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CLIPPING – 05/06/2018
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Mercado de cafés especiais deve crescer 19% em 2018
JE Online
05/06/2018
Pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) projeta
crescimento de 19% no mercado de cafés gourmets no Brasil em 2018. Entre cafés em grãos,
torrado, moído e em cápsulas, a BSCA espera vendas equivalentes a 705 mil sacas e
movimento no varejo de R$ 2,6 bilhões, montante 23% maior do que em 2017. O crescimento
do mercado de café está sendo impulsionado pelos consumidores amantes de café que optam
por produtos de maior qualidade, investindo inclusive em moedores, que passam a comprar o
grão apenas torrado e a moê-lo no momento da preparação.
O estudo foi feito pela consultoria Euromonitor e aponta uma tendência de ascensão do
consumo de café nos últimos anos. Segundo os dados levantados, o mercado totalizou 490 mil
sacas vendidas em 2016, representando avanço de 25% em relação a 2015. Também naquele
ano, o varejo movimentou cifras aproximadas de R$ 1,7 bilhão, quase 30% mais que em 2015.
Os números mostram crescimento também de 2016 para 2017. No último ano, a venda de
sacas subiu 21%, alcançando 592 mil no Brasil. A receita no varejo chegou a R$ 2,1 bilhões,
um avanço de 24% sobre 2016. Os números dos dois anos anteriores fundamentam a projeção
tão positiva para 2018, conforme relatório da Euromonitor.
Brasileiro está tomando mais café especial – Entre as razões para o aumento em 2016 e
2017 e para o crescimento esperado em 2018 está o maior envolvimento do brasileiro com o
café especial. A maior parte dos consumidores está consumindo o café especial em grãos,
representando entre 40% e 50% do volume total de vendas. Esse tipo de cliente gosta da
experiência de moer o próprio café em casa e está disposto a investir no maquinário para tal,
como moedores. São coffee lovers.
O que torna um café especial? – O estudo encomendado pela BSCA considera café especial
o produto com pontuação maior que 80 no índice de avaliação sensorial da Specialty Coffee
Association (SCA), certificação de origem e sustentabilidade, rastreabilidade, 100% arábica -
cultivado a pelo menos 800 metros acima do nível do mar - e preço premium. Em termos
gerais, estas qualificações garantem um café com fragrância, uniformidade, ausência de
defeitos, sabor, corpo, finalização e harmonia muito superiores aos café de grãos tradicionais.
A pesquisa também identificou um grande número de cafeterias gourmets no Brasil. Segundo o
levantamento, há um número aproximado de 13 mil estabelecimentos que vendem café
premium no país e a maioria deles se dedica mais à experiência de tomar café do que à
simples venda de produtos. Esse tipo de cafeteria oferece cursos de métodos de preparo com
variadas origens de café, além da presença constante de baristas profissionais. As cafeterias
que se destacam ainda mais são as que possuem torrador de café, tendo rota controle do
processo de torra e de quão fresca é a torra. O café especial torrado exige uma torra fresca, já
que com os dias há perdas de sabores e aromas com a oxidação.
Procafé: estresse hídrico já afeta safra de café
Fundação Procafé
05/06/2018
J.B. Matiello, Rodrigo N. Paiva e Andre L. A. Garcia, engenheiros agrônomos da Fundação
Procafé
O longo período sem chuvas, que causa estresse hídrico, nas principais regiões de café
arábica no Brasil, já vem prejudicando o potencial produtivo das lavouras, com perdas
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especialmente nas regiões do Sul, Oeste e Triângulo em Minas Gerais e na Mogiana, em SP,
as quais, juntas, respondem por mais de 70% da produção de arábicas no pais.
Vimos acompanhando, nas estações meteorológicas, os dados do balanço hídrico, em diversos
pontos dessas regiões e a análise dessas informações, conforme gráficos aqui apresentados,
mostra déficits hídricos significativos.
As chuvas vieram mais próximas às normais até fevereiro e, a partir de março, praticamente
não choveu. Em decorrência disso verificou-se falta de água no solo e, em consequência,
pode-se observar, em campo, lavouras murchas, com folhas amareladas e secas e, ainda com
desfolha. Os frutos de café, nessas lavouras, vêm amadurecendo forçados, com passagem de
muitos deles do estágio verde diretamente para seco, sem o estágio cereja.
As lavouras mais novas, por terem sistema radicular mais superficial, ou aquelas sobre solos
mais arenosos ou extremamente argilosos, pela menor disponibilidade de água, são as que
mais estão sentindo a estiagem.
Além de perdas sobre a safra atual de café, pelo menor tamanho e má formação dos grãos, o
déficit hídrico recente reduz o crescimento da ramagem nova, o qual aliado à seca de folhas e
desfolha vai influir também e, principalmente, no potencial para a safra de café futura, em 2019.
Ao persistir a atual deficiência hídrica, que podemos chamar de precoce, que coincide num
período em que o solo deveria estar abastecido de água, em sua caixa, para fornecer, em
seguida, a umidade suficiente para os cafeeiros suportarem o stress no período de inverno,
tradicionalmente seco, pode haver desfolhas severas nos cafeeiros e perdas muito
significativas na safra cafeeira futura, a qual já, sabidamente, viria em ciclo de baixa.
Ainda é cedo para quantificar as perdas, porem o produtor e o mercado devem ficar, desde já,
atentos a essa anormalidade climática.
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Conab atualizará dados cadastrais de armazéns privados de café em Rondônia
Conab - Gerência de Imprensa
05/06/2018
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) dá início, esta semana, ao
cadastramento dos armazéns privados de café em Rondônia. A operação ocorrerá
em três etapas e abrange todas as regiões. A primeira fase, que tem início nesta
terça-feira (5), envolve 23 municípios do norte e centro do estado, e deve ser
concluída em 15 de julho.
Durante as visitas, os técnicos da Conab verificarão as características dos
armazéns, como a capacidade de recepção e de expedição, os equipamentos
utilizados nos depósitos, entre outros itens. Também serão verificados os dados
cadastrais informados no Sistema de Cadastro Nacional de Unidades
Armazenadoras (Sicarm) e no Sistema de Pesquisa de Estoques Privados (Sipesp).
Estoques privados – A Companhia também orientará quanto à importância da participação
dos armazenadores na pesquisa de estoques privados de café. Este estudo é realizado
anualmente e seus dados contribuem com o planejamento governamental neste setor e o
fomento da produção e produtividade agrícola, além da regularidade do abastecimento.
Prêmio Ernesto Illy abre inscrições para 28ª edição
ADS Comunicação Corporativa
05/06/2018
A mais tradicional iniciativa de valorização da
produção de cafés de qualidade no Brasil está de
volta. O 28º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade
Sustentável do Café para Espresso recebe amostras
entre 4 de junho e 14 de setembro e premiará os seis
melhores do país, além dos vencedores em até 10
regiões diferentes. Os três primeiros ganharão
viagem ao exterior para participar do 4º Prêmio
Ernesto Illy Internacional.
Os melhores cafés serão selecionados por uma comissão julgadora, com especialistas
nacionais e internacionais. Para o Prêmio Ernesto Illy - Nacional, serão escolhidos 40
produtores finalistas, que concorrerão aos seis primeiros lugares. O Prêmio Ernesto Illy -
Regional terá até dois cafeicultores premiados em cada um dos 10 Estados ou regiões: Espírito
Santo; Minas Gerais (subdividido em Cerrado Mineiro, Chapada de Minas, Matas de Minas e
Sul de Minas); região Centro-Oeste; região Norte/Nordeste; região Sul; Rio de Janeiro e São
Paulo. Todos os vencedores e finalistas receberão prêmios em dinheiro e diplomas.
O regulamento e a ficha de inscrição para o 28º Prêmio estão disponíveis no site do Clube illy
do Café, programa de fidelização dos fornecedores brasileiros de café para a empresa. O
cafeicultor poderá inscrever quantas amostras desejar, mas somente concorrerá com a melhor
avaliada. Se a fazenda tiver mais de um sócio, as amostras inscritas deverão ser em nome do
sócio responsável na receita estadual. As análises serão feitas pela classificação do grão
quanto ao aspecto, seca, cor, tipo, peneiras, teor de umidade, torração e quanto à qualidade da
bebida, inclusive com degustação para espresso.
Serviço - 28° Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso
: 04/06 a 14/09/2018Inscrições
: Novembro de 2018Divulgação dos 40 finalistas
Revelação dos vencedores e entrega dos prêmios aos finalistas: Abril de 2019
: http://www.clubeilly.com.br/site/premio.htmlInformações
: http://www.clubeilly.com.br/site/premio-regulamento.htmlRegulamento
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Colômbia: FNC e USAID impulsionam comercialização de cafés especiais
CaféPoint
05/06/2018
A Federação Nacional dos Cafeicultores (FNC) e a Agência dos Estados Unidos para o
Desenvolvimento Internacional (USAID) uniram esforços para promover a comercialização de
cafés especiais.
Esta união visa investir em infraestrutura produtiva e rodoviária (estradas terciárias) e fortalecer
as associações de produtores para melhorar as condições dos cafeicultores beneficiados no
âmbito da consolidação da paz.
Esses esforços foram formalizados com a assinatura de um Memorando de Entendimento (ME)
entre a FNC e a Fintrac Colômbia, principal operadora do Programa de Parcerias Comerciais
da USAID (PAC).
Para isso, foi implementado um programa de cinco anos que visa melhorar a competitividade
de produtores rurais para que possam responder a novas e crescentes oportunidades de
mercado.
O principal objetivo do acordo, assinado pelo Gerente Geral da FNC, Roberto Vélez Vallejo, e
Dennis Lesnick, representante legal da Fintrac Colômbia, é trabalhar em conjunto para o
fortalecimento produtivo, competitivo e comercial da cadeia produtiva do café, com ênfase
especial nos cafés especiais.
O ME ajudará a alavancar os esforços da FNC para melhorar a produtividade e a
sustentabilidade das famílias beneficiárias do café, e também contemplará o apoio à formação
de organizações e ao desenvolvimento de capacidades.
Agenda de trabalho conjunto
O novo acordo ocorre dentro da estrutura do ME, mais geral, assinado em setembro de 2016
entre a FNC e a USAID e é parte de uma estratégia para alinhar os programas da agência
norte-americana na Colômbia. Seu objetivo é a cooperação mútua para promover o
desenvolvimento rural em uma Colômbia pós-conflito em questões de agricultura, instituições e
educação.
Ele também faz parte do desenvolvimento de uma agenda de trabalho conjunta que inclui
projetos produtivos integrais, comercialização, infraestrutura, acesso à terra, financiamento e
turismo.
Esta agenda de trabalho conjunto inclui:
1) Alinhamento entre os programas da USAID na Colômbia e na FNC, bem como com os
operadores desses programas;
2) Grupos de Trabalho com os responsáveis pelos programas da USAID e com os diferentes
operadores (por exemplo: Fintrac);
3) Acompanhamento por meio de uma agenda de revisões periódicas, progresso, ajustes nas
estratégias e articulação nos níveis nacional e territorial.
No caso particular do ME com a Fintrac como operadora da USAID, foi elaborado um roteiro
claro que inclui: assinatura do ME, definição de frentes de trabalho (produtiva, infraestrutura,
comercial, financiamento), identificação de áreas (Caquetá, Meta, Sur de Bolívar, Norte de
Antioquia e Cauca), cruzamento com Comitês Departamentais, elaboração de Plano de Ação,
tabelas de trabalho mensais e monitoramento geral.
As informações são da FNC / Tradução Juliana Santin
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Erupção de vulcão pode ter afetado 0,9% da produção de café da Guatemala
Reuters via Notícias Agrícolas
05/06/2018
Por Sofía Menchú
Reuters – A violenta erupção do Vulcão de Fogo, na Guatemala, teria afetado por volta de 0,9
por cento da produção nacional de café, o equivalente a 29.440 sacas de 60 quilos, segundo
estimativas divulgadas nesta segunda-feira pela associação nacional de produtores, a Anacafé.
A explosão, ocorrida na véspera, deixou até o momento 38 mortos e cerca de 300 feridos,
enquanto a cratera continuava expelindo uma nuvem ardente de gases e rochas.
Honduras é o maior produtor de café da América Central
Portal do Agronegócio
05/06/2018
A República de Honduras se consolidou como o maior produtor de café da América Central,
terceiro maior da América Latina e quinto do mundo. A informação foi publicada em maio pelo
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
De acordo com o Instituto Hondurenho do Café (IHCAFE), quinze dos dezoito departamentos
do país produzem o grão, o que representa aproximadamente 105 mil agricultores. Dentre
todos os produtores de café de Honduras, 104 são classificados como pequenos ou médios
agricultores e são responsáveis por 68% do volume total do grão.
A estimativa de produção para a safra 2018/2019 é de 7,3 milhões de sacas, menos do que o
período anterior devido a ferrugem que vem atrapalhando o cultivo do grão no país. Este fator,
somado à fato da maioria dos produtores serem de baixa renda e não terem acesso a
alternativas para combater a doença, preocupam as autoridades locais já que a maioria ainda
está pagando os financiamentos resultantes da ferrugem que assolou as lavouras em 2012.
Por outro lado, a produção de café com valor agregado está aumentando. A exportação de
"cafés especiais”, cultivados a uma altura superior a três mil pés, teve um aumento de 145% e
chegou a 2,4 milhões de sacas na última safra. Esse tipo não é resistente a ferrugem, mas a
grande demanda de fora do país está conseguindo manter a expectativa de lucro em alta.
O USDA está investindo em um projeto para popularizar cada vez mais o café hondurenho. A
iniciativa engloba todos os aspectos da cadeia de valor do café em nove departamentos,
representando cerca de 70% da produção do grão no país, dando assistência para aumentar a
produtividade, fortalecendo as organizações de produtores e auxiliando no empacotamento de
cada lote vendido em mercados estrangeiros.
USDA: safra de café na Tanzânia é estimada em 1,3 milhão de sacas na safra 2018/19
Agência SAFRAS
05/06/2018
Lessandro Carvalho
A produção de café total da Tanzânia em 2018/19 (julho/junho) deverá atingir 1,3 milhão de
sacas de 60 quilos, tendo aumento de 13% sobre a safra 2017/18, indicada em 1,15 milhão de
sacas. A estimativa é do adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
A safra 2018/19 de arábica da Tanzânia deverá ser de 700 mil sacas, contra 600 mil sacas em
2017/18 (+16,7%). Já a produção de robusta da Tanzânia deve chegar a 600 mil sacas, contra
550 mil sacas em 2017/18 (+9,1%).
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Para o adido do USDA, o consumo no país em 2018/19 deverá ficar em 50 mil sacas, estável
no comparativo com 2017/18. As exportações totais da Tanzânia em 2018/19 são colocadas
em 1,23 milhão de sacas, tendo elevação de 19,4% sobre 2017/18 (1,030 milhão de sacas). Os
estoques finais de café da temporada 2018/19 estão projetados em 310.000 sacas, devendo
ter aumento contra as 290 mil sacas de 2017/18.

Clipping cnc 05062018

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Conab atualizará dados cadastrais de armazéns privados de café em Rondônia Conab - Gerência de Imprensa 05/06/2018 A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) dá início, esta semana, ao cadastramento dos armazéns privados de café em Rondônia. A operação ocorrerá em três etapas e abrange todas as regiões. A primeira fase, que tem início nesta terça-feira (5), envolve 23 municípios do norte e centro do estado, e deve ser concluída em 15 de julho. Durante as visitas, os técnicos da Conab verificarão as características dos armazéns, como a capacidade de recepção e de expedição, os equipamentos utilizados nos depósitos, entre outros itens. Também serão verificados os dados cadastrais informados no Sistema de Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras (Sicarm) e no Sistema de Pesquisa de Estoques Privados (Sipesp). Estoques privados – A Companhia também orientará quanto à importância da participação dos armazenadores na pesquisa de estoques privados de café. Este estudo é realizado anualmente e seus dados contribuem com o planejamento governamental neste setor e o fomento da produção e produtividade agrícola, além da regularidade do abastecimento. Prêmio Ernesto Illy abre inscrições para 28ª edição ADS Comunicação Corporativa 05/06/2018 A mais tradicional iniciativa de valorização da produção de cafés de qualidade no Brasil está de volta. O 28º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso recebe amostras entre 4 de junho e 14 de setembro e premiará os seis melhores do país, além dos vencedores em até 10 regiões diferentes. Os três primeiros ganharão viagem ao exterior para participar do 4º Prêmio Ernesto Illy Internacional. Os melhores cafés serão selecionados por uma comissão julgadora, com especialistas nacionais e internacionais. Para o Prêmio Ernesto Illy - Nacional, serão escolhidos 40 produtores finalistas, que concorrerão aos seis primeiros lugares. O Prêmio Ernesto Illy - Regional terá até dois cafeicultores premiados em cada um dos 10 Estados ou regiões: Espírito Santo; Minas Gerais (subdividido em Cerrado Mineiro, Chapada de Minas, Matas de Minas e Sul de Minas); região Centro-Oeste; região Norte/Nordeste; região Sul; Rio de Janeiro e São Paulo. Todos os vencedores e finalistas receberão prêmios em dinheiro e diplomas. O regulamento e a ficha de inscrição para o 28º Prêmio estão disponíveis no site do Clube illy do Café, programa de fidelização dos fornecedores brasileiros de café para a empresa. O cafeicultor poderá inscrever quantas amostras desejar, mas somente concorrerá com a melhor avaliada. Se a fazenda tiver mais de um sócio, as amostras inscritas deverão ser em nome do sócio responsável na receita estadual. As análises serão feitas pela classificação do grão quanto ao aspecto, seca, cor, tipo, peneiras, teor de umidade, torração e quanto à qualidade da bebida, inclusive com degustação para espresso. Serviço - 28° Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso : 04/06 a 14/09/2018Inscrições : Novembro de 2018Divulgação dos 40 finalistas Revelação dos vencedores e entrega dos prêmios aos finalistas: Abril de 2019 : http://www.clubeilly.com.br/site/premio.htmlInformações : http://www.clubeilly.com.br/site/premio-regulamento.htmlRegulamento
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Colômbia: FNC e USAID impulsionam comercialização de cafés especiais CaféPoint 05/06/2018 A Federação Nacional dos Cafeicultores (FNC) e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) uniram esforços para promover a comercialização de cafés especiais. Esta união visa investir em infraestrutura produtiva e rodoviária (estradas terciárias) e fortalecer as associações de produtores para melhorar as condições dos cafeicultores beneficiados no âmbito da consolidação da paz. Esses esforços foram formalizados com a assinatura de um Memorando de Entendimento (ME) entre a FNC e a Fintrac Colômbia, principal operadora do Programa de Parcerias Comerciais da USAID (PAC). Para isso, foi implementado um programa de cinco anos que visa melhorar a competitividade de produtores rurais para que possam responder a novas e crescentes oportunidades de mercado. O principal objetivo do acordo, assinado pelo Gerente Geral da FNC, Roberto Vélez Vallejo, e Dennis Lesnick, representante legal da Fintrac Colômbia, é trabalhar em conjunto para o fortalecimento produtivo, competitivo e comercial da cadeia produtiva do café, com ênfase especial nos cafés especiais. O ME ajudará a alavancar os esforços da FNC para melhorar a produtividade e a sustentabilidade das famílias beneficiárias do café, e também contemplará o apoio à formação de organizações e ao desenvolvimento de capacidades. Agenda de trabalho conjunto O novo acordo ocorre dentro da estrutura do ME, mais geral, assinado em setembro de 2016 entre a FNC e a USAID e é parte de uma estratégia para alinhar os programas da agência norte-americana na Colômbia. Seu objetivo é a cooperação mútua para promover o desenvolvimento rural em uma Colômbia pós-conflito em questões de agricultura, instituições e educação. Ele também faz parte do desenvolvimento de uma agenda de trabalho conjunta que inclui projetos produtivos integrais, comercialização, infraestrutura, acesso à terra, financiamento e turismo. Esta agenda de trabalho conjunto inclui: 1) Alinhamento entre os programas da USAID na Colômbia e na FNC, bem como com os operadores desses programas; 2) Grupos de Trabalho com os responsáveis pelos programas da USAID e com os diferentes operadores (por exemplo: Fintrac); 3) Acompanhamento por meio de uma agenda de revisões periódicas, progresso, ajustes nas estratégias e articulação nos níveis nacional e territorial. No caso particular do ME com a Fintrac como operadora da USAID, foi elaborado um roteiro claro que inclui: assinatura do ME, definição de frentes de trabalho (produtiva, infraestrutura, comercial, financiamento), identificação de áreas (Caquetá, Meta, Sur de Bolívar, Norte de Antioquia e Cauca), cruzamento com Comitês Departamentais, elaboração de Plano de Ação, tabelas de trabalho mensais e monitoramento geral. As informações são da FNC / Tradução Juliana Santin
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Erupção de vulcão pode ter afetado 0,9% da produção de café da Guatemala Reuters via Notícias Agrícolas 05/06/2018 Por Sofía Menchú Reuters – A violenta erupção do Vulcão de Fogo, na Guatemala, teria afetado por volta de 0,9 por cento da produção nacional de café, o equivalente a 29.440 sacas de 60 quilos, segundo estimativas divulgadas nesta segunda-feira pela associação nacional de produtores, a Anacafé. A explosão, ocorrida na véspera, deixou até o momento 38 mortos e cerca de 300 feridos, enquanto a cratera continuava expelindo uma nuvem ardente de gases e rochas. Honduras é o maior produtor de café da América Central Portal do Agronegócio 05/06/2018 A República de Honduras se consolidou como o maior produtor de café da América Central, terceiro maior da América Latina e quinto do mundo. A informação foi publicada em maio pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). De acordo com o Instituto Hondurenho do Café (IHCAFE), quinze dos dezoito departamentos do país produzem o grão, o que representa aproximadamente 105 mil agricultores. Dentre todos os produtores de café de Honduras, 104 são classificados como pequenos ou médios agricultores e são responsáveis por 68% do volume total do grão. A estimativa de produção para a safra 2018/2019 é de 7,3 milhões de sacas, menos do que o período anterior devido a ferrugem que vem atrapalhando o cultivo do grão no país. Este fator, somado à fato da maioria dos produtores serem de baixa renda e não terem acesso a alternativas para combater a doença, preocupam as autoridades locais já que a maioria ainda está pagando os financiamentos resultantes da ferrugem que assolou as lavouras em 2012. Por outro lado, a produção de café com valor agregado está aumentando. A exportação de "cafés especiais”, cultivados a uma altura superior a três mil pés, teve um aumento de 145% e chegou a 2,4 milhões de sacas na última safra. Esse tipo não é resistente a ferrugem, mas a grande demanda de fora do país está conseguindo manter a expectativa de lucro em alta. O USDA está investindo em um projeto para popularizar cada vez mais o café hondurenho. A iniciativa engloba todos os aspectos da cadeia de valor do café em nove departamentos, representando cerca de 70% da produção do grão no país, dando assistência para aumentar a produtividade, fortalecendo as organizações de produtores e auxiliando no empacotamento de cada lote vendido em mercados estrangeiros. USDA: safra de café na Tanzânia é estimada em 1,3 milhão de sacas na safra 2018/19 Agência SAFRAS 05/06/2018 Lessandro Carvalho A produção de café total da Tanzânia em 2018/19 (julho/junho) deverá atingir 1,3 milhão de sacas de 60 quilos, tendo aumento de 13% sobre a safra 2017/18, indicada em 1,15 milhão de sacas. A estimativa é do adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A safra 2018/19 de arábica da Tanzânia deverá ser de 700 mil sacas, contra 600 mil sacas em 2017/18 (+16,7%). Já a produção de robusta da Tanzânia deve chegar a 600 mil sacas, contra 550 mil sacas em 2017/18 (+9,1%).
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Para o adido do USDA, o consumo no país em 2018/19 deverá ficar em 50 mil sacas, estável no comparativo com 2017/18. As exportações totais da Tanzânia em 2018/19 são colocadas em 1,23 milhão de sacas, tendo elevação de 19,4% sobre 2017/18 (1,030 milhão de sacas). Os estoques finais de café da temporada 2018/19 estão projetados em 310.000 sacas, devendo ter aumento contra as 290 mil sacas de 2017/18.