amparando os malfeitores,na cruz, à extrema hora, de passagem para a divina ressurreição." Roteiro   Aos olharmos para Jesus com renovado interesse em ouvir os seus conselhos e tentar praticar seus ensinamentos, vamos, aos poucos, descobrindo-nos pessoas alegres, felizes nas coisas simples da vida. Ter deixa de ser algo importante e nos alegramos quando nosso ser atravessa as fronteiras do egoísmo para fazer algo bom, desinteressadamente.
  • 24. Ainda há no mundo muitos que olham para o Mestre Jesus no madeiro, relembrando apenas a sua morte e suas dores. O espírita e todo cristão sincero, porém, é convidado a ver-lhe as luzes, a bondade, o amor e o perdão.   Sobre o Cristo, ensina-nos Alexandre Melo Morais: "Seu programa divino, a espelhar-se no Evangelho que lhe reúne as boas-novas da salvação, preconiza a fraternidade ao invés do egoísmo, a renúncia edificante em vez da posse inútil, o perdão em lugar da vingança, o trabalho com a supressão da inércia, a liberdade, com o olvido da escravidão, e o auxílio à felicidade dos outros, como garantia da própria felicidade." (Trecho do livro Vozes do Grande Além) 
  • 25.  Encerrando a lição.   "O Espiritismo será, pois, indiscutivelmente, a força do Cristianismo em ação para reerguer a alma humana e sublimar a vida.  O Espaço Infinito, pátria universal das constelações e dos mundos,é, sem dúvida, o clima natural de nossas almas, entretanto, não podemos esquecer que somos filhos, devedores, operários ou companheiros da Terra, cujo aperfeiçoamento constitui o nosso trabalho mais imediato e mais digno.  Esqueçamos, por agora, o paraíso distante para ajudar na construção do nosso próprio Céu.  Interfiramos menos na regeneração dos outros e cogitemos mais de nosso próprio reajuste, perante a Lei do Bem Eterno, e, servindo incessantemente com a nossa fé à vida que nos rodeia, a vida, por sua vez, nos servirá, infatigável, convertendo a Terra em estação celestial de harmonia e luz para o acesso de nosso espírito à Vida Superior.." Roteiro
  • 26.  O Espiritismo vem reerguer a alma humana, outrora andávamos em luta constante, nas diversas vidas passadas, enquanto humanidade, galgávamos de guerra em guerra, de dor em dor. São chegados os tempos de cura, de regeneração, de perdão e fraternidade. Saibamos buscar em nós as melhorias que queremos no mundo, para cada crítica que quisermos lançar, busquemos no silêncio da prece o entendimento para seguir em frente. Despertemos para o nosso mundo íntimo, com profundo respeito pelo outro e pela sua trajetória evolutiva.   Jesus nos aguarda, o Espiritismo tem em seus ensinamentos o reavivamento da fé que transcende a matéria, relembro-nos que o Reino Celestial reside em nós e que a reforma íntima é o único caminho para o conhecermos em plenitude.