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COROASCOROAS
PROVISÓRIASPROVISÓRIAS
FACULDADE LEÃO SAMPAIO - FALSFACULDADE LEÃO SAMPAIO - FALS
CURSO: ODONTOLOGIACURSO: ODONTOLOGIA
DISCIPLINA: PRÓTESE FIXADISCIPLINA: PRÓTESE FIXA
Equipe:
Monique Carvalho
Antonio Napoleão
Celiana Cruz
Francisco Bernardo
Leidiane Santos
São próteses de uso temporários, confeccionadas para utilização
durante o período compreendido entre o preparo coronário e a cimentação
da prótese final.
Simulando a forma e a função das definitivas.
( Deve-se lembrar dos princípios biológicos, mecânicos e estéticos).
É importante que o dente preparado seja protegido e que o
paciente sinta-se bem enquanto espera a prótese definitiva
COROAS PROVISÓRIASCOROAS PROVISÓRIAS
São peças protéticas geralmente de acrílico, queSão peças protéticas geralmente de acrílico, que
servem como guia e visam proteger os dentes pilaresservem como guia e visam proteger os dentes pilares
preparados, até que a prótese fixa definitiva fiquepreparados, até que a prótese fixa definitiva fique
pronta.pronta.
O termo proteção se aplica ao complexoO termo proteção se aplica ao complexo
dentina/polpa, periodonto e ao sistemadentina/polpa, periodonto e ao sistema
neuromuscular do paciente.neuromuscular do paciente.
COROAS PROVISÓRIASCOROAS PROVISÓRIAS
 As coroas provisórias são consideradas umAs coroas provisórias são consideradas um
laboratório de testes do protesista.laboratório de testes do protesista.
 O profissional colocará todo o seu conhecimentoO profissional colocará todo o seu conhecimento
biológico, mecânico, estético e ocluso-funcional.biológico, mecânico, estético e ocluso-funcional.
 Permitir ao paciente manter-se socialmente ativo, emPermitir ao paciente manter-se socialmente ativo, em
condições funcionais e psicológicas satisfatórias.condições funcionais e psicológicas satisfatórias.
Coroas ProvisóriasCoroas Provisórias
CARACTERÍSTICAS IDEAIS DAS
COROAS PROVISÓRIAS
 Proteção preparo;
 Manutenção do dente e função
 Avaliação do preparo
 Adaptação precisa
 Estabilização da oclusão
 Baixo custo
 Estética aceitável
 Permita a higiene oral e controle da placa
bacteriana.
 Analise do padrão de higiene do paciente
1.1. PROTEÇÃO PULPARPROTEÇÃO PULPAR
2.2. PROTEÇÃO DO TECIDO PERIODONTALPROTEÇÃO DO TECIDO PERIODONTAL
3.3. FUNÇÃO OCLUSALFUNÇÃO OCLUSAL
4.4. FACILIDADE DE HIGIENIZAÇÃOFACILIDADE DE HIGIENIZAÇÃO
5.5. RESISTÊNCIA ESTRUTURAL E RETENÇÃORESISTÊNCIA ESTRUTURAL E RETENÇÃO
6.6. ESTÉTICA E FONÉTICAESTÉTICA E FONÉTICA
FATORES NECESSÁRIOS DASFATORES NECESSÁRIOS DAS
COROAS PROVISÓRIASCOROAS PROVISÓRIAS
A prótese provisória deve ser feita de um materialA prótese provisória deve ser feita de um material
que evite a condução de temperaturas extremas. asque evite a condução de temperaturas extremas. as
margens devem estar bem adaptadas para evitar amargens devem estar bem adaptadas para evitar a
infiltração, hipersensibilidade e cárie.infiltração, hipersensibilidade e cárie.
1.1. PROTEÇÃO PULPAR:PROTEÇÃO PULPAR:
Dependem da qualidade da adaptação cervical, perfilDependem da qualidade da adaptação cervical, perfil
de emergência plano, sem compressão do epitéliode emergência plano, sem compressão do epitélio
sulcular, sem invasão do espaço papilar interproximal, esulcular, sem invasão do espaço papilar interproximal, e
uma textura de superfície lisa e polida.uma textura de superfície lisa e polida.
2. PERIODONTAL2. PERIODONTAL
Com uma boa função oclusal da prótese temporáriaCom uma boa função oclusal da prótese temporária
o paciente terá mais conforto, a migração do dente seráo paciente terá mais conforto, a migração do dente será
prevenida, evitando-se, possivelmente, o desequilíbrioprevenida, evitando-se, possivelmente, o desequilíbrio
articular ou neuromuscular.articular ou neuromuscular.
3. FUNÇÃO OCLUSAL3. FUNÇÃO OCLUSAL::
O provisório deve possuir um contorno que permita aO provisório deve possuir um contorno que permita a
sua limpeza durante o tempo em que estiver em uso, parasua limpeza durante o tempo em que estiver em uso, para
que os tecidos gengivais permaneçam sadios durante esteque os tecidos gengivais permaneçam sadios durante este
período.período.
4. FACILIDADE DE HIGIENIZAÇÃO4. FACILIDADE DE HIGIENIZAÇÃO::
A prótese provisória deve suportar forçasA prótese provisória deve suportar forças
mastigatórias sem fraturar nem se deslocar, commastigatórias sem fraturar nem se deslocar, com
restrições às grandes solicitações de esforço.restrições às grandes solicitações de esforço.
5. RESISTÊNCIA ESTRUTURAL E RETENÇÃO5. RESISTÊNCIA ESTRUTURAL E RETENÇÃO
MECÂNICA:MECÂNICA:
Manter o indivíduo ativo em sua vida profissional eManter o indivíduo ativo em sua vida profissional e
social, permitir modificações em seus contornos, textura,social, permitir modificações em seus contornos, textura,
cor, e posição dos dentes, até que se encontre um padrãocor, e posição dos dentes, até que se encontre um padrão
estético ideal.estético ideal.
6. ESTÉTICA E FONÉTICA:6. ESTÉTICA E FONÉTICA:
MATERIAIS
Resina acrílica ativada quimicamente
Resina acrílica ativada termicamente
Resina composta
Dentes de estoque
TÉCNICAS PARA CONFECÇÃO DETÉCNICAS PARA CONFECÇÃO DE
PRÓTESES TEMPORÁRIASPRÓTESES TEMPORÁRIAS
 DIRETADIRETA - CLÍNICO- CLÍNICO
 INDIRETAINDIRETA - LABORATÓRIO / CLÍNICO- LABORATÓRIO / CLÍNICO
Esta técnica é mais indicada para próteseEsta técnica é mais indicada para prótese
unitária e para a substituição de próteses jáunitária e para a substituição de próteses já
existentes, cujos contornos coronários estejamexistentes, cujos contornos coronários estejam
mantidos.mantidos.
TÉCNICA DIRETATÉCNICA DIRETA
 São de fácil confecção;São de fácil confecção;
 Tempo clínico relativamente rápido;Tempo clínico relativamente rápido;
 Adaptação marginal razoável;Adaptação marginal razoável;
 Relações oclusais de forma satisfatória;Relações oclusais de forma satisfatória;
 São de fácil reparo;São de fácil reparo;
 FácilFácil modificação dos contornos e contatos.modificação dos contornos e contatos.
TÉCNICA DIRETATÉCNICA DIRETA
VANTAGENSVANTAGENS
 Alteração de cor a curto prazo;Alteração de cor a curto prazo;
 Menor resistência em próteses extensas.Menor resistência em próteses extensas.
 Apresentam alta porosidade;Apresentam alta porosidade;
 Tempo limitado de uso ou durabilidade;Tempo limitado de uso ou durabilidade;
 Favorecem a irritação gengival;Favorecem a irritação gengival;
 Sensível à ação do eugenol presente noSensível à ação do eugenol presente no
cimento;cimento;
TÉCNICA DIRETATÉCNICA DIRETA
DESVANTAGENSDESVANTAGENS
 Moldando previamente com alginatoMoldando previamente com alginato
 Esculpindo porção de acrílicoEsculpindo porção de acrílico
 Coroa oca de policarbonatoCoroa oca de policarbonato
 Ocando dente de estoqueOcando dente de estoque
 Coroa de acetatoCoroa de acetato
 Prótese provisória com pinoPrótese provisória com pino
 Estampagem com matriz de siliconeEstampagem com matriz de silicone
TÉCNICA DIRETATÉCNICA DIRETA
TÉCNICAS DIRETAS
Moldagem prévia
Impressão do dente antagonista
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PASSO A PASSO: Moldagem prévia.
Moldagem prévia-moldeira com
Alginato ou silicone
Confecção do preparo
Lubrificar o preparo
Seleção da cor da resina
Manipulação da resina
Colocação da resina no molde
Posicionamento do molde sobre o preparo
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PASSO A PASSO: Moldagem prévia.
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Acabamento e polimento
PASSO A PASSO: Impressão do dente
antagonista.
Confecção do preparo
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Manipula a resina
Faz uma bolinha de resina
Posicionar a resina no preparo
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Ajuste oclusal
Acabamento e polimento
PASSO A PASSO: Uso de dente de estoque
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Seleção do dente de estoque
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Lubrificar o preparo
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Verificação dos contornos anatômicos
Ajuste oclusal
Acabamento e polimento
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Preparo do conduto
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Lubrificar o conduto
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presa.
Reembasamento do conduto radicular “até modelar o conduto”
Confecção da parte coronária “qualquer técnica”
Seleção, adaptação e ajuste no dente de estoque
Acabamento e polimento
A elaboração da prótese por meio da técnicaA elaboração da prótese por meio da técnica
indireta é essencialmente laboratorial.indireta é essencialmente laboratorial.
É a prótese temporária que mais se aproxima daÉ a prótese temporária que mais se aproxima da
prótese definitiva, resguardando-se as limitaçõesprótese definitiva, resguardando-se as limitações
inerentes aos materiais empregados.inerentes aos materiais empregados.
TÉCNICA INDIRETATÉCNICA INDIRETA
 Maior durabilidade e integridade marginal;Maior durabilidade e integridade marginal;
 Resistência aos esforços oclusais;Resistência aos esforços oclusais;
 Fornecem uma melhor estética;Fornecem uma melhor estética;
 Restabelecimento dos requisitos oclusais;Restabelecimento dos requisitos oclusais;
 Manutenção da saúde periodontal;Manutenção da saúde periodontal;
 Tempo de ajustes clínicos menores.Tempo de ajustes clínicos menores.
TÉCNICA INDIRETATÉCNICA INDIRETA -- VANTAGENSVANTAGENS
 Alto custo;Alto custo;
 Modelos com troquéis;Modelos com troquéis;
 Procedimentos laboratoriais complexos;Procedimentos laboratoriais complexos;
 Confecção prévia de provisórios.Confecção prévia de provisórios.
TÉCNICA INDIRETATÉCNICA INDIRETA -- DESVANTAGENSDESVANTAGENS
TÉCNICA INDIRETA
Preparo
Enceramento da coroa
Inclusão do enceramento na mufla
Espaço da cera perdida
Aplicação da RAAT
Prensagem e polimerização da RAAT
Acabamento e polimento
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CIMENTAÇÃO PROVISÓRIA
Limpeza do dente preparado e coroa provisória
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Pressionamento da coroa
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
A restauração provisória é um
procedimento indispensável para o sucesso do
tratamento servindo de guia, além de simular a
forma e função das próteses finais.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PEGORARO, Luiz Fernando...[et al.]. Prótese Fixa. 2ª ed. - São Paulo: Artes
medicas, 2013.
SHILLINGBURG, Herbert T. et al. Fundamentos da Prótese Fixa. 4ª ed. São Paulo,
Quintessence books. 2007.
VOLPATO, Cláudia A. Maziero. et al. Próteses Odontológicas: uma visão
contemporânea – fundamentos e procedimentos. 1ª ed. São Paulo: Santos, 2013.

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Coroas Provisórias

  • 1. COROASCOROAS PROVISÓRIASPROVISÓRIAS FACULDADE LEÃO SAMPAIO - FALSFACULDADE LEÃO SAMPAIO - FALS CURSO: ODONTOLOGIACURSO: ODONTOLOGIA DISCIPLINA: PRÓTESE FIXADISCIPLINA: PRÓTESE FIXA Equipe: Monique Carvalho Antonio Napoleão Celiana Cruz Francisco Bernardo Leidiane Santos
  • 2. São próteses de uso temporários, confeccionadas para utilização durante o período compreendido entre o preparo coronário e a cimentação da prótese final. Simulando a forma e a função das definitivas. ( Deve-se lembrar dos princípios biológicos, mecânicos e estéticos). É importante que o dente preparado seja protegido e que o paciente sinta-se bem enquanto espera a prótese definitiva COROAS PROVISÓRIASCOROAS PROVISÓRIAS
  • 3. São peças protéticas geralmente de acrílico, queSão peças protéticas geralmente de acrílico, que servem como guia e visam proteger os dentes pilaresservem como guia e visam proteger os dentes pilares preparados, até que a prótese fixa definitiva fiquepreparados, até que a prótese fixa definitiva fique pronta.pronta. O termo proteção se aplica ao complexoO termo proteção se aplica ao complexo dentina/polpa, periodonto e ao sistemadentina/polpa, periodonto e ao sistema neuromuscular do paciente.neuromuscular do paciente. COROAS PROVISÓRIASCOROAS PROVISÓRIAS
  • 4.  As coroas provisórias são consideradas umAs coroas provisórias são consideradas um laboratório de testes do protesista.laboratório de testes do protesista.  O profissional colocará todo o seu conhecimentoO profissional colocará todo o seu conhecimento biológico, mecânico, estético e ocluso-funcional.biológico, mecânico, estético e ocluso-funcional.  Permitir ao paciente manter-se socialmente ativo, emPermitir ao paciente manter-se socialmente ativo, em condições funcionais e psicológicas satisfatórias.condições funcionais e psicológicas satisfatórias. Coroas ProvisóriasCoroas Provisórias
  • 5. CARACTERÍSTICAS IDEAIS DAS COROAS PROVISÓRIAS  Proteção preparo;  Manutenção do dente e função  Avaliação do preparo  Adaptação precisa  Estabilização da oclusão  Baixo custo  Estética aceitável  Permita a higiene oral e controle da placa bacteriana.  Analise do padrão de higiene do paciente
  • 6. 1.1. PROTEÇÃO PULPARPROTEÇÃO PULPAR 2.2. PROTEÇÃO DO TECIDO PERIODONTALPROTEÇÃO DO TECIDO PERIODONTAL 3.3. FUNÇÃO OCLUSALFUNÇÃO OCLUSAL 4.4. FACILIDADE DE HIGIENIZAÇÃOFACILIDADE DE HIGIENIZAÇÃO 5.5. RESISTÊNCIA ESTRUTURAL E RETENÇÃORESISTÊNCIA ESTRUTURAL E RETENÇÃO 6.6. ESTÉTICA E FONÉTICAESTÉTICA E FONÉTICA FATORES NECESSÁRIOS DASFATORES NECESSÁRIOS DAS COROAS PROVISÓRIASCOROAS PROVISÓRIAS
  • 7. A prótese provisória deve ser feita de um materialA prótese provisória deve ser feita de um material que evite a condução de temperaturas extremas. asque evite a condução de temperaturas extremas. as margens devem estar bem adaptadas para evitar amargens devem estar bem adaptadas para evitar a infiltração, hipersensibilidade e cárie.infiltração, hipersensibilidade e cárie. 1.1. PROTEÇÃO PULPAR:PROTEÇÃO PULPAR:
  • 8. Dependem da qualidade da adaptação cervical, perfilDependem da qualidade da adaptação cervical, perfil de emergência plano, sem compressão do epitéliode emergência plano, sem compressão do epitélio sulcular, sem invasão do espaço papilar interproximal, esulcular, sem invasão do espaço papilar interproximal, e uma textura de superfície lisa e polida.uma textura de superfície lisa e polida. 2. PERIODONTAL2. PERIODONTAL
  • 9. Com uma boa função oclusal da prótese temporáriaCom uma boa função oclusal da prótese temporária o paciente terá mais conforto, a migração do dente seráo paciente terá mais conforto, a migração do dente será prevenida, evitando-se, possivelmente, o desequilíbrioprevenida, evitando-se, possivelmente, o desequilíbrio articular ou neuromuscular.articular ou neuromuscular. 3. FUNÇÃO OCLUSAL3. FUNÇÃO OCLUSAL::
  • 10. O provisório deve possuir um contorno que permita aO provisório deve possuir um contorno que permita a sua limpeza durante o tempo em que estiver em uso, parasua limpeza durante o tempo em que estiver em uso, para que os tecidos gengivais permaneçam sadios durante esteque os tecidos gengivais permaneçam sadios durante este período.período. 4. FACILIDADE DE HIGIENIZAÇÃO4. FACILIDADE DE HIGIENIZAÇÃO::
  • 11. A prótese provisória deve suportar forçasA prótese provisória deve suportar forças mastigatórias sem fraturar nem se deslocar, commastigatórias sem fraturar nem se deslocar, com restrições às grandes solicitações de esforço.restrições às grandes solicitações de esforço. 5. RESISTÊNCIA ESTRUTURAL E RETENÇÃO5. RESISTÊNCIA ESTRUTURAL E RETENÇÃO MECÂNICA:MECÂNICA:
  • 12. Manter o indivíduo ativo em sua vida profissional eManter o indivíduo ativo em sua vida profissional e social, permitir modificações em seus contornos, textura,social, permitir modificações em seus contornos, textura, cor, e posição dos dentes, até que se encontre um padrãocor, e posição dos dentes, até que se encontre um padrão estético ideal.estético ideal. 6. ESTÉTICA E FONÉTICA:6. ESTÉTICA E FONÉTICA:
  • 13. MATERIAIS Resina acrílica ativada quimicamente Resina acrílica ativada termicamente Resina composta Dentes de estoque
  • 14. TÉCNICAS PARA CONFECÇÃO DETÉCNICAS PARA CONFECÇÃO DE PRÓTESES TEMPORÁRIASPRÓTESES TEMPORÁRIAS  DIRETADIRETA - CLÍNICO- CLÍNICO  INDIRETAINDIRETA - LABORATÓRIO / CLÍNICO- LABORATÓRIO / CLÍNICO
  • 15. Esta técnica é mais indicada para próteseEsta técnica é mais indicada para prótese unitária e para a substituição de próteses jáunitária e para a substituição de próteses já existentes, cujos contornos coronários estejamexistentes, cujos contornos coronários estejam mantidos.mantidos. TÉCNICA DIRETATÉCNICA DIRETA
  • 16.  São de fácil confecção;São de fácil confecção;  Tempo clínico relativamente rápido;Tempo clínico relativamente rápido;  Adaptação marginal razoável;Adaptação marginal razoável;  Relações oclusais de forma satisfatória;Relações oclusais de forma satisfatória;  São de fácil reparo;São de fácil reparo;  FácilFácil modificação dos contornos e contatos.modificação dos contornos e contatos. TÉCNICA DIRETATÉCNICA DIRETA VANTAGENSVANTAGENS
  • 17.  Alteração de cor a curto prazo;Alteração de cor a curto prazo;  Menor resistência em próteses extensas.Menor resistência em próteses extensas.  Apresentam alta porosidade;Apresentam alta porosidade;  Tempo limitado de uso ou durabilidade;Tempo limitado de uso ou durabilidade;  Favorecem a irritação gengival;Favorecem a irritação gengival;  Sensível à ação do eugenol presente noSensível à ação do eugenol presente no cimento;cimento; TÉCNICA DIRETATÉCNICA DIRETA DESVANTAGENSDESVANTAGENS
  • 18.  Moldando previamente com alginatoMoldando previamente com alginato  Esculpindo porção de acrílicoEsculpindo porção de acrílico  Coroa oca de policarbonatoCoroa oca de policarbonato  Ocando dente de estoqueOcando dente de estoque  Coroa de acetatoCoroa de acetato  Prótese provisória com pinoPrótese provisória com pino  Estampagem com matriz de siliconeEstampagem com matriz de silicone TÉCNICA DIRETATÉCNICA DIRETA
  • 19. TÉCNICAS DIRETAS Moldagem prévia Impressão do dente antagonista Uso de dentes de estoque Uso de pinos intrarradiculares
  • 20. PASSO A PASSO: Moldagem prévia. Moldagem prévia-moldeira com Alginato ou silicone Confecção do preparo Lubrificar o preparo Seleção da cor da resina Manipulação da resina Colocação da resina no molde Posicionamento do molde sobre o preparo Remoção do molde após a polimerização
  • 21. PASSO A PASSO: Moldagem prévia. Remoção dos excessos de resina Verificar adaptação marginal Ajuste oclusal Acabamento e polimento
  • 22. PASSO A PASSO: Impressão do dente antagonista. Confecção do preparo Lubrificar o preparo Manipula a resina Faz uma bolinha de resina Posicionar a resina no preparo Paciente ocluir em MIH- impressão do dente antagonista Guias de orientação oclusal Definição anatômica Ajuste oclusal Acabamento e polimento
  • 23. PASSO A PASSO: Uso de dente de estoque Depois do dente preparado Seleção do dente de estoque Adaptação e preparo do dente de estoque Lubrificar o preparo Acrécimos de resina por lingual/palatina Verificação dos contornos anatômicos Ajuste oclusal Acabamento e polimento
  • 24. PASSO A PASSO: Pinos intrarradiculares Preparo do conduto Recorte e dobramento do fio Retenções mecânicas no fio Lubrificar o conduto Aplica resina no conduto e no pino e leva em posição até tomar presa. Reembasamento do conduto radicular “até modelar o conduto” Confecção da parte coronária “qualquer técnica” Seleção, adaptação e ajuste no dente de estoque Acabamento e polimento
  • 25. A elaboração da prótese por meio da técnicaA elaboração da prótese por meio da técnica indireta é essencialmente laboratorial.indireta é essencialmente laboratorial. É a prótese temporária que mais se aproxima daÉ a prótese temporária que mais se aproxima da prótese definitiva, resguardando-se as limitaçõesprótese definitiva, resguardando-se as limitações inerentes aos materiais empregados.inerentes aos materiais empregados. TÉCNICA INDIRETATÉCNICA INDIRETA
  • 26.  Maior durabilidade e integridade marginal;Maior durabilidade e integridade marginal;  Resistência aos esforços oclusais;Resistência aos esforços oclusais;  Fornecem uma melhor estética;Fornecem uma melhor estética;  Restabelecimento dos requisitos oclusais;Restabelecimento dos requisitos oclusais;  Manutenção da saúde periodontal;Manutenção da saúde periodontal;  Tempo de ajustes clínicos menores.Tempo de ajustes clínicos menores. TÉCNICA INDIRETATÉCNICA INDIRETA -- VANTAGENSVANTAGENS
  • 27.  Alto custo;Alto custo;  Modelos com troquéis;Modelos com troquéis;  Procedimentos laboratoriais complexos;Procedimentos laboratoriais complexos;  Confecção prévia de provisórios.Confecção prévia de provisórios. TÉCNICA INDIRETATÉCNICA INDIRETA -- DESVANTAGENSDESVANTAGENS
  • 28. TÉCNICA INDIRETA Preparo Enceramento da coroa Inclusão do enceramento na mufla Espaço da cera perdida Aplicação da RAAT Prensagem e polimerização da RAAT Acabamento e polimento Ajuste oclusal (clínico)
  • 29. CIMENTAÇÃO PROVISÓRIA Limpeza do dente preparado e coroa provisória Isolamento relativo Manipulação do cimento Coloca nas margens e nas paredes axiais Posicionamento da coroa Pressionamento da coroa Remoção dos excessos
  • 30. CONSIDERAÇÕES FINAIS A restauração provisória é um procedimento indispensável para o sucesso do tratamento servindo de guia, além de simular a forma e função das próteses finais.
  • 31. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PEGORARO, Luiz Fernando...[et al.]. Prótese Fixa. 2ª ed. - São Paulo: Artes medicas, 2013. SHILLINGBURG, Herbert T. et al. Fundamentos da Prótese Fixa. 4ª ed. São Paulo, Quintessence books. 2007. VOLPATO, Cláudia A. Maziero. et al. Próteses Odontológicas: uma visão contemporânea – fundamentos e procedimentos. 1ª ed. São Paulo: Santos, 2013.