O documento discute falsos profetas e espíritos enganadores, enfatizando a importância de julgar os ensinamentos por seus frutos em vez de aparências exteriores. Kardec alerta sobre espíritos orgulhosos que usam nomes venerados para espalhar idéias absurdas, e Xavier diz para não acreditar em qualquer espírito sem experimentar se vem de Deus.