TÉCNICA  DOS OSTEÓTOMOS   ROBERT SUMMERS
Lei de Wolf Estabelece que os ossos vão se remodelando em função das forças que atuam sobre o mesmo. O osso necessita de estímulos para manter sua forma e densidade.
Osteótomos de Summers
Osteótomos de Summers
Técnicas de Utlização dos Osteótomos de Summers Cristas Largas em Osso Tipo 4. Cristas Muito Estreitas. Cristas Irregulares. Elevação Atraumática do Seio Maxilar. Implantes na Tuberosidade. Preparação de Áreas Futuras com Elevação Atraumática do Seio Maxilar.
Cristas Largas em Osso Tipo 4 Necessitamos expansão e compactação
Cristas Largas em Osso Tipo 4
Cristas Largas em Osso Tipo 4
Cristas Muito Estreitas Osso tipo 2 ou 3 Necessitamos expansão e não compactação
Cristas Muito Estreitas
Cristas Muito Estreitas
Cristas Muito Estreitas
Cristas Muito Estreitas
Cristas Muito Estreitas
Cristas Muito Estreitas
Cristas Muito Estreitas Com uso de cinzéis
Cristas Irregulares Alargar a crista aonde seja necessário e fresar aonde ha suficiente largura para obter a máxima profundidade e da forma menos traumática. Quando os osteótomos entrarem com excessiva pressão, devemos esperar de 30 a 40 segundos para que o osso vá produzindo micro-fraturas que aumentem sua elasticidade.
Cristas Irregulares
Cristas Irregulares
Cristas Irregulares
Cristas Irregulares
Cristas Irregulares
Elevação Atraumática do Seio Maxilar Elevação Atraumática sem Enxerto (elevação de 1 a 2 mm) Elevação Atraumática com Enxerto (elevação de 4 a 5 mm)
Elevação Atraumática do Seio Maxilar Sem enxerto : Opção muito menos traumática do que a Caldwell-Luc. Compactar o osso de tal forma que incrementaremos a densidade óssea ao redor do implante estabilizando o implante. Conseguimos uma elevação de 1 a 2 mm , utilizando o próprio osso do local permitindo que as micro-fraturas se ossifiquem cobrindo o ápice do implante com possibilidades minímas de risco de perfuração da membrana.
Elevação Atraumática do Seio Maxilar Sem enxerto :
Elevação Atraumática do Seio Maxilar Com enxerto
Classificação Óssea do Seio Maxilar Aldecoa(1996) Grau I   Indicações: Osso tipo 3 e 4 . Diâmetro do implante: O máximo que se permita a anatomia. Comprimento do implante: O máximo até o assoalho do seio. Técnica: Elevação do seio sem enxerto
Classificação Óssea do Seio Maxilar Aldecoa(1996) Grau II Indicações: Osso tipo 3 e 4 . Diâmetro do implante: O máximo que se permita a anatomia. Comprimento do implante:  -10mm penetrando no seio 2 ou 3mm. -13 mm elevando 4 a 5mm do assoalho do seio Técnica: Elevação do seio sem enxerto Elevação do seio com enxerto
Classificação Óssea do Seio Maxilar Aldecoa(1996) Grau III Indicações: Osso tipo 3 e 4 . Diâmetro do implante: O máximo que se permita a anatomia. Comprimento do implante:  -10mm ou 13mm penetrando 5 ou 5,5mm no seio . Na parede mesial do seio elevaremos até 7 ou 8mm Técnica: Elevação do seio com enxerto
Classificação Óssea do Seio Maxilar Aldecoa(1996) Grau IV Indicações: Osso tipo 3 e 4 . Diâmetro do implante: O máximo que se permita a anatomia. Comprimento do implante:  -15mm penetrando no seio grande parte do seu comprimento. Técnica: Elevação do seio com enxerto sub-antral ( Caldwell-Luc)
Classificação Óssea do Seio Maxilar Aldecoa(1996) Grau V Indicações: Osso tipo 3 e 4 . Diâmetro do implante: O máximo que se permita a anatomia. Comprimento do implante: 15mm  Técnica: Elevação do seio com enxerto  sub-antral (Caldwell-Luc) em dois tempos. Elevação do seio atraumática com enxerto em dois tempos. Os se instalarão os implantes em um segundo tempo após 4 meses.
Implantes na Tuberosidade
Preparação de Áreas Futuras com Elevação Atraumática  do Seio Maxilar

Summers Alunos

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    TÉCNICA DOSOSTEÓTOMOS ROBERT SUMMERS
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    Lei de WolfEstabelece que os ossos vão se remodelando em função das forças que atuam sobre o mesmo. O osso necessita de estímulos para manter sua forma e densidade.
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    Técnicas de Utlizaçãodos Osteótomos de Summers Cristas Largas em Osso Tipo 4. Cristas Muito Estreitas. Cristas Irregulares. Elevação Atraumática do Seio Maxilar. Implantes na Tuberosidade. Preparação de Áreas Futuras com Elevação Atraumática do Seio Maxilar.
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    Cristas Largas emOsso Tipo 4 Necessitamos expansão e compactação
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    Cristas Largas emOsso Tipo 4
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    Cristas Largas emOsso Tipo 4
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    Cristas Muito EstreitasOsso tipo 2 ou 3 Necessitamos expansão e não compactação
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    Cristas Muito EstreitasCom uso de cinzéis
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    Cristas Irregulares Alargara crista aonde seja necessário e fresar aonde ha suficiente largura para obter a máxima profundidade e da forma menos traumática. Quando os osteótomos entrarem com excessiva pressão, devemos esperar de 30 a 40 segundos para que o osso vá produzindo micro-fraturas que aumentem sua elasticidade.
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    Elevação Atraumática doSeio Maxilar Elevação Atraumática sem Enxerto (elevação de 1 a 2 mm) Elevação Atraumática com Enxerto (elevação de 4 a 5 mm)
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    Elevação Atraumática doSeio Maxilar Sem enxerto : Opção muito menos traumática do que a Caldwell-Luc. Compactar o osso de tal forma que incrementaremos a densidade óssea ao redor do implante estabilizando o implante. Conseguimos uma elevação de 1 a 2 mm , utilizando o próprio osso do local permitindo que as micro-fraturas se ossifiquem cobrindo o ápice do implante com possibilidades minímas de risco de perfuração da membrana.
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    Elevação Atraumática doSeio Maxilar Sem enxerto :
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    Elevação Atraumática doSeio Maxilar Com enxerto
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    Classificação Óssea doSeio Maxilar Aldecoa(1996) Grau I Indicações: Osso tipo 3 e 4 . Diâmetro do implante: O máximo que se permita a anatomia. Comprimento do implante: O máximo até o assoalho do seio. Técnica: Elevação do seio sem enxerto
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    Classificação Óssea doSeio Maxilar Aldecoa(1996) Grau II Indicações: Osso tipo 3 e 4 . Diâmetro do implante: O máximo que se permita a anatomia. Comprimento do implante: -10mm penetrando no seio 2 ou 3mm. -13 mm elevando 4 a 5mm do assoalho do seio Técnica: Elevação do seio sem enxerto Elevação do seio com enxerto
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    Classificação Óssea doSeio Maxilar Aldecoa(1996) Grau III Indicações: Osso tipo 3 e 4 . Diâmetro do implante: O máximo que se permita a anatomia. Comprimento do implante: -10mm ou 13mm penetrando 5 ou 5,5mm no seio . Na parede mesial do seio elevaremos até 7 ou 8mm Técnica: Elevação do seio com enxerto
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    Classificação Óssea doSeio Maxilar Aldecoa(1996) Grau IV Indicações: Osso tipo 3 e 4 . Diâmetro do implante: O máximo que se permita a anatomia. Comprimento do implante: -15mm penetrando no seio grande parte do seu comprimento. Técnica: Elevação do seio com enxerto sub-antral ( Caldwell-Luc)
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    Classificação Óssea doSeio Maxilar Aldecoa(1996) Grau V Indicações: Osso tipo 3 e 4 . Diâmetro do implante: O máximo que se permita a anatomia. Comprimento do implante: 15mm Técnica: Elevação do seio com enxerto sub-antral (Caldwell-Luc) em dois tempos. Elevação do seio atraumática com enxerto em dois tempos. Os se instalarão os implantes em um segundo tempo após 4 meses.
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    Preparação de ÁreasFuturas com Elevação Atraumática do Seio Maxilar