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Comprometimentos
sistêmicos: agravantes da
doença periodontal
Fator determinante ou causal
Fator de risco
Fator modificador
Fator de prognóstico
Page & Kornman, 1997
Nosso método replicou várias associações
importantes entre a periodontite, em uma grande
população hispânica, e a diabetes mellitus tipo I e
tipo II, hipertensão arterial, hipercolesterolemia,
hiperlipidemia e condições relativas à gravidez e
ao parto. Encontramos também uma associação
não declarada anteriormente com a hiperplasia
prostática benigna após ajuste para idade, sexo,
etnia, hipertensão, diabetes, obesidade,
lipídios e condições do sistema circulatório, álcool
e abuso de tabaco.
CLASSIFICAÇÃO DAS DOENÇAS
PERIODONTAIS
AAP, 1999
Classificação das Doenças
Periodontais
• I. Doenças gengivais
– Induzidas por placa bacteriana
– Não induzidas por placa bacteriana
• II. Periodontite crônica
• III. Periodontite agressiva
• IV. Periodontite como manifestação de doença
sistêmica
Classificação das Doenças
Periodontais
• V. Doenças periodontais necrosantes
• VI. Abscessos do periodonto
• VII. Periodontite associada com lesão
endodôntica
• VIII. Deformidades e condições de
crescimento ou adquiridas
I. DOENÇAS GENGIVAIS
• B . DOENÇAS GENGIVAIS NÃO-INDUZIDAS POR
PLACA BACTERIANA
– 1. Doenças gengivais de origem bacteriana
específica
• A . Neisseria gonorrhea
• B . Treponema pallidum
• C . outros
I. DOENÇAS GENGIVAIS
–2. Doenças gengivais de origem virótica
• A . Herpética
–A1 . Gengivoestomatite herpética primária
–A2 . Herpes bucal recorrente
–A3 . Varicela / Herpes zoster
• B . outros
http://www.aonp.org.br/fso/bibli05.htm
http://herpes-tratamento.blogspot.com.br/2011/07/caracteristicas-do-herpes-simples.html
I. DOENÇAS GENGIVAIS
–3. Doenças gengivais de origem fúngica
• A . Candida sp
– A1 . Candidose gengival generalizada
• B . Eritema gengival linear
• C . Histoplamose
• D . outros
I. DOENÇAS GENGIVAIS
– 4. Lesão gengival de origem genética
• A . Fibromatose gengival hereditária
• B . Outros
– 5. Manifestação gengival de condições sistêmicas
• A . Alterações muco-cutâneas: líquen plano, penfigóide,
pênfigo vulgar, eritema multiforme, lupus eritematoso,
indução de drogas, outros
IV . PERIODONTITE COMO MANIFESTAÇÃO DE
DOENÇAS SISTÊMICAS
• A. Associada com doença hematológica
– 1. Leucemia
– 2. Neutropenia adquirida
– 3. Outros
• B. Associada com alterações genéticas
– 1 .Neutropenia familiar e cíclica, Síndromes de Down, DAL,
Papillon- Lefèvre, Chediak-Higashi, Cohen, Ehlers-Danlos(IV e VII);
Histiocitose, Doença do armazenamento do glicogênio,
Agranulocitose genética infantil, Hipofosfatasia, outros
• C. Nenhuma outra especificada
Periodontia
Médica
Nas décadas mais recentes foi
comprovada a associação entre doença
periodontal e alterações sistêmicas
(GENCO; OFFENBACHER; BECK, 2002;
SEYMOUR et al., 2007).
Não somente a doença periodontal
é afetada por doenças sistêmicas,
mas o controle periodontal pode ter
um efeito positivo na saúde
geral de pacientes com distúrbios
sistêmicos (NISHIMURA et
al., 2000; MANGINI; SANTACROCE;
BOTTALICO, 2006).
Foi aceito que os estudos científicos que mostram uma
associação entre um determinado fator e um efeito de saúde,
não podem ser extrapolados para sugerir que este fator causa
uma doença específica. Por exemplo, um grande número de
estudos epidemiológicos iniciais sugeriram que as mulheres
que faziam a terapia de reposição hormonal, tiveram uma
menor incidência de doença cardíaca coronária. A partir destes
dados, pode-se concluir que a terapia de reposição hormonal é
protetor contra a doença cardíaca coronária. Os dados de
ensaios clínicos randomizados subseqüentes, no entanto,
apoiaram a conclusão de que a terapia de reposição hormonal
provocava um aumento significativo no risco de doença
cardíaca coronária (Rossouw et al. 2002).
ASSOCIAÇÃO x NEXO DE CASUALIDADE
Critérios de
Hill
 Temporalidade: causa deve ser anterior à doença
 Força da associação: quanto mais forte uma associação, mais
provável que seja causal. A força da associação é medida pelo
risco relativo ou pelo odds ratio
 Gradiente biológico (efeito dose-resposta): deve ser em
gradiente, proporcional
 Consistência: a relação deve ser condizente com os achados
de outros estudos
 Plausibilidade biológica: A associação deve ter uma explicação
plausível, concordante com o nível atual de conhecimento do
processo patológico
https://pt.wikipedia.org/wiki/Crit%C3%A9rios_de_Hill
 Analogia: com outra doença ou com outra
exposição
 Evidências experimentais: Mudanças na
exposição mudam o padrão da doença
 Especificidade: exposição específica causa a
doença
 Coerência: os achados devem seguir o
paradigma da ciência atual
https://pt.wikipedia.org/wiki/Crit%C3%A9rios_de_Hill
Fundamentação científica para o estudo:
Muitos estudos foram executados versando sobre
possíveis ligações entre a periodontite e doença
cardiovascular, gravidez/parto prematuro e diabetes.
A presente revisão avalia criticamente as pesquisas
sobre a associação entre doença periodontal e outras
doenças sistêmicas e condições.
1. DPOC – Doença pulmonar obstrutiva crônica
2. Pneumonia
3. Doença renal crônica
4. Artrite reumatóide
5. Comprometimento cognitivo
6. Obesidade
7. Síndrome metabólica
8. Câncer
Principais conclusões:
O presente trabalho identificou, como resultado dos
estudos abordados, associações modestas entre a
periodontite crônica e várias doenças sistêmicas crônicas
e condições. Houve uma grande variação dos critérios
utilizados para definir periodontite e só um pequeno
número de estudos preencheram critérios rigorosos para
sua identificação. Estes estudos forneceram evidências
limitadas para apoiar ou refutar as ligações entre a
periodontite e várias doenças sistêmicas e condições. Há
uma forte evidência de que as intervenções que
melhoraram a higiene oral em indivíduos em risco teve
efeitos positivos na prevenção de pneumonias
nosocomiais.
Implicações práticas:
Os pacientes com periodontite estão cada vez mais
conscientes de pesquisas sobre possíveis ligações entre a
doença periodontal e outras doenças. Os cirurgiões-
dentistas devem saber que existem atualmente
evidências limitadas para apoiar ou refutar tais
associações. No entanto, o foco contínuo em melhorias
na saúde periodontal também pode beneficiar a saúde
geral.
De acordo com o presente trabalho, o tratamento
periodontal, quando prescrito e executado de forma
adequada durante a gravidez, parece ser seguro para a
mãe e para o feto, e em algumas populações, pode
controlar ou eliminar a infecção periodontal e reduzir o
risco de parto prematuro. Por outro lado, quando o
tratamento periodontal não é capaz de controlar a
inflamação periodontal, parece que há um aumento do
risco de parto prematuro, como resultado de erro
sistemático.
Os mecanismos biológicos:
Diabetes tipo 2 é precedida por uma inflamação sistêmica,
levando à redução da função das células b do pâncreas, apoptose
e resistência à insulina. Crescentes evidências suportam que a
inflamação sistêmica elevada (biomarcadores do estresse
oxidativo e da fase aguda), resultante da entrada de organismos
periodontais e seus fatores de virulência para a circulação,
proporcionam a plausibilidade biológica para os efeitos da
periodontite sobre diabetes. Interações entre AGE (produtos
finais da glicação avançada) - RAGE (receptor de AGEs) e os
caminhos mediados pelo estresse oxidativo fornecem ligações
plausíveis e palpáveis do diabetes em direção a periodontite.
Principais conclusões:
A periodontite severa afeta negativamente o controle
da diabetes (HbA1C) e também da glicemia em
pacientes não-diabéticos. Há uma relação direta e
dose-dependente entre a gravidade da periodontite e
as complicações da diabetes em pacientes com
diabetes, além de evidências emergentes de que a
periodontite severa pode predispor ao
desenvolvimento da diabetes.
Intervenções:
Ensaios clínicos randomizados demonstram consistentemente
que a terapia periodontal mecânica leva a uma redução de
aproximadamente 0,4% na HbA1C em 3 meses, um impacto
clínico equivalente a adicionar uma segunda droga num
regime farmacológico para diabetes. Ensaios clínicos
randomizados são necessários com maior número de
pacientes e com acompanhamentos mais longos, e se os
resultados fundamentarem, as terapias periodontais
auxiliares precisam ser avaliadas na sequência. Não há
nenhuma evidência atual para apoiar o uso adjuvante de
antimicrobianos para a gestão periodontal de pacientes com
diabetes.
# Existem fortes e consistentes evidências
epidemiológicas que a periodontite leva a risco
aumentado de doença cardiovascular futura;
# Estudos in vitro, em animais e clínicos
suportam a interação e o mecanismo biológico,
estudos de intervenção até à data não são
suficientes para levar a mais conclusões.
1) disseminam-se a partir da cavidade oral e atingem os
tecidos vasculares sistêmicos;
2) podem ser encontrados nos tecidos afetados;
3) vivem dentro do local afetado;
4) invadem tipos de células afetadas in vitro;
5) induzem a aterosclerose em modelos animais da doença;
6) mutantes de bactérias periodontais, que não invadem os
tecidos, causam patologia significativamente reduzida in
vitro e in vivo;
7) bactérias periodontais isolados de ateromas humanos
podem causar doença em modelos animais de infecção.
A infecção local pode afetar a saúde geral de duas
formas distintas. Primeiro, uma bacteremia a partir do
foco oral pode resultar em infecção metastática em
órgãos distantes de pacientes susceptíveis. Isto ocorre,
por exemplo, na endocardite bacteriana em pacientes
com doenças cardíacas congênitas ou adquiridas.
Segundo, mediadores inflamatórios não estão envolvidos
somente no local da inflamação, mas podem modular o
curso de doenças cardiovasculares, pulmonares crônicas,
autoimunes, diabetes mellitus e nascimento prematuro
(TAR; MARTOS, 2002; FENESY, 1998).
Fatores de
risco
Gênero, fumo e álcool (estilo de vida)
Diabetes
Obesidade e síndrome metabólica
Osteoporose, cálcio da dieta e vitamina D
Estresse
Fatores genéticos
Individuais
GÊNERO
Durante décadas, tem sido reconhecido
que os homens de todas as idades, raças /
grupos étnicos e localizações geográficas têm
muito mais doença periodontal do que as
mulheres, avaliada pela prevalência, extensão e
gravidade, bem como por qualquer parâmetro e
caso definição de periodontite.
FUMO
ÁLCOOL
O consumo de álcool
pode estar associado, de forma
dose-dependente, com o
aumento da severidade da
perda de inserção clínica.
DIABETES
Não parece que a flora
microbiana de pessoas com diabetes
difere consideravelmente da flora
microbiana daqueles sem diabetes.
Obesidade e síndrome metabólica
Evidências advindas de estudos longitudinais,
particularmente aqueles com um acompanhamento por
cerca de 20 anos, sugerem que o excesso de peso, a
obesidade, o ganho de peso e aumento da
circunferência abdominal podem ser fatores de riscos
para o desenvolvimento da periodontite ou para
medidas periodontais mais agressivas. Os resultados de
estudos de intervenção sobre a resposta clínica
periodontal entre pacientes obesos e de peso normal,
ao receber tratamento periodontal não-cirúrgico, são
poucos, e as evidências para um efeito são limitadas.
Inflamação, sexo e a condição sócio-econômica são
susceptíveis de desempenhar um papel na patogénese
da obesidade e periodontite. Portanto, mais estudos
enfocando a influência destes fatores são necessários.
Osteoporose, cálcio da dieta e
vitamina D
Doses sub-antimicrobianas de doxiciclina em mulheres
pós-menopausa mostraram um possível benefício para reduzir a
progressão da perda de inserção.
A maioria dos estudos indica uma melhoria na condição
periodontal de mulheres em terapia de reposição hormonal,
caracterizado por aumento da massa óssea alveolar e melhor
altura da crista alveolar, redução da perda de inserção clínica e
inflamação periodontal.
ESTRESSE
Habilidade para enfrentar
Comportamento
Fatores Genéticos
Genes
Interação gene-gene
Fenômeno epigenético
Polimorfismos
Compartilhando genes
Kocher et al. identificou
que um maior nível educacional do
paciente, o consumo de
medicamentos com efeito anti-alérgico
e visitas regulares ao cirurgião-dentista
provaram-se protetores para doença
periodontal.
Fatores
modificadores
I. DOENÇAS GENGIVAIS
– 2. Doenças gengivais modificadas por fatores sistêmicos
• A . Associadas ao sistema endócrino
– A1 . Puberdade
– A2 . Menstruação
– A3 . Gravidez : gengivite e granuloma piogênico
– A4 . Diabetes mellitus
• B . Associadas com discrasias sangüíneas
– B1 . Leucemia
– B2 . outros
http://dentesecompanhia.blogspot.com.br/2011/07/as-doencas-bucais-mais-comuns-nas.html
I. DOENÇAS GENGIVAIS
– 3. Doenças gengivais modificadas por medicações
• A . Drogas
– A1 . Crescimento gengival (hiperplasias)
– A2 . Gengivite
» A21 . Anticoncepcionais
» A22 . outros
I. DOENÇAS GENGIVAIS
–4. Doenças gengivais modificadas por má
nutrição
• A. Avitaminose C
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http://larepublica.pe/blogs/el-topico-del-topo/2012/10/01/escorbuto-aftas-o-herpeses-lo-mismo/
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Comprometimentos sistêmicos agravantes da doença periodontal - liga da cirurgia - 13 de novembro de 2015

  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5. Fator determinante ou causal Fator de risco Fator modificador Fator de prognóstico
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10. Nosso método replicou várias associações importantes entre a periodontite, em uma grande população hispânica, e a diabetes mellitus tipo I e tipo II, hipertensão arterial, hipercolesterolemia, hiperlipidemia e condições relativas à gravidez e ao parto. Encontramos também uma associação não declarada anteriormente com a hiperplasia prostática benigna após ajuste para idade, sexo, etnia, hipertensão, diabetes, obesidade, lipídios e condições do sistema circulatório, álcool e abuso de tabaco.
  • 12. Classificação das Doenças Periodontais • I. Doenças gengivais – Induzidas por placa bacteriana – Não induzidas por placa bacteriana • II. Periodontite crônica • III. Periodontite agressiva • IV. Periodontite como manifestação de doença sistêmica
  • 13. Classificação das Doenças Periodontais • V. Doenças periodontais necrosantes • VI. Abscessos do periodonto • VII. Periodontite associada com lesão endodôntica • VIII. Deformidades e condições de crescimento ou adquiridas
  • 14. I. DOENÇAS GENGIVAIS • B . DOENÇAS GENGIVAIS NÃO-INDUZIDAS POR PLACA BACTERIANA – 1. Doenças gengivais de origem bacteriana específica • A . Neisseria gonorrhea • B . Treponema pallidum • C . outros
  • 15. I. DOENÇAS GENGIVAIS –2. Doenças gengivais de origem virótica • A . Herpética –A1 . Gengivoestomatite herpética primária –A2 . Herpes bucal recorrente –A3 . Varicela / Herpes zoster • B . outros
  • 17. I. DOENÇAS GENGIVAIS –3. Doenças gengivais de origem fúngica • A . Candida sp – A1 . Candidose gengival generalizada • B . Eritema gengival linear • C . Histoplamose • D . outros
  • 18. I. DOENÇAS GENGIVAIS – 4. Lesão gengival de origem genética • A . Fibromatose gengival hereditária • B . Outros – 5. Manifestação gengival de condições sistêmicas • A . Alterações muco-cutâneas: líquen plano, penfigóide, pênfigo vulgar, eritema multiforme, lupus eritematoso, indução de drogas, outros
  • 19.
  • 20. IV . PERIODONTITE COMO MANIFESTAÇÃO DE DOENÇAS SISTÊMICAS • A. Associada com doença hematológica – 1. Leucemia – 2. Neutropenia adquirida – 3. Outros • B. Associada com alterações genéticas – 1 .Neutropenia familiar e cíclica, Síndromes de Down, DAL, Papillon- Lefèvre, Chediak-Higashi, Cohen, Ehlers-Danlos(IV e VII); Histiocitose, Doença do armazenamento do glicogênio, Agranulocitose genética infantil, Hipofosfatasia, outros • C. Nenhuma outra especificada
  • 22. Nas décadas mais recentes foi comprovada a associação entre doença periodontal e alterações sistêmicas (GENCO; OFFENBACHER; BECK, 2002; SEYMOUR et al., 2007).
  • 23. Não somente a doença periodontal é afetada por doenças sistêmicas, mas o controle periodontal pode ter um efeito positivo na saúde geral de pacientes com distúrbios sistêmicos (NISHIMURA et al., 2000; MANGINI; SANTACROCE; BOTTALICO, 2006).
  • 24. Foi aceito que os estudos científicos que mostram uma associação entre um determinado fator e um efeito de saúde, não podem ser extrapolados para sugerir que este fator causa uma doença específica. Por exemplo, um grande número de estudos epidemiológicos iniciais sugeriram que as mulheres que faziam a terapia de reposição hormonal, tiveram uma menor incidência de doença cardíaca coronária. A partir destes dados, pode-se concluir que a terapia de reposição hormonal é protetor contra a doença cardíaca coronária. Os dados de ensaios clínicos randomizados subseqüentes, no entanto, apoiaram a conclusão de que a terapia de reposição hormonal provocava um aumento significativo no risco de doença cardíaca coronária (Rossouw et al. 2002). ASSOCIAÇÃO x NEXO DE CASUALIDADE
  • 26.  Temporalidade: causa deve ser anterior à doença  Força da associação: quanto mais forte uma associação, mais provável que seja causal. A força da associação é medida pelo risco relativo ou pelo odds ratio  Gradiente biológico (efeito dose-resposta): deve ser em gradiente, proporcional  Consistência: a relação deve ser condizente com os achados de outros estudos  Plausibilidade biológica: A associação deve ter uma explicação plausível, concordante com o nível atual de conhecimento do processo patológico https://pt.wikipedia.org/wiki/Crit%C3%A9rios_de_Hill
  • 27.  Analogia: com outra doença ou com outra exposição  Evidências experimentais: Mudanças na exposição mudam o padrão da doença  Especificidade: exposição específica causa a doença  Coerência: os achados devem seguir o paradigma da ciência atual https://pt.wikipedia.org/wiki/Crit%C3%A9rios_de_Hill
  • 28.
  • 29.
  • 30. Fundamentação científica para o estudo: Muitos estudos foram executados versando sobre possíveis ligações entre a periodontite e doença cardiovascular, gravidez/parto prematuro e diabetes. A presente revisão avalia criticamente as pesquisas sobre a associação entre doença periodontal e outras doenças sistêmicas e condições.
  • 31. 1. DPOC – Doença pulmonar obstrutiva crônica 2. Pneumonia 3. Doença renal crônica 4. Artrite reumatóide 5. Comprometimento cognitivo 6. Obesidade 7. Síndrome metabólica 8. Câncer
  • 32. Principais conclusões: O presente trabalho identificou, como resultado dos estudos abordados, associações modestas entre a periodontite crônica e várias doenças sistêmicas crônicas e condições. Houve uma grande variação dos critérios utilizados para definir periodontite e só um pequeno número de estudos preencheram critérios rigorosos para sua identificação. Estes estudos forneceram evidências limitadas para apoiar ou refutar as ligações entre a periodontite e várias doenças sistêmicas e condições. Há uma forte evidência de que as intervenções que melhoraram a higiene oral em indivíduos em risco teve efeitos positivos na prevenção de pneumonias nosocomiais.
  • 33. Implicações práticas: Os pacientes com periodontite estão cada vez mais conscientes de pesquisas sobre possíveis ligações entre a doença periodontal e outras doenças. Os cirurgiões- dentistas devem saber que existem atualmente evidências limitadas para apoiar ou refutar tais associações. No entanto, o foco contínuo em melhorias na saúde periodontal também pode beneficiar a saúde geral.
  • 34.
  • 35. De acordo com o presente trabalho, o tratamento periodontal, quando prescrito e executado de forma adequada durante a gravidez, parece ser seguro para a mãe e para o feto, e em algumas populações, pode controlar ou eliminar a infecção periodontal e reduzir o risco de parto prematuro. Por outro lado, quando o tratamento periodontal não é capaz de controlar a inflamação periodontal, parece que há um aumento do risco de parto prematuro, como resultado de erro sistemático.
  • 36.
  • 37.
  • 38. Os mecanismos biológicos: Diabetes tipo 2 é precedida por uma inflamação sistêmica, levando à redução da função das células b do pâncreas, apoptose e resistência à insulina. Crescentes evidências suportam que a inflamação sistêmica elevada (biomarcadores do estresse oxidativo e da fase aguda), resultante da entrada de organismos periodontais e seus fatores de virulência para a circulação, proporcionam a plausibilidade biológica para os efeitos da periodontite sobre diabetes. Interações entre AGE (produtos finais da glicação avançada) - RAGE (receptor de AGEs) e os caminhos mediados pelo estresse oxidativo fornecem ligações plausíveis e palpáveis do diabetes em direção a periodontite.
  • 39. Principais conclusões: A periodontite severa afeta negativamente o controle da diabetes (HbA1C) e também da glicemia em pacientes não-diabéticos. Há uma relação direta e dose-dependente entre a gravidade da periodontite e as complicações da diabetes em pacientes com diabetes, além de evidências emergentes de que a periodontite severa pode predispor ao desenvolvimento da diabetes.
  • 40. Intervenções: Ensaios clínicos randomizados demonstram consistentemente que a terapia periodontal mecânica leva a uma redução de aproximadamente 0,4% na HbA1C em 3 meses, um impacto clínico equivalente a adicionar uma segunda droga num regime farmacológico para diabetes. Ensaios clínicos randomizados são necessários com maior número de pacientes e com acompanhamentos mais longos, e se os resultados fundamentarem, as terapias periodontais auxiliares precisam ser avaliadas na sequência. Não há nenhuma evidência atual para apoiar o uso adjuvante de antimicrobianos para a gestão periodontal de pacientes com diabetes.
  • 41.
  • 42. # Existem fortes e consistentes evidências epidemiológicas que a periodontite leva a risco aumentado de doença cardiovascular futura; # Estudos in vitro, em animais e clínicos suportam a interação e o mecanismo biológico, estudos de intervenção até à data não são suficientes para levar a mais conclusões.
  • 43.
  • 44. 1) disseminam-se a partir da cavidade oral e atingem os tecidos vasculares sistêmicos; 2) podem ser encontrados nos tecidos afetados; 3) vivem dentro do local afetado; 4) invadem tipos de células afetadas in vitro; 5) induzem a aterosclerose em modelos animais da doença; 6) mutantes de bactérias periodontais, que não invadem os tecidos, causam patologia significativamente reduzida in vitro e in vivo; 7) bactérias periodontais isolados de ateromas humanos podem causar doença em modelos animais de infecção.
  • 45. A infecção local pode afetar a saúde geral de duas formas distintas. Primeiro, uma bacteremia a partir do foco oral pode resultar em infecção metastática em órgãos distantes de pacientes susceptíveis. Isto ocorre, por exemplo, na endocardite bacteriana em pacientes com doenças cardíacas congênitas ou adquiridas. Segundo, mediadores inflamatórios não estão envolvidos somente no local da inflamação, mas podem modular o curso de doenças cardiovasculares, pulmonares crônicas, autoimunes, diabetes mellitus e nascimento prematuro (TAR; MARTOS, 2002; FENESY, 1998).
  • 47. Gênero, fumo e álcool (estilo de vida) Diabetes Obesidade e síndrome metabólica Osteoporose, cálcio da dieta e vitamina D Estresse Fatores genéticos Individuais
  • 48. GÊNERO Durante décadas, tem sido reconhecido que os homens de todas as idades, raças / grupos étnicos e localizações geográficas têm muito mais doença periodontal do que as mulheres, avaliada pela prevalência, extensão e gravidade, bem como por qualquer parâmetro e caso definição de periodontite.
  • 49. FUMO
  • 50. ÁLCOOL O consumo de álcool pode estar associado, de forma dose-dependente, com o aumento da severidade da perda de inserção clínica.
  • 51. DIABETES Não parece que a flora microbiana de pessoas com diabetes difere consideravelmente da flora microbiana daqueles sem diabetes.
  • 52. Obesidade e síndrome metabólica Evidências advindas de estudos longitudinais, particularmente aqueles com um acompanhamento por cerca de 20 anos, sugerem que o excesso de peso, a obesidade, o ganho de peso e aumento da circunferência abdominal podem ser fatores de riscos para o desenvolvimento da periodontite ou para medidas periodontais mais agressivas. Os resultados de estudos de intervenção sobre a resposta clínica periodontal entre pacientes obesos e de peso normal, ao receber tratamento periodontal não-cirúrgico, são poucos, e as evidências para um efeito são limitadas. Inflamação, sexo e a condição sócio-econômica são susceptíveis de desempenhar um papel na patogénese da obesidade e periodontite. Portanto, mais estudos enfocando a influência destes fatores são necessários.
  • 53. Osteoporose, cálcio da dieta e vitamina D Doses sub-antimicrobianas de doxiciclina em mulheres pós-menopausa mostraram um possível benefício para reduzir a progressão da perda de inserção. A maioria dos estudos indica uma melhoria na condição periodontal de mulheres em terapia de reposição hormonal, caracterizado por aumento da massa óssea alveolar e melhor altura da crista alveolar, redução da perda de inserção clínica e inflamação periodontal.
  • 55. Fatores Genéticos Genes Interação gene-gene Fenômeno epigenético Polimorfismos Compartilhando genes
  • 56.
  • 57.
  • 58.
  • 59.
  • 60. Kocher et al. identificou que um maior nível educacional do paciente, o consumo de medicamentos com efeito anti-alérgico e visitas regulares ao cirurgião-dentista provaram-se protetores para doença periodontal.
  • 62. I. DOENÇAS GENGIVAIS – 2. Doenças gengivais modificadas por fatores sistêmicos • A . Associadas ao sistema endócrino – A1 . Puberdade – A2 . Menstruação – A3 . Gravidez : gengivite e granuloma piogênico – A4 . Diabetes mellitus • B . Associadas com discrasias sangüíneas – B1 . Leucemia – B2 . outros
  • 64. I. DOENÇAS GENGIVAIS – 3. Doenças gengivais modificadas por medicações • A . Drogas – A1 . Crescimento gengival (hiperplasias) – A2 . Gengivite » A21 . Anticoncepcionais » A22 . outros
  • 65.
  • 66. I. DOENÇAS GENGIVAIS –4. Doenças gengivais modificadas por má nutrição • A. Avitaminose C • B. outros
  • 69.