Conselho Nacional do Café – CNC
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CLIPPING – 19/06/2018
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Cocatrel inicia o recebimento de café com possibilidade de recordes
Ascom Cocatrel
19/06/2018
Chegamos no período de colheita e a
Cocatrel comemora os resultados iniciais.
Tudo indica que a cooperativa terá recorde
no recebimento de café, já que os números
mostram um aumento significativo, levando
em conta o mesmo período das 10 últimas
safras.
Além da produtividade alta, em
consequência da bienalidade positiva, a
Cocatrel preparou-se muito bem para ter
eficiência e rendimento em todos os
processos, desde o descarregamento do
café até a comercialização, passando pela classificação, que está sendo feita em um dia,
possibilitando ao cooperado a venda rápida de seu produto.
Além disso, a logística bem feita do transporte entre as centrais de recebimento e os armazéns
da cooperativa, garante eficiência, redução de custo e agilidade. “Foi feito um planejamento
baseado em dados das safras anteriores, que levou em conta a capacidade dos armazéns das
filiais, para equalizar o tempo que cada uma delas suportaria receber café, com as projeções
da safra atual. Nesse sentido, concluímos que fazer a transferência das centrais para os
armazéns, antecipadamente, sem permitir que atinjam sua capacidade máxima, facilita o
processo durante o pico da safra, sobrando espaço suficiente para receber bem os cafés dos
cooperados”, explica Guilherme Pinelli, coordenador de automação da Cocatrel.
Tudo isso faz com que a credibilidade da Cocatrel perante seus associados e o mercado
aumente ainda mais e, como consequência, cooperados que já não mais depositavam seus
cafés na cooperativa, estão retomando a confiança e voltando a movimentar por lá e, por todas
as vantagens de ser um associado, só no último ano, cerca de mil novos cooperados se
associaram à Cocatrel.
Além da armazenagem, a Cocatrel está com maquinário pronto para preparar os cafés
depositados em seus armazéns, serviço cada vez mais solicitado por seus cooperados. É
válido ressaltar que a cooperativa tem capacidade de armazenamento estático de 1,750 milhão
de sacas e rotativa de 2 milhões.
Defensivos: gasto no País crescerá R$ 4,7 bi com volta da tributação sobre o insumo
Agência Estado
19/06/2018
Clarice Couto
Produtores brasileiros devem gastar R$ 4,748 bilhões a mais por ano com defensivos se for
adiante a proposta do PSOL, hoje nas mãos do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal
Federal, de aumentar a alíquota de ICMS e retirar a isenção de IPI para agroquímicos. O
cálculo foi feito pelo Sindicato Nacional de Defesa Vegetal (Sindiveg), que preparou um estudo
de 159 páginas para rebater a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5.553, ajuizada
pelo partido e que ainda será apreciada por Fachin. O levantamento, obtido pelo Broadcast
Agro, considera quais deverão ser os gastos adicionais para produtores de algodão, café,
cana-de-açúcar, milho e soja dos principais Estados.
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O argumento do PSOL na ADI é de que as isenções tributárias violam "o direito fundamental ao
meio ambiente equilibrado" e o "direito fundamental à saúde". A diretora executiva do Sindiveg,
Silvia Fagnani, afirma que isso é um "equívoco", já que os agricultores precisam combater
pragas nas lavouras. O Sindiveg pediu para ser admitido na ADI como amicus curiae, ou parte
interessada, ao lado Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), e anexará o
estudo ao processo. "A indústria pode até absorver o impacto nos primeiros meses, mas depois
o preço vai aumentar e doer no bolso do produtor", alerta a executiva, que chama a atenção
também para os reflexos na inflação.
Com base no custo por hectare, os cotonicultores serão os mais penalizados, já que a despesa
adicional deve variar de R$ 348,25 (em Mato Grosso do Sul) a R$ 382,72 (na Bahia), conforme
o estudo. Já os sojicultores gastarão por hectare de R$ 59,02 (Tocantins) a R$ 182,30 (São
Paulo) a mais com defensivos. Mas, considerando o fato de que ocupa a maior extensão em
área semeada no País, a soja terá um acréscimo anual de R$ 2,932 bilhão nos gastos com
agroquímicos, contra R$ 401,8 milhões extras nas lavouras de algodão.
Outras culturas também seriam afetadas. No caso do café cultivado na Bahia, Espírito Santo,
Minas Gerais, Paraná e São Paulo, o gasto médio com defensivos, por hectare, passaria de R$
934,78 para R$ 1.110,10, um aumento médio de 14,6% a 17,9%. Com relação à cana-de-
açúcar, o gasto médio com defensivos no País passaria de R$ 220,85/hectare para R$
278,77/hectare, ou R$ 57,92 a mais por hectare. O estudo abrange, neste caso, as produções
de Alagoas, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo. No milho, o acréscimo médio seria
de R$ 55,97 por hectare com defensivos. O aumento variaria de R$ 32,17 por hectare (Bahia) a
até R$ 120,91 por hectare (Minas Gerais), conforme o estudo do Sindiveg. Foram considerados
também os Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e
Santa Catarina. A perda de rentabilidade média nas lavouras do cereal do País seria de
11,41%, sendo menos acentuada na Bahia (-1,80%) e mais aguda em Mato Grosso do Sul (-
59,8%), considerando que os Estados aplicam alíquotas diferentes de ICMS.
Silvia Fagnani reclama do que considera um crescente "apetite" por tributar mais o
agronegócio. "Temos escutado comentários neste sentido, mas o trabalho mostra que as
empresas de defensivos têm uma carga alta de impostos", afirma. "Para segmentos
dependentes de insumos importados, como os de agroquímicos e fertilizantes, a tributação é
ainda maior. Ela cita o fato de que, enquanto produtos de cesta básica fabricados internamente
têm carga tributária de 12,36%, o da cadeia de defensivos agrícolas chega 21,95%. É mais do
que o setor de sementes paga (20,48%) ou de fertilizantes (21,95%), e menos que o de ração
animal (33,23). No estudo, o Sindiveg diz que a indústria de agroquímicos também arca com
impostos que somam 49,07% sobre os produtos que traz do exterior - a maioria das matérias-
primas utilizadas na formulação dos defensivos vendidos no País.
Sindiveg: comercialização caiu 7% em 2017 e somou US$ 8,9 bilhões
Agência Estado
19/06/2018
Clarice Couto
A venda de defensivos no ano passado recuou 7% em receita, para US$ 8,9 bilhões. Foi a
quarta queda sucessiva desde o ano de 2014, quando o setor faturou US$ 12,3 bilhões. De lá
para cá, o faturamento da indústria de agroquímicos caiu para US$ 9,6 bilhões em 2015 e US$
9,5 bilhões em 2016. Os dados são do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para
Defesa Vegetal (Sindiveg).
O maior volume de vendas em 2017 foi do segmento de herbicidas, com US$ 3,1 bilhões ou
35% do total (considerando os herbicidas seletivos, para alvos específicos, e os não seletivos).
As vendas de fungicidas somaram US$ 2,4 bilhões, ou 28% do total, e as de inseticidas, US$
2,37 bilhões, 27% do faturamento do setor.
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Mais da metade da receita do setor vieram das vendas para a cultura da soja - 52% do total, ou
US$ 4,6 bilhões - no ano anterior, esse valor havia chegado a US$ 5,3 bilhões. A cana-de-
açúcar aparece em segundo lugar, responsável por 12% do faturamento do setor de
defensivos, ou US$ 1,04 bilhão. Em seguida, vem o milho (10%), com US$ 945,6 milhões;
algodão (7%), US$ 599,1 milhões; e café (3%), com 246,5 milhões.
O principal Estado consumidor do insumo foi Mato Grosso, que demandou 21% de todos os
defensivos comercializados no País, no valor de US$ 1,8 bilhão. São Paulo foi o segundo maior
comprador de agroquímicos, responsável por 15% das vendas do setor, ou US$ 1,3 bilhão. Na
terceira posição ficou o Rio Grande do Sul, com 12% dos negócios, o equivalente a US$ 1,08
bilhão. Paraná, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul aparecem na sequência do ranking
dos Estados onde mais foram vendidos defensivos.
Colheita de café da safra 2018/19 alcança 20% na região de Caratinga (MG)]
Agência SAFRAS
19/06/2018
Fábio Rübenich
A colheita da safra 2018/19 de café arábica iniciou em maio e abrange neste momento cerca
de 20% da produção esperada na região de Caratinga, Minas Gerais. "O clima
predominantemente seco continua beneficiado os trabalhos", disse o gerente administrativo da
Copercafé, Carlos Urbano, em entrevista à Agência SAFRAS.
A safra deve ser "boa, pois choveu bem", disse Urbano, ainda sem apontar o tamanho da
produção que será colhida na região, apenas indicando que será maior que a do ano passado
devido ao ciclo bienal da cultura do café arábica, que alterna um ano de alta produção com
outro de baixa.
As temperaturas estão bastante baixas na região, gerando riscos de ocorrência de geadas
fracas nas áreas produtoras de café, conhecidas como "geadas de capote". O mercado local
tem preços razoáveis neste momento, disse o gerente da Copercafé.
O café arábica bebida dura com 20% de catação, safra remanescente, vai sendo negociado
por cerca de R$ 430,00 a saca de 60 quilos. "Não está ruim, mas também não está bom. O
preço está apenas satisfatório", disse Urbano.
Secex: exportações de café chegam a 1,165 milhão de sacas em junho
Agência SAFRAS
19/06/2018
Lessandro Carvalho
As exportações brasileiras de café em grão em junho, até o dia 17, com 11 dias úteis
contabilizados, foram de 1.165.500 sacas de 60 quilos, com receita de US$ 167,5 milhões e um
preço médio de US$ 143,70 por saca.
Como comparação, em maio de 2018, as exportações brasileiras de café em grão totalizaram
1,414 milhão de sacas, e alcançaram 1,905 milhão de sacas em junho de 2017. A receita
média diária obtida com as exportações de café em grão foi de US$ 19,317 milhões na terceira
semana de junho (11 a 17). A média diária até agora no mês é de US$ 17,533 milhões, 47,4%
maior no comparativo com a média diária de maio de 2018, que foi de US$ 11,896 milhões.
Em relação a junho de 2017, quando a média diária dos embarques totais de café atingira US$
17,145 milhões, a receita média de exportações de café de junho/2018 é 2,3% maior, conforme
os dados acumulados até o dia 17. As informações partem da Secretaria de Comércio Exterior
(Secex).
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Queda na exportação de café por Santos vai beneficiar o Porto de Vitória
Coordenação de Comunicação da CODESA
19/06/2018
Com informações do G1 Santos, por Mariane Rossi
As exportações de café verde do Brasil despencaram 36,9% em maio, em comparação com o
ano passado, para 1,46 milhão de sacas de 60 kg – o menor volume exportado pelo país desde
fevereiro de 2004, quando o país embarcou 1,4 milhão de sacas. Os dados são do Conselho
dos Exportadores de Café (Cecafé).
O Porto de Santos se manteve na liderança, sendo a porta de saída de 83% das sacas de café
do Brasil em maio. Porém, assim como o cenário nacional, o cais santista apresentou uma
queda de 11,3% em comparação a maio de 2017. Empresários ainda estão embarcando sacas
que ficaram paradas nos armazéns por conta da greve dos caminhoneiros.
"Essa greve atingiu o volume de café que era para ser exportado, cerca de 400 mil sacas. Na
realidade, já esperávamos um nível menor que do maio do ano anterior. A greve não apenas
atingiu o volume de café embarcado, mas todo o comércio cafeeiro no interior, já que 100% do
transporte do produto para o Porto de Santos é feito por caminhão. Tudo ficou parado", diz
Moacir Delfim Leite, coordenador da Câmara Setorial de Exportadores de Café da Associação
Comercial de Santos.
Vitória
De acordo com ele, o Porto de Santos deverá perder uma parcela da exportação para outros
portos brasileiros. "A seca afetou a produção do café conilon. Agora, está voltando a produção
e o Brasil começou a ficar competitivo. O Porto de Vitória deve aumentar a exportação do
conilon e tirar uma considerável fatia do Porto de Santos. A produção da Bahia e norte do
Espírito Santo vai ser exportada por lá. A parcela de Santos deverá cair de 83% (hoje) para até
75%", comenta.
Em maio deste ano, o Brasil exportou um total de 1,7 milhão de sacas de café, com receita
cambial de US$ 258,6 milhões. Em relação ao mesmo mês do ano passado, houve uma queda
de 34,7% no volume de café exportado, o que reflete o momento da entressafra da produção,
somado aos impactos da greve dos caminhoneiros e das manifestações de diversos setores
que ocorreu durante o mês. Já em relação ao mês de abril, a queda foi de 28,3%.
No acumulado, de janeiro a maio de 2018, o Brasil registrou um total de 11.989.057 sacas
exportadas, queda de 7,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. A receita
cambial também teve declínio, alcançando US$ 1,88 bilhão. Segundo o presidente do Cecafé,
Nelson Carvalhaes, devido ao período de entressafra, já era prevista uma menor oferta para a
exportação, mas os protestos e a greve dos caminhoneiros contribuíram para a queda.
Emater-MG lança série de 28 minidocumentários com conteúdo técnico
Ascom Emater-MG
19/06/2018
No ano em que a Empresa de Assistência Técnica e
Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-
MG) completa 70 anos, uma novidade que é quase
um presente de aniversário, pela utilidade que pode
ter para quem trabalha e vive no meio rural. Trata-se
de uma série de 28 minidocumentários, com
conteúdo técnico sobre variados temas de interesse
da agricultura familiar, produtores rurais em geral e
extensionistas. O acervo, num total de 379 minutos,
poder ser assistido pelo site da Empresa.
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O trabalho, fruto de um convênio da Emater-MG com o Ministério da Ciência, Tecnologia e
Inovação, pode ser conferido também no Programa Minas Rural, que vai ao ar, pela Rede
Minas, aos sábados, 8h; domingo 9h e quarta-feira, 13h. O programa também é exibido pelas
emissoras Terra Viva, Agrobrasil, TV Horizonte, além de cerca de 15 emissoras pelo interior de
Minas, no site da Emater-MG e no Youtube. Os filmes estão sendo exibidos no quadro
semanal de Dicas Técnicas.
O presidente da Emater-MG, Glenio Martins, reforça que os filmes são mais uma forma de
disponibilizar conteúdo de qualidade, em plataformas que possam alcançar o maior público
possível. “Um trabalho feito de forma primorosa, com depoimentos de profissionais da área, de
produtores que estão adotando práticas inovadoras, tudo para demonstrar técnicas importantes
de manejo, gestão, arranjos que podem alavancar a produção e a comercialização dos
produtos da agricultura familiar. Sem falar na alta qualidade das imagens, um trabalho que
prende o telespectador do início ao fim”.
Segundo a coordenadora técnica estadual de Metodologia, Luciana Rocha, a seleção dos
temas e conteúdos priorizou as oito agendas estratégicas que a Emater-MG trabalha:
agroecologia; cadeia de valor da bovinocultura; comercialização e gestão; cadeia de valor do
café; inclusão produtiva e erradicação da pobreza; frutas, olerícolas e pequenos animais;
segurança hídrica e sustentabilidade ambiental; e juventude rural e sucessão na agricultura
familiar.
O objetivo, reforça a coordenadora, é que a empresa tenha um acervo de vídeos de alta
resolução e qualidade para utilização em cursos de capacitação, tanto dos extensionistas
quanto dos agricultores, podendo também ser utilizados em eventos. “Eles foram produzidos no
formato de documentário. Portanto, além do conteúdo técnico, as reportagens têm um lado
emocional e afetivo. São os produtores contando suas histórias”, explica.
Café ajuda equipes a trabalharem em conjunto
Diário da Saúde
19/06/2018
Um bom trabalho em equipe deve começar com uma xícara de café para todos.
Se não parece novidade, um grupo de psicólogos da Universidade do Estado de Ohio (EUA)
mediu o quanto a xícara de café no começo da reunião faz diferença.
Após a dose de cafeína quente, as pessoas passaram a dar mais opiniões positivas sobre o
desempenho do seu grupo em uma tarefa - e sobre a sua própria contribuição.
Um segundo experimento mostrou que as pessoas passaram a falar mais durante uma tarefa
em equipe quando estavam sob a influência do café com cafeína - mas elas também se
concentraram mais na tarefa do que seus colegas que beberam café descafeinado.
"Nós descobrimos que o aumento do estado de alerta foi o que levou aos resultados positivos
para o desempenho da equipe. De forma nada surpreendente, as pessoas que bebiam café
com cafeína tendiam a ficar mais alertas," resumiu o professor Amit Singh, que fez os
experimentos juntamente com Vasu Unnava e Rao Unnava, da Universidade da Califórnia em
Davis.
Manter a equipe alerta
Embora muitos estudos já tenham analisado como a cafeína afeta o desempenho individual,
este é o primeiro a examinar o impacto que a bebida tem sobre equipes em condições de
trabalho.
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O resultado interessante foi que as pessoas que se classificaram como mais alertas -
bebessem café com cafeína ou não - também tendiam a dar notas mais altas a si mesmas e
aos membros do grupo.
Isto sugere que qualquer intervenção que aumente o estado de alerta também pode produzir
resultados semelhantes. Ou seja, talvez o café possa ser substituído por exercícios antes da
tarefa. A equipe afirma que pretende aferir isso a seguir.
Os resultados foram publicados no Journal of Psychopharmacology.

Clipping cnc 19062018

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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 19/06/2018 Acesse: www.cncafe.com.br Cocatrel inicia o recebimento de café com possibilidade de recordes Ascom Cocatrel 19/06/2018 Chegamos no período de colheita e a Cocatrel comemora os resultados iniciais. Tudo indica que a cooperativa terá recorde no recebimento de café, já que os números mostram um aumento significativo, levando em conta o mesmo período das 10 últimas safras. Além da produtividade alta, em consequência da bienalidade positiva, a Cocatrel preparou-se muito bem para ter eficiência e rendimento em todos os processos, desde o descarregamento do café até a comercialização, passando pela classificação, que está sendo feita em um dia, possibilitando ao cooperado a venda rápida de seu produto. Além disso, a logística bem feita do transporte entre as centrais de recebimento e os armazéns da cooperativa, garante eficiência, redução de custo e agilidade. “Foi feito um planejamento baseado em dados das safras anteriores, que levou em conta a capacidade dos armazéns das filiais, para equalizar o tempo que cada uma delas suportaria receber café, com as projeções da safra atual. Nesse sentido, concluímos que fazer a transferência das centrais para os armazéns, antecipadamente, sem permitir que atinjam sua capacidade máxima, facilita o processo durante o pico da safra, sobrando espaço suficiente para receber bem os cafés dos cooperados”, explica Guilherme Pinelli, coordenador de automação da Cocatrel. Tudo isso faz com que a credibilidade da Cocatrel perante seus associados e o mercado aumente ainda mais e, como consequência, cooperados que já não mais depositavam seus cafés na cooperativa, estão retomando a confiança e voltando a movimentar por lá e, por todas as vantagens de ser um associado, só no último ano, cerca de mil novos cooperados se associaram à Cocatrel. Além da armazenagem, a Cocatrel está com maquinário pronto para preparar os cafés depositados em seus armazéns, serviço cada vez mais solicitado por seus cooperados. É válido ressaltar que a cooperativa tem capacidade de armazenamento estático de 1,750 milhão de sacas e rotativa de 2 milhões. Defensivos: gasto no País crescerá R$ 4,7 bi com volta da tributação sobre o insumo Agência Estado 19/06/2018 Clarice Couto Produtores brasileiros devem gastar R$ 4,748 bilhões a mais por ano com defensivos se for adiante a proposta do PSOL, hoje nas mãos do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, de aumentar a alíquota de ICMS e retirar a isenção de IPI para agroquímicos. O cálculo foi feito pelo Sindicato Nacional de Defesa Vegetal (Sindiveg), que preparou um estudo de 159 páginas para rebater a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5.553, ajuizada pelo partido e que ainda será apreciada por Fachin. O levantamento, obtido pelo Broadcast Agro, considera quais deverão ser os gastos adicionais para produtores de algodão, café, cana-de-açúcar, milho e soja dos principais Estados.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck O argumento do PSOL na ADI é de que as isenções tributárias violam "o direito fundamental ao meio ambiente equilibrado" e o "direito fundamental à saúde". A diretora executiva do Sindiveg, Silvia Fagnani, afirma que isso é um "equívoco", já que os agricultores precisam combater pragas nas lavouras. O Sindiveg pediu para ser admitido na ADI como amicus curiae, ou parte interessada, ao lado Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), e anexará o estudo ao processo. "A indústria pode até absorver o impacto nos primeiros meses, mas depois o preço vai aumentar e doer no bolso do produtor", alerta a executiva, que chama a atenção também para os reflexos na inflação. Com base no custo por hectare, os cotonicultores serão os mais penalizados, já que a despesa adicional deve variar de R$ 348,25 (em Mato Grosso do Sul) a R$ 382,72 (na Bahia), conforme o estudo. Já os sojicultores gastarão por hectare de R$ 59,02 (Tocantins) a R$ 182,30 (São Paulo) a mais com defensivos. Mas, considerando o fato de que ocupa a maior extensão em área semeada no País, a soja terá um acréscimo anual de R$ 2,932 bilhão nos gastos com agroquímicos, contra R$ 401,8 milhões extras nas lavouras de algodão. Outras culturas também seriam afetadas. No caso do café cultivado na Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná e São Paulo, o gasto médio com defensivos, por hectare, passaria de R$ 934,78 para R$ 1.110,10, um aumento médio de 14,6% a 17,9%. Com relação à cana-de- açúcar, o gasto médio com defensivos no País passaria de R$ 220,85/hectare para R$ 278,77/hectare, ou R$ 57,92 a mais por hectare. O estudo abrange, neste caso, as produções de Alagoas, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo. No milho, o acréscimo médio seria de R$ 55,97 por hectare com defensivos. O aumento variaria de R$ 32,17 por hectare (Bahia) a até R$ 120,91 por hectare (Minas Gerais), conforme o estudo do Sindiveg. Foram considerados também os Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A perda de rentabilidade média nas lavouras do cereal do País seria de 11,41%, sendo menos acentuada na Bahia (-1,80%) e mais aguda em Mato Grosso do Sul (- 59,8%), considerando que os Estados aplicam alíquotas diferentes de ICMS. Silvia Fagnani reclama do que considera um crescente "apetite" por tributar mais o agronegócio. "Temos escutado comentários neste sentido, mas o trabalho mostra que as empresas de defensivos têm uma carga alta de impostos", afirma. "Para segmentos dependentes de insumos importados, como os de agroquímicos e fertilizantes, a tributação é ainda maior. Ela cita o fato de que, enquanto produtos de cesta básica fabricados internamente têm carga tributária de 12,36%, o da cadeia de defensivos agrícolas chega 21,95%. É mais do que o setor de sementes paga (20,48%) ou de fertilizantes (21,95%), e menos que o de ração animal (33,23). No estudo, o Sindiveg diz que a indústria de agroquímicos também arca com impostos que somam 49,07% sobre os produtos que traz do exterior - a maioria das matérias- primas utilizadas na formulação dos defensivos vendidos no País. Sindiveg: comercialização caiu 7% em 2017 e somou US$ 8,9 bilhões Agência Estado 19/06/2018 Clarice Couto A venda de defensivos no ano passado recuou 7% em receita, para US$ 8,9 bilhões. Foi a quarta queda sucessiva desde o ano de 2014, quando o setor faturou US$ 12,3 bilhões. De lá para cá, o faturamento da indústria de agroquímicos caiu para US$ 9,6 bilhões em 2015 e US$ 9,5 bilhões em 2016. Os dados são do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg). O maior volume de vendas em 2017 foi do segmento de herbicidas, com US$ 3,1 bilhões ou 35% do total (considerando os herbicidas seletivos, para alvos específicos, e os não seletivos). As vendas de fungicidas somaram US$ 2,4 bilhões, ou 28% do total, e as de inseticidas, US$ 2,37 bilhões, 27% do faturamento do setor.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Mais da metade da receita do setor vieram das vendas para a cultura da soja - 52% do total, ou US$ 4,6 bilhões - no ano anterior, esse valor havia chegado a US$ 5,3 bilhões. A cana-de- açúcar aparece em segundo lugar, responsável por 12% do faturamento do setor de defensivos, ou US$ 1,04 bilhão. Em seguida, vem o milho (10%), com US$ 945,6 milhões; algodão (7%), US$ 599,1 milhões; e café (3%), com 246,5 milhões. O principal Estado consumidor do insumo foi Mato Grosso, que demandou 21% de todos os defensivos comercializados no País, no valor de US$ 1,8 bilhão. São Paulo foi o segundo maior comprador de agroquímicos, responsável por 15% das vendas do setor, ou US$ 1,3 bilhão. Na terceira posição ficou o Rio Grande do Sul, com 12% dos negócios, o equivalente a US$ 1,08 bilhão. Paraná, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul aparecem na sequência do ranking dos Estados onde mais foram vendidos defensivos. Colheita de café da safra 2018/19 alcança 20% na região de Caratinga (MG)] Agência SAFRAS 19/06/2018 Fábio Rübenich A colheita da safra 2018/19 de café arábica iniciou em maio e abrange neste momento cerca de 20% da produção esperada na região de Caratinga, Minas Gerais. "O clima predominantemente seco continua beneficiado os trabalhos", disse o gerente administrativo da Copercafé, Carlos Urbano, em entrevista à Agência SAFRAS. A safra deve ser "boa, pois choveu bem", disse Urbano, ainda sem apontar o tamanho da produção que será colhida na região, apenas indicando que será maior que a do ano passado devido ao ciclo bienal da cultura do café arábica, que alterna um ano de alta produção com outro de baixa. As temperaturas estão bastante baixas na região, gerando riscos de ocorrência de geadas fracas nas áreas produtoras de café, conhecidas como "geadas de capote". O mercado local tem preços razoáveis neste momento, disse o gerente da Copercafé. O café arábica bebida dura com 20% de catação, safra remanescente, vai sendo negociado por cerca de R$ 430,00 a saca de 60 quilos. "Não está ruim, mas também não está bom. O preço está apenas satisfatório", disse Urbano. Secex: exportações de café chegam a 1,165 milhão de sacas em junho Agência SAFRAS 19/06/2018 Lessandro Carvalho As exportações brasileiras de café em grão em junho, até o dia 17, com 11 dias úteis contabilizados, foram de 1.165.500 sacas de 60 quilos, com receita de US$ 167,5 milhões e um preço médio de US$ 143,70 por saca. Como comparação, em maio de 2018, as exportações brasileiras de café em grão totalizaram 1,414 milhão de sacas, e alcançaram 1,905 milhão de sacas em junho de 2017. A receita média diária obtida com as exportações de café em grão foi de US$ 19,317 milhões na terceira semana de junho (11 a 17). A média diária até agora no mês é de US$ 17,533 milhões, 47,4% maior no comparativo com a média diária de maio de 2018, que foi de US$ 11,896 milhões. Em relação a junho de 2017, quando a média diária dos embarques totais de café atingira US$ 17,145 milhões, a receita média de exportações de café de junho/2018 é 2,3% maior, conforme os dados acumulados até o dia 17. As informações partem da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Queda na exportação de café por Santos vai beneficiar o Porto de Vitória Coordenação de Comunicação da CODESA 19/06/2018 Com informações do G1 Santos, por Mariane Rossi As exportações de café verde do Brasil despencaram 36,9% em maio, em comparação com o ano passado, para 1,46 milhão de sacas de 60 kg – o menor volume exportado pelo país desde fevereiro de 2004, quando o país embarcou 1,4 milhão de sacas. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé). O Porto de Santos se manteve na liderança, sendo a porta de saída de 83% das sacas de café do Brasil em maio. Porém, assim como o cenário nacional, o cais santista apresentou uma queda de 11,3% em comparação a maio de 2017. Empresários ainda estão embarcando sacas que ficaram paradas nos armazéns por conta da greve dos caminhoneiros. "Essa greve atingiu o volume de café que era para ser exportado, cerca de 400 mil sacas. Na realidade, já esperávamos um nível menor que do maio do ano anterior. A greve não apenas atingiu o volume de café embarcado, mas todo o comércio cafeeiro no interior, já que 100% do transporte do produto para o Porto de Santos é feito por caminhão. Tudo ficou parado", diz Moacir Delfim Leite, coordenador da Câmara Setorial de Exportadores de Café da Associação Comercial de Santos. Vitória De acordo com ele, o Porto de Santos deverá perder uma parcela da exportação para outros portos brasileiros. "A seca afetou a produção do café conilon. Agora, está voltando a produção e o Brasil começou a ficar competitivo. O Porto de Vitória deve aumentar a exportação do conilon e tirar uma considerável fatia do Porto de Santos. A produção da Bahia e norte do Espírito Santo vai ser exportada por lá. A parcela de Santos deverá cair de 83% (hoje) para até 75%", comenta. Em maio deste ano, o Brasil exportou um total de 1,7 milhão de sacas de café, com receita cambial de US$ 258,6 milhões. Em relação ao mesmo mês do ano passado, houve uma queda de 34,7% no volume de café exportado, o que reflete o momento da entressafra da produção, somado aos impactos da greve dos caminhoneiros e das manifestações de diversos setores que ocorreu durante o mês. Já em relação ao mês de abril, a queda foi de 28,3%. No acumulado, de janeiro a maio de 2018, o Brasil registrou um total de 11.989.057 sacas exportadas, queda de 7,2% na comparação com o mesmo período do ano passado. A receita cambial também teve declínio, alcançando US$ 1,88 bilhão. Segundo o presidente do Cecafé, Nelson Carvalhaes, devido ao período de entressafra, já era prevista uma menor oferta para a exportação, mas os protestos e a greve dos caminhoneiros contribuíram para a queda. Emater-MG lança série de 28 minidocumentários com conteúdo técnico Ascom Emater-MG 19/06/2018 No ano em que a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater- MG) completa 70 anos, uma novidade que é quase um presente de aniversário, pela utilidade que pode ter para quem trabalha e vive no meio rural. Trata-se de uma série de 28 minidocumentários, com conteúdo técnico sobre variados temas de interesse da agricultura familiar, produtores rurais em geral e extensionistas. O acervo, num total de 379 minutos, poder ser assistido pelo site da Empresa.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck O trabalho, fruto de um convênio da Emater-MG com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, pode ser conferido também no Programa Minas Rural, que vai ao ar, pela Rede Minas, aos sábados, 8h; domingo 9h e quarta-feira, 13h. O programa também é exibido pelas emissoras Terra Viva, Agrobrasil, TV Horizonte, além de cerca de 15 emissoras pelo interior de Minas, no site da Emater-MG e no Youtube. Os filmes estão sendo exibidos no quadro semanal de Dicas Técnicas. O presidente da Emater-MG, Glenio Martins, reforça que os filmes são mais uma forma de disponibilizar conteúdo de qualidade, em plataformas que possam alcançar o maior público possível. “Um trabalho feito de forma primorosa, com depoimentos de profissionais da área, de produtores que estão adotando práticas inovadoras, tudo para demonstrar técnicas importantes de manejo, gestão, arranjos que podem alavancar a produção e a comercialização dos produtos da agricultura familiar. Sem falar na alta qualidade das imagens, um trabalho que prende o telespectador do início ao fim”. Segundo a coordenadora técnica estadual de Metodologia, Luciana Rocha, a seleção dos temas e conteúdos priorizou as oito agendas estratégicas que a Emater-MG trabalha: agroecologia; cadeia de valor da bovinocultura; comercialização e gestão; cadeia de valor do café; inclusão produtiva e erradicação da pobreza; frutas, olerícolas e pequenos animais; segurança hídrica e sustentabilidade ambiental; e juventude rural e sucessão na agricultura familiar. O objetivo, reforça a coordenadora, é que a empresa tenha um acervo de vídeos de alta resolução e qualidade para utilização em cursos de capacitação, tanto dos extensionistas quanto dos agricultores, podendo também ser utilizados em eventos. “Eles foram produzidos no formato de documentário. Portanto, além do conteúdo técnico, as reportagens têm um lado emocional e afetivo. São os produtores contando suas histórias”, explica. Café ajuda equipes a trabalharem em conjunto Diário da Saúde 19/06/2018 Um bom trabalho em equipe deve começar com uma xícara de café para todos. Se não parece novidade, um grupo de psicólogos da Universidade do Estado de Ohio (EUA) mediu o quanto a xícara de café no começo da reunião faz diferença. Após a dose de cafeína quente, as pessoas passaram a dar mais opiniões positivas sobre o desempenho do seu grupo em uma tarefa - e sobre a sua própria contribuição. Um segundo experimento mostrou que as pessoas passaram a falar mais durante uma tarefa em equipe quando estavam sob a influência do café com cafeína - mas elas também se concentraram mais na tarefa do que seus colegas que beberam café descafeinado. "Nós descobrimos que o aumento do estado de alerta foi o que levou aos resultados positivos para o desempenho da equipe. De forma nada surpreendente, as pessoas que bebiam café com cafeína tendiam a ficar mais alertas," resumiu o professor Amit Singh, que fez os experimentos juntamente com Vasu Unnava e Rao Unnava, da Universidade da Califórnia em Davis. Manter a equipe alerta Embora muitos estudos já tenham analisado como a cafeína afeta o desempenho individual, este é o primeiro a examinar o impacto que a bebida tem sobre equipes em condições de trabalho.
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck O resultado interessante foi que as pessoas que se classificaram como mais alertas - bebessem café com cafeína ou não - também tendiam a dar notas mais altas a si mesmas e aos membros do grupo. Isto sugere que qualquer intervenção que aumente o estado de alerta também pode produzir resultados semelhantes. Ou seja, talvez o café possa ser substituído por exercícios antes da tarefa. A equipe afirma que pretende aferir isso a seguir. Os resultados foram publicados no Journal of Psychopharmacology.