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“Jesus.”
Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a
que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece
como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a
expressão mais pura da lei do Senhor, porque,
sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido
na Terra, o Espírito Divino o animava.
O Livro dos Espíritos, Da Lei Divina ou Natural, Allan Kardec
625. Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido
ao homem, para lhe servir de guia e modelo?
4
Semelhante declaração do Mestre ressoa em nossas fibras
mais íntimas.
Ninguém sabia amar tanto quanto Ele, contudo, era o primeiro a
reconhecer a conveniência da partida, em favor dos
companheiros.
Que teria acontecido se Jesus teimasse em permanecer?
“Todavia, digo-vos a verdade: a vós convém que eu vá.” – Jesus.
(João, 16:7.)
Separação 1/2
Livro Pão Nosso, Pensamentos, Emmanuel, Francisco C. Xavier
Provavelmente, as multidões terrestres teriam acentuado as
tendências egoísticas, consolidando-as.
Porque o Divino Amigo havia buscado Lázaro no sepulcro,
ninguém mais se resignaria à separação pela morte. Por se
haverem limpado alguns leprosos ninguém aceitaria, de futuro, a
cooperação proveitosa das moléstias físicas. O resultado lógico
seria a perturbação geral no mecanismo evolutivo.
O Mestre precisava ausentar-se para que o esforço de cada um
se fizesse visível no plano divino da obra mundial. De outro
modo, seria perpetuar a indolência de uns e o egoísmo de outros.
Separação 2/2
A terceira tentação:
Novamente o transportou o
diabo a um monte muito
alto; e mostrou-lhe todos os
reinos do mundo, e a glória
deles. E disse-lhe: Tudo
isto te darei se, prostrado,
me adorares.
Então disse-lhe Jesus: Vai-
te, Satanás, porque está
escrito: Ao Senhor teu
Deus adorarás, e só a ele
servirás (Deuteronômio 6:13)
Jesus escolheu dar o exemplo
O Mestre aproveita as qualidades utilizáveis do discípulo, em
determinado setor do aprendizado, adiando, por misericórdia,
a melhoria e o aprimoramento de certas zonas obscuras da
personalidade. Por vezes, o aprendiz retarda-se meses, anos,
séculos...
Jesus não é senhor da violência e nunca impõe
drásticos à obra evolutiva. É cultivador do
trabalho, da esperança.
Por que Jesus não apressa a evolução humana? 1/3
Livro Entrevistando André Luiz, Jamiro dos Santos Filho.
Trecho citado extraído do Livro Obreiros da Vida Eterna,
André Luiz, psicografia de Francisco C. Xavier
Aguardará sempre, compassivo e bondoso, nossas decisões
de colaborar no apostolado redentor, suportará nossas faltas
muitas vezes; entretanto, em nosso próprio interesse,
deveremos atentar, vigilantes, para os seus ensinamentos,
com a sincera disposição de aplicá-los. Sem dúvida, não nos
fulminará com raios destruidores pela nossa demora em
desculpar alguém; no entanto, recomendou
perdoemos setenta vezes sete vezes; naturalmente,
não nos perseguirá pela nossa dificuldade em
simpatizar com irmãos atualmente menos felizes
que nós.
Por que Jesus não apressa a evolução humana? 2/3
Esforçou-se, contudo,
para que nos amemos
uns aos outros. Não
virá em pessoa obrigar-
nos a assumir
determinada atitude
evangélica, mas traçou
todas as disposições
necessárias ao
estabelecimento de
roteiros para a prática
do bem.
Por que Jesus não apressa a evolução humana? 3/3
“Porque eu desci do céu, não para fazer a
minha vontade, mas a vontade daquele
que me enviou.“
(João 6:38)
“Por que
dormis?
Levantai-vos
e orai, para
que não entreis
em tentação.”
(Lucas 22:46)
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O discípulo aplicado assevera:
- De mim mesmo, nada possuo de bom, mas Jesus me suprirá
de recursos, segundo as minhas necessidades.
- Não disponho de perfeito conhecimento do caminho, mas
Jesus me conduzirá.
O aprendiz preguiçoso declara:
- Não descreio da bondade de Jesus, mas não tenho forças
para o trabalho cristão.
O “mas” e os discípulos 1/4
“Tudo posso naquele que me fortalece.”
Paulo. (Filipenses, 4:13).
Livro Pão Nosso, Emmanuel, Francisco C. Xavier
- Sei que o caminho permanece em Jesus, mas o mundo não
me permite segui-lo.
O primeiro galga a montanha da decisão. Identifica as
próprias fraquezas, entretanto, confia no Divino Amigo e
delibera viver-lhe as lições.
O segundo estima o descanso no vale fundo da experiência
inferior. Reconhece as graças que o Mestre lhe conferiu,
todavia, prefere furtar-se a elas.
O “mas” e os discípulos 2/4
O primeiro fixou a mente na luz divina e segue adiante. O
segundo parou o pensamento nas próprias limitações.
O “mas” é a conjunção que, nos processos verbalistas,
habitualmente nos define a posição íntima perante o
Evangelho. Colocada à frente do Santo Nome, exprime-nos a
firmeza e a confiança, a fé e o valor, contudo,
localizada depois dele, situa-nos a indecisão e a
ociosidade, a impermeabilidade e a indiferença.
Três letras apenas denunciam-nos o rumo.
O “mas” e os discípulos 3/4
- Assim recomendam meus princípios, mas Jesus pede outra
coisa.
- Assim aconselha Jesus, mas não posso fazê-lo.
Através de uma palavra pequena e simples, fazemos a
profissão de fé ou a confissão de ineficiência.
Lembremo-nos de que Paulo de Tarso, não obstante
apedrejado e perseguido, conseguiu afirmar, vitorioso, aos
filipenses: - “Tudo posso naquele que me fortalece.”
O “mas” e os discípulos 4/4
Jesus está entre nós e apressa a evolução!
Na Estrada de Emaús
“Mas os olhos deles
estavam como que
fechados, para que o
não conhecessem.” —
(LUCAS, 24:16.)
Para vencer a jornada laboriosa, é preciso aprender com
Alguém que foi o Caminho, a Verdade e a Vida.
Ele não era conquistador e fundou o maior de todos os
domínios, não era geógrafo e descortinou os sublimes
continentes da imortalidade, não era legislador e iluminou os
códigos do mundo, não era filósofo e resolveu os enigmas da
alma, não era juiz e ensinou a justiça com
misericórdia, não era teólogo e revelou a fé viva, não
era sacerdote e fez o sermão inesquecível, ...
Brilhe Vossa Luz 1/5
Livro Entrevistando André Luiz, Jamiro dos Santos Filho. Trecho citado extraído do Livro
Apostilas da Vida, André Luiz, psicografia de Francisco C. Xavier
não era diplomata e trouxe a fórmula da paz, não era médico e
limpou leprosos, restaurou a visão dos cegos e levantou
paralíticos do corpo e do espírito, não era cirurgião e extirpou a
chaga da animalidade primitiva, não era sociólogo e estabeleceu
a solidariedade humana, não era cientista e foi o sábio dos
sábios, não era escritor e deixou ao Planeta o maior dos
Livros, não era advogado e defendeu a causa da Humanidade
inteira, não era engenheiro e traçou caminhos imperecíveis,
não era economista e ensinou a distribuição dos bens da vida
a cada um por suas obras, não era guerreiro e continua
conquistando as almas há quase vinte séculos, ...
Brilhe Vossa Luz 2/5
não era químico e transformou a lama das paixões em ouro da
espiritualidade superior, não era físico e edificou o equilíbrio
da Terra, não era astrônomo e desvendou os mundos novos
da imensidade, enriquecendo de luz o porvir humano, não era
escultor e modelou corações, convertendo-os em poemas
vivos de bondade e esperança.
Ele foi o Mestre, o Salvador, o Companheiro, o Amigo Certo,
humilde na manjedoura, devotado no amor aos infelizes,
sublime em todas as lições, forte, otimista e fiel ao Supremo
Senhor até a cruz.
Brilhe Vossa Luz 3/5
Bem aventurados os seus discípulos sinceros, que se
transformam em servidores do mundo por amor ao seu
amor!
Valiosa é a experiência do homem, bela é a ciência da Terra,
nobre é a filosofia religiosa que ilumina os conhecimentos
terrestres, admiráveis é a indústria das nações, vigorosa é a
inteligência das criaturas; maravilhosos são os sistemas
políticos dos povos mais cultos, entretanto, sem Cristo, a
grandeza humana pode não passar de relâmpago dentro da
noite espessa.
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Acenda cada aprendiz do Evangelho a lâmpada do coração.
Não importa seja essa lâmpada pequenina.
A humilde chama da vela distante é irmã da claridade radiosa
da estrela.
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permaneça brilhando em nossa jornada sobre
abismos, até a vitória final no porto da
grande libertação.
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Eu sou o pão da vida. João, 6.48
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Estudos Espíritas,
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A Pergunta que fica...
Para onde você
quer que Jesus te
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• Livro Obreiros da Vida Eterna, André Luiz, psicografia de Francisco C. Xavier
• Livro Apostilas da Vida, André Luiz, psicografia de Francisco C. Xavier
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Jesus - O Amor na forma humana (1a. edição)

  • 1.
  • 2.
  • 3. “Jesus.” Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava. O Livro dos Espíritos, Da Lei Divina ou Natural, Allan Kardec 625. Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?
  • 4. 4
  • 5. Semelhante declaração do Mestre ressoa em nossas fibras mais íntimas. Ninguém sabia amar tanto quanto Ele, contudo, era o primeiro a reconhecer a conveniência da partida, em favor dos companheiros. Que teria acontecido se Jesus teimasse em permanecer? “Todavia, digo-vos a verdade: a vós convém que eu vá.” – Jesus. (João, 16:7.) Separação 1/2 Livro Pão Nosso, Pensamentos, Emmanuel, Francisco C. Xavier
  • 6. Provavelmente, as multidões terrestres teriam acentuado as tendências egoísticas, consolidando-as. Porque o Divino Amigo havia buscado Lázaro no sepulcro, ninguém mais se resignaria à separação pela morte. Por se haverem limpado alguns leprosos ninguém aceitaria, de futuro, a cooperação proveitosa das moléstias físicas. O resultado lógico seria a perturbação geral no mecanismo evolutivo. O Mestre precisava ausentar-se para que o esforço de cada um se fizesse visível no plano divino da obra mundial. De outro modo, seria perpetuar a indolência de uns e o egoísmo de outros. Separação 2/2
  • 7. A terceira tentação: Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então disse-lhe Jesus: Vai- te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás (Deuteronômio 6:13) Jesus escolheu dar o exemplo
  • 8. O Mestre aproveita as qualidades utilizáveis do discípulo, em determinado setor do aprendizado, adiando, por misericórdia, a melhoria e o aprimoramento de certas zonas obscuras da personalidade. Por vezes, o aprendiz retarda-se meses, anos, séculos... Jesus não é senhor da violência e nunca impõe drásticos à obra evolutiva. É cultivador do trabalho, da esperança. Por que Jesus não apressa a evolução humana? 1/3 Livro Entrevistando André Luiz, Jamiro dos Santos Filho. Trecho citado extraído do Livro Obreiros da Vida Eterna, André Luiz, psicografia de Francisco C. Xavier
  • 9. Aguardará sempre, compassivo e bondoso, nossas decisões de colaborar no apostolado redentor, suportará nossas faltas muitas vezes; entretanto, em nosso próprio interesse, deveremos atentar, vigilantes, para os seus ensinamentos, com a sincera disposição de aplicá-los. Sem dúvida, não nos fulminará com raios destruidores pela nossa demora em desculpar alguém; no entanto, recomendou perdoemos setenta vezes sete vezes; naturalmente, não nos perseguirá pela nossa dificuldade em simpatizar com irmãos atualmente menos felizes que nós. Por que Jesus não apressa a evolução humana? 2/3
  • 10. Esforçou-se, contudo, para que nos amemos uns aos outros. Não virá em pessoa obrigar- nos a assumir determinada atitude evangélica, mas traçou todas as disposições necessárias ao estabelecimento de roteiros para a prática do bem. Por que Jesus não apressa a evolução humana? 3/3
  • 11. “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.“ (João 6:38) “Por que dormis? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação.” (Lucas 22:46) Biblia Sagrada, ww.bilbiaoline.com.br
  • 12. O discípulo aplicado assevera: - De mim mesmo, nada possuo de bom, mas Jesus me suprirá de recursos, segundo as minhas necessidades. - Não disponho de perfeito conhecimento do caminho, mas Jesus me conduzirá. O aprendiz preguiçoso declara: - Não descreio da bondade de Jesus, mas não tenho forças para o trabalho cristão. O “mas” e os discípulos 1/4 “Tudo posso naquele que me fortalece.” Paulo. (Filipenses, 4:13). Livro Pão Nosso, Emmanuel, Francisco C. Xavier
  • 13. - Sei que o caminho permanece em Jesus, mas o mundo não me permite segui-lo. O primeiro galga a montanha da decisão. Identifica as próprias fraquezas, entretanto, confia no Divino Amigo e delibera viver-lhe as lições. O segundo estima o descanso no vale fundo da experiência inferior. Reconhece as graças que o Mestre lhe conferiu, todavia, prefere furtar-se a elas. O “mas” e os discípulos 2/4
  • 14. O primeiro fixou a mente na luz divina e segue adiante. O segundo parou o pensamento nas próprias limitações. O “mas” é a conjunção que, nos processos verbalistas, habitualmente nos define a posição íntima perante o Evangelho. Colocada à frente do Santo Nome, exprime-nos a firmeza e a confiança, a fé e o valor, contudo, localizada depois dele, situa-nos a indecisão e a ociosidade, a impermeabilidade e a indiferença. Três letras apenas denunciam-nos o rumo. O “mas” e os discípulos 3/4
  • 15. - Assim recomendam meus princípios, mas Jesus pede outra coisa. - Assim aconselha Jesus, mas não posso fazê-lo. Através de uma palavra pequena e simples, fazemos a profissão de fé ou a confissão de ineficiência. Lembremo-nos de que Paulo de Tarso, não obstante apedrejado e perseguido, conseguiu afirmar, vitorioso, aos filipenses: - “Tudo posso naquele que me fortalece.” O “mas” e os discípulos 4/4
  • 16.
  • 17. Jesus está entre nós e apressa a evolução! Na Estrada de Emaús “Mas os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem.” — (LUCAS, 24:16.)
  • 18. Para vencer a jornada laboriosa, é preciso aprender com Alguém que foi o Caminho, a Verdade e a Vida. Ele não era conquistador e fundou o maior de todos os domínios, não era geógrafo e descortinou os sublimes continentes da imortalidade, não era legislador e iluminou os códigos do mundo, não era filósofo e resolveu os enigmas da alma, não era juiz e ensinou a justiça com misericórdia, não era teólogo e revelou a fé viva, não era sacerdote e fez o sermão inesquecível, ... Brilhe Vossa Luz 1/5 Livro Entrevistando André Luiz, Jamiro dos Santos Filho. Trecho citado extraído do Livro Apostilas da Vida, André Luiz, psicografia de Francisco C. Xavier
  • 19. não era diplomata e trouxe a fórmula da paz, não era médico e limpou leprosos, restaurou a visão dos cegos e levantou paralíticos do corpo e do espírito, não era cirurgião e extirpou a chaga da animalidade primitiva, não era sociólogo e estabeleceu a solidariedade humana, não era cientista e foi o sábio dos sábios, não era escritor e deixou ao Planeta o maior dos Livros, não era advogado e defendeu a causa da Humanidade inteira, não era engenheiro e traçou caminhos imperecíveis, não era economista e ensinou a distribuição dos bens da vida a cada um por suas obras, não era guerreiro e continua conquistando as almas há quase vinte séculos, ... Brilhe Vossa Luz 2/5
  • 20. não era químico e transformou a lama das paixões em ouro da espiritualidade superior, não era físico e edificou o equilíbrio da Terra, não era astrônomo e desvendou os mundos novos da imensidade, enriquecendo de luz o porvir humano, não era escultor e modelou corações, convertendo-os em poemas vivos de bondade e esperança. Ele foi o Mestre, o Salvador, o Companheiro, o Amigo Certo, humilde na manjedoura, devotado no amor aos infelizes, sublime em todas as lições, forte, otimista e fiel ao Supremo Senhor até a cruz. Brilhe Vossa Luz 3/5
  • 21. Bem aventurados os seus discípulos sinceros, que se transformam em servidores do mundo por amor ao seu amor! Valiosa é a experiência do homem, bela é a ciência da Terra, nobre é a filosofia religiosa que ilumina os conhecimentos terrestres, admiráveis é a indústria das nações, vigorosa é a inteligência das criaturas; maravilhosos são os sistemas políticos dos povos mais cultos, entretanto, sem Cristo, a grandeza humana pode não passar de relâmpago dentro da noite espessa. Brilhe Vossa Luz 4/5
  • 22. Acenda cada aprendiz do Evangelho a lâmpada do coração. Não importa seja essa lâmpada pequenina. A humilde chama da vela distante é irmã da claridade radiosa da estrela. É indispensável, porém, que toda a luz do Senhor permaneça brilhando em nossa jornada sobre abismos, até a vitória final no porto da grande libertação. Brilhe Vossa Luz 5/5 Livro Apostilas da Vida, André Luiz, psicografia de Francisco C. Xavier
  • 23. Eu sou o pão da vida. João, 6.48 Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. João, 8.12 Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. João, 10.9,10 Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. João, 14.6 Biblia do Caminho - Estudos Espíritas, http://bibliadocaminho.com/
  • 24. A Pergunta que fica... Para onde você quer que Jesus te conduza?
  • 25. • O Livro dos Espíritos, Allan Kardec • O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec • Livro Pão Nosso, Pensamentos, Emmanuel, Francisco C. Xavier • Livro Entrevistando André Luiz, Jamiro dos Santos Filho • Livro Obreiros da Vida Eterna, André Luiz, psicografia de Francisco C. Xavier • Livro Apostilas da Vida, André Luiz, psicografia de Francisco C. Xavier • Biblia Sagrada, ww.bilbiaoline.com.br • Biblia do Caminho - Estudos Espíritas, http://bibliadocaminho.com/ Slides da apresentação: https://pt.slideshare.net/ricardoazevedo9216 Referências Bibliográficas

Notas do Editor

  1. “Tudo posso naquele que me fortalece” Paulo. (FILIPENSES, 4:13)