ESTUDO
CASO-
CONTROLE
 AILDA OLIVEIRA
 CARLENE RAMOS
 EDJAN SILVA
 HIAGO LOPES
Expostos
Não
Expostos
Expostos
Não
Expostos
Doentes
Sadios
Estudo Retrospectivo
Os estudos tipo caso-controle
caracterizam-se, á semelhança
dos estudos de coorte por serem
observacionais, ou seja, não há
intervenção por parte do
Investigador.
Situações como as encontra-
das em surtos epidêmicos ou
diante de agravos desconhe-
cidos, em que é indispensável
a identificação urgente da etio-
logia da doença com o objeti-
vo de uma imediata ação de
controle.
Esse delineamento permite,
de forma rápida e pouco dis-
pendiosa, a investigação de
fatores de risco associados
a doenças raras e de longo
período de latência.
 Memória dos casos
e dos controles.
 Seleção de casos e
controles.
 Critério diagnostico;
 Aspectos variedades clínicas;
 Estadiamento da doença;
 Emprego de casos ocorridos num intervalo definido de
tempo (incidência) ou de casos prevalentes em
determinado momento;
 Fonte dos casos, que podem ser todos os atendidos
por um ou mais serviços médicos ou todos doentes
encontrados na população.
FÁCIL
EXECUÇÃO
SELEÇÃO DOS
CONTROLES
INFORMAÇÕES
INCORRETAS
BAIXO CUSTO
+
CURTA
DURAÇÃO
MEMÓRIA
CALCULO
DIRETO
 ESTUDO CASO-CONTROLE
 POPULAÇÃO DO ESTUDO
 SELEÇÃO DOS CASOS
 SELEÇÃO DOS CONTROLES
 COLETA DE DADOS
 ANÁLISE DOS DADOS
O cálculo amostral para o estudo foi realizado em conformidade com as orientações para
cálculo de amostras para Estudos Caso-Controle com múltiplos controles por caso
(Schlesselman, 1982). Fórmula de Cálculo: n= [Zα√(1+1/c).p’.q’ + Zβ√p1.q1+ p0.q0/c]2/(
p1-p0)2
Onde:
n= número de casos necessários; c= número de controles por caso; n.c= número de
controles necessários
α= nível de significância; β= erro (complementar ao poder (1- β) do estudo)
Zα e Zβ= valores da curva normal padrão correspondentes a α e β
p0= probabilidade estimada de exposição entre controles; q0= 1 - p0
R= Risco Relativo (Odds Ratio) mínimo que se deseja detectar no estudo
p1= p0. R/[1+ p0(R-1)]; q1= 1- p1
p’= (p1+c. p0)/(1+c); q’= 1-p’
• http://portalses.saude.sc.gov.br/arquivos/sala_de_leit
ura/saude_e_cidadania/ed_07/08_08.html. Acesso em
09/05/15 ás 18:14
• Wakimoto, Mayumi Duarte Fatores associados ao dengue
grave em crianças - estudo caso-controle em três hospitais
pediátricos no município do Rio de Janeiro. / Mayumi Duarte
Wakimoto. -- 2011. Acesso em 09 /05/2015 –as 18:56
REFERÊNCIAS

Estudo caso controle

  • 1.
  • 2.
     AILDA OLIVEIRA CARLENE RAMOS  EDJAN SILVA  HIAGO LOPES
  • 4.
    Expostos Não Expostos Expostos Não Expostos Doentes Sadios Estudo Retrospectivo Os estudostipo caso-controle caracterizam-se, á semelhança dos estudos de coorte por serem observacionais, ou seja, não há intervenção por parte do Investigador.
  • 5.
    Situações como asencontra- das em surtos epidêmicos ou diante de agravos desconhe- cidos, em que é indispensável a identificação urgente da etio- logia da doença com o objeti- vo de uma imediata ação de controle. Esse delineamento permite, de forma rápida e pouco dis- pendiosa, a investigação de fatores de risco associados a doenças raras e de longo período de latência.
  • 6.
     Memória doscasos e dos controles.  Seleção de casos e controles.
  • 7.
     Critério diagnostico; Aspectos variedades clínicas;  Estadiamento da doença;  Emprego de casos ocorridos num intervalo definido de tempo (incidência) ou de casos prevalentes em determinado momento;  Fonte dos casos, que podem ser todos os atendidos por um ou mais serviços médicos ou todos doentes encontrados na população.
  • 8.
  • 10.
     ESTUDO CASO-CONTROLE POPULAÇÃO DO ESTUDO  SELEÇÃO DOS CASOS  SELEÇÃO DOS CONTROLES  COLETA DE DADOS  ANÁLISE DOS DADOS
  • 11.
    O cálculo amostralpara o estudo foi realizado em conformidade com as orientações para cálculo de amostras para Estudos Caso-Controle com múltiplos controles por caso (Schlesselman, 1982). Fórmula de Cálculo: n= [Zα√(1+1/c).p’.q’ + Zβ√p1.q1+ p0.q0/c]2/( p1-p0)2 Onde: n= número de casos necessários; c= número de controles por caso; n.c= número de controles necessários α= nível de significância; β= erro (complementar ao poder (1- β) do estudo) Zα e Zβ= valores da curva normal padrão correspondentes a α e β p0= probabilidade estimada de exposição entre controles; q0= 1 - p0 R= Risco Relativo (Odds Ratio) mínimo que se deseja detectar no estudo p1= p0. R/[1+ p0(R-1)]; q1= 1- p1 p’= (p1+c. p0)/(1+c); q’= 1-p’
  • 12.
    • http://portalses.saude.sc.gov.br/arquivos/sala_de_leit ura/saude_e_cidadania/ed_07/08_08.html. Acessoem 09/05/15 ás 18:14 • Wakimoto, Mayumi Duarte Fatores associados ao dengue grave em crianças - estudo caso-controle em três hospitais pediátricos no município do Rio de Janeiro. / Mayumi Duarte Wakimoto. -- 2011. Acesso em 09 /05/2015 –as 18:56 REFERÊNCIAS