Prof. Ms. Guilherme Terra
Indicações
 Comprometimento dos tecidos de sustentação;



 Comprometimento da estrutura dental;




                                                Terra, G.
Comprometimento dos tecidos de
sustentação
 Lesão de furca.



 Reabsoção óssea severa.



 Mobilidade dental.


                                 Terra, G.
Comprometimento da estrutura
dental
 Fratura intratável.


 Comprometimento por cárie.


 Incluso e supranumerário em região de interesse de
  instalação de implantes.

 Decíduos.

                                                   Terra, G.
Indicações atípicas
 Quando a única possibilidade de instalação dos
 implantes for onde se têm dentes em boa situação.

 Quando o elemento está atrapalhando a confecção da
 prótese ideal ou planejada.

 Segundos e Terceiros molares que não terão oclusão na
 futura prótese;

 Indicações ortodônticas.
                                                      Terra, G.
Contra-indicações gerais
 Patologias cardíacas e P.A. alterada;
 Diabéticos não compensados;
 Deficiência de Fatores de coagulação;
 Infecções sistêmicas;
 Gestantes (Principalmente 1º e 3º Trimestre);
 Lactante;
 Período menstrual (Risco de anemia);

                                                  Terra, G.
Contra-indicações locais
 Inflamações e edemas (Dificuldade com a anestesia);



 Infecções locais;



 Trismo;


                                                        Terra, G.
 Tempo de sangria: 1,5 a 3 minutos.



 Tempo de coagulação: 3,5 a 5 minutos.



 P.A. alterada pode levar a um aumento no tempo de
 sangria e no volume de sangria.




                                                  Terra, G.
Manobras cirúrgicas
  fundamentais


                      Terra, G.
Manobras fundamentais
 Diérese;


 Exérese;


 Síntese ;


 Hemostasia;


                        Terra, G.
Diérese
 Incisão: Corte do tecido.



 Divulsão: Separação sem corte




                                  Terra, G.
Requisitos básicos de uma incisão
 Traço único em 45° (Distal para mesial – Apical para
 cervical).

 Apoio em tecido ósseo sadio.


 Amplitude, possibilitando visibilidade ao campo
 operatório e menor trauma tecidual no afastamento.

 Base ampla (irrigação do retalho).

                                                      Terra, G.
Tipos de incisão
 Retilíneas;


Em arco:


 Concavidade para apical - Partsch


 Concavidade para cervical - Pichler



                                        Terra, G.
Tipos de incisão
 Trapezoidais:


 Wasmund – Gengiva inserida e livre.


 Neumann – Gengiva inserida, livre e papila dental com
 1 relaxante.

 Neumann modificada – Gengiva inserida, livre e papila
 dental com 2 relaxantes.

                                                      Terra, G.
Afastamento
 Os afastadores devem sempre estar apoiados em osso.


 O retalho não deve estar tencionado e/ou isquêmico.


 Quanto menor o trauma aos tecidos gengivais melhor
 é a reparação tecidual.




                                                        Terra, G.
Exérese
 Osteotomia (Desgaste ósseo).


 Ostectomia (Remoção de fragmento ósseo).


 Curetagem.


 Avulsão (via alveolar e via não alveolar).



                                               Terra, G.
Síntese
 Sutura;



 Tamponamento;



 Drenagem;



                  Terra, G.
Instrumentos utilizados em
exodontia
 Instrumentos de Exérese:


 Elevadores;


 Fórceps;




                             Terra, G.
Elevadores
Alavanca é o movimento feito para a remoção do
 elemento.

 Funções:


 Luxação, rompendo as fibras do ligamento periodontal
  e expandindo cortical óssea.
 Remover as raízes fraturadas       ou   seccionadas
  cirurgicamente.

                                                     Terra, G.
Elevadores
 Composto de três partes:

 Cabo: Porção para apreensão do instrumento.

 Haste: Transmite a força realizada no cabo à ponta
 ativa.

 Ponta ativa: Parte onde será colocada entre o dente a
 ser removido e o osso sadio adjacente. Onde a força
 será despendida.

                                                      Terra, G.
Tipos de elevadores
 Apical reto (ponta ativa em formato de cunha).


 Seldin Reta.


 Seldin angulados.


 Potts (angulada com ponta ativa em formato de colher)



                                                      Terra, G.
Elevador apical reto




                       Terra, G.
Jogo de elevadores Seldin




                            Terra, G.
Elevador Potts




                 Terra, G.
Fórceps
 Deve ter o cabo estriado e boa apreensão.


 O fórceps a a ser utilizado dependerá de seu formato e
 da anatomia do colo do dente a ser removido.

 Dividido em três partes: Cabo, articulação e ponta
 ativa.



                                                       Terra, G.
Partes de um Fórceps
 Cabo: Deve ser estriado para não escorregar e ter boa
 apreensão. Onde a força é realizada.

 Articulação.


 Ponta ativa: Dependendo de seu formato será a
 indicação de seu uso. Encaixa-se no colo do dente.



                                                      Terra, G.
Fórceps Maxilares

                    Terra, G.
Fórceps nº 150


 Para pré-molares e
 incisivos maxilares.




                        Terra, G.
Fórceps nº 18R e 18L


 Para Molares
 maxilares.




                       Terra, G.
Fórceps nº 65
 Para raízes residuais
  ou raízes seccionadas
  cirurgicamente.

 Pode ser utilizado em
  qualquer região.




                          Terra, G.
Fórceps Mandibulares


                   Terra, G.
Fórceps nº 151


 Incisivos e
  pré-molares
  mandibulares




                 Terra, G.
Fórceps nº 17


 Molares
 mandibulares




                Terra, G.
Fórceps nº 16

 Molares inferiores com
  comprometimento de
  furca periodontal.




                           Terra, G.
Fórceps nº 65
 Para raízes residuais
  ou raízes seccionadas
  cirurgicamente.

 Pode ser utilizado em
  qualquer região.




                          Terra, G.
Exodontia simples


                    Terra, G.
Avaliação clínica
 Acesso ao dente (Abertura bucal).


 Condições periodontais.


 Condições da coroa clínica.




                                      Terra, G.
Exame radiográfico
 Proximidade com estruturas nobres.


 Condição óssea adjacente.


 Configuração das raízes:


Presença de hipercementose e dilaceração radicular



                                                      Terra, G.
Princípios mecânicos
 Alavanca: Pequena força transforma-se em grande
 movimento. Realizado com o uso de elevadores.

 Cunha: Ponta ativa do instrumento toma o lugar do
 dente, fazendo o movimento de cunha. Realizado com
 o uso de fórceps e elevadores.

 Roda e eixo: Elevadores apoiando em osso sadio e
 dente a ser removido. Fazer movimento de rotação.

                                                     Terra, G.
Principais movimentos do Fórceps
 Pressão apical: Rompe as fibras da região apical do
 ligamento periodontal.

 Pressão vestíbulo-lingual: expansão das corticais por
 pressão firme, controlada e de velocidade lenta.

 Rotação somente em pré-molares inferior.



                                                      Terra, G.
Etapas de uma exodontia simples
 Sindesmotomia: Liberação do tecido gengival.


 Luxação lateral: Com elevadores apoiado sempre em
 osso sadio. Nunca em dente que não será extraído.

 Luxação apical e lateral: Pressão apical e movimentos
 vestíbulo-lingual com fórceps.

 Avulsão via alveolar do elemento.

                                                      Terra, G.
Cuidados trans-operatórios
 Curetagem (se necessário).


 Limagem (remoção de espículas ósseas).


 Manobra de Chompret:         reposiciona as paredes
 alveolares.

 Tamponamento com gaze.


                                                    Terra, G.
Papel da mão oposta
 Afastar  bochechas, lábios e        língua:   Melhor
 visualização do capo operatório.

 Suporte e estabilização da mandíbula do paciente:
 Evitar luxação condilar.

 Apoio do processo alveolar: evitar fratura das tábuas
 ósseas.

 Proteger os outros dentes dos instrumentos.

                                                      Terra, G.
Papel do assistente
 Mesmo papel da mão oposta do operador.




 Sucção de fluídos e soluções irrigatórias.




                                               Terra, G.
Técnicas auxiliares a
     exodontia


                        Terra, G.
 Com a idade os ossos vão ficando cada vez mais com
 maior conteúdo mineral.

 É mais fácil fraturar uma raiz, durante a exodontia, de
 um idoso do que de uma criança.

 Quando ocorre uma fratura radicular ou se não é
 possível realizar a exodontia por via alveolar (curvatura
 de raízes , hipercementose, etc...) temos de lançar mão
 de técnicas auxiliares.



                                                         Terra, G.
Odontosecção
 Visa diminuir a resistência na remoção do dente.


 Separar as raízes. Evitar fratura radicular e das tábuas
 ósseas.

 Realizar com alta rotação fresas diamantadas ou
 laminadas.



                                                         Terra, G.
“Divida o dente,
  preserve o
   paciente”
                   Terra, G.
Exodontia via não-alveolar

 Fraturas radiculares;



 Cárie radicular acentuada;



 Hipercementose;



                               Terra, G.
Exodontia via não-alveolar
 Para a preservação do osso, visando uma futura

 instalação de implantes, tenta-se abrir uma janela mais

 apical e remover as raízes ou fragmentos, preservando

 a porção mais cervical da tábua óssea vestibular.



                                                       Terra, G.
Acidentes e complicações
 A melhor maneira de lidar é a prevenção.


 Planejamento é fundamental para evitar a ocorrência
 de complicações.

 Realize as cirurgias para as quais você está preparado.
 Reconheça seus limites.



                                                        Terra, G.
Prevenção de acidentes e complicações
 Realizar o histórico médico adequadamente.

 Estar sempre em posse do exame Imaginológico
 adequado.

 Realizar os   princípios       cirúrgicos    básicos
 adequadamente.

 Explicar corretamente ao paciente as recomendações
 pós-operatórias.

                                                     Terra, G.
Complicações trans-operatórias
Lesões de tecido mole:


 Laceração do retalho (Suturar).


 Perfuração tecidual pela broca (não sutura).


 Abrasão (não sutura).



                                                 Terra, G.
Complicações trans-operatórias
 Lesões das estruturas ósseas:


 Fratura de tábua óssea (remover caso o fragmento não
  estiver aderido ao periósteo).

 Fratura de Túber.


 Fratura de mandíbula (Raro – Tem que ser TIGRÃO)


 Comunicação Buco-sinusal.

                                                     Terra, G.
Comunicação Buco-sinusal
 Pode evoluir para uma sinusite crônica e fístula Buco-
 Sinusal crônica.

 Em   comunicações pequenas suturar bem e
 recomendar ao paciente que evite realizar pressão
 negativa.

 Em comunicações maiores utilizar retalho de palatino
 rodado, ou ocluir a comunicação com a corpo adiposo
 da face.
                                                       Terra, G.
Comunicação Buco-sinusal

 Em qualquer um dos casos prescrever associação de
 antibióticos.

 Amoxicilina + Clavulanato de potássio + Metronidazol.


 Prescrever também algum descongestionante nasal.




                                                      Terra, G.
Complicações trans-operatórias
Lesões de dentes adjacentes:


 Fratura de restauração.


 Luxação do dente ao lado (imobilização).


 Extração do elemento errado (MUITO TIGRÃO).



                                                Terra, G.
Complicações trans-operatórias
Lesões do dente em questão:


 Fratura radicular (janela lateral – Via alveolar ou não).


 Deslocamento de fragmentos radiculares para seio
  maxilar (remover) ou para fossa infra-temporal e/ou
  espaço sub-mandibular (proservar).



                                                              Terra, G.
Complicações trans-operatórias
Lesões de nervos adjacentes:


 Caso ocorra perda de sensibilidade aguardar para
 voltar. Normalmente entre dois meses a dois anos.

 Caso tenha ocorrido a secção parcial ou completa do
 nervo (Neurotmese), encaminhar ao cirurgião BMF
 para a realização da ligadura do nervo.


                                                     Terra, G.
Hemorragia trans-operatórias
Hemorragia arterial (Pinçar a artéria e aguardar cerca
 de dez minutos ou cera de abelha para osso).



 Hemorragia venosa (tipo lençol).




                                                      Terra, G.
Hemorragia venosa
 Tamponamento com gaze por 5 minutos.


 Esponja de fibrina absorvível (GelFoam®), ou celulose
 oxidada regenerada (Surgicel®) ou cera de abelha para
 osso.

 Sutura oclusiva em massa.


 Fármacos Anti-fibrinolíticos.

                                                      Terra, G.
Fármacos Anti-fibrinolíticos
 Ácido tranexâmico 250 Mg (TRANSAMIN®).


 Em caso de emergência ministrar 1 ampola de 5 ml,
 mantendo por via oral 2 comprimidos a cada 8 horas,
 por dois dias.

 A injeção por via endovenosa deverá ser o mais lenta
 possível, cerca de 1 ml por minuto.


                                                     Terra, G.
Complicações pós-operatórias
 Hemorragia pós-operatória:


 Normalmente venosa.


 Anestesiar e curetar, removendo todo o coágulo antigo.


 Proceder com os mesmos            procedimentos    da
 hemorragia trans-operatória.

                                                       Terra, G.
Complicações pós-operatórias
 Equimose:

 Sangramento entre as fascias musculares.

 Comum em idosos.

 Difícil de evitar, mas não há perigo.

 Tendo certeza de não ser um processo infeccioso,
  proceder terapia com calor.

                                                 Terra, G.
Complicações pós-operatórias
 Processos infecciosos:


 Alveolite seca;
 Alveolite úmida;
 Deiscência da ferida cirúrgica;
 Abscesso odontogênico;
 Abscesso cerebral;
 Angina de Ludwig;


                                    Terra, G.
Alveolite seca
 Perda do coágulo, alvéolo vazio com exposição óssea.
 Dor intensa a partir do terceiro ou quarto dia do P.O.
 Odor e gosto desagradável.

Tratamento:

 Anestesia à distância, irrigação com água fenolada
  aquecida e curativo com Alveolsan® ou Alveolex®
  (Eugenol e Benzocaína).
 Não curetar.

                                                           Terra, G.
Alveolite úmida
 Presença do coágulo em desaranjo, alvéolo com corpos
  estranhos.
 Dor moderada a intensa além de odor e gosto
  desagradável.

Tratamento:


 Anestesia à distância, curetagem, preenchimento do
 alvéolo com sangue e sutura.

                                                     Terra, G.
Deiscência da ferida cirúrgica
 Dor intensa a partir do terceiro ou quarto dia do P.O.
 Odor e gosto desagradável.


Tratamento:


 Anestesia à distância, curetagem e raspagem do osso
  necrótico, abundante lavagem com oro fisiológico e
  sutura.


                                                           Terra, G.
Abscesso odontogênico
 Muito raro hoje em dia.


 Drenagem via alvéolo se possível.


 Drenagem intra ou extra-oral.


 Antibioticoterapia por 7 dias.



                                      Terra, G.
Abscesso cerebral
 Complicação mais comum por via ascendente.


 Encaminhar ao serviço médico com extrema urgência.


 Se demorado a tratar, grande chance de evoluir ao
 óbito.




                                                       Terra, G.
Angina de Ludwig
 Complicação mais comum por via descendente.

 Acometimento     dos espaços   submandibulares   e
 sublinguais bilateralmente.

 Encaminhar ao serviço médico com extrema urgência.

 Se demorado a tratar, grande chance de evoluir ao
 óbito.

                                                       Terra, G.
Mediastinite descendente necrosante

 Quando não tratado e o paciente não vai a óbito, a
 angina de Ludwig pode evoluir para uma Mediastinite
 descendente necrosante.



 A taxa de mortalidade da Mediastinite é de 40%.



                                                    Terra, G.
Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais

Princípios cirúrgicos e manobras fundamentais

  • 1.
  • 2.
    Indicações  Comprometimento dostecidos de sustentação;  Comprometimento da estrutura dental; Terra, G.
  • 3.
    Comprometimento dos tecidosde sustentação  Lesão de furca.  Reabsoção óssea severa.  Mobilidade dental. Terra, G.
  • 4.
    Comprometimento da estrutura dental Fratura intratável.  Comprometimento por cárie.  Incluso e supranumerário em região de interesse de instalação de implantes.  Decíduos. Terra, G.
  • 5.
    Indicações atípicas  Quandoa única possibilidade de instalação dos implantes for onde se têm dentes em boa situação.  Quando o elemento está atrapalhando a confecção da prótese ideal ou planejada.  Segundos e Terceiros molares que não terão oclusão na futura prótese;  Indicações ortodônticas. Terra, G.
  • 6.
    Contra-indicações gerais  Patologiascardíacas e P.A. alterada;  Diabéticos não compensados;  Deficiência de Fatores de coagulação;  Infecções sistêmicas;  Gestantes (Principalmente 1º e 3º Trimestre);  Lactante;  Período menstrual (Risco de anemia); Terra, G.
  • 7.
    Contra-indicações locais  Inflamaçõese edemas (Dificuldade com a anestesia);  Infecções locais;  Trismo; Terra, G.
  • 8.
     Tempo desangria: 1,5 a 3 minutos.  Tempo de coagulação: 3,5 a 5 minutos.  P.A. alterada pode levar a um aumento no tempo de sangria e no volume de sangria. Terra, G.
  • 9.
    Manobras cirúrgicas fundamentais Terra, G.
  • 10.
    Manobras fundamentais  Diérese; Exérese;  Síntese ;  Hemostasia; Terra, G.
  • 11.
    Diérese  Incisão: Cortedo tecido.  Divulsão: Separação sem corte Terra, G.
  • 12.
    Requisitos básicos deuma incisão  Traço único em 45° (Distal para mesial – Apical para cervical).  Apoio em tecido ósseo sadio.  Amplitude, possibilitando visibilidade ao campo operatório e menor trauma tecidual no afastamento.  Base ampla (irrigação do retalho). Terra, G.
  • 13.
    Tipos de incisão Retilíneas; Em arco:  Concavidade para apical - Partsch  Concavidade para cervical - Pichler Terra, G.
  • 14.
    Tipos de incisão Trapezoidais:  Wasmund – Gengiva inserida e livre.  Neumann – Gengiva inserida, livre e papila dental com 1 relaxante.  Neumann modificada – Gengiva inserida, livre e papila dental com 2 relaxantes. Terra, G.
  • 15.
    Afastamento  Os afastadoresdevem sempre estar apoiados em osso.  O retalho não deve estar tencionado e/ou isquêmico.  Quanto menor o trauma aos tecidos gengivais melhor é a reparação tecidual. Terra, G.
  • 16.
    Exérese  Osteotomia (Desgasteósseo).  Ostectomia (Remoção de fragmento ósseo).  Curetagem.  Avulsão (via alveolar e via não alveolar). Terra, G.
  • 17.
  • 18.
    Instrumentos utilizados em exodontia Instrumentos de Exérese:  Elevadores;  Fórceps; Terra, G.
  • 19.
    Elevadores Alavanca é omovimento feito para a remoção do elemento.  Funções:  Luxação, rompendo as fibras do ligamento periodontal e expandindo cortical óssea.  Remover as raízes fraturadas ou seccionadas cirurgicamente. Terra, G.
  • 20.
    Elevadores  Composto detrês partes:  Cabo: Porção para apreensão do instrumento.  Haste: Transmite a força realizada no cabo à ponta ativa.  Ponta ativa: Parte onde será colocada entre o dente a ser removido e o osso sadio adjacente. Onde a força será despendida. Terra, G.
  • 21.
    Tipos de elevadores Apical reto (ponta ativa em formato de cunha).  Seldin Reta.  Seldin angulados.  Potts (angulada com ponta ativa em formato de colher) Terra, G.
  • 22.
  • 23.
    Jogo de elevadoresSeldin Terra, G.
  • 24.
    Elevador Potts Terra, G.
  • 25.
    Fórceps  Deve tero cabo estriado e boa apreensão.  O fórceps a a ser utilizado dependerá de seu formato e da anatomia do colo do dente a ser removido.  Dividido em três partes: Cabo, articulação e ponta ativa. Terra, G.
  • 26.
    Partes de umFórceps  Cabo: Deve ser estriado para não escorregar e ter boa apreensão. Onde a força é realizada.  Articulação.  Ponta ativa: Dependendo de seu formato será a indicação de seu uso. Encaixa-se no colo do dente. Terra, G.
  • 27.
  • 28.
    Fórceps nº 150 Para pré-molares e incisivos maxilares. Terra, G.
  • 29.
    Fórceps nº 18Re 18L  Para Molares maxilares. Terra, G.
  • 30.
    Fórceps nº 65 Para raízes residuais ou raízes seccionadas cirurgicamente.  Pode ser utilizado em qualquer região. Terra, G.
  • 31.
  • 32.
    Fórceps nº 151 Incisivos e pré-molares mandibulares Terra, G.
  • 33.
    Fórceps nº 17 Molares mandibulares Terra, G.
  • 34.
    Fórceps nº 16 Molares inferiores com comprometimento de furca periodontal. Terra, G.
  • 35.
    Fórceps nº 65 Para raízes residuais ou raízes seccionadas cirurgicamente.  Pode ser utilizado em qualquer região. Terra, G.
  • 36.
  • 37.
    Avaliação clínica  Acessoao dente (Abertura bucal).  Condições periodontais.  Condições da coroa clínica. Terra, G.
  • 38.
    Exame radiográfico  Proximidadecom estruturas nobres.  Condição óssea adjacente.  Configuração das raízes: Presença de hipercementose e dilaceração radicular Terra, G.
  • 39.
    Princípios mecânicos  Alavanca:Pequena força transforma-se em grande movimento. Realizado com o uso de elevadores.  Cunha: Ponta ativa do instrumento toma o lugar do dente, fazendo o movimento de cunha. Realizado com o uso de fórceps e elevadores.  Roda e eixo: Elevadores apoiando em osso sadio e dente a ser removido. Fazer movimento de rotação. Terra, G.
  • 40.
    Principais movimentos doFórceps  Pressão apical: Rompe as fibras da região apical do ligamento periodontal.  Pressão vestíbulo-lingual: expansão das corticais por pressão firme, controlada e de velocidade lenta.  Rotação somente em pré-molares inferior. Terra, G.
  • 41.
    Etapas de umaexodontia simples  Sindesmotomia: Liberação do tecido gengival.  Luxação lateral: Com elevadores apoiado sempre em osso sadio. Nunca em dente que não será extraído.  Luxação apical e lateral: Pressão apical e movimentos vestíbulo-lingual com fórceps.  Avulsão via alveolar do elemento. Terra, G.
  • 42.
    Cuidados trans-operatórios  Curetagem(se necessário).  Limagem (remoção de espículas ósseas).  Manobra de Chompret: reposiciona as paredes alveolares.  Tamponamento com gaze. Terra, G.
  • 43.
    Papel da mãooposta  Afastar bochechas, lábios e língua: Melhor visualização do capo operatório.  Suporte e estabilização da mandíbula do paciente: Evitar luxação condilar.  Apoio do processo alveolar: evitar fratura das tábuas ósseas.  Proteger os outros dentes dos instrumentos. Terra, G.
  • 44.
    Papel do assistente Mesmo papel da mão oposta do operador.  Sucção de fluídos e soluções irrigatórias. Terra, G.
  • 45.
    Técnicas auxiliares a exodontia Terra, G.
  • 46.
     Com aidade os ossos vão ficando cada vez mais com maior conteúdo mineral.  É mais fácil fraturar uma raiz, durante a exodontia, de um idoso do que de uma criança.  Quando ocorre uma fratura radicular ou se não é possível realizar a exodontia por via alveolar (curvatura de raízes , hipercementose, etc...) temos de lançar mão de técnicas auxiliares. Terra, G.
  • 47.
    Odontosecção  Visa diminuira resistência na remoção do dente.  Separar as raízes. Evitar fratura radicular e das tábuas ósseas.  Realizar com alta rotação fresas diamantadas ou laminadas. Terra, G.
  • 48.
    “Divida o dente, preserve o paciente” Terra, G.
  • 49.
    Exodontia via não-alveolar Fraturas radiculares;  Cárie radicular acentuada;  Hipercementose; Terra, G.
  • 50.
    Exodontia via não-alveolar Para a preservação do osso, visando uma futura instalação de implantes, tenta-se abrir uma janela mais apical e remover as raízes ou fragmentos, preservando a porção mais cervical da tábua óssea vestibular. Terra, G.
  • 51.
    Acidentes e complicações A melhor maneira de lidar é a prevenção.  Planejamento é fundamental para evitar a ocorrência de complicações.  Realize as cirurgias para as quais você está preparado. Reconheça seus limites. Terra, G.
  • 52.
    Prevenção de acidentese complicações  Realizar o histórico médico adequadamente.  Estar sempre em posse do exame Imaginológico adequado.  Realizar os princípios cirúrgicos básicos adequadamente.  Explicar corretamente ao paciente as recomendações pós-operatórias. Terra, G.
  • 53.
    Complicações trans-operatórias Lesões detecido mole:  Laceração do retalho (Suturar).  Perfuração tecidual pela broca (não sutura).  Abrasão (não sutura). Terra, G.
  • 54.
    Complicações trans-operatórias  Lesõesdas estruturas ósseas:  Fratura de tábua óssea (remover caso o fragmento não estiver aderido ao periósteo).  Fratura de Túber.  Fratura de mandíbula (Raro – Tem que ser TIGRÃO)  Comunicação Buco-sinusal. Terra, G.
  • 55.
    Comunicação Buco-sinusal  Podeevoluir para uma sinusite crônica e fístula Buco- Sinusal crônica.  Em comunicações pequenas suturar bem e recomendar ao paciente que evite realizar pressão negativa.  Em comunicações maiores utilizar retalho de palatino rodado, ou ocluir a comunicação com a corpo adiposo da face. Terra, G.
  • 56.
    Comunicação Buco-sinusal  Emqualquer um dos casos prescrever associação de antibióticos.  Amoxicilina + Clavulanato de potássio + Metronidazol.  Prescrever também algum descongestionante nasal. Terra, G.
  • 57.
    Complicações trans-operatórias Lesões dedentes adjacentes:  Fratura de restauração.  Luxação do dente ao lado (imobilização).  Extração do elemento errado (MUITO TIGRÃO). Terra, G.
  • 58.
    Complicações trans-operatórias Lesões dodente em questão:  Fratura radicular (janela lateral – Via alveolar ou não).  Deslocamento de fragmentos radiculares para seio maxilar (remover) ou para fossa infra-temporal e/ou espaço sub-mandibular (proservar). Terra, G.
  • 59.
    Complicações trans-operatórias Lesões denervos adjacentes:  Caso ocorra perda de sensibilidade aguardar para voltar. Normalmente entre dois meses a dois anos.  Caso tenha ocorrido a secção parcial ou completa do nervo (Neurotmese), encaminhar ao cirurgião BMF para a realização da ligadura do nervo. Terra, G.
  • 60.
    Hemorragia trans-operatórias Hemorragia arterial(Pinçar a artéria e aguardar cerca de dez minutos ou cera de abelha para osso).  Hemorragia venosa (tipo lençol). Terra, G.
  • 61.
    Hemorragia venosa  Tamponamentocom gaze por 5 minutos.  Esponja de fibrina absorvível (GelFoam®), ou celulose oxidada regenerada (Surgicel®) ou cera de abelha para osso.  Sutura oclusiva em massa.  Fármacos Anti-fibrinolíticos. Terra, G.
  • 63.
    Fármacos Anti-fibrinolíticos  Ácidotranexâmico 250 Mg (TRANSAMIN®).  Em caso de emergência ministrar 1 ampola de 5 ml, mantendo por via oral 2 comprimidos a cada 8 horas, por dois dias.  A injeção por via endovenosa deverá ser o mais lenta possível, cerca de 1 ml por minuto. Terra, G.
  • 64.
    Complicações pós-operatórias  Hemorragiapós-operatória:  Normalmente venosa.  Anestesiar e curetar, removendo todo o coágulo antigo.  Proceder com os mesmos procedimentos da hemorragia trans-operatória. Terra, G.
  • 65.
    Complicações pós-operatórias  Equimose: Sangramento entre as fascias musculares.  Comum em idosos.  Difícil de evitar, mas não há perigo.  Tendo certeza de não ser um processo infeccioso, proceder terapia com calor. Terra, G.
  • 66.
    Complicações pós-operatórias  Processosinfecciosos:  Alveolite seca;  Alveolite úmida;  Deiscência da ferida cirúrgica;  Abscesso odontogênico;  Abscesso cerebral;  Angina de Ludwig; Terra, G.
  • 67.
    Alveolite seca  Perdado coágulo, alvéolo vazio com exposição óssea.  Dor intensa a partir do terceiro ou quarto dia do P.O.  Odor e gosto desagradável. Tratamento:  Anestesia à distância, irrigação com água fenolada aquecida e curativo com Alveolsan® ou Alveolex® (Eugenol e Benzocaína).  Não curetar. Terra, G.
  • 69.
    Alveolite úmida  Presençado coágulo em desaranjo, alvéolo com corpos estranhos.  Dor moderada a intensa além de odor e gosto desagradável. Tratamento:  Anestesia à distância, curetagem, preenchimento do alvéolo com sangue e sutura. Terra, G.
  • 70.
    Deiscência da feridacirúrgica  Dor intensa a partir do terceiro ou quarto dia do P.O.  Odor e gosto desagradável. Tratamento:  Anestesia à distância, curetagem e raspagem do osso necrótico, abundante lavagem com oro fisiológico e sutura. Terra, G.
  • 71.
    Abscesso odontogênico  Muitoraro hoje em dia.  Drenagem via alvéolo se possível.  Drenagem intra ou extra-oral.  Antibioticoterapia por 7 dias. Terra, G.
  • 72.
    Abscesso cerebral  Complicaçãomais comum por via ascendente.  Encaminhar ao serviço médico com extrema urgência.  Se demorado a tratar, grande chance de evoluir ao óbito. Terra, G.
  • 73.
    Angina de Ludwig Complicação mais comum por via descendente.  Acometimento dos espaços submandibulares e sublinguais bilateralmente.  Encaminhar ao serviço médico com extrema urgência.  Se demorado a tratar, grande chance de evoluir ao óbito. Terra, G.
  • 74.
    Mediastinite descendente necrosante Quando não tratado e o paciente não vai a óbito, a angina de Ludwig pode evoluir para uma Mediastinite descendente necrosante.  A taxa de mortalidade da Mediastinite é de 40%. Terra, G.