SlideShare uma empresa Scribd logo
Prof. Priscila Freitas 
Graduada em Odontologia 
Especializando em Ortodontia
Periodontia é a área odontológica que estuda 
as estruturas periféricas aos dentes naturais ou 
não, servindo para inserir os dentes aos ossos 
maxilares e manter a integridade da mucosa 
mastigatória. 
2
Partes do Periodonto 
• Gengiva 
• Ligamento Periodontal 
• Cemento Radicular 
• Osso Alveolar 
3
Função do Periodonto 
A principal função do periodonto é inserir o 
dente no tecido ósseo dos maxilares e manter 
a integridade da superfície da mucosa 
mastigatória da cavidade bucal. 
4
5 
Tipos de Periodonto 
Gengiva 
Ligamento periodontal 
Cemento 
Osso Alveolar
6 
É formado pelas gengivas (gengiva marginal, 
gengiva inserida e gengiva interdentária). A 
gengiva é a parte da mucosa mastigatória que 
cobre o processo alveolar e circunda a porção 
cervical dos dentes. Ela consiste de uma 
camada epitelial e um tecido conjuntivo 
subjacente, chamado lâmina própria.
7 
Gengiva inserida 
Gengiva marginal 
Gengiva interdentária 
A gengiva é fixa, inserida em osso, não tem 
mobilidade.
8 
Características da gengiva saudável 
• Gengiva Sáudável 
– Textura: firme 
– Coloração: rosada 
– Superfície: aspecto de casca de laranja 
– Inserção: firme
9 
É formado pelo ligamento 
periodontal, osso alveolar e cemento. 
Tem as funções de sustentação, 
nutrição, sensitiva, formativa e 
sensorial.
10 
 Cemento
11 
Cemento Radicular 
Camada delgada que cobre a raiz do 
dente ou parte dele que se encaixa 
em osso alveolar e possui coloração 
amarelada.
12 
Cemento Radicular 
• Tecido mineralizado especializados 
• Semelhante ao tecido ósseo (menos 
mineralizado) 
• Avascularizado 
• Não inervado 
• Não sofre remodelação (formação contínua) 
• Função: 
– Insere fibras do LP 
– Reparo de danos na superfície radicular
13 
Ligamento Periodontal 
Sistema que liga o 
dente ao osso alveolar.
14 
Ligamento Periodontal 
A presença desse ligamento permite que forças produzidas 
durante a função mastigatória e outros contatos dentários 
sejam distribuidas e absorvidas pelo processo alveolar 
através do osso propriamente dito. Além disso, o LP também 
é essencial para a mobilidade dos dentes. O dente é unido 
aos osso por feixes de fibras colágenas que são divididas em: 
fibras da crista alveolar, fibras horizontais, fibras oblíquas, 
fibras apicais e fibras furcais.
15 
Osso Alveolar 
É a porção da maxila e da mandíbula que formam os alvéolos dos 
dentes e dão suporte a esses alvéolos. Desenvolve-se em 
associação com o desenvolvimento e a erupção dentária. O osso 
pode ser dividido em: osso compacto (osso alveolar propriamente 
dito, tambem chamado de lâmina dura, reveste o alvéolo e 
possuem canais por onde passam vasos sanguineos, linfáticos e 
fibras nervosas para o LP); e osso esponjoso (preenche as áreas 
entre os alvéolos e entre as paredes de osso compacto, ocupando a 
maior parte dos septos interdentais, esse osso contém trabéculas 
ósseas).
16 
Osso Alveolar
17 
Osso Alveolar 
 Funções: 
– Suporte para os elementos dentários 
– Nutrição 
– Absorção e distribuição de forças 
– Regulação dos movimentos de mastigação 
 Cemento + Ligamento + Osso = aparelho de 
inserção dental
• Fatores Determinante - é imperativo para que a 
doença ocorra 
• Fatores Predisponentes - interferem direta ou 
indiretamente na retenção de placa, facilitando a 
instalação e progressão da doença periodontal 
• Fatores Modificadores - agem modificando o curso 
da doença, podendo piorar ou proteger, e podem 
ser locais ou ambientais e sistêmicos 
18 
Fatores Etiológicos
19 
Placa bacteriana ou biofilme
20 
Placa bacteriana ou biofilme 
• Microorganismos: 
–Neisseria gonorrhoeae 
–Treponema pallidum 
–Streptococci sp. 
–Mycobacterium chelonae
21 
Placa bacteriana ou biofilme 
Comunidade microbiana que se forma sobre os 
dentes e outras superfícies não-renováveis 
presentes na cavidade bucal (implantes, coroa 
unitária ,aparelho ortodontico). Apresenta 
metabolismo próprio, e sistema de informação 
incipiente, sendo capazes de troca de 
informação entre as colônias.
22 
• Matéria Alba – acumulação leve de bactérias e células que 
não fazem parte de uma estrutura organizada e pode ser 
facilmente removida com jato de água 
• Placa bacteriana – bactérias presentes em matriz de 
glicoproteínas salivares e polissacarídeos extracelulares 
• Cálculo – depósito duro de placa calcificada, coberto por 
placa não-mineralizada.
23 
Placa bacteriana ou biofilme 
• Constituintes: 
– podem ser encontradas mais de 500 espécies 
– matriz contém: células epiteliais, macrófagos e 
linfócitos 
• localização: supra ou sub
24 
Cálculo dentário ou tártaro 
• Placa bacteriana mineralizada que se forma sobre a 
superfície de dentes, próteses, restaurações 
• Superficie porosa dificulta higienização
25 
Fatores que facilitam o acúmulo de 
tártaro!!!
26 
• Margem de restauração 
• Próteses mal adaptadas 
• Materiais dentais pouco polidos 
• Dentes apinhados 
• Aparelho ortodôntico 
• Tabagismo 
• Má Higiene 
Acúmulo de tártaro
27 
Acúmulo de tártaro
28 
Acúmulo de tártaro
29 
Acúmulo de tártaro
30 
Acúmulo de tártaro
31 
• Respiração bucal 
• Medicamentos (anti-convulsivantes, anticoncepcionais) 
• Diabetes 
• Aids 
• Fatores genéticos 
• Estresse
32 
Gengivite medicamentosa
33 
Gengivite por fatores genéticos (síndrome)
34
35 
As doenças periodontais mais comuns são a Gengivite 
e a Periodontite e caracterizam-se por processos 
inflamatórios que, no caso da Gengivite não há 
alteração óssea, pois a inflamação só atinge a gengiva, 
enquanto que na Periodontite leva à reabsorção do 
osso alveolar, podendo levar a perda do dente.
36 
O agente causador da doença é a placa bacteriana que se 
acumula sobre as superfícies do esmalte dentário e no 
sulco gengival. Com a evolução da inflamação gengival, as 
fibras e tecidos que suportam os dentes são 
comprometidos. Como decorrência, os dentes podem ficar 
com mobilidade: é a conhecida reabsorção óssea. 
Conforme o grau de destruição óssea pode ocorrer a perda 
dos dentes sem nenhuma sintomatologia dolorosa.
37 
DOENÇA PERIODONTAL 
gengivite periodontite
38 
O acúmulo de 
placa/cálculo, devido a 
má higienização, é o 
principal agente 
causador das doenças 
periodontais!
39 
Gengiva Saudável 
• Coloração: rosa pálido 
• Contorno: festonado 
• Consistência: firme 
• Aspecto de casca de laranja 
• Opaca 
• Ausência de Sangramento
40 
Gengivite 
A gengivite é uma doença causada pela placa 
bacteriana, é uma inflamação da gengiva, 
seguida de dor e sangramento, muitas vezes (na 
grande maioria), causada por placa bacteriana e 
calculo dental (tártaro).
41 
Gengivite 
• Estabelecimento de sinais clínicos de 
gengivite 
– Após 10-20 dias de não higienização 
– Existe variação entre indivíduos 
• Sinais clínicos 
– Vermelhidão 
– Tumefação 
– Maior tendência ao sangramento 
– Característica de Reversibilidade
42 
Sinais Clínicos 
• Vermelhidão 
• Tumefação 
• Maior tendência ao sangramento 
• Reversibilidade
43 
Sinais Clínicos 
Vermelhidão
44 
Sinais Clínicos 
Sangramento
45 
Sinais Clínicos 
Sangramento
46 
Sinais Clínicos 
Tumefação
47 
Sinais Clínicos 
Reversível
48 
Sinais Clínicos 
Gengiva Normal Gengivite 
Coloração Rosa-clara Vermelhidão 
Tamanho 
Papilar – preenche espaço 
interdental 
Marginal - término em lâmina 
de faca 
Profundidade de sulco < 3mm 
Edema 
Hiperplasiada 
Perda do contorno 
Consistência Firme Mole /Flácida 
Tendência ao 
sangramento 
Sem sangramento à sondagem 
Com sangramento à 
sondagem
49 
Sinais Clínicos
50 
Sinais Clínicos
51 
Gengivites não induzidas por placa 
• Deficiência Nutricional 
• Induzida por fármacos 
– Anti-convulcivante 
– Anti-hipertensivos 
– Imunossupressores 
• Reações alérgicas 
• Injúrias traumáticas
52 
Diagnóstico 
Para o diagnóstico da gengivite é importante a 
realização de: 
• Avaliação do controle de placa. 
• Avaliação da presença de sangramento. 
• Avaliação da saúde da individuo. 
• Avaliação de alterações sistêmicas ou presença de 
tabagismo que possam estar influenciando no 
estado periodontal
53 
Tratamento 
O tratamento pode se estender 
por várias sessões, individuais 
ou coletivas, cujo número irá 
depender do controle da 
doença.
54 
Tratamento 
• Remoção ou tratamento de fatores retentivos de 
placa 
• Raspagem e polimento supra gengival profissional. 
• Ações educativas para controle de placa 
• Monitoramento e controle dos fatores de risco 
como diabetes, gravidez, alterações hormonais, 
entre outros. Em caso da gengivite estar 
relacionada com fatores sistêmicos ou 
medicamentosos, deve ser avaliada a possibilidade 
de intervenção sobre esses fatores.
55 
Tratamento 
A gengivite é reversível, 
logo seu tratamento está 
voltado para 
manutenção de um boa 
higiene oral!
56 
Tratamento
57 
Tratamento 
A remoção do agente agressor faz 
com que a gengiva retorne a sua 
forma normal aliviando a dor e 
eliminando o sangramento.
58 
Tratamento 
• Controle de placa no 
consultório 
• Profilaxia e raspagem 
• Instrução de higiene oral 
• Escovação + Fio dental 
• Colaboração do Paciente
59 
Tratamento 
O principal autocuidado com a saúde bucal é 
a higienização dos dentes diariamente, que 
tem como objetivo a remoção do biofilme 
supragengival.
60
61 
A periodontite é um grupo de doenças 
que se caracteriza pela inflamação dos 
tecidos de sustentação e proteção dos 
dentes, acompanhada de perda de 
inserção, promovida pela placa 
bacteriana subgengival.
62
63 
Tipos de Periodontite 
• Periodontite Crônica 
• Periodontite Agressiva 
• Doenças Periodontais Necrosantes
64 
Tipos de Periodontite
65 
Periodontite Crônica 
A Periodontite é uma doença infecciosa, 
inflamatória, crônica que atinge uma grande 
quantidade de pacientes adultos. Ocorre de 
forma lenta, destruindo a sustentação do 
dente sem causar dor. A causa principal 
desta doença é a placa bacteriana.
66 
Periodontite Crônica 
• Características Clássicas 
– Inflamação gengival 
– Sangramento à sondagem 
– Redução da resistência tecidual 
– Perda de inserção gengival 
– Perda de tecido ósseo alveolar 
– Recessões gengivais
67 
Recessões gengivais
68 
Periodontite Crônica
69 
Periodontite Crônica
70 
Periodontite Crônica
71 
Periodontite Crônica
72
73
74 
Periodontite Crônica 
• Fator iniciador: Gengivite 
• Progressão e severidade: Relacionado ao hospedeiro 
• Progressão lenta e contínua 
– Fases de quiescência e exacerbação 
• Tipo de Periodontite mais freqüente 
• Não afeta todos os dentes da mesma maneira
75 
Periodontite Crônica 
1.Maior prevalência em adultos 
2. Quantidade de destruição é proporcional a higiene oral, fatores 
locais e de risco sistêmico 
3. Composição complexa da placa bacteriana. Presença de 
cálculo subgengival 
4. Localizada – 30% dos sítios afetados. Generalizada > 30% 
5. Iniciada e mantida pela placa bacteriana 
6. Patogenia e progressão influenciada pelo hospedeiro 
7. Progressão confirmada por meio de exames clínicos repetidos
76 
Periodontite Crônica 
• Fatores de risco 
– Tipo bacteriano 
– Idade 
– Tabagismo 
– Resposta do hospedeiro 
– Doenças sistêmicas 
– Estresse 
– Genética
77 
Periodontite Aguda 
• Periodontite de progressão rápida 
• Condição rara 
• Freqüentemente grave 
• Acomete indivíduos de idade precoce 
• Padrão hereditário 
• Quantidade de placa bacteriana desproporcional 
Rápida perda de inserção Rápida destruição óssea 
Concentração familiar de casos
78 
Periodontite Aguda 
Rápida destruição óssea
79 
Periodontite Necrosante 
• Tipos 
– Gengivite Ulcerativa Necrosante (GUN) 
– Periodontite Ulcerativa Necrosante (PUN) 
• DPs graves causada por placa e fatores genéticos 
• Progressão rápida 
• Debilitante
80 
Periodontite Necrosante 
• Doença Periodontal Necrosante 
– Ulceração e necrose da papila e margem gengival 
• Aspecto de cratera 
– Úlceras recobertas por pseudomembranas 
• Fibrina, tecido necrótico e massa bacteriana 
– SINTOMATOLOGIA DOLOROSA 
– Evolução rápida 
• Formação de seqüestros ósseos
81 
Periodontite Necrosante 
• Doença Periodontal Necrosante 
– Sangramento fácil 
– Odor fétido 
– Febre e mal estar 
– Linfoadenite 
– Higiene oral deficiente
82 
Periodontite Necrosante 
• Fatores Predisponentes 
– Infecção pelo HIV 
– Desnutrição 
– Tuberculose 
– Gengivoestomatite herpética 
– Malária 
– Etilismo e tabagismo 
– Estresse psicológico
83 
Diagnóstico 
• Fatores causais e modificadores: 
• Determinação da atividade da doença: definida pela 
perda de inserção aliada a sinais inflamatórios 
(sangramento, secreção). 
• Avaliação do controle de placa. 
• Avaliação das condições sistêmicas, tabagismo e 
consideração do risco sócioeconômico e uso de 
medicamentos
84 
Diagnóstico 
Apesar da placa bacteriana ser fator primário da doença 
periodontal, esta tem caráter multifatorial, de forma que o estado 
de saúde do paciente pode influenciar no estabelecimento e na 
progressão da doença. Por outro lado, hábitos nocivos que afetam 
negativamente a saúde sistêmica, como o tabagismo, o 
alcoolismo, o uso de drogas lícitas e ilícitas, o sedentarismo e o 
estresse podem também interferir negativamente nos tecidos 
periodontais.
85 
Tratamento 
• Tratamento da Gengivite, como descrito 
anteriormente, incluindo as ações educativas 
• Tratamento da Periodontite, por meio do controle da 
placa subgengival 
• O controle da placa subgengival é feito através da 
raspagem e alisamento subgengival 
• Em caso da periodontite estar relacionada a fatores 
sistêmicos ou hábitos nocivos, deve ser avaliada a 
possibilidade de intervenção sobre esses fatores
86 
Tratamento 
Raspagem + Limpeza
87 
Tratamento 
Raspagem + Limpeza
88 
Tratamento 
Raspagem + Limpeza
89 
Tratamento 
Outros fatores envolvidos
90 
Tratamento 
Esplintagem
91 
Tratamento 
Instrução de higiene
92 
Tratamento 
Autocuidado
93 
Tratamento 
Consultas de rotina
94 
Tratamento 
Extração dos dentes
95 
Dúvidas?

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Materiais odontologicos
Materiais odontologicosMateriais odontologicos
Materiais odontologicos
Regis Valentim
 
Livro: Anatomia do dente
Livro: Anatomia do dente Livro: Anatomia do dente
Livro: Anatomia do dente
Flavio Salomao-Miranda
 
Cárie dentária 2012 1
Cárie dentária 2012 1Cárie dentária 2012 1
Cárie dentária 2012 1
Guilherme Terra
 
Endodontia (Revisão e resumo)
Endodontia (Revisão e resumo)Endodontia (Revisão e resumo)
Endodontia (Revisão e resumo)
Jonathan Cardoso Gomes Rodrigues
 
Proteção do complexo dentino-pulpar
Proteção do complexo dentino-pulparProteção do complexo dentino-pulpar
Proteção do complexo dentino-pulpar
profguilhermeterra
 
Controle de biofilme 2 blog
Controle de biofilme  2 blogControle de biofilme  2 blog
Controle de biofilme 2 blog
Lucas Almeida Sá
 
Dentição decídua
Dentição decíduaDentição decídua
Dentição decídua
Thiara Cerqueira
 
Tecido Ósseo - Caracteristicas e Classificação
Tecido Ósseo - Caracteristicas e ClassificaçãoTecido Ósseo - Caracteristicas e Classificação
Tecido Ósseo - Caracteristicas e Classificação
Thaysa F Pinto
 
Cárie com interesse à Dentística
Cárie com interesse à DentísticaCárie com interesse à Dentística
Cárie com interesse à Dentística
profguilhermeterra
 
Cariologia
CariologiaCariologia
03 diagnóstico das inflamações pulpares e periapicais
03   diagnóstico das inflamações pulpares e periapicais03   diagnóstico das inflamações pulpares e periapicais
03 diagnóstico das inflamações pulpares e periapicais
Euclides Paiva
 
RESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIA
RESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIARESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIA
RESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIA
Rayssa Mendonça
 
Acometimentos Pulpares - Diferenças Entre Pulpite Aguda e Crônica - Arriba De...
Acometimentos Pulpares - Diferenças Entre Pulpite Aguda e Crônica - Arriba De...Acometimentos Pulpares - Diferenças Entre Pulpite Aguda e Crônica - Arriba De...
Acometimentos Pulpares - Diferenças Entre Pulpite Aguda e Crônica - Arriba De...
André Milioli Martins
 
Cimento de ionômero de vidro
Cimento de ionômero de vidroCimento de ionômero de vidro
Cimento de ionômero de vidro
profguilhermeterra
 
Periodontia em Odontologia
Periodontia em OdontologiaPeriodontia em Odontologia
Periodontia em Odontologia
Elisabete Arruda
 
Erupção Dentária
Erupção DentáriaErupção Dentária
Erupção Dentária
Rômulo Augusto
 
Anatomia, Histologia e Fisiologia do Periodonto - Arriba Dentista
Anatomia, Histologia e Fisiologia do Periodonto - Arriba DentistaAnatomia, Histologia e Fisiologia do Periodonto - Arriba Dentista
Anatomia, Histologia e Fisiologia do Periodonto - Arriba Dentista
André Milioli Martins
 
Anestesia local em odontologia
Anestesia local em odontologiaAnestesia local em odontologia
Anestesia local em odontologia
Lucas Almeida Sá
 
Slides de seminário: Diagnóstico e Classificações das Doenças Periodontais
Slides de seminário: Diagnóstico e Classificações das Doenças PeriodontaisSlides de seminário: Diagnóstico e Classificações das Doenças Periodontais
Slides de seminário: Diagnóstico e Classificações das Doenças Periodontais
Vítor Genaro
 
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Guilherme Terra
 

Mais procurados (20)

Materiais odontologicos
Materiais odontologicosMateriais odontologicos
Materiais odontologicos
 
Livro: Anatomia do dente
Livro: Anatomia do dente Livro: Anatomia do dente
Livro: Anatomia do dente
 
Cárie dentária 2012 1
Cárie dentária 2012 1Cárie dentária 2012 1
Cárie dentária 2012 1
 
Endodontia (Revisão e resumo)
Endodontia (Revisão e resumo)Endodontia (Revisão e resumo)
Endodontia (Revisão e resumo)
 
Proteção do complexo dentino-pulpar
Proteção do complexo dentino-pulparProteção do complexo dentino-pulpar
Proteção do complexo dentino-pulpar
 
Controle de biofilme 2 blog
Controle de biofilme  2 blogControle de biofilme  2 blog
Controle de biofilme 2 blog
 
Dentição decídua
Dentição decíduaDentição decídua
Dentição decídua
 
Tecido Ósseo - Caracteristicas e Classificação
Tecido Ósseo - Caracteristicas e ClassificaçãoTecido Ósseo - Caracteristicas e Classificação
Tecido Ósseo - Caracteristicas e Classificação
 
Cárie com interesse à Dentística
Cárie com interesse à DentísticaCárie com interesse à Dentística
Cárie com interesse à Dentística
 
Cariologia
CariologiaCariologia
Cariologia
 
03 diagnóstico das inflamações pulpares e periapicais
03   diagnóstico das inflamações pulpares e periapicais03   diagnóstico das inflamações pulpares e periapicais
03 diagnóstico das inflamações pulpares e periapicais
 
RESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIA
RESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIARESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIA
RESUMÃO DE CIRURGIA NA ODONTOLOGIA
 
Acometimentos Pulpares - Diferenças Entre Pulpite Aguda e Crônica - Arriba De...
Acometimentos Pulpares - Diferenças Entre Pulpite Aguda e Crônica - Arriba De...Acometimentos Pulpares - Diferenças Entre Pulpite Aguda e Crônica - Arriba De...
Acometimentos Pulpares - Diferenças Entre Pulpite Aguda e Crônica - Arriba De...
 
Cimento de ionômero de vidro
Cimento de ionômero de vidroCimento de ionômero de vidro
Cimento de ionômero de vidro
 
Periodontia em Odontologia
Periodontia em OdontologiaPeriodontia em Odontologia
Periodontia em Odontologia
 
Erupção Dentária
Erupção DentáriaErupção Dentária
Erupção Dentária
 
Anatomia, Histologia e Fisiologia do Periodonto - Arriba Dentista
Anatomia, Histologia e Fisiologia do Periodonto - Arriba DentistaAnatomia, Histologia e Fisiologia do Periodonto - Arriba Dentista
Anatomia, Histologia e Fisiologia do Periodonto - Arriba Dentista
 
Anestesia local em odontologia
Anestesia local em odontologiaAnestesia local em odontologia
Anestesia local em odontologia
 
Slides de seminário: Diagnóstico e Classificações das Doenças Periodontais
Slides de seminário: Diagnóstico e Classificações das Doenças PeriodontaisSlides de seminário: Diagnóstico e Classificações das Doenças Periodontais
Slides de seminário: Diagnóstico e Classificações das Doenças Periodontais
 
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
Técnicas anestésicas e soluções anestésicas 2013
 

Destaque

Gengivite
GengiviteGengivite
Gengivite
Dessa Reis
 
Prevenção de doenças periodontais
Prevenção de doenças periodontaisPrevenção de doenças periodontais
Prevenção de doenças periodontais
Cms Nunes
 
Cirurgia periodontal rafael nobre
Cirurgia periodontal   rafael nobreCirurgia periodontal   rafael nobre
Cirurgia periodontal rafael nobre
Rafael Nobre
 
Anatomia e histofisiologia do periodonto
Anatomia e histofisiologia do periodontoAnatomia e histofisiologia do periodonto
Anatomia e histofisiologia do periodonto
holetzlourenco
 
Prevenção á doença periodontal aula 2
Prevenção á doença periodontal aula 2Prevenção á doença periodontal aula 2
Prevenção á doença periodontal aula 2
Mirian Guidi
 
Prevenção e doenças bucais
Prevenção e doenças bucais Prevenção e doenças bucais
Prevenção e doenças bucais
Rômulo Augusto
 
Gengivite ulcerativa necrosante aguda (pronto)(1)(1)
Gengivite ulcerativa necrosante aguda (pronto)(1)(1)Gengivite ulcerativa necrosante aguda (pronto)(1)(1)
Gengivite ulcerativa necrosante aguda (pronto)(1)(1)
Mara Farias
 
Tratamento de suporte periodontal
Tratamento de suporte periodontalTratamento de suporte periodontal
Tratamento de suporte periodontal
Michelle Bomfim da SIlva Fernandes
 
Palestra Higiene Oral
Palestra Higiene Oral Palestra Higiene Oral
Palestra Higiene Oral
CLÍNICA ORALMED
 
Saúde Bucal para crianças
Saúde Bucal para criançasSaúde Bucal para crianças
Saúde Bucal para crianças
Mayara Fontinele
 
Apresentação dieta e nutrição
Apresentação dieta e nutriçãoApresentação dieta e nutrição
Apresentação dieta e nutrição
Nadia Morais Tonussi
 
Saúde Bucal
Saúde BucalSaúde Bucal
Higiene bucal
Higiene bucal Higiene bucal
Higiene bucal
Betriz
 
Saúde bucal
Saúde bucalSaúde bucal
Saúde bucal
Dessa Reis
 
Palestra de saúde e higiene bucal
Palestra de saúde e higiene bucal Palestra de saúde e higiene bucal
Palestra de saúde e higiene bucal
horadeviver
 
Slides higiene bucal
Slides higiene bucalSlides higiene bucal
Slides higiene bucal
Maria Luiza Teixeira
 
Dental implants _perio_
Dental implants _perio_Dental implants _perio_
Dental implants _perio_
Hatem Abouelnasr
 
Anatomia aplicada a implantodontia
Anatomia aplicada a implantodontiaAnatomia aplicada a implantodontia
Anatomia aplicada a implantodontia
Funorte Resende
 
Simpósio inter relação periodontia-cirurgia-prótese evidências científicas em...
Simpósio inter relação periodontia-cirurgia-prótese evidências científicas em...Simpósio inter relação periodontia-cirurgia-prótese evidências científicas em...
Simpósio inter relação periodontia-cirurgia-prótese evidências científicas em...
Marlio Carlos
 
Cartazes sobre a higiene bucal (imprima e monte um painel) por simone drumond
Cartazes sobre a higiene bucal (imprima e monte um painel) por simone drumondCartazes sobre a higiene bucal (imprima e monte um painel) por simone drumond
Cartazes sobre a higiene bucal (imprima e monte um painel) por simone drumond
SimoneHelenDrumond
 

Destaque (20)

Gengivite
GengiviteGengivite
Gengivite
 
Prevenção de doenças periodontais
Prevenção de doenças periodontaisPrevenção de doenças periodontais
Prevenção de doenças periodontais
 
Cirurgia periodontal rafael nobre
Cirurgia periodontal   rafael nobreCirurgia periodontal   rafael nobre
Cirurgia periodontal rafael nobre
 
Anatomia e histofisiologia do periodonto
Anatomia e histofisiologia do periodontoAnatomia e histofisiologia do periodonto
Anatomia e histofisiologia do periodonto
 
Prevenção á doença periodontal aula 2
Prevenção á doença periodontal aula 2Prevenção á doença periodontal aula 2
Prevenção á doença periodontal aula 2
 
Prevenção e doenças bucais
Prevenção e doenças bucais Prevenção e doenças bucais
Prevenção e doenças bucais
 
Gengivite ulcerativa necrosante aguda (pronto)(1)(1)
Gengivite ulcerativa necrosante aguda (pronto)(1)(1)Gengivite ulcerativa necrosante aguda (pronto)(1)(1)
Gengivite ulcerativa necrosante aguda (pronto)(1)(1)
 
Tratamento de suporte periodontal
Tratamento de suporte periodontalTratamento de suporte periodontal
Tratamento de suporte periodontal
 
Palestra Higiene Oral
Palestra Higiene Oral Palestra Higiene Oral
Palestra Higiene Oral
 
Saúde Bucal para crianças
Saúde Bucal para criançasSaúde Bucal para crianças
Saúde Bucal para crianças
 
Apresentação dieta e nutrição
Apresentação dieta e nutriçãoApresentação dieta e nutrição
Apresentação dieta e nutrição
 
Saúde Bucal
Saúde BucalSaúde Bucal
Saúde Bucal
 
Higiene bucal
Higiene bucal Higiene bucal
Higiene bucal
 
Saúde bucal
Saúde bucalSaúde bucal
Saúde bucal
 
Palestra de saúde e higiene bucal
Palestra de saúde e higiene bucal Palestra de saúde e higiene bucal
Palestra de saúde e higiene bucal
 
Slides higiene bucal
Slides higiene bucalSlides higiene bucal
Slides higiene bucal
 
Dental implants _perio_
Dental implants _perio_Dental implants _perio_
Dental implants _perio_
 
Anatomia aplicada a implantodontia
Anatomia aplicada a implantodontiaAnatomia aplicada a implantodontia
Anatomia aplicada a implantodontia
 
Simpósio inter relação periodontia-cirurgia-prótese evidências científicas em...
Simpósio inter relação periodontia-cirurgia-prótese evidências científicas em...Simpósio inter relação periodontia-cirurgia-prótese evidências científicas em...
Simpósio inter relação periodontia-cirurgia-prótese evidências científicas em...
 
Cartazes sobre a higiene bucal (imprima e monte um painel) por simone drumond
Cartazes sobre a higiene bucal (imprima e monte um painel) por simone drumondCartazes sobre a higiene bucal (imprima e monte um painel) por simone drumond
Cartazes sobre a higiene bucal (imprima e monte um painel) por simone drumond
 

Semelhante a doença periodontal

Introdução às ciências odontológicas
Introdução às ciências odontológicasIntrodução às ciências odontológicas
Introdução às ciências odontológicas
Ana Araujo
 
Trabalho citologia gengivite e periodontite
Trabalho citologia gengivite e periodontiteTrabalho citologia gengivite e periodontite
Trabalho citologia gengivite e periodontite
Michely Santos
 
APRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptx
APRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptxAPRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptx
APRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptx
ceciliamonteiro12
 
Analgésicos e Antibióticos em Patologia Dentária
Analgésicos e Antibióticos em Patologia DentáriaAnalgésicos e Antibióticos em Patologia Dentária
Analgésicos e Antibióticos em Patologia Dentária
Francisco Vilaça Lopes
 
Etiologia das maloclusões
Etiologia das maloclusõesEtiologia das maloclusões
Etiologia das maloclusões
edmarchristovam
 
Doença periodontal
Doença periodontalDoença periodontal
Doença periodontal
dentistaagora
 
Aula bacterias prevenção.pdf
Aula bacterias prevenção.pdfAula bacterias prevenção.pdf
Aula bacterias prevenção.pdf
AllefAquino1
 
Prevenção das periodontopatias
Prevenção das periodontopatiasPrevenção das periodontopatias
Prevenção das periodontopatias
geriatric
 
Prevençao das periodontopatias
Prevençao das periodontopatiasPrevençao das periodontopatias
Prevençao das periodontopatias
odontosocial
 
Principais
afecções da cavidade oral de pequenos animais
Principais
afecções da cavidade oral  de pequenos animais Principais
afecções da cavidade oral  de pequenos animais
Principais
afecções da cavidade oral de pequenos animais
Daniel Ferro
 
aula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefe
aula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefeaula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefe
aula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefe
AirexTV
 
Diagnóstico alterações periapicais
Diagnóstico   alterações periapicaisDiagnóstico   alterações periapicais
Diagnóstico alterações periapicais
Leonardo Carvalho
 
Saude_bucal_autocuidado_DM
Saude_bucal_autocuidado_DMSaude_bucal_autocuidado_DM
Saude_bucal_autocuidado_DM
comunidadedepraticas
 
Patologia odontogenese
Patologia odontogenesePatologia odontogenese
Patologia odontogenese
Eduardo Solimeo
 
Cistos odontogênicos
Cistos odontogênicosCistos odontogênicos
Cistos odontogênicos
Raquel Schultz
 
TECIDOS DENTINÁRIOS
TECIDOS DENTINÁRIOSTECIDOS DENTINÁRIOS
TECIDOS DENTINÁRIOS
GabrielaSoares07
 
Saúde da Gengiva
Saúde da GengivaSaúde da Gengiva
Saúde da Gengiva
guest470054
 
1103 biologia
1103 biologia1103 biologia
1103 biologia
1103 biologia1103 biologia
Periodontite - Fatores Etiológicos, Sintomas e Tratamento - Concurso Odontologia
Periodontite - Fatores Etiológicos, Sintomas e Tratamento - Concurso OdontologiaPeriodontite - Fatores Etiológicos, Sintomas e Tratamento - Concurso Odontologia
Periodontite - Fatores Etiológicos, Sintomas e Tratamento - Concurso Odontologia
André Milioli Martins
 

Semelhante a doença periodontal (20)

Introdução às ciências odontológicas
Introdução às ciências odontológicasIntrodução às ciências odontológicas
Introdução às ciências odontológicas
 
Trabalho citologia gengivite e periodontite
Trabalho citologia gengivite e periodontiteTrabalho citologia gengivite e periodontite
Trabalho citologia gengivite e periodontite
 
APRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptx
APRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptxAPRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptx
APRESENTAÇAO PROPEDEUTICA 1 (1).pptx
 
Analgésicos e Antibióticos em Patologia Dentária
Analgésicos e Antibióticos em Patologia DentáriaAnalgésicos e Antibióticos em Patologia Dentária
Analgésicos e Antibióticos em Patologia Dentária
 
Etiologia das maloclusões
Etiologia das maloclusõesEtiologia das maloclusões
Etiologia das maloclusões
 
Doença periodontal
Doença periodontalDoença periodontal
Doença periodontal
 
Aula bacterias prevenção.pdf
Aula bacterias prevenção.pdfAula bacterias prevenção.pdf
Aula bacterias prevenção.pdf
 
Prevenção das periodontopatias
Prevenção das periodontopatiasPrevenção das periodontopatias
Prevenção das periodontopatias
 
Prevençao das periodontopatias
Prevençao das periodontopatiasPrevençao das periodontopatias
Prevençao das periodontopatias
 
Principais
afecções da cavidade oral de pequenos animais
Principais
afecções da cavidade oral  de pequenos animais Principais
afecções da cavidade oral  de pequenos animais
Principais
afecções da cavidade oral de pequenos animais
 
aula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefe
aula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefeaula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefe
aula 13 - histologia - pffacasvevevebeevvefe
 
Diagnóstico alterações periapicais
Diagnóstico   alterações periapicaisDiagnóstico   alterações periapicais
Diagnóstico alterações periapicais
 
Saude_bucal_autocuidado_DM
Saude_bucal_autocuidado_DMSaude_bucal_autocuidado_DM
Saude_bucal_autocuidado_DM
 
Patologia odontogenese
Patologia odontogenesePatologia odontogenese
Patologia odontogenese
 
Cistos odontogênicos
Cistos odontogênicosCistos odontogênicos
Cistos odontogênicos
 
TECIDOS DENTINÁRIOS
TECIDOS DENTINÁRIOSTECIDOS DENTINÁRIOS
TECIDOS DENTINÁRIOS
 
Saúde da Gengiva
Saúde da GengivaSaúde da Gengiva
Saúde da Gengiva
 
1103 biologia
1103 biologia1103 biologia
1103 biologia
 
1103 biologia
1103 biologia1103 biologia
1103 biologia
 
Periodontite - Fatores Etiológicos, Sintomas e Tratamento - Concurso Odontologia
Periodontite - Fatores Etiológicos, Sintomas e Tratamento - Concurso OdontologiaPeriodontite - Fatores Etiológicos, Sintomas e Tratamento - Concurso Odontologia
Periodontite - Fatores Etiológicos, Sintomas e Tratamento - Concurso Odontologia
 

Mais de Priscila Freitas

Prótese parcial removível
Prótese parcial removívelPrótese parcial removível
Prótese parcial removível
Priscila Freitas
 
Vascularização da face
Vascularização da faceVascularização da face
Vascularização da face
Priscila Freitas
 
Biossegurança e ergonomia
Biossegurança e ergonomiaBiossegurança e ergonomia
Biossegurança e ergonomia
Priscila Freitas
 
Segredo profissional
Segredo profissionalSegredo profissional
Segredo profissional
Priscila Freitas
 
Saúde bucal para a gestante e o bebê
Saúde bucal para a gestante e o bebêSaúde bucal para a gestante e o bebê
Saúde bucal para a gestante e o bebê
Priscila Freitas
 
prevenção de agravos de saúde bucal em crianças
prevenção de agravos de saúde bucal em criançasprevenção de agravos de saúde bucal em crianças
prevenção de agravos de saúde bucal em crianças
Priscila Freitas
 
Proteção contra cárie e doença periodontal
Proteção contra cárie e doença periodontalProteção contra cárie e doença periodontal
Proteção contra cárie e doença periodontal
Priscila Freitas
 

Mais de Priscila Freitas (7)

Prótese parcial removível
Prótese parcial removívelPrótese parcial removível
Prótese parcial removível
 
Vascularização da face
Vascularização da faceVascularização da face
Vascularização da face
 
Biossegurança e ergonomia
Biossegurança e ergonomiaBiossegurança e ergonomia
Biossegurança e ergonomia
 
Segredo profissional
Segredo profissionalSegredo profissional
Segredo profissional
 
Saúde bucal para a gestante e o bebê
Saúde bucal para a gestante e o bebêSaúde bucal para a gestante e o bebê
Saúde bucal para a gestante e o bebê
 
prevenção de agravos de saúde bucal em crianças
prevenção de agravos de saúde bucal em criançasprevenção de agravos de saúde bucal em crianças
prevenção de agravos de saúde bucal em crianças
 
Proteção contra cárie e doença periodontal
Proteção contra cárie e doença periodontalProteção contra cárie e doença periodontal
Proteção contra cárie e doença periodontal
 

Último

4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx
4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx
4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx
AmaroAlmeidaChimbala
 
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptxDESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
Klaisn
 
Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)
Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)
Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)
sula31
 
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptxSíndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
marjoguedes1
 
A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)
A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)
A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)
Luiz Henrique Pimentel Novais Silva
 
Apostila Gerência de Riscos PDF voltado para Segurança do Trabalho
Apostila Gerência de Riscos PDF   voltado para Segurança do TrabalhoApostila Gerência de Riscos PDF   voltado para Segurança do Trabalho
Apostila Gerência de Riscos PDF voltado para Segurança do Trabalho
CatieleAlmeida1
 
História da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdf
História da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdfHistória da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdf
História da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdf
JandersonGeorgeGuima
 
Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...
Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...
Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...
Prof. Marcus Renato de Carvalho
 

Último (8)

4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx
4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx
4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx
 
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptxDESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
 
Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)
Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)
Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)
 
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptxSíndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
 
A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)
A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)
A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)
 
Apostila Gerência de Riscos PDF voltado para Segurança do Trabalho
Apostila Gerência de Riscos PDF   voltado para Segurança do TrabalhoApostila Gerência de Riscos PDF   voltado para Segurança do Trabalho
Apostila Gerência de Riscos PDF voltado para Segurança do Trabalho
 
História da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdf
História da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdfHistória da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdf
História da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdf
 
Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...
Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...
Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...
 

doença periodontal

  • 1. Prof. Priscila Freitas Graduada em Odontologia Especializando em Ortodontia
  • 2. Periodontia é a área odontológica que estuda as estruturas periféricas aos dentes naturais ou não, servindo para inserir os dentes aos ossos maxilares e manter a integridade da mucosa mastigatória. 2
  • 3. Partes do Periodonto • Gengiva • Ligamento Periodontal • Cemento Radicular • Osso Alveolar 3
  • 4. Função do Periodonto A principal função do periodonto é inserir o dente no tecido ósseo dos maxilares e manter a integridade da superfície da mucosa mastigatória da cavidade bucal. 4
  • 5. 5 Tipos de Periodonto Gengiva Ligamento periodontal Cemento Osso Alveolar
  • 6. 6 É formado pelas gengivas (gengiva marginal, gengiva inserida e gengiva interdentária). A gengiva é a parte da mucosa mastigatória que cobre o processo alveolar e circunda a porção cervical dos dentes. Ela consiste de uma camada epitelial e um tecido conjuntivo subjacente, chamado lâmina própria.
  • 7. 7 Gengiva inserida Gengiva marginal Gengiva interdentária A gengiva é fixa, inserida em osso, não tem mobilidade.
  • 8. 8 Características da gengiva saudável • Gengiva Sáudável – Textura: firme – Coloração: rosada – Superfície: aspecto de casca de laranja – Inserção: firme
  • 9. 9 É formado pelo ligamento periodontal, osso alveolar e cemento. Tem as funções de sustentação, nutrição, sensitiva, formativa e sensorial.
  • 11. 11 Cemento Radicular Camada delgada que cobre a raiz do dente ou parte dele que se encaixa em osso alveolar e possui coloração amarelada.
  • 12. 12 Cemento Radicular • Tecido mineralizado especializados • Semelhante ao tecido ósseo (menos mineralizado) • Avascularizado • Não inervado • Não sofre remodelação (formação contínua) • Função: – Insere fibras do LP – Reparo de danos na superfície radicular
  • 13. 13 Ligamento Periodontal Sistema que liga o dente ao osso alveolar.
  • 14. 14 Ligamento Periodontal A presença desse ligamento permite que forças produzidas durante a função mastigatória e outros contatos dentários sejam distribuidas e absorvidas pelo processo alveolar através do osso propriamente dito. Além disso, o LP também é essencial para a mobilidade dos dentes. O dente é unido aos osso por feixes de fibras colágenas que são divididas em: fibras da crista alveolar, fibras horizontais, fibras oblíquas, fibras apicais e fibras furcais.
  • 15. 15 Osso Alveolar É a porção da maxila e da mandíbula que formam os alvéolos dos dentes e dão suporte a esses alvéolos. Desenvolve-se em associação com o desenvolvimento e a erupção dentária. O osso pode ser dividido em: osso compacto (osso alveolar propriamente dito, tambem chamado de lâmina dura, reveste o alvéolo e possuem canais por onde passam vasos sanguineos, linfáticos e fibras nervosas para o LP); e osso esponjoso (preenche as áreas entre os alvéolos e entre as paredes de osso compacto, ocupando a maior parte dos septos interdentais, esse osso contém trabéculas ósseas).
  • 17. 17 Osso Alveolar  Funções: – Suporte para os elementos dentários – Nutrição – Absorção e distribuição de forças – Regulação dos movimentos de mastigação  Cemento + Ligamento + Osso = aparelho de inserção dental
  • 18. • Fatores Determinante - é imperativo para que a doença ocorra • Fatores Predisponentes - interferem direta ou indiretamente na retenção de placa, facilitando a instalação e progressão da doença periodontal • Fatores Modificadores - agem modificando o curso da doença, podendo piorar ou proteger, e podem ser locais ou ambientais e sistêmicos 18 Fatores Etiológicos
  • 19. 19 Placa bacteriana ou biofilme
  • 20. 20 Placa bacteriana ou biofilme • Microorganismos: –Neisseria gonorrhoeae –Treponema pallidum –Streptococci sp. –Mycobacterium chelonae
  • 21. 21 Placa bacteriana ou biofilme Comunidade microbiana que se forma sobre os dentes e outras superfícies não-renováveis presentes na cavidade bucal (implantes, coroa unitária ,aparelho ortodontico). Apresenta metabolismo próprio, e sistema de informação incipiente, sendo capazes de troca de informação entre as colônias.
  • 22. 22 • Matéria Alba – acumulação leve de bactérias e células que não fazem parte de uma estrutura organizada e pode ser facilmente removida com jato de água • Placa bacteriana – bactérias presentes em matriz de glicoproteínas salivares e polissacarídeos extracelulares • Cálculo – depósito duro de placa calcificada, coberto por placa não-mineralizada.
  • 23. 23 Placa bacteriana ou biofilme • Constituintes: – podem ser encontradas mais de 500 espécies – matriz contém: células epiteliais, macrófagos e linfócitos • localização: supra ou sub
  • 24. 24 Cálculo dentário ou tártaro • Placa bacteriana mineralizada que se forma sobre a superfície de dentes, próteses, restaurações • Superficie porosa dificulta higienização
  • 25. 25 Fatores que facilitam o acúmulo de tártaro!!!
  • 26. 26 • Margem de restauração • Próteses mal adaptadas • Materiais dentais pouco polidos • Dentes apinhados • Aparelho ortodôntico • Tabagismo • Má Higiene Acúmulo de tártaro
  • 27. 27 Acúmulo de tártaro
  • 28. 28 Acúmulo de tártaro
  • 29. 29 Acúmulo de tártaro
  • 30. 30 Acúmulo de tártaro
  • 31. 31 • Respiração bucal • Medicamentos (anti-convulsivantes, anticoncepcionais) • Diabetes • Aids • Fatores genéticos • Estresse
  • 33. 33 Gengivite por fatores genéticos (síndrome)
  • 34. 34
  • 35. 35 As doenças periodontais mais comuns são a Gengivite e a Periodontite e caracterizam-se por processos inflamatórios que, no caso da Gengivite não há alteração óssea, pois a inflamação só atinge a gengiva, enquanto que na Periodontite leva à reabsorção do osso alveolar, podendo levar a perda do dente.
  • 36. 36 O agente causador da doença é a placa bacteriana que se acumula sobre as superfícies do esmalte dentário e no sulco gengival. Com a evolução da inflamação gengival, as fibras e tecidos que suportam os dentes são comprometidos. Como decorrência, os dentes podem ficar com mobilidade: é a conhecida reabsorção óssea. Conforme o grau de destruição óssea pode ocorrer a perda dos dentes sem nenhuma sintomatologia dolorosa.
  • 37. 37 DOENÇA PERIODONTAL gengivite periodontite
  • 38. 38 O acúmulo de placa/cálculo, devido a má higienização, é o principal agente causador das doenças periodontais!
  • 39. 39 Gengiva Saudável • Coloração: rosa pálido • Contorno: festonado • Consistência: firme • Aspecto de casca de laranja • Opaca • Ausência de Sangramento
  • 40. 40 Gengivite A gengivite é uma doença causada pela placa bacteriana, é uma inflamação da gengiva, seguida de dor e sangramento, muitas vezes (na grande maioria), causada por placa bacteriana e calculo dental (tártaro).
  • 41. 41 Gengivite • Estabelecimento de sinais clínicos de gengivite – Após 10-20 dias de não higienização – Existe variação entre indivíduos • Sinais clínicos – Vermelhidão – Tumefação – Maior tendência ao sangramento – Característica de Reversibilidade
  • 42. 42 Sinais Clínicos • Vermelhidão • Tumefação • Maior tendência ao sangramento • Reversibilidade
  • 43. 43 Sinais Clínicos Vermelhidão
  • 44. 44 Sinais Clínicos Sangramento
  • 45. 45 Sinais Clínicos Sangramento
  • 46. 46 Sinais Clínicos Tumefação
  • 47. 47 Sinais Clínicos Reversível
  • 48. 48 Sinais Clínicos Gengiva Normal Gengivite Coloração Rosa-clara Vermelhidão Tamanho Papilar – preenche espaço interdental Marginal - término em lâmina de faca Profundidade de sulco < 3mm Edema Hiperplasiada Perda do contorno Consistência Firme Mole /Flácida Tendência ao sangramento Sem sangramento à sondagem Com sangramento à sondagem
  • 51. 51 Gengivites não induzidas por placa • Deficiência Nutricional • Induzida por fármacos – Anti-convulcivante – Anti-hipertensivos – Imunossupressores • Reações alérgicas • Injúrias traumáticas
  • 52. 52 Diagnóstico Para o diagnóstico da gengivite é importante a realização de: • Avaliação do controle de placa. • Avaliação da presença de sangramento. • Avaliação da saúde da individuo. • Avaliação de alterações sistêmicas ou presença de tabagismo que possam estar influenciando no estado periodontal
  • 53. 53 Tratamento O tratamento pode se estender por várias sessões, individuais ou coletivas, cujo número irá depender do controle da doença.
  • 54. 54 Tratamento • Remoção ou tratamento de fatores retentivos de placa • Raspagem e polimento supra gengival profissional. • Ações educativas para controle de placa • Monitoramento e controle dos fatores de risco como diabetes, gravidez, alterações hormonais, entre outros. Em caso da gengivite estar relacionada com fatores sistêmicos ou medicamentosos, deve ser avaliada a possibilidade de intervenção sobre esses fatores.
  • 55. 55 Tratamento A gengivite é reversível, logo seu tratamento está voltado para manutenção de um boa higiene oral!
  • 57. 57 Tratamento A remoção do agente agressor faz com que a gengiva retorne a sua forma normal aliviando a dor e eliminando o sangramento.
  • 58. 58 Tratamento • Controle de placa no consultório • Profilaxia e raspagem • Instrução de higiene oral • Escovação + Fio dental • Colaboração do Paciente
  • 59. 59 Tratamento O principal autocuidado com a saúde bucal é a higienização dos dentes diariamente, que tem como objetivo a remoção do biofilme supragengival.
  • 60. 60
  • 61. 61 A periodontite é um grupo de doenças que se caracteriza pela inflamação dos tecidos de sustentação e proteção dos dentes, acompanhada de perda de inserção, promovida pela placa bacteriana subgengival.
  • 62. 62
  • 63. 63 Tipos de Periodontite • Periodontite Crônica • Periodontite Agressiva • Doenças Periodontais Necrosantes
  • 64. 64 Tipos de Periodontite
  • 65. 65 Periodontite Crônica A Periodontite é uma doença infecciosa, inflamatória, crônica que atinge uma grande quantidade de pacientes adultos. Ocorre de forma lenta, destruindo a sustentação do dente sem causar dor. A causa principal desta doença é a placa bacteriana.
  • 66. 66 Periodontite Crônica • Características Clássicas – Inflamação gengival – Sangramento à sondagem – Redução da resistência tecidual – Perda de inserção gengival – Perda de tecido ósseo alveolar – Recessões gengivais
  • 72. 72
  • 73. 73
  • 74. 74 Periodontite Crônica • Fator iniciador: Gengivite • Progressão e severidade: Relacionado ao hospedeiro • Progressão lenta e contínua – Fases de quiescência e exacerbação • Tipo de Periodontite mais freqüente • Não afeta todos os dentes da mesma maneira
  • 75. 75 Periodontite Crônica 1.Maior prevalência em adultos 2. Quantidade de destruição é proporcional a higiene oral, fatores locais e de risco sistêmico 3. Composição complexa da placa bacteriana. Presença de cálculo subgengival 4. Localizada – 30% dos sítios afetados. Generalizada > 30% 5. Iniciada e mantida pela placa bacteriana 6. Patogenia e progressão influenciada pelo hospedeiro 7. Progressão confirmada por meio de exames clínicos repetidos
  • 76. 76 Periodontite Crônica • Fatores de risco – Tipo bacteriano – Idade – Tabagismo – Resposta do hospedeiro – Doenças sistêmicas – Estresse – Genética
  • 77. 77 Periodontite Aguda • Periodontite de progressão rápida • Condição rara • Freqüentemente grave • Acomete indivíduos de idade precoce • Padrão hereditário • Quantidade de placa bacteriana desproporcional Rápida perda de inserção Rápida destruição óssea Concentração familiar de casos
  • 78. 78 Periodontite Aguda Rápida destruição óssea
  • 79. 79 Periodontite Necrosante • Tipos – Gengivite Ulcerativa Necrosante (GUN) – Periodontite Ulcerativa Necrosante (PUN) • DPs graves causada por placa e fatores genéticos • Progressão rápida • Debilitante
  • 80. 80 Periodontite Necrosante • Doença Periodontal Necrosante – Ulceração e necrose da papila e margem gengival • Aspecto de cratera – Úlceras recobertas por pseudomembranas • Fibrina, tecido necrótico e massa bacteriana – SINTOMATOLOGIA DOLOROSA – Evolução rápida • Formação de seqüestros ósseos
  • 81. 81 Periodontite Necrosante • Doença Periodontal Necrosante – Sangramento fácil – Odor fétido – Febre e mal estar – Linfoadenite – Higiene oral deficiente
  • 82. 82 Periodontite Necrosante • Fatores Predisponentes – Infecção pelo HIV – Desnutrição – Tuberculose – Gengivoestomatite herpética – Malária – Etilismo e tabagismo – Estresse psicológico
  • 83. 83 Diagnóstico • Fatores causais e modificadores: • Determinação da atividade da doença: definida pela perda de inserção aliada a sinais inflamatórios (sangramento, secreção). • Avaliação do controle de placa. • Avaliação das condições sistêmicas, tabagismo e consideração do risco sócioeconômico e uso de medicamentos
  • 84. 84 Diagnóstico Apesar da placa bacteriana ser fator primário da doença periodontal, esta tem caráter multifatorial, de forma que o estado de saúde do paciente pode influenciar no estabelecimento e na progressão da doença. Por outro lado, hábitos nocivos que afetam negativamente a saúde sistêmica, como o tabagismo, o alcoolismo, o uso de drogas lícitas e ilícitas, o sedentarismo e o estresse podem também interferir negativamente nos tecidos periodontais.
  • 85. 85 Tratamento • Tratamento da Gengivite, como descrito anteriormente, incluindo as ações educativas • Tratamento da Periodontite, por meio do controle da placa subgengival • O controle da placa subgengival é feito através da raspagem e alisamento subgengival • Em caso da periodontite estar relacionada a fatores sistêmicos ou hábitos nocivos, deve ser avaliada a possibilidade de intervenção sobre esses fatores
  • 89. 89 Tratamento Outros fatores envolvidos

Notas do Editor

  1. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  2. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  3. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  4. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  5. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  6. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  7. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  8. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  9. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  10. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  11. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  12. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  13. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  14. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  15. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  16. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  17. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  18. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  19. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  20. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  21. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  22. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  23. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  24. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  25. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  26. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  27. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  28. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  29. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  30. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  31. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  32. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  33. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  34. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  35. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  36. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  37. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  38. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  39. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  40. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  41. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  42. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  43. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  44. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  45. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  46. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  47. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  48. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  49. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  50. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  51. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  52. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  53. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  54. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  55. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  56. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  57. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  58. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  59. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  60. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  61. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  62. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  63. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  64. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  65. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  66. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  67. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  68. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  69. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  70. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  71. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  72. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  73. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  74. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  75. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  76. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  77. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  78. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  79. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  80. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  81. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  82. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  83. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  84. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  85. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  86. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  87. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  88. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  89. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  90. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  91. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.
  92. Historicamente , os pinos foram usados pela primeira vez em 1770 com Pierre Fauchard que usou pinos de madeira no interior de um canal radicular para reter uma coroa. Na década de 1980, a melhor escolha técnica de reconstrução coronária do dente tratado endodonticamente recaiu sobre os pinos metálicos fundidos. Com o desenvolvimento de novos materiais, aliado à evolução dos sistemas adesivos, houve no mercado o lançamento de diversos tipos de pinos pré-fabricados não metálicos, dentre os quais estão os pinos de fibra vidro.