SlideShare uma empresa Scribd logo
Café Cultural da
Comunidade Espírita Casa
de Oração Luz
Urbano Félix Pugliese
Espiritualidade e
sexualidade: Diferenças e
semelhanças
Variáveis trabalhadas pela Academia
para resolver problemas:
2
Variáveis trabalhadas pela Academia
para resolver problemas:
3
Raça/etnia
Gênero
Classe
social
Organização Mundial de Saúde:
A sexualidade é um aspecto central do ser humano
ao longo da vida e abrange sexo, identidades e
papéis de gênero, orientação sexual, erotismo,
prazer, intimidade e reprodução. A sexualidade é
vivida e expressa em pensamentos, fantasias,
desejos, crenças, atitudes, valores, comportamentos,
práticas, papéis e relacionamentos. Enquanto a
sexualidade pode incluir todas essas dimensões, nem
todas elas são sempre vivenciadas ou expressas. A
sexualidade é influenciada pela interação de fatores
biológicos, psicológicos, sociais, econômicos,
políticos, culturais, éticos, legais, históricos,
religiosos e espirituais. 4
5
Atualidades:
 O século XX foi desenvolvido na físicaO século XX foi desenvolvido na física
(carros, foguetes, máquinas);(carros, foguetes, máquinas);
 O século XXI inicia-se com promessas deO século XXI inicia-se com promessas de
avanço na biologia (genoma, engenhariaavanço na biologia (genoma, engenharia
genética);genética);
 Assim, hoje em dia há a mescla dasAssim, hoje em dia há a mescla das
novidades maquinais com a corporeidadenovidades maquinais com a corporeidade
humana; ehumana; e
 Aquilo que não é humano é chamado deAquilo que não é humano é chamado de
“processo de ciborguização” (não-humano;“processo de ciborguização” (não-humano;
pós-humano; pós-humanidade).pós-humano; pós-humanidade).
6
Princípio da Singularidade:
 ““Até 2030 todos seremosAté 2030 todos seremos
máquinas” e “Não morreremosmáquinas” e “Não morreremos
mais” Raymond Kurzweil; emais” Raymond Kurzweil; e
 Turritopsis nutriculaTurritopsis nutricula..
7
Atualidades:
8
Atualidades:
 Surdez: novo tratamento comSurdez: novo tratamento com
células-tronco recupera 46% dacélulas-tronco recupera 46% da
audição em cobaias; eaudição em cobaias; e
 Célula-tronco devolveCélula-tronco devolve
sensibilidade a pacientes comsensibilidade a pacientes com
paralisia.paralisia.
Universidade de Pittsburgh/EUA:
 Notícia do Globo de 13/10/2016:
“Conseguiram fazer pela primeira vez que
um homem tetraplégico sentisse quando
partes da mão de um braço robótico
controlado por ele por meio de uma
interface cérebro-máquina eram tocadas. O
cobaia do experimento, Nathan Copeland,
de 28 anos, pode sentir o toque do
presidente dos Estados Unidos, Barack
Obama.”
9
Interface entre máquina e humano:
10
Nomenclatura a respeito do tema:
 Sexo biológico: Homem, intersexual e
mulher;
 Orientação sexual: Bissexual, heterossexual
e homossexual;
 Gênero:
1)Identidade de gênero: Homem, mulher e
travesti; e
2) Expressão de gênero: andrógina, feminina e
masculina. 11
A bíblia:
Levítico (18:22): Não dormirás com um
homem como se dorme com mulher: é uma
abominação;
― Não te deitarás com um homem, como se
fosse mulher: isso é uma abominação;
― Não usarás do macho, como se fosse
fêmea, porque isto é uma abominação; e
― Cum masculo non commisceberis coitu
femineo: abominatio est.
12
A bíblia:
Levítico (20:13) ―Se um homem dormir com outro, como
se fosse com mulher, ambos cometem uma abominação e
serão punidos com a morte: seu sangue cairá sobre eles;
― Se um homem dormir com outro homem, como se fosse
mulher, ambos cometerão uma coisa abominável. Serão
punidos de morte e levarão a sua culpa;
― Aquele que dormir com macho, abusando dele como
se fosse fêmea, morram ambos de morte, como quem
cometeu um crime execrável: o seu sangue recais sobre
eles; e
― Qui dormierit cum masculo coitu femineo, uterque
operatus est nefas, morte moriantur: sit sanguis eorum
super eos.‖ 13
A bíblia:
Paulo, aos Romanos (1:26-27): Por tudo isso, Deus os
entregou a paixões vergonhosas: tanto as mulheres
substituíram a relação natural por uma relação antinatural,
como também os homens abandonaram a relação sexual
com a mulher e arderam de paixão uns pelos outros,
praticando a torpeza homem com homem e recebendo em
si mesmos a devida paga de seus desvios; e
― Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as
suas mulheres mudaram as relações naturais em relações
contra a natureza. Do mesmo modo também os homens,
deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns
para com os outros, cometendo homens com homens a
torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu14
A bíblia:
― Por isso os entregou Deus a paixões de ignomínia. Porque
as suas mulheres mudaram o natural uso em outro uso, que é
contra a natureza. E assim mesmo também os homens,
deixado o natural uso das mulheres, arderam nos seus
desejos mutuamente, cometendo homens com homens a
torpeza, e recebendo em si mesmos a paga que era devida ao
seu pecado.; e
― Propterea tradidit illos Deus in passiones ignominiae.
Nam et feminae eorum immutaverunt naturalem usum in
eum, qui est contra naturam; similiter et masculi, relicto
naturali usu feminae, exarserunt in desideriis suis in invicem,
masculi in masculos turpitudinem operantes et mercedem,
quam oportuit, erroris sui in
semetipsis recipientes. 15
A bíblia:
1ª aos Coríntios (6:9-10): ―Porventura ignorais que
os injustos não terão parte no reino de Deus? Não
vos iludais: os libertinos, idólatras, adúlteros,
efeminados, sodomitas, os ladrões, gananciosos,
beberrões, maldizentes, estelionatários, ninguém
desses terá parte no reino de Deus; e
― Acaso não sabeis que os injustos não hão de
possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os
impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os
efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem
os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores,
nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus.16
A bíblia:
― Acaso não sabeis que os iníquos não hão de possuir
o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os
crapulosos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os
efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem
os avarentos, nem os que se dão as bebedices, nem os
maldizentes, nem os roubadores hão de possuir o reino
de Deus.
― An nescitis quia iniqui regnum Dei non
possidebunt? Nolite errare: neque fornicarii neque
idolis servientes neque adulteri neque molles neque
masculorum concubitores neque fures neque avari, non
ebriosi, non maledici, non rapaces regnum Dei
possidebunt. 17
Espiritismo:
Questão 200 (O Livro dos Espíritos) sob o título
de Sexos nos espíritos: ―Têm sexos os
Espíritos? ―Não como o entendeis, pois que‖
os sexos dependem da organização. Há entre
eles amor e simpatia, mas baseados na
concordância dos sentimentos.
Questão 201 (O Livro dos Espíritos) ― Em
nova existência, pode o Espírito que animou o
corpo de um homem animar o de uma mulher e
vice-versa?―Decerto; são os mesmos os
Espíritos que animam os homens e as mulheres.18
19
Pós-humanidade sexual:
 Pode-se ser homem e mulher ao mesmoPode-se ser homem e mulher ao mesmo
tempo? (ou nenhum dos dois?)tempo? (ou nenhum dos dois?)
 Os papeis sociais podem mudar?Os papeis sociais podem mudar?
 O que define o sexo? O que define oO que define o sexo? O que define o
sexo juridicamente?;sexo juridicamente?;
 Sexo biológico: morfológico, endócrino,Sexo biológico: morfológico, endócrino,
genético; egenético; e
 A religião pode influenciar?A religião pode influenciar?
20
Fases da vida humana:
 A criança, o adolescente, o jovem, oA criança, o adolescente, o jovem, o
adulto e o idoso vivem a sexualidade deadulto e o idoso vivem a sexualidade de
forma diferente;forma diferente;
 O Direito controla a sexualidade emO Direito controla a sexualidade em
diversas fases da vida dos seresdiversas fases da vida dos seres
humanos; ehumanos; e
 ““Casamentos precoces” eram umaCasamentos precoces” eram uma
constante (Carlota Joaquina casou comconstante (Carlota Joaquina casou com
D. João aos 10 (dez) anos).D. João aos 10 (dez) anos).
21
Como classificar?
 O pênis faz o homem e a vagina faz aO pênis faz o homem e a vagina faz a
mulher?mulher?
 O impedimento da existência jurídica doO impedimento da existência jurídica do
universo trans quebra a dignidade dauniverso trans quebra a dignidade da
pessoa humana e o princípio dapessoa humana e o princípio da
igualdade?igualdade?
 Há a necessidade de classificação doHá a necessidade de classificação do
bebê?bebê?
 A ausência de norma gera injustiças?; eA ausência de norma gera injustiças?; e
 Quando houver a norma, bastará?Quando houver a norma, bastará?
22
Orientação sexual:
 Dificuldade de definição;Dificuldade de definição;
 Ser ou fazer?Ser ou fazer?
 Desejo sendo primordial;Desejo sendo primordial;
 ConceitosConceitos: Bissexual, heterossexual e: Bissexual, heterossexual e
Homossexual;Homossexual;
 Não existe pureza em nenhuma dasNão existe pureza em nenhuma das
formas de orientação; eformas de orientação; e
 O Direito não leva em consideração aO Direito não leva em consideração a
variável para proteger os seres humanos.variável para proteger os seres humanos.
23
Gênero:
Joan Scott: “O gênero é um elemento constitutivo deJoan Scott: “O gênero é um elemento constitutivo de
relações sociais baseado nas diferenças percebidasrelações sociais baseado nas diferenças percebidas
entre os sexos, e o gênero é uma forma primeira deentre os sexos, e o gênero é uma forma primeira de
significar as relações de poder.”;significar as relações de poder.”;
Gabrielle Houbre: “Para mim, o conceito gênero trataGabrielle Houbre: “Para mim, o conceito gênero trata
da construção social e cultural dos sexos, dasda construção social e cultural dos sexos, das
identidades sexuais, tema com o qual venhoidentidades sexuais, tema com o qual venho
trabalhando bastante.”trabalhando bastante.”
ee
Gênero, assim, é uma palavra transcendente aoGênero, assim, é uma palavra transcendente ao
corpo. Reflete na corporeidade mas, é uma formaçãocorpo. Reflete na corporeidade mas, é uma formação
supracorpórea de inúmeras complexidades.supracorpórea de inúmeras complexidades.
24
Gênero:
 Enézio Silva Júnior: “Categoria relacionalEnézio Silva Júnior: “Categoria relacional
contextual mais ampla, que contempla oscontextual mais ampla, que contempla os
conflitos ou desafios na formação e nasconflitos ou desafios na formação e nas
escolhas das pessoas dentro das vastasescolhas das pessoas dentro das vastas
possibilidades ante a plasticidade dos seuspossibilidades ante a plasticidade dos seus
corpos, tudo isso conectado com outroscorpos, tudo isso conectado com outros
sistemas de modo complexo.”; esistemas de modo complexo.”; e
 Beatriz Preciado: “O conceito de gênero é,Beatriz Preciado: “O conceito de gênero é,
antes de tudo, uma noção sexopolítica, mesmoantes de tudo, uma noção sexopolítica, mesmo
antes de se tornar uma ferramenta teórica doantes de se tornar uma ferramenta teórica do
feminismo americano.”feminismo americano.”
25
Gênero (divisões):
a) Identidade de gêneroa) Identidade de gênero: Homem, mulher e: Homem, mulher e
travesti;travesti;
A transexualidade é o quê?A transexualidade é o quê?
b) Expressão de gênerob) Expressão de gênero: Andrógina, feminina e: Andrógina, feminina e
masculina;masculina;
OO habitushabitus sendo importante para entender assendo importante para entender as
questões; equestões; e
Jean Wyllys e Erika Kokay (projeto de Lei n.Jean Wyllys e Erika Kokay (projeto de Lei n.
5.022/2013, denominado João Walter Nery): versa5.022/2013, denominado João Walter Nery): versa
a respeito da possibilidade da realização daa respeito da possibilidade da realização da
afirmação dos direitos humanos, fundamentais e deafirmação dos direitos humanos, fundamentais e de
personalidade da própria sexualidade humana.personalidade da própria sexualidade humana.
26
Será que só existem dois
sexos/gêneros?
Pierre Clastres: Texto: “O arco e o cesto” fala
dos kyrypy-meno na sociedade Guaiaqui
(Paraguai);
Mitologia africana: Logum Edé. (filho de
Oxóssi e Oxum); e
Mitologia grega: O banquete de Platão, o mito
dos andróginos.
27
Berdache – “Dois espíritos”
(América do Norte):
28
Fa´afafine (Samoa):
29
Fakaleiti (Tonga):
30
Hijra (Índia):
31
Kathoey (Tailândia):
32
Mahu (Havaí):
33
Mukhannathun, Khanith, Xanith ou Kuntha -
hermafrodita - (Cultura árabe):
34
Muxe ou muxhe (México - cultura
Zapoteca):
35
Virgem Juramentada
(Balcãs):
36
Caso atual: Coy Mathis (E.E.U.U. –
Denver - Colorado):
37
Casos famosos:
SHILOH
Chaz
Bono
Thomas
Beatie
38
Casos famosos brasileiros:
Coccinelle, Rogéria, Cláudia Wonder e
Marcinha do Corintho
Telma Lipp, Roberta Close e Patrícia Araújo
39
Casos famosos brasileiros:
Sônia
Felipa Tavares, Carol Marra e Léa T
Ariadna, Nany People e Bianca
40
Casos famosos brasileiros:
João
Nery
FIM
41

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Educação e Direitos Humanos Aula 8 - Enfoques metodológicos no ensino e apr...
Educação e Direitos Humanos   Aula 8 - Enfoques metodológicos no ensino e apr...Educação e Direitos Humanos   Aula 8 - Enfoques metodológicos no ensino e apr...
Educação e Direitos Humanos Aula 8 - Enfoques metodológicos no ensino e apr...
Cleide Magáli dos Santos
 
Convenção das Pessoas com Deficiência Comentada
Convenção das Pessoas com Deficiência ComentadaConvenção das Pessoas com Deficiência Comentada
Convenção das Pessoas com Deficiência Comentada
Hudson Augusto
 
Direitos da mulher
Direitos da mulherDireitos da mulher
Direitos da mulher
Alex Lara
 
Artigo racismo sexismo e eugenia
Artigo racismo sexismo e eugeniaArtigo racismo sexismo e eugenia
Artigo racismo sexismo e eugenia
População Negra e Saúde
 
Dia/direitos das mulheres
Dia/direitos das mulheresDia/direitos das mulheres
Dia/direitos das mulheres
bejr
 
Convenção onu sobre os direitos das pessoas com deficiência 2007 resumo
Convenção onu sobre os direitos das pessoas com deficiência 2007   resumoConvenção onu sobre os direitos das pessoas com deficiência 2007   resumo
Convenção onu sobre os direitos das pessoas com deficiência 2007 resumo
clebervaldeci
 
I encontro regional das pessoas com deficiênciaa
I encontro regional das pessoas com deficiênciaaI encontro regional das pessoas com deficiênciaa
I encontro regional das pessoas com deficiênciaa
Wildete Silva
 
Os direitos das mulheres
Os direitos das mulheresOs direitos das mulheres
Os direitos das mulheres
Natercia
 
Governo e Território
Governo e TerritórioGoverno e Território
Governo e Território
Vitor Vieira Vasconcelos
 
Ética & Temas Transdisciplinares
Ética & Temas Transdisciplinares Ética & Temas Transdisciplinares
Ética & Temas Transdisciplinares
Carmem Rocha
 
Racismo
RacismoRacismo
Racismo
Ana Barros
 
Jorge Floriano - MP/RS - Direitos Humanos
Jorge Floriano - MP/RS - Direitos HumanosJorge Floriano - MP/RS - Direitos Humanos
Jorge Floriano - MP/RS - Direitos Humanos
alexrrosaueja
 
Direitos Humanos em Acção ME
Direitos Humanos em Acção MEDireitos Humanos em Acção ME
Direitos Humanos em Acção ME
Maria Santos
 

Mais procurados (13)

Educação e Direitos Humanos Aula 8 - Enfoques metodológicos no ensino e apr...
Educação e Direitos Humanos   Aula 8 - Enfoques metodológicos no ensino e apr...Educação e Direitos Humanos   Aula 8 - Enfoques metodológicos no ensino e apr...
Educação e Direitos Humanos Aula 8 - Enfoques metodológicos no ensino e apr...
 
Convenção das Pessoas com Deficiência Comentada
Convenção das Pessoas com Deficiência ComentadaConvenção das Pessoas com Deficiência Comentada
Convenção das Pessoas com Deficiência Comentada
 
Direitos da mulher
Direitos da mulherDireitos da mulher
Direitos da mulher
 
Artigo racismo sexismo e eugenia
Artigo racismo sexismo e eugeniaArtigo racismo sexismo e eugenia
Artigo racismo sexismo e eugenia
 
Dia/direitos das mulheres
Dia/direitos das mulheresDia/direitos das mulheres
Dia/direitos das mulheres
 
Convenção onu sobre os direitos das pessoas com deficiência 2007 resumo
Convenção onu sobre os direitos das pessoas com deficiência 2007   resumoConvenção onu sobre os direitos das pessoas com deficiência 2007   resumo
Convenção onu sobre os direitos das pessoas com deficiência 2007 resumo
 
I encontro regional das pessoas com deficiênciaa
I encontro regional das pessoas com deficiênciaaI encontro regional das pessoas com deficiênciaa
I encontro regional das pessoas com deficiênciaa
 
Os direitos das mulheres
Os direitos das mulheresOs direitos das mulheres
Os direitos das mulheres
 
Governo e Território
Governo e TerritórioGoverno e Território
Governo e Território
 
Ética & Temas Transdisciplinares
Ética & Temas Transdisciplinares Ética & Temas Transdisciplinares
Ética & Temas Transdisciplinares
 
Racismo
RacismoRacismo
Racismo
 
Jorge Floriano - MP/RS - Direitos Humanos
Jorge Floriano - MP/RS - Direitos HumanosJorge Floriano - MP/RS - Direitos Humanos
Jorge Floriano - MP/RS - Direitos Humanos
 
Direitos Humanos em Acção ME
Direitos Humanos em Acção MEDireitos Humanos em Acção ME
Direitos Humanos em Acção ME
 

Destaque

Direito penal - Campus XV - U uadjkfwehilfneb - como estudar direito penal -...
Direito penal  - Campus XV - U uadjkfwehilfneb - como estudar direito penal -...Direito penal  - Campus XV - U uadjkfwehilfneb - como estudar direito penal -...
Direito penal - Campus XV - U uadjkfwehilfneb - como estudar direito penal -...
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal uneb - por quem estudar - 2017 1
Direito penal   uneb - por quem estudar - 2017 1Direito penal   uneb - por quem estudar - 2017 1
Direito penal uneb - por quem estudar - 2017 1
Urbano Felix Pugliese
 
Aula 02 direito penal i - histórico e introdução ao direito penal
Aula 02   direito penal i - histórico e introdução ao direito penalAula 02   direito penal i - histórico e introdução ao direito penal
Aula 02 direito penal i - histórico e introdução ao direito penal
Urbano Felix Pugliese
 
Introdução à academia ensino, pesquisa e extensão - 2017 1
Introdução à academia   ensino, pesquisa e extensão - 2017 1Introdução à academia   ensino, pesquisa e extensão - 2017 1
Introdução à academia ensino, pesquisa e extensão - 2017 1
Urbano Felix Pugliese
 
Aula 03 direito penal i - fontes do direito penal
Aula 03   direito penal i - fontes do direito penalAula 03   direito penal i - fontes do direito penal
Aula 03 direito penal i - fontes do direito penal
Urbano Felix Pugliese
 
Facemp 2017 - introdução à academia
Facemp   2017 - introdução à academiaFacemp   2017 - introdução à academia
Facemp 2017 - introdução à academia
Urbano Felix Pugliese
 
Facemp 2017 - estudar e escrever
Facemp   2017 - estudar e escreverFacemp   2017 - estudar e escrever
Facemp 2017 - estudar e escrever
Urbano Felix Pugliese
 
Aula 03 04 - direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo ii
Aula 03 04 - direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo iiAula 03 04 - direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo ii
Aula 03 04 - direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo ii
Urbano Felix Pugliese
 
Temas atuais sob a ótica espírita - Emmanuel
Temas atuais sob a ótica espírita  - EmmanuelTemas atuais sob a ótica espírita  - Emmanuel
Temas atuais sob a ótica espírita - Emmanuel
Irene Aguiar
 
Dinheiro, Sexo e Poder
Dinheiro, Sexo e PoderDinheiro, Sexo e Poder
Dinheiro, Sexo e Poder
marckmel
 
Direito penal i lei penal no espaço
Direito penal i   lei penal no espaçoDireito penal i   lei penal no espaço
Direito penal i lei penal no espaço
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal i fontes do direito penal ii
Direito penal i   fontes do direito penal iiDireito penal i   fontes do direito penal ii
Direito penal i fontes do direito penal ii
Urbano Felix Pugliese
 
Semana juridica algemas e inocencia
Semana juridica   algemas e inocenciaSemana juridica   algemas e inocencia
Semana juridica algemas e inocencia
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal iv incolumidade - segurança
Direito penal iv   incolumidade - segurançaDireito penal iv   incolumidade - segurança
Direito penal iv incolumidade - segurança
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal iii introdução a parte especial
Direito penal iii   introdução a parte especialDireito penal iii   introdução a parte especial
Direito penal iii introdução a parte especial
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal iii crimes contra a inviolabilidade dos segredos
Direito penal iii   crimes contra a inviolabilidade dos segredosDireito penal iii   crimes contra a inviolabilidade dos segredos
Direito penal iii crimes contra a inviolabilidade dos segredos
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal iii crimes contra a inviolabilidade do domicílio
Direito penal iii   crimes contra a inviolabilidade do domicílioDireito penal iii   crimes contra a inviolabilidade do domicílio
Direito penal iii crimes contra a inviolabilidade do domicílio
Urbano Felix Pugliese
 
Direitos humanos introdução, histórico e nomeclaturas
Direitos humanos   introdução, histórico e nomeclaturasDireitos humanos   introdução, histórico e nomeclaturas
Direitos humanos introdução, histórico e nomeclaturas
Urbano Felix Pugliese
 
Oficina de novidades do direito penal
Oficina de novidades do direito penalOficina de novidades do direito penal
Oficina de novidades do direito penal
Urbano Felix Pugliese
 
Aula 02 direito penal iii - homicídio
Aula 02   direito penal iii - homicídioAula 02   direito penal iii - homicídio
Aula 02 direito penal iii - homicídio
Urbano Felix Pugliese
 

Destaque (20)

Direito penal - Campus XV - U uadjkfwehilfneb - como estudar direito penal -...
Direito penal  - Campus XV - U uadjkfwehilfneb - como estudar direito penal -...Direito penal  - Campus XV - U uadjkfwehilfneb - como estudar direito penal -...
Direito penal - Campus XV - U uadjkfwehilfneb - como estudar direito penal -...
 
Direito penal uneb - por quem estudar - 2017 1
Direito penal   uneb - por quem estudar - 2017 1Direito penal   uneb - por quem estudar - 2017 1
Direito penal uneb - por quem estudar - 2017 1
 
Aula 02 direito penal i - histórico e introdução ao direito penal
Aula 02   direito penal i - histórico e introdução ao direito penalAula 02   direito penal i - histórico e introdução ao direito penal
Aula 02 direito penal i - histórico e introdução ao direito penal
 
Introdução à academia ensino, pesquisa e extensão - 2017 1
Introdução à academia   ensino, pesquisa e extensão - 2017 1Introdução à academia   ensino, pesquisa e extensão - 2017 1
Introdução à academia ensino, pesquisa e extensão - 2017 1
 
Aula 03 direito penal i - fontes do direito penal
Aula 03   direito penal i - fontes do direito penalAula 03   direito penal i - fontes do direito penal
Aula 03 direito penal i - fontes do direito penal
 
Facemp 2017 - introdução à academia
Facemp   2017 - introdução à academiaFacemp   2017 - introdução à academia
Facemp 2017 - introdução à academia
 
Facemp 2017 - estudar e escrever
Facemp   2017 - estudar e escreverFacemp   2017 - estudar e escrever
Facemp 2017 - estudar e escrever
 
Aula 03 04 - direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo ii
Aula 03 04 - direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo iiAula 03 04 - direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo ii
Aula 03 04 - direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo ii
 
Temas atuais sob a ótica espírita - Emmanuel
Temas atuais sob a ótica espírita  - EmmanuelTemas atuais sob a ótica espírita  - Emmanuel
Temas atuais sob a ótica espírita - Emmanuel
 
Dinheiro, Sexo e Poder
Dinheiro, Sexo e PoderDinheiro, Sexo e Poder
Dinheiro, Sexo e Poder
 
Direito penal i lei penal no espaço
Direito penal i   lei penal no espaçoDireito penal i   lei penal no espaço
Direito penal i lei penal no espaço
 
Direito penal i fontes do direito penal ii
Direito penal i   fontes do direito penal iiDireito penal i   fontes do direito penal ii
Direito penal i fontes do direito penal ii
 
Semana juridica algemas e inocencia
Semana juridica   algemas e inocenciaSemana juridica   algemas e inocencia
Semana juridica algemas e inocencia
 
Direito penal iv incolumidade - segurança
Direito penal iv   incolumidade - segurançaDireito penal iv   incolumidade - segurança
Direito penal iv incolumidade - segurança
 
Direito penal iii introdução a parte especial
Direito penal iii   introdução a parte especialDireito penal iii   introdução a parte especial
Direito penal iii introdução a parte especial
 
Direito penal iii crimes contra a inviolabilidade dos segredos
Direito penal iii   crimes contra a inviolabilidade dos segredosDireito penal iii   crimes contra a inviolabilidade dos segredos
Direito penal iii crimes contra a inviolabilidade dos segredos
 
Direito penal iii crimes contra a inviolabilidade do domicílio
Direito penal iii   crimes contra a inviolabilidade do domicílioDireito penal iii   crimes contra a inviolabilidade do domicílio
Direito penal iii crimes contra a inviolabilidade do domicílio
 
Direitos humanos introdução, histórico e nomeclaturas
Direitos humanos   introdução, histórico e nomeclaturasDireitos humanos   introdução, histórico e nomeclaturas
Direitos humanos introdução, histórico e nomeclaturas
 
Oficina de novidades do direito penal
Oficina de novidades do direito penalOficina de novidades do direito penal
Oficina de novidades do direito penal
 
Aula 02 direito penal iii - homicídio
Aula 02   direito penal iii - homicídioAula 02   direito penal iii - homicídio
Aula 02 direito penal iii - homicídio
 

Semelhante a Espiritualidade e sexualidade

Gênero e Sexualidade
Gênero e Sexualidade Gênero e Sexualidade
Gênero e Sexualidade
Ilana Fernandes
 
Nascido gay... ou não? (palestra)
Nascido gay... ou não? (palestra)Nascido gay... ou não? (palestra)
Nascido gay... ou não? (palestra)
AntiSaint
 
A sexualidade e seus pilares cópia
A sexualidade e seus pilares   cópiaA sexualidade e seus pilares   cópia
A sexualidade e seus pilares cópia
Juliana Ferreira Ferreira
 
Aula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico Xavier
Aula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico XavierAula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico Xavier
Aula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico Xavier
Sergio Lima Dias Junior
 
Licao 2 Ética Cristã e Ideologia de Genero
Licao 2   Ética Cristã e Ideologia de GeneroLicao 2   Ética Cristã e Ideologia de Genero
Licao 2 Ética Cristã e Ideologia de Genero
Hamilton Souza
 
Unidade iii sexualidade e questões de gênero
Unidade iii   sexualidade e questões de gêneroUnidade iii   sexualidade e questões de gênero
Unidade iii sexualidade e questões de gênero
pmarisa
 
Família sob ataque
Família sob ataqueFamília sob ataque
Família sob ataque
Samuel Borges
 
Sexualidade, direitos sexuais e homofobia
Sexualidade, direitos sexuais e homofobiaSexualidade, direitos sexuais e homofobia
Sexualidade, direitos sexuais e homofobia
Paulo Alexandre
 
Lei_de_Reproducao
Lei_de_ReproducaoLei_de_Reproducao
Lei_de_Reproducao
Ari Carrasco
 
Sexualidade e Gênero
Sexualidade e GêneroSexualidade e Gênero
Sexualidade e Gênero
Marina Godoy
 
Sexualidade poder
Sexualidade poderSexualidade poder
Homossexualidade (Espiritismo)-1,5h
Homossexualidade (Espiritismo)-1,5hHomossexualidade (Espiritismo)-1,5h
Homossexualidade (Espiritismo)-1,5h
home
 
Uma VisãO Cristã Sobre Sexualidade
Uma VisãO Cristã Sobre SexualidadeUma VisãO Cristã Sobre Sexualidade
Uma VisãO Cristã Sobre Sexualidade
Flávia Smarti
 
Apostila estudo sobre sociedade
Apostila   estudo sobre sociedadeApostila   estudo sobre sociedade
Apostila estudo sobre sociedade
João Batista Pastor
 
Precisamos falar com os HOMENS? Uma jornada pela igualdade de gênero
Precisamos falar com os HOMENS? Uma jornada pela igualdade de gêneroPrecisamos falar com os HOMENS? Uma jornada pela igualdade de gênero
Precisamos falar com os HOMENS? Uma jornada pela igualdade de gênero
Prof. Marcus Renato de Carvalho
 
Parafilia.docx
Parafilia.docxParafilia.docx
Parafilia.docx
Pastor Robson Colaço
 
Sintomas comuns da existência de maldição parte viii 16
Sintomas comuns da existência de maldição parte viii 16Sintomas comuns da existência de maldição parte viii 16
Sintomas comuns da existência de maldição parte viii 16
mredil
 
0 of.pedagogica-pmec diversidade-sexual-03.5.11
0   of.pedagogica-pmec diversidade-sexual-03.5.110   of.pedagogica-pmec diversidade-sexual-03.5.11
0 of.pedagogica-pmec diversidade-sexual-03.5.11
E.E Profª Laurentina Lorena Correa da Silva e Professor Edson Batista
 
Homossexualidade
Homossexualidade   Homossexualidade
Homossexualidade
Carolini Juste
 
Nufesp sexualidade
Nufesp   sexualidadeNufesp   sexualidade
Nufesp sexualidade
Marcos Roberto Rodrigues
 

Semelhante a Espiritualidade e sexualidade (20)

Gênero e Sexualidade
Gênero e Sexualidade Gênero e Sexualidade
Gênero e Sexualidade
 
Nascido gay... ou não? (palestra)
Nascido gay... ou não? (palestra)Nascido gay... ou não? (palestra)
Nascido gay... ou não? (palestra)
 
A sexualidade e seus pilares cópia
A sexualidade e seus pilares   cópiaA sexualidade e seus pilares   cópia
A sexualidade e seus pilares cópia
 
Aula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico Xavier
Aula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico XavierAula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico Xavier
Aula 11 - Sexo e Espiritismo - Mocidade Espírita Chico Xavier
 
Licao 2 Ética Cristã e Ideologia de Genero
Licao 2   Ética Cristã e Ideologia de GeneroLicao 2   Ética Cristã e Ideologia de Genero
Licao 2 Ética Cristã e Ideologia de Genero
 
Unidade iii sexualidade e questões de gênero
Unidade iii   sexualidade e questões de gêneroUnidade iii   sexualidade e questões de gênero
Unidade iii sexualidade e questões de gênero
 
Família sob ataque
Família sob ataqueFamília sob ataque
Família sob ataque
 
Sexualidade, direitos sexuais e homofobia
Sexualidade, direitos sexuais e homofobiaSexualidade, direitos sexuais e homofobia
Sexualidade, direitos sexuais e homofobia
 
Lei_de_Reproducao
Lei_de_ReproducaoLei_de_Reproducao
Lei_de_Reproducao
 
Sexualidade e Gênero
Sexualidade e GêneroSexualidade e Gênero
Sexualidade e Gênero
 
Sexualidade poder
Sexualidade poderSexualidade poder
Sexualidade poder
 
Homossexualidade (Espiritismo)-1,5h
Homossexualidade (Espiritismo)-1,5hHomossexualidade (Espiritismo)-1,5h
Homossexualidade (Espiritismo)-1,5h
 
Uma VisãO Cristã Sobre Sexualidade
Uma VisãO Cristã Sobre SexualidadeUma VisãO Cristã Sobre Sexualidade
Uma VisãO Cristã Sobre Sexualidade
 
Apostila estudo sobre sociedade
Apostila   estudo sobre sociedadeApostila   estudo sobre sociedade
Apostila estudo sobre sociedade
 
Precisamos falar com os HOMENS? Uma jornada pela igualdade de gênero
Precisamos falar com os HOMENS? Uma jornada pela igualdade de gêneroPrecisamos falar com os HOMENS? Uma jornada pela igualdade de gênero
Precisamos falar com os HOMENS? Uma jornada pela igualdade de gênero
 
Parafilia.docx
Parafilia.docxParafilia.docx
Parafilia.docx
 
Sintomas comuns da existência de maldição parte viii 16
Sintomas comuns da existência de maldição parte viii 16Sintomas comuns da existência de maldição parte viii 16
Sintomas comuns da existência de maldição parte viii 16
 
0 of.pedagogica-pmec diversidade-sexual-03.5.11
0   of.pedagogica-pmec diversidade-sexual-03.5.110   of.pedagogica-pmec diversidade-sexual-03.5.11
0 of.pedagogica-pmec diversidade-sexual-03.5.11
 
Homossexualidade
Homossexualidade   Homossexualidade
Homossexualidade
 
Nufesp sexualidade
Nufesp   sexualidadeNufesp   sexualidade
Nufesp sexualidade
 

Mais de Urbano Felix Pugliese

Aula 12 direito penal i - o nexo de causalidade, resultado e tipicidade
Aula 12  direito penal i -  o nexo de causalidade, resultado e tipicidadeAula 12  direito penal i -  o nexo de causalidade, resultado e tipicidade
Aula 12 direito penal i - o nexo de causalidade, resultado e tipicidade
Urbano Felix Pugliese
 
Aula 11 direito penal i - a conduta na teoria do delito
Aula 11   direito penal i - a conduta na teoria do delitoAula 11   direito penal i - a conduta na teoria do delito
Aula 11 direito penal i - a conduta na teoria do delito
Urbano Felix Pugliese
 
Aula 04 direito penal iii - restante dos crimes
Aula 04   direito penal iii - restante dos crimesAula 04   direito penal iii - restante dos crimes
Aula 04 direito penal iii - restante dos crimes
Urbano Felix Pugliese
 
Aula 02 direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo i
Aula 02   direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo iAula 02   direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo i
Aula 02 direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo i
Urbano Felix Pugliese
 
Aula 02 direito penal iii - introdução a parte especial
Aula 02   direito penal iii - introdução a parte especialAula 02   direito penal iii - introdução a parte especial
Aula 02 direito penal iii - introdução a parte especial
Urbano Felix Pugliese
 
Plano da disciplina direito penal iv - 2017 1
Plano da disciplina   direito penal iv - 2017 1Plano da disciplina   direito penal iv - 2017 1
Plano da disciplina direito penal iv - 2017 1
Urbano Felix Pugliese
 
Plano da disciplina direito penal iii - 2017 1
Plano da disciplina   direito penal iii - 2017 1Plano da disciplina   direito penal iii - 2017 1
Plano da disciplina direito penal iii - 2017 1
Urbano Felix Pugliese
 
Plano da disciplina direito penal i - 2017 1
Plano da disciplina   direito penal i - 2017 1Plano da disciplina   direito penal i - 2017 1
Plano da disciplina direito penal i - 2017 1
Urbano Felix Pugliese
 
Algemas
AlgemasAlgemas
Garantismo penal
Garantismo penalGarantismo penal
Garantismo penal
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal iii estelionato e outras fraudes
Direito penal iii   estelionato e outras fraudesDireito penal iii   estelionato e outras fraudes
Direito penal iii estelionato e outras fraudes
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal iii apropriação indébita
Direito penal iii   apropriação indébitaDireito penal iii   apropriação indébita
Direito penal iii apropriação indébita
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal iii dano
Direito penal iii   danoDireito penal iii   dano
Direito penal iii dano
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal i concurso de pessoas
Direito penal i   concurso de pessoasDireito penal i   concurso de pessoas
Direito penal i concurso de pessoas
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal i culpabilidade
Direito penal i   culpabilidadeDireito penal i   culpabilidade
Direito penal i culpabilidade
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal iii usurpação
Direito penal iii   usurpaçãoDireito penal iii   usurpação
Direito penal iii usurpação
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal III - Usurpação
Direito penal III   - UsurpaçãoDireito penal III   - Usurpação
Direito penal III - Usurpação
Urbano Felix Pugliese
 
Direito penal I - A culpabilidade
Direito penal I - A culpabilidadeDireito penal I - A culpabilidade
Direito penal I - A culpabilidade
Urbano Felix Pugliese
 

Mais de Urbano Felix Pugliese (18)

Aula 12 direito penal i - o nexo de causalidade, resultado e tipicidade
Aula 12  direito penal i -  o nexo de causalidade, resultado e tipicidadeAula 12  direito penal i -  o nexo de causalidade, resultado e tipicidade
Aula 12 direito penal i - o nexo de causalidade, resultado e tipicidade
 
Aula 11 direito penal i - a conduta na teoria do delito
Aula 11   direito penal i - a conduta na teoria do delitoAula 11   direito penal i - a conduta na teoria do delito
Aula 11 direito penal i - a conduta na teoria do delito
 
Aula 04 direito penal iii - restante dos crimes
Aula 04   direito penal iii - restante dos crimesAula 04   direito penal iii - restante dos crimes
Aula 04 direito penal iii - restante dos crimes
 
Aula 02 direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo i
Aula 02   direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo iAula 02   direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo i
Aula 02 direito penal iv - crimes contra a dignidade sexual - capítulo i
 
Aula 02 direito penal iii - introdução a parte especial
Aula 02   direito penal iii - introdução a parte especialAula 02   direito penal iii - introdução a parte especial
Aula 02 direito penal iii - introdução a parte especial
 
Plano da disciplina direito penal iv - 2017 1
Plano da disciplina   direito penal iv - 2017 1Plano da disciplina   direito penal iv - 2017 1
Plano da disciplina direito penal iv - 2017 1
 
Plano da disciplina direito penal iii - 2017 1
Plano da disciplina   direito penal iii - 2017 1Plano da disciplina   direito penal iii - 2017 1
Plano da disciplina direito penal iii - 2017 1
 
Plano da disciplina direito penal i - 2017 1
Plano da disciplina   direito penal i - 2017 1Plano da disciplina   direito penal i - 2017 1
Plano da disciplina direito penal i - 2017 1
 
Algemas
AlgemasAlgemas
Algemas
 
Garantismo penal
Garantismo penalGarantismo penal
Garantismo penal
 
Direito penal iii estelionato e outras fraudes
Direito penal iii   estelionato e outras fraudesDireito penal iii   estelionato e outras fraudes
Direito penal iii estelionato e outras fraudes
 
Direito penal iii apropriação indébita
Direito penal iii   apropriação indébitaDireito penal iii   apropriação indébita
Direito penal iii apropriação indébita
 
Direito penal iii dano
Direito penal iii   danoDireito penal iii   dano
Direito penal iii dano
 
Direito penal i concurso de pessoas
Direito penal i   concurso de pessoasDireito penal i   concurso de pessoas
Direito penal i concurso de pessoas
 
Direito penal i culpabilidade
Direito penal i   culpabilidadeDireito penal i   culpabilidade
Direito penal i culpabilidade
 
Direito penal iii usurpação
Direito penal iii   usurpaçãoDireito penal iii   usurpação
Direito penal iii usurpação
 
Direito penal III - Usurpação
Direito penal III   - UsurpaçãoDireito penal III   - Usurpação
Direito penal III - Usurpação
 
Direito penal I - A culpabilidade
Direito penal I - A culpabilidadeDireito penal I - A culpabilidade
Direito penal I - A culpabilidade
 

Último

Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdfPERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
EsterGabriiela1
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
deboracorrea21
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
LuizHenriquedeAlmeid6
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
orquestrasinfonicaam
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Falcão Brasil
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
felipescherner
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
LeideLauraCenturionL
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Falcão Brasil
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamasConhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
edusegtrab
 

Último (20)

Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdfPERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
 
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTAEstudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
Estudo Infantil - MISSÕES NACIONAIS - IGREJA BATISTA
 
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
Slides Lição 2, Betel, A Igreja e a relevância, para a adoração verdadeira no...
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdfMarinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
Marinha do Brasil (MB) Politíca Naval.pdf
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamasConhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
 

Espiritualidade e sexualidade

  • 1. Café Cultural da Comunidade Espírita Casa de Oração Luz Urbano Félix Pugliese Espiritualidade e sexualidade: Diferenças e semelhanças
  • 2. Variáveis trabalhadas pela Academia para resolver problemas: 2
  • 3. Variáveis trabalhadas pela Academia para resolver problemas: 3 Raça/etnia Gênero Classe social
  • 4. Organização Mundial de Saúde: A sexualidade é um aspecto central do ser humano ao longo da vida e abrange sexo, identidades e papéis de gênero, orientação sexual, erotismo, prazer, intimidade e reprodução. A sexualidade é vivida e expressa em pensamentos, fantasias, desejos, crenças, atitudes, valores, comportamentos, práticas, papéis e relacionamentos. Enquanto a sexualidade pode incluir todas essas dimensões, nem todas elas são sempre vivenciadas ou expressas. A sexualidade é influenciada pela interação de fatores biológicos, psicológicos, sociais, econômicos, políticos, culturais, éticos, legais, históricos, religiosos e espirituais. 4
  • 5. 5 Atualidades:  O século XX foi desenvolvido na físicaO século XX foi desenvolvido na física (carros, foguetes, máquinas);(carros, foguetes, máquinas);  O século XXI inicia-se com promessas deO século XXI inicia-se com promessas de avanço na biologia (genoma, engenhariaavanço na biologia (genoma, engenharia genética);genética);  Assim, hoje em dia há a mescla dasAssim, hoje em dia há a mescla das novidades maquinais com a corporeidadenovidades maquinais com a corporeidade humana; ehumana; e  Aquilo que não é humano é chamado deAquilo que não é humano é chamado de “processo de ciborguização” (não-humano;“processo de ciborguização” (não-humano; pós-humano; pós-humanidade).pós-humano; pós-humanidade).
  • 6. 6 Princípio da Singularidade:  ““Até 2030 todos seremosAté 2030 todos seremos máquinas” e “Não morreremosmáquinas” e “Não morreremos mais” Raymond Kurzweil; emais” Raymond Kurzweil; e  Turritopsis nutriculaTurritopsis nutricula..
  • 8. 8 Atualidades:  Surdez: novo tratamento comSurdez: novo tratamento com células-tronco recupera 46% dacélulas-tronco recupera 46% da audição em cobaias; eaudição em cobaias; e  Célula-tronco devolveCélula-tronco devolve sensibilidade a pacientes comsensibilidade a pacientes com paralisia.paralisia.
  • 9. Universidade de Pittsburgh/EUA:  Notícia do Globo de 13/10/2016: “Conseguiram fazer pela primeira vez que um homem tetraplégico sentisse quando partes da mão de um braço robótico controlado por ele por meio de uma interface cérebro-máquina eram tocadas. O cobaia do experimento, Nathan Copeland, de 28 anos, pode sentir o toque do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.” 9
  • 10. Interface entre máquina e humano: 10
  • 11. Nomenclatura a respeito do tema:  Sexo biológico: Homem, intersexual e mulher;  Orientação sexual: Bissexual, heterossexual e homossexual;  Gênero: 1)Identidade de gênero: Homem, mulher e travesti; e 2) Expressão de gênero: andrógina, feminina e masculina. 11
  • 12. A bíblia: Levítico (18:22): Não dormirás com um homem como se dorme com mulher: é uma abominação; ― Não te deitarás com um homem, como se fosse mulher: isso é uma abominação; ― Não usarás do macho, como se fosse fêmea, porque isto é uma abominação; e ― Cum masculo non commisceberis coitu femineo: abominatio est. 12
  • 13. A bíblia: Levítico (20:13) ―Se um homem dormir com outro, como se fosse com mulher, ambos cometem uma abominação e serão punidos com a morte: seu sangue cairá sobre eles; ― Se um homem dormir com outro homem, como se fosse mulher, ambos cometerão uma coisa abominável. Serão punidos de morte e levarão a sua culpa; ― Aquele que dormir com macho, abusando dele como se fosse fêmea, morram ambos de morte, como quem cometeu um crime execrável: o seu sangue recais sobre eles; e ― Qui dormierit cum masculo coitu femineo, uterque operatus est nefas, morte moriantur: sit sanguis eorum super eos.‖ 13
  • 14. A bíblia: Paulo, aos Romanos (1:26-27): Por tudo isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: tanto as mulheres substituíram a relação natural por uma relação antinatural, como também os homens abandonaram a relação sexual com a mulher e arderam de paixão uns pelos outros, praticando a torpeza homem com homem e recebendo em si mesmos a devida paga de seus desvios; e ― Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu14
  • 15. A bíblia: ― Por isso os entregou Deus a paixões de ignomínia. Porque as suas mulheres mudaram o natural uso em outro uso, que é contra a natureza. E assim mesmo também os homens, deixado o natural uso das mulheres, arderam nos seus desejos mutuamente, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em si mesmos a paga que era devida ao seu pecado.; e ― Propterea tradidit illos Deus in passiones ignominiae. Nam et feminae eorum immutaverunt naturalem usum in eum, qui est contra naturam; similiter et masculi, relicto naturali usu feminae, exarserunt in desideriis suis in invicem, masculi in masculos turpitudinem operantes et mercedem, quam oportuit, erroris sui in semetipsis recipientes. 15
  • 16. A bíblia: 1ª aos Coríntios (6:9-10): ―Porventura ignorais que os injustos não terão parte no reino de Deus? Não vos iludais: os libertinos, idólatras, adúlteros, efeminados, sodomitas, os ladrões, gananciosos, beberrões, maldizentes, estelionatários, ninguém desses terá parte no reino de Deus; e ― Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus.16
  • 17. A bíblia: ― Acaso não sabeis que os iníquos não hão de possuir o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os crapulosos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os que se dão as bebedices, nem os maldizentes, nem os roubadores hão de possuir o reino de Deus. ― An nescitis quia iniqui regnum Dei non possidebunt? Nolite errare: neque fornicarii neque idolis servientes neque adulteri neque molles neque masculorum concubitores neque fures neque avari, non ebriosi, non maledici, non rapaces regnum Dei possidebunt. 17
  • 18. Espiritismo: Questão 200 (O Livro dos Espíritos) sob o título de Sexos nos espíritos: ―Têm sexos os Espíritos? ―Não como o entendeis, pois que‖ os sexos dependem da organização. Há entre eles amor e simpatia, mas baseados na concordância dos sentimentos. Questão 201 (O Livro dos Espíritos) ― Em nova existência, pode o Espírito que animou o corpo de um homem animar o de uma mulher e vice-versa?―Decerto; são os mesmos os Espíritos que animam os homens e as mulheres.18
  • 19. 19 Pós-humanidade sexual:  Pode-se ser homem e mulher ao mesmoPode-se ser homem e mulher ao mesmo tempo? (ou nenhum dos dois?)tempo? (ou nenhum dos dois?)  Os papeis sociais podem mudar?Os papeis sociais podem mudar?  O que define o sexo? O que define oO que define o sexo? O que define o sexo juridicamente?;sexo juridicamente?;  Sexo biológico: morfológico, endócrino,Sexo biológico: morfológico, endócrino, genético; egenético; e  A religião pode influenciar?A religião pode influenciar?
  • 20. 20 Fases da vida humana:  A criança, o adolescente, o jovem, oA criança, o adolescente, o jovem, o adulto e o idoso vivem a sexualidade deadulto e o idoso vivem a sexualidade de forma diferente;forma diferente;  O Direito controla a sexualidade emO Direito controla a sexualidade em diversas fases da vida dos seresdiversas fases da vida dos seres humanos; ehumanos; e  ““Casamentos precoces” eram umaCasamentos precoces” eram uma constante (Carlota Joaquina casou comconstante (Carlota Joaquina casou com D. João aos 10 (dez) anos).D. João aos 10 (dez) anos).
  • 21. 21 Como classificar?  O pênis faz o homem e a vagina faz aO pênis faz o homem e a vagina faz a mulher?mulher?  O impedimento da existência jurídica doO impedimento da existência jurídica do universo trans quebra a dignidade dauniverso trans quebra a dignidade da pessoa humana e o princípio dapessoa humana e o princípio da igualdade?igualdade?  Há a necessidade de classificação doHá a necessidade de classificação do bebê?bebê?  A ausência de norma gera injustiças?; eA ausência de norma gera injustiças?; e  Quando houver a norma, bastará?Quando houver a norma, bastará?
  • 22. 22 Orientação sexual:  Dificuldade de definição;Dificuldade de definição;  Ser ou fazer?Ser ou fazer?  Desejo sendo primordial;Desejo sendo primordial;  ConceitosConceitos: Bissexual, heterossexual e: Bissexual, heterossexual e Homossexual;Homossexual;  Não existe pureza em nenhuma dasNão existe pureza em nenhuma das formas de orientação; eformas de orientação; e  O Direito não leva em consideração aO Direito não leva em consideração a variável para proteger os seres humanos.variável para proteger os seres humanos.
  • 23. 23 Gênero: Joan Scott: “O gênero é um elemento constitutivo deJoan Scott: “O gênero é um elemento constitutivo de relações sociais baseado nas diferenças percebidasrelações sociais baseado nas diferenças percebidas entre os sexos, e o gênero é uma forma primeira deentre os sexos, e o gênero é uma forma primeira de significar as relações de poder.”;significar as relações de poder.”; Gabrielle Houbre: “Para mim, o conceito gênero trataGabrielle Houbre: “Para mim, o conceito gênero trata da construção social e cultural dos sexos, dasda construção social e cultural dos sexos, das identidades sexuais, tema com o qual venhoidentidades sexuais, tema com o qual venho trabalhando bastante.”trabalhando bastante.” ee Gênero, assim, é uma palavra transcendente aoGênero, assim, é uma palavra transcendente ao corpo. Reflete na corporeidade mas, é uma formaçãocorpo. Reflete na corporeidade mas, é uma formação supracorpórea de inúmeras complexidades.supracorpórea de inúmeras complexidades.
  • 24. 24 Gênero:  Enézio Silva Júnior: “Categoria relacionalEnézio Silva Júnior: “Categoria relacional contextual mais ampla, que contempla oscontextual mais ampla, que contempla os conflitos ou desafios na formação e nasconflitos ou desafios na formação e nas escolhas das pessoas dentro das vastasescolhas das pessoas dentro das vastas possibilidades ante a plasticidade dos seuspossibilidades ante a plasticidade dos seus corpos, tudo isso conectado com outroscorpos, tudo isso conectado com outros sistemas de modo complexo.”; esistemas de modo complexo.”; e  Beatriz Preciado: “O conceito de gênero é,Beatriz Preciado: “O conceito de gênero é, antes de tudo, uma noção sexopolítica, mesmoantes de tudo, uma noção sexopolítica, mesmo antes de se tornar uma ferramenta teórica doantes de se tornar uma ferramenta teórica do feminismo americano.”feminismo americano.”
  • 25. 25 Gênero (divisões): a) Identidade de gêneroa) Identidade de gênero: Homem, mulher e: Homem, mulher e travesti;travesti; A transexualidade é o quê?A transexualidade é o quê? b) Expressão de gênerob) Expressão de gênero: Andrógina, feminina e: Andrógina, feminina e masculina;masculina; OO habitushabitus sendo importante para entender assendo importante para entender as questões; equestões; e Jean Wyllys e Erika Kokay (projeto de Lei n.Jean Wyllys e Erika Kokay (projeto de Lei n. 5.022/2013, denominado João Walter Nery): versa5.022/2013, denominado João Walter Nery): versa a respeito da possibilidade da realização daa respeito da possibilidade da realização da afirmação dos direitos humanos, fundamentais e deafirmação dos direitos humanos, fundamentais e de personalidade da própria sexualidade humana.personalidade da própria sexualidade humana.
  • 26. 26 Será que só existem dois sexos/gêneros? Pierre Clastres: Texto: “O arco e o cesto” fala dos kyrypy-meno na sociedade Guaiaqui (Paraguai); Mitologia africana: Logum Edé. (filho de Oxóssi e Oxum); e Mitologia grega: O banquete de Platão, o mito dos andróginos.
  • 27. 27 Berdache – “Dois espíritos” (América do Norte):
  • 33. 33 Mukhannathun, Khanith, Xanith ou Kuntha - hermafrodita - (Cultura árabe):
  • 34. 34 Muxe ou muxhe (México - cultura Zapoteca):
  • 36. 36 Caso atual: Coy Mathis (E.E.U.U. – Denver - Colorado):
  • 38. 38 Casos famosos brasileiros: Coccinelle, Rogéria, Cláudia Wonder e Marcinha do Corintho Telma Lipp, Roberta Close e Patrícia Araújo
  • 39. 39 Casos famosos brasileiros: Sônia Felipa Tavares, Carol Marra e Léa T Ariadna, Nany People e Bianca