SlideShare uma empresa Scribd logo
1
Renato Bottini PhD – PMP
rb.idt@terra.com.br
2
3
QUALIDADE - Civilização: Mesopotâmia
Código de Hamurabi (2150 a.C.)
QUALIDADE COMO LEI
Se um construtor ergue
uma casa para alguém
e seu trabalho não for
sólido e a casa
desabar e matar o
morador, o construtor
será imolado".
4
QUALIDADE - Civilização: Fenícios
QUALIDADE COMO LEI
Inspetores amputavam
a mão do fabricante do
produto(defeituoso)
que não estivesse
dentro das
especificações
governamentais.
5
QUALIDADE - Civilização: Grécia (Helena)
Partenon - Estruturas
O refinamento atingido pelos construtores gregos pode ser percebido pelos
esquemas acima, que mostram como foram feitos o pilares e vigas dessa
estrutura a partir da junção de blocos de pedra com cavilhas de madeira.
6
QUALIDADE - Civilização: Egito
Pirâmide de Quéops
QUALIDADE NAS MEDIÇÕES DE CONSTRUÇÕES CIVIS
7
QUALIDADE - Civilização: Roma
Via Apia
QUALIDADE NAS EDIFICAÇÕES DE TRANSPORTES
312.a.C
8
QUALIDADE - Europa – Idade Média
CATEDRAL DE NOTRE DAME
9
QUALIDADE - Europa – Idade Média
GUILDAS
Na idade Média a produção era artesanal e
cada artesão era responsável pela
qualidade do seu trabalho. O artesão
vendia os seus produtos localmente de
forma que dependia da "qualidade" dos
mesmos para ganhar a confiança dos seus
clientes.
Guilda, (corporações de ofício,
corporação artesanal) ou guildas eram
associações de artesãos de um mesmo
ramo, isto é, pessoas que desenvolviam a
mesma atividade profissional que
procuravam garantir os interesses de
classe e regulamentar a profissão.
10
QUALIDADE - Europa – Idade Média
GUILDAS
As guildas chamaram para si a responsabilidade do controle de qualidade.
Todos os praticantes de uma profissão em particular vivendo numa certa área
eram requisitados a ingressar na guilda correspondente, e a esta instituía
punições para os membros que produziam produtos de qualidade inferior.
Mais tarde as guildas passaram a agir como reguladoras da profissão,
especificando a qualidade dos produtos e classificando os profissionais em
diferentes classes – tradicionalmente, mestre, jornaleiro e aprendiz.
11
Qualidade existe desde que
o mundo é mundo.
Ao longo da história o homem sempre procurou o
que mais se adequasse às suas necessidades,
fossem estas de ordem material, intelectual, social
ou espiritual.
12
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
• Falência dos negócios de artesãos e surgimento das fábricas;
• Produção em série (em massa) que empregavam muitas pessoas;
• Métodos mecanizados de manufatura;
• Necessidade de formas de gerenciamento e de novas estruturas
organizacionais;
• Não havia como uma mesma pessoa exercer a função de gerente,
vendedor, comprador e trabalhador;
• Produtos de qualidade inferior e em maior volume;
• Inspeção dos produtos fora da linha de produção;
• A 1ª Guerra Mundial demanda maior volume de produção;
13
14
ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA (final séc. 19 - Taylor )
• Substituir os métodos empíricos e improvisados por métodos
científicos e testados;
• Selecionar os trabalhadores para suas melhores aptidões e treiná-los
para cada cargo (seleção e preparo);
• Supervisionar se o trabalho está sendo executado como foi
estabelecido (controle);
• Disciplinar o trabalho (execução);
• Trabalhar fazendo somente uma etapa do processo de montagem do
produto (singularização das funções);
Frederick Taylor
1856 - 1915
15
QUALIDADE - EUA – 1903 – FORD
Por volta de 1903, Ford consegue fundar a sua companhia e para melhorar
a produção em massa de automóveis, desenvolve processos de
produção sobremaneira avançados para a época como:
- linha de montagem com deslocamento contínuo,
- precisão de fabricação,
- padronização de processos,
- fornecimento de componentes intercambiáveis feito por alimentadores de
esteira.
Henry Ford
1863 - 1947
16
SUCESSO DAS INDUSTRIAS JAPONESAS
Conceitos da TQM (total quality management ou gestão da qualidade
total) desenvolvidos por autores norte-americanos (Deming, Juran,
Feigenbaum) nas décadas de 1950 e 1960 foram aplicadas no Japão.
Em 1980 os produtos japoneses chegavam ao mercado ocidental com
excelente qualidade e preços baixos.
As principais empresas americanas e europeias queriam “importar” para
suas “bases” o “DNA” dos Sistema Japonês.
17
ERA DA INSPEÇÃO (1920 )
Inspecionar o produto depois de pronto em relação as especificações
Impedir que produtos defeituosos chegassem até os clientes
Foco no Produto
18
19
20
Walter Andrew Shewhart (03/1891 – 03/ 1967)
foi um físico, engenheiro e estatístico
estadunidense, conhecido como o "pai do
controle estatístico da qualidade".
Mestre de W. E. Deming.
Autor de: "Economic Control of Quality of
Manufactured Product"; "Statistical Method
from the View Point of Quality Control".
Criou as Cartas de Controle.
O ciclo PDCA é também conhecido como Ciclo
de SHEWHART.
21
DEMING, William Edwards (10/1900 –
12/1993)
Professor/Consultor de renome internacional na
área da Qualidade, tendo levado a indústria
japonesa a adotar novos princípios de
administração. Como reconhecimento por sua
contribuição à economia japonesa a JUSE Union
of Japanese Scientists and Engineers (União dos
Cientistas e Engenheiros Japoneses) instituiu o
prêmio DEMING.
22
DEMING, William Edwards
Publicou mais de 200 trabalhos, dentre os quais:
"Quality, Productivity and Competitive Position"
e "Out of Crisis" (Qualidade: a Revolução na
Administração). Neste último livro o Dr. Deming
apresenta o "Saber Profundo" e os "Quatorze
Princípios" contendo os pontos básicos de sua
filosofia.
O ciclo PDCA é também conhecido como Ciclo
de DEMING.
23
JURAN, Joseph Moses (12/1904 –
02/2008)
Especialista em administração da Qualidade,
uma de suas maiores contribuições foi a ênfase
no crescimento do ser humano e no trabalho
apoiado na motivação.
Juran ressaltou ainda a grande diferença entre
criar (melhorias) e prevenir erros (Rotina).
24
JURAN, Joseph Moses.
A chamada "Trilogia JURAN" engloba os
processos gerenciais: Planejamento da
Qualidade, Controle da Qualidade e
Melhoramento da Qualidade.
O Prof. JURAN é autor de diversos
trabalhos e livros, dentre os quais "Juran’s
Quality Control Handbook", Juran on
Leadership for Quality: and Executive
Handbook".
25
ISHIKAWA, Kaoru (1915 – 1989)
Pioneiro nas atividades de TQC no Japão.
Em 1943 ele desenvolveu o Diagrama de
Causa e Efeito, conhecido também como
Diagrama de Ishikawa ou de Espinha de
Peixe.
Professor da Universidade de Tóquio,
Ishikawa publicou dentre outros, os seguintes
livros: "What is Total Quality Control? The
Japanese Way", "Quality Control Circles at
Work", "Guide to Quality Control",
"Introduction to Quality Control".
26
A Qualidade Total: Abrange as
cinco dimensões da qualidade,
que afetam a satisfação das
necessidades das pessoas:
1 – QUALIDADE
INTRÍNSECA do produto ou
serviço;
2 – CUSTO ou preço;
3 – ATENDIMENTO ou
prazo;
4 – MORAL ou ética;
5 – SEGURANÇA do cliente e
das pessoas da organização.
27
MELHORIA CONTÍNUAMELHORIA CONTÍNUA
KAIZEN:
Palavra japonesa que se refere à
prática da melhoria contínua através
de pequenas mudanças, utilizando-
se de métodos, técnicas e da
criatividade das pessoas no seu
próprio setor de trabalho, em
quaisquer níveis hierárquicos, sem
maiores investimentos.
28
Em Grego krisis, crise significa a decisão tomada por um
juiz ou um médico;
Em Sânscrito, crise vem de kir ou kri que significa
purificar e limpar;
Em Chinês, crise representa purificação e oportunidade
de crescimento.
CriseCrise
29
PLANEJAMENTOPLANEJAMENTO
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO:
É a arte gerencial que se baseia em
estudo de cenários: Análise da
Competitividade (Porter), Análise do
Mercado, Análise do Segmento, Análise
Ambiental (Austin), etc.
O planejamento estratégico visa garantir a
sobrevivência e a evolução da empresa.
30
PLANEJAMENTOPLANEJAMENTO
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO:
Somente o planejamento estratégico
permite a quebra de paradigmas de
processos.
Sendo condição necessária para
determinar a visão e rever a missão da
organização.
31
Os Planos de Ação oriundos do
planejamento estratégico derivam dos
fatores críticos de sucesso.
As ações descritas nestes visam
capacitar a organização a superar
suas fraquezas internas, para
minimizar ou neutralizar as ameaças
externas.
As fraquesas (weaknesses) e as ameaças (threats), assim como os pontos
fortes (strengths) e as oportunidades (opportunities), são os frutos do
fatores críticos de sucesso, conhecidos como Matriz SWOT .
http://www.ambire.ca/swot.html
32
PLANEJAMENTO TÁTICO:
É a arte gerencial que se baseia
nos indicadores de processo –
índices de controle e de
verificação.
O planejamento tático visa a
melhora contínua dos processos
de uma organização.
33
PLANEJAMENTO TÁTICO:
O planejamento tático faz uso
ferramentas técnicas da
qualidade: Estratificação, Folha
de Verificação, Gráfico de
Pareto, Diagrama de Causa e
Efeito, Diagrama de Correlação,
Histograma, Gráficos e Cartas
de Controle .
34
35
ERA DO CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO (déc. 1930 - Shewhart,
Deming, Juran, Ishikawa )
reconhecimento da variabilidade de toda a cadeia do processo
monitoramento estatístico = gráficos de controle
Foco no Processo
36
Joseph Moses Juran
1904 - 2008
37
• Joseph Juran expandiu o princípio de Pareto
proposto por Vilfredo Pareto para a esfera
organizacional, na qual 80% dos problemas
são causados por 20% das causas. No entanto,
ele enfatiza que não se podem desprezar as
demais causas.
38
• Vilfredo Pareto (1848-1923)
– Economista e professor italiano;
– Observação em 1906: 80% das
propriedades da Itália eram de somente
20% da população;
– Princípio de Pareto: “Poucos vitais –
Muitos triviais;” portanto, focalize nesses
poucos para obter o máximo de resultado.
39
ERA DA GARANTIA DA QUALIDADE = PREVENÇÃO (dec. 1940, 50 e 60)
custos da qualidade (Juran)
controle total da qualidade (Feigenbaum)
zero defeito ou fazer certo na primeira
vez (Crosby)
Foco no Sistema
40
.
CROSBY
Philip Crosby
1926 - 2001
41
• 14 Etapas para Melhoria da Qualidade de
CROSBY
• 1. Comprometimento da gerência
• 2. Formação de uma equipe de melhoria
• 3. Criação e cálculo de índices de avaliação da qualidade.
• 4. Avaliação dos custos da qualidade
• 5. Conscientização dos empregados
• 6. Identificação e solução das causas das não conformidades
• 7. Formação de comitê para buscar zero defeitos
• 8. Treinamento de gerentes e supervisores
• 9. Lançamento em solenidade do dia do "defeito zero"
• 10.Estabelecimento das metas a serem atingidas
• 11.Eliminação das causas dos problemas
• 12.Reconhecimento oficial das pessoas que obtiveram sucesso
• 13.Formação de conselhos da qualidade para compartilhar
• problemas e trocar ideias com outros gerentes
42
Custos x Qualidade
Custos de Controle
Prevenção
Avaliação
Custos das Falhas
Internas
Externas
Juran
43
Modelo Conceitual Clássico
44
Preço da
Conformidade
Preço da não
Conformidade
Fazer correto
da 1ª vez
Custo da
correção
Crosby
45
Distribuição Típica dos Custos da Qualidade
Falhas Internas 63%
Avaliação 25%
Prevenção 2%
Falhas Externas 10%
Custo da Qualidade 30%
Fonte: 500 Maiores Empresas Americanas (APICS)
46
Modelo Conceitual Avançado
Custo Total
Falhas
Prevenção + Avaliação
100% defeituoso 100% bom
47
Custos da Qualidade (Comparação)
Falhas Externas
Falhas
Falhas Internas
Falhas
Avaliação
Avaliação
Prevenção
Prevenção
$
Antes Depois
Melhoria
48
Custos da Qualidade – Outra Abordagem
49
A Regra 1-10-100
$
$
$
$
$
1
10
100
Prevenção
Correção
Falha
50
O Controle Total da Qualidade - TQC
Em 1956, A. Feigenbaum introduz os princípios do Controle Total
da Qualidade –TQC. Segundo estes princípios, a qualidade de
produtos e serviços é "um trabalho de todos”.
Para esse pensador há nove fatores que afetam a Qualidade - os chamados 9M - que são:
•Dinheiro (money) - margens de lucro estreitas e investimentos
•Gerência (management) - qualidade do produto e assistência técnica
•Pessoas (man) - especialização e engenharia de sistemas
•Mercados (markets) - competição e velocidade de mudança
•Motivação (motivation) - educação e conscientização para a qualidade
•Materiais (materials) - diversidade e necessidade de exames complexos
•Máquinas (machines) - complexidade e dependência da qualidade dos materiais
•Métodos (methods) - melhores informações para tomada de decisão
•Montagens do produto - requisitos (mounting product requirements)
1922 (92 anos)
51
As Técnicas de Confiabilidade
análise de efeito e modo de falha (FMEA): revisão sistemática
dos modos pelos quais um componente de um sistema pode
falhar;
análise individual de cada componente: verificação da
probabilidade de falhas dos componentes-chave de um sistema;
redundância: utilização de componentes em paralelo no sistema,
a fim de garantir seu funcionamento mesmo que um deles falhe.
52
ERA DA ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA DA
QUALIDADE (dec. 1980 - Ishikawa)
relação com execução dos objetivos estratégicos da
empresa
produtos e serviços conforme as necessidades dos
clientes
bom desempenho de todas as funções integradas das
diversas áreas
Foco no Negócio
53
• A Era da Gestão da Qualidade Total é uma
evolução natural das três Eras que a
precederam e está em curso até hoje.
• Ela engloba a Garantia da Qualidade, o
Controle Estatístico da Qualidade e a Inspeção,
porém seu enfoque valoriza prioritariamente os
clientes e a sua satisfação como fator de
preservação e ampliação da participação no
mercado.
54
Os sistemas de gestão devem ser desenvolvidos de forma a
adequar-se aos requisitos de gestão, os quais se caracterizam
pelos seguintes aspectos:
liderança da Alta Direção;
visão sistêmica;
aprimoramento contínuo;
abordagem preditiva nas ações administrativas;
desenvolvimento das pessoas participantes do processo de
produção;
foco no cliente;
conhecimento do processo;
sistema de informações confiável.
55
.
Diagrama de Causa & EfeitoKaoro Ishikawa
1915 - 1989
56
DEMING (PDCA)
Ed. Deming
(1900-1993)
57
Ciclo PDCA:
Sigla advinda das palavras
inglesas Plan, Do, Check,
Action - método gerencial
composto de quatro fases
básicas: planejamento,
execução, verificação e
ação.
58
Ciclo PCiclo P--DD--CC--AA
Atuar
corretivamente
Definirobjetivo
Definir m
étodo
Definir recursos
Educar e treinar
Executar
Medir/ Avaliar/
Comparar
P
C
A
D
Ciclo PCiclo P--DD--CC--AA
Atuar
corretivamente
Definirobjetivo
Definir m
étodo
Definir recursos
Educar e treinar
Executar
Medir/ Avaliar/
Comparar
P
C
A
D
PLAN
PLANEJAR
DO
FAZER
CONTROL
VERIFICAR
ACTION
ATUAR
59
O CICLO PDCA NAS MELHORIAS
PLANOA
C D
MANUTENÇÃO
Manutenção do nível
de controle estabelecido
pela diretriz de controle
PLANOA
C D
MELHORIA
Estabelecimento de
uma nova diretriz de
controle da qual decorre
um novo nível de controle
META:
faixa de valores
MÉTODO:
procedimento
padrão
META:
valor definido
MÉTODO:
procedimento
próprio
60
QUALIDADE: Um objetivo organizacional
C
A PADRÃO
D
A
C D
PLANO
DC
A PADRÃO
MELHOR
TEMPO
MÉTODO DE
SOLUÇÃO DE
PROBLEMAS
IMPLEMENTANDO PLANOS DE MELHORIA
61
A P
C D
1
2
3
4
5
6
7
8
IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA
OBSERVAÇÃO
ANÁLISE DO
PROCESSO
PLANO DE
AÇÃO
AÇÃO
VERIFICAÇÃO
PADRONIZAÇÃO
CONCLUSÃO
CICLO PDCA PARA MELHORIAS
Definidas as metas
e as ações para
atingir as metas
(nova diretriz de
controle)
62
14 Princípios de Deming
1º princípio: Estabeleça constância de propósitos para a melhoria do
produto e do serviço, objetivando tornar-se competitivo e manter-se em
atividade, bem como criar emprego;
2º princípio: Adote a nova filosofia. Estamos numa nova era econômica.
A administração ocidental deve acordar para o desafio, conscientizar-se
de suas responsabilidades e assumir a liderança no processo de
transformação;
3º princípio: Deixe de depender da inspeção para atingir a qualidade.
Elimine a necessidade de inspeção em massa, introduzindo a qualidade
no produto desde seu primeiro estágio;
4º princípio: Cesse a prática de aprovar orçamentos com base no preço.
Ao invés disto, minimize o custo total. Desenvolva um único fornecedor
para cada item, num relacionamento de longo prazo fundamentado na
lealdade e na confiança;
5º princípio: Melhore constantemente o sistema de produção e de
prestação de serviços, de modo a melhorar a qualidade e a produtividade
e, conseqüentemente, reduzir de forma sistemática os custos;
63
6º princípio: Institua treinamento no local de trabalho;
7º princípio: Institua liderança. O objetivo da chefia deve ser o de ajudar
as pessoas e as máquinas e dispositivos a executarem um trabalho
melhor. A chefia administrativa está necessitando de uma revisão geral,
tanto quanto a chefia dos trabalhadores de produção;
8º princípio: Elimine o medo, de tal forma que todos trabalhem de modo
eficaz para a empresa;
9º princípio: Elimine as barreiras entre os departamentos. As pessoas
engajadas em pesquisas, projetos, vendas e produção devem trabalhar
em equipe, de modo a preverem problemas de produção e de utilização
do produto ou serviço;
10º princípio: Elimine lemas, exortações e metas para a mão-de-obra
que exijam nível zero de falhas e estabeleçam novos níveis produtividade.
Tais exortações apenas geram inimizades, visto que o grosso das causas
da baixa qualidade e da baixa produtividade encontram-se no sistema,
estando, portanto, fora do alcance dos trabalhadores;
14 Princípios de Deming
64
11º princípio: Elimine padrões de trabalho (quotas) na linha de produção.
Substitua-os pela liderança; elimine o processo de administração por
objetivos. Elimine o processo de administração por cifras, por objetivos
numéricos. Substitua-os pela administração por processos através do
exemplo de líderes;
12º princípio: Remova as barreiras que privam o operário horista de seu
direito de orgulhar-se de seu desempenho. A responsabilidade dos chefes
deve ser mudada de números absolutos para a qualidade; remova as
barreiras que privam as pessoas da administração e da engenharia de
seu direito de orgulharem-se de seu desempenho. Isto significa a abolição
da avaliação anual de desempenho ou de mérito, bem como da
administração por objetivos
13º princípio: Institua um forte programa de educação e auto-
aprimoramento.
14º princípio: Engaje todos da empresa no processo de realizar a
transformação. A transformação é da competência de todo mundo.
14 Princípios de Deming
65
Sistema do Saber Profundo de Deming
66

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

7 ferramentas da qualidade
7 ferramentas da qualidade7 ferramentas da qualidade
7 ferramentas da qualidade
Virginia Gonçalves
 
Qualidade e Produtividade
Qualidade e ProdutividadeQualidade e Produtividade
Qualidade e Produtividade
Hyldon Herbert Dias Mendes
 
Apresentação qualidade
Apresentação qualidadeApresentação qualidade
Apresentação qualidade
Guilmour Rossi
 
Gestão da Qualidade Total
Gestão da Qualidade TotalGestão da Qualidade Total
Gestão da Qualidade Total
Gerisval Pessoa
 
Produção cap1 aula 1
Produção cap1   aula 1Produção cap1   aula 1
Produção cap1 aula 1
Diego José
 
Ferramentas da Qualidade
Ferramentas da QualidadeFerramentas da Qualidade
Ferramentas da Qualidade
Mayra de Souza
 
Ferramentas da qualidade
Ferramentas da qualidadeFerramentas da qualidade
Ferramentas da qualidade
Fabricio Pangoni
 
administração da producão
administração da producãoadministração da producão
administração da producão
Melquiades Pereira
 
7 ferramentas da qualidade
7 ferramentas da qualidade7 ferramentas da qualidade
7 ferramentas da qualidade
Virginia Gonçalves
 
Aula 01 Introdução – SGQ ISO 9001:2015
Aula 01 Introdução – SGQ ISO 9001:2015Aula 01 Introdução – SGQ ISO 9001:2015
Aula 01 Introdução – SGQ ISO 9001:2015
Claudio Bernardi Stringari
 
Sistemas de producao
Sistemas de producaoSistemas de producao
Sistemas de producao
Hélio Diniz
 
Gestão da produção
Gestão da produçãoGestão da produção
Gestão da produção
Luiz Carlos Oliveira
 
Ferramentas da qualidade
Ferramentas da qualidadeFerramentas da qualidade
Ferramentas da qualidade
Sergio Dias
 
Gestão da qualidade - ISO 9001:2015
Gestão da qualidade - ISO 9001:2015Gestão da qualidade - ISO 9001:2015
Gestão da qualidade - ISO 9001:2015
Alisson Sena, MBA
 
2012 11-05 - aula 13 - as normas da qualidade
2012 11-05 - aula 13 - as normas da qualidade2012 11-05 - aula 13 - as normas da qualidade
2012 11-05 - aula 13 - as normas da qualidade
Fernando Monteiro D'Andrea
 
Gestão de qualidade (slides)
Gestão de qualidade (slides)Gestão de qualidade (slides)
Gestão de qualidade (slides)
Roberto Luna Mendes Monteiro Filho
 
Aula 3 estratégia da produção
Aula 3   estratégia da produçãoAula 3   estratégia da produção
Aula 3 estratégia da produção
Correios
 
Apostila administração da produção 1º semestre
Apostila administração da produção 1º semestreApostila administração da produção 1º semestre
Apostila administração da produção 1º semestre
vivianepga
 
Aula 1 Administração da Produção - definições básicas
Aula 1   Administração da Produção - definições básicasAula 1   Administração da Produção - definições básicas
Aula 1 Administração da Produção - definições básicas
Correios
 
O Sistema Kanban
O Sistema KanbanO Sistema Kanban
O Sistema Kanban
CLT Valuebased Services
 

Mais procurados (20)

7 ferramentas da qualidade
7 ferramentas da qualidade7 ferramentas da qualidade
7 ferramentas da qualidade
 
Qualidade e Produtividade
Qualidade e ProdutividadeQualidade e Produtividade
Qualidade e Produtividade
 
Apresentação qualidade
Apresentação qualidadeApresentação qualidade
Apresentação qualidade
 
Gestão da Qualidade Total
Gestão da Qualidade TotalGestão da Qualidade Total
Gestão da Qualidade Total
 
Produção cap1 aula 1
Produção cap1   aula 1Produção cap1   aula 1
Produção cap1 aula 1
 
Ferramentas da Qualidade
Ferramentas da QualidadeFerramentas da Qualidade
Ferramentas da Qualidade
 
Ferramentas da qualidade
Ferramentas da qualidadeFerramentas da qualidade
Ferramentas da qualidade
 
administração da producão
administração da producãoadministração da producão
administração da producão
 
7 ferramentas da qualidade
7 ferramentas da qualidade7 ferramentas da qualidade
7 ferramentas da qualidade
 
Aula 01 Introdução – SGQ ISO 9001:2015
Aula 01 Introdução – SGQ ISO 9001:2015Aula 01 Introdução – SGQ ISO 9001:2015
Aula 01 Introdução – SGQ ISO 9001:2015
 
Sistemas de producao
Sistemas de producaoSistemas de producao
Sistemas de producao
 
Gestão da produção
Gestão da produçãoGestão da produção
Gestão da produção
 
Ferramentas da qualidade
Ferramentas da qualidadeFerramentas da qualidade
Ferramentas da qualidade
 
Gestão da qualidade - ISO 9001:2015
Gestão da qualidade - ISO 9001:2015Gestão da qualidade - ISO 9001:2015
Gestão da qualidade - ISO 9001:2015
 
2012 11-05 - aula 13 - as normas da qualidade
2012 11-05 - aula 13 - as normas da qualidade2012 11-05 - aula 13 - as normas da qualidade
2012 11-05 - aula 13 - as normas da qualidade
 
Gestão de qualidade (slides)
Gestão de qualidade (slides)Gestão de qualidade (slides)
Gestão de qualidade (slides)
 
Aula 3 estratégia da produção
Aula 3   estratégia da produçãoAula 3   estratégia da produção
Aula 3 estratégia da produção
 
Apostila administração da produção 1º semestre
Apostila administração da produção 1º semestreApostila administração da produção 1º semestre
Apostila administração da produção 1º semestre
 
Aula 1 Administração da Produção - definições básicas
Aula 1   Administração da Produção - definições básicasAula 1   Administração da Produção - definições básicas
Aula 1 Administração da Produção - definições básicas
 
O Sistema Kanban
O Sistema KanbanO Sistema Kanban
O Sistema Kanban
 

Semelhante a Eras da qualidade

Aula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptx
Aula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptxAula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptx
Aula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptx
AlexandreLisboadaSil
 
Aula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptx
Aula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptxAula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptx
Aula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptx
ALEXANDRELISBADASILV
 
Tq ferramentas da_qualidade_semana1
Tq ferramentas da_qualidade_semana1Tq ferramentas da_qualidade_semana1
Tq ferramentas da_qualidade_semana1
Daebul University
 
Capitulo1 Qualidade
Capitulo1  QualidadeCapitulo1  Qualidade
Capitulo1 Qualidade
2309
 
Controle de Qualidade
Controle de QualidadeControle de Qualidade
Controle de Qualidade
Luiz Silva
 
Trabalho de Administração aplicada ao navio (adm 71) gestão de qualidade final
Trabalho de Administração aplicada ao navio (adm 71)   gestão de qualidade finalTrabalho de Administração aplicada ao navio (adm 71)   gestão de qualidade final
Trabalho de Administração aplicada ao navio (adm 71) gestão de qualidade final
Lucas Damasceno
 
Aula 01 fer_qual
Aula 01 fer_qualAula 01 fer_qual
Aula 01 fer_qual
Andréa Alessandra Lédo
 
Apresentação qualidade
Apresentação qualidadeApresentação qualidade
Apresentação qualidade
Julio Cesar Gonçalves
 
Seção 01 - GQI - Universo - Revisão de Conteúdo.pdf
Seção 01 - GQI - Universo - Revisão de Conteúdo.pdfSeção 01 - GQI - Universo - Revisão de Conteúdo.pdf
Seção 01 - GQI - Universo - Revisão de Conteúdo.pdf
Welington Fernandes Pinto
 
A História do PDCA - Claudemir Oribe
A História do PDCA - Claudemir OribeA História do PDCA - Claudemir Oribe
A História do PDCA - Claudemir Oribe
Claudemir Oribe
 
Ferramentas da qualidade_-_apostila_senai_sp
Ferramentas da qualidade_-_apostila_senai_spFerramentas da qualidade_-_apostila_senai_sp
Ferramentas da qualidade_-_apostila_senai_sp
Silvana Fontes
 
Docslide.com.br gestao da-qualidade-trainee
Docslide.com.br gestao da-qualidade-traineeDocslide.com.br gestao da-qualidade-trainee
Docslide.com.br gestao da-qualidade-trainee
MARCELA PEREIRA
 
Apostila fundamentos controle qualidade no processo fiacao
Apostila fundamentos controle qualidade no processo fiacaoApostila fundamentos controle qualidade no processo fiacao
Apostila fundamentos controle qualidade no processo fiacao
Leandro
 
Fundamentos de Controle de Qualidade em Fiação
Fundamentos de Controle de Qualidade em FiaçãoFundamentos de Controle de Qualidade em Fiação
Fundamentos de Controle de Qualidade em Fiação
José Carlos de Castro
 
Apostilafundamentosdocontroledequalidadenoprocessodefiao
ApostilafundamentosdocontroledequalidadenoprocessodefiaoApostilafundamentosdocontroledequalidadenoprocessodefiao
Apostilafundamentosdocontroledequalidadenoprocessodefiao
Leandro
 
Qualidade e a sua Conceituação.ppt
Qualidade e a sua Conceituação.pptQualidade e a sua Conceituação.ppt
Qualidade e a sua Conceituação.ppt
sandra468841
 
becf67c720d8dacda42ddf74df6b7657.ppt
becf67c720d8dacda42ddf74df6b7657.pptbecf67c720d8dacda42ddf74df6b7657.ppt
becf67c720d8dacda42ddf74df6b7657.ppt
LucianoCarvalho404579
 
Qual são as ferramentas de Qualidade.ppt
Qual são as ferramentas de Qualidade.pptQual são as ferramentas de Qualidade.ppt
Qual são as ferramentas de Qualidade.ppt
VilmaBarbosa13
 
Material Administração da Produção e Operações I
Material Administração da Produção e Operações I Material Administração da Produção e Operações I
Material Administração da Produção e Operações I
Cristiano Ferreira Cesarino
 
04. sistema de gestã£o da qualidade
04.   sistema de gestã£o da qualidade04.   sistema de gestã£o da qualidade
04. sistema de gestã£o da qualidade
mauricio freire
 

Semelhante a Eras da qualidade (20)

Aula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptx
Aula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptxAula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptx
Aula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptx
 
Aula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptx
Aula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptxAula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptx
Aula 1 - Qualidade de Software - Introdução e História.pptx
 
Tq ferramentas da_qualidade_semana1
Tq ferramentas da_qualidade_semana1Tq ferramentas da_qualidade_semana1
Tq ferramentas da_qualidade_semana1
 
Capitulo1 Qualidade
Capitulo1  QualidadeCapitulo1  Qualidade
Capitulo1 Qualidade
 
Controle de Qualidade
Controle de QualidadeControle de Qualidade
Controle de Qualidade
 
Trabalho de Administração aplicada ao navio (adm 71) gestão de qualidade final
Trabalho de Administração aplicada ao navio (adm 71)   gestão de qualidade finalTrabalho de Administração aplicada ao navio (adm 71)   gestão de qualidade final
Trabalho de Administração aplicada ao navio (adm 71) gestão de qualidade final
 
Aula 01 fer_qual
Aula 01 fer_qualAula 01 fer_qual
Aula 01 fer_qual
 
Apresentação qualidade
Apresentação qualidadeApresentação qualidade
Apresentação qualidade
 
Seção 01 - GQI - Universo - Revisão de Conteúdo.pdf
Seção 01 - GQI - Universo - Revisão de Conteúdo.pdfSeção 01 - GQI - Universo - Revisão de Conteúdo.pdf
Seção 01 - GQI - Universo - Revisão de Conteúdo.pdf
 
A História do PDCA - Claudemir Oribe
A História do PDCA - Claudemir OribeA História do PDCA - Claudemir Oribe
A História do PDCA - Claudemir Oribe
 
Ferramentas da qualidade_-_apostila_senai_sp
Ferramentas da qualidade_-_apostila_senai_spFerramentas da qualidade_-_apostila_senai_sp
Ferramentas da qualidade_-_apostila_senai_sp
 
Docslide.com.br gestao da-qualidade-trainee
Docslide.com.br gestao da-qualidade-traineeDocslide.com.br gestao da-qualidade-trainee
Docslide.com.br gestao da-qualidade-trainee
 
Apostila fundamentos controle qualidade no processo fiacao
Apostila fundamentos controle qualidade no processo fiacaoApostila fundamentos controle qualidade no processo fiacao
Apostila fundamentos controle qualidade no processo fiacao
 
Fundamentos de Controle de Qualidade em Fiação
Fundamentos de Controle de Qualidade em FiaçãoFundamentos de Controle de Qualidade em Fiação
Fundamentos de Controle de Qualidade em Fiação
 
Apostilafundamentosdocontroledequalidadenoprocessodefiao
ApostilafundamentosdocontroledequalidadenoprocessodefiaoApostilafundamentosdocontroledequalidadenoprocessodefiao
Apostilafundamentosdocontroledequalidadenoprocessodefiao
 
Qualidade e a sua Conceituação.ppt
Qualidade e a sua Conceituação.pptQualidade e a sua Conceituação.ppt
Qualidade e a sua Conceituação.ppt
 
becf67c720d8dacda42ddf74df6b7657.ppt
becf67c720d8dacda42ddf74df6b7657.pptbecf67c720d8dacda42ddf74df6b7657.ppt
becf67c720d8dacda42ddf74df6b7657.ppt
 
Qual são as ferramentas de Qualidade.ppt
Qual são as ferramentas de Qualidade.pptQual são as ferramentas de Qualidade.ppt
Qual são as ferramentas de Qualidade.ppt
 
Material Administração da Produção e Operações I
Material Administração da Produção e Operações I Material Administração da Produção e Operações I
Material Administração da Produção e Operações I
 
04. sistema de gestã£o da qualidade
04.   sistema de gestã£o da qualidade04.   sistema de gestã£o da qualidade
04. sistema de gestã£o da qualidade
 

Último

Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
profesfrancleite
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
Pastor Robson Colaço
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
LucianaCristina58
 
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert EinsteinA Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
WelberMerlinCardoso
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
AurelianoFerreirades2
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
LEANDROSPANHOL1
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 

Último (20)

Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do AssaréFamílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
Famílias Que Contribuíram Para O Crescimento Do Assaré
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdfO que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
O que é um Ménage a Trois Contemporâneo .pdf
 
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
- TEMPLATE DA PRATICA - Psicomotricidade.pptx
 
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert EinsteinA Evolução da história da Física - Albert Einstein
A Evolução da história da Física - Albert Einstein
 
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdfA QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
A QUESTÃO ANTROPOLÓGICA: O QUE SOMOS OU QUEM SOMOS.pdf
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
7133lllllllllllllllllllllllllllll67.pptx
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 

Eras da qualidade

  • 1. 1 Renato Bottini PhD – PMP rb.idt@terra.com.br
  • 2. 2
  • 3. 3 QUALIDADE - Civilização: Mesopotâmia Código de Hamurabi (2150 a.C.) QUALIDADE COMO LEI Se um construtor ergue uma casa para alguém e seu trabalho não for sólido e a casa desabar e matar o morador, o construtor será imolado".
  • 4. 4 QUALIDADE - Civilização: Fenícios QUALIDADE COMO LEI Inspetores amputavam a mão do fabricante do produto(defeituoso) que não estivesse dentro das especificações governamentais.
  • 5. 5 QUALIDADE - Civilização: Grécia (Helena) Partenon - Estruturas O refinamento atingido pelos construtores gregos pode ser percebido pelos esquemas acima, que mostram como foram feitos o pilares e vigas dessa estrutura a partir da junção de blocos de pedra com cavilhas de madeira.
  • 6. 6 QUALIDADE - Civilização: Egito Pirâmide de Quéops QUALIDADE NAS MEDIÇÕES DE CONSTRUÇÕES CIVIS
  • 7. 7 QUALIDADE - Civilização: Roma Via Apia QUALIDADE NAS EDIFICAÇÕES DE TRANSPORTES 312.a.C
  • 8. 8 QUALIDADE - Europa – Idade Média CATEDRAL DE NOTRE DAME
  • 9. 9 QUALIDADE - Europa – Idade Média GUILDAS Na idade Média a produção era artesanal e cada artesão era responsável pela qualidade do seu trabalho. O artesão vendia os seus produtos localmente de forma que dependia da "qualidade" dos mesmos para ganhar a confiança dos seus clientes. Guilda, (corporações de ofício, corporação artesanal) ou guildas eram associações de artesãos de um mesmo ramo, isto é, pessoas que desenvolviam a mesma atividade profissional que procuravam garantir os interesses de classe e regulamentar a profissão.
  • 10. 10 QUALIDADE - Europa – Idade Média GUILDAS As guildas chamaram para si a responsabilidade do controle de qualidade. Todos os praticantes de uma profissão em particular vivendo numa certa área eram requisitados a ingressar na guilda correspondente, e a esta instituía punições para os membros que produziam produtos de qualidade inferior. Mais tarde as guildas passaram a agir como reguladoras da profissão, especificando a qualidade dos produtos e classificando os profissionais em diferentes classes – tradicionalmente, mestre, jornaleiro e aprendiz.
  • 11. 11 Qualidade existe desde que o mundo é mundo. Ao longo da história o homem sempre procurou o que mais se adequasse às suas necessidades, fossem estas de ordem material, intelectual, social ou espiritual.
  • 12. 12 REVOLUÇÃO INDUSTRIAL • Falência dos negócios de artesãos e surgimento das fábricas; • Produção em série (em massa) que empregavam muitas pessoas; • Métodos mecanizados de manufatura; • Necessidade de formas de gerenciamento e de novas estruturas organizacionais; • Não havia como uma mesma pessoa exercer a função de gerente, vendedor, comprador e trabalhador; • Produtos de qualidade inferior e em maior volume; • Inspeção dos produtos fora da linha de produção; • A 1ª Guerra Mundial demanda maior volume de produção;
  • 13. 13
  • 14. 14 ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA (final séc. 19 - Taylor ) • Substituir os métodos empíricos e improvisados por métodos científicos e testados; • Selecionar os trabalhadores para suas melhores aptidões e treiná-los para cada cargo (seleção e preparo); • Supervisionar se o trabalho está sendo executado como foi estabelecido (controle); • Disciplinar o trabalho (execução); • Trabalhar fazendo somente uma etapa do processo de montagem do produto (singularização das funções); Frederick Taylor 1856 - 1915
  • 15. 15 QUALIDADE - EUA – 1903 – FORD Por volta de 1903, Ford consegue fundar a sua companhia e para melhorar a produção em massa de automóveis, desenvolve processos de produção sobremaneira avançados para a época como: - linha de montagem com deslocamento contínuo, - precisão de fabricação, - padronização de processos, - fornecimento de componentes intercambiáveis feito por alimentadores de esteira. Henry Ford 1863 - 1947
  • 16. 16 SUCESSO DAS INDUSTRIAS JAPONESAS Conceitos da TQM (total quality management ou gestão da qualidade total) desenvolvidos por autores norte-americanos (Deming, Juran, Feigenbaum) nas décadas de 1950 e 1960 foram aplicadas no Japão. Em 1980 os produtos japoneses chegavam ao mercado ocidental com excelente qualidade e preços baixos. As principais empresas americanas e europeias queriam “importar” para suas “bases” o “DNA” dos Sistema Japonês.
  • 17. 17 ERA DA INSPEÇÃO (1920 ) Inspecionar o produto depois de pronto em relação as especificações Impedir que produtos defeituosos chegassem até os clientes Foco no Produto
  • 18. 18
  • 19. 19
  • 20. 20 Walter Andrew Shewhart (03/1891 – 03/ 1967) foi um físico, engenheiro e estatístico estadunidense, conhecido como o "pai do controle estatístico da qualidade". Mestre de W. E. Deming. Autor de: "Economic Control of Quality of Manufactured Product"; "Statistical Method from the View Point of Quality Control". Criou as Cartas de Controle. O ciclo PDCA é também conhecido como Ciclo de SHEWHART.
  • 21. 21 DEMING, William Edwards (10/1900 – 12/1993) Professor/Consultor de renome internacional na área da Qualidade, tendo levado a indústria japonesa a adotar novos princípios de administração. Como reconhecimento por sua contribuição à economia japonesa a JUSE Union of Japanese Scientists and Engineers (União dos Cientistas e Engenheiros Japoneses) instituiu o prêmio DEMING.
  • 22. 22 DEMING, William Edwards Publicou mais de 200 trabalhos, dentre os quais: "Quality, Productivity and Competitive Position" e "Out of Crisis" (Qualidade: a Revolução na Administração). Neste último livro o Dr. Deming apresenta o "Saber Profundo" e os "Quatorze Princípios" contendo os pontos básicos de sua filosofia. O ciclo PDCA é também conhecido como Ciclo de DEMING.
  • 23. 23 JURAN, Joseph Moses (12/1904 – 02/2008) Especialista em administração da Qualidade, uma de suas maiores contribuições foi a ênfase no crescimento do ser humano e no trabalho apoiado na motivação. Juran ressaltou ainda a grande diferença entre criar (melhorias) e prevenir erros (Rotina).
  • 24. 24 JURAN, Joseph Moses. A chamada "Trilogia JURAN" engloba os processos gerenciais: Planejamento da Qualidade, Controle da Qualidade e Melhoramento da Qualidade. O Prof. JURAN é autor de diversos trabalhos e livros, dentre os quais "Juran’s Quality Control Handbook", Juran on Leadership for Quality: and Executive Handbook".
  • 25. 25 ISHIKAWA, Kaoru (1915 – 1989) Pioneiro nas atividades de TQC no Japão. Em 1943 ele desenvolveu o Diagrama de Causa e Efeito, conhecido também como Diagrama de Ishikawa ou de Espinha de Peixe. Professor da Universidade de Tóquio, Ishikawa publicou dentre outros, os seguintes livros: "What is Total Quality Control? The Japanese Way", "Quality Control Circles at Work", "Guide to Quality Control", "Introduction to Quality Control".
  • 26. 26 A Qualidade Total: Abrange as cinco dimensões da qualidade, que afetam a satisfação das necessidades das pessoas: 1 – QUALIDADE INTRÍNSECA do produto ou serviço; 2 – CUSTO ou preço; 3 – ATENDIMENTO ou prazo; 4 – MORAL ou ética; 5 – SEGURANÇA do cliente e das pessoas da organização.
  • 27. 27 MELHORIA CONTÍNUAMELHORIA CONTÍNUA KAIZEN: Palavra japonesa que se refere à prática da melhoria contínua através de pequenas mudanças, utilizando- se de métodos, técnicas e da criatividade das pessoas no seu próprio setor de trabalho, em quaisquer níveis hierárquicos, sem maiores investimentos.
  • 28. 28 Em Grego krisis, crise significa a decisão tomada por um juiz ou um médico; Em Sânscrito, crise vem de kir ou kri que significa purificar e limpar; Em Chinês, crise representa purificação e oportunidade de crescimento. CriseCrise
  • 29. 29 PLANEJAMENTOPLANEJAMENTO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: É a arte gerencial que se baseia em estudo de cenários: Análise da Competitividade (Porter), Análise do Mercado, Análise do Segmento, Análise Ambiental (Austin), etc. O planejamento estratégico visa garantir a sobrevivência e a evolução da empresa.
  • 30. 30 PLANEJAMENTOPLANEJAMENTO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: Somente o planejamento estratégico permite a quebra de paradigmas de processos. Sendo condição necessária para determinar a visão e rever a missão da organização.
  • 31. 31 Os Planos de Ação oriundos do planejamento estratégico derivam dos fatores críticos de sucesso. As ações descritas nestes visam capacitar a organização a superar suas fraquezas internas, para minimizar ou neutralizar as ameaças externas. As fraquesas (weaknesses) e as ameaças (threats), assim como os pontos fortes (strengths) e as oportunidades (opportunities), são os frutos do fatores críticos de sucesso, conhecidos como Matriz SWOT . http://www.ambire.ca/swot.html
  • 32. 32 PLANEJAMENTO TÁTICO: É a arte gerencial que se baseia nos indicadores de processo – índices de controle e de verificação. O planejamento tático visa a melhora contínua dos processos de uma organização.
  • 33. 33 PLANEJAMENTO TÁTICO: O planejamento tático faz uso ferramentas técnicas da qualidade: Estratificação, Folha de Verificação, Gráfico de Pareto, Diagrama de Causa e Efeito, Diagrama de Correlação, Histograma, Gráficos e Cartas de Controle .
  • 34. 34
  • 35. 35 ERA DO CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO (déc. 1930 - Shewhart, Deming, Juran, Ishikawa ) reconhecimento da variabilidade de toda a cadeia do processo monitoramento estatístico = gráficos de controle Foco no Processo
  • 37. 37 • Joseph Juran expandiu o princípio de Pareto proposto por Vilfredo Pareto para a esfera organizacional, na qual 80% dos problemas são causados por 20% das causas. No entanto, ele enfatiza que não se podem desprezar as demais causas.
  • 38. 38 • Vilfredo Pareto (1848-1923) – Economista e professor italiano; – Observação em 1906: 80% das propriedades da Itália eram de somente 20% da população; – Princípio de Pareto: “Poucos vitais – Muitos triviais;” portanto, focalize nesses poucos para obter o máximo de resultado.
  • 39. 39 ERA DA GARANTIA DA QUALIDADE = PREVENÇÃO (dec. 1940, 50 e 60) custos da qualidade (Juran) controle total da qualidade (Feigenbaum) zero defeito ou fazer certo na primeira vez (Crosby) Foco no Sistema
  • 41. 41 • 14 Etapas para Melhoria da Qualidade de CROSBY • 1. Comprometimento da gerência • 2. Formação de uma equipe de melhoria • 3. Criação e cálculo de índices de avaliação da qualidade. • 4. Avaliação dos custos da qualidade • 5. Conscientização dos empregados • 6. Identificação e solução das causas das não conformidades • 7. Formação de comitê para buscar zero defeitos • 8. Treinamento de gerentes e supervisores • 9. Lançamento em solenidade do dia do "defeito zero" • 10.Estabelecimento das metas a serem atingidas • 11.Eliminação das causas dos problemas • 12.Reconhecimento oficial das pessoas que obtiveram sucesso • 13.Formação de conselhos da qualidade para compartilhar • problemas e trocar ideias com outros gerentes
  • 42. 42 Custos x Qualidade Custos de Controle Prevenção Avaliação Custos das Falhas Internas Externas Juran
  • 44. 44 Preço da Conformidade Preço da não Conformidade Fazer correto da 1ª vez Custo da correção Crosby
  • 45. 45 Distribuição Típica dos Custos da Qualidade Falhas Internas 63% Avaliação 25% Prevenção 2% Falhas Externas 10% Custo da Qualidade 30% Fonte: 500 Maiores Empresas Americanas (APICS)
  • 46. 46 Modelo Conceitual Avançado Custo Total Falhas Prevenção + Avaliação 100% defeituoso 100% bom
  • 47. 47 Custos da Qualidade (Comparação) Falhas Externas Falhas Falhas Internas Falhas Avaliação Avaliação Prevenção Prevenção $ Antes Depois Melhoria
  • 48. 48 Custos da Qualidade – Outra Abordagem
  • 50. 50 O Controle Total da Qualidade - TQC Em 1956, A. Feigenbaum introduz os princípios do Controle Total da Qualidade –TQC. Segundo estes princípios, a qualidade de produtos e serviços é "um trabalho de todos”. Para esse pensador há nove fatores que afetam a Qualidade - os chamados 9M - que são: •Dinheiro (money) - margens de lucro estreitas e investimentos •Gerência (management) - qualidade do produto e assistência técnica •Pessoas (man) - especialização e engenharia de sistemas •Mercados (markets) - competição e velocidade de mudança •Motivação (motivation) - educação e conscientização para a qualidade •Materiais (materials) - diversidade e necessidade de exames complexos •Máquinas (machines) - complexidade e dependência da qualidade dos materiais •Métodos (methods) - melhores informações para tomada de decisão •Montagens do produto - requisitos (mounting product requirements) 1922 (92 anos)
  • 51. 51 As Técnicas de Confiabilidade análise de efeito e modo de falha (FMEA): revisão sistemática dos modos pelos quais um componente de um sistema pode falhar; análise individual de cada componente: verificação da probabilidade de falhas dos componentes-chave de um sistema; redundância: utilização de componentes em paralelo no sistema, a fim de garantir seu funcionamento mesmo que um deles falhe.
  • 52. 52 ERA DA ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE (dec. 1980 - Ishikawa) relação com execução dos objetivos estratégicos da empresa produtos e serviços conforme as necessidades dos clientes bom desempenho de todas as funções integradas das diversas áreas Foco no Negócio
  • 53. 53 • A Era da Gestão da Qualidade Total é uma evolução natural das três Eras que a precederam e está em curso até hoje. • Ela engloba a Garantia da Qualidade, o Controle Estatístico da Qualidade e a Inspeção, porém seu enfoque valoriza prioritariamente os clientes e a sua satisfação como fator de preservação e ampliação da participação no mercado.
  • 54. 54 Os sistemas de gestão devem ser desenvolvidos de forma a adequar-se aos requisitos de gestão, os quais se caracterizam pelos seguintes aspectos: liderança da Alta Direção; visão sistêmica; aprimoramento contínuo; abordagem preditiva nas ações administrativas; desenvolvimento das pessoas participantes do processo de produção; foco no cliente; conhecimento do processo; sistema de informações confiável.
  • 55. 55 . Diagrama de Causa & EfeitoKaoro Ishikawa 1915 - 1989
  • 57. 57 Ciclo PDCA: Sigla advinda das palavras inglesas Plan, Do, Check, Action - método gerencial composto de quatro fases básicas: planejamento, execução, verificação e ação.
  • 58. 58 Ciclo PCiclo P--DD--CC--AA Atuar corretivamente Definirobjetivo Definir m étodo Definir recursos Educar e treinar Executar Medir/ Avaliar/ Comparar P C A D Ciclo PCiclo P--DD--CC--AA Atuar corretivamente Definirobjetivo Definir m étodo Definir recursos Educar e treinar Executar Medir/ Avaliar/ Comparar P C A D PLAN PLANEJAR DO FAZER CONTROL VERIFICAR ACTION ATUAR
  • 59. 59 O CICLO PDCA NAS MELHORIAS PLANOA C D MANUTENÇÃO Manutenção do nível de controle estabelecido pela diretriz de controle PLANOA C D MELHORIA Estabelecimento de uma nova diretriz de controle da qual decorre um novo nível de controle META: faixa de valores MÉTODO: procedimento padrão META: valor definido MÉTODO: procedimento próprio
  • 60. 60 QUALIDADE: Um objetivo organizacional C A PADRÃO D A C D PLANO DC A PADRÃO MELHOR TEMPO MÉTODO DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS IMPLEMENTANDO PLANOS DE MELHORIA
  • 61. 61 A P C D 1 2 3 4 5 6 7 8 IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA OBSERVAÇÃO ANÁLISE DO PROCESSO PLANO DE AÇÃO AÇÃO VERIFICAÇÃO PADRONIZAÇÃO CONCLUSÃO CICLO PDCA PARA MELHORIAS Definidas as metas e as ações para atingir as metas (nova diretriz de controle)
  • 62. 62 14 Princípios de Deming 1º princípio: Estabeleça constância de propósitos para a melhoria do produto e do serviço, objetivando tornar-se competitivo e manter-se em atividade, bem como criar emprego; 2º princípio: Adote a nova filosofia. Estamos numa nova era econômica. A administração ocidental deve acordar para o desafio, conscientizar-se de suas responsabilidades e assumir a liderança no processo de transformação; 3º princípio: Deixe de depender da inspeção para atingir a qualidade. Elimine a necessidade de inspeção em massa, introduzindo a qualidade no produto desde seu primeiro estágio; 4º princípio: Cesse a prática de aprovar orçamentos com base no preço. Ao invés disto, minimize o custo total. Desenvolva um único fornecedor para cada item, num relacionamento de longo prazo fundamentado na lealdade e na confiança; 5º princípio: Melhore constantemente o sistema de produção e de prestação de serviços, de modo a melhorar a qualidade e a produtividade e, conseqüentemente, reduzir de forma sistemática os custos;
  • 63. 63 6º princípio: Institua treinamento no local de trabalho; 7º princípio: Institua liderança. O objetivo da chefia deve ser o de ajudar as pessoas e as máquinas e dispositivos a executarem um trabalho melhor. A chefia administrativa está necessitando de uma revisão geral, tanto quanto a chefia dos trabalhadores de produção; 8º princípio: Elimine o medo, de tal forma que todos trabalhem de modo eficaz para a empresa; 9º princípio: Elimine as barreiras entre os departamentos. As pessoas engajadas em pesquisas, projetos, vendas e produção devem trabalhar em equipe, de modo a preverem problemas de produção e de utilização do produto ou serviço; 10º princípio: Elimine lemas, exortações e metas para a mão-de-obra que exijam nível zero de falhas e estabeleçam novos níveis produtividade. Tais exortações apenas geram inimizades, visto que o grosso das causas da baixa qualidade e da baixa produtividade encontram-se no sistema, estando, portanto, fora do alcance dos trabalhadores; 14 Princípios de Deming
  • 64. 64 11º princípio: Elimine padrões de trabalho (quotas) na linha de produção. Substitua-os pela liderança; elimine o processo de administração por objetivos. Elimine o processo de administração por cifras, por objetivos numéricos. Substitua-os pela administração por processos através do exemplo de líderes; 12º princípio: Remova as barreiras que privam o operário horista de seu direito de orgulhar-se de seu desempenho. A responsabilidade dos chefes deve ser mudada de números absolutos para a qualidade; remova as barreiras que privam as pessoas da administração e da engenharia de seu direito de orgulharem-se de seu desempenho. Isto significa a abolição da avaliação anual de desempenho ou de mérito, bem como da administração por objetivos 13º princípio: Institua um forte programa de educação e auto- aprimoramento. 14º princípio: Engaje todos da empresa no processo de realizar a transformação. A transformação é da competência de todo mundo. 14 Princípios de Deming
  • 65. 65 Sistema do Saber Profundo de Deming
  • 66. 66