COMUNICAÇÃO
NÃO VIOLENTA
ROSENBERG,
2006
COMUNICAÇÃO
NÃO VIOLENTA
"Ela oferece uma
estrutura básica e um
conjunto de
habilidades para
abordar os problemas
humanos, desde os
relacionamentos mais
íntimos até conflitos
políticos globais."
Conceito
Forma de comunicação desenvolvida pelo psicólogo Marshall
B. Rosenberg que se baseia em estarmos conscientes das
nossas necessidades e dos outros, com a finalidade de falar
sem machucar e ouvir sem se ofender.
Conceito
Forma de comunicação desenvolvida pelo psicólogo Marshall
B. Rosenberg que se baseia em estarmos conscientes das
nossas necessidades e dos outros, com a finalidade de falar
sem machucar e ouvir sem se ofender.
DE ACORDO COM ROSENBERG...
A Comunicação Não Violenta (CNV), é baseada em "habilidades de linguagem e
comunicação que fortalecem a capacidade de continuarmos humanos, mesmo em
condições adversas",
Conceito
A CNV oferece a dinâmica que dá
fundamento à cooperação - nós seres
humanos agimos para atender
necessidades, princípios e valores
básicos universais.
As formas culturais predominantes de nos comunicarmos,
com nós mesmos e com os outros, levam-nos a entrar em
choque com colegas, familiares e pessoas com opiniões ou
culturas diferentes, e assim iniciar ciclos de emoções
dolorosos.
COMUNICAÇÃO
NÃOVIOLENTA
COMUNICAÇÃO NÃO
VIOLENTA
Habilidade de se comunicar
minimizando resistências,
reações defensivas e violentas. É
uma abordagem para entender e
combater a violência no sentido
mais amplo.
COMUNICAÇÃO
NÃOVIOLENTA
COMUNICAÇÃO NÃO
VIOLENTA
Habilidade de se comunicar
minimizando resistências,
reações defensivas e violentas. É
uma abordagem para entender e
combater a violência no sentido
mais amplo.
A VIOLÊNCIA
Qualquer forma de comportamento
ou comunicação que pode ser
sentido como desrespeito,
discriminação, raiva, exclusão, etc.
Comunicação
Alienante da Vida
4 (Quatro) formas de linguagem e
comunicação que afastam o estado
natural compassivo do ser e dão abertura
para o estado violento.
Comunicação
Alienante da Vida
1- JULGAMENTOS
MORALIZADORES
Quando não há conciliação de valores, o
certo e o errado, palavras que rotulam e
docotomizam: "Esse estagiário é
preguiçoso", "O chefe é preconceituoso",
"Isto é impróprio".
4 (Quatro) formas de linguagem e
comunicação que afastam o estado
natural compassivo do ser e dão abertura
para o estado violento.
Comunicação
Alienante da Vida1- JULGAMENTOS
MORALIZADORES
Quando não há conciliação de valores, o
certo e o errado, palavras que rotulam e
docotomizam: "Esse estagiário é
preguiçoso", "O chefe é preconceituoso",
"Isto é impróprio".
2- COMPARAÇÕES
Seja no nível de realizações pessoais ou
fisicamente, bloqueia compaixão e traz
infelicidade.
4 (Quatro) formas de linguagem e
comunicação que afastam o estado
natural compassivo do ser e dão abertura
para o estado violento.
Comunicação
Alienante da Vida
4 (Quatro) formas de linguagem e
comunicação que afastam o estado
natural compassivo do ser e dão abertura
para o estado violento.
1- JULGAMENTOS
MORALIZADORES
Quando não há conciliação de valores, o
certo e o errado, palavras que rotulam e
docotomizam: "Esse estagiário é
preguiçoso", "O chefe é preconceituoso",
"Isto é impróprio".
2- COMPARAÇÕES
Seja no nível de realizações pessoais ou
fisicamente, bloqueia compaixão e traz
infelicidade.
3- IMPOSIÇÕES
Comunicar desejos de modo exigente
(comum nas relações entre chefes e
subordinados)
"Só aderi a greve porque
todos aderiram"
"Respondi daquela forma
porque o colega da sala ao
lado me irritou"
"Menti dizendo que ele
não estava porque o
chefe mandou"
4- Negação da Responsabilidade: quando a responsabilidade
pessoal não é assumida na linguagem utilizada. Ex: Pressão do
grupo, Impulsos incontroláveis, Ordens de autoridades, etc."
NA PRÁTICA
ELA NOS GUIA NO PROCESSO DE
REFORMULAR A MANEIRA PELA QUAL
NOS EXPRESSAMOS E ESCUTAMOS OS
OUTROS, MEDIANTE A CONCENTRAÇÃO
EM QUATRO ÁREAS: O QUE OBSERVAMOS,
O QUE SENTIMOS, DO QUE
NECESSITAMOS, E O QUE PEDIMOS PARA
ENRIQUECER NOSSA VIDA.
ROSENBERG, 2006
Comunicação Não Violenta na Prática
NA PRÁTICA
Para se rever a maneira o qual nos
expressamos e escutamos, dividimos em
dois passos: receber empaticamente as
mensagens e expressar-se honestamente.
Tudo isso por meio de quatro
componentes base da Comunicação Não
Violenta.
COMPONENTES DA CNV
SENTIMENTOS (EM VEZ DE AVALIAÇÕES)
OBSERVAÇÃO (EM VEZ DE JULGAMENTO)
NECESSIDADES (EM VEZ DE ESTRATÉGIAS)
PEDIDO (EM VEZ DE ORDENS)
Observação
O acontecimento do fato
deve ser observado com
neutralidade. Deve ser
específica de cada
momento e desentimular
todos os tipos de
generalização.
OBSERVAÇÃO
FALAREOUVIR
OUVIR
Aclarar por meio de
perguntas, pontos que não
compreendeu bem. Ouvir
atentamente sem julgar,
sem fazer inferências, sem
relacionar com outra
situação.
FALAR
Dizer o que observo, sem
julgar, sem fazer inferências,
sem relacionar com outra
situação; sem rotular, sem
atacar, sem generalizar, usar
sempre "EU".
SENTIMENTO
Detectar os sentimentos, a
consciência e expressão,
bem como abertura para
compreensão de
sentimentos alheios são
essenciais.
Não utilize o verbo sentir
sem de fato expressar um
sentimento. 
Falar
O verbo sentir deve vir
acompanhado de um sentimento e
não pensamento. Por outro lado,
não é necessário usar o verbo sentir
quando expressar um sentimento,
pode-se dizer "Estou encantado",
"Fico magoado", "Sou grato".
Ouvir
Acolher com empatia como o
outro está se sentindo com relação
ao que se oberva. Usar expressão
"você se sente". Ajudar a relacionar
o sentimento do outro às
expectativas dele e não à minha
ação.
SENTIMENTO
NECESSIDADE
O sentimento é gerado
pelas necessidades,
expectativas do
momento e pela forma
como você escolhe
receber a mensagem.
Pense em qual necessidade gostaria
de ser atendida ao invés de fazer
julgamento.
NECESSIDADE
FALAR
Nomear com clareza minhas próprias
necessidades, sentimentos, valores,
expectativas, etc. Expressar
honestamente a energia vital na
forma de necessidades, valores,
desejos ou pensamentos que estão
criando meus sentimentos.
NECESSIDADE
OUVIR
Confirmar com o outro sua verdadeira
necessidade, sentimento, valores,
expectativas, etc. Acolher com
empatia a energia vital na forma de
necessidades, valores, desejos, ou
pensamentos que estão criando os
sentimentos do outro.
PEDIDOS
É indicado caso as necessidades não
tenham sido atendidas. O elemento-chave
de um pedido não é a forma que ele
assume, nem seu conteúdo, mas sua
intenção.
Um pedido vem de um lugar de abertura,
curiosidade e uma preocupação genuína
com as preocupações de ambas as partes
OUVIRFALAR
Usar expressões, palavras
e gestual de solicitação,
nunca de comando,
coação ou imposição (eu
gostaria que; você
poderia...)
Acolher com interesse e
confirmar a solicitação
(você gostaria que eu;
você está me pedindo
para...)
Retorno e Empatia
Um modo eficaz de saber se a mensagem foi captada com sucesso é parafrasear o que foi
compreendido, dando chances para que o outro possa retificar a mensagem, caso tenha sido
mal interpretada.
O QUE ESTÃO PEDINDOO QUE ESTÃO OBSERVANDO
"Você está reagindo aos
atrasos no trabalho que eu
tive na semana passada?"
COMO SE SENTEM E QUAIS
NECESSIDADES GERAM ESSES
SENTIMENTOS
"Sente-se incomodado
porque gostaria que o chefe
tivesse mais confiança no
que você faz?"
"Você quer que eu diga o
motivo pelo qual passei sua
gratificação para o Fulano?"
Estar presente é a palavra para se ter empatia, trazendo a plena atenção na mensagem
recebida. Compreender de forma respeitosa, inclusive no tom de voz, do que a outra pessoa
está vivendo.
Retorno e Empatia
O QUE EVITAR?
Impor perfeição dando conselhos. "Acho que você deveria ter entrado no programa de demissão voluntária."
Considerar-se superior ao se explicar. "Eu falei que o tamanho da fonta era 12... mas..."
Tentar justificar uma dor dando consolo. "Você fez o melhor que pôde na apresentação da marca, não foi culpa sua..."
Competir pelo sofrimento, subestimando
a dor alheia.
"Comigo aconteceu pior, fiquei até às onze na semana passada esperando o chefe
ir embora."
Contar casos de lição de moral para
desviar o foco.
"Isso me lembra da vez quando apresentei atestado ao serviço médico e 
quetionaram a veracidade e..."
Referências
COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA: TÉCNICAS
PARA APRIMORAR RELACIONAMENTOS
PESSOAIS E PROFISSIONAIS
livro: Marshall B. Rosenberg, 2006
MANUAL DE COMUNICAÇÃO NÃO
VIOLENTA PARA ORGANIZAÇÕES
Manual: Caroline Reis Rocha, 2017
CONCILIADOR E A COMUNICAÇÃO NÃO
VIOLENTA
Artigo: Aline Gisele Araújo Miranda de Morais,

Comunicação Não Violenta

  • 1.
  • 2.
    ROSENBERG, 2006 COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA "Ela ofereceuma estrutura básica e um conjunto de habilidades para abordar os problemas humanos, desde os relacionamentos mais íntimos até conflitos políticos globais."
  • 3.
    Conceito Forma de comunicaçãodesenvolvida pelo psicólogo Marshall B. Rosenberg que se baseia em estarmos conscientes das nossas necessidades e dos outros, com a finalidade de falar sem machucar e ouvir sem se ofender.
  • 4.
    Conceito Forma de comunicaçãodesenvolvida pelo psicólogo Marshall B. Rosenberg que se baseia em estarmos conscientes das nossas necessidades e dos outros, com a finalidade de falar sem machucar e ouvir sem se ofender. DE ACORDO COM ROSENBERG... A Comunicação Não Violenta (CNV), é baseada em "habilidades de linguagem e comunicação que fortalecem a capacidade de continuarmos humanos, mesmo em condições adversas",
  • 5.
    Conceito A CNV oferecea dinâmica que dá fundamento à cooperação - nós seres humanos agimos para atender necessidades, princípios e valores básicos universais. As formas culturais predominantes de nos comunicarmos, com nós mesmos e com os outros, levam-nos a entrar em choque com colegas, familiares e pessoas com opiniões ou culturas diferentes, e assim iniciar ciclos de emoções dolorosos.
  • 6.
    COMUNICAÇÃO NÃOVIOLENTA COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA Habilidade dese comunicar minimizando resistências, reações defensivas e violentas. É uma abordagem para entender e combater a violência no sentido mais amplo.
  • 7.
    COMUNICAÇÃO NÃOVIOLENTA COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA Habilidade dese comunicar minimizando resistências, reações defensivas e violentas. É uma abordagem para entender e combater a violência no sentido mais amplo. A VIOLÊNCIA Qualquer forma de comportamento ou comunicação que pode ser sentido como desrespeito, discriminação, raiva, exclusão, etc.
  • 8.
    Comunicação Alienante da Vida 4(Quatro) formas de linguagem e comunicação que afastam o estado natural compassivo do ser e dão abertura para o estado violento.
  • 9.
    Comunicação Alienante da Vida 1-JULGAMENTOS MORALIZADORES Quando não há conciliação de valores, o certo e o errado, palavras que rotulam e docotomizam: "Esse estagiário é preguiçoso", "O chefe é preconceituoso", "Isto é impróprio". 4 (Quatro) formas de linguagem e comunicação que afastam o estado natural compassivo do ser e dão abertura para o estado violento.
  • 10.
    Comunicação Alienante da Vida1-JULGAMENTOS MORALIZADORES Quando não há conciliação de valores, o certo e o errado, palavras que rotulam e docotomizam: "Esse estagiário é preguiçoso", "O chefe é preconceituoso", "Isto é impróprio". 2- COMPARAÇÕES Seja no nível de realizações pessoais ou fisicamente, bloqueia compaixão e traz infelicidade. 4 (Quatro) formas de linguagem e comunicação que afastam o estado natural compassivo do ser e dão abertura para o estado violento.
  • 11.
    Comunicação Alienante da Vida 4(Quatro) formas de linguagem e comunicação que afastam o estado natural compassivo do ser e dão abertura para o estado violento. 1- JULGAMENTOS MORALIZADORES Quando não há conciliação de valores, o certo e o errado, palavras que rotulam e docotomizam: "Esse estagiário é preguiçoso", "O chefe é preconceituoso", "Isto é impróprio". 2- COMPARAÇÕES Seja no nível de realizações pessoais ou fisicamente, bloqueia compaixão e traz infelicidade. 3- IMPOSIÇÕES Comunicar desejos de modo exigente (comum nas relações entre chefes e subordinados)
  • 12.
    "Só aderi agreve porque todos aderiram" "Respondi daquela forma porque o colega da sala ao lado me irritou" "Menti dizendo que ele não estava porque o chefe mandou" 4- Negação da Responsabilidade: quando a responsabilidade pessoal não é assumida na linguagem utilizada. Ex: Pressão do grupo, Impulsos incontroláveis, Ordens de autoridades, etc."
  • 13.
  • 14.
    ELA NOS GUIANO PROCESSO DE REFORMULAR A MANEIRA PELA QUAL NOS EXPRESSAMOS E ESCUTAMOS OS OUTROS, MEDIANTE A CONCENTRAÇÃO EM QUATRO ÁREAS: O QUE OBSERVAMOS, O QUE SENTIMOS, DO QUE NECESSITAMOS, E O QUE PEDIMOS PARA ENRIQUECER NOSSA VIDA. ROSENBERG, 2006 Comunicação Não Violenta na Prática
  • 15.
    NA PRÁTICA Para se revera maneira o qual nos expressamos e escutamos, dividimos em dois passos: receber empaticamente as mensagens e expressar-se honestamente. Tudo isso por meio de quatro componentes base da Comunicação Não Violenta.
  • 16.
    COMPONENTES DA CNV SENTIMENTOS(EM VEZ DE AVALIAÇÕES) OBSERVAÇÃO (EM VEZ DE JULGAMENTO) NECESSIDADES (EM VEZ DE ESTRATÉGIAS) PEDIDO (EM VEZ DE ORDENS)
  • 17.
    Observação O acontecimento dofato deve ser observado com neutralidade. Deve ser específica de cada momento e desentimular todos os tipos de generalização.
  • 18.
    OBSERVAÇÃO FALAREOUVIR OUVIR Aclarar por meiode perguntas, pontos que não compreendeu bem. Ouvir atentamente sem julgar, sem fazer inferências, sem relacionar com outra situação. FALAR Dizer o que observo, sem julgar, sem fazer inferências, sem relacionar com outra situação; sem rotular, sem atacar, sem generalizar, usar sempre "EU".
  • 19.
    SENTIMENTO Detectar os sentimentos,a consciência e expressão, bem como abertura para compreensão de sentimentos alheios são essenciais. Não utilize o verbo sentir sem de fato expressar um sentimento. 
  • 20.
    Falar O verbo sentirdeve vir acompanhado de um sentimento e não pensamento. Por outro lado, não é necessário usar o verbo sentir quando expressar um sentimento, pode-se dizer "Estou encantado", "Fico magoado", "Sou grato". Ouvir Acolher com empatia como o outro está se sentindo com relação ao que se oberva. Usar expressão "você se sente". Ajudar a relacionar o sentimento do outro às expectativas dele e não à minha ação. SENTIMENTO
  • 21.
    NECESSIDADE O sentimento égerado pelas necessidades, expectativas do momento e pela forma como você escolhe receber a mensagem. Pense em qual necessidade gostaria de ser atendida ao invés de fazer julgamento.
  • 22.
    NECESSIDADE FALAR Nomear com clarezaminhas próprias necessidades, sentimentos, valores, expectativas, etc. Expressar honestamente a energia vital na forma de necessidades, valores, desejos ou pensamentos que estão criando meus sentimentos.
  • 23.
    NECESSIDADE OUVIR Confirmar com ooutro sua verdadeira necessidade, sentimento, valores, expectativas, etc. Acolher com empatia a energia vital na forma de necessidades, valores, desejos, ou pensamentos que estão criando os sentimentos do outro.
  • 24.
    PEDIDOS É indicado casoas necessidades não tenham sido atendidas. O elemento-chave de um pedido não é a forma que ele assume, nem seu conteúdo, mas sua intenção. Um pedido vem de um lugar de abertura, curiosidade e uma preocupação genuína com as preocupações de ambas as partes
  • 25.
    OUVIRFALAR Usar expressões, palavras egestual de solicitação, nunca de comando, coação ou imposição (eu gostaria que; você poderia...) Acolher com interesse e confirmar a solicitação (você gostaria que eu; você está me pedindo para...)
  • 26.
    Retorno e Empatia Ummodo eficaz de saber se a mensagem foi captada com sucesso é parafrasear o que foi compreendido, dando chances para que o outro possa retificar a mensagem, caso tenha sido mal interpretada. O QUE ESTÃO PEDINDOO QUE ESTÃO OBSERVANDO "Você está reagindo aos atrasos no trabalho que eu tive na semana passada?" COMO SE SENTEM E QUAIS NECESSIDADES GERAM ESSES SENTIMENTOS "Sente-se incomodado porque gostaria que o chefe tivesse mais confiança no que você faz?" "Você quer que eu diga o motivo pelo qual passei sua gratificação para o Fulano?"
  • 27.
    Estar presente éa palavra para se ter empatia, trazendo a plena atenção na mensagem recebida. Compreender de forma respeitosa, inclusive no tom de voz, do que a outra pessoa está vivendo. Retorno e Empatia O QUE EVITAR? Impor perfeição dando conselhos. "Acho que você deveria ter entrado no programa de demissão voluntária." Considerar-se superior ao se explicar. "Eu falei que o tamanho da fonta era 12... mas..." Tentar justificar uma dor dando consolo. "Você fez o melhor que pôde na apresentação da marca, não foi culpa sua..." Competir pelo sofrimento, subestimando a dor alheia. "Comigo aconteceu pior, fiquei até às onze na semana passada esperando o chefe ir embora." Contar casos de lição de moral para desviar o foco. "Isso me lembra da vez quando apresentei atestado ao serviço médico e  quetionaram a veracidade e..."
  • 28.
    Referências COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA:TÉCNICAS PARA APRIMORAR RELACIONAMENTOS PESSOAIS E PROFISSIONAIS livro: Marshall B. Rosenberg, 2006 MANUAL DE COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA PARA ORGANIZAÇÕES Manual: Caroline Reis Rocha, 2017 CONCILIADOR E A COMUNICAÇÃO NÃO VIOLENTA Artigo: Aline Gisele Araújo Miranda de Morais,