CLIPPING – 06/11/2014 
Acesse: www.cncafe.com.br 
Especialista apresenta estudo sobre atuais custos de produção do café 
CaféPoint 
06/11/2014 
O Conselho Nacional do Café (CNC) se reúne amanhã (7/11), em Ribeirão Preto 
(SP). Durante a ocasião, o engenheiro agrônomo Fabrício Andrade (foto: 
reprodução Facebook), coordenador de projetos do Centro de Inteligência em 
Mercados da Universidade Federal de Lavras (Ufla), faz uma apresentação sobre 
os atuais custos de produção do café. 
Fabrício Andrade também é mestre em Administração e doutorando em 
Engenharia Agrícola e o CNC destaca que o estudo deverá servir de base, junto 
com as planilhas das cooperativas, para a correção dos preços mínimos do café, 
cuja proposta será encaminhada pela instituição aos Ministérios da Agricultura e 
Na programação, também está inclusa a apresentação do analista de mercado do Escritório 
Carvalhaes, Nelson Carvalhaes. O especialista ministrará palestra com o tema “Como ganharmos 
juntos”. Além dele, o sócio da P&A Marketing Internacional, Carlos Brando, fará uma apresentação 
sobre o IDH – The Sustainable Trade Initiative, um programa que foca a sustentabilidade na 
cafeicultura e envolve diversas multinacionais, além de governos de países produtores e 
compradores. 
O engenheiro agrônomo José Braz Matiello, pesquisador da Fundação Procafé, também estará na 
reunião. Matiello fará uma avaliação do efeito climático sobre a produção cafeeira em 2014 e seus 
reflexos sobre o cinturão produtor nas safras 2015 e seguintes. A questão climática será 
complementada na reunião pelo professor Luiz Carlos Baldicero Molion, PhD em Meteorologia, Pós- 
Doutor em Hidrologia de Florestas, professor e pesquisador da Universidade Federal de Alagoas 
(Ufal). Conhecido como “o cientista que não se curva aos ambientalistas radicais”, é também 
representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização 
Meteorológica Mundial (OMM). 
Finalizando a programação da reunião ordinária do CNC, os conselheiros diretores da entidade 
discutirão o pedido de cooperação técnica feito pelo Embaixador Fernando José Marroni de Abreu, 
diretor da Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (MRE), para 
incrementar o desenvolvimento do setor cafeeiro de Camarões. 
Chuvas despertam floradas e evitam morte de cafezais no Sul de Minas 
Thomson Reuters 
06/11/2014 
Roberto Samora 
Reuters - Floradas nos cafezais do Sul de Minas Gerais, região do Brasil que responde por uma safra 
do tamanho da colheita da Colômbia, estão ocorrendo com maior frequência e em maiores extensões 
na última semana, após chuvas que também ajudam a recuperar as lavouras depois de uma das 
secas mais severas da história, disseram representantes de cooperativas. 
No entanto, as floradas, que normalmente nesta época seriam auspiciosas para a próxima safra, 
ocorrem agora em meio a dúvidas sobre o tamanho da produção do próximo ano, diante dos efeitos 
da devastadora e prolongada estiagem para os pés de café. 
Conselho Nacional do Café – CNC 
da Fazenda em janeiro de 2015. 
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) 
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Além disso, em algumas áreas, as flores estão atrasadas ou ainda não apareceram devido à 
irregularidade das precipitações. 
Esses fatores fazem com que os cafeicultores adotem cautela ao falar sobre o tamanho da próxima 
colheita no Brasil, maior produtor mundial, com muitos ressaltando que a umidade recente serviu 
mais para evitar a morte das plantas do que gerar alguma expectativa mais positiva para 2015. 
"A florada pode até ter sido visualmente bonita, mas não quer dizer que vai ter 
grande produção. Foi uma florada intensa e bonita, porque saímos de uma seca. 
Agora, isso vai vingar? Tem condição de ter uma safra muito boa? Não", afirmou à 
Reuters o gerente de Desenvolvimento Técnico da Cooxupé, maior cooperativa do 
Brasil, Mário Ferraz. 
Ele explicou que, com as lavouras "depauperadas" pelo déficit hídrico, que ainda é 
registrado na área de atuação da cooperativa, o ano de 2015 terá uma produção 
fraca, mesmo que as floradas se revertam em frutos. 
Na temporada 2014, a Cooxupé registrou perdas superiores a 30 por cento em sua área de atuação. 
A colheita de café do Sul de Minas, que inclui o centro-oeste do Estado, foi estimada em 10,7 milhões 
de sacas em 2014, segundo a última previsão do governo brasileiro, queda de 20 por cento ante 
2013. 
"Quantificar isso (a próxima safra) ainda é muito temeroso (difícil). Vai ser ano ímpar, é ano de baixa 
(no ciclo bianual do arábica)", acrescentou, fazendo eco a outros integrantes do mercado, para quem 
será possível estimar a próxima safra apenas quando os frutos já tiverem algum desenvolvimento. 
Ferraz destacou também que, se as chuvas não continuarem, as recentes floradas não deverão 
vingar, minimizando ainda mais o potencial da safra. 
Chuvas esparsas deverão ocorrer nesta quinta-feira nas áreas de café no Sul de Minas Gerais, 
devendo ganhar força na próxima semana, segundo a Somar Meteorologia. 
FLORADAS IRREGULARES 
O diretor técnico da cooperativa Cocatrel, de Três Pontas (MG), Jorge Luis 
Piedade Nogueira, relatou que as chuvas estão "muito pontuais", com 
ocorrência de bons volumes de 100 milímetros em alguns lugares do município 
e de menos de 30 mm em outros, o que afetou as floradas. 
"Isso só na nossa região de Três Pontas, há muita diferença entre uma área e 
outra... Tem uma floradinha muito esquisita, muito desigual, ainda não está 
dando pra falar", afirmou Nogueira, ressaltando que a seca do último ano afetou 
bastante as lavouras. 
"E aí a gente vê de tudo. As lavouras que estavam esqueletadas, que tomaram essa chuva, têm mais 
flor, mas em alguns lugares não abriu nada. Está muito desigual, é um ano muito atípico, coisa que 
nunca vimos." 
Para ele, somente entre 20 e 30 por cento das lavouras tiveram floradas em sua região. 
Para o diretor da Cocatrel, mais do que despertar floradas, "essas chuvas salvaram" algumas plantas. 
"As lavouras novas que estavam para morrer, essa chuva veio para salvar." 
Em outro município do Sul de Minas, em São Sebastião do Paraíso, os 
volumes de chuva foram comparativamente maiores em setembro e 
outubro, e a maior parte das áreas já registrou flores, disse o gerente do 
Departamento de Café da Cooparaiso, Gilson de Souza. 
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Segundo ele, as floradas estão em andamento em 60 por cento das lavouras, após o abortamento de 
uma floração inicial pela falta de chuva. 
Ainda que as floradas estejam ocorrendo na região, ele disse que deve acontecer uma quebra de 
safra de cerca de 30 por cento no ano que vem, na comparação com o potencial produtivo das 
plantas da região, já contabilizando os efeitos da seca deste ano e das árvores que passaram por 
poda. 
Muitos produtores, vendo a severa seca de 2014, decidiram podar os cafezais apostando em uma 
melhor produção em 2016. 
Souza ressaltou ainda que as chuvas deste início de novembro precisam se manter. 
"Não pode falhar, continua acesa a luz amarela, não tem a mínima probabilidade de falar que a 
situação passou para a luz verde... Está em situação de alerta, a lavoura que passou para a luz 
vermelha, já passou pelo processo de poda, o restante está na luz amarela." 
A Cooparaiso recebe em geral 1 milhão de sacas de café por ano, atuando em uma área com 
produção de aproximadamente 4 milhões de sacas, em condições normais de clima. 
Cepea: chuva melhora situação das lavouras de café arábica 
Cepea/Esalq USP 
06/11/2014 
O retorno das chuvas em volumes significativos, desde a última semana, começa a 
trazer alívio a cafeicultores de arábica da maioria das regiões produtoras do Brasil. 
Esse cenário tem impulsionando as floradas, principalmente no cinturão produtivo 
mineiro. 
Com a melhora do clima e a recuperação das lavouras, as cotações da variedade 
nos mercados doméstico chegaram a cair nos últimos dias, mas se sustentaram no acumulado da 
semana. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital 
paulista, fechou a R$ 441,49/saca de 60 kg na quarta-feira, 5, elevação de apenas 0,6% em relação à 
quarta, 29. 
Em relação aos cafezais de robusta, no Espírito Santo, as condições climáticas têm sido favoráveis, 
mesmo com as altas temperaturas. A expectativa de agentes é que, se o cenário atual se mantiver, 
com chuvas intercaladas com dias de sol, produtores capixabas poderão colher novamente um bom 
volume na safra 2015/16 (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br). 
Produtores dos melhores cafés da Região do Cerrado Mineiro são premiados 
Ascom Federação dos Cafeicultores do Cerrado 
06/11/2014 
Sônia Lopes 
Emoção, homenagens e celebração foram a tônica da noite do II 
Prêmio Região do Cerrado Mineiro, na quinta-feira, 30 de outubro, na 
qual foram conhecidos os produtores dos melhores cafés da Região do 
Cerrado Mineiro, única Denominação de Origem para café no Brasil. O 
evento aconteceu em Uberlândia, para cerca de 600 convidados, que 
contou com produtores, torrefadores, importadores, exportadores e 
autoridades. 
Conselho Nacional do Café – CNC 
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Alex Atala – Uma das presenças marcantes no evento foi a do maior Chef 
de Cozinha do Brasil, Alex Atala (foto: Ascom Federação), que fez uma 
participação como embaixador da marca TRES do Grupo 3 Corações 
anunciando que o Grupo fará o lançamento de uma edição limitada de 
cápsulas com os lotes adquiridos no II Prêmio Região do Cerrado Mineiro. 
O chef parabenizou o trabalho desenvolvido pela Região do Cerrado 
Mineiro e seus produtores e destacou que ficou muito feliz em conhecer a 
Região e que todos deviam ter a oportunidade de fazer a mesma visita que 
ele fez naquele dia a tarde, explorando o potencial do agro turismo da 
Região. Encerrou sua fala dizendo que a maior rede social do mundo é o 
alimento, que conecta todas as pessoas. Na tarde do dia 30, Atala fez uma 
visita à Fazenda Paraíso, em Araguari da produtora Evanete Peres, uma conexão entre o mundo 
gourmet e a cafeicultura. 
Homenagens – A cerimônia também foi palco de homenagens. A Federação dos Cafeicultores do 
Cerrado, na pessoa de Francisco Sérgio de Assis – presidente, foi homenageada pelo Sebrae pela 
parceria com o projeto Educampo, que já conta com 20 grupos na Região e cerca de 400 produtores 
atendidos. O produtor Valdeir Correa de Faria recebeu a homenagem representando todos os 
produtores do Projeto Educampo. 
Ainda sobre o Educampo, 4 técnicos foram homenageados, eles foram os que mais se destacaram 
durante o ano, sendo avaliados em 15 critérios, quais sejam: Caio Eduardo Lazarini Garcia, pelo 
grupo de Educampo da Expocaccer; Elisa Muller Veronezi, também pelo grupo de Educampo da 
Expocaccer; Max Afonso Alves da Silva pelo grupo de Educampo da Assocafé; e Rogner Carvalho de 
Avelar pelo grupo de Educampo da Amoca e Coocacer Monte Carmelo. 
A Federação dos Cafeicultores do Cerrado fez também algumas homenagens ao trabalho de homens 
e mulheres, que são a base da força que tem feito o Cerrado Mineiro crescer; este ano os 
homenageados pela Federação foram: Evanete Peres, produtora; Lázaro Ribeiro de Oliveira, 
produtor; e Marcos Geraldo Alves da Silva, analista do Sebrae, gestor dos projetos da Região. 
Premiação – A grande expectativa da noite foi pela revelação dos produtores dos melhores cafés da 
Região do Cerrado Mineiro. Nesta edição os 10 finalistas de cada categoria, café Natural e Cereja 
Descascado foram até a final, dando ainda mais suspense ao nome dos grandes campeões. Os cafés 
foram avaliados sob dois critérios: a Alta Qualidade que teve peso 2, esse critério baseou-se na 
metodologia da Associação Americana de Cafés Especiais – SCAA (sigla em inglês), tendo as provas 
dos cafés sido realizadas sob coordenação da UFLA – Universidade Federal de Lavras; e o segundo 
critério foi o Ético e Rastreável que teve peso 1, para avaliação desses critérios foram aplicados 
questionários nas propriedades rurais dos finalistas por Empresa Auditora terceirizada. 
Cada produtor premiado receberá um valor diferenciado pelo lote. O primeiro colocado de cada 
categoria receberá R$1.200,00 por saca, no total de R$24.000,00. O segundo colocado receberá 
R$1.000,00 por saca, no total de R$20.000,00 e o terceiro colocado receberá R$800,00 por saca, 
total de R$16.000,00. Lembrando que lote é composto por 20 sacas. 
Na categoria Cereja Descascado o grande campeão da noite, com uma nota de qualidade de bebida 
de 89,12 pontos e 84 pontos no critério ético e rastreável, foi a AC Café, representada pelo seu 
Diretor Operacional, Carlos Roberto Piccin. Para o diretor a consagração de um trabalho. “Ficamos 
muito felizes com essa premiação, é o reconhecimento do trabalho de cada um. Cada colaborar teve 
seu papel e o desempenhou bem para que chegássemos a esse resultado. Desde o nosso presidente 
até os colaboradores vibraram muito com essa conquista” – finalizou Piccin. 
Na categoria Natural o campeão da noite foi Eduardo Pinheiro Campos, com a Fazenda Dona 
Nenem, recebendo a incrível nota de 91,25 pontos em qualidade de bebida e 84 pontos no critério 
ético e rastreável. Eduardo arrematou ainda o 2º e 3º lugares na categoria Cereja Descascado. Para 
o produtor faltam palavras para descrever tamanha a emoção. “Estamos muito envaidecidos e 
orgulhosos de nossa equipe que fez um belíssimo trabalho. Conquistar três colocações é 
extremamente difícil e prova o trabalho comprometido que fazemos. Muito mais do que um concurso, 
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foi um congraçamento de todos os cafeicultores finalistas” – explicou Eduardo Pinheiro Campos. 
Confira, abaixo, a relação completa dos finalistas: 
Categoria Cereja Descascado: 1º lugar – AC Café – Perdizes; 2º lugar - Eduardo Pinheiro Campos 
– Presidente Olegário; 3º lugar - Eduardo Pinheiro Campos – Presidente Olegário; 4º lugar - Tomas 
Eliodoro da Costa – Tapira; 5º lugar – João Batista Montanari – Patrocínio; 6º lugar – Nivaldo Souza 
Ribeiro – Unaí; 7ºlugar – José Carlos Grossi – Coromandel; 8º lugar – Lázaro Ribeiro de Oliveira – 
Patrocínio; 9º lugar – Orlando Nakao – Coromandel; e 10° lugar – Zabulon Afonso dos Santos – 
Carmo do Paranaíba. 
Categoria Natural: 1º lugar - Eduardo Pinheiro Campos – Presidente Olegário; 2º lugar- Osmar 
Pereira Nunes Júnior – Patrocínio; 3º lugar - Juliana Tytko Armelin – Ibiá ; 4º lugar – Rodrigo 
Aparecido Martins - Coromandel; 5ª lugar – Wagner Ferrero – Coromandel; 6º lugar – Fausto do 
Espírito Santo Veloso – Carmo do Paranaíba; 7º lugar – Wagner Ferrero – Coromandel; 8º lugar - 
Maria Betânia de Almeida – Campos Altos; 9ª lugar - Armando Hirokatu Tomizawa – Carmo do 
Paranaíba; e 10º lugar - Ronaldo Gonçalves de Brito – Patrocínio. 
Segundo o Presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Francisco Sérgio de Assis a noite 
é a celebração do trabalho. "Esse evento tem um grande objetivo que é homenagear os produtores, 
que dedicam suas vidas a produzir cafés de alta qualidade. É graças a esse trabalho, bem feito, que 
hoje somos reconhecidos como a primeira Denominação de Origem para café no Brasil. O II Prêmio 
Região do Cerrado Mineiro é grande Celebração da Safra em nossa Região", finalizou o presidente. 
Foco no mercado interno – Todos os lotes premiados foram comercializados antes mesmo dos 
compradores conhecerem os finalistas, confiança depositada no trabalho da Federação dos 
Cafeicultores do Cerrado. O grande foco comercial do Prêmio Região do Cerrado Mineiro é o 
mercado interno, grande parte dos compradores são nacionais e colocarão ao acesso do brasileiro o 
que há de melhor da primeira Denominação de Origem para café no Brasil. 
“Nosso foco no Mercado Interno está ligado ao nosso objetivo de contribuir para o desenvolvimento 
do mercado Brasileiro, ampliando a oferta de cafés de altíssima qualidade deixando os mesmos à 
disposição dos consumidores, além de levar a Origem Cerrado Mineiro até o consumidor final, 
formando assim percepção junto aos mesmos” – explicou o Superintendente da Federação dos 
Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal. 
Os compradores são: Academia do Café, Ateliê do Grão, Café 3 Corações, Cafébrás, Café Cajubá, 
Café do Centro, Café Ísole, Café Nuance, Cerrad Coffee, Daterra, DOP Espresso, Lucca Cafés 
Especiais, Moka Club, Suplicy Cafés Especiais e William and Sons. 
“Essa foi a nossa primeira oportunidade de participar no II Prêmio Região do Cerrado Mineiro e foi 
incrível. Nunca ouvimos falar de um evento igual a esse, onde toda a cadeia do café especial, 
principalmente os próprios produtores, se reúnem para celebrar a safra de uma maneira tão gloriosa 
e valorosa. Esse tipo de evento chama cada vez mais o mercado (da semente à xícara) a valorização 
do seu produto e vai trazer valor para o futuro de cada um. Alguém vai perguntar, ‘Não seria arriscado 
comprar café antes de saber a qualidade deles?’. Sim, é muito arriscado, mas isso é o mercado e 
sabemos bem o que poderia acontecer. Os resultados foram incríveis e devem até melhorar a cada 
ano em frente. Sabemos que para William & Sons Coffee Co. voltamos para Porto Alegre com muito 
mais do que os micro lotes premiados dos melhores cafés do Brasil, mas também tivemos o privilégio 
de conhecer a vida de cada um dos queridos produtores e celebrar juntos o seu sucesso. Sem essas 
pessoas nem teríamos cafés especiais. Obrigado Região Cerrado Mineiro!” – enalteceu Jonathan 
Hutchins da William & Sons, comprador de um dos lotes premiados. 
O Prêmio Região do Cerrado Mineiro é uma iniciativa da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, 
com grande apoio do Sebrae. Marden Magalhães, Gerente Regional do Sebrae Triângulo explica a 
parceria. “Apoiar a realização deste Prêmio é motivo de muito orgulho para todos nós que fazemos 
parte desta bela trajetória de construção da Região do Cerrado Mineiro, onde os resultados são cada 
dia mais efetivos e o futuro se mostra promissor, servindo de referência não só para a cafeicultura, 
mas também para todo o agronegócio brasileiro.” – finalizou Magalhães. 
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Este ano o II Prêmio Região do Cerrado Mineiro teve como patrocinadores: Syngenta, 3 Corações, 
Crediminas, Carmomaq e Banco Indusval, a quem a Federação dos Cafeicultores do Cerrado 
agradece a parceria e por acreditarem em nosso evento. 
FUNDAMIG inaugura núcleo no Sul de Minas Gerais 
Fundamig – Assessoria de Imprensa 
06/11/2014 
Caroline Lima 
Para a inauguração do Núcleo FUNDAMIG – Federação Mineira de Fundações e Associações de 
Direito Privado – no Sul de Minas, o Diretor Jurídico da Federação, Dr. Renato Dolabella, e o 
Superintendente-Executivo, Alexandre Scoralick, estiveram em Varginha-MG, no dia 21 de outubro, 
com a palestra “Implicações da Lei 13.019/14 – Marco Regulatório do Terceiro Setor”. 
O evento, que foi realizado em parceria com a Fundação Procafé, filiada e sediadora do Núcleo, 
contou com a participação de 60 pessoas. Dentre as diversas lideranças da cidade que participaram 
do evento, estava o ex-Presidente da FUNDAMIG, professor Francisco Graça de Moura. “Ao ver a 
instalação do núcleo sul mineiro da FUNDAMIG, fico profundamente feliz e realizado. Vejo que 
aqueles sonhos de colocar a instituição próxima às entidades são concretizados pela atual 
administração da FUNDAMIG e a grande parceira na instalação desse núcleo, a Fundação Procafé”, 
conta professor Moura. 
Tendo em vista que a Federação promove capacitações e atividades de relevância para o Terceiro 
Setor há cerca de 20 anos, o principal objetivo do núcleo é contribuir cada vez mais para o 
desenvolvimento sustentável das entidades em Varginha. Na abertura da solenidade, o Presidente da 
Fundação Procafé, José Edgar Paiva, destacou que o intenso trabalho com a FUNDAMIG será uma 
forma de disseminar novos conhecimentos, além de aproximar e atender melhor as entidades da 
região. “Acredito que, por meio desse encontro junto à FUNDAMIG, nossas dificuldades serão 
diminuídas”, ressalta o representante da Associação Beneficente Cáritas de Alfenas, Leandro de 
Souza, um dos participantes da palestra. 
Com essa inauguração, a FUNDAMIG marca um novo momento em sua trajetória, se aproximando 
mais dos seus filiados e dando suporte para as entidades da região. Esse projeto prevê atuação em 
todo o Estado e o sul de Minas foi o primeiro destino da Federação, sediada em Belo Horizonte. 
Cooperativas produtoras de café do Peru exportarão US$ 160 milhões 
CaféPoint 
06/11/2014 
Reportagem: http://www.americaeconomia.com / Tradução: Juliana Santin 
A Junta Nacional de Café do Peru (JNC) informou que entre janeiro e setembro as 
exportações de café somaram US$ 92 milhões e esperam fechar o ano com US$ 160 
milhões. 
As organizações cooperativas cafeeiras de diversas regiões exportaram para a Europa, 
Ásia e Estados Unidos. Participam como empresas exportadoras 60 cooperativas que 
acumularam um volume de 369,53 sacas de 60 quilos, ou seja, 19,26% das 1,91 milhão de sacas 
totais declaradas pelas 118 empresas exportadoras de café que vem operando até agora nesse ano. 
“Estimamos alcançar um valor de US$ 160 milhões até dezembro e um volume de 590,3 mil sacas, 
mas com um café reconhecido por sua alta qualidade e certificações de cafés especiais”, disse o 
presidente da JNC, Anner Román. 
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O presidente disse que até dezembro estimam superar os 3,14 milhões de sacas, por um valor de 
US$ 740 milhões, dos quais US$ 1 milhão será de cafés especiais. 
“As cooperativas esperam exportar 498,33 mil sacas como cafés especiais, para o que investiram em 
laboratórios e equipe técnica em colheita. Esse esforço marca a diferença no café peruano”. 
Román ainda disse que as organizações cooperativas estão buscando o desenvolvimento cafeeiro no 
país, promovendo investimentos na melhora constante de qualidade e no acesso aos mercados 
especiais no mundo, apesar das exclusões contínuas das autoridades governamentais para com a 
organização cooperativa. 
“Sob o princípio da livre adesão, opção pela qualidade, eficiência e transparência na organização, 
tem se gerado um tecido social e empresarial no campo. Estamos orgulhosos dessa contribuição e 
estamos certos de que esse movimento crescerá nos próximos anos”. 
Anner Román explicou, também, que no corredor cafeeiro do norte, a produtividade por hectare é 
superior a outras regiões e que várias cooperativas têm rendimentos médios de seus sócios acima de 
1000 quilos por hectare, enquanto a nível de país em 2014 será de apenas 490 quilos. 
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Clipping cnc 06112014 versão de impressão

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    CLIPPING – 06/11/2014 Acesse: www.cncafe.com.br Especialista apresenta estudo sobre atuais custos de produção do café CaféPoint 06/11/2014 O Conselho Nacional do Café (CNC) se reúne amanhã (7/11), em Ribeirão Preto (SP). Durante a ocasião, o engenheiro agrônomo Fabrício Andrade (foto: reprodução Facebook), coordenador de projetos do Centro de Inteligência em Mercados da Universidade Federal de Lavras (Ufla), faz uma apresentação sobre os atuais custos de produção do café. Fabrício Andrade também é mestre em Administração e doutorando em Engenharia Agrícola e o CNC destaca que o estudo deverá servir de base, junto com as planilhas das cooperativas, para a correção dos preços mínimos do café, cuja proposta será encaminhada pela instituição aos Ministérios da Agricultura e Na programação, também está inclusa a apresentação do analista de mercado do Escritório Carvalhaes, Nelson Carvalhaes. O especialista ministrará palestra com o tema “Como ganharmos juntos”. Além dele, o sócio da P&A Marketing Internacional, Carlos Brando, fará uma apresentação sobre o IDH – The Sustainable Trade Initiative, um programa que foca a sustentabilidade na cafeicultura e envolve diversas multinacionais, além de governos de países produtores e compradores. O engenheiro agrônomo José Braz Matiello, pesquisador da Fundação Procafé, também estará na reunião. Matiello fará uma avaliação do efeito climático sobre a produção cafeeira em 2014 e seus reflexos sobre o cinturão produtor nas safras 2015 e seguintes. A questão climática será complementada na reunião pelo professor Luiz Carlos Baldicero Molion, PhD em Meteorologia, Pós- Doutor em Hidrologia de Florestas, professor e pesquisador da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Conhecido como “o cientista que não se curva aos ambientalistas radicais”, é também representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM). Finalizando a programação da reunião ordinária do CNC, os conselheiros diretores da entidade discutirão o pedido de cooperação técnica feito pelo Embaixador Fernando José Marroni de Abreu, diretor da Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (MRE), para incrementar o desenvolvimento do setor cafeeiro de Camarões. Chuvas despertam floradas e evitam morte de cafezais no Sul de Minas Thomson Reuters 06/11/2014 Roberto Samora Reuters - Floradas nos cafezais do Sul de Minas Gerais, região do Brasil que responde por uma safra do tamanho da colheita da Colômbia, estão ocorrendo com maior frequência e em maiores extensões na última semana, após chuvas que também ajudam a recuperar as lavouras depois de uma das secas mais severas da história, disseram representantes de cooperativas. No entanto, as floradas, que normalmente nesta época seriam auspiciosas para a próxima safra, ocorrem agora em meio a dúvidas sobre o tamanho da produção do próximo ano, diante dos efeitos da devastadora e prolongada estiagem para os pés de café. Conselho Nacional do Café – CNC da Fazenda em janeiro de 2015. SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Além disso, emalgumas áreas, as flores estão atrasadas ou ainda não apareceram devido à irregularidade das precipitações. Esses fatores fazem com que os cafeicultores adotem cautela ao falar sobre o tamanho da próxima colheita no Brasil, maior produtor mundial, com muitos ressaltando que a umidade recente serviu mais para evitar a morte das plantas do que gerar alguma expectativa mais positiva para 2015. "A florada pode até ter sido visualmente bonita, mas não quer dizer que vai ter grande produção. Foi uma florada intensa e bonita, porque saímos de uma seca. Agora, isso vai vingar? Tem condição de ter uma safra muito boa? Não", afirmou à Reuters o gerente de Desenvolvimento Técnico da Cooxupé, maior cooperativa do Brasil, Mário Ferraz. Ele explicou que, com as lavouras "depauperadas" pelo déficit hídrico, que ainda é registrado na área de atuação da cooperativa, o ano de 2015 terá uma produção fraca, mesmo que as floradas se revertam em frutos. Na temporada 2014, a Cooxupé registrou perdas superiores a 30 por cento em sua área de atuação. A colheita de café do Sul de Minas, que inclui o centro-oeste do Estado, foi estimada em 10,7 milhões de sacas em 2014, segundo a última previsão do governo brasileiro, queda de 20 por cento ante 2013. "Quantificar isso (a próxima safra) ainda é muito temeroso (difícil). Vai ser ano ímpar, é ano de baixa (no ciclo bianual do arábica)", acrescentou, fazendo eco a outros integrantes do mercado, para quem será possível estimar a próxima safra apenas quando os frutos já tiverem algum desenvolvimento. Ferraz destacou também que, se as chuvas não continuarem, as recentes floradas não deverão vingar, minimizando ainda mais o potencial da safra. Chuvas esparsas deverão ocorrer nesta quinta-feira nas áreas de café no Sul de Minas Gerais, devendo ganhar força na próxima semana, segundo a Somar Meteorologia. FLORADAS IRREGULARES O diretor técnico da cooperativa Cocatrel, de Três Pontas (MG), Jorge Luis Piedade Nogueira, relatou que as chuvas estão "muito pontuais", com ocorrência de bons volumes de 100 milímetros em alguns lugares do município e de menos de 30 mm em outros, o que afetou as floradas. "Isso só na nossa região de Três Pontas, há muita diferença entre uma área e outra... Tem uma floradinha muito esquisita, muito desigual, ainda não está dando pra falar", afirmou Nogueira, ressaltando que a seca do último ano afetou bastante as lavouras. "E aí a gente vê de tudo. As lavouras que estavam esqueletadas, que tomaram essa chuva, têm mais flor, mas em alguns lugares não abriu nada. Está muito desigual, é um ano muito atípico, coisa que nunca vimos." Para ele, somente entre 20 e 30 por cento das lavouras tiveram floradas em sua região. Para o diretor da Cocatrel, mais do que despertar floradas, "essas chuvas salvaram" algumas plantas. "As lavouras novas que estavam para morrer, essa chuva veio para salvar." Em outro município do Sul de Minas, em São Sebastião do Paraíso, os volumes de chuva foram comparativamente maiores em setembro e outubro, e a maior parte das áreas já registrou flores, disse o gerente do Departamento de Café da Cooparaiso, Gilson de Souza. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Segundo ele, asfloradas estão em andamento em 60 por cento das lavouras, após o abortamento de uma floração inicial pela falta de chuva. Ainda que as floradas estejam ocorrendo na região, ele disse que deve acontecer uma quebra de safra de cerca de 30 por cento no ano que vem, na comparação com o potencial produtivo das plantas da região, já contabilizando os efeitos da seca deste ano e das árvores que passaram por poda. Muitos produtores, vendo a severa seca de 2014, decidiram podar os cafezais apostando em uma melhor produção em 2016. Souza ressaltou ainda que as chuvas deste início de novembro precisam se manter. "Não pode falhar, continua acesa a luz amarela, não tem a mínima probabilidade de falar que a situação passou para a luz verde... Está em situação de alerta, a lavoura que passou para a luz vermelha, já passou pelo processo de poda, o restante está na luz amarela." A Cooparaiso recebe em geral 1 milhão de sacas de café por ano, atuando em uma área com produção de aproximadamente 4 milhões de sacas, em condições normais de clima. Cepea: chuva melhora situação das lavouras de café arábica Cepea/Esalq USP 06/11/2014 O retorno das chuvas em volumes significativos, desde a última semana, começa a trazer alívio a cafeicultores de arábica da maioria das regiões produtoras do Brasil. Esse cenário tem impulsionando as floradas, principalmente no cinturão produtivo mineiro. Com a melhora do clima e a recuperação das lavouras, as cotações da variedade nos mercados doméstico chegaram a cair nos últimos dias, mas se sustentaram no acumulado da semana. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 441,49/saca de 60 kg na quarta-feira, 5, elevação de apenas 0,6% em relação à quarta, 29. Em relação aos cafezais de robusta, no Espírito Santo, as condições climáticas têm sido favoráveis, mesmo com as altas temperaturas. A expectativa de agentes é que, se o cenário atual se mantiver, com chuvas intercaladas com dias de sol, produtores capixabas poderão colher novamente um bom volume na safra 2015/16 (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br). Produtores dos melhores cafés da Região do Cerrado Mineiro são premiados Ascom Federação dos Cafeicultores do Cerrado 06/11/2014 Sônia Lopes Emoção, homenagens e celebração foram a tônica da noite do II Prêmio Região do Cerrado Mineiro, na quinta-feira, 30 de outubro, na qual foram conhecidos os produtores dos melhores cafés da Região do Cerrado Mineiro, única Denominação de Origem para café no Brasil. O evento aconteceu em Uberlândia, para cerca de 600 convidados, que contou com produtores, torrefadores, importadores, exportadores e autoridades. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Alex Atala –Uma das presenças marcantes no evento foi a do maior Chef de Cozinha do Brasil, Alex Atala (foto: Ascom Federação), que fez uma participação como embaixador da marca TRES do Grupo 3 Corações anunciando que o Grupo fará o lançamento de uma edição limitada de cápsulas com os lotes adquiridos no II Prêmio Região do Cerrado Mineiro. O chef parabenizou o trabalho desenvolvido pela Região do Cerrado Mineiro e seus produtores e destacou que ficou muito feliz em conhecer a Região e que todos deviam ter a oportunidade de fazer a mesma visita que ele fez naquele dia a tarde, explorando o potencial do agro turismo da Região. Encerrou sua fala dizendo que a maior rede social do mundo é o alimento, que conecta todas as pessoas. Na tarde do dia 30, Atala fez uma visita à Fazenda Paraíso, em Araguari da produtora Evanete Peres, uma conexão entre o mundo gourmet e a cafeicultura. Homenagens – A cerimônia também foi palco de homenagens. A Federação dos Cafeicultores do Cerrado, na pessoa de Francisco Sérgio de Assis – presidente, foi homenageada pelo Sebrae pela parceria com o projeto Educampo, que já conta com 20 grupos na Região e cerca de 400 produtores atendidos. O produtor Valdeir Correa de Faria recebeu a homenagem representando todos os produtores do Projeto Educampo. Ainda sobre o Educampo, 4 técnicos foram homenageados, eles foram os que mais se destacaram durante o ano, sendo avaliados em 15 critérios, quais sejam: Caio Eduardo Lazarini Garcia, pelo grupo de Educampo da Expocaccer; Elisa Muller Veronezi, também pelo grupo de Educampo da Expocaccer; Max Afonso Alves da Silva pelo grupo de Educampo da Assocafé; e Rogner Carvalho de Avelar pelo grupo de Educampo da Amoca e Coocacer Monte Carmelo. A Federação dos Cafeicultores do Cerrado fez também algumas homenagens ao trabalho de homens e mulheres, que são a base da força que tem feito o Cerrado Mineiro crescer; este ano os homenageados pela Federação foram: Evanete Peres, produtora; Lázaro Ribeiro de Oliveira, produtor; e Marcos Geraldo Alves da Silva, analista do Sebrae, gestor dos projetos da Região. Premiação – A grande expectativa da noite foi pela revelação dos produtores dos melhores cafés da Região do Cerrado Mineiro. Nesta edição os 10 finalistas de cada categoria, café Natural e Cereja Descascado foram até a final, dando ainda mais suspense ao nome dos grandes campeões. Os cafés foram avaliados sob dois critérios: a Alta Qualidade que teve peso 2, esse critério baseou-se na metodologia da Associação Americana de Cafés Especiais – SCAA (sigla em inglês), tendo as provas dos cafés sido realizadas sob coordenação da UFLA – Universidade Federal de Lavras; e o segundo critério foi o Ético e Rastreável que teve peso 1, para avaliação desses critérios foram aplicados questionários nas propriedades rurais dos finalistas por Empresa Auditora terceirizada. Cada produtor premiado receberá um valor diferenciado pelo lote. O primeiro colocado de cada categoria receberá R$1.200,00 por saca, no total de R$24.000,00. O segundo colocado receberá R$1.000,00 por saca, no total de R$20.000,00 e o terceiro colocado receberá R$800,00 por saca, total de R$16.000,00. Lembrando que lote é composto por 20 sacas. Na categoria Cereja Descascado o grande campeão da noite, com uma nota de qualidade de bebida de 89,12 pontos e 84 pontos no critério ético e rastreável, foi a AC Café, representada pelo seu Diretor Operacional, Carlos Roberto Piccin. Para o diretor a consagração de um trabalho. “Ficamos muito felizes com essa premiação, é o reconhecimento do trabalho de cada um. Cada colaborar teve seu papel e o desempenhou bem para que chegássemos a esse resultado. Desde o nosso presidente até os colaboradores vibraram muito com essa conquista” – finalizou Piccin. Na categoria Natural o campeão da noite foi Eduardo Pinheiro Campos, com a Fazenda Dona Nenem, recebendo a incrível nota de 91,25 pontos em qualidade de bebida e 84 pontos no critério ético e rastreável. Eduardo arrematou ainda o 2º e 3º lugares na categoria Cereja Descascado. Para o produtor faltam palavras para descrever tamanha a emoção. “Estamos muito envaidecidos e orgulhosos de nossa equipe que fez um belíssimo trabalho. Conquistar três colocações é extremamente difícil e prova o trabalho comprometido que fazemos. Muito mais do que um concurso, Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    foi um congraçamentode todos os cafeicultores finalistas” – explicou Eduardo Pinheiro Campos. Confira, abaixo, a relação completa dos finalistas: Categoria Cereja Descascado: 1º lugar – AC Café – Perdizes; 2º lugar - Eduardo Pinheiro Campos – Presidente Olegário; 3º lugar - Eduardo Pinheiro Campos – Presidente Olegário; 4º lugar - Tomas Eliodoro da Costa – Tapira; 5º lugar – João Batista Montanari – Patrocínio; 6º lugar – Nivaldo Souza Ribeiro – Unaí; 7ºlugar – José Carlos Grossi – Coromandel; 8º lugar – Lázaro Ribeiro de Oliveira – Patrocínio; 9º lugar – Orlando Nakao – Coromandel; e 10° lugar – Zabulon Afonso dos Santos – Carmo do Paranaíba. Categoria Natural: 1º lugar - Eduardo Pinheiro Campos – Presidente Olegário; 2º lugar- Osmar Pereira Nunes Júnior – Patrocínio; 3º lugar - Juliana Tytko Armelin – Ibiá ; 4º lugar – Rodrigo Aparecido Martins - Coromandel; 5ª lugar – Wagner Ferrero – Coromandel; 6º lugar – Fausto do Espírito Santo Veloso – Carmo do Paranaíba; 7º lugar – Wagner Ferrero – Coromandel; 8º lugar - Maria Betânia de Almeida – Campos Altos; 9ª lugar - Armando Hirokatu Tomizawa – Carmo do Paranaíba; e 10º lugar - Ronaldo Gonçalves de Brito – Patrocínio. Segundo o Presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Francisco Sérgio de Assis a noite é a celebração do trabalho. "Esse evento tem um grande objetivo que é homenagear os produtores, que dedicam suas vidas a produzir cafés de alta qualidade. É graças a esse trabalho, bem feito, que hoje somos reconhecidos como a primeira Denominação de Origem para café no Brasil. O II Prêmio Região do Cerrado Mineiro é grande Celebração da Safra em nossa Região", finalizou o presidente. Foco no mercado interno – Todos os lotes premiados foram comercializados antes mesmo dos compradores conhecerem os finalistas, confiança depositada no trabalho da Federação dos Cafeicultores do Cerrado. O grande foco comercial do Prêmio Região do Cerrado Mineiro é o mercado interno, grande parte dos compradores são nacionais e colocarão ao acesso do brasileiro o que há de melhor da primeira Denominação de Origem para café no Brasil. “Nosso foco no Mercado Interno está ligado ao nosso objetivo de contribuir para o desenvolvimento do mercado Brasileiro, ampliando a oferta de cafés de altíssima qualidade deixando os mesmos à disposição dos consumidores, além de levar a Origem Cerrado Mineiro até o consumidor final, formando assim percepção junto aos mesmos” – explicou o Superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal. Os compradores são: Academia do Café, Ateliê do Grão, Café 3 Corações, Cafébrás, Café Cajubá, Café do Centro, Café Ísole, Café Nuance, Cerrad Coffee, Daterra, DOP Espresso, Lucca Cafés Especiais, Moka Club, Suplicy Cafés Especiais e William and Sons. “Essa foi a nossa primeira oportunidade de participar no II Prêmio Região do Cerrado Mineiro e foi incrível. Nunca ouvimos falar de um evento igual a esse, onde toda a cadeia do café especial, principalmente os próprios produtores, se reúnem para celebrar a safra de uma maneira tão gloriosa e valorosa. Esse tipo de evento chama cada vez mais o mercado (da semente à xícara) a valorização do seu produto e vai trazer valor para o futuro de cada um. Alguém vai perguntar, ‘Não seria arriscado comprar café antes de saber a qualidade deles?’. Sim, é muito arriscado, mas isso é o mercado e sabemos bem o que poderia acontecer. Os resultados foram incríveis e devem até melhorar a cada ano em frente. Sabemos que para William & Sons Coffee Co. voltamos para Porto Alegre com muito mais do que os micro lotes premiados dos melhores cafés do Brasil, mas também tivemos o privilégio de conhecer a vida de cada um dos queridos produtores e celebrar juntos o seu sucesso. Sem essas pessoas nem teríamos cafés especiais. Obrigado Região Cerrado Mineiro!” – enalteceu Jonathan Hutchins da William & Sons, comprador de um dos lotes premiados. O Prêmio Região do Cerrado Mineiro é uma iniciativa da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, com grande apoio do Sebrae. Marden Magalhães, Gerente Regional do Sebrae Triângulo explica a parceria. “Apoiar a realização deste Prêmio é motivo de muito orgulho para todos nós que fazemos parte desta bela trajetória de construção da Região do Cerrado Mineiro, onde os resultados são cada dia mais efetivos e o futuro se mostra promissor, servindo de referência não só para a cafeicultura, mas também para todo o agronegócio brasileiro.” – finalizou Magalhães. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Este ano oII Prêmio Região do Cerrado Mineiro teve como patrocinadores: Syngenta, 3 Corações, Crediminas, Carmomaq e Banco Indusval, a quem a Federação dos Cafeicultores do Cerrado agradece a parceria e por acreditarem em nosso evento. FUNDAMIG inaugura núcleo no Sul de Minas Gerais Fundamig – Assessoria de Imprensa 06/11/2014 Caroline Lima Para a inauguração do Núcleo FUNDAMIG – Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado – no Sul de Minas, o Diretor Jurídico da Federação, Dr. Renato Dolabella, e o Superintendente-Executivo, Alexandre Scoralick, estiveram em Varginha-MG, no dia 21 de outubro, com a palestra “Implicações da Lei 13.019/14 – Marco Regulatório do Terceiro Setor”. O evento, que foi realizado em parceria com a Fundação Procafé, filiada e sediadora do Núcleo, contou com a participação de 60 pessoas. Dentre as diversas lideranças da cidade que participaram do evento, estava o ex-Presidente da FUNDAMIG, professor Francisco Graça de Moura. “Ao ver a instalação do núcleo sul mineiro da FUNDAMIG, fico profundamente feliz e realizado. Vejo que aqueles sonhos de colocar a instituição próxima às entidades são concretizados pela atual administração da FUNDAMIG e a grande parceira na instalação desse núcleo, a Fundação Procafé”, conta professor Moura. Tendo em vista que a Federação promove capacitações e atividades de relevância para o Terceiro Setor há cerca de 20 anos, o principal objetivo do núcleo é contribuir cada vez mais para o desenvolvimento sustentável das entidades em Varginha. Na abertura da solenidade, o Presidente da Fundação Procafé, José Edgar Paiva, destacou que o intenso trabalho com a FUNDAMIG será uma forma de disseminar novos conhecimentos, além de aproximar e atender melhor as entidades da região. “Acredito que, por meio desse encontro junto à FUNDAMIG, nossas dificuldades serão diminuídas”, ressalta o representante da Associação Beneficente Cáritas de Alfenas, Leandro de Souza, um dos participantes da palestra. Com essa inauguração, a FUNDAMIG marca um novo momento em sua trajetória, se aproximando mais dos seus filiados e dando suporte para as entidades da região. Esse projeto prevê atuação em todo o Estado e o sul de Minas foi o primeiro destino da Federação, sediada em Belo Horizonte. Cooperativas produtoras de café do Peru exportarão US$ 160 milhões CaféPoint 06/11/2014 Reportagem: http://www.americaeconomia.com / Tradução: Juliana Santin A Junta Nacional de Café do Peru (JNC) informou que entre janeiro e setembro as exportações de café somaram US$ 92 milhões e esperam fechar o ano com US$ 160 milhões. As organizações cooperativas cafeeiras de diversas regiões exportaram para a Europa, Ásia e Estados Unidos. Participam como empresas exportadoras 60 cooperativas que acumularam um volume de 369,53 sacas de 60 quilos, ou seja, 19,26% das 1,91 milhão de sacas totais declaradas pelas 118 empresas exportadoras de café que vem operando até agora nesse ano. “Estimamos alcançar um valor de US$ 160 milhões até dezembro e um volume de 590,3 mil sacas, mas com um café reconhecido por sua alta qualidade e certificações de cafés especiais”, disse o presidente da JNC, Anner Román. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    O presidente disseque até dezembro estimam superar os 3,14 milhões de sacas, por um valor de US$ 740 milhões, dos quais US$ 1 milhão será de cafés especiais. “As cooperativas esperam exportar 498,33 mil sacas como cafés especiais, para o que investiram em laboratórios e equipe técnica em colheita. Esse esforço marca a diferença no café peruano”. Román ainda disse que as organizações cooperativas estão buscando o desenvolvimento cafeeiro no país, promovendo investimentos na melhora constante de qualidade e no acesso aos mercados especiais no mundo, apesar das exclusões contínuas das autoridades governamentais para com a organização cooperativa. “Sob o princípio da livre adesão, opção pela qualidade, eficiência e transparência na organização, tem se gerado um tecido social e empresarial no campo. Estamos orgulhosos dessa contribuição e estamos certos de que esse movimento crescerá nos próximos anos”. Anner Román explicou, também, que no corredor cafeeiro do norte, a produtividade por hectare é superior a outras regiões e que várias cooperativas têm rendimentos médios de seus sócios acima de 1000 quilos por hectare, enquanto a nível de país em 2014 será de apenas 490 quilos. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck