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Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
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Antártica
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setembro de
2005. Vê-se
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Um dos maiores problemas na Cartografia é o fato de precisar
representar a superfície curva da Terra em uma superfície
plana(mapa).
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EUA – 3D
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Japão: Antes e
depois da
tragédia
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Japão: Antes e
depois da
tragédia
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Japão: Antes e
depois da
tragédia
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-Uma projeção cartográfica é o resultado de um
conjunto de operações que permite representar em
um plano uma superfície esférica, em especial a da
Terra.
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-Uma projeção cartográfica é o resultado de um
conjunto de operações que permite representar em
um plano uma superfície esférica, em especial a da
Terra.
-qualquer que seja a projeção adotada, sempre
haverá algum tipo de distorção nas áreas, nas formas
ou nas distâncias da superfície terrestre.
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Os tipos de propriedades geométricas que caracterizam as projeções cartográficas, em
suas relações entre a esfera (Terra) e um plano, que é o mapa, são:
a)EQUIVALENTES – quando as áreas apresentam-se idênticas e as formas deformadas.
b)EQUIDISTANTES – distância permanece, distorção nas áreas.
c)CONFORMES - os ângulos são mantidos idênticos (na esfera e no plano) e as áreas são
deformadas.
c)AFILÁTICAS ou ARBITRÁRIAS – quando as áreas e os ângulos apresentam-se deformados.
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PRINCIPAIS PROJEÇÕES:
As projeções cilíndricas apresentam os paralelos e os
meridianos formando ângulos retos e deformações
em áreas de alta latitude
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Representa a região temperada (Áreas de médias
latitudes) ; apresentando distorções nos pólos e nas
regiões equatoriais.
Usada principalmente para representar uma região
específica.
Os meridianos se irradiam em linhas de um mesmo
ponto. E os paralelos são círculos com o mesmo centro.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
representa as regiões polares; e distorções quando
chega ao Equador.
Projeção em que os meridianos e paralelos são
projetados sobre um plano apoiado em um ponto
tangente ao globo.
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Essa projeção (elaborada no século XVI, período das grandes navegações)se transformou na
principal visão eurocêntrica do mundo.
Projeção CONFORME
(os ângulos são mantidos idênticos e
as áreas são deformadas)
Quando representada
nessa projeção, a
Groenlândia parece
ser maior que o Brasil
(que na realidade é 4
x maior)
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Batizado por Arno Peters de “Mapa por um mundo solidário”, foi apresentado com o sul na
parte superior e o norte na inferior.
Foi a forma que o cartógrafo alemão encontrou para se contrapor à manipulação contida nos
mapas convencionais.
Projeção
EQUIVALENTE (as
áreas apresentam-se idên-
ticos e as formas são
deformadas)
Com essa técnica
países de grandes
dimensões localiza-
dos na zona inter-
tropical (México, Bra-
sil, Índia) deixaram
de ter seus territórios
subestimados)
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É importante lembrar que o mapa de Peters surgiu em 1973, época em que muitos países se
livravam das amarras do colonialismo.
Tornou-se então, uma afirmação de liberdade na cartografia.
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Escala GEOGRÁFICA e escala CARTOGRÁFICA são
diferentes.
GEOGRÁFICA – define a escala de análise geográfica, o recorte espacial.
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Escala GEOGRÁFICA e escala CARTOGRÁFICA são
diferentes.
GEOGRÁFICA – define a escala de análise geográfica, o recorte espacial.
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Escala GEOGRÁFICA e escala CARTOGRÁFICA são
diferentes.
CARTOGRÁFICA – define a escala de representação no mapa, a
proporcionalidade entre o objeto real e o representado.
Expressa a relação entre o tamanho dos objetos representados na
planta, carta ou mapa e o tamanho deles na realidade.
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A escala do desenho pode classificar os mapas e as
cartas em:
-CADASTRAIS (1: 500 a 1: 10.000)
-TOPOGRÁFICOS (1: 25.000 a 1:250.000)
-GEOGRÁFICOS (1:500.000 a 1:1.000.000)
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A escala é considerada pequena quando se reduzem muito os
elementos (desenhar por exemplo o Planeta Terra)
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A escala é considerada pequena quando se reduzem muito os
elementos (desenhar por exemplo o Planeta Terra)
Lê-se: um para um mil duzentos e vinte milhões. ( 1:1.220.000)
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Por outro lado a escala é considerada grande quando os elementos são
pouco reduzidos.
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Ruas Bairros Cidades
O uso de planta, carta ou mapa, está diretamente associado à necessidade do usuário.
Conforme a escala vai gradativamente ficando menor ocorre um aumento da área a ser
Representada e uma diminuição no grau de detalhamento.
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COMO CALCULAR?
Calcular a distância real
Calcular a distância gráfica
Calcular o denominador da escala
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
1)Em um mapa do Brasil, a distância em linha reta entre Salvador e Porto Alegre é de
10cm. A escala do mapa é de 1:25.000.000.
Qual seria, então, a distância real?
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
1)Em um mapa do Brasil, a distância em linha reta entre Salvador e Porto Alegre é de
10cm. A escala do mapa é de 1:25.000.000.
Qual seria, então, a distância real?
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
1)Em um mapa do Brasil, a distância em linha reta entre Salvador e Porto Alegre é de
10cm. A escala do mapa é de 1:25.000.000
Qual seria, então, a distância real?
E=1:25.000.000
D=10 cm
D=10 * 25.000.000  D= 250.000.000
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
1)Em um mapa do Brasil, a distância em linha reta entre Salvador e Porto Alegre é de
10cm. A escala do mapa é de 1:25.000.000
Qual seria, então, a distância real?
E=1:25.000.000
D=10 cm
D=10 * 25.000.000  D= 250.000.000
Transformar em km (cortar 5 zeros)  D=2.500 km
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
b)Em um mapa com uma escala de 1:1.000.000, a distância real entre duas cidades é
de aproximadamente 90km. Qual seria a distância gráfica entre as duas cidades?
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
b)Em um mapa com uma escala de 1:1.000.000, a distância real entre duas cidades é
de aproximadamente 90km. Qual seria a distância gráfica entre as duas cidades?
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
b)Em um mapa com uma escala de 1:1.000.000, a distância real entre duas cidades é
de aproximadamente 90km. Qual seria a distância gráfica entre as duas cidades?
A distância no mapa praticamente sempre deve vir em CM
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
b)Em um mapa com uma escala de 1:1.000.000, a distância real entre duas cidades é
de aproximadamente 90km. Qual seria a distância gráfica entre as duas cidades?
A distância no mapa praticamente sempre deve vir em CM
Para transformar o km em cm deve-se acrescentar 5 zeros
D=90 km  D= 9.000.000 cm
E=1.000.000
d=9.000.000/1.000.000 9 cm
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
c)A distância real entre São Francisco e Nova York é de 4.200 km.
A distância sobre a carta é de 105 mm.
Com base nesses dados, descubra a escala do mapa a seguir.
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
c)A distância real entre São Francisco e Nova York é de 4.200 km.
A distância sobre a carta é de 105 mm.
Com base nesses dados, descubra a escala do mapa a seguir.
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
c)A distância real entre São Francisco e Nova York é de 4.200 km.
A distância sobre a carta é de 105 mm.
Com base nesses dados, descubra a escala do mapa a seguir.
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
c)A distância real entre São Francisco e Nova York é de 4.200 km.
A distância sobre a carta é de 105 mm.
Com base nesses dados, descubra a escala do mapa a seguir.
Transformar mm em cm (/por 10, ou tirar um 0)
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
c)A distância real entre São Francisco e Nova York é de 4.200 km.
A distância sobre a carta é de 105 mm.
Com base nesses dados, descubra a escala do mapa a seguir.
Transformar mm em cm (/por 10, ou tirar um 0)
d=105mm  d=10,5 cm
Transformar km em cm (acrescentar 5 zeros)
D=4.200 km  D=420.000.000
E=420.000.000/10,5  40.000.000
E=1/40.000.000
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
d)Sabendo-se, inicialmente, que a distância entre dois pontos, A e B, na planta de uma
determinada região é de 60cm, qual seria a distância real entre esses pontos agora
que se sabe que a escala é de 1:20.000?
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
d)Sabendo-se, inicialmente, que a distância entre dois pontos, A e B, na planta de uma
determinada região é de 60cm, qual seria a distância real entre esses pontos agora
que se sabe que a escala é de 1:20.000?
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Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5.
d)Sabendo-se, inicialmente, que a distância entre dois pontos, A e B, na planta de uma
determinada região é de 60cm, qual seria a distância real entre esses pontos agora
que se sabe que a escala é de 1:20.000?
d= 60 cm
E=20.000
D= 60 * 20.000
D=1.200.000
Para transformar em km (cortar 5 zeros)
D=12km
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Por exemplo: Exercício apostila página 35
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Por exemplo: Exercício apostila página 35
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A anamorfose distorce o tamanho de um país, região ou lugar, deixando-o com dimensões
proporcionais ao fenômeno que está sendo representado no referido mapa.
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A anamorfose distorce o tamanho de um país, região ou lugar, deixando-o com dimensões
proporcionais ao fenômeno que está sendo representado no referido mapa.
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A anamorfose distorce o tamanho de um país, região ou lugar, deixando-o com dimensões
proporcionais ao fenômeno que está sendo representado no referido mapa.
Anamorfose representando a distribuição populacional.
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Anamorfose representando o PIB por país.
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-CARTA – documento rico em detalhes
-MAPA – documento mais simples, com menor
riqueza de detalhes
-PLANTA – representa espaços menores, sem
considerar a curvatura da Terra.
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CARTA
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CARTA
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MAPA
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PLANTA
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-MAPAS GERAIS - Informações generalizadas.
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-MAPAS ESPECIAIS –
produzidos para uma utilização
específica (fins específicos)
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-MAPAS TEMÁTICOS –
representa temas específicos
-Topográficos
-Demográficos
-Vegetação...etc...
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A curva de nível é uma maneira de se representar graficamente as irregularidades, ou o relevo,
de um terreno
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Imagine uma montanha de 800 metros vista de cima. Seu formato é irregular, logo se traçarmos
uma linha contornando-a a 700 metros o desenho do contorno (uma curva) será diferente, e
menor, daquele que fizermos contornando-a a 100 metros, mais próximo da base. Esse desenho
do contorno a uma dada altitude, que deve ser a mesma em todos os pontos da linha, é a
chamada curva de nível e serve para representar o relevo de algum local nas plantas
topográficas.
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As curvas de nível recebem esse nome justamente por serem curvas “de mesma altitude”
(mesmo “nível”); em um esquema vemos essas altitudes indicadas como números sobre as
linhas que representam as curvas de nível, mas em uma fotografia com vista superior, como a
mostrada acima, nem sempre fica claro que cada curva de nível se encontra em uma mesma
altitude.
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Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Neste caso temos dois
conjuntos de curvas
concêntricas que formam
dois cumes relativamente
arredondados.
Mas, no cume da direita,
as altitudes são mais
elevadas e os declives são
mais acentuados na
vertente direita. A altitude
entre os dois cumes está
compreendida entre os 20
e 30 metros.
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O exemplo em cima mostra um perfil
topográfico mais complexo. temos
duas montanhas com formas muito
distintas. A da esquerda tem maiores
altitudes, tem um cume mais
pontiagudo, maiores declives e alguma
assimetria. A sua vertente direita tem
maiores declives que a vertente da
esquerda, como se pode ver no perfil e
nas curvas de nível que estão mais
juntas. O cume da esquerda tem uma
forma mais arredondada, menores
altitudes, mas continuamos na
presença de um relevo assimétrico: há
uma diferença de declives entre as
duas montanhas.
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Cartografia

  • 1. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 2. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 3. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Antártica África do Sul Oceano Atlântico Oceano Índico Uma vista global da Antártica, em 21 de setembro de 2005. Vê-se também parte dos Oceanos Pacífico e Índico, além de porção da África (NASA).
  • 4. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 5. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Um dos maiores problemas na Cartografia é o fato de precisar representar a superfície curva da Terra em uma superfície plana(mapa).
  • 6. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Encontrado 1930 Mesopotâmia 2.500 a.C
  • 7. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Pinturas Rupestres
  • 8. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Idade Média (retrocesso)
  • 9. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Idade Média (retrocesso) Geocentrismo
  • 10. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Heliocentrismo
  • 11. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Grandes Navegações (avanço)
  • 12. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Grandes Navegações (avanço) Sextante Bússola Astrolábio
  • 13. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 14. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 15. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 16. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia EUA – 3D
  • 17. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Japão: Antes e depois da tragédia
  • 18. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Japão: Antes e depois da tragédia
  • 19. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Japão: Antes e depois da tragédia
  • 20. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Uma projeção cartográfica é o resultado de um conjunto de operações que permite representar em um plano uma superfície esférica, em especial a da Terra.
  • 21. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -Uma projeção cartográfica é o resultado de um conjunto de operações que permite representar em um plano uma superfície esférica, em especial a da Terra. -qualquer que seja a projeção adotada, sempre haverá algum tipo de distorção nas áreas, nas formas ou nas distâncias da superfície terrestre.
  • 22. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Os tipos de propriedades geométricas que caracterizam as projeções cartográficas, em suas relações entre a esfera (Terra) e um plano, que é o mapa, são: a)EQUIVALENTES – quando as áreas apresentam-se idênticas e as formas deformadas. b)EQUIDISTANTES – distância permanece, distorção nas áreas. c)CONFORMES - os ângulos são mantidos idênticos (na esfera e no plano) e as áreas são deformadas. c)AFILÁTICAS ou ARBITRÁRIAS – quando as áreas e os ângulos apresentam-se deformados.
  • 23. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia PRINCIPAIS PROJEÇÕES: As projeções cilíndricas apresentam os paralelos e os meridianos formando ângulos retos e deformações em áreas de alta latitude
  • 24. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Representa a região temperada (Áreas de médias latitudes) ; apresentando distorções nos pólos e nas regiões equatoriais. Usada principalmente para representar uma região específica. Os meridianos se irradiam em linhas de um mesmo ponto. E os paralelos são círculos com o mesmo centro.
  • 25. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia representa as regiões polares; e distorções quando chega ao Equador. Projeção em que os meridianos e paralelos são projetados sobre um plano apoiado em um ponto tangente ao globo.
  • 26. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Essa projeção (elaborada no século XVI, período das grandes navegações)se transformou na principal visão eurocêntrica do mundo. Projeção CONFORME (os ângulos são mantidos idênticos e as áreas são deformadas) Quando representada nessa projeção, a Groenlândia parece ser maior que o Brasil (que na realidade é 4 x maior)
  • 27. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Batizado por Arno Peters de “Mapa por um mundo solidário”, foi apresentado com o sul na parte superior e o norte na inferior. Foi a forma que o cartógrafo alemão encontrou para se contrapor à manipulação contida nos mapas convencionais. Projeção EQUIVALENTE (as áreas apresentam-se idên- ticos e as formas são deformadas) Com essa técnica países de grandes dimensões localiza- dos na zona inter- tropical (México, Bra- sil, Índia) deixaram de ter seus territórios subestimados)
  • 28. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia É importante lembrar que o mapa de Peters surgiu em 1973, época em que muitos países se livravam das amarras do colonialismo. Tornou-se então, uma afirmação de liberdade na cartografia.
  • 29. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Escala GEOGRÁFICA e escala CARTOGRÁFICA são diferentes. GEOGRÁFICA – define a escala de análise geográfica, o recorte espacial.
  • 30. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Escala GEOGRÁFICA e escala CARTOGRÁFICA são diferentes. GEOGRÁFICA – define a escala de análise geográfica, o recorte espacial.
  • 31. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Escala GEOGRÁFICA e escala CARTOGRÁFICA são diferentes. CARTOGRÁFICA – define a escala de representação no mapa, a proporcionalidade entre o objeto real e o representado. Expressa a relação entre o tamanho dos objetos representados na planta, carta ou mapa e o tamanho deles na realidade.
  • 32. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A escala do desenho pode classificar os mapas e as cartas em: -CADASTRAIS (1: 500 a 1: 10.000) -TOPOGRÁFICOS (1: 25.000 a 1:250.000) -GEOGRÁFICOS (1:500.000 a 1:1.000.000)
  • 33. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A escala é considerada pequena quando se reduzem muito os elementos (desenhar por exemplo o Planeta Terra)
  • 34. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A escala é considerada pequena quando se reduzem muito os elementos (desenhar por exemplo o Planeta Terra) Lê-se: um para um mil duzentos e vinte milhões. ( 1:1.220.000)
  • 35. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por outro lado a escala é considerada grande quando os elementos são pouco reduzidos.
  • 36. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Ruas Bairros Cidades O uso de planta, carta ou mapa, está diretamente associado à necessidade do usuário. Conforme a escala vai gradativamente ficando menor ocorre um aumento da área a ser Representada e uma diminuição no grau de detalhamento.
  • 37. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia COMO CALCULAR? Calcular a distância real Calcular a distância gráfica Calcular o denominador da escala
  • 38. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. 1)Em um mapa do Brasil, a distância em linha reta entre Salvador e Porto Alegre é de 10cm. A escala do mapa é de 1:25.000.000. Qual seria, então, a distância real?
  • 39. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. 1)Em um mapa do Brasil, a distância em linha reta entre Salvador e Porto Alegre é de 10cm. A escala do mapa é de 1:25.000.000. Qual seria, então, a distância real?
  • 40. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. 1)Em um mapa do Brasil, a distância em linha reta entre Salvador e Porto Alegre é de 10cm. A escala do mapa é de 1:25.000.000 Qual seria, então, a distância real? E=1:25.000.000 D=10 cm D=10 * 25.000.000  D= 250.000.000
  • 41. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. 1)Em um mapa do Brasil, a distância em linha reta entre Salvador e Porto Alegre é de 10cm. A escala do mapa é de 1:25.000.000 Qual seria, então, a distância real? E=1:25.000.000 D=10 cm D=10 * 25.000.000  D= 250.000.000 Transformar em km (cortar 5 zeros)  D=2.500 km
  • 42. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. b)Em um mapa com uma escala de 1:1.000.000, a distância real entre duas cidades é de aproximadamente 90km. Qual seria a distância gráfica entre as duas cidades?
  • 43. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. b)Em um mapa com uma escala de 1:1.000.000, a distância real entre duas cidades é de aproximadamente 90km. Qual seria a distância gráfica entre as duas cidades?
  • 44. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. b)Em um mapa com uma escala de 1:1.000.000, a distância real entre duas cidades é de aproximadamente 90km. Qual seria a distância gráfica entre as duas cidades? A distância no mapa praticamente sempre deve vir em CM
  • 45. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. b)Em um mapa com uma escala de 1:1.000.000, a distância real entre duas cidades é de aproximadamente 90km. Qual seria a distância gráfica entre as duas cidades? A distância no mapa praticamente sempre deve vir em CM Para transformar o km em cm deve-se acrescentar 5 zeros D=90 km  D= 9.000.000 cm E=1.000.000 d=9.000.000/1.000.000 9 cm
  • 46. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. c)A distância real entre São Francisco e Nova York é de 4.200 km. A distância sobre a carta é de 105 mm. Com base nesses dados, descubra a escala do mapa a seguir.
  • 47. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. c)A distância real entre São Francisco e Nova York é de 4.200 km. A distância sobre a carta é de 105 mm. Com base nesses dados, descubra a escala do mapa a seguir.
  • 48. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. c)A distância real entre São Francisco e Nova York é de 4.200 km. A distância sobre a carta é de 105 mm. Com base nesses dados, descubra a escala do mapa a seguir.
  • 49. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. c)A distância real entre São Francisco e Nova York é de 4.200 km. A distância sobre a carta é de 105 mm. Com base nesses dados, descubra a escala do mapa a seguir. Transformar mm em cm (/por 10, ou tirar um 0)
  • 50. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. c)A distância real entre São Francisco e Nova York é de 4.200 km. A distância sobre a carta é de 105 mm. Com base nesses dados, descubra a escala do mapa a seguir. Transformar mm em cm (/por 10, ou tirar um 0) d=105mm  d=10,5 cm Transformar km em cm (acrescentar 5 zeros) D=4.200 km  D=420.000.000 E=420.000.000/10,5  40.000.000 E=1/40.000.000
  • 51. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. d)Sabendo-se, inicialmente, que a distância entre dois pontos, A e B, na planta de uma determinada região é de 60cm, qual seria a distância real entre esses pontos agora que se sabe que a escala é de 1:20.000?
  • 52. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. d)Sabendo-se, inicialmente, que a distância entre dois pontos, A e B, na planta de uma determinada região é de 60cm, qual seria a distância real entre esses pontos agora que se sabe que a escala é de 1:20.000?
  • 53. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35, número 5. d)Sabendo-se, inicialmente, que a distância entre dois pontos, A e B, na planta de uma determinada região é de 60cm, qual seria a distância real entre esses pontos agora que se sabe que a escala é de 1:20.000? d= 60 cm E=20.000 D= 60 * 20.000 D=1.200.000 Para transformar em km (cortar 5 zeros) D=12km
  • 54. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35
  • 55. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Por exemplo: Exercício apostila página 35
  • 56. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A anamorfose distorce o tamanho de um país, região ou lugar, deixando-o com dimensões proporcionais ao fenômeno que está sendo representado no referido mapa.
  • 57. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A anamorfose distorce o tamanho de um país, região ou lugar, deixando-o com dimensões proporcionais ao fenômeno que está sendo representado no referido mapa.
  • 58. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A anamorfose distorce o tamanho de um país, região ou lugar, deixando-o com dimensões proporcionais ao fenômeno que está sendo representado no referido mapa. Anamorfose representando a distribuição populacional.
  • 59. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Anamorfose representando o PIB por país.
  • 60. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -CARTA – documento rico em detalhes -MAPA – documento mais simples, com menor riqueza de detalhes -PLANTA – representa espaços menores, sem considerar a curvatura da Terra.
  • 61. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia CARTA
  • 62. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia CARTA
  • 63. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 64. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia MAPA
  • 65. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia PLANTA
  • 66. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -MAPAS GERAIS - Informações generalizadas.
  • 67. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de GeografiaOficina elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES - Geografia
  • 68. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -MAPAS ESPECIAIS – produzidos para uma utilização específica (fins específicos)
  • 69. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 70. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -MAPAS TEMÁTICOS – representa temas específicos -Topográficos -Demográficos -Vegetação...etc...
  • 71. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 72. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 73. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A curva de nível é uma maneira de se representar graficamente as irregularidades, ou o relevo, de um terreno
  • 74. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 75. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Imagine uma montanha de 800 metros vista de cima. Seu formato é irregular, logo se traçarmos uma linha contornando-a a 700 metros o desenho do contorno (uma curva) será diferente, e menor, daquele que fizermos contornando-a a 100 metros, mais próximo da base. Esse desenho do contorno a uma dada altitude, que deve ser a mesma em todos os pontos da linha, é a chamada curva de nível e serve para representar o relevo de algum local nas plantas topográficas.
  • 76. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia As curvas de nível recebem esse nome justamente por serem curvas “de mesma altitude” (mesmo “nível”); em um esquema vemos essas altitudes indicadas como números sobre as linhas que representam as curvas de nível, mas em uma fotografia com vista superior, como a mostrada acima, nem sempre fica claro que cada curva de nível se encontra em uma mesma altitude.
  • 77. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 78. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Neste caso temos dois conjuntos de curvas concêntricas que formam dois cumes relativamente arredondados. Mas, no cume da direita, as altitudes são mais elevadas e os declives são mais acentuados na vertente direita. A altitude entre os dois cumes está compreendida entre os 20 e 30 metros.
  • 79. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia O exemplo em cima mostra um perfil topográfico mais complexo. temos duas montanhas com formas muito distintas. A da esquerda tem maiores altitudes, tem um cume mais pontiagudo, maiores declives e alguma assimetria. A sua vertente direita tem maiores declives que a vertente da esquerda, como se pode ver no perfil e nas curvas de nível que estão mais juntas. O cume da esquerda tem uma forma mais arredondada, menores altitudes, mas continuamos na presença de um relevo assimétrico: há uma diferença de declives entre as duas montanhas.
  • 80. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 81. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
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