Conselho Nacional do Café – CNC
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CLIPPING – 21/09/2016
Acesse: www.cncafe.com.br
Brasil deverá colher 49,64 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado
Conab - Gerência de Imprensa
21/09/2016
A terceira estimativa da Safra 2016
de café, divulgada nesta quarta-
feira (21) pela Companhia Nacional
de Abastecimento (Conab), prevê
que o país deverá colher 49,64
milhões de sacas de 60 quilos de
café beneficiado. O resultado
representa um acréscimo de 14,8%,
se comparado à produção de 43,24
milhões de sacas obtidas em 2015.
Quanto à área plantada, totaliza
2,22 milhões de hectares e é 1,3%
menor do que a registrada em
2015. Desse total, 270 mil hectares
(12,2%) estão em formação e 1,95
milhão de hectares (87,8%) em
produção.
Arábica – O café arábica representa 83,2% da produção total do país e estima-se que sejam
colhidas 41,29 milhões de sacas nesta safra, que é de ciclo de bienalidade positiva. Isso
representa um acréscimo de 28,8% em relação à safra passada, resultado, principalmente, do
aumento de 45,5 mil hectares da área em produção e às condições climáticas favoráveis.
A área total dessa variedade, no entanto, tem estimativa de redução de 0,6% (10,5 mil
hectares) em relação à safra anterior, ficando em 1,76 milhão de hectares - o que corresponde
a 79,11% das lavouras de café do país. Minas Gerais concentra a maior área plantada de café
arábica no país: 1,18 milhão de hectares.
Conilon – A produção do conilon, que representa 16,8% do total do país, está estimada em
8,35 milhões de sacas, o que aponta uma redução de 25,3% em relação à safra passada. O
resultado deve-se à redução de 4% na área em produção e, sobretudo, à seca e à má
distribuição de chuvas por dois anos consecutivos nos estágios de florescimento, formação e
enchimento de grãos no Espírito Santo, maior produtor da espécie.
Para a área total plantada, estimada em 463,7 mil hectares, o levantamento indica redução de
3,8%. Desse total, 424,7 mil hectares estão em produção e 39 mil hectares em formação. No
Espírito Santo está a maior área plantada, com 286 mil hectares.
O estudo foi realizado entre os dias 21 de agosto e 3 de setembro, com a visita de 28 técnicos
a áreas de todos os estados produtores, contando para isso, também, com parceiros da Conab
nas regiões.
Confira o relatório completo da estatal no site do CNC:
http://www.cncafe.com.br/site/interna.php?id=14.
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CEPEA: cafés arábica e robusta seguem em alta no Brasil
Cepea/Esalq USP
21/09/2016
As negociações internas de arábica estão mais movimentadas, impulsionadas
pela alta nas cotações internacionais. De 13 a 20 de setembro, o Indicador
CEPEA/ESALQ do tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista,
avançou 3,1%, fechando a R$ 514,24/saca de 60 kg nessa terça-feira, 20.
Para o robusta, os valores seguem em alta, influenciados pela retração de
vendedores e por preocupações com a próxima temporada (2017/18),
segundo pesquisadores do Cepea. O Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6, peneira 13
acima, a retirar no Espírito Santo se aproxima dos R$ 440/sc. Nessa terça-feira, a variedade
atingiu R$ 438,53/saca de 60 kg, alta de 2,4% em sete dias. (Fonte: Cepea –
www.cepea.esalq.usp.br)
Cafeicultura brasileira é modelo de sustentabilidade
Agência Minas
21/09/2016
Um dos grandes temas da quarta edição da Semana Internacional do Café (SIC 2016), que
começa nesta quarta-feira (21/9) e segue até sexta-feira (23/9), no Expominas, em Belo
Horizonte, é a sustentabilidade da cadeia produtiva. Atualmente maior produtor e exportador de
café do mundo, o Brasil também serve como modelo de cafeicultura sustentável para o
mercado internacional, tanto na questão ambiental quanto econômica e social.
Durante o evento, os principais profissionais do setor estarão reunidos para debater as ações
realizadas até o momento e os próximos passos para o desenvolvimento das gerações futuras,
tendo como foco esses princípios.
O assessor especial de Café da Secretaria de Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Seapa), Niwton Castro Moraes (foto: Hoje Em Dia),
explica que o país tem a mais rígida legislação para a proteção do meio
ambiente entre todas as nações produtoras de café – que são em torno
de 50 – e uma das mais avançadas na área social. Além disso, o
Ministério Público Estadual (MPE) é efetivo nas fiscalizações e
autuações.
“Isso dá transparência, o que, muitas vezes, não acontece nos demais
países. E o mundo cobra qualidade, mas também essa responsabilidade no processo
produtivo”, argumenta Moraes.
O diretor da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de
Minas Gerais (Faemg) e presidente das comissões de café da
entidade e da Confederação da Agricultura e Pecuária do
Brasil (CNA), Breno Mesquita (foto: Wenderson Araújo), reforça
que a sustentabilidade é, hoje, um diferencial de mercado.
“O comprador internacional está disposto a pagar mais para
garantir que o produto adquirido esteja em conformidade com as boas práticas”, afirma
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Mesquita. Ele ressalta que, para atender às exigências, os cafeicultores brasileiros têm
procurado, ao longo dos anos, modernizar a gestão do seu negócio e capacitar os funcionários,
com foco na responsabilidade socioambiental.
SIC 2016
A Semana Internacional do Café é uma iniciativa do Governo de Minas Gerais, por meio da
Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), do Sistema Faemg, da Café
Editora e do Sebrae-MG.
O encontro reúne toda a cadeia produtiva do setor cafeeiro nacional e internacional
(cafeicultores, torrefadores, classificadores, exportadores, compradores, fornecedores,
empresários, baristas, proprietários de cafeterias e apreciadores), em prol do crescimento
social e economicamente sustentável do produto.
A estimativa é de que essa quarta edição do evento gere em torno de R$ 27 milhões em
negócios, valor 8% superior ao registrado no ano passado. São esperados 14 mil visitantes e
165 marcas expositoras. Durante a SIC, ainda é realizada a maior feira do segmento, o 11º
Espaço Café Brasil.
Serviço/Semana Internacional do Café 2016
Data: 21 a 23 de setembro
Horário: das 11h às 20h
Local: Expominas - BH
Programação completa: www.semanainternacionaldocafe.com.br
Patrocinadores: A SIC tem como patrocinadores Diamante o Sistema Ocemg, Sescoop e
OCB; Patrocinador Ouro: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA);
Patrocinadores Prata: Sicoob Central Crediminas e Porto do Açu.
Iapar e Simepar encerram Alerta Geada 2016
Serviço de Imprensa do IAPAR
21/09/2016
Edmilson Gonçalves Liberal
O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e o Sistema Meteorológico do
Paraná (Simepar) emitem nesta quinta-feira (22) o último boletim do serviço
“Alerta Geada” neste ano. Com a chegada da primavera, não há mais risco de
ocorrer o fenômeno na região cafeeira do Estado.
A recomendação aos produtores que amontoaram terra no tronco dos
cafeeiros é retirar imediatamente a proteção, procedimento que deve ser feito
com as mãos para evitar danos às plantas.
Em operação desde maio, o Alerta Geada faz previsões diárias de temperatura e do risco de
ocorrer geadas na região cafeeira do Estado. O serviço auxilia os cafeicultores a decidir sobre
o uso de técnicas de proteção em lavouras novas de café, de até dois anos.
INVERNO AMENO - A zona cafeeira do Paraná experimentou um inverno de temperaturas
amenas este ano. Apenas um aviso de alerta geada foi emitido, em junho, quando uma massa
de ar polar avançou pela região. “Nas outras ondas de frio, tivemos apenas geadas de baixada,
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sem risco para os cafezais”, explica a meteorologista Ângela Beatriz Costa.
A pesquisadora também explica que a influência do El Niño provocou aumento do volume de
chuvas. Na estação meteorológica do Iapar, em Londrina, foram registrados 292,9 mm em
junho e 108,5 mm em julho - nesses meses, a média histórica é de 112,4 mm e 95,1 mm,
respectivamente.
LA NIÑA - Para a primavera, a atividade do fenômeno La Niña está confirmada e indica a
ocorrência de chuvas e temperaturas amenas nos próximos dias. Mais para o final do ano, o
volume de precipitações deve diminuir, com risco até de estiagens nas diversas regiões
produtoras do Paraná, aponta Ângela.
La Niña é um fenômeno natural marcado pelo resfriamento das águas na porção equatorial do
Oceano Pacífico, enquanto o El Niño, ao contrário, se caracteriza pelo aquecimento naquela
região. Os dois eventos causam grande impacto nas condições climáticas do Paraná e do Sul
do Brasil.
SAFRA - A cafeicultura ocupa cerca de 50 mil hectares no Paraná. A maior parte das lavouras
paranaenses tem em média 10 hectares e é conduzida por pequenos produtores familiares.
De acordo com o economista Paulo Sérgio Franzini, do Departamento de Economia Rural da
Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), a previsão é que a safra deste
ano chegue próximo de 1,1 milhão de sacas beneficiadas.
A massa de ar polar que chegou ao Paraná em junho não causou prejuízos aos cafeeiros. No
entanto, as chuvas provocaram grande queda de frutos em ponto de colheita, o que reduziu a
qualidade geral da bebida. “Para diminuir o custo da colheita, muitos produtores derriçaram o
que restou nas plantas e levantou junto com o que já estava no chão, isso aumentou a
quantidade de lotes rio e riado oferecida ao mercado”, analisa Franzini.
O Alerta Geada voltará a ser ativado no próximo ano. O serviço é uma iniciativa do Iapar e do
Simepar, com o apoio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, Instituto
Emater, Consórcio Pesquisa Café, prefeituras, cooperativas e associações de produtores.
OIC: café tem sido prejudicado por falta de investimentos
Agência Estado
21/09/2016
O setor global de café tem sido prejudicado pela falta de
investimentos tanto no curto quando no longo prazo,
algo que pode se refletir na oferta da commodity no
futuro, avaliou nesta quarta-feira a chefe de operações
da Organização Internacional do Café (OIC), Marcela Urueña. Palestrando em um fórum
promovido pela própria OIC em Londres, ela destacou que o preço médio da commodity entre
2005 e 2015 ficou abaixo do observado na década imediatamente anterior. Por essa razão, a
receita dos produtores caiu, assim como os investimentos.
Urueña explicou que, no curto prazo, os cafeicultores deixaram de investir em insumos e
fertilizantes. No que tange ao longo prazo, os investimentos foram cortados em manutenção e
renovação das lavouras.
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No mesmo evento, o presidente regional do Promecafe, Rene Leon, afirmou que o café está se
mostrando pouco lucrativo na América Central, de modo que os produtores estão trocando a
commodity por outras culturas. O Promecafe é uma cooperativa para modernização e
tecnologia no setor cafeeiro. Conforme Leon, alguns cafeicultores estão migrando para o milho.
Outros, em especial os mais jovens, estão simplesmente abandonando as lavouras e indo para
zonas urbanas. Fonte: Dow Jones Newswires.
Vietnã: safra 2016/17 de café deverá ser 20% menor, projeta exportadora
Agência Estado
21/09/2016
A safra de café 2016/17 no Vietnã deverá ser 20% menor do que o 1,5 milhão de toneladas (25
milhões de sacas de 60 kg) de 2015/16, projetou nesta quarta-feira o diretor-geral da
exportadora Simexco Dalak, Le Tien Hung. De acordo com ele, a produção vietnamita é
prejudicada, dentre outros fatores, por adversidades climáticas e altos custos com
financiamento. Além disso, o país deverá observar quedas de produção de 5% a 10% por ano
na próxima década, afirmou.
O Vietnã é o segundo maior produtor de café, respondendo por 19% de toda a oferta global,
segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Hung afirmou,
porém, que o país tem tido dificuldades para irrigar suas plantações. "Isso já está afetando as
áreas plantadas", destacou, acrescentando que 5 mil hectares na região produtora de Dak Lak
já estão impróprios para cultivo. O desmatamento no país complica ainda mais a situação.
Hung comentou também que as lavouras locais estão envelhecendo, avaliação esta
compartilhada por representantes de países da América Central e da África.
Ontem, a Associação de Cacau e Café do Vietnã (Vicofa) já havia projetado uma quebra de
15% na safra 2016/17 do país em razão justamente da estiagem. A colheita na nação asiática
começa mês que vem. Fonte: Dow Jones Newswires.
Europa: estoques de café aumentam 2,41% de maio para junho
Agência Estado
21/09/2016
Os estoques de café na Europa aumentaram 2,41% de maio para junho, informou nesta terça-
feira a Federação Europeia de Café (ECF, na sigla em inglês). O incremento foi de 17.461
toneladas, para 742.142 toneladas (12,369 milhões de sacas de 60 kg), volume 50 mil
toneladas maior na comparação com igual mês do ano passado. Essa quantidade considera as
reservas em seis portos do continente.
Conforme a ECF, o aumento foi puxado pelos terminais de Hamburgo (Alemanha), Gênova
(Itália) e Le Havre (França). No porto de Antuérpia (Bélgica), por onde é embarcado o maior
volume de café da Europa, houve ligeira queda nos estoques. Além desses terminais, a ECF
considera ainda os portos de Trieste (Itália) e Bremen (Alemanha). Fonte: Dow Jones
Newswires.

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 21/09/2016 Acesse: www.cncafe.com.br Brasil deverá colher 49,64 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado Conab - Gerência de Imprensa 21/09/2016 A terceira estimativa da Safra 2016 de café, divulgada nesta quarta- feira (21) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), prevê que o país deverá colher 49,64 milhões de sacas de 60 quilos de café beneficiado. O resultado representa um acréscimo de 14,8%, se comparado à produção de 43,24 milhões de sacas obtidas em 2015. Quanto à área plantada, totaliza 2,22 milhões de hectares e é 1,3% menor do que a registrada em 2015. Desse total, 270 mil hectares (12,2%) estão em formação e 1,95 milhão de hectares (87,8%) em produção. Arábica – O café arábica representa 83,2% da produção total do país e estima-se que sejam colhidas 41,29 milhões de sacas nesta safra, que é de ciclo de bienalidade positiva. Isso representa um acréscimo de 28,8% em relação à safra passada, resultado, principalmente, do aumento de 45,5 mil hectares da área em produção e às condições climáticas favoráveis. A área total dessa variedade, no entanto, tem estimativa de redução de 0,6% (10,5 mil hectares) em relação à safra anterior, ficando em 1,76 milhão de hectares - o que corresponde a 79,11% das lavouras de café do país. Minas Gerais concentra a maior área plantada de café arábica no país: 1,18 milhão de hectares. Conilon – A produção do conilon, que representa 16,8% do total do país, está estimada em 8,35 milhões de sacas, o que aponta uma redução de 25,3% em relação à safra passada. O resultado deve-se à redução de 4% na área em produção e, sobretudo, à seca e à má distribuição de chuvas por dois anos consecutivos nos estágios de florescimento, formação e enchimento de grãos no Espírito Santo, maior produtor da espécie. Para a área total plantada, estimada em 463,7 mil hectares, o levantamento indica redução de 3,8%. Desse total, 424,7 mil hectares estão em produção e 39 mil hectares em formação. No Espírito Santo está a maior área plantada, com 286 mil hectares. O estudo foi realizado entre os dias 21 de agosto e 3 de setembro, com a visita de 28 técnicos a áreas de todos os estados produtores, contando para isso, também, com parceiros da Conab nas regiões. Confira o relatório completo da estatal no site do CNC: http://www.cncafe.com.br/site/interna.php?id=14.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CEPEA: cafés arábica e robusta seguem em alta no Brasil Cepea/Esalq USP 21/09/2016 As negociações internas de arábica estão mais movimentadas, impulsionadas pela alta nas cotações internacionais. De 13 a 20 de setembro, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, avançou 3,1%, fechando a R$ 514,24/saca de 60 kg nessa terça-feira, 20. Para o robusta, os valores seguem em alta, influenciados pela retração de vendedores e por preocupações com a próxima temporada (2017/18), segundo pesquisadores do Cepea. O Indicador CEPEA/ESALQ do robusta tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo se aproxima dos R$ 440/sc. Nessa terça-feira, a variedade atingiu R$ 438,53/saca de 60 kg, alta de 2,4% em sete dias. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br) Cafeicultura brasileira é modelo de sustentabilidade Agência Minas 21/09/2016 Um dos grandes temas da quarta edição da Semana Internacional do Café (SIC 2016), que começa nesta quarta-feira (21/9) e segue até sexta-feira (23/9), no Expominas, em Belo Horizonte, é a sustentabilidade da cadeia produtiva. Atualmente maior produtor e exportador de café do mundo, o Brasil também serve como modelo de cafeicultura sustentável para o mercado internacional, tanto na questão ambiental quanto econômica e social. Durante o evento, os principais profissionais do setor estarão reunidos para debater as ações realizadas até o momento e os próximos passos para o desenvolvimento das gerações futuras, tendo como foco esses princípios. O assessor especial de Café da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Niwton Castro Moraes (foto: Hoje Em Dia), explica que o país tem a mais rígida legislação para a proteção do meio ambiente entre todas as nações produtoras de café – que são em torno de 50 – e uma das mais avançadas na área social. Além disso, o Ministério Público Estadual (MPE) é efetivo nas fiscalizações e autuações. “Isso dá transparência, o que, muitas vezes, não acontece nos demais países. E o mundo cobra qualidade, mas também essa responsabilidade no processo produtivo”, argumenta Moraes. O diretor da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e presidente das comissões de café da entidade e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno Mesquita (foto: Wenderson Araújo), reforça que a sustentabilidade é, hoje, um diferencial de mercado. “O comprador internacional está disposto a pagar mais para garantir que o produto adquirido esteja em conformidade com as boas práticas”, afirma
  • 3.
    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Mesquita. Ele ressalta que, para atender às exigências, os cafeicultores brasileiros têm procurado, ao longo dos anos, modernizar a gestão do seu negócio e capacitar os funcionários, com foco na responsabilidade socioambiental. SIC 2016 A Semana Internacional do Café é uma iniciativa do Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), do Sistema Faemg, da Café Editora e do Sebrae-MG. O encontro reúne toda a cadeia produtiva do setor cafeeiro nacional e internacional (cafeicultores, torrefadores, classificadores, exportadores, compradores, fornecedores, empresários, baristas, proprietários de cafeterias e apreciadores), em prol do crescimento social e economicamente sustentável do produto. A estimativa é de que essa quarta edição do evento gere em torno de R$ 27 milhões em negócios, valor 8% superior ao registrado no ano passado. São esperados 14 mil visitantes e 165 marcas expositoras. Durante a SIC, ainda é realizada a maior feira do segmento, o 11º Espaço Café Brasil. Serviço/Semana Internacional do Café 2016 Data: 21 a 23 de setembro Horário: das 11h às 20h Local: Expominas - BH Programação completa: www.semanainternacionaldocafe.com.br Patrocinadores: A SIC tem como patrocinadores Diamante o Sistema Ocemg, Sescoop e OCB; Patrocinador Ouro: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); Patrocinadores Prata: Sicoob Central Crediminas e Porto do Açu. Iapar e Simepar encerram Alerta Geada 2016 Serviço de Imprensa do IAPAR 21/09/2016 Edmilson Gonçalves Liberal O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) emitem nesta quinta-feira (22) o último boletim do serviço “Alerta Geada” neste ano. Com a chegada da primavera, não há mais risco de ocorrer o fenômeno na região cafeeira do Estado. A recomendação aos produtores que amontoaram terra no tronco dos cafeeiros é retirar imediatamente a proteção, procedimento que deve ser feito com as mãos para evitar danos às plantas. Em operação desde maio, o Alerta Geada faz previsões diárias de temperatura e do risco de ocorrer geadas na região cafeeira do Estado. O serviço auxilia os cafeicultores a decidir sobre o uso de técnicas de proteção em lavouras novas de café, de até dois anos. INVERNO AMENO - A zona cafeeira do Paraná experimentou um inverno de temperaturas amenas este ano. Apenas um aviso de alerta geada foi emitido, em junho, quando uma massa de ar polar avançou pela região. “Nas outras ondas de frio, tivemos apenas geadas de baixada,
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck sem risco para os cafezais”, explica a meteorologista Ângela Beatriz Costa. A pesquisadora também explica que a influência do El Niño provocou aumento do volume de chuvas. Na estação meteorológica do Iapar, em Londrina, foram registrados 292,9 mm em junho e 108,5 mm em julho - nesses meses, a média histórica é de 112,4 mm e 95,1 mm, respectivamente. LA NIÑA - Para a primavera, a atividade do fenômeno La Niña está confirmada e indica a ocorrência de chuvas e temperaturas amenas nos próximos dias. Mais para o final do ano, o volume de precipitações deve diminuir, com risco até de estiagens nas diversas regiões produtoras do Paraná, aponta Ângela. La Niña é um fenômeno natural marcado pelo resfriamento das águas na porção equatorial do Oceano Pacífico, enquanto o El Niño, ao contrário, se caracteriza pelo aquecimento naquela região. Os dois eventos causam grande impacto nas condições climáticas do Paraná e do Sul do Brasil. SAFRA - A cafeicultura ocupa cerca de 50 mil hectares no Paraná. A maior parte das lavouras paranaenses tem em média 10 hectares e é conduzida por pequenos produtores familiares. De acordo com o economista Paulo Sérgio Franzini, do Departamento de Economia Rural da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), a previsão é que a safra deste ano chegue próximo de 1,1 milhão de sacas beneficiadas. A massa de ar polar que chegou ao Paraná em junho não causou prejuízos aos cafeeiros. No entanto, as chuvas provocaram grande queda de frutos em ponto de colheita, o que reduziu a qualidade geral da bebida. “Para diminuir o custo da colheita, muitos produtores derriçaram o que restou nas plantas e levantou junto com o que já estava no chão, isso aumentou a quantidade de lotes rio e riado oferecida ao mercado”, analisa Franzini. O Alerta Geada voltará a ser ativado no próximo ano. O serviço é uma iniciativa do Iapar e do Simepar, com o apoio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná, Instituto Emater, Consórcio Pesquisa Café, prefeituras, cooperativas e associações de produtores. OIC: café tem sido prejudicado por falta de investimentos Agência Estado 21/09/2016 O setor global de café tem sido prejudicado pela falta de investimentos tanto no curto quando no longo prazo, algo que pode se refletir na oferta da commodity no futuro, avaliou nesta quarta-feira a chefe de operações da Organização Internacional do Café (OIC), Marcela Urueña. Palestrando em um fórum promovido pela própria OIC em Londres, ela destacou que o preço médio da commodity entre 2005 e 2015 ficou abaixo do observado na década imediatamente anterior. Por essa razão, a receita dos produtores caiu, assim como os investimentos. Urueña explicou que, no curto prazo, os cafeicultores deixaram de investir em insumos e fertilizantes. No que tange ao longo prazo, os investimentos foram cortados em manutenção e renovação das lavouras.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck No mesmo evento, o presidente regional do Promecafe, Rene Leon, afirmou que o café está se mostrando pouco lucrativo na América Central, de modo que os produtores estão trocando a commodity por outras culturas. O Promecafe é uma cooperativa para modernização e tecnologia no setor cafeeiro. Conforme Leon, alguns cafeicultores estão migrando para o milho. Outros, em especial os mais jovens, estão simplesmente abandonando as lavouras e indo para zonas urbanas. Fonte: Dow Jones Newswires. Vietnã: safra 2016/17 de café deverá ser 20% menor, projeta exportadora Agência Estado 21/09/2016 A safra de café 2016/17 no Vietnã deverá ser 20% menor do que o 1,5 milhão de toneladas (25 milhões de sacas de 60 kg) de 2015/16, projetou nesta quarta-feira o diretor-geral da exportadora Simexco Dalak, Le Tien Hung. De acordo com ele, a produção vietnamita é prejudicada, dentre outros fatores, por adversidades climáticas e altos custos com financiamento. Além disso, o país deverá observar quedas de produção de 5% a 10% por ano na próxima década, afirmou. O Vietnã é o segundo maior produtor de café, respondendo por 19% de toda a oferta global, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Hung afirmou, porém, que o país tem tido dificuldades para irrigar suas plantações. "Isso já está afetando as áreas plantadas", destacou, acrescentando que 5 mil hectares na região produtora de Dak Lak já estão impróprios para cultivo. O desmatamento no país complica ainda mais a situação. Hung comentou também que as lavouras locais estão envelhecendo, avaliação esta compartilhada por representantes de países da América Central e da África. Ontem, a Associação de Cacau e Café do Vietnã (Vicofa) já havia projetado uma quebra de 15% na safra 2016/17 do país em razão justamente da estiagem. A colheita na nação asiática começa mês que vem. Fonte: Dow Jones Newswires. Europa: estoques de café aumentam 2,41% de maio para junho Agência Estado 21/09/2016 Os estoques de café na Europa aumentaram 2,41% de maio para junho, informou nesta terça- feira a Federação Europeia de Café (ECF, na sigla em inglês). O incremento foi de 17.461 toneladas, para 742.142 toneladas (12,369 milhões de sacas de 60 kg), volume 50 mil toneladas maior na comparação com igual mês do ano passado. Essa quantidade considera as reservas em seis portos do continente. Conforme a ECF, o aumento foi puxado pelos terminais de Hamburgo (Alemanha), Gênova (Itália) e Le Havre (França). No porto de Antuérpia (Bélgica), por onde é embarcado o maior volume de café da Europa, houve ligeira queda nos estoques. Além desses terminais, a ECF considera ainda os portos de Trieste (Itália) e Bremen (Alemanha). Fonte: Dow Jones Newswires.