CLIPPING – 06/03/2014
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Regiões de café de Minas Gerais registram mais um mês de déficit hídrico
Thomson Reuters
06/03/2014
Roberto Samora
Reuters - As áreas de café de Minas Gerais, Estado que responde por cerca de 50 por cento da
produção no Brasil, tiveram em fevereiro mais um mês com déficit hídrico, após sofrerem com um
janeiro atipicamente seco que causou prejuízos expressivos para a safra 2014/15.
As perdas no Brasil, maior produtor e exportador global de café, fizeram as cotações do arábica em
Nova York registrarem em fevereiro o maior ganho mensal em quase duas décadas, com alta
superior a 40 por cento.
Em importantes municípios produtores de Minas, como Patrocínio, Três Ponta, Poços de Caldas,
Guaxupé, Lavras e Varginha, as chuvas ficaram entre 65 por cento e 91 por cento abaixo da média
histórica em fevereiro, segundo dados da Somar Meteorologia.
A escassez de chuvas foi acentuada em Varginha, com o desvio em relação à média de 91 por
cento. Choveu somente 18 milímetros no mês, ante 205 milímetros da média histórica para fevereiro
no município.
Ainda não há estimativas oficiais das perdas, mas representantes de cooperativas, como a
Cooxupé, a maior do país, falam em prejuízo de 30 por cento.
Um estudo do governo de Minas aponta, preliminarmente, problemas de qualidade em boa parte do
café arábica da principal região produtora do Estado (Sul de Minas), com índices de até 45 por
cento de grãos chochos em algumas áreas.
Em janeiro, as precipitações também decepcionaram, ficando 85 por cento abaixo da média
histórica na região de Poços de Caldas e 67 por cento em Varginha.
Dezembro também foi um mês com chuvas abaixo da média nas duas regiões, assim como outubro
e agosto de 2013, segundo dados da Somar.
As áreas produtoras de café em São Paulo, terceiro produtor nacional, atrás de Minas e Espírito
Santo, também sofreram perdas expressivas por conta da seca.
A safra paulista poderá cair até 20 por cento na temporada 2014/15, segundo o Instituto de
Economia Agrícola (IEA-Apta), do governo paulista, que apontou também prejuízos para as lavouras
de cana-de-açúcar e laranja.

Conselho Nacional do Café – CNC
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF)
Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632
E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
Cocatrel confirma quebra na produção de café na região de Três Pontas
Ascom CCCMG
06/02/2014
A Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas
(Cocatrel) afirmou que haverá quebra na safra de café na região
de Três Pontas, no Sul de Minas Gerais.
O Departamento Técnico da entidade realizou testes nas lavouras
da região que demonstram que a proporção entre cafés colhidos
que estão chochos e granados está em 85% e 15%,
respectivamente.
Na imagem, o diretor comercial da Cocatrel e um dos diretores do
Centro de Comércio do Café do Estado de Minas Gerais
(CCCMG), Nivaldo Mello Tavares, demonstra como será a safra deste ano para os cafeicultores de
região de Três Pontas. Os grãos boiando são os mal granados e chochos, que acabam não dando o
café de verdade (sai café apenas escolha).
Segundo a Cocatrel, vários cooperados informaram que esta é a real situação da maioria das
lavouras de café nos municípios de atuação da Cooperativa. (Com informações do site da Cocatrel)

Chuva pode amenizar perdas no café, mas quebra é irreversível, diz analista
Canal Rural - RuralBR
06/03/2014
Foto: Emídio Madeira
O analista de mercado Nelson Carvalhaes, em entrevista ao
programa Mercado e Companhia desta sexta, dia 28, afirmou que
a chuva na região Sudeste não reverte o quadro de quebra nas
lavouras de café nas safras 2014 e 2015. A estiagem de janeiro e
de parte de fevereiro secou as plantas em diversas regiões de
Minas Gerais. “Felizmente, as chuvas estão chegando, mas o
estrago já foi feito. É irreversível. Não dá para mensurar os
prejuízos, porque depende de região para região. Há quebra de
safra neste e no próximo ano. A chuva pode amenizar a situação no pé das lavouras, mas não
recupera os prejuízos”.
Estimativas de perda - A Terra Forte, uma das maiores exportadoras de café do Brasil, revisou
para baixo sua estimativa para a produção nacional do grão em 2014. A safra, que começa a ser
colhida entre abril e maio, deve alcançar, em média, 47,4 milhões de sacas de 60 quilos, em
comparação com 53,7 milhões de sacas na previsão anterior, de dezembro, o que corresponde a
uma queda de 11,7%.
"Em algumas regiões choveu mais, outras menos, mas a situação é extrema em todo o cinturão do
café arábica", informou a empresa.
A empresa estima agora que a safra de arábica deve alcançar, em média, 30 milhões de sacas em
comparação com 36,3 milhões de sacas na projeção anterior. A produção de robusta (conilon), "que
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deve escapar ilesa (do clima adverso)" foi mantida em 17,4 milhões de sacas. Desse modo, esperase uma safra entre 46 milhões.
Já o presidente da Cooxupé, Carlos Paulino, estima que a quebra em Minas Gerais ultrapasse 30%.
Segundo ele, a chuva só faz com que as perdas deixem de aumentar. O superintendente comercial
da cooperativa, Lúcio Dias, explica que a falta de chuva não deixa o grão encher. Mesmo com
precipitação, Dias também confirma que o quadro é irreversível.
– O grão está murcho. Aparentemente está bonito, mas dentro está vazio. Mesmo que chova, não
vai haver recuperação dos grãos – lamenta o superintendente.

Mercado de café pode ter déficit se seca no Brasil continuar, diz OIC
Thomson Reuters
06/03/2014
Sarah McFarlane
Reuters - A Organização Internacional do Café (OIC) espera que o mercado global do produto se
torne deficitário no ciclo 2014/15 se a seca no Brasil continuar.
"A OIC está esperando seu primeiro déficit em cinco anos se a seca continuar", disse nesta terçafeira o diretor de operações da entidade, Mauricio Galindo, no intervalo de um seminário da OIC.
A organização não tem uma previsão para a oferta 2014/15.
A produção mundial na temporada 2013/14 foi estimada em 145,8 milhões de sacas de 60 kg.

Cooxupé divulga balanço da FEMAGRI 2014
Cooxupé / Phábrica de Ideias
06/03/2014
Realizada entre os dias 12 e 14 de fevereiro, a 13ª edição da
FEMAGRI - Feira de Máquinas, Implementos e Insumos
Agrícolas atingiu as expectativas da Cooxupé – Cooperativa
Regional de Cafeicultores em Guaxupé. Durante os três dias de
evento, perto de 23 mil pessoas passaram pelo local, número
levemente superior ao ano passado. No total, a FEMAGRI 2014
gerou R$ 55.379.566,00 em volume de orçamentos, dos quais
R$ 42,8 milhões foram comercializados pela Cooxupé. Já os
tratores e colheitadeiras chegaram à ordem de R$ 12,5 milhões.
Novidades em maquinário, implementos e insumos agrícolas foram apresentadas às famílias
cafeicultoras que compareceram à Feira em busca de soluções para mecanizar suas lavouras e
aumentar a qualidade de suas produções, nos 140 estandes sediados por 110 empresas
expositoras. Numa área de 107 mil m², dos quais 20 mil correspondem à área coberta, a feira
condicionou ao cafeicultor a oportunidade de negociar utilizando o café como moeda de troca num
prazo de pagamento de três anos com valores pré-estabelecidos, de acordo com a cotação da saca
de café.
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A FEMAGRI recebeu visitantes de 232 municípios de 13 estados brasileiros, além de outros países
como Argentina, Estados Unidos, Itália, Inglaterra e México. Com isso, a movimentação no
Itália,
estacionamento oficial do evento foi grande: 8.742 veículos e 61 ônibus e vans passaram pelo local,
representando um crescimento de 21,59% e 22% respectivamente comparados aos números
registrados no ano passado.
Segundo Carlos Alberto Paulino da Costa, presidente da Cooxupé, apesar do momento enfrentado
pela cafeicultura ainda exigir certa cautela, o produtor – dentro de suas possibilidades – confiou na
mensagem passada pela Feira. “Mesmo percebendo o cuidado do produtor em assumir
cuidado
compromissos financeiros, vimos o interesse dele em investir logo no primeiro dia do evento,
quando registramos um volume de negócios maior comparado ao primeiro dia do ano anterior.
Estamos felizes com o resultado e, principalmente, por viabilizar aos produtores oportunidades de
principalmente,
bons negócios para levar mais qualidade em suas lavouras”, afirma o presidente.
FEMAGRI EM NÚMEROS
Público: perto de 23 mil pessoas.
:
Visitantes de: 232 municípios, 13 Estados do Brasil e 5 países.
Volume total de orçamentos: R$ 55,3 milhões | Comercializados pela Cooxupé R$ 42,8 milhões
:
Cooxupé:
| Tratores e colheitadeiras: R$ 12,5 milhões.
:
Área: 107 mil m² | Coberta: 20 mil m².
:
Estandes: 140.
Empresas expositoras: 110
Estacionamento: 8.742 veículos e 61 ônibus e vans.
:
Doses de cafés e cappuccinos mais de 34 mil.
cappuccinos:
Coleta de lixo: redução de 33% no volume de materiais e economia de R$ 1.500 com a coleta.
:

Araguari promove anualmente a maior Feira Nacional de Irrigação da Cafeicultura
Gerência de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café
06/03/2014
Carolina Costa e Flávia Bessa
Pesquisadores, produtores, empresários da agroindústria, profissionais
do agronegócio e estudantes estarão reunidos na Feira Nacional de
Irrigação em Cafeicultura – Fenicafé 2014, a maior feira de irrigação e
rrigação
tecnologia para a cadeia produtiva cafeeira, a ser realizada de 18 a 20
de março, em Araguari. O evento congrega três grandes encontros: Simpósio de Pesquisa de
Cafeicultura Irrigada, Feira de Irrigação de Café do Brasil e Encontro Nacional de Irrigação da
eira
Cafeicultura do Cerrado. A organização é da Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA, com
apoio da Embrapa Café, do Consórcio Pesquisa Café, da Universidade de Uberaba - Uniube e da
Federação dos Cafeicultores do Cerrado, entre outros.
ores
Com um público médio de 20 mil pessoas vindas de mais d-e 100 cidades brasileiras, e com
aproximadamente noventa expositores de produtos e serviços voltados ao setor e volume de
negócios superior a 28 milhões de reais, a feira é uma excelente oportunidade de atualização e
geração de negócios.
Dos vários temas que serão apresentados, muitos contemplam tecnologias desenvolvidas no âmbito
do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, como “Inovações na Poda do
como
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Cafeeiro” – palestra apresentada pelo especialista em café Roberto Antonio Thomaziello;
“Inovações nas tecnologias de aplicação de defensivos para controle de pragas e doenças” –
palestra apresentada pelo pesquisador do Centro de Engenharia e Automação do Instituto
Agronômico (IAC) Hamilton Humberto Ramos; “Como irrigar o café em condições de escassez de
água” - palestra apresentada pelo pró-reitor de pesquisa, pós-graduação e extensão da
Universidade de Uberaba (Uniube), André Luís Teixeira Fernandes, e “Novidades da Pesquisa
Cafeeira” – palestra apresentada pelo Engenheiro Agrônomo da Fundação Procafé José Braz
Matiello. Serão apresentados também workshops “Qualidade do Café – aspectos técnicos” e
“Qualidade do Café – mercado internacional”.
Segundo o professor da Uniube e organizador do evento, André Fernandes, um importante fórum de
debates também é parte da programação do evento. “Serão discutidas as consequências da seca
na produção atual e futura de café nas principais regiões cafeeiras do Brasil. Estarão presentes
especialistas e lideranças do Sul de Minas Gerais, Norte de Minas Gerais, Bahia, Paraná, Triângulo
Mineiro e Alto Paranaíba, Mogiana Paulista e Alta Paulista, que ajudarão a debater e a entender as
consequências dos veranicos na produtividade e qualidade do café”, completa André.
O evento já é referência nacional e internacional para discussão de aspectos relevantes da
cafeicultura irrigada e tem contribuído para a crescente adoção dessa tecnologia no Brasil. De
acordo com André Fernandes, em 1995, havia pouco mais de 5 mil hectares de café irrigado no
país. Hoje, 19 anos depois, já são 260 mil hectares – que equivalem a pouco mais de 10% da área
cultivada no Brasil.
A Fenicafé contará com a participação do gerente geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, do
gerente adjunto de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Café, Antonio Fernando Guerra e
pesquisadores do Consórcio Pesquisa Café vinculados a Universidade de Uberaba – Uniube,
Universidade Federal de Lavras - UFLA, Universidade Federal de Viçosa – UFV, Instituto
Agronômico - IAC, Instituto Agronômico do Paraná – Iapar, Fundação Procafé e Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, entre outras instituições.
O café em Minas Gerais – O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo, sendo
responsável por mais de 30% da produção. De acordo com a Conab (Janeiro/2014), Minas Gerais
possui o maior parque cafeeiro do país (aproximadamente um milhão de hectares), respondendo
por mais de 51% da produção nacional. Segundo o professor André Fernandes, da Uniube, o café é
o principal produto de exportação do agronegócio mineiro, vendido para mais de 60 países.
“Atualmente, apenas 10% do café do Brasil é irrigado, tecnologia que alia produtividade a qualidade.
O resultado desse trabalho é que o agronegócio café em Minas Gerais gera mais de 4 milhões de
empregos diretos e indiretos, o que mostra sua importância não só econômica, mas também social
para o Brasil. O café mineiro é produzido em 80 mil propriedades rurais de 682 municípios, muitos
dos quais tem suas receitas dependendo quase que exclusivamente do café”, explica Fernandes.

Embarques mundiais de café recuaram 8,4% em janeiro, segundo a OIC
Estadão Conteúdo
06/03/2014
A exportação mundial de café apresentou queda de 8,4% em janeiro passado, em comparação a
igual mês de 2013. Foram embarcadas 8,65 milhões de sacas de 60 quilos ante 9,45 milhões de
sacas em janeiro de 2013. A informação foi divulgada na sexta, dia 28 de fevereiro, pela
Organização Internacional do Café (OIC).
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A exportação mundial nos quatro primeiros meses do ano cafeeiro 2013/2014 (outubro 2013 a
janeiro de 2014) apresentou redução de cerca de 8,7% em comparação com os quatro primeiros
meses do período anterior.
Nos últimos 12 meses encerrados em janeiro de 2014, a exportação de café arábica totalizou 68,48
milhões de sacas, em comparação com volume de 67,95 milhões de sacas no ano anterior. O
embarque de robusta no período foi de 40,03 milhões de sacas, em comparação com 44,17 milhões
de sacas.

Café: ICE muda diferenciais para entrega de arábica do Brasil e da Colômbia
Agência Estado
06/03/2014
A Bolsa de Nova York (ICE Futures US) vai reduzir o desconto sobre o café arábica brasileiro
entregue na bolsa para cumprir contratos. A partir de maio de 2016, o produto entregue sofrerá
desconto de 6 cents por libra-peso, ante os atuais 9 cents.
Já o café colombiano terá um prêmio de 4 cents, acima dos atuais 2 cents. Os produtores da
Colômbia são um dos maiores concorrentes do Brasil, maior produtor mundial de café.
Em 2010, produtores brasileiros ganharam o direito de negociar o arábica produzido no país na
bolsa, uma batalha que durou mais de uma década, mas a condição imposta foi acatar o desconto
de 9 cents. Em maio do ano passado, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé)
informou que estava pedindo à ICE a redução do desconto. Fonte: Dow Jones Newswires.

Café: produção de robusta do Vietnã deve cair com falta de chuvas, diz Associação
Agência Estado
06/03/2014
A produção de café do Vietnã, maior produtor mundial da variedade robusta, deverá ser
significativamente menor do que a safra passada devido ao clima frio e seco, disse a Associação de
Café e Cacau do Vietnã (Vicofa).
Em comunicado, a associação afirmou que o tempo seco está sendo severo na principal região
produtora do País, no planalto central, onde não chove desde novembro. Ainda conforme a Vicofa,
40% da área na região está sujeita a escassez de água.
Mas uma seca no Brasil, maior produtor e exportador mundial de arábica, elevou a demanda por
robusta, variedade mais barata usada por torrefadoras em blends. O resultado foi uma valorização
nos preços do robusta em mais de 20% neste ano.
Abah Ofon, analista de commodities do Standard Chartered PLC em Cingapura, disse que a grande
questão do café neste ano será o clima no Vietnã. "Se a produção de robusta diminuir, isso vai
contribuir para um ambiente altista para preços em todo o mercado de café".
A oferta de café robusta já foi ajustada neste ano, isso porque produtores seguraram estoques
devido aos preços baixos para o produto no mercado físico, estratégia que se mantém em um
cenário de novas valorizações.
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Trang Quang Thanh, deputado e diretor de agricultura e desenvolvimento rural do departamento de
Dak Lak, maior região produtora dentro do planalto central, está mais otimista quanto a safra de sua
região. Ele disse que produtores locais têm sistemas de irrigação. "Mas se a temporada seca for
maior do que o usual, o nível de água no subsolo ficará muito baixo, então teremos um problema",
ele acrescentou. Fonte: Dow Jones Newswires.

Produção de café na Colômbia aumentou 40% em fevereiro
Jornal de Notícias - Portugal
06/03/2014
A Colômbia, o maior produtor mundial de café arábica suave, produziu nos últimos 12 meses - entre
março de 2013 e fevereiro de 2014 - um total de 11,3 milhões de sacos de 60 quilogramas, mais
38% que no período homólogo anterior.
A Federação assinalou em comunicado que a renovação das plantações "permitiu não só ter
árvores mais jovens e mais resistentes às pragas (...) como foi um fator fundamental para aumentar
a produtividade por hectare".
Em fevereiro, os produtores colombianos exportaram 976 mil sacos de café, 36ª mais % do que no
mesmo mês do ano anterior. Nos últimos 12 meses, as exportações atingiram 10,1 milhões de
sacos, mais 35% do que no período homólogo anterior.

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    CLIPPING – 06/03/2014 Acesse:www.cncafe.com.br Regiões de café de Minas Gerais registram mais um mês de déficit hídrico Thomson Reuters 06/03/2014 Roberto Samora Reuters - As áreas de café de Minas Gerais, Estado que responde por cerca de 50 por cento da produção no Brasil, tiveram em fevereiro mais um mês com déficit hídrico, após sofrerem com um janeiro atipicamente seco que causou prejuízos expressivos para a safra 2014/15. As perdas no Brasil, maior produtor e exportador global de café, fizeram as cotações do arábica em Nova York registrarem em fevereiro o maior ganho mensal em quase duas décadas, com alta superior a 40 por cento. Em importantes municípios produtores de Minas, como Patrocínio, Três Ponta, Poços de Caldas, Guaxupé, Lavras e Varginha, as chuvas ficaram entre 65 por cento e 91 por cento abaixo da média histórica em fevereiro, segundo dados da Somar Meteorologia. A escassez de chuvas foi acentuada em Varginha, com o desvio em relação à média de 91 por cento. Choveu somente 18 milímetros no mês, ante 205 milímetros da média histórica para fevereiro no município. Ainda não há estimativas oficiais das perdas, mas representantes de cooperativas, como a Cooxupé, a maior do país, falam em prejuízo de 30 por cento. Um estudo do governo de Minas aponta, preliminarmente, problemas de qualidade em boa parte do café arábica da principal região produtora do Estado (Sul de Minas), com índices de até 45 por cento de grãos chochos em algumas áreas. Em janeiro, as precipitações também decepcionaram, ficando 85 por cento abaixo da média histórica na região de Poços de Caldas e 67 por cento em Varginha. Dezembro também foi um mês com chuvas abaixo da média nas duas regiões, assim como outubro e agosto de 2013, segundo dados da Somar. As áreas produtoras de café em São Paulo, terceiro produtor nacional, atrás de Minas e Espírito Santo, também sofreram perdas expressivas por conta da seca. A safra paulista poderá cair até 20 por cento na temporada 2014/15, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), do governo paulista, que apontou também prejuízos para as lavouras de cana-de-açúcar e laranja. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
  • 2.
    Cocatrel confirma quebrana produção de café na região de Três Pontas Ascom CCCMG 06/02/2014 A Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas (Cocatrel) afirmou que haverá quebra na safra de café na região de Três Pontas, no Sul de Minas Gerais. O Departamento Técnico da entidade realizou testes nas lavouras da região que demonstram que a proporção entre cafés colhidos que estão chochos e granados está em 85% e 15%, respectivamente. Na imagem, o diretor comercial da Cocatrel e um dos diretores do Centro de Comércio do Café do Estado de Minas Gerais (CCCMG), Nivaldo Mello Tavares, demonstra como será a safra deste ano para os cafeicultores de região de Três Pontas. Os grãos boiando são os mal granados e chochos, que acabam não dando o café de verdade (sai café apenas escolha). Segundo a Cocatrel, vários cooperados informaram que esta é a real situação da maioria das lavouras de café nos municípios de atuação da Cooperativa. (Com informações do site da Cocatrel) Chuva pode amenizar perdas no café, mas quebra é irreversível, diz analista Canal Rural - RuralBR 06/03/2014 Foto: Emídio Madeira O analista de mercado Nelson Carvalhaes, em entrevista ao programa Mercado e Companhia desta sexta, dia 28, afirmou que a chuva na região Sudeste não reverte o quadro de quebra nas lavouras de café nas safras 2014 e 2015. A estiagem de janeiro e de parte de fevereiro secou as plantas em diversas regiões de Minas Gerais. “Felizmente, as chuvas estão chegando, mas o estrago já foi feito. É irreversível. Não dá para mensurar os prejuízos, porque depende de região para região. Há quebra de safra neste e no próximo ano. A chuva pode amenizar a situação no pé das lavouras, mas não recupera os prejuízos”. Estimativas de perda - A Terra Forte, uma das maiores exportadoras de café do Brasil, revisou para baixo sua estimativa para a produção nacional do grão em 2014. A safra, que começa a ser colhida entre abril e maio, deve alcançar, em média, 47,4 milhões de sacas de 60 quilos, em comparação com 53,7 milhões de sacas na previsão anterior, de dezembro, o que corresponde a uma queda de 11,7%. "Em algumas regiões choveu mais, outras menos, mas a situação é extrema em todo o cinturão do café arábica", informou a empresa. A empresa estima agora que a safra de arábica deve alcançar, em média, 30 milhões de sacas em comparação com 36,3 milhões de sacas na projeção anterior. A produção de robusta (conilon), "que Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
  • 3.
    deve escapar ilesa(do clima adverso)" foi mantida em 17,4 milhões de sacas. Desse modo, esperase uma safra entre 46 milhões. Já o presidente da Cooxupé, Carlos Paulino, estima que a quebra em Minas Gerais ultrapasse 30%. Segundo ele, a chuva só faz com que as perdas deixem de aumentar. O superintendente comercial da cooperativa, Lúcio Dias, explica que a falta de chuva não deixa o grão encher. Mesmo com precipitação, Dias também confirma que o quadro é irreversível. – O grão está murcho. Aparentemente está bonito, mas dentro está vazio. Mesmo que chova, não vai haver recuperação dos grãos – lamenta o superintendente. Mercado de café pode ter déficit se seca no Brasil continuar, diz OIC Thomson Reuters 06/03/2014 Sarah McFarlane Reuters - A Organização Internacional do Café (OIC) espera que o mercado global do produto se torne deficitário no ciclo 2014/15 se a seca no Brasil continuar. "A OIC está esperando seu primeiro déficit em cinco anos se a seca continuar", disse nesta terçafeira o diretor de operações da entidade, Mauricio Galindo, no intervalo de um seminário da OIC. A organização não tem uma previsão para a oferta 2014/15. A produção mundial na temporada 2013/14 foi estimada em 145,8 milhões de sacas de 60 kg. Cooxupé divulga balanço da FEMAGRI 2014 Cooxupé / Phábrica de Ideias 06/03/2014 Realizada entre os dias 12 e 14 de fevereiro, a 13ª edição da FEMAGRI - Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas atingiu as expectativas da Cooxupé – Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé. Durante os três dias de evento, perto de 23 mil pessoas passaram pelo local, número levemente superior ao ano passado. No total, a FEMAGRI 2014 gerou R$ 55.379.566,00 em volume de orçamentos, dos quais R$ 42,8 milhões foram comercializados pela Cooxupé. Já os tratores e colheitadeiras chegaram à ordem de R$ 12,5 milhões. Novidades em maquinário, implementos e insumos agrícolas foram apresentadas às famílias cafeicultoras que compareceram à Feira em busca de soluções para mecanizar suas lavouras e aumentar a qualidade de suas produções, nos 140 estandes sediados por 110 empresas expositoras. Numa área de 107 mil m², dos quais 20 mil correspondem à área coberta, a feira condicionou ao cafeicultor a oportunidade de negociar utilizando o café como moeda de troca num prazo de pagamento de três anos com valores pré-estabelecidos, de acordo com a cotação da saca de café. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    A FEMAGRI recebeuvisitantes de 232 municípios de 13 estados brasileiros, além de outros países como Argentina, Estados Unidos, Itália, Inglaterra e México. Com isso, a movimentação no Itália, estacionamento oficial do evento foi grande: 8.742 veículos e 61 ônibus e vans passaram pelo local, representando um crescimento de 21,59% e 22% respectivamente comparados aos números registrados no ano passado. Segundo Carlos Alberto Paulino da Costa, presidente da Cooxupé, apesar do momento enfrentado pela cafeicultura ainda exigir certa cautela, o produtor – dentro de suas possibilidades – confiou na mensagem passada pela Feira. “Mesmo percebendo o cuidado do produtor em assumir cuidado compromissos financeiros, vimos o interesse dele em investir logo no primeiro dia do evento, quando registramos um volume de negócios maior comparado ao primeiro dia do ano anterior. Estamos felizes com o resultado e, principalmente, por viabilizar aos produtores oportunidades de principalmente, bons negócios para levar mais qualidade em suas lavouras”, afirma o presidente. FEMAGRI EM NÚMEROS Público: perto de 23 mil pessoas. : Visitantes de: 232 municípios, 13 Estados do Brasil e 5 países. Volume total de orçamentos: R$ 55,3 milhões | Comercializados pela Cooxupé R$ 42,8 milhões : Cooxupé: | Tratores e colheitadeiras: R$ 12,5 milhões. : Área: 107 mil m² | Coberta: 20 mil m². : Estandes: 140. Empresas expositoras: 110 Estacionamento: 8.742 veículos e 61 ônibus e vans. : Doses de cafés e cappuccinos mais de 34 mil. cappuccinos: Coleta de lixo: redução de 33% no volume de materiais e economia de R$ 1.500 com a coleta. : Araguari promove anualmente a maior Feira Nacional de Irrigação da Cafeicultura Gerência de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café 06/03/2014 Carolina Costa e Flávia Bessa Pesquisadores, produtores, empresários da agroindústria, profissionais do agronegócio e estudantes estarão reunidos na Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura – Fenicafé 2014, a maior feira de irrigação e rrigação tecnologia para a cadeia produtiva cafeeira, a ser realizada de 18 a 20 de março, em Araguari. O evento congrega três grandes encontros: Simpósio de Pesquisa de Cafeicultura Irrigada, Feira de Irrigação de Café do Brasil e Encontro Nacional de Irrigação da eira Cafeicultura do Cerrado. A organização é da Associação dos Cafeicultores de Araguari – ACA, com apoio da Embrapa Café, do Consórcio Pesquisa Café, da Universidade de Uberaba - Uniube e da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, entre outros. ores Com um público médio de 20 mil pessoas vindas de mais d-e 100 cidades brasileiras, e com aproximadamente noventa expositores de produtos e serviços voltados ao setor e volume de negócios superior a 28 milhões de reais, a feira é uma excelente oportunidade de atualização e geração de negócios. Dos vários temas que serão apresentados, muitos contemplam tecnologias desenvolvidas no âmbito do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, como “Inovações na Poda do como Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Cafeeiro” – palestraapresentada pelo especialista em café Roberto Antonio Thomaziello; “Inovações nas tecnologias de aplicação de defensivos para controle de pragas e doenças” – palestra apresentada pelo pesquisador do Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico (IAC) Hamilton Humberto Ramos; “Como irrigar o café em condições de escassez de água” - palestra apresentada pelo pró-reitor de pesquisa, pós-graduação e extensão da Universidade de Uberaba (Uniube), André Luís Teixeira Fernandes, e “Novidades da Pesquisa Cafeeira” – palestra apresentada pelo Engenheiro Agrônomo da Fundação Procafé José Braz Matiello. Serão apresentados também workshops “Qualidade do Café – aspectos técnicos” e “Qualidade do Café – mercado internacional”. Segundo o professor da Uniube e organizador do evento, André Fernandes, um importante fórum de debates também é parte da programação do evento. “Serão discutidas as consequências da seca na produção atual e futura de café nas principais regiões cafeeiras do Brasil. Estarão presentes especialistas e lideranças do Sul de Minas Gerais, Norte de Minas Gerais, Bahia, Paraná, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, Mogiana Paulista e Alta Paulista, que ajudarão a debater e a entender as consequências dos veranicos na produtividade e qualidade do café”, completa André. O evento já é referência nacional e internacional para discussão de aspectos relevantes da cafeicultura irrigada e tem contribuído para a crescente adoção dessa tecnologia no Brasil. De acordo com André Fernandes, em 1995, havia pouco mais de 5 mil hectares de café irrigado no país. Hoje, 19 anos depois, já são 260 mil hectares – que equivalem a pouco mais de 10% da área cultivada no Brasil. A Fenicafé contará com a participação do gerente geral da Embrapa Café, Gabriel Bartholo, do gerente adjunto de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Café, Antonio Fernando Guerra e pesquisadores do Consórcio Pesquisa Café vinculados a Universidade de Uberaba – Uniube, Universidade Federal de Lavras - UFLA, Universidade Federal de Viçosa – UFV, Instituto Agronômico - IAC, Instituto Agronômico do Paraná – Iapar, Fundação Procafé e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, entre outras instituições. O café em Minas Gerais – O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo, sendo responsável por mais de 30% da produção. De acordo com a Conab (Janeiro/2014), Minas Gerais possui o maior parque cafeeiro do país (aproximadamente um milhão de hectares), respondendo por mais de 51% da produção nacional. Segundo o professor André Fernandes, da Uniube, o café é o principal produto de exportação do agronegócio mineiro, vendido para mais de 60 países. “Atualmente, apenas 10% do café do Brasil é irrigado, tecnologia que alia produtividade a qualidade. O resultado desse trabalho é que o agronegócio café em Minas Gerais gera mais de 4 milhões de empregos diretos e indiretos, o que mostra sua importância não só econômica, mas também social para o Brasil. O café mineiro é produzido em 80 mil propriedades rurais de 682 municípios, muitos dos quais tem suas receitas dependendo quase que exclusivamente do café”, explica Fernandes. Embarques mundiais de café recuaram 8,4% em janeiro, segundo a OIC Estadão Conteúdo 06/03/2014 A exportação mundial de café apresentou queda de 8,4% em janeiro passado, em comparação a igual mês de 2013. Foram embarcadas 8,65 milhões de sacas de 60 quilos ante 9,45 milhões de sacas em janeiro de 2013. A informação foi divulgada na sexta, dia 28 de fevereiro, pela Organização Internacional do Café (OIC). Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    A exportação mundialnos quatro primeiros meses do ano cafeeiro 2013/2014 (outubro 2013 a janeiro de 2014) apresentou redução de cerca de 8,7% em comparação com os quatro primeiros meses do período anterior. Nos últimos 12 meses encerrados em janeiro de 2014, a exportação de café arábica totalizou 68,48 milhões de sacas, em comparação com volume de 67,95 milhões de sacas no ano anterior. O embarque de robusta no período foi de 40,03 milhões de sacas, em comparação com 44,17 milhões de sacas. Café: ICE muda diferenciais para entrega de arábica do Brasil e da Colômbia Agência Estado 06/03/2014 A Bolsa de Nova York (ICE Futures US) vai reduzir o desconto sobre o café arábica brasileiro entregue na bolsa para cumprir contratos. A partir de maio de 2016, o produto entregue sofrerá desconto de 6 cents por libra-peso, ante os atuais 9 cents. Já o café colombiano terá um prêmio de 4 cents, acima dos atuais 2 cents. Os produtores da Colômbia são um dos maiores concorrentes do Brasil, maior produtor mundial de café. Em 2010, produtores brasileiros ganharam o direito de negociar o arábica produzido no país na bolsa, uma batalha que durou mais de uma década, mas a condição imposta foi acatar o desconto de 9 cents. Em maio do ano passado, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé) informou que estava pedindo à ICE a redução do desconto. Fonte: Dow Jones Newswires. Café: produção de robusta do Vietnã deve cair com falta de chuvas, diz Associação Agência Estado 06/03/2014 A produção de café do Vietnã, maior produtor mundial da variedade robusta, deverá ser significativamente menor do que a safra passada devido ao clima frio e seco, disse a Associação de Café e Cacau do Vietnã (Vicofa). Em comunicado, a associação afirmou que o tempo seco está sendo severo na principal região produtora do País, no planalto central, onde não chove desde novembro. Ainda conforme a Vicofa, 40% da área na região está sujeita a escassez de água. Mas uma seca no Brasil, maior produtor e exportador mundial de arábica, elevou a demanda por robusta, variedade mais barata usada por torrefadoras em blends. O resultado foi uma valorização nos preços do robusta em mais de 20% neste ano. Abah Ofon, analista de commodities do Standard Chartered PLC em Cingapura, disse que a grande questão do café neste ano será o clima no Vietnã. "Se a produção de robusta diminuir, isso vai contribuir para um ambiente altista para preços em todo o mercado de café". A oferta de café robusta já foi ajustada neste ano, isso porque produtores seguraram estoques devido aos preços baixos para o produto no mercado físico, estratégia que se mantém em um cenário de novas valorizações. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Trang Quang Thanh,deputado e diretor de agricultura e desenvolvimento rural do departamento de Dak Lak, maior região produtora dentro do planalto central, está mais otimista quanto a safra de sua região. Ele disse que produtores locais têm sistemas de irrigação. "Mas se a temporada seca for maior do que o usual, o nível de água no subsolo ficará muito baixo, então teremos um problema", ele acrescentou. Fonte: Dow Jones Newswires. Produção de café na Colômbia aumentou 40% em fevereiro Jornal de Notícias - Portugal 06/03/2014 A Colômbia, o maior produtor mundial de café arábica suave, produziu nos últimos 12 meses - entre março de 2013 e fevereiro de 2014 - um total de 11,3 milhões de sacos de 60 quilogramas, mais 38% que no período homólogo anterior. A Federação assinalou em comunicado que a renovação das plantações "permitiu não só ter árvores mais jovens e mais resistentes às pragas (...) como foi um fator fundamental para aumentar a produtividade por hectare". Em fevereiro, os produtores colombianos exportaram 976 mil sacos de café, 36ª mais % do que no mesmo mês do ano anterior. Nos últimos 12 meses, as exportações atingiram 10,1 milhões de sacos, mais 35% do que no período homólogo anterior. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck