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CLIPPING – 14/05/2018
Acesse: www.cncafe.com.br
Mapa quer prorrogar linhas de financiamento do Funcafé
Ascom Mapa
14/05/2018
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento encaminhou nesta sexta-feira (11) ao
Ministério da Fazenda proposta de mudança nos prazos de contratação do Funcafé (Fundo de
Defesa da Economia Cafeeira) para a safra atual, nas modalidades de custeio e estocagem.
O diretor do Departamento de Café, Cana-de-Açúcar e Agroenergia, Sílvio Farnese, lembrou
que a linha de crédito para custeio tem período de contratação entre 1º de julho e 28 de
fevereiro. Mas que pode ser ampliado até abril para operações de colheita. Já a de estocagem,
tem prazo até dia 31 de janeiro do ano seguinte ao da colheita.
"Como os recursos programados para essas duas linhas não foram totalmente utilizados nesta
safra, pedimos a prorrogação até 31 de julho deste ano", ressaltou Farnese. O saldo disponível
para custeio é de R$ 241,9 milhões e para estocagem de R$ 597 milhões. "A iniciativa, se
aprovada, vai dar apoio valioso ao produtor rural na hora da colheita e foi um pedido do setor
cafeeiro", completa.
A colheita da safra inicia no final deste mês. O Brasil deve produzir entre 54,4 milhões e 58,5
milhões de sacas beneficiadas, com crescimento entre 21,1% e 30,1%, de acordo com o
primeiro levantamento feito pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento).
Minas Gerais, o maior produtor nacional, deve obter números entre 29,09 milhões e 30,63
milhões de sacas. O Espírito Santo ocupa a segunda posição, com safra estimada entre 11,58
milhões e 13,33 milhões de sacas.
Atualmente, os recursos do Funcafé estão disponíveis para o produtor rural em 34 instituições
financeiras. A solicitação do Mapa será analisada na próxima reunião do Conselho Monetário
Nacional (CMN), em reunião que deve ser realizada no final deste mês.
Cooxupé reduz previsão para recebimento de café na safra 2018/19
Valor Econômico
14/05/2018
Alda do Amaral Rocha
A Cooperativa Regional dos Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), a
maior de café do mundo, está revisando para baixo a estimativa de
recebimento de café da safra 2018/19. De acordo com o
superintendente comercial da Cooperativa, Lúcio Araújo Dias, a
previsão agora é receber 4,2 milhões de sacas de café arábica dos
cooperados e 1,2 milhão de sacas de terceiros. A previsão anterior,
de novembro, era um recebimento de 4,5 milhões de sacas de
cooperados e 1,5 milhão de sacas de produtores não associados
neste ano.
A revisão se deve à expectativa de que a safra não seja "tudo isso",
disse Dias antes da solenidade de abertura do Seminário
Internacional do Café de Santos. Segundo ele, na região do Cerrado
mineiro a carga dos cafeeiros não está tão boa quanto se esperava. Além disso, no sul de
Minas, as lavouras novas de café estão mostrando uma produtividade baixa pois sofreram com
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falta de chuvas após a florada em outubro e novembro de 2017. Na região da Mogiana
paulista, onde a Cooxupé também atua, a produção está boa, segundo ele.
Embora haja divergências em relação ao tamanho da safra brasileira no ciclo 2018/19, Lúcio
Dias disse que a Cooxupé considera que os números da Conab "são bastante condizentes"
com o que se vê nas lavouras de café. A estatal estima uma produção entre 54,4 milhões e
58,5 milhões de sacas no total, sendo de 41,7 milhoes a 44,6 milhões de sacas de arábica.
Segundo Dias, os estoques de café no país estão quase zerados. Ainda assim, apesar de a
safra ser "justa" em 2018/19, ela deve ser suficiente para atender a demanda doméstica e as
exportações de café do Brasil.
Colheita eficiente do café reduz custos na lavoura e agrega valor ao produto
Chefia Adjunta de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café
14/05/2018
Jamilsen Santos e Roseane Vilella
A colheita do café, que normalmente é
realizada no período de maio a setembro,
constitui despesa expressiva para o
cafeicultor e pode representar cerca de 30 a
40% do custo de produção em decorrência
da demanda elevada de mão de obra,
especialmente em regiões montanhosas
com restrições para mecanização. Nesse
contexto, é imprescindível que as atividades
relacionadas à colheita sejam planejadas
para reduzir seu custo e permitir que o café
colhido atinja o máximo do seu potencial de
qualidade, tendo assim maior valor agregado
e mais opções de comercialização.
Assim, para realizar a colheita com mais
eficiência, é recomendável a adoção das seguintes boas práticas agrícolas e de gestão:
verificar instalações, equipamentos, materiais e pessoal necessários para a colheita; manter as
plantas daninhas controladas sob as copas dos cafeeiros, facilitando a colocação dos panos de
colheita, se for o caso; programar o início da colheita dos talhões com maturação dos frutos
mais precoces, e depois colher os frutos médios e tardios; vistoriar a colheita para impedir
excessos no arranquio de folhas, quebra de ramos e permanência de frutos na planta;
transportar no mesmo dia o café colhido para o processamento e/ou secagem, evitando
amontoar ou deixar o café secar na lavoura; e efetuar o repasse, recolhendo frutos que ficaram
na planta ou no chão após a colheita, evitando o desenvolvimento da broca-do-café na lavoura
e sua futura infestação.
Com relação especificamente a qualidade do café, deve-se considerar que a colheita de frutos
maduros é um fator que determina o potencial de qualidade, pois os grãos com
desenvolvimento pleno contêm mais sólidos solúveis e açúcares que agregam atributos
sensoriais positivos à bebida. Estas características são favoráveis para que, durante o
processo de torra dos grãos, ocorram reações físico-químicas necessárias para a obtenção de
características desejáveis de aroma, sabor, acidez, corpo e doçura. Nesse sentido, é desejável
realizar a colheita com o máximo de frutos maduros.
Dessa forma, deve-se minimizar a colheita de frutos verdes e de frutos que ultrapassaram o
ponto de maturação ideal, apresentando aspecto passa com sinais de senescência, pois os
frutos verdes pesam menos e produzem defeitos que depreciam a bebida; e os frutos passas
são mais sujeitos à ação de microrganismos responsáveis pelas fermentações, com produção
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de álcoois e ácidos que podem interferir de forma negativa na qualidade caso estas
fermentações ocorram de forma incontrolável e prolongada. Assim, mais detalhes para que o
cafeicultor possa determinar o ponto de colheita e esclarecer outras dúvidas desse tema
podem ser obtidos na publicação da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do
Estado de Minas Gerais - Emater-MG intitulada MANUAL DO CAFÉ - Colheita e Preparo
(http://www.sapc.embrapa.br/arquivos/consorcio/publicacoes_tecnicas/livro_colheita_preparo.p
df), a qual está disponível no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café que é
coordenado pela Embrapa Café.
Além disso, vale destacar que diferentes operações de colheita são executadas de acordo com
a mecanização adotada – ou a ausência de mecanização – na lavoura cafeeira. Quando não
há mecanização da colheita, a derriça do café é feita manualmente. Nesse caso, os custos são
mais elevados e, em algumas regiões, podem inviabilizar tal sistema de produção. A colheita é
considerada mecanizada quando são utilizadas colhedoras automotrizes e tracionadas, as
quais reduzem significativamente o custo com mão de obra. No entanto, essa opção exige
investimento significativo do cafeicultor e não pode ser utilizada em lavouras com topografia
muito inclinada, especialmente em regiões montanhosas.
Adicionalmente, existem opções de colheitas semimecanizadas que envolvem principalmente a
adoção de derriçadoras motorizadas portáteis costais que podem ser utilizadas inclusive em
áreas montanhosas; e, também, máquinas recolhedoras e trilhadoras do café que são
adotadas conforme a condução do sistema de poda e de renovação da lavoura, cujos ramos
podados contendo frutos são introduzidos nessas máquinas, as quais promovem a separação
desses frutos. O cafeicultor pode se informar mais sobre essas tecnologias de colheita na
publicação Procedimentos de colheita do café, disponível no Observatório do Café, que faz
parte do livro Café na Amazônia, publicado pela Embrapa Rondônia.
Colheita de café começa com expectativa de aumento de safra no Sul de Minas
G1 Sul de Minas
14/05/2018
Começou a colheita do café no Sul de Minas. Com expectativa de crescimento, cafeicultores e
safristas já trabalham nas lavouras de olho na produtividade e também na qualidade dos grãos
colhidos.
Em 2017, as lavouras da região produziram 13,68 milhões de sacas. Mas neste ano, segundo
a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Sul de Minas, conhecido por ter a maior
produção cafeeira do país, deve chegar a 16,4 milhões de sacas.
Só na Cooxupé, em Guaxupé (MG), os armazéns estão prontos pra receber cerca de 5,2
milhões de sacas - 13% a mais que no ano passado.
Segundo o presidente da cooperativa, Carlos Alberto Paulino
da Costa, um crescimento que se deve à bienalidade e
também a um maior investimento na produtividade.
“Nós estamos vendendo mais fertilizantes, mais defensivos, e
o produtor está mais consciente da utilização da tecnologia.
Por isso que o aumento da produção foi até maior do que o
aumento de área”, afirma Carlos Alberto Paulino da Costa,
presidente da Cooxupé.
Na propriedade do cafeicultor Renato Faria, em Varginha (MG), os primeiros grãos de café
colhidos já estão secando no terreiro. Ele conta que, no ano passado, a lavoura rendeu cerca
de 800 sacas. Este ano, a expectativa é conseguir o dobro.
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“O ano passado eu estava na bienalidade baixa. Este ano, alta. Então eu colhi 800 sacas no
ano passado, este ano, 1,6 mil sacas”, explica Faria.
É produção com maior volume e também de qualidade. Segundo o engenheiro agrônomo José
Marcos Angélico de Mendonça, que é também professor do Instituto Federal do Sul de Minas
em Muzambinho (MG), o clima ajudou na formação dos grãos.
“O café está com bom vigor, bem folhado, está bem granado, frutos bem desenvolvidos, uma
maturação uniforme para essa planta. E isso vai refletir em qualidade”, diz.
Para o produtor, fica a expectativa de que o preço pago pela saca compense o trabalho.
“Que seja justo para os dois lados, senão o produtor só trabalha. Se não sobrar nada, ele não
consegue investir na lavoura, ele não consegue comprar um equipamento bom. Então, assim,
ele tem que ter retorno, senão ele não consegue tocar o negócio”, afirma João Marciano de
Assis Silva, que é administrador de uma fazenda.
O aumento na produtividade também deve ser visto em outras regiões. Segundo a projeção da
Conab, em 2018, a safra nacional deve ficar entre 54,44 e 58,21 milhões de sacas - quase 30%
a mais que em 2017, quando foram produzidas 44,97 milhões de sacas.
Festa para a colheita
E em uma propriedade de café de Carmo de Minas (MG), município que produz um dos
melhores cafés do Brasil, o início da colheita é motivo de comemoração. Tem até festa para
celebrar a apanha.
"Que a gente possa colher bons frutos no decorrer da safra. Vão com Deus", diz o produtor
Luís Paulo Dias Pereira Filho, em uma oração antes do início do trabalho.
As palavras são usadas para motivar quem vai ser responsável pela colheita em 160 hectares.
O trabalho deve seguir até setembro.
"Nós vamos ter que catar grão a grão porque essa área aqui, o intuito dela é não ter grão
verde, nem varrição", explica o produtor aos funcionários.
A colheita selecionada tem motivo. O café da área já está vendido para o Japão e a expectativa
é que os frutos tenham uma pontuação altíssima.
"Precisa de muita atenção, não pode ter contaminação nenhuma. Ele tem que ser colhido grão
a grão, não pode ter nenhum grão imaturo, porque quando se fala em café de 90 pontos, às
vezes as pessoas pensam: ‘Café de 90 pontos é difícil?’. Não é difícil, mas necessita de
cuidado e é esse cuidado que estamos tendo aqui hoje”, diz Pereira Filho.
Para quem tem a função diária de cuidar dos pés de café, vê-los carregados e com
produtividade alta é um alívio.
“Sensação de dever cumprido, de todo o período que a gente fez durante o ano. É uma
satisfação muito grande”, afirma o gerente Evanildon Alessandro Cipriano.
O catador José Ivo Balbi também foi para a colheita com sorriso no rosto. Há 38 anos, tem no
café a principal ocupação de vida. "Eu adoro apanhar café. Eu adoro e rende, rende demais",
exclama.
Além do cuidado com a lavoura, toda a propriedade foi arrumada para o início da colheita. O
pátio onde é feita parte da secagem foi pintado e, nesse primeiro dia, funcionários passaram a
manhã cuidando da decoração.
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Mapeamento do parque cafeeiro de Minas Gerais será apresentado na Expocafé 2018
Ascom Emater-MG
14/05/2018
Está chegando mais uma edição da Expocafé, evento que acontece todo ano em Três Pontas,
no Sul de Minas Gerais, e é promovido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas
Gerais (Epamig). Mais uma vez a Emater-MG participa da feira, entre 16 e 18 de maio, com
diversas atividades e apresentações de novas tecnologias. Nesta edição, um dos destaques
será a apresentação do mapeamento do parque cafeeiro de Minas Gerais, concluído este ano
pelo governo estadual.
O mapeamento dos cafezais de Minas Gerais começou em 2016 e terminou em março de
2018. Primeiro foi feito o levantamento da área plantada em 451 municípios produtores de café
com o uso de imagens de satélite. Em seguida houve a validação desses dados em campo,
trabalho realizado pelos extensionistas da Emater-MG.
O mapeamento obteve informações precisas sobre o tamanho e a distribuição geográfica da
produção de café no estado. A disponibilização desses dados será por meio do Geoportal do
Café. A plataforma reunirá dados socioeconômicos para subsidiar políticas públicas e
investimentos privados de toda a cadeia produtiva do setor.
A ação é do Governo de Minas Gerais, por meio da Companhia de Desenvolvimento
Econômico de Minas Gerais (Codemig), Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(Seapa), Empresa de Assistência Técnica de Minas Gerais (Emater-MG), Empresa de
Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e Fundação João Pinheiro. Conta ainda com
a parceria da Companhia Nacional de Abastecimento e Embrapa.
Para o coordenador estadual de Planejamento e Gestão da Emater-MG, Edson Logato, a
informação precisa sobre os aspectos quantitativos e qualitativos da cafeicultura mineira é algo
estratégico para uma efetiva gestão da atividade. “A disponibilização de informações favorece a
profissionalização da atividade, o conhecimento da expansão de plantio, a localização e os
movimentos de migração desses plantios e outras informações fundamentais. Com o
aperfeiçoamento da metodologia de mapeamento e agregação de outras informações como a
recorrência de doenças e pragas, eventos climáticos, será cada vez mais possível obter
informações qualificadas para aprimoramento da gestão do setor cafeeiro”, diz.
Workshop nesta quarta-feira
O valor total do projeto é de R$ 6 milhões, sendo R$ 4 milhões da Codemig e R$ 2 milhões de
contrapartida da Emater e Epamig. Os recursos foram investidos em softwares, veículos,
drones e tablets utilizados em todas as fases do trabalho.
Para a apresentação do mapeamento do parque cafeeiro mineiro, será realizado um workshop
na Tenda de Eventos da Expocafé, no dia 16, a partir das 14h.
Emater-MG na Expocafé
A Expocafé 2018 também será uma oportunidade para conhecer o Certifica Minas Café. O
programa estadual prepara o produtor para atender às exigências do mercado internacional,
seguindo padrões de sustentabilidade e melhorando a gestão de sua propriedade. Atualmente,
1.231 propriedades são certificadas.
O programa é do Governo de Minas Gerais, sendo coordenado pela Seapa. A Emater-MG
orienta os cafeicultores na adequação de suas propriedades, o que incluem desde a legislação
trabalhista até a preservação ambiental. As auditorias são feitas anualmente pelo IMA.
“Será um espaço exclusivo do Certifica Minas Café, onde os cafeicultores poderão conhecer o
programa, trocar experiências com cafeicultores participantes do programa e ainda degustar os
deliciosos cafés certificados”, diz o gerente regional da Emater-MG em Alfenas, Rogério da
Silva Araújo.
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Os visitantes também terão informações sobre o Concurso Estadual de Qualidade dos Cafés
de Minas Gerais. Serão distribuídos materiais institucionais e haverá a degustação dos cafés
vencedores da disputa no ano passado. O concurso é uma ferramenta para incentivar a
melhoria contínua dos cafés mineiros, principalmente da agricultura familiar. O foco é a
educação, por meio da assistência técnica e extensão rural, integrando setores como ensino,
pesquisa, extensão e iniciativa privada. A final da competição será em novembro.
O público ainda poderá saber mais sobre o Certifica Minas Frutas, que propõe e prevê
orientações técnicas voltadas às boas práticas de produção, gestão da atividade,
responsabilidade social e ambiental. A iniciativa é do Governo de Minas Gerais por meio da
Seapa, Emater-MG) e o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).
Os visitantes terão acesso ainda, a informações sobre a pecuária leiteira, o manejo do café
com braquiária, agroecologia e a demonstração de uma fossa ecológica. As atividades da
empresa incluem também a disponibilização de um plantão técnico para atendimento aos
cafeicultores.
Tecnologias e cuidados na cafeicultura terão destaque na Expocafé
Agência Minas
14/05/2018
Os participantes da Expocafé 2018, que começa na próxima quarta-feira, 16 de maio, em Três
Pontas (Sul de Minas), terão acesso a uma programação técnica diversificada que ocorre em
paralelo à exposição de máquinas.
A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Universidade Federal de
Lavras (UFLA), a Emater-MG entre outras instituições ligadas à cultura do café irão promover
palestras, plantões técnicos e atividades de campo. "A Expocafé busca ser também um espaço
para a interação entre a área técnica e o cafeicultor", informa o coordenador técnico do evento,
César Botelho.
Já no dia 15 de maio (terça-feira), antecedendo a abertura na feira ao público, será realizado o
9º Simpósio de Mecanização da Cafeeira. O evento, voltado para participantes previamente
inscritos, vai abordar o tema “Manejo mecanizado e colheita seletiva visando à qualidade do
café.”
Serão nove palestras abordando assuntos como manejo, pós -colheita, secagem do café e
qualidade de produção e da bebida. "Vamos trazer aos participantes um pacote tecnológico
diverso, apresentado por instituições de ensino, empresas e profissionais que são referência no
setor", destaca o professor da UFLA, Fábio Moreira, um dos coordenadores do Simpósio,
organizado pela Universidade em parceira com a Epamig.
As inscrições para o Simpósio, no valor de R$ 50 para estudantes e R$ 100 para os demais
participantes podem ser feitas na data e local do evento.
No estande da Epamig, os visitantes poderão degustar café, adquirir produtos na versão
itinerante do Empório da Empresa e obter informações técnicas. Na quarta-feira, dia 16, a
pesquisadora Vânia Aparecida Silva falará sobre pesquisas para o desenvolvimento de
cultivares de café tolerantes à seca. "Destacaremos genótipos que estão em fase de
experimento, em diferentes regiões do Estado como o Vale Jequitinhonha, o Cerrado e o Sul,"
conta.
No dia 17, o tema abordado será "Pragas e doenças do cafeeiro" e na sexta-feira (18)
"Cultivares de café", assunto que também será tratado em campo durante a Dinâmica de
Máquinas que acontece nos dias 16 e 17 de maio, no Parque Cafeeiro do Campo Experimental
da Epamig.
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A Dinâmica de Máquinas é uma oportunidade para os cafeicultores obterem dicas técnicas e
conhecerem na prática o funcionamento de equipamentos para a lavoura cafeeira,
demonstrados pelos próprios fabricantes e/ou fornecedores.
A Emater-MG e a UFLA também conduzirão estações na Dinâmica. O pesquisador Thales
Barcelos Resende do Núcleo de Estudos em Cafeicultura (Necaf/UFLA) palestrará sobre poda
do cafeeiro e abordará tópicos como o esqueletamento do cafeeiro, safra zero e manejo
especifico para a recuperação da produção. “Com uma produção baixa nas lavouras, a poda
pode ser uma renovação sem a necessidade de se fazer o replantio", afirma.
Mais atrações
No dia 16 de maio, de 14h às 16 horas, acontece o Workshop Mapeamento e Monitoramento
do Parque Cafeeiro, que tem como objetivo apresentar os resultados e a metodologia do
Geoportal do Café, plataforma tecnológica desenvolvida pela Fundação João Pinheiro, para
mapeamento do parque cafeeiro e inserção de dados socioeconômicos e geoespaciais de
todos os municípios produtores do Estado.
O Geoportal envolve Emater-MG, Epamig e Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Seapa), além da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig)
e tem o apoio da Conab e da Embrapa Café.
No dia 17 de maio (quinta-feira), dois eventos serão realizados na Tenda de Eventos da
Expocafé. Na parte da manhã, de 9h às 12 horas, acontece o 1º Encontro das AgroMulheres,
promovido pelo portal AgroMulher, que reúne informações e sobre mulheres que empreendem
na agropecuária. Na oportunidade, quatro membros do grupo contarão suas experiências com
a intenção de motivar outras mulheres a seguirem ramo. “Vimos na Expocafé uma
oportunidade de expandir nossos conhecimentos e debater sobre os erros e acertos” explica a
consultora Mírian Xavier.
De 13h30 às 16h, o Grupo Ecocert vai abordar o tema Certificação Orgânica por Auditoria -
principais conceitos e etapas para a certificação do café.
Ciência Móvel
No ônibus laboratório Ciência Móvel, os pesquisadores da Epamig Izabel Cristina dos Santos e
Claudio Egon Facion vão tratar do tema hortaliças não convencionais. "Participamos de outra
edição e houve uma expressiva visitação ao nosso estande, onde realizamos atendimento
técnico e distribuímos cartilhas e mudas”, conta Izabel.
A Expocafé 2018 é realizada pelo Governo de Minas Gerais e organizada pela Epamig com o
apoio da Universidade Federal de Lavras, Cocatrel, Prefeitura Municipal de Três Pontas,
Emater/MG e Consórcio Pesquisa Café.
Serviço: 9º Simpósio de Mecanização da Lavoura Cafeeira
Dia: 15 de maio, de 8h às 18h
Expocafé 2018
Data: 16 a 18 de maio, de 8h às 18h - Entrada gratuita
Local: Campo Experimental da EPAMIG em Três Pontas - Rodovia Três Pontas/Santana da
Vargem, km 06 - Zona Rural
Informações: www.expocafe.com.br

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  • 1. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 14/05/2018 Acesse: www.cncafe.com.br Mapa quer prorrogar linhas de financiamento do Funcafé Ascom Mapa 14/05/2018 O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento encaminhou nesta sexta-feira (11) ao Ministério da Fazenda proposta de mudança nos prazos de contratação do Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) para a safra atual, nas modalidades de custeio e estocagem. O diretor do Departamento de Café, Cana-de-Açúcar e Agroenergia, Sílvio Farnese, lembrou que a linha de crédito para custeio tem período de contratação entre 1º de julho e 28 de fevereiro. Mas que pode ser ampliado até abril para operações de colheita. Já a de estocagem, tem prazo até dia 31 de janeiro do ano seguinte ao da colheita. "Como os recursos programados para essas duas linhas não foram totalmente utilizados nesta safra, pedimos a prorrogação até 31 de julho deste ano", ressaltou Farnese. O saldo disponível para custeio é de R$ 241,9 milhões e para estocagem de R$ 597 milhões. "A iniciativa, se aprovada, vai dar apoio valioso ao produtor rural na hora da colheita e foi um pedido do setor cafeeiro", completa. A colheita da safra inicia no final deste mês. O Brasil deve produzir entre 54,4 milhões e 58,5 milhões de sacas beneficiadas, com crescimento entre 21,1% e 30,1%, de acordo com o primeiro levantamento feito pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Minas Gerais, o maior produtor nacional, deve obter números entre 29,09 milhões e 30,63 milhões de sacas. O Espírito Santo ocupa a segunda posição, com safra estimada entre 11,58 milhões e 13,33 milhões de sacas. Atualmente, os recursos do Funcafé estão disponíveis para o produtor rural em 34 instituições financeiras. A solicitação do Mapa será analisada na próxima reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), em reunião que deve ser realizada no final deste mês. Cooxupé reduz previsão para recebimento de café na safra 2018/19 Valor Econômico 14/05/2018 Alda do Amaral Rocha A Cooperativa Regional dos Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), a maior de café do mundo, está revisando para baixo a estimativa de recebimento de café da safra 2018/19. De acordo com o superintendente comercial da Cooperativa, Lúcio Araújo Dias, a previsão agora é receber 4,2 milhões de sacas de café arábica dos cooperados e 1,2 milhão de sacas de terceiros. A previsão anterior, de novembro, era um recebimento de 4,5 milhões de sacas de cooperados e 1,5 milhão de sacas de produtores não associados neste ano. A revisão se deve à expectativa de que a safra não seja "tudo isso", disse Dias antes da solenidade de abertura do Seminário Internacional do Café de Santos. Segundo ele, na região do Cerrado mineiro a carga dos cafeeiros não está tão boa quanto se esperava. Além disso, no sul de Minas, as lavouras novas de café estão mostrando uma produtividade baixa pois sofreram com
  • 2. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck falta de chuvas após a florada em outubro e novembro de 2017. Na região da Mogiana paulista, onde a Cooxupé também atua, a produção está boa, segundo ele. Embora haja divergências em relação ao tamanho da safra brasileira no ciclo 2018/19, Lúcio Dias disse que a Cooxupé considera que os números da Conab "são bastante condizentes" com o que se vê nas lavouras de café. A estatal estima uma produção entre 54,4 milhões e 58,5 milhões de sacas no total, sendo de 41,7 milhoes a 44,6 milhões de sacas de arábica. Segundo Dias, os estoques de café no país estão quase zerados. Ainda assim, apesar de a safra ser "justa" em 2018/19, ela deve ser suficiente para atender a demanda doméstica e as exportações de café do Brasil. Colheita eficiente do café reduz custos na lavoura e agrega valor ao produto Chefia Adjunta de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café 14/05/2018 Jamilsen Santos e Roseane Vilella A colheita do café, que normalmente é realizada no período de maio a setembro, constitui despesa expressiva para o cafeicultor e pode representar cerca de 30 a 40% do custo de produção em decorrência da demanda elevada de mão de obra, especialmente em regiões montanhosas com restrições para mecanização. Nesse contexto, é imprescindível que as atividades relacionadas à colheita sejam planejadas para reduzir seu custo e permitir que o café colhido atinja o máximo do seu potencial de qualidade, tendo assim maior valor agregado e mais opções de comercialização. Assim, para realizar a colheita com mais eficiência, é recomendável a adoção das seguintes boas práticas agrícolas e de gestão: verificar instalações, equipamentos, materiais e pessoal necessários para a colheita; manter as plantas daninhas controladas sob as copas dos cafeeiros, facilitando a colocação dos panos de colheita, se for o caso; programar o início da colheita dos talhões com maturação dos frutos mais precoces, e depois colher os frutos médios e tardios; vistoriar a colheita para impedir excessos no arranquio de folhas, quebra de ramos e permanência de frutos na planta; transportar no mesmo dia o café colhido para o processamento e/ou secagem, evitando amontoar ou deixar o café secar na lavoura; e efetuar o repasse, recolhendo frutos que ficaram na planta ou no chão após a colheita, evitando o desenvolvimento da broca-do-café na lavoura e sua futura infestação. Com relação especificamente a qualidade do café, deve-se considerar que a colheita de frutos maduros é um fator que determina o potencial de qualidade, pois os grãos com desenvolvimento pleno contêm mais sólidos solúveis e açúcares que agregam atributos sensoriais positivos à bebida. Estas características são favoráveis para que, durante o processo de torra dos grãos, ocorram reações físico-químicas necessárias para a obtenção de características desejáveis de aroma, sabor, acidez, corpo e doçura. Nesse sentido, é desejável realizar a colheita com o máximo de frutos maduros. Dessa forma, deve-se minimizar a colheita de frutos verdes e de frutos que ultrapassaram o ponto de maturação ideal, apresentando aspecto passa com sinais de senescência, pois os frutos verdes pesam menos e produzem defeitos que depreciam a bebida; e os frutos passas são mais sujeitos à ação de microrganismos responsáveis pelas fermentações, com produção
  • 3. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck de álcoois e ácidos que podem interferir de forma negativa na qualidade caso estas fermentações ocorram de forma incontrolável e prolongada. Assim, mais detalhes para que o cafeicultor possa determinar o ponto de colheita e esclarecer outras dúvidas desse tema podem ser obtidos na publicação da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais - Emater-MG intitulada MANUAL DO CAFÉ - Colheita e Preparo (http://www.sapc.embrapa.br/arquivos/consorcio/publicacoes_tecnicas/livro_colheita_preparo.p df), a qual está disponível no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café que é coordenado pela Embrapa Café. Além disso, vale destacar que diferentes operações de colheita são executadas de acordo com a mecanização adotada – ou a ausência de mecanização – na lavoura cafeeira. Quando não há mecanização da colheita, a derriça do café é feita manualmente. Nesse caso, os custos são mais elevados e, em algumas regiões, podem inviabilizar tal sistema de produção. A colheita é considerada mecanizada quando são utilizadas colhedoras automotrizes e tracionadas, as quais reduzem significativamente o custo com mão de obra. No entanto, essa opção exige investimento significativo do cafeicultor e não pode ser utilizada em lavouras com topografia muito inclinada, especialmente em regiões montanhosas. Adicionalmente, existem opções de colheitas semimecanizadas que envolvem principalmente a adoção de derriçadoras motorizadas portáteis costais que podem ser utilizadas inclusive em áreas montanhosas; e, também, máquinas recolhedoras e trilhadoras do café que são adotadas conforme a condução do sistema de poda e de renovação da lavoura, cujos ramos podados contendo frutos são introduzidos nessas máquinas, as quais promovem a separação desses frutos. O cafeicultor pode se informar mais sobre essas tecnologias de colheita na publicação Procedimentos de colheita do café, disponível no Observatório do Café, que faz parte do livro Café na Amazônia, publicado pela Embrapa Rondônia. Colheita de café começa com expectativa de aumento de safra no Sul de Minas G1 Sul de Minas 14/05/2018 Começou a colheita do café no Sul de Minas. Com expectativa de crescimento, cafeicultores e safristas já trabalham nas lavouras de olho na produtividade e também na qualidade dos grãos colhidos. Em 2017, as lavouras da região produziram 13,68 milhões de sacas. Mas neste ano, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Sul de Minas, conhecido por ter a maior produção cafeeira do país, deve chegar a 16,4 milhões de sacas. Só na Cooxupé, em Guaxupé (MG), os armazéns estão prontos pra receber cerca de 5,2 milhões de sacas - 13% a mais que no ano passado. Segundo o presidente da cooperativa, Carlos Alberto Paulino da Costa, um crescimento que se deve à bienalidade e também a um maior investimento na produtividade. “Nós estamos vendendo mais fertilizantes, mais defensivos, e o produtor está mais consciente da utilização da tecnologia. Por isso que o aumento da produção foi até maior do que o aumento de área”, afirma Carlos Alberto Paulino da Costa, presidente da Cooxupé. Na propriedade do cafeicultor Renato Faria, em Varginha (MG), os primeiros grãos de café colhidos já estão secando no terreiro. Ele conta que, no ano passado, a lavoura rendeu cerca de 800 sacas. Este ano, a expectativa é conseguir o dobro.
  • 4. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck “O ano passado eu estava na bienalidade baixa. Este ano, alta. Então eu colhi 800 sacas no ano passado, este ano, 1,6 mil sacas”, explica Faria. É produção com maior volume e também de qualidade. Segundo o engenheiro agrônomo José Marcos Angélico de Mendonça, que é também professor do Instituto Federal do Sul de Minas em Muzambinho (MG), o clima ajudou na formação dos grãos. “O café está com bom vigor, bem folhado, está bem granado, frutos bem desenvolvidos, uma maturação uniforme para essa planta. E isso vai refletir em qualidade”, diz. Para o produtor, fica a expectativa de que o preço pago pela saca compense o trabalho. “Que seja justo para os dois lados, senão o produtor só trabalha. Se não sobrar nada, ele não consegue investir na lavoura, ele não consegue comprar um equipamento bom. Então, assim, ele tem que ter retorno, senão ele não consegue tocar o negócio”, afirma João Marciano de Assis Silva, que é administrador de uma fazenda. O aumento na produtividade também deve ser visto em outras regiões. Segundo a projeção da Conab, em 2018, a safra nacional deve ficar entre 54,44 e 58,21 milhões de sacas - quase 30% a mais que em 2017, quando foram produzidas 44,97 milhões de sacas. Festa para a colheita E em uma propriedade de café de Carmo de Minas (MG), município que produz um dos melhores cafés do Brasil, o início da colheita é motivo de comemoração. Tem até festa para celebrar a apanha. "Que a gente possa colher bons frutos no decorrer da safra. Vão com Deus", diz o produtor Luís Paulo Dias Pereira Filho, em uma oração antes do início do trabalho. As palavras são usadas para motivar quem vai ser responsável pela colheita em 160 hectares. O trabalho deve seguir até setembro. "Nós vamos ter que catar grão a grão porque essa área aqui, o intuito dela é não ter grão verde, nem varrição", explica o produtor aos funcionários. A colheita selecionada tem motivo. O café da área já está vendido para o Japão e a expectativa é que os frutos tenham uma pontuação altíssima. "Precisa de muita atenção, não pode ter contaminação nenhuma. Ele tem que ser colhido grão a grão, não pode ter nenhum grão imaturo, porque quando se fala em café de 90 pontos, às vezes as pessoas pensam: ‘Café de 90 pontos é difícil?’. Não é difícil, mas necessita de cuidado e é esse cuidado que estamos tendo aqui hoje”, diz Pereira Filho. Para quem tem a função diária de cuidar dos pés de café, vê-los carregados e com produtividade alta é um alívio. “Sensação de dever cumprido, de todo o período que a gente fez durante o ano. É uma satisfação muito grande”, afirma o gerente Evanildon Alessandro Cipriano. O catador José Ivo Balbi também foi para a colheita com sorriso no rosto. Há 38 anos, tem no café a principal ocupação de vida. "Eu adoro apanhar café. Eu adoro e rende, rende demais", exclama. Além do cuidado com a lavoura, toda a propriedade foi arrumada para o início da colheita. O pátio onde é feita parte da secagem foi pintado e, nesse primeiro dia, funcionários passaram a manhã cuidando da decoração.
  • 5. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Mapeamento do parque cafeeiro de Minas Gerais será apresentado na Expocafé 2018 Ascom Emater-MG 14/05/2018 Está chegando mais uma edição da Expocafé, evento que acontece todo ano em Três Pontas, no Sul de Minas Gerais, e é promovido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig). Mais uma vez a Emater-MG participa da feira, entre 16 e 18 de maio, com diversas atividades e apresentações de novas tecnologias. Nesta edição, um dos destaques será a apresentação do mapeamento do parque cafeeiro de Minas Gerais, concluído este ano pelo governo estadual. O mapeamento dos cafezais de Minas Gerais começou em 2016 e terminou em março de 2018. Primeiro foi feito o levantamento da área plantada em 451 municípios produtores de café com o uso de imagens de satélite. Em seguida houve a validação desses dados em campo, trabalho realizado pelos extensionistas da Emater-MG. O mapeamento obteve informações precisas sobre o tamanho e a distribuição geográfica da produção de café no estado. A disponibilização desses dados será por meio do Geoportal do Café. A plataforma reunirá dados socioeconômicos para subsidiar políticas públicas e investimentos privados de toda a cadeia produtiva do setor. A ação é do Governo de Minas Gerais, por meio da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Empresa de Assistência Técnica de Minas Gerais (Emater-MG), Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e Fundação João Pinheiro. Conta ainda com a parceria da Companhia Nacional de Abastecimento e Embrapa. Para o coordenador estadual de Planejamento e Gestão da Emater-MG, Edson Logato, a informação precisa sobre os aspectos quantitativos e qualitativos da cafeicultura mineira é algo estratégico para uma efetiva gestão da atividade. “A disponibilização de informações favorece a profissionalização da atividade, o conhecimento da expansão de plantio, a localização e os movimentos de migração desses plantios e outras informações fundamentais. Com o aperfeiçoamento da metodologia de mapeamento e agregação de outras informações como a recorrência de doenças e pragas, eventos climáticos, será cada vez mais possível obter informações qualificadas para aprimoramento da gestão do setor cafeeiro”, diz. Workshop nesta quarta-feira O valor total do projeto é de R$ 6 milhões, sendo R$ 4 milhões da Codemig e R$ 2 milhões de contrapartida da Emater e Epamig. Os recursos foram investidos em softwares, veículos, drones e tablets utilizados em todas as fases do trabalho. Para a apresentação do mapeamento do parque cafeeiro mineiro, será realizado um workshop na Tenda de Eventos da Expocafé, no dia 16, a partir das 14h. Emater-MG na Expocafé A Expocafé 2018 também será uma oportunidade para conhecer o Certifica Minas Café. O programa estadual prepara o produtor para atender às exigências do mercado internacional, seguindo padrões de sustentabilidade e melhorando a gestão de sua propriedade. Atualmente, 1.231 propriedades são certificadas. O programa é do Governo de Minas Gerais, sendo coordenado pela Seapa. A Emater-MG orienta os cafeicultores na adequação de suas propriedades, o que incluem desde a legislação trabalhista até a preservação ambiental. As auditorias são feitas anualmente pelo IMA. “Será um espaço exclusivo do Certifica Minas Café, onde os cafeicultores poderão conhecer o programa, trocar experiências com cafeicultores participantes do programa e ainda degustar os deliciosos cafés certificados”, diz o gerente regional da Emater-MG em Alfenas, Rogério da Silva Araújo.
  • 6. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Os visitantes também terão informações sobre o Concurso Estadual de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais. Serão distribuídos materiais institucionais e haverá a degustação dos cafés vencedores da disputa no ano passado. O concurso é uma ferramenta para incentivar a melhoria contínua dos cafés mineiros, principalmente da agricultura familiar. O foco é a educação, por meio da assistência técnica e extensão rural, integrando setores como ensino, pesquisa, extensão e iniciativa privada. A final da competição será em novembro. O público ainda poderá saber mais sobre o Certifica Minas Frutas, que propõe e prevê orientações técnicas voltadas às boas práticas de produção, gestão da atividade, responsabilidade social e ambiental. A iniciativa é do Governo de Minas Gerais por meio da Seapa, Emater-MG) e o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). Os visitantes terão acesso ainda, a informações sobre a pecuária leiteira, o manejo do café com braquiária, agroecologia e a demonstração de uma fossa ecológica. As atividades da empresa incluem também a disponibilização de um plantão técnico para atendimento aos cafeicultores. Tecnologias e cuidados na cafeicultura terão destaque na Expocafé Agência Minas 14/05/2018 Os participantes da Expocafé 2018, que começa na próxima quarta-feira, 16 de maio, em Três Pontas (Sul de Minas), terão acesso a uma programação técnica diversificada que ocorre em paralelo à exposição de máquinas. A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Universidade Federal de Lavras (UFLA), a Emater-MG entre outras instituições ligadas à cultura do café irão promover palestras, plantões técnicos e atividades de campo. "A Expocafé busca ser também um espaço para a interação entre a área técnica e o cafeicultor", informa o coordenador técnico do evento, César Botelho. Já no dia 15 de maio (terça-feira), antecedendo a abertura na feira ao público, será realizado o 9º Simpósio de Mecanização da Cafeeira. O evento, voltado para participantes previamente inscritos, vai abordar o tema “Manejo mecanizado e colheita seletiva visando à qualidade do café.” Serão nove palestras abordando assuntos como manejo, pós -colheita, secagem do café e qualidade de produção e da bebida. "Vamos trazer aos participantes um pacote tecnológico diverso, apresentado por instituições de ensino, empresas e profissionais que são referência no setor", destaca o professor da UFLA, Fábio Moreira, um dos coordenadores do Simpósio, organizado pela Universidade em parceira com a Epamig. As inscrições para o Simpósio, no valor de R$ 50 para estudantes e R$ 100 para os demais participantes podem ser feitas na data e local do evento. No estande da Epamig, os visitantes poderão degustar café, adquirir produtos na versão itinerante do Empório da Empresa e obter informações técnicas. Na quarta-feira, dia 16, a pesquisadora Vânia Aparecida Silva falará sobre pesquisas para o desenvolvimento de cultivares de café tolerantes à seca. "Destacaremos genótipos que estão em fase de experimento, em diferentes regiões do Estado como o Vale Jequitinhonha, o Cerrado e o Sul," conta. No dia 17, o tema abordado será "Pragas e doenças do cafeeiro" e na sexta-feira (18) "Cultivares de café", assunto que também será tratado em campo durante a Dinâmica de Máquinas que acontece nos dias 16 e 17 de maio, no Parque Cafeeiro do Campo Experimental da Epamig.
  • 7. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck A Dinâmica de Máquinas é uma oportunidade para os cafeicultores obterem dicas técnicas e conhecerem na prática o funcionamento de equipamentos para a lavoura cafeeira, demonstrados pelos próprios fabricantes e/ou fornecedores. A Emater-MG e a UFLA também conduzirão estações na Dinâmica. O pesquisador Thales Barcelos Resende do Núcleo de Estudos em Cafeicultura (Necaf/UFLA) palestrará sobre poda do cafeeiro e abordará tópicos como o esqueletamento do cafeeiro, safra zero e manejo especifico para a recuperação da produção. “Com uma produção baixa nas lavouras, a poda pode ser uma renovação sem a necessidade de se fazer o replantio", afirma. Mais atrações No dia 16 de maio, de 14h às 16 horas, acontece o Workshop Mapeamento e Monitoramento do Parque Cafeeiro, que tem como objetivo apresentar os resultados e a metodologia do Geoportal do Café, plataforma tecnológica desenvolvida pela Fundação João Pinheiro, para mapeamento do parque cafeeiro e inserção de dados socioeconômicos e geoespaciais de todos os municípios produtores do Estado. O Geoportal envolve Emater-MG, Epamig e Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), além da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig) e tem o apoio da Conab e da Embrapa Café. No dia 17 de maio (quinta-feira), dois eventos serão realizados na Tenda de Eventos da Expocafé. Na parte da manhã, de 9h às 12 horas, acontece o 1º Encontro das AgroMulheres, promovido pelo portal AgroMulher, que reúne informações e sobre mulheres que empreendem na agropecuária. Na oportunidade, quatro membros do grupo contarão suas experiências com a intenção de motivar outras mulheres a seguirem ramo. “Vimos na Expocafé uma oportunidade de expandir nossos conhecimentos e debater sobre os erros e acertos” explica a consultora Mírian Xavier. De 13h30 às 16h, o Grupo Ecocert vai abordar o tema Certificação Orgânica por Auditoria - principais conceitos e etapas para a certificação do café. Ciência Móvel No ônibus laboratório Ciência Móvel, os pesquisadores da Epamig Izabel Cristina dos Santos e Claudio Egon Facion vão tratar do tema hortaliças não convencionais. "Participamos de outra edição e houve uma expressiva visitação ao nosso estande, onde realizamos atendimento técnico e distribuímos cartilhas e mudas”, conta Izabel. A Expocafé 2018 é realizada pelo Governo de Minas Gerais e organizada pela Epamig com o apoio da Universidade Federal de Lavras, Cocatrel, Prefeitura Municipal de Três Pontas, Emater/MG e Consórcio Pesquisa Café. Serviço: 9º Simpósio de Mecanização da Lavoura Cafeeira Dia: 15 de maio, de 8h às 18h Expocafé 2018 Data: 16 a 18 de maio, de 8h às 18h - Entrada gratuita Local: Campo Experimental da EPAMIG em Três Pontas - Rodovia Três Pontas/Santana da Vargem, km 06 - Zona Rural Informações: www.expocafe.com.br