Profª Carla Santos Grosskopf
COMUNICAÇÃO
Tópicos
1
2
3
4 FORMAS DE COMUNICAR
ELEMENTOS DA
COMUNICAÇÃO
TIPOS DE
COMUNICAÇÃO
INTRODUÇÃO
5 COMUNICAÇÃO
VIOLENTA E CNV
6 CONCLUSÃO
Introdução
A comunicação pode ser entendida como prática social que advém
da interação entre seres humanos, expressa por meio da fala
(aspecto verbal), escrita, comportamentos gestuais, distância
entre os participantes, toque (aspectos não verbais).
Nos serviços de saúde, os encontros entre os trabalhadores e os
usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) são intermediados pela
comunicação.
Introdução
Muitas barreiras dificultam a comunicação, que gera significados
relevantes tanto para o trabalhador de saúde como para o usuário.
Essas dificuldades decorrem de linguagens e saberes diferentes, nem
sempre compartilhados entre os interlocutores, limitações orgânicas do
receptor ou emissor (afasias, déficit auditivo, déficit visual), imposição
de valores e influência de mecanismos inconscientes.
Acrescidos a esses fatores, diferenças de ordem sociocultural e o
estágio de desenvolvimento cognitivo e intelectual dos diversos atores
sociais influenciam a comunicação.
Introdução
A forma que percebemos é
apenas um dos elementos da
consciência humana e essa
percepção do universo imediato
se faz mediante inferência e
probabilidade, ou seja, não há
como conhecer verdadeiramente
o mundo e a consciência de
outros.
Mais complexa, pressupondo
uma relação
entre indivíduos. Se não existe
comunicação sem informaçã, a
comunicação é sempre mais
difícil.
Diz respeito a mensagens
orais, imagens e textos.
Comunicar
Informar vs Comunicar
Informar
Outro impasse que dificulta a comunicação
efetiva está nas raízes históricas das práticas
de educação em saúde voltadas para a
população, as quais têm tido ênfase
predominante na transmissão de informações
com o objetivo de impor comportamentos a
serem adotados pelos indivíduos. Essa
perspectiva vincula-se a um modelo de atenção
à saúde focalizado na doença e na
fragmentação das ações, resultando na
adoção de uma postura autoritária e coercitiva.
Como consequência dessas práticas, há
um distanciamento entre os projetos
educativos dos serviços de saúde e as
necessidades de cuidado da população.
Deve abranger não somente a
capacidade de se fazer claro, mas
principalmente escutar de forma
acolhedora, não fornecendo apenas um
entendimento conceitual, mas
considerando os indivíduos na sua
subjetividade.
Tipos de comunicação
Visual
Trata-se da utilização de
imagens, fotografias, desenhos,
tabelas, gráficos e arte para
transmitir informações.
Trata-se do ato de imprimir
símbolos (como letras, números,
hieróglifos) para transmitir
informações. É útil porque fornece
um registro de informações para
referência.
Escrita
Comunicação na saúde
Relevante destacar que a habilidade da comunicação constitui uma
das cinco competências gerais estabelecidas pelas Diretrizes
Curriculares Nacionais (DCN) para os cursos da área da saúde
(Brasil, 2001), sendo pontuado que os profissionais da área devem
ser acessíveis e manter a confidencialidade das informações a eles
confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o
público em geral.
A comunicação envolve comunicação verbal, não
verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio
de pelo menos uma língua estrangeira e de
tecnologias de comunicação e informação.
Desse modo, a conversão da comunicação em
instrumento necessário à conjuntura da
assistência à saúde constitui um desafio a ser
respondido a partir das demandas dos usuários, do
intercâmbio e da relação com outros profissionais,
visando um cuidado integral.
O processo
comunicacional é algo tão
cotidiano que
praticamente não é
possível ver os elementos
da comunicação mas eles
estão lá, e se fazem
presentes em todo
diálogo. É o grande
responsável por
proporcionar a interação
social.
É importante salientar que
esses elementos estão
presentes em qualquer tipo
de comunicação e podem
sofrer alterações para
adequarem-se ao contexto
em questão. Contudo
independente de ser
comunicação verbal ou não
verbal os elementos da
comunicação estão
presentes em qualquer
processo comunicativo.
Os
Os elementos da
comunicação são
componentes que estão
presentes no processo
comunicativo estabelecido
entre o emissor e o
receptor, isto é, a troca de
mensagens entre o falante
e o ouvinte e a constituído
por esses componentes.
Elementos
Da comunicação
Feedback
Formas de comunicar
Guardam quase tudo o que
sentem, tem muita paciência,
engolem literalmente os “sapos”
da vida. Mas quando chegam no
seu limite, explodem. Vão para o
outro extremo, ocorrendo assim
os rompimentos.
Nesta forma a pessoa concorda com o
que é dito ou com os acontecimentos à
sua volta, mesmo não concordando.
Principais características: normalmente
são tímidas, raramente se envolvem,
tem vergonha de perguntar porquê, tem
medo de dizer não, sentem falta de
confiança e raramente reclamam
(mesmo descontentes).
Passiva
Comportamento
Formas de comunicar
A pessoa até é sincera, no
entanto a forma como se
expressa gera prejuízos e
conflitos nas suas relações
interpessoais muitas vezes
irreversíveis, afastando as
pessoas.
a pessoa responde de forma agressiva a
qualquer situação, gerando conflitos
desnecessários e muitas vezes não
percebidos pelo próprio.
Principais características são: tem
opiniões bem fortes e não tem medo de
expressá-las, mesmo quando não lhe é
solicitado.
Agressiva
Comportamento
Formas de comunicar
Essa pessoa evita conflito, no
entanto é “rebelde e imatura
emocionalmente”. Não tem
coragem de expressar o que
sente e pensa, no entanto gera
intriga com seu comportamento
“em cima do muro”
Estas são aquelas pessoas que sempre têm
algo a dizer, no entanto nunca dizem, pois
não tem coragem para expressar.
Principais características são: evitam
conflito, raramente se manifestam, no
entanto são agressivos por traz dos
panos. Ficam em cima do muro, não
manifestam sua opinião.
Passivo-Agressivo
Comportamento
É uma pessoa íntegra com seus
sentimentos e emoções, ou seja,
consegue viver em harmonia
com o pensar, sentir e agir. Essa
pessoa vive de forma coerente,
se expressa com gentileza e
firmeza ao mesmo tempo.
A pessoa expressa de forma adequada
todos os seus pensamentos e
sentimentos, não perdendo de vista uma
tentativa de solução para o eventual
problema.
Principais características são: fala por si
mesmo (a), usa linguagem corporal
apropriada, mantém contato visual e não
têm medo de perguntar por quê.
Assertivo
Comportamento
Comunicação violenta e
comunicação não violenta
Segundo Marshall Rosenberg,
psicólogo americano criador do
método da CNV, existem formas
específicas de linguagem e
comunicação que bloqueiam a
compaixão ou a empatia. Estas
formas de linguagem, de acordo com
ele, contribuem para um
comportamento violento em relação
aos outros e também a nós mesmos.
Comunicação violenta e
comunicação não violenta
Comunicação violenta e
comunicação não violenta
CNV vai muito além de uma forma de linguagem
ou de um jeito “certo” de falar.
Comunicação assertiva
Observação
1 2 3
Análise
imparcial sem
julgamentos
Quando falamos sobre o que
observamos, vamos para a
conversa compartilhando
uma mesma realidade.
Concordamos e
testemunhamos que aquilo
de fato aconteceu, e
tiramos o foco dos
julgamentos sobre o que
aconteceu.
O objetivo em focar a atenção na
observação é, primeiro,
reconhecer que quando
verbalizamos os nossos
julgamentos, diminuímos as
chances de sermos
compreendidos. E que quando
falamos sobre o que de fato
aconteceu, aumentamos as
chances de seguir em uma
conversa produtiva com a outra
pessoa.
Comunicação assertiva
Sentimentos
1 2 3
O desafio é que a maior
parte de nós não teve uma
alfabetização emocional e
costuma misturar o que
pensa com o que sente.
Gerando pseudo-
sentimentos.
Sentimentos são mensageiros
de necessidades atendidas ou
não atendidas. Ampliar o
nosso vocabulário de
sentimentos faz com que seja
mais fácil nos conectarmos às
outras pessoas quando
contamos da nossa
experiência e também ajuda a
estar atento à mensagem que
o sentimento transmite.
Expressar
nossos
sentimentos,
gera conexão
Comunicação assertiva
Necessidades
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As necessidades são
humanas e universais, ou
seja, todas as pessoas,
independente da idade,
gênero, classe social, tempo
ou lugar em que viveu,
possuem as mesmas
necessidades.
Ter consciência do que
precisamos, ou seja, de
quais são as nossas
necessidades nas situações
e interações que vivemos,
torna mais fácil encontrar
alternativas para
solucionar conflitos.
As necessidades
são as
motivações que
nos levam a fazer,
falar e escolher.
Se uma pessoa se
sente triste quando
está sozinha, pode ser
porque ela tem
necessidades de
conexão, apoio, afeto.
Se eu sinto raiva quando
alguém me interrompe
no meio de uma fala
pode ser porque tenho
necessidades de
consideração e espaço.
Comunicação assertiva
Pedido
1 2 3
A ideia então é fazer pedidos
claros e específicos para que
as outras pessoas
compreendam o que
verdadeiramente nos
importa e saibam como
contribuir para a nossa vida,
dando a elas a oportunidade
de nos dizer sim ou não para
o que estamos pedindo.
Quando fazemos
exigências, corremos o
risco de voltar para o
lugar de culpa, medo e
vergonha como motivação
para que a outra pessoa
faça o que gostaríamos.
São a expressão
de como
gostaríamos de
atender nossas
necessidades.
Conexão
Expressão honesta
Autoconexão
Empatia e escuta
qualificada
A CNV não é sobre
conseguirmos que as coisas
saiam do nosso jeito. É
sobre gerar uma qualidade
de conexão propícia à
contribuição.
Comunicação assertiva
A comunicação não violenta, por
sua vez, é uma estratégia de
controle de atitudes e ações que
deriva de uma comunicação
assertiva. Tem como objetivo o
foco na resolução de conflitos a
partir da prática de uma
linguagem mais efetiva, sem
julgamentos.
Promover uma comunicação
assertiva e não violenta no
ambiente de trabalho é um
desafio constante, uma vez que
cada um de nós pensa e age de
forma diferente. Entretanto, o
desenvolvimento dessa conduta
estimula o conflito saudável de
ideias, a diversidade, o respeito a
emoções e sentimentos e o
trabalho em equipe.
A palavra assertividade origina-se do latim
assertus, que significa afirmar. Trata-se da
capacidade que o sujeito tem de afirmar o
que pensa e sente de uma forma direta e
objetiva, mas sem desrespeitar as
necessidades e os pensamentos dos outros.
O profissional assertivo desempenha com
maior clareza e concisão suas ideias,
desenvolve a empatia e a observação não só
por si próprio, mas pelo outro.
1 2
3
Pense numa situação desafiadora
Orentado pelos 4 componentes propostos pelo Marshall Rosenberg:
O que de fato aconteceu? O que foi feito ou dito?
O que eu estou sentindo?
O que é importante para mim? Quais necessidades estão vivas aqui?
Qual o próximo pequeno passo? Eu tenho um pedido para outra pessoa
ou para mim?
Exercício de autoconexão
Comunicação assertiva
Seja verdadeiro
com o que você
não gosta
Use mais “eu” e
menos “você”
Não julgue e nem
exagere
Quando você…
Então….
Me sinto …..
Poderia….
Conclusão
A comunicação assertiva é uma
habilidade essencial na gestão de
organizações de saúde, pois promove
relacionamentos saudáveis, melhora a
eficiência operacional e impulsiona
resultados extraordinários.
Obrigada!
Comunicação violenta e comunicação não violenta

Comunicação violenta e comunicação não violenta

  • 1.
    Profª Carla SantosGrosskopf COMUNICAÇÃO
  • 2.
    Tópicos 1 2 3 4 FORMAS DECOMUNICAR ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO TIPOS DE COMUNICAÇÃO INTRODUÇÃO 5 COMUNICAÇÃO VIOLENTA E CNV 6 CONCLUSÃO
  • 3.
    Introdução A comunicação podeser entendida como prática social que advém da interação entre seres humanos, expressa por meio da fala (aspecto verbal), escrita, comportamentos gestuais, distância entre os participantes, toque (aspectos não verbais). Nos serviços de saúde, os encontros entre os trabalhadores e os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) são intermediados pela comunicação.
  • 4.
    Introdução Muitas barreiras dificultama comunicação, que gera significados relevantes tanto para o trabalhador de saúde como para o usuário. Essas dificuldades decorrem de linguagens e saberes diferentes, nem sempre compartilhados entre os interlocutores, limitações orgânicas do receptor ou emissor (afasias, déficit auditivo, déficit visual), imposição de valores e influência de mecanismos inconscientes. Acrescidos a esses fatores, diferenças de ordem sociocultural e o estágio de desenvolvimento cognitivo e intelectual dos diversos atores sociais influenciam a comunicação.
  • 5.
    Introdução A forma quepercebemos é apenas um dos elementos da consciência humana e essa percepção do universo imediato se faz mediante inferência e probabilidade, ou seja, não há como conhecer verdadeiramente o mundo e a consciência de outros.
  • 7.
    Mais complexa, pressupondo umarelação entre indivíduos. Se não existe comunicação sem informaçã, a comunicação é sempre mais difícil. Diz respeito a mensagens orais, imagens e textos. Comunicar Informar vs Comunicar Informar
  • 8.
    Outro impasse quedificulta a comunicação efetiva está nas raízes históricas das práticas de educação em saúde voltadas para a população, as quais têm tido ênfase predominante na transmissão de informações com o objetivo de impor comportamentos a serem adotados pelos indivíduos. Essa perspectiva vincula-se a um modelo de atenção à saúde focalizado na doença e na fragmentação das ações, resultando na adoção de uma postura autoritária e coercitiva.
  • 9.
    Como consequência dessaspráticas, há um distanciamento entre os projetos educativos dos serviços de saúde e as necessidades de cuidado da população. Deve abranger não somente a capacidade de se fazer claro, mas principalmente escutar de forma acolhedora, não fornecendo apenas um entendimento conceitual, mas considerando os indivíduos na sua subjetividade.
  • 10.
  • 11.
    Visual Trata-se da utilizaçãode imagens, fotografias, desenhos, tabelas, gráficos e arte para transmitir informações. Trata-se do ato de imprimir símbolos (como letras, números, hieróglifos) para transmitir informações. É útil porque fornece um registro de informações para referência. Escrita
  • 12.
    Comunicação na saúde Relevantedestacar que a habilidade da comunicação constitui uma das cinco competências gerais estabelecidas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para os cursos da área da saúde (Brasil, 2001), sendo pontuado que os profissionais da área devem ser acessíveis e manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral.
  • 13.
    A comunicação envolvecomunicação verbal, não verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de pelo menos uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação. Desse modo, a conversão da comunicação em instrumento necessário à conjuntura da assistência à saúde constitui um desafio a ser respondido a partir das demandas dos usuários, do intercâmbio e da relação com outros profissionais, visando um cuidado integral.
  • 14.
    O processo comunicacional éalgo tão cotidiano que praticamente não é possível ver os elementos da comunicação mas eles estão lá, e se fazem presentes em todo diálogo. É o grande responsável por proporcionar a interação social. É importante salientar que esses elementos estão presentes em qualquer tipo de comunicação e podem sofrer alterações para adequarem-se ao contexto em questão. Contudo independente de ser comunicação verbal ou não verbal os elementos da comunicação estão presentes em qualquer processo comunicativo. Os Os elementos da comunicação são componentes que estão presentes no processo comunicativo estabelecido entre o emissor e o receptor, isto é, a troca de mensagens entre o falante e o ouvinte e a constituído por esses componentes. Elementos Da comunicação
  • 15.
  • 16.
    Formas de comunicar Guardamquase tudo o que sentem, tem muita paciência, engolem literalmente os “sapos” da vida. Mas quando chegam no seu limite, explodem. Vão para o outro extremo, ocorrendo assim os rompimentos. Nesta forma a pessoa concorda com o que é dito ou com os acontecimentos à sua volta, mesmo não concordando. Principais características: normalmente são tímidas, raramente se envolvem, tem vergonha de perguntar porquê, tem medo de dizer não, sentem falta de confiança e raramente reclamam (mesmo descontentes). Passiva Comportamento
  • 17.
    Formas de comunicar Apessoa até é sincera, no entanto a forma como se expressa gera prejuízos e conflitos nas suas relações interpessoais muitas vezes irreversíveis, afastando as pessoas. a pessoa responde de forma agressiva a qualquer situação, gerando conflitos desnecessários e muitas vezes não percebidos pelo próprio. Principais características são: tem opiniões bem fortes e não tem medo de expressá-las, mesmo quando não lhe é solicitado. Agressiva Comportamento
  • 18.
    Formas de comunicar Essapessoa evita conflito, no entanto é “rebelde e imatura emocionalmente”. Não tem coragem de expressar o que sente e pensa, no entanto gera intriga com seu comportamento “em cima do muro” Estas são aquelas pessoas que sempre têm algo a dizer, no entanto nunca dizem, pois não tem coragem para expressar. Principais características são: evitam conflito, raramente se manifestam, no entanto são agressivos por traz dos panos. Ficam em cima do muro, não manifestam sua opinião. Passivo-Agressivo Comportamento
  • 19.
    É uma pessoaíntegra com seus sentimentos e emoções, ou seja, consegue viver em harmonia com o pensar, sentir e agir. Essa pessoa vive de forma coerente, se expressa com gentileza e firmeza ao mesmo tempo. A pessoa expressa de forma adequada todos os seus pensamentos e sentimentos, não perdendo de vista uma tentativa de solução para o eventual problema. Principais características são: fala por si mesmo (a), usa linguagem corporal apropriada, mantém contato visual e não têm medo de perguntar por quê. Assertivo Comportamento
  • 20.
    Comunicação violenta e comunicaçãonão violenta Segundo Marshall Rosenberg, psicólogo americano criador do método da CNV, existem formas específicas de linguagem e comunicação que bloqueiam a compaixão ou a empatia. Estas formas de linguagem, de acordo com ele, contribuem para um comportamento violento em relação aos outros e também a nós mesmos.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
    CNV vai muitoalém de uma forma de linguagem ou de um jeito “certo” de falar.
  • 24.
    Comunicação assertiva Observação 1 23 Análise imparcial sem julgamentos Quando falamos sobre o que observamos, vamos para a conversa compartilhando uma mesma realidade. Concordamos e testemunhamos que aquilo de fato aconteceu, e tiramos o foco dos julgamentos sobre o que aconteceu. O objetivo em focar a atenção na observação é, primeiro, reconhecer que quando verbalizamos os nossos julgamentos, diminuímos as chances de sermos compreendidos. E que quando falamos sobre o que de fato aconteceu, aumentamos as chances de seguir em uma conversa produtiva com a outra pessoa.
  • 25.
    Comunicação assertiva Sentimentos 1 23 O desafio é que a maior parte de nós não teve uma alfabetização emocional e costuma misturar o que pensa com o que sente. Gerando pseudo- sentimentos. Sentimentos são mensageiros de necessidades atendidas ou não atendidas. Ampliar o nosso vocabulário de sentimentos faz com que seja mais fácil nos conectarmos às outras pessoas quando contamos da nossa experiência e também ajuda a estar atento à mensagem que o sentimento transmite. Expressar nossos sentimentos, gera conexão
  • 27.
    Comunicação assertiva Necessidades 1 23 As necessidades são humanas e universais, ou seja, todas as pessoas, independente da idade, gênero, classe social, tempo ou lugar em que viveu, possuem as mesmas necessidades. Ter consciência do que precisamos, ou seja, de quais são as nossas necessidades nas situações e interações que vivemos, torna mais fácil encontrar alternativas para solucionar conflitos. As necessidades são as motivações que nos levam a fazer, falar e escolher.
  • 28.
    Se uma pessoase sente triste quando está sozinha, pode ser porque ela tem necessidades de conexão, apoio, afeto. Se eu sinto raiva quando alguém me interrompe no meio de uma fala pode ser porque tenho necessidades de consideração e espaço.
  • 30.
    Comunicação assertiva Pedido 1 23 A ideia então é fazer pedidos claros e específicos para que as outras pessoas compreendam o que verdadeiramente nos importa e saibam como contribuir para a nossa vida, dando a elas a oportunidade de nos dizer sim ou não para o que estamos pedindo. Quando fazemos exigências, corremos o risco de voltar para o lugar de culpa, medo e vergonha como motivação para que a outra pessoa faça o que gostaríamos. São a expressão de como gostaríamos de atender nossas necessidades.
  • 31.
    Conexão Expressão honesta Autoconexão Empatia eescuta qualificada A CNV não é sobre conseguirmos que as coisas saiam do nosso jeito. É sobre gerar uma qualidade de conexão propícia à contribuição.
  • 32.
    Comunicação assertiva A comunicaçãonão violenta, por sua vez, é uma estratégia de controle de atitudes e ações que deriva de uma comunicação assertiva. Tem como objetivo o foco na resolução de conflitos a partir da prática de uma linguagem mais efetiva, sem julgamentos. Promover uma comunicação assertiva e não violenta no ambiente de trabalho é um desafio constante, uma vez que cada um de nós pensa e age de forma diferente. Entretanto, o desenvolvimento dessa conduta estimula o conflito saudável de ideias, a diversidade, o respeito a emoções e sentimentos e o trabalho em equipe. A palavra assertividade origina-se do latim assertus, que significa afirmar. Trata-se da capacidade que o sujeito tem de afirmar o que pensa e sente de uma forma direta e objetiva, mas sem desrespeitar as necessidades e os pensamentos dos outros. O profissional assertivo desempenha com maior clareza e concisão suas ideias, desenvolve a empatia e a observação não só por si próprio, mas pelo outro. 1 2 3
  • 33.
    Pense numa situaçãodesafiadora Orentado pelos 4 componentes propostos pelo Marshall Rosenberg: O que de fato aconteceu? O que foi feito ou dito? O que eu estou sentindo? O que é importante para mim? Quais necessidades estão vivas aqui? Qual o próximo pequeno passo? Eu tenho um pedido para outra pessoa ou para mim? Exercício de autoconexão
  • 34.
    Comunicação assertiva Seja verdadeiro como que você não gosta Use mais “eu” e menos “você” Não julgue e nem exagere Quando você… Então…. Me sinto ….. Poderia….
  • 35.
    Conclusão A comunicação assertivaé uma habilidade essencial na gestão de organizações de saúde, pois promove relacionamentos saudáveis, melhora a eficiência operacional e impulsiona resultados extraordinários.
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