SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 113
Baixar para ler offline
CARTOGRAFIA
INTRODUÇÃO À
CARTOGRAFIA
1 – O que é cartografia?
É a arte de construir mapas a partir de
observações diretas ou do emprego de
dados.
2 – O que são mapas?
Conjunto de informações que
colaboram para localização no espaço
geográfico.
HISTÓRIA DA
CARTOGRAFIA
● Pré – história
● Necessidade de
localização no espaço;
● Desenho dos caminhos
em pedra;
● Roteiro nas paredes de
cavernas.
MAPA NA PRÉ-
HISTÓRIA
O MAPA NA
ANTIGUIDADE
● Colaboração dos mesopotâmios
- Mapas em disco de madeira
● Colaboração dos gregos:
- Reflexão filosófica
● Cosmografia
● Noção de esfericidade
● Sistema de latitude e longitude
● Mapa esférico e em papel
MAPA GREGO
MAPA NA IDADE
MÉDIA
● Retrocesso técnico;
● Anulação do conceito de
esfericidade;
● Coordenadas geográficas
desaparecem;
● Terra representada num disco
plano e circundado de água;
● Mapas T-O
Mapa T-O
CARTOGRAFIA NA
MODERNIDADE
● Grandes navegações
● Melhoria técnica
● Aperfeiçoamento náutico
● Novos territórios
● Criação dos portulanos
(Um portulano (do latim "portus
", porto), ou portolano, é uma
antiga carta náutica Europeia,
datada do século XIII ou
PORTULANO DA IDADE
MODERNA
A CARTOGRAFIA
HOJE
● Cartas temáticas
● Mapas digitais
● Sensoriamento remoto
● Aerofotogrametria
● Imagens fotograficas
MAPA HOJE
ORIENTAÇÃO
●ORIENTAR-SE: Significa
determinarmos a nossa posição
em relação aos pontos:
●Cardeais;
●Colaterais; e
●Subcolaterais.
Qual a importância de uma
pessoa orientada no
espaço?
● Saber onde está e qual o rumo
a seguir.
● Prestar informações a outras
pessoas sobre sua posição na
superfície da Terra.
FORMAS DE
ORIENTAÇÃO
ROSA DOS VENTOS;
BÚSSOLA;
ORIENTAÇÃO PELO SOL
A ROSA-DOS-VENTOS
Meios de orientação naturais:
● Hemisfério Norte – Estrela Polar;
● Hemisfério Sul - Cruzeiro do Sul.
Meios de orientação
artificiais:
● Bússola – indica o norte magnético da
Terra (1400 km ao sul do norte
geográfico);
● Rádio e radares – são instrumentos
usados na navegação;
● Global Positioning System (GPS): sistema
eletrônico que se apóia nos satélites
artificiais. Usa latitude e longitude
(graus, minutos e segundos). (° / ‘ / “)
● Este assunto será tratado com mais
detalhe na próxima aula.
Meios de orientação:
BÚSSOLA
Meios de
orientação:
GPS
Os movimentos da Terra
(translação –
consequências):
● As estações do ano (365d, 5h e
48seg.);
● Desigual distribuição de luz e
calor;
● Sucessões dos solstícios e
equinócios.
TRANSLAÇÃO:
Os movimentos da Terra
(rotação – consequências):
● Os dias e as noites (23h, 56’ e 4” –
dia sideral e 24h dia solar);
● Achatamento polar;
● Circulação atmosférica;
● Correntes marítimas;
● Nível do mar mais elevado no leste;
● Desvio dos corpos em queda livre
para o leste (o movimento é na
direção W-L);
● Fusos horários.
Sentido do movimento
da Terra
MOVIMENTOS DA TERRA
E ESTAÇÕES DO ANO
●Antigamente, achavam que
nosso planeta era o centro do
Sistema Solar, com o Sol e os
planetas girando à sua volta.
Engano! Muita gente morreu
tentando provar o contrário: que é
a Terra que gira ao redor do Sol.
A Terra e o Sistema Solar
A Terra é o terceiro
Planeta em ordem de
afastamento do
Sol (centro do nosso
Sistema Solar) e o
quinto em tamanho.
FORMA DO PLANETA TERRA
A Terra é redonda, mas não é uma esfera
perfeita,
já que é levemente achatada nos pólos,
recebendo por isso, o nome de geóide.
MOVIMENTO DE ROTAÇÃO
A rotação é o movimento que a Terra executa
em
torno de si mesma, ou seja, em torno
de um eixo imaginário que a atravessa do pólo
Sul ao pólo Norte.
Esse movimento tem a duração de 23 horas,
56
minutos e 4 segundos, aproximadamente 24
horas ou um dia.
MOVIMENTO DE TRANSLAÇÃO
Translação é o movimento que a Terra
executa ao deslocar-se em torno
do Sol. Esse movimento se
completa no período de 01 ano ou
mais precisamente, 365 dias e
seis horas, portanto,
esse movimento é responsável pelo
ano e pelas estações do ano e é
realizado
concomitante ao movimento de rotação.
DEFININDO SOLSTÍCIO E EQUINÓCIO
Percebemos na figura que
ao percorrer sua órbita ao
redor do Sol a Terra é
iluminada pelos raios
solares de maneiras
diferentes conforme
sua posição.
Observamos que nos dias 23
de setembro e 21 de
março, ambos os hemisférios
terrestres são igualmente
Iluminados, porém nos dias
22
de dezembro
e 22 de junho, os
hemisférios
sul e norte diferem quanto
a iluminação.
Em 22 de Dezembro, devido
à
inclinação do eixo terrestre, o
hemisfério sul recebe mais
luz
solar, marcando assim o
início
do verão neste hemisfério,
conseqüentemente o início
do
inverso no hemisfério norte.
Em 21 de março e 23 de
setembro a Terra se encontra
em posições tais que ambos
os
hemisférios são igualmente
iluminados, marcando assim
o início das estações outono
e
primavera.
Chama-se SOLSTÍCIO as
posições em que a Terra se
encontra em 22 de dezembro
e
22 de junho. Dizemos, então,
que o dia 22 de dezembro é
solstício de verão no
hemisfério
sul e solstício de inverno no
hemisfério norte.
Chama-se EQUINÓCIO as
posições em que a Terra se
encontra em 23 de setembro
e
21 e de março. Dizemos,
então,
que o dia 23 de setembro é
equinócio de primavera no
hemisfério sul e equinócio de
outono no hemisfério norte.
CONCLUINDO: solstício
e equinócio
●No equinócio de março, tanto o dia como a
noite são de 12 horas. Essa data consolida o
começo da primavera no hemisfério norte e o
início do outono no hemisfério sul. Nos
equinócios de setembro, os hemisférios norte
e sul apresentam dia e noite com duração
igual (12 horas).
●Essa data marca o princípio do outono no
hemisfério norte e da primavera no hemisfério
sul.
CONCLUINDO: solstício e
equinócio
●Os solstícios são identificados em períodos
do ano em que um dos hemisférios (norte-
sul) se encontra submetido a uma intensa
quantidade de luz solar sobre a superfície,
enquanto o outro recebe uma incidência de
luminosidade mais modesta.
●Os solstícios ocorrem duas vezes ao ano,
em junho e dezembro.
●Determina o verão em um hemisférios e
inverno no outro e vice-versa.
A Aurora polar é um fenômeno óptico composto
de um brilho observado nos céus noturnos
observados em regiões próximas às zonas
polares, em decorrência do impacto negativo
de partículas do vento solar no campo magnético
solar. No hemisfério norte é conhecida como
Aurora Boreal. No hemisfério sul, Aurora
Austral.
Esse fenômeno é resultado dos equinócios.
Sol da meia-noite é a designação comum
para o fenômeno que ocorre
nas latitudes acima de 66º 33’ 39" N ou S,
ou seja para além do círculo polar ártico
ou do círculo polar antártico,
quando o Sol não se põe durante pelo
menos 95 horas seguidas.
Esse fenômeno é resultado dos solstícios.
O Sol à meia –
noite no Cabo
Norte (Nordkapp),
Noruega.
Aurora Boreal no
Alaska.
RESPONDA:
● Quais são os meios de
orientação naturais?
● Quais são as conseqüências do
movimento de translação?
● Quais são as conseqüências do
movimento de rotação?
COORDENADAS
GEOGRÁFICAS
●São um conjunto de linhas
imaginárias traçadas sobre o
globo que permitem localizar
qualquer ponto na superfície
terrestre. As coordenadas
constituem a melhor forma de
localização geográfica.
PARALELOS
São linhas paralelas à linha do Equador que
cortam o globo de leste à oeste. Vai de 0º à 90º sul
e norte.
Cada paralelo tem seu
valor dado em graus. Os
graus de cada paralelo
denominam-se
LATITUDE. Portanto,
falamos, por exemplo, que
a linha do Equador possui
0º de latitude.
Veja os exemplos a
seguir:
LATITUDE
60º Latitude Norte
30º Latitude Norte
0º Latitude
15º Latitude Sul
45º Latitude Sul
MERIDIANO
São linhas paralelas à linha do Meridiano de
Greenwich que cortam o globo de norte à sul. Vai
de 0º à 180º leste e oeste.
Cada meridiano tem seu
valor dado em graus. Os
graus de cada meridiano
denominam-se
LONGITUDE. Portanto,
falamos, por exemplo, que
o meridiano de Greenwich
possui 0º de longitude.
Veja os exemplos a
seguir:
LONGITUDE 120º Longitude
Leste
45º Longitude
Leste
130º Longitude
Oeste
15º Longitude
Oeste
Localizando os
pontos
A
B
C
D
A
40º Latitude Norte
60º Longitude Leste
B
20º Latitude Sul
20º Longitude Oeste
C
80º Latitude Norte
40º Longitude Oeste
D
20º Latitude Sul
140º Longitude Leste
Qual o continente que
está localizado
a 60º Latitude Norte
e 40º Longitude Leste?
EUROPA
FUSOS
HORÁRIOS
●. O sistema de fuso
foi adotado na
Conferência
Internacional do
Meridiano, em 1844
●A Terra leva 24 horas para realizar
um giro completo. Sendo a esfera
de 360 graus, a cada hora ocorre o
deslocamento de 15 graus
(360/24=15). Logo, são 24 faixas
de fusos. Uma faixa de fuso é
definida como 7,5 graus a leste e
7,5 a oeste a partir de cada faixa
de 15 graus, partindo de
Greenwich
PARA QUE SERVEM OS
FUSOS HORÁRIOS
● Padronização das horas conforme o
movimento de rotação da Terra e a
incidência solar;
● Facilita as comunicações nas
diversas partes do mundo;
● Facilita programação das viagens
nacionais e internacionais;
● Possibilita a integração de empresas
transnacionais e mercados de valores
no mundo, entre outros.
●A Terra gira de oeste para leste,
de modo que as localidades
situadas a leste veêm o sol nascer
primeiro. Pode-se concluir que
essas localidades possuem a hora
adiantada. O Japão, por exemplo,
está situado 12 fusos a leste do
Brasil, seus habitantes veêm o sol
nascer primeiro do que nós.
FUSOS HORÁRIOS
Tipos de hora:
● Hora legal – tem por base o
meridiano de Greenwich.
● Hora local – é determinada pelo
movimento aparente do Sol.
● Horário de verão: é adotado nas
regiões de médias latitudes no
período de maior insolação (verão)
com o objetivo de reduzir o
consumo de energia. (Aumenta-se
1 hora).
FUSOS HORÁRIOS
FUSOS HORÁRIOS
BRASILEIROS
●O território brasileiro está localizado a oeste
do meridiano de Greenwich e, devido à sua
grande extensão longitudinal, compreende
TRÊS fusos horários (incluindo o que
abrange Fernando de Noronha.
●O primeiro fuso (30º O) tem duas horas a
menos que a GMT.
●O segundo fuso (45º O), o horário oficial de
Brasília, é três horas atrasado em relação à
GMT.
●O terceiro fuso (60º O) tem quatro horas a
menos que a GMT.
Os três fusos horários do Brasil
em vigor desde o dia 24 de junho
de 2008
REGRINHAS PARA
RESOLVER EXERCÍCIOS
DE FUSOS HORÁRIOS
1ª – Movimento de Rotação; a
Terra gira em seu próprio eixo;
dura aproximadamente 24.
2ª – Sentido do Movimento de
Rotação: de Oeste para Leste.
3ª – Para Oeste a hora está
atrasada e para Leste a hora está
adiantada.
4ª – A Terra tem 24 fusos
horários: 12 para Leste, 12 para
Oeste.
5ª – Cada Fuso vale 15 graus;
360 dividido por 24 horas/fusos;
cada fusos tem 1h; Volta em torno
da Terra: 40.000 km, 40.000 km
dividido por 24 fusos/horas =
1666 km para cada fuso na altura
da Linha do Equador, na latitude
zero.
6ª – Se as localidades se
localizam no mesmo hemisfério.
Se sim, subtrai-se; se não, soma-
se os graus entre as localidades;
o resultado se divide 15; o
resultado dessa divisão será a
diferença horária entre as
localidades.
7ª – Caso sobre resto na divisão
por 15, devemos multiplicar por 4
que é a quantidade de minutos
para cada grau e o resultado
junta-se à diferença horária.
8ª – Para encontrar a hora
desejada, primeiramente pega-se
a hora dada soma-se com a
diferença horária caso a
localidade desejada esteja a
Leste e subtrai-se caso a
localidade esteja a Oeste, o
resultado será o horário que se
deseja saber.
9ª – O Brasil tem apenas 3 fusos
horários desde 2008, antes disso,
tinha 4 fusos.
10ª – Só adotam o horário de verão os
países que estão afastados da Linha do
Equador, seja para Norte, seja para Sul.
No Brasil, as Regiões Norte e Nordeste
não adotam horário de verão porque
estão próximas da Linha do Equador,
ao contrário das Regiões Centro-Oeste,
Sudeste e Sul, que estão afastadas.
●13ª – Ler o enunciado da questão e identifique a
cidade-origem (aquela que o exercício já
apresenta a hora local) e a cidade-destino
(aquela que o enunciado deseja que você
descubra a hora certa).
●Veja o exemplo:
●(UFJF) Em função dos fusos horários
observados no território brasileiro, quando, na
cidade de Recife (GMT: –3), forem 6h, quantas
horas serão na cidade de Porto Velho (GMT: –4),
não considerando o horário de verão?
●cidade-origem: Recife-PE
●cidade-destino: Porto Velho-RO
●13ª.1 – Em seguida, deve-se descobrir
a diferença de fusos entre essas duas
localidades, aplicando a seguinte regra:
●GMT + com GMT + ==> SUBTRAIA
(menos)
●GMT – com GMT – ==> SUBTRAIA
(menos)
●GMT + com GMT – ==> SOME (mais)
Ou seja, localidades dentro de
um mesmo hemisfério, subtrai-
se.
●No exercício citado acima,
temos:
●GMT – com GMT –, portanto,
subtraia:
●4 – 3 = 1
●A diferença entre Recife e Porto
Velho é de apenas 1 fuso horário.
●13ª.2 – Depois de calculada a diferença de fusos,
deve-se descobrir se o(s) fuso(s) horário(s) são
adiantados ou atrasados em relação a cidade-origem.
●Em direção ao leste ==> fusos adiantados (soma)
●Em direção ao oeste ==> fusos atrasados
(subtração)
●W (oeste) ________________ (leste) E
●– atrasados _________ adiantados +
●No exercício citado acima, temos um deslocamento
em direção ao oeste, portanto devemos subtrair 1
fuso horário à hora local da cidade-origem.
●W (oeste) ... - 8, - 7, - 6, - 5, - 4, - 3, - 2, - 1, 0, + 1, +
2... E (leste)
●13ª.3 – No fim, deve-se somar
ou subtrair o(s) fuso(s) à hora da
cidade-origem, apresentada na
questão.
●6h (hora do Recife) – 1 (fuso
horário) = 5h (hora de Porto
Velho)
EXERCÍCIO
RESOLVIDO
●O jogo “Brasil x Austrália” da Copa do Mundo da
Alemanha será exibido aqui no Brasil (horário de
Brasília: GMT: – 3) no dia 18 de junho às 13 horas.
A que horas os jogadores entrarão em campo no
horário alemão (GMT: + 1)?
●localidade-origem: Brasil (GMT: – 3)
●localidade-destino: Alemanha (GMT: + 1)
●GMT – com GMT +, portanto, soma-se: 3 + 1= 4
●Deslocamento em direção ao leste, portanto, soma-
se:
●W (oeste) ... - 5, - 4, - 3, - 2, - 1, 0, + 1, + 2... E
(leste)
●13h (horário do Brasil) + 4h (fusos horários) = 17h
(horário da Alemanha)
●14ª – QUESTÕES
ENVOLVENDO GRAUS
●Simples: basta transformar os
graus em GMT.
●Para isso divida-o por 15º e se
for W (oeste), o GMT será
negativo (–), se for E (leste), o
GMT será positivo (+).
EXERCÍCIOS
RESOLVIDOS
●(FUVEST) A cidade de São Paulo está situada no fuso horário
45 graus oeste. Quando em São Paulo forem 13 horas, que
horas serão numa cidade localizada no fuso 75 graus Leste?
●Transformando graus em GMT:
●São Paulo: 45ºW ÷ 15º = GMT –3
●Outra cidade: 75ºE ÷ 15°= GMT +5
●cidade-origem: São Paulo (GMT: –3)
●cidade-destino: outra cidade (GMT: + 5)
●GMT – com GMT +, portanto, soma-se: 3 + 5= 8
●Deslocamento em direção ao leste, portanto, soma-se:
●W (oeste) ... - 5, - 4, - 3, - 2, - 1, 0, +1, + 2, +3, +4, +5, +6... E
(leste)
●13h (horário de São Paulo) + 8h (fusos horários) = 21h
(horário da outra cidade)
●(UEG 2005) Um avião decolou do aeroporto da cidade A
(45°W) às 7 horas com destino à cidade B (120°W). O vôo tem
duração de oito horas. Que horas serão na cidade B quando o
avião pousar?
●Transformando graus em GMT:
●Cidade A: 45ºW ÷ 15º = GMT –3
●Cidade B: 120ºW ÷ 15°= GMT –8
●cidade-origem: A (GMT: –3)
●cidade-destino: B (GMT: –8)
●GMT – com GMT –, portanto, subtrai-se: 8 – 3 = 5
●Deslocamento em direção ao oeste, portanto, subtrai-se:
●W (oeste) ... - 9, - 8, - 7, - 6, - 5, - 4, - 3, - 2, - 1, 0, +1, + 2,... E
(leste)
●7h (horário da cidade A) – 5h (fusos horários) + 8h (duração do
vôo) =
●10h (horário da cidade B quando o avião aterrissar)
● Brasília fica a 45°W de
Greenwich e os relógios
marcam 8 horas. Que horas
serão na cidade de Rio Branco,
AC que fica a 75°W?
● Na cidade de Cruzeiro do Sul,
AC a 75°W os relógios marcam
23 horas do dia 31/12/2007,
que horas serão em Fernando
de Noronha, que fica no
primeiro fuso brasileiro, ou
seja, -2 horas em relação a
Greenwich?
● Sabendo-se que na cidade A
são 4h 16min 9seg. no
momento em que na cidade B
são 5h 19min e 10seg.
Determine a longitude de B em
relação a A.
● Suponha que em uma cidade A,
localizada a 120°L de
Greenwich, os relógios
marquem 11:00 h. Que horas
serão noutra cidade B,
localizada a 75°L de
Greenwich?
● Em uma cidade X, com
longitude 150°L, são 18:00
horas. No mesmo instante, em
uma cidade Y são 4:00 horas
(hora local). Qual a longitude da
cidade Y?
● Quando em uma cidade X,
localizada a 51°O, for 14:00
horas, qual a hora solar em
uma cidade Y, localizada a
34°L?
● Um avião sai de Manaus a
60°W às 12 horas com destino
a Salvador, a 45°W. O vôo tem
duração de 5 horas. Que horas
serão na capital baiana quando
a aeronave aterrissar?
● No observatório de Greenwich são 6 horas
da tarde, isto é, 18 horas em ponto, numa
cidade asiática, no mesmo momento, são
3h 18min 58seg da madrugada do dia
seguinte. Qual a longitude da cidade
asiática em relação ao meridiano de
Greenwich?
Observe o mapa a seguir e responda à questão
adiante.
Desconsiderando horários de verão locais, as
coordenadas geográficas do mapa permitem,
também, deduzir que uma competição esportiva que
ocorra em Sydney, às 16 horas, é assistida através
da TV, ao vivo, em Nova York, à(s)
a) 7 horas.
b) 8 horas.
c) 2 horas.
d) 1 hora.
e) meia-noite
Observe a figura a seguir.
No dia 10 de janeiro, às 8h, um navio cargueiro,
em sua rota, cruza a Linha Internacional da Data
no sentido Oeste (Gr).
Após ter cruzado a referida linha, que dia e hora
local são registrados no navio?
a) 9 de janeiro, 7h.
b) 9 de janeiro, 8h.
c) 10 de janeiro, 9h.
d) 10 de janeiro, 10h.
FUSOS HORÁRIOS
ESCALA CARTOGRÁFICA
ESCALA CARTOGRÁFICA
A escala é uma proporção matemática, ou
seja, uma relação numérica entre o mapa e
a realidade que ele representa
A proporção entre a terra e seu mapa
chama-se escala.
Qual mapa tem menor
escala? E maior?
GRANDE ESCALA
MÉDIA ESCALA
PEQUENA ESCALA
ESCALA CARTOGRÁFICA
ESCALA CARTOGRÁFICA
SE A ESCALA INDICA UMA PROPORÇÃO A
RELAÇÃO É INVERSA, OU SEJA, UMA PEQUENA
ESCALA COBRE UMA GRANDE PORÇÃO DO
TERRENO
Por exemplo, uma escala de 1/25.000 significa que 1 centímetro ou
qualquer outra unidade de comprimento, no mapa, está representado
25.000 vezes menor do que no terreno.
Assim podemos transformar as unidades (cm; m; km)
Este número pode parecer estranho, mas um metro tem 100
centímetros; assim, cada centímetro neste mapa representa exatamente
250 metros no terreno.
ESCALA CARTOGRÁFICA
ESCALA CARTOGRÁFICA
Considere os mapas A, B e C
Pode-se dizer que
a) os três mapas apresentam a mesma riqueza de detalhes.
b) os mapas A e B apresentam maior riqueza de detalhes que o
mapa C.
c) o mapa B é proporcionalmente cinco vezes maior que o mapa
C.
d) o mapa C apresenta maior riqueza de detalhes que o mapa A.
e) os três mapas possuem o mesmo tamanho.
ESCALA CARTOGRÁFICA
TIPOS DE REPRESENTAÇÃO DA ESCALA
ESCALA CARTOGRÁFICA
Escala numérica
É representada por uma fração:
O numerador representa uma distância no mapa
O denominador, a distância correspondente no terreno.
Assim, escala (E) é: E = d / D,
onde:
d é a distância entre dois pontos no mapa e
D a distância entre esses mesmos dois pontos no terreno.
ESCALA CARTOGRÁFICA
EXEMPLO
Uma escala 1/100.000
Qualquer medida linear no mapa (d) é, no terreno (D),
100.000 vezes maior.
A escala numérica pode ser representada por qualquer uma
das seguintes formas (grafia):
1:100.000
ou
1/100.000.
ESCALA CARTOGRÁFICA
Escala gráfica
Representa as distâncias no terreno sobre uma linha
graduada.
Normalmente, uma das porções da escala está dividida em
décimos, para que se possa medir as distâncias com maior
precisão.
É mais indicada para se visualizar a escala e para medir
distâncias.
EXEMPLO
QUAL A DISTÂNCIA ENTRE EIFFEL E C. ELYSSES?
?
6cm
QUAL A DISTÂNCIA ENTRE EIFFEL E C. ELYSSES?
4800m ou 4.8 Km
6cm
1cm
PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS
– “A ARTE NA CONSTRUÇÃO DE
MAPAS”
O que são e para que foram
desenvolvidos os sistemas
de projeções cartográficas
?
● Os sistemas de projeções constituem-se de uma
fórmula matemática que transforma as coordenadas
geográficas, a partir de uma superfície esférica
(elipsoidal), em coordenadas planas, mantendo
correspondência entre elas. O uso deste artifício
geométrico das projeções consegue reduzir as
deformações, mas nunca eliminá-las.
●Os sistemas de projeções cartográficas foram
desenvolvidos para dar uma solução ao problema da
TIPOS DE PROJEÇÕES
CARTOGRÁFICAS:
1. PLANA
2. CILINDRICA
3. CÔNICA
A melhor maneira de representar a
superfície da Terra é por meio de
globos, nos quais se conservam
exatamente as posições relativas de
todos os pontos e as dimensões são
1 - PROJEÇÃO PLANA, POLAR OU AZIMUTAL
PROJEÇÃO PLANA
● As projeções azimutais (planas ou polares) são
executadas a partir de um plano tangente sobre a esfera
terrestre; o ponto de tangência se torna o centro dessa
representação cartográfica.
● As áreas próximas a esse ponto de tangência apresentam
pequenas deformações; entretanto, as mais distantes são
muito distorcidas.
● As projeções azimutais são as mais usadas
geopoliticamente, pois podem realçar o "status" de um país
em relação aos demais da Terra.
● Os agentes da globalização, como os bancos
internacionais e as transnacionais, dão preferência à
projeção azimutal, colocando evidentemente o ponto de
tangência em suas sedes, nos países centrais.
2 - PROJEÇÃO CILINDRICA
PROJEÇÃO CILINDRICA
● As projeções cilíndricas são denominadas assim
porque são feitas pelo envolvimento da esfera terrestre
por um cilindro tangente à ela.
● Elas apresentam o inconveniente de deformar as
superfícies nas altas latitudes, mantendo as baixas
latitudes em forma e dimensão mais próximas do real.
● A única coordenada que se apresenta em seu tamanho
original é a do Equador, nessas projeções cilíndricas, que
se caracterizam por apresentarem os paralelos e os
meridianos retos e perpendiculares entre si. Elas são as
projeções mais utilizadas e conhecidas.
● As duas projeções cilíndricas mais conhecidas são as de
Mercator e a de Peters. Entre elas vamos traçar um
quadro de diferenciações, embora sejam do mesmo tipo
de projeção.
PROJEÇÃO DE MERCATOR
PROJEÇÃO DE MERCATOR
● A projeção de Mercator é a mais antiga. Foi criada
no século XVI, quando se iniciou o processo de
expansão da burguesia mercantil européia sobre o
mundo.
● Reflete, pois, uma ideologia eurocentrista – para a
Europa convergiam os espaços da produção e
circulação desde o século XVI até a II Guerra
Mundial.
● Mercator fez uma projeção cilíndrica conforme, isto
é, não deformou os ângulos de latitude e longitude,
portanto as distâncias angulares e lineares (estas no
Equador) são precisas.
VANTAGENS E LIMITAÇÕES DA PROJEÇÃO DE
MERCATOR
VANTAGENS DA PROJEÇÃO DE MERCATOR
1. Os meridianos são representados por linhas retas, os paralelos e o equador são representados por
um segundo sistema de linhas retas, perpendicular à família de linhas que representam os meridianos.
2. É fácil identificar os pontos cardeais numa Carta de Mercator.
3. É fácil determinar as coordenadas de qualquer ponto representado numa Carta de Mercator.
4. Os ângulos medidos na superfície da Terra são representados por ângulos idênticos na carta;
assim, direções podem ser medidas diretamente na carta. Na prática, distâncias também podem ser
medidas diretamente na carta.
5. Facilidade de construção (construção por meio de elementos retilíneos).
6. Existência de tábuas para o traçado do reticulado.
LIMITAÇÕES DA PROJEÇÃO DE MERCATOR
1. Deformação excessiva nas altas latitudes.
2. Impossibilidade de representação dos pólos.
3. Círculos máximos, exceto o Equador e os meridianos, não são representados por linhas retas
(limitação notável nas Cartas de Mercator de pequena escala, representando uma grande área).
PROJEÇÃO DE PETERS
PROJEÇÃO DE PETERS
● A projeção de Arno Peters surgiu apenas em 1973,
durante a Guerra Fria e as crises petrolíferas que
abalaram o mundo.
● Ideologicamente é uma projeção geopolítica de países
subdesenvolvidos, ou seja, os países e continentes
são representados relativamente com seu tamanho
real, expondo uma idéia de igualdade internacional.
● Na projeção de Peters, as distâncias e as formas das
superfícies foram relegadas a segundo plano, a fim de
enfatizar os tamanhos das áreas representadas
cartograficamente.
● Os países e continentes situados em baixas latitudes
ficam alongados no sentido N-S, enquanto os situados
em altas latitudes ficam como que esgarçados no
sentido L-O porque as distâncias angulares entre os
paralelos são diminuídas gradativamente do Equador
para os pólos.
3 – PROJEÇÃO CÔNICA
PROJEÇÃO CÔNICA
● Nesta projeção os meridianos
convergem para os pólos e os
paralelos são arcos
concêntricos situados a igual
distância uns dos outros.
● São utilizados para mapas de
países de latitudes médias.
Propriedades geométricas que caracterizam as
projeções cartográficas
Os tipos de propriedades geométricas que caracterizam as projeções
cartográficas, em suas relações entre a esfera (Terra) e um plano, que
o mapa, são:
a) Conformes
b) Equivalentes
c) Afiláticas
PROJEÇÕES CONFORMES
● Os ângulos são mantidos
idênticos (na esfera e no
plano) e as áreas são
deformadas.
● As formas terrestres
representadas sem
deformações.
● Um exemplo é a projeção de
Mercator.
PROJEÇÕES EQUIVALENTES
● Nas projeções equivalentes
as áreas apresentam-se
idênticas e os ângulos
deformados.
● Um exemplo é a projeção de
Peters.
PROJEÇÕES AFILÁTICAS
● Nas projeções afiláticas as
áreas e os ângulos
apresentam-se deformados.
● Um exemplo é a projeção
gnomônica, bastante utilizada
na navegação náutica.
A cartografia como instrumento de dominação cultural
●Durante muito tempo, a cartografia restringiu-se
a uma ciência de elaboração de mapas.
●Cada civilização desenvolveu as suas próprias
ciências cartográficas.
●Logo, os mapas deixados por essas civilizações
constituem um reflexo de sua cultura e mostram
as visões que elas possuíam do mundo.
●As representações cartográficas não traduzem
apenas o nosso olhar sobre o mundo. Nelas
podemos identificar também os nossos
interesses em relação ao nosso espaço imediato,
ou em relação ao espaço que desejamos, de
alguma forma, dominar.
VOCÊ CONHECE OUTRAS FORMAS DE REPRESENTAR O
MUNDO?
Diferentes olhares sobre o mundo no tempo
●O desenvolvimento da cartografia pode ser associado tanto ao desenvolvimento tecnológico
quanto ao conhecimento do espaço.
●As influências religiosas, culturais, econômicas, sociais, etc, podem ser claramente analisadas
nos mapas e cartas geográficas que foram desenvolvidos ao longo dos anos.
Desenvolvimento tecnológico na cartografia
Principais recursos tecnológicos utilizados na
cartografia e no gerenciamento de informações:
●GPS
●Aerofotogrametria (Fotografia aérea)
●Imagens de satélites
●Radar
GPS
● Sistema de Posicionamento
Global, que utiliza sinais
emitidos por satélites, cujas
aplicações são amplamente
utilizadas nos transportes
marítimos, terrestres e
aéreos.
● Tecnologia utilizada por
operadoras de celulares e
firmas de seguros de
Aerofotogrametria (Fotografia aérea)
● Fotografia obtida através de
sensores acoplados nas aeronaves.
● Constitui-se como um instrumento
de representação da realidade
acessível ao público com menos
qualificações técnicas.
SCANNER E SENSOR FOTOGRÁFICO
IMAGENS DE SATÉLITES
● Imagens captadas por sensores
acoplados aos satélites artificiais que
orbitam em torno do planeta,
codificada e transmitida para uma
estação rastreadora na terra.
● Atualmente trabalham com precisão
milimétrica.
RADAR
● O desenvolvimento do radar
permitiu superar o problema
relativo à necessidade de se
ter um tempo claro, sem
nuvens, ou sobre áreas de
florestas densas.
● Muito utilizado no
monitoramento de espaço
aéreo e áreas florestais.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Elementos do mapa
Elementos do mapaElementos do mapa
Elementos do mapaPaula Tomaz
 
As Coordenadas Geográficas - 6º Ano (2017)
As Coordenadas Geográficas - 6º Ano (2017)As Coordenadas Geográficas - 6º Ano (2017)
As Coordenadas Geográficas - 6º Ano (2017)Nefer19
 
Aula 1º anos Téc. Integrados - Localização Geográfica
Aula 1º anos Téc. Integrados - Localização GeográficaAula 1º anos Téc. Integrados - Localização Geográfica
Aula 1º anos Téc. Integrados - Localização GeográficaEduardo Mendes
 
Cap. 3 - Mapas (6º ano)
Cap. 3 - Mapas (6º ano)Cap. 3 - Mapas (6º ano)
Cap. 3 - Mapas (6º ano)profacacio
 
Escala cartografica
Escala cartograficaEscala cartografica
Escala cartograficapcnprafael
 
REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS, ESCALAS E PROJEÇÕES - NOÇÕES BÁSICAS
REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS, ESCALAS E PROJEÇÕES - NOÇÕES BÁSICASREPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS, ESCALAS E PROJEÇÕES - NOÇÕES BÁSICAS
REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS, ESCALAS E PROJEÇÕES - NOÇÕES BÁSICASRenata Rodrigues
 
Aula 1 - geografia 1
Aula 1 - geografia 1Aula 1 - geografia 1
Aula 1 - geografia 1Palloma Luana
 
Cartografia
CartografiaCartografia
CartografiaFURG
 
Cartografia HistóRia
Cartografia   HistóRiaCartografia   HistóRia
Cartografia HistóRiaMateus Silva
 
Espaço geográfico
Espaço geográficoEspaço geográfico
Espaço geográficoCarminha
 
Cartografia: A linguagem dos mapas
Cartografia: A linguagem dos mapasCartografia: A linguagem dos mapas
Cartografia: A linguagem dos mapasRoberta Sumar
 

Mais procurados (20)

Elementos do mapa
Elementos do mapaElementos do mapa
Elementos do mapa
 
As Coordenadas Geográficas - 6º Ano (2017)
As Coordenadas Geográficas - 6º Ano (2017)As Coordenadas Geográficas - 6º Ano (2017)
As Coordenadas Geográficas - 6º Ano (2017)
 
Cartografia powerpoint
Cartografia powerpointCartografia powerpoint
Cartografia powerpoint
 
Cartografia
CartografiaCartografia
Cartografia
 
Aula 1º anos Téc. Integrados - Localização Geográfica
Aula 1º anos Téc. Integrados - Localização GeográficaAula 1º anos Téc. Integrados - Localização Geográfica
Aula 1º anos Téc. Integrados - Localização Geográfica
 
Cap. 3 - Mapas (6º ano)
Cap. 3 - Mapas (6º ano)Cap. 3 - Mapas (6º ano)
Cap. 3 - Mapas (6º ano)
 
Paisagem, espaço e lugar
Paisagem, espaço e lugarPaisagem, espaço e lugar
Paisagem, espaço e lugar
 
Escala cartografica
Escala cartograficaEscala cartografica
Escala cartografica
 
REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS, ESCALAS E PROJEÇÕES - NOÇÕES BÁSICAS
REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS, ESCALAS E PROJEÇÕES - NOÇÕES BÁSICASREPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS, ESCALAS E PROJEÇÕES - NOÇÕES BÁSICAS
REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS, ESCALAS E PROJEÇÕES - NOÇÕES BÁSICAS
 
Conceitos Da Geografia
Conceitos Da GeografiaConceitos Da Geografia
Conceitos Da Geografia
 
Aula 1 - geografia 1
Aula 1 - geografia 1Aula 1 - geografia 1
Aula 1 - geografia 1
 
Projeçoes cartograficas
Projeçoes cartograficasProjeçoes cartograficas
Projeçoes cartograficas
 
História da cartografia
História da cartografiaHistória da cartografia
História da cartografia
 
Cartografia
CartografiaCartografia
Cartografia
 
Aspectos naturais europa
Aspectos naturais europaAspectos naturais europa
Aspectos naturais europa
 
Cartografia HistóRia
Cartografia   HistóRiaCartografia   HistóRia
Cartografia HistóRia
 
Espaço geográfico
Espaço geográficoEspaço geográfico
Espaço geográfico
 
O espaco geografico_e_suas_representacoes
O espaco geografico_e_suas_representacoesO espaco geografico_e_suas_representacoes
O espaco geografico_e_suas_representacoes
 
Geografia fuso horário
Geografia   fuso horárioGeografia   fuso horário
Geografia fuso horário
 
Cartografia: A linguagem dos mapas
Cartografia: A linguagem dos mapasCartografia: A linguagem dos mapas
Cartografia: A linguagem dos mapas
 

Destaque

Avaliação de geografia 6º ano - 1º bimestre
Avaliação de geografia 6º ano - 1º bimestreAvaliação de geografia 6º ano - 1º bimestre
Avaliação de geografia 6º ano - 1º bimestrePriscila Silva Andrade
 
História da cartografia e projeções cartográficas
História da cartografia e projeções cartográficasHistória da cartografia e projeções cartográficas
História da cartografia e projeções cartográficasSérgio Saribera
 
Aula industrialização
Aula   industrializaçãoAula   industrialização
Aula industrializaçãoOmar Fürst
 
Coordenadas geograficas
Coordenadas geograficasCoordenadas geograficas
Coordenadas geograficasJoao Paulo
 
Projecoes cartograficas aula_11_07_09
Projecoes cartograficas aula_11_07_09Projecoes cartograficas aula_11_07_09
Projecoes cartograficas aula_11_07_09Marcia Silva
 
Noções básicas de Cartografia 1
Noções básicas de Cartografia 1Noções básicas de Cartografia 1
Noções básicas de Cartografia 1Osmar Ansbach
 
Regionalização do Espaço Mundial
Regionalização do Espaço MundialRegionalização do Espaço Mundial
Regionalização do Espaço Mundialcleiton denez
 
Atividades geografia orientação & localização
Atividades geografia   orientação & localizaçãoAtividades geografia   orientação & localização
Atividades geografia orientação & localizaçãoDoug Caesar
 
A indústria
A indústriaA indústria
A indústriaMayjö .
 
Regionalização do espaço geográfico mundial
Regionalização do espaço geográfico mundialRegionalização do espaço geográfico mundial
Regionalização do espaço geográfico mundialMarco Santos
 
Orientação no espaço geográfico 6º ano
Orientação no espaço geográfico 6º anoOrientação no espaço geográfico 6º ano
Orientação no espaço geográfico 6º anoNilberte Correia
 
Cartografia OrientaçãO E LocalizaçãO
Cartografia   OrientaçãO E LocalizaçãOCartografia   OrientaçãO E LocalizaçãO
Cartografia OrientaçãO E LocalizaçãOMateus Silva
 
Categorias de análise da geografia
Categorias de análise da geografiaCategorias de análise da geografia
Categorias de análise da geografiaRoberta Sumar
 
Ifes aula 1-coordenadas-geográficas
Ifes aula 1-coordenadas-geográficasIfes aula 1-coordenadas-geográficas
Ifes aula 1-coordenadas-geográficasKéliton Ferreira
 

Destaque (19)

Avaliação de geografia 6º ano - 1º bimestre
Avaliação de geografia 6º ano - 1º bimestreAvaliação de geografia 6º ano - 1º bimestre
Avaliação de geografia 6º ano - 1º bimestre
 
História da cartografia e projeções cartográficas
História da cartografia e projeções cartográficasHistória da cartografia e projeções cartográficas
História da cartografia e projeções cartográficas
 
Cartografia 1° Ano
Cartografia 1° AnoCartografia 1° Ano
Cartografia 1° Ano
 
Aula industrialização
Aula   industrializaçãoAula   industrialização
Aula industrialização
 
Coordenadas geograficas
Coordenadas geograficasCoordenadas geograficas
Coordenadas geograficas
 
Introdução à cartografia
Introdução à cartografiaIntrodução à cartografia
Introdução à cartografia
 
CARTOGRAFIA E MAPAS
CARTOGRAFIA E MAPASCARTOGRAFIA E MAPAS
CARTOGRAFIA E MAPAS
 
Projecoes cartograficas aula_11_07_09
Projecoes cartograficas aula_11_07_09Projecoes cartograficas aula_11_07_09
Projecoes cartograficas aula_11_07_09
 
ApresentaçãO Cartografia 2
ApresentaçãO Cartografia 2ApresentaçãO Cartografia 2
ApresentaçãO Cartografia 2
 
Noções básicas de Cartografia 1
Noções básicas de Cartografia 1Noções básicas de Cartografia 1
Noções básicas de Cartografia 1
 
Regionalização do Espaço Mundial
Regionalização do Espaço MundialRegionalização do Espaço Mundial
Regionalização do Espaço Mundial
 
Atividades geografia orientação & localização
Atividades geografia   orientação & localizaçãoAtividades geografia   orientação & localização
Atividades geografia orientação & localização
 
A indústria
A indústriaA indústria
A indústria
 
Regionalização do espaço geográfico mundial
Regionalização do espaço geográfico mundialRegionalização do espaço geográfico mundial
Regionalização do espaço geográfico mundial
 
Orientação no espaço geográfico 6º ano
Orientação no espaço geográfico 6º anoOrientação no espaço geográfico 6º ano
Orientação no espaço geográfico 6º ano
 
Cartografia OrientaçãO E LocalizaçãO
Cartografia   OrientaçãO E LocalizaçãOCartografia   OrientaçãO E LocalizaçãO
Cartografia OrientaçãO E LocalizaçãO
 
Categorias de análise da geografia
Categorias de análise da geografiaCategorias de análise da geografia
Categorias de análise da geografia
 
Ifes aula 1-coordenadas-geográficas
Ifes aula 1-coordenadas-geográficasIfes aula 1-coordenadas-geográficas
Ifes aula 1-coordenadas-geográficas
 
geog 1
geog 1geog 1
geog 1
 

Semelhante a Cartografia completa

Cartografia completa
Cartografia completaCartografia completa
Cartografia completaArtur Lara
 
terra_forma_e_movimento.ppt
terra_forma_e_movimento.pptterra_forma_e_movimento.ppt
terra_forma_e_movimento.pptdaniel936004
 
Movimentos da Terra translação e rotação
Movimentos da Terra translação e rotaçãoMovimentos da Terra translação e rotação
Movimentos da Terra translação e rotaçãoNilcilene Souza
 
TERRA : CONCEITOS FUNDAMENTAIS
TERRA : CONCEITOS FUNDAMENTAISTERRA : CONCEITOS FUNDAMENTAIS
TERRA : CONCEITOS FUNDAMENTAISFábio Ribeiro
 
A terra e o sol, fuso horário
A terra e o sol, fuso horárioA terra e o sol, fuso horário
A terra e o sol, fuso horárioAlessandroRubens
 
Geografia os movimentos da terra
Geografia   os movimentos da terraGeografia   os movimentos da terra
Geografia os movimentos da terraGustavo Soares
 
Noções de cartografia.docx apostila de geografia
Noções de cartografia.docx apostila de geografiaNoções de cartografia.docx apostila de geografia
Noções de cartografia.docx apostila de geografiaFelipe Alecrim Alecrim
 
Terra Lua e Sol.pdf
Terra Lua e Sol.pdfTerra Lua e Sol.pdf
Terra Lua e Sol.pdfnunofq
 
Cartografia, projeção, solstício, equinócio e fusos horários
Cartografia, projeção, solstício, equinócio e fusos horáriosCartografia, projeção, solstício, equinócio e fusos horários
Cartografia, projeção, solstício, equinócio e fusos horáriosColégio Aprov
 

Semelhante a Cartografia completa (20)

cartografia completo.pptx
cartografia completo.pptxcartografia completo.pptx
cartografia completo.pptx
 
CARTOGRAFIA.pptx
CARTOGRAFIA.pptxCARTOGRAFIA.pptx
CARTOGRAFIA.pptx
 
Cartografia completa
Cartografia completaCartografia completa
Cartografia completa
 
terra.ppt
terra.pptterra.ppt
terra.ppt
 
terra_forma_e_movimento.ppt
terra_forma_e_movimento.pptterra_forma_e_movimento.ppt
terra_forma_e_movimento.ppt
 
Movimentos da Terra translação e rotação
Movimentos da Terra translação e rotaçãoMovimentos da Terra translação e rotação
Movimentos da Terra translação e rotação
 
TERRA : CONCEITOS FUNDAMENTAIS
TERRA : CONCEITOS FUNDAMENTAISTERRA : CONCEITOS FUNDAMENTAIS
TERRA : CONCEITOS FUNDAMENTAIS
 
A terra e o sol, fuso horário
A terra e o sol, fuso horárioA terra e o sol, fuso horário
A terra e o sol, fuso horário
 
Revisão
RevisãoRevisão
Revisão
 
Geografia solstícios e equinócios
Geografia   solstícios e equinóciosGeografia   solstícios e equinócios
Geografia solstícios e equinócios
 
Revisão
RevisãoRevisão
Revisão
 
Unidade 3 parte 1
Unidade 3 parte 1Unidade 3 parte 1
Unidade 3 parte 1
 
Os movimentos da terra
Os movimentos da terraOs movimentos da terra
Os movimentos da terra
 
Geografia os movimentos da terra
Geografia   os movimentos da terraGeografia   os movimentos da terra
Geografia os movimentos da terra
 
Unidade 4 cap. 1
Unidade 4 cap. 1Unidade 4 cap. 1
Unidade 4 cap. 1
 
Noções de cartografia.docx apostila de geografia
Noções de cartografia.docx apostila de geografiaNoções de cartografia.docx apostila de geografia
Noções de cartografia.docx apostila de geografia
 
Terra Lua e Sol.pdf
Terra Lua e Sol.pdfTerra Lua e Sol.pdf
Terra Lua e Sol.pdf
 
Cartografia básica
Cartografia básicaCartografia básica
Cartografia básica
 
Cartografia, projeção, solstício, equinócio e fusos horários
Cartografia, projeção, solstício, equinócio e fusos horáriosCartografia, projeção, solstício, equinócio e fusos horários
Cartografia, projeção, solstício, equinócio e fusos horários
 
Cartografia
CartografiaCartografia
Cartografia
 

Mais de Artur Lara

Oriente médio e estado islâmico
Oriente médio e estado islâmicoOriente médio e estado islâmico
Oriente médio e estado islâmicoArtur Lara
 
Israel e palestina
Israel e palestinaIsrael e palestina
Israel e palestinaArtur Lara
 
Mundo multipolar - Geopolítica
Mundo multipolar - GeopolíticaMundo multipolar - Geopolítica
Mundo multipolar - GeopolíticaArtur Lara
 
Clima Geral e Brasileiro para Ensino Médio
Clima Geral e Brasileiro para Ensino MédioClima Geral e Brasileiro para Ensino Médio
Clima Geral e Brasileiro para Ensino MédioArtur Lara
 
Hidrografia geral e do Brasileira
Hidrografia geral e do Brasileira Hidrografia geral e do Brasileira
Hidrografia geral e do Brasileira Artur Lara
 
Questão agrária no brasil
Questão agrária no brasilQuestão agrária no brasil
Questão agrária no brasilArtur Lara
 
O espaço agrário mundial
O espaço agrário mundialO espaço agrário mundial
O espaço agrário mundialArtur Lara
 
Estrututa geológica
Estrututa geológicaEstrututa geológica
Estrututa geológicaArtur Lara
 
Exercícios fuso horário
Exercícios fuso horárioExercícios fuso horário
Exercícios fuso horárioArtur Lara
 
Estrutura geológica brasil e do paraná
Estrutura geológica brasil e do paranáEstrutura geológica brasil e do paraná
Estrutura geológica brasil e do paranáArtur Lara
 
Exercícios coordenadas
Exercícios coordenadasExercícios coordenadas
Exercícios coordenadasArtur Lara
 
Blocos econômicos
Blocos econômicosBlocos econômicos
Blocos econômicosArtur Lara
 
Globalização
GlobalizaçãoGlobalização
GlobalizaçãoArtur Lara
 
Demografia aplicada ao vestibular - População mundial
Demografia aplicada ao vestibular - População mundialDemografia aplicada ao vestibular - População mundial
Demografia aplicada ao vestibular - População mundialArtur Lara
 
Urbanização Mundial e Brasileira
Urbanização Mundial e BrasileiraUrbanização Mundial e Brasileira
Urbanização Mundial e BrasileiraArtur Lara
 
Oriente médio - síria e estado islâmico
Oriente médio - síria e estado islâmicoOriente médio - síria e estado islâmico
Oriente médio - síria e estado islâmicoArtur Lara
 

Mais de Artur Lara (20)

Oriente médio e estado islâmico
Oriente médio e estado islâmicoOriente médio e estado islâmico
Oriente médio e estado islâmico
 
Israel e palestina
Israel e palestinaIsrael e palestina
Israel e palestina
 
Mundo multipolar - Geopolítica
Mundo multipolar - GeopolíticaMundo multipolar - Geopolítica
Mundo multipolar - Geopolítica
 
Clima Geral e Brasileiro para Ensino Médio
Clima Geral e Brasileiro para Ensino MédioClima Geral e Brasileiro para Ensino Médio
Clima Geral e Brasileiro para Ensino Médio
 
Hidrografia geral e do Brasileira
Hidrografia geral e do Brasileira Hidrografia geral e do Brasileira
Hidrografia geral e do Brasileira
 
Questão agrária no brasil
Questão agrária no brasilQuestão agrária no brasil
Questão agrária no brasil
 
O espaço agrário mundial
O espaço agrário mundialO espaço agrário mundial
O espaço agrário mundial
 
Estrututa geológica
Estrututa geológicaEstrututa geológica
Estrututa geológica
 
Brexit
BrexitBrexit
Brexit
 
Onu
OnuOnu
Onu
 
Exercícios fuso horário
Exercícios fuso horárioExercícios fuso horário
Exercícios fuso horário
 
Estrutura geológica brasil e do paraná
Estrutura geológica brasil e do paranáEstrutura geológica brasil e do paraná
Estrutura geológica brasil e do paraná
 
Exercícios coordenadas
Exercícios coordenadasExercícios coordenadas
Exercícios coordenadas
 
Migrações
MigraçõesMigrações
Migrações
 
Blocos econômicos
Blocos econômicosBlocos econômicos
Blocos econômicos
 
Brics
BricsBrics
Brics
 
Globalização
GlobalizaçãoGlobalização
Globalização
 
Demografia aplicada ao vestibular - População mundial
Demografia aplicada ao vestibular - População mundialDemografia aplicada ao vestibular - População mundial
Demografia aplicada ao vestibular - População mundial
 
Urbanização Mundial e Brasileira
Urbanização Mundial e BrasileiraUrbanização Mundial e Brasileira
Urbanização Mundial e Brasileira
 
Oriente médio - síria e estado islâmico
Oriente médio - síria e estado islâmicoOriente médio - síria e estado islâmico
Oriente médio - síria e estado islâmico
 

Cartografia completa

  • 2. INTRODUÇÃO À CARTOGRAFIA 1 – O que é cartografia? É a arte de construir mapas a partir de observações diretas ou do emprego de dados. 2 – O que são mapas? Conjunto de informações que colaboram para localização no espaço geográfico.
  • 3. HISTÓRIA DA CARTOGRAFIA ● Pré – história ● Necessidade de localização no espaço; ● Desenho dos caminhos em pedra; ● Roteiro nas paredes de cavernas.
  • 5. O MAPA NA ANTIGUIDADE ● Colaboração dos mesopotâmios - Mapas em disco de madeira ● Colaboração dos gregos: - Reflexão filosófica ● Cosmografia ● Noção de esfericidade ● Sistema de latitude e longitude ● Mapa esférico e em papel
  • 7. MAPA NA IDADE MÉDIA ● Retrocesso técnico; ● Anulação do conceito de esfericidade; ● Coordenadas geográficas desaparecem; ● Terra representada num disco plano e circundado de água; ● Mapas T-O
  • 9. CARTOGRAFIA NA MODERNIDADE ● Grandes navegações ● Melhoria técnica ● Aperfeiçoamento náutico ● Novos territórios ● Criação dos portulanos (Um portulano (do latim "portus ", porto), ou portolano, é uma antiga carta náutica Europeia, datada do século XIII ou
  • 11. A CARTOGRAFIA HOJE ● Cartas temáticas ● Mapas digitais ● Sensoriamento remoto ● Aerofotogrametria ● Imagens fotograficas
  • 13. ORIENTAÇÃO ●ORIENTAR-SE: Significa determinarmos a nossa posição em relação aos pontos: ●Cardeais; ●Colaterais; e ●Subcolaterais.
  • 14. Qual a importância de uma pessoa orientada no espaço? ● Saber onde está e qual o rumo a seguir. ● Prestar informações a outras pessoas sobre sua posição na superfície da Terra.
  • 15. FORMAS DE ORIENTAÇÃO ROSA DOS VENTOS; BÚSSOLA; ORIENTAÇÃO PELO SOL
  • 17. Meios de orientação naturais: ● Hemisfério Norte – Estrela Polar; ● Hemisfério Sul - Cruzeiro do Sul.
  • 18. Meios de orientação artificiais: ● Bússola – indica o norte magnético da Terra (1400 km ao sul do norte geográfico); ● Rádio e radares – são instrumentos usados na navegação; ● Global Positioning System (GPS): sistema eletrônico que se apóia nos satélites artificiais. Usa latitude e longitude (graus, minutos e segundos). (° / ‘ / “) ● Este assunto será tratado com mais detalhe na próxima aula.
  • 21. Os movimentos da Terra (translação – consequências): ● As estações do ano (365d, 5h e 48seg.); ● Desigual distribuição de luz e calor; ● Sucessões dos solstícios e equinócios.
  • 23. Os movimentos da Terra (rotação – consequências): ● Os dias e as noites (23h, 56’ e 4” – dia sideral e 24h dia solar); ● Achatamento polar; ● Circulação atmosférica; ● Correntes marítimas; ● Nível do mar mais elevado no leste; ● Desvio dos corpos em queda livre para o leste (o movimento é na direção W-L); ● Fusos horários.
  • 25. MOVIMENTOS DA TERRA E ESTAÇÕES DO ANO ●Antigamente, achavam que nosso planeta era o centro do Sistema Solar, com o Sol e os planetas girando à sua volta. Engano! Muita gente morreu tentando provar o contrário: que é a Terra que gira ao redor do Sol.
  • 26. A Terra e o Sistema Solar A Terra é o terceiro Planeta em ordem de afastamento do Sol (centro do nosso Sistema Solar) e o quinto em tamanho.
  • 27. FORMA DO PLANETA TERRA A Terra é redonda, mas não é uma esfera perfeita, já que é levemente achatada nos pólos, recebendo por isso, o nome de geóide.
  • 28. MOVIMENTO DE ROTAÇÃO A rotação é o movimento que a Terra executa em torno de si mesma, ou seja, em torno de um eixo imaginário que a atravessa do pólo Sul ao pólo Norte. Esse movimento tem a duração de 23 horas, 56 minutos e 4 segundos, aproximadamente 24 horas ou um dia.
  • 29. MOVIMENTO DE TRANSLAÇÃO Translação é o movimento que a Terra executa ao deslocar-se em torno do Sol. Esse movimento se completa no período de 01 ano ou mais precisamente, 365 dias e seis horas, portanto, esse movimento é responsável pelo ano e pelas estações do ano e é realizado concomitante ao movimento de rotação.
  • 30. DEFININDO SOLSTÍCIO E EQUINÓCIO Percebemos na figura que ao percorrer sua órbita ao redor do Sol a Terra é iluminada pelos raios solares de maneiras diferentes conforme sua posição. Observamos que nos dias 23 de setembro e 21 de março, ambos os hemisférios terrestres são igualmente Iluminados, porém nos dias 22 de dezembro e 22 de junho, os hemisférios sul e norte diferem quanto a iluminação. Em 22 de Dezembro, devido à inclinação do eixo terrestre, o hemisfério sul recebe mais luz solar, marcando assim o início do verão neste hemisfério, conseqüentemente o início do inverso no hemisfério norte. Em 21 de março e 23 de setembro a Terra se encontra em posições tais que ambos os hemisférios são igualmente iluminados, marcando assim o início das estações outono e primavera. Chama-se SOLSTÍCIO as posições em que a Terra se encontra em 22 de dezembro e 22 de junho. Dizemos, então, que o dia 22 de dezembro é solstício de verão no hemisfério sul e solstício de inverno no hemisfério norte. Chama-se EQUINÓCIO as posições em que a Terra se encontra em 23 de setembro e 21 e de março. Dizemos, então, que o dia 23 de setembro é equinócio de primavera no hemisfério sul e equinócio de outono no hemisfério norte.
  • 31. CONCLUINDO: solstício e equinócio ●No equinócio de março, tanto o dia como a noite são de 12 horas. Essa data consolida o começo da primavera no hemisfério norte e o início do outono no hemisfério sul. Nos equinócios de setembro, os hemisférios norte e sul apresentam dia e noite com duração igual (12 horas). ●Essa data marca o princípio do outono no hemisfério norte e da primavera no hemisfério sul.
  • 32. CONCLUINDO: solstício e equinócio ●Os solstícios são identificados em períodos do ano em que um dos hemisférios (norte- sul) se encontra submetido a uma intensa quantidade de luz solar sobre a superfície, enquanto o outro recebe uma incidência de luminosidade mais modesta. ●Os solstícios ocorrem duas vezes ao ano, em junho e dezembro. ●Determina o verão em um hemisférios e inverno no outro e vice-versa.
  • 33. A Aurora polar é um fenômeno óptico composto de um brilho observado nos céus noturnos observados em regiões próximas às zonas polares, em decorrência do impacto negativo de partículas do vento solar no campo magnético solar. No hemisfério norte é conhecida como Aurora Boreal. No hemisfério sul, Aurora Austral. Esse fenômeno é resultado dos equinócios. Sol da meia-noite é a designação comum para o fenômeno que ocorre nas latitudes acima de 66º 33’ 39" N ou S, ou seja para além do círculo polar ártico ou do círculo polar antártico, quando o Sol não se põe durante pelo menos 95 horas seguidas. Esse fenômeno é resultado dos solstícios.
  • 34. O Sol à meia – noite no Cabo Norte (Nordkapp), Noruega. Aurora Boreal no Alaska.
  • 35. RESPONDA: ● Quais são os meios de orientação naturais? ● Quais são as conseqüências do movimento de translação? ● Quais são as conseqüências do movimento de rotação?
  • 36. COORDENADAS GEOGRÁFICAS ●São um conjunto de linhas imaginárias traçadas sobre o globo que permitem localizar qualquer ponto na superfície terrestre. As coordenadas constituem a melhor forma de localização geográfica.
  • 37. PARALELOS São linhas paralelas à linha do Equador que cortam o globo de leste à oeste. Vai de 0º à 90º sul e norte. Cada paralelo tem seu valor dado em graus. Os graus de cada paralelo denominam-se LATITUDE. Portanto, falamos, por exemplo, que a linha do Equador possui 0º de latitude. Veja os exemplos a seguir:
  • 38. LATITUDE 60º Latitude Norte 30º Latitude Norte 0º Latitude 15º Latitude Sul 45º Latitude Sul
  • 39. MERIDIANO São linhas paralelas à linha do Meridiano de Greenwich que cortam o globo de norte à sul. Vai de 0º à 180º leste e oeste. Cada meridiano tem seu valor dado em graus. Os graus de cada meridiano denominam-se LONGITUDE. Portanto, falamos, por exemplo, que o meridiano de Greenwich possui 0º de longitude. Veja os exemplos a seguir:
  • 40. LONGITUDE 120º Longitude Leste 45º Longitude Leste 130º Longitude Oeste 15º Longitude Oeste
  • 41. Localizando os pontos A B C D A 40º Latitude Norte 60º Longitude Leste B 20º Latitude Sul 20º Longitude Oeste C 80º Latitude Norte 40º Longitude Oeste D 20º Latitude Sul 140º Longitude Leste Qual o continente que está localizado a 60º Latitude Norte e 40º Longitude Leste? EUROPA
  • 42. FUSOS HORÁRIOS ●. O sistema de fuso foi adotado na Conferência Internacional do Meridiano, em 1844
  • 43. ●A Terra leva 24 horas para realizar um giro completo. Sendo a esfera de 360 graus, a cada hora ocorre o deslocamento de 15 graus (360/24=15). Logo, são 24 faixas de fusos. Uma faixa de fuso é definida como 7,5 graus a leste e 7,5 a oeste a partir de cada faixa de 15 graus, partindo de Greenwich
  • 44. PARA QUE SERVEM OS FUSOS HORÁRIOS ● Padronização das horas conforme o movimento de rotação da Terra e a incidência solar; ● Facilita as comunicações nas diversas partes do mundo; ● Facilita programação das viagens nacionais e internacionais; ● Possibilita a integração de empresas transnacionais e mercados de valores no mundo, entre outros.
  • 45. ●A Terra gira de oeste para leste, de modo que as localidades situadas a leste veêm o sol nascer primeiro. Pode-se concluir que essas localidades possuem a hora adiantada. O Japão, por exemplo, está situado 12 fusos a leste do Brasil, seus habitantes veêm o sol nascer primeiro do que nós.
  • 47. Tipos de hora: ● Hora legal – tem por base o meridiano de Greenwich. ● Hora local – é determinada pelo movimento aparente do Sol. ● Horário de verão: é adotado nas regiões de médias latitudes no período de maior insolação (verão) com o objetivo de reduzir o consumo de energia. (Aumenta-se 1 hora).
  • 49. FUSOS HORÁRIOS BRASILEIROS ●O território brasileiro está localizado a oeste do meridiano de Greenwich e, devido à sua grande extensão longitudinal, compreende TRÊS fusos horários (incluindo o que abrange Fernando de Noronha. ●O primeiro fuso (30º O) tem duas horas a menos que a GMT. ●O segundo fuso (45º O), o horário oficial de Brasília, é três horas atrasado em relação à GMT. ●O terceiro fuso (60º O) tem quatro horas a menos que a GMT.
  • 50. Os três fusos horários do Brasil em vigor desde o dia 24 de junho de 2008
  • 51. REGRINHAS PARA RESOLVER EXERCÍCIOS DE FUSOS HORÁRIOS 1ª – Movimento de Rotação; a Terra gira em seu próprio eixo; dura aproximadamente 24.
  • 52. 2ª – Sentido do Movimento de Rotação: de Oeste para Leste.
  • 53. 3ª – Para Oeste a hora está atrasada e para Leste a hora está adiantada.
  • 54. 4ª – A Terra tem 24 fusos horários: 12 para Leste, 12 para Oeste.
  • 55. 5ª – Cada Fuso vale 15 graus; 360 dividido por 24 horas/fusos; cada fusos tem 1h; Volta em torno da Terra: 40.000 km, 40.000 km dividido por 24 fusos/horas = 1666 km para cada fuso na altura da Linha do Equador, na latitude zero.
  • 56. 6ª – Se as localidades se localizam no mesmo hemisfério. Se sim, subtrai-se; se não, soma- se os graus entre as localidades; o resultado se divide 15; o resultado dessa divisão será a diferença horária entre as localidades.
  • 57. 7ª – Caso sobre resto na divisão por 15, devemos multiplicar por 4 que é a quantidade de minutos para cada grau e o resultado junta-se à diferença horária.
  • 58. 8ª – Para encontrar a hora desejada, primeiramente pega-se a hora dada soma-se com a diferença horária caso a localidade desejada esteja a Leste e subtrai-se caso a localidade esteja a Oeste, o resultado será o horário que se deseja saber.
  • 59. 9ª – O Brasil tem apenas 3 fusos horários desde 2008, antes disso, tinha 4 fusos.
  • 60. 10ª – Só adotam o horário de verão os países que estão afastados da Linha do Equador, seja para Norte, seja para Sul. No Brasil, as Regiões Norte e Nordeste não adotam horário de verão porque estão próximas da Linha do Equador, ao contrário das Regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que estão afastadas.
  • 61. ●13ª – Ler o enunciado da questão e identifique a cidade-origem (aquela que o exercício já apresenta a hora local) e a cidade-destino (aquela que o enunciado deseja que você descubra a hora certa). ●Veja o exemplo: ●(UFJF) Em função dos fusos horários observados no território brasileiro, quando, na cidade de Recife (GMT: –3), forem 6h, quantas horas serão na cidade de Porto Velho (GMT: –4), não considerando o horário de verão? ●cidade-origem: Recife-PE ●cidade-destino: Porto Velho-RO
  • 62. ●13ª.1 – Em seguida, deve-se descobrir a diferença de fusos entre essas duas localidades, aplicando a seguinte regra: ●GMT + com GMT + ==> SUBTRAIA (menos) ●GMT – com GMT – ==> SUBTRAIA (menos) ●GMT + com GMT – ==> SOME (mais) Ou seja, localidades dentro de um mesmo hemisfério, subtrai- se.
  • 63. ●No exercício citado acima, temos: ●GMT – com GMT –, portanto, subtraia: ●4 – 3 = 1 ●A diferença entre Recife e Porto Velho é de apenas 1 fuso horário.
  • 64. ●13ª.2 – Depois de calculada a diferença de fusos, deve-se descobrir se o(s) fuso(s) horário(s) são adiantados ou atrasados em relação a cidade-origem. ●Em direção ao leste ==> fusos adiantados (soma) ●Em direção ao oeste ==> fusos atrasados (subtração) ●W (oeste) ________________ (leste) E ●– atrasados _________ adiantados + ●No exercício citado acima, temos um deslocamento em direção ao oeste, portanto devemos subtrair 1 fuso horário à hora local da cidade-origem. ●W (oeste) ... - 8, - 7, - 6, - 5, - 4, - 3, - 2, - 1, 0, + 1, + 2... E (leste)
  • 65. ●13ª.3 – No fim, deve-se somar ou subtrair o(s) fuso(s) à hora da cidade-origem, apresentada na questão. ●6h (hora do Recife) – 1 (fuso horário) = 5h (hora de Porto Velho)
  • 66. EXERCÍCIO RESOLVIDO ●O jogo “Brasil x Austrália” da Copa do Mundo da Alemanha será exibido aqui no Brasil (horário de Brasília: GMT: – 3) no dia 18 de junho às 13 horas. A que horas os jogadores entrarão em campo no horário alemão (GMT: + 1)? ●localidade-origem: Brasil (GMT: – 3) ●localidade-destino: Alemanha (GMT: + 1) ●GMT – com GMT +, portanto, soma-se: 3 + 1= 4 ●Deslocamento em direção ao leste, portanto, soma- se: ●W (oeste) ... - 5, - 4, - 3, - 2, - 1, 0, + 1, + 2... E (leste) ●13h (horário do Brasil) + 4h (fusos horários) = 17h (horário da Alemanha)
  • 67. ●14ª – QUESTÕES ENVOLVENDO GRAUS ●Simples: basta transformar os graus em GMT. ●Para isso divida-o por 15º e se for W (oeste), o GMT será negativo (–), se for E (leste), o GMT será positivo (+).
  • 68. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ●(FUVEST) A cidade de São Paulo está situada no fuso horário 45 graus oeste. Quando em São Paulo forem 13 horas, que horas serão numa cidade localizada no fuso 75 graus Leste? ●Transformando graus em GMT: ●São Paulo: 45ºW ÷ 15º = GMT –3 ●Outra cidade: 75ºE ÷ 15°= GMT +5 ●cidade-origem: São Paulo (GMT: –3) ●cidade-destino: outra cidade (GMT: + 5) ●GMT – com GMT +, portanto, soma-se: 3 + 5= 8 ●Deslocamento em direção ao leste, portanto, soma-se: ●W (oeste) ... - 5, - 4, - 3, - 2, - 1, 0, +1, + 2, +3, +4, +5, +6... E (leste) ●13h (horário de São Paulo) + 8h (fusos horários) = 21h (horário da outra cidade)
  • 69. ●(UEG 2005) Um avião decolou do aeroporto da cidade A (45°W) às 7 horas com destino à cidade B (120°W). O vôo tem duração de oito horas. Que horas serão na cidade B quando o avião pousar? ●Transformando graus em GMT: ●Cidade A: 45ºW ÷ 15º = GMT –3 ●Cidade B: 120ºW ÷ 15°= GMT –8 ●cidade-origem: A (GMT: –3) ●cidade-destino: B (GMT: –8) ●GMT – com GMT –, portanto, subtrai-se: 8 – 3 = 5 ●Deslocamento em direção ao oeste, portanto, subtrai-se: ●W (oeste) ... - 9, - 8, - 7, - 6, - 5, - 4, - 3, - 2, - 1, 0, +1, + 2,... E (leste) ●7h (horário da cidade A) – 5h (fusos horários) + 8h (duração do vôo) = ●10h (horário da cidade B quando o avião aterrissar)
  • 70. ● Brasília fica a 45°W de Greenwich e os relógios marcam 8 horas. Que horas serão na cidade de Rio Branco, AC que fica a 75°W?
  • 71. ● Na cidade de Cruzeiro do Sul, AC a 75°W os relógios marcam 23 horas do dia 31/12/2007, que horas serão em Fernando de Noronha, que fica no primeiro fuso brasileiro, ou seja, -2 horas em relação a Greenwich?
  • 72. ● Sabendo-se que na cidade A são 4h 16min 9seg. no momento em que na cidade B são 5h 19min e 10seg. Determine a longitude de B em relação a A.
  • 73. ● Suponha que em uma cidade A, localizada a 120°L de Greenwich, os relógios marquem 11:00 h. Que horas serão noutra cidade B, localizada a 75°L de Greenwich?
  • 74. ● Em uma cidade X, com longitude 150°L, são 18:00 horas. No mesmo instante, em uma cidade Y são 4:00 horas (hora local). Qual a longitude da cidade Y?
  • 75. ● Quando em uma cidade X, localizada a 51°O, for 14:00 horas, qual a hora solar em uma cidade Y, localizada a 34°L?
  • 76. ● Um avião sai de Manaus a 60°W às 12 horas com destino a Salvador, a 45°W. O vôo tem duração de 5 horas. Que horas serão na capital baiana quando a aeronave aterrissar?
  • 77. ● No observatório de Greenwich são 6 horas da tarde, isto é, 18 horas em ponto, numa cidade asiática, no mesmo momento, são 3h 18min 58seg da madrugada do dia seguinte. Qual a longitude da cidade asiática em relação ao meridiano de Greenwich?
  • 78. Observe o mapa a seguir e responda à questão adiante. Desconsiderando horários de verão locais, as coordenadas geográficas do mapa permitem, também, deduzir que uma competição esportiva que ocorra em Sydney, às 16 horas, é assistida através da TV, ao vivo, em Nova York, à(s) a) 7 horas. b) 8 horas. c) 2 horas. d) 1 hora. e) meia-noite
  • 79. Observe a figura a seguir. No dia 10 de janeiro, às 8h, um navio cargueiro, em sua rota, cruza a Linha Internacional da Data no sentido Oeste (Gr). Após ter cruzado a referida linha, que dia e hora local são registrados no navio? a) 9 de janeiro, 7h. b) 9 de janeiro, 8h. c) 10 de janeiro, 9h. d) 10 de janeiro, 10h. FUSOS HORÁRIOS
  • 81. ESCALA CARTOGRÁFICA A escala é uma proporção matemática, ou seja, uma relação numérica entre o mapa e a realidade que ele representa A proporção entre a terra e seu mapa chama-se escala.
  • 82. Qual mapa tem menor escala? E maior? GRANDE ESCALA MÉDIA ESCALA PEQUENA ESCALA ESCALA CARTOGRÁFICA
  • 83. ESCALA CARTOGRÁFICA SE A ESCALA INDICA UMA PROPORÇÃO A RELAÇÃO É INVERSA, OU SEJA, UMA PEQUENA ESCALA COBRE UMA GRANDE PORÇÃO DO TERRENO Por exemplo, uma escala de 1/25.000 significa que 1 centímetro ou qualquer outra unidade de comprimento, no mapa, está representado 25.000 vezes menor do que no terreno. Assim podemos transformar as unidades (cm; m; km) Este número pode parecer estranho, mas um metro tem 100 centímetros; assim, cada centímetro neste mapa representa exatamente 250 metros no terreno.
  • 86. Considere os mapas A, B e C Pode-se dizer que a) os três mapas apresentam a mesma riqueza de detalhes. b) os mapas A e B apresentam maior riqueza de detalhes que o mapa C. c) o mapa B é proporcionalmente cinco vezes maior que o mapa C. d) o mapa C apresenta maior riqueza de detalhes que o mapa A. e) os três mapas possuem o mesmo tamanho.
  • 87. ESCALA CARTOGRÁFICA TIPOS DE REPRESENTAÇÃO DA ESCALA
  • 88. ESCALA CARTOGRÁFICA Escala numérica É representada por uma fração: O numerador representa uma distância no mapa O denominador, a distância correspondente no terreno. Assim, escala (E) é: E = d / D, onde: d é a distância entre dois pontos no mapa e D a distância entre esses mesmos dois pontos no terreno.
  • 89. ESCALA CARTOGRÁFICA EXEMPLO Uma escala 1/100.000 Qualquer medida linear no mapa (d) é, no terreno (D), 100.000 vezes maior. A escala numérica pode ser representada por qualquer uma das seguintes formas (grafia): 1:100.000 ou 1/100.000.
  • 90. ESCALA CARTOGRÁFICA Escala gráfica Representa as distâncias no terreno sobre uma linha graduada. Normalmente, uma das porções da escala está dividida em décimos, para que se possa medir as distâncias com maior precisão. É mais indicada para se visualizar a escala e para medir distâncias.
  • 92. QUAL A DISTÂNCIA ENTRE EIFFEL E C. ELYSSES? ? 6cm
  • 93. QUAL A DISTÂNCIA ENTRE EIFFEL E C. ELYSSES? 4800m ou 4.8 Km 6cm 1cm
  • 94. PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS – “A ARTE NA CONSTRUÇÃO DE MAPAS”
  • 95. O que são e para que foram desenvolvidos os sistemas de projeções cartográficas ? ● Os sistemas de projeções constituem-se de uma fórmula matemática que transforma as coordenadas geográficas, a partir de uma superfície esférica (elipsoidal), em coordenadas planas, mantendo correspondência entre elas. O uso deste artifício geométrico das projeções consegue reduzir as deformações, mas nunca eliminá-las. ●Os sistemas de projeções cartográficas foram desenvolvidos para dar uma solução ao problema da
  • 96. TIPOS DE PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS: 1. PLANA 2. CILINDRICA 3. CÔNICA A melhor maneira de representar a superfície da Terra é por meio de globos, nos quais se conservam exatamente as posições relativas de todos os pontos e as dimensões são
  • 97. 1 - PROJEÇÃO PLANA, POLAR OU AZIMUTAL PROJEÇÃO PLANA ● As projeções azimutais (planas ou polares) são executadas a partir de um plano tangente sobre a esfera terrestre; o ponto de tangência se torna o centro dessa representação cartográfica. ● As áreas próximas a esse ponto de tangência apresentam pequenas deformações; entretanto, as mais distantes são muito distorcidas. ● As projeções azimutais são as mais usadas geopoliticamente, pois podem realçar o "status" de um país em relação aos demais da Terra. ● Os agentes da globalização, como os bancos internacionais e as transnacionais, dão preferência à projeção azimutal, colocando evidentemente o ponto de tangência em suas sedes, nos países centrais.
  • 98. 2 - PROJEÇÃO CILINDRICA PROJEÇÃO CILINDRICA ● As projeções cilíndricas são denominadas assim porque são feitas pelo envolvimento da esfera terrestre por um cilindro tangente à ela. ● Elas apresentam o inconveniente de deformar as superfícies nas altas latitudes, mantendo as baixas latitudes em forma e dimensão mais próximas do real. ● A única coordenada que se apresenta em seu tamanho original é a do Equador, nessas projeções cilíndricas, que se caracterizam por apresentarem os paralelos e os meridianos retos e perpendiculares entre si. Elas são as projeções mais utilizadas e conhecidas. ● As duas projeções cilíndricas mais conhecidas são as de Mercator e a de Peters. Entre elas vamos traçar um quadro de diferenciações, embora sejam do mesmo tipo de projeção.
  • 99. PROJEÇÃO DE MERCATOR PROJEÇÃO DE MERCATOR ● A projeção de Mercator é a mais antiga. Foi criada no século XVI, quando se iniciou o processo de expansão da burguesia mercantil européia sobre o mundo. ● Reflete, pois, uma ideologia eurocentrista – para a Europa convergiam os espaços da produção e circulação desde o século XVI até a II Guerra Mundial. ● Mercator fez uma projeção cilíndrica conforme, isto é, não deformou os ângulos de latitude e longitude, portanto as distâncias angulares e lineares (estas no Equador) são precisas.
  • 100. VANTAGENS E LIMITAÇÕES DA PROJEÇÃO DE MERCATOR VANTAGENS DA PROJEÇÃO DE MERCATOR 1. Os meridianos são representados por linhas retas, os paralelos e o equador são representados por um segundo sistema de linhas retas, perpendicular à família de linhas que representam os meridianos. 2. É fácil identificar os pontos cardeais numa Carta de Mercator. 3. É fácil determinar as coordenadas de qualquer ponto representado numa Carta de Mercator. 4. Os ângulos medidos na superfície da Terra são representados por ângulos idênticos na carta; assim, direções podem ser medidas diretamente na carta. Na prática, distâncias também podem ser medidas diretamente na carta. 5. Facilidade de construção (construção por meio de elementos retilíneos). 6. Existência de tábuas para o traçado do reticulado. LIMITAÇÕES DA PROJEÇÃO DE MERCATOR 1. Deformação excessiva nas altas latitudes. 2. Impossibilidade de representação dos pólos. 3. Círculos máximos, exceto o Equador e os meridianos, não são representados por linhas retas (limitação notável nas Cartas de Mercator de pequena escala, representando uma grande área).
  • 101. PROJEÇÃO DE PETERS PROJEÇÃO DE PETERS ● A projeção de Arno Peters surgiu apenas em 1973, durante a Guerra Fria e as crises petrolíferas que abalaram o mundo. ● Ideologicamente é uma projeção geopolítica de países subdesenvolvidos, ou seja, os países e continentes são representados relativamente com seu tamanho real, expondo uma idéia de igualdade internacional. ● Na projeção de Peters, as distâncias e as formas das superfícies foram relegadas a segundo plano, a fim de enfatizar os tamanhos das áreas representadas cartograficamente. ● Os países e continentes situados em baixas latitudes ficam alongados no sentido N-S, enquanto os situados em altas latitudes ficam como que esgarçados no sentido L-O porque as distâncias angulares entre os paralelos são diminuídas gradativamente do Equador para os pólos.
  • 102. 3 – PROJEÇÃO CÔNICA PROJEÇÃO CÔNICA ● Nesta projeção os meridianos convergem para os pólos e os paralelos são arcos concêntricos situados a igual distância uns dos outros. ● São utilizados para mapas de países de latitudes médias.
  • 103. Propriedades geométricas que caracterizam as projeções cartográficas Os tipos de propriedades geométricas que caracterizam as projeções cartográficas, em suas relações entre a esfera (Terra) e um plano, que o mapa, são: a) Conformes b) Equivalentes c) Afiláticas
  • 104. PROJEÇÕES CONFORMES ● Os ângulos são mantidos idênticos (na esfera e no plano) e as áreas são deformadas. ● As formas terrestres representadas sem deformações. ● Um exemplo é a projeção de Mercator.
  • 105. PROJEÇÕES EQUIVALENTES ● Nas projeções equivalentes as áreas apresentam-se idênticas e os ângulos deformados. ● Um exemplo é a projeção de Peters.
  • 106. PROJEÇÕES AFILÁTICAS ● Nas projeções afiláticas as áreas e os ângulos apresentam-se deformados. ● Um exemplo é a projeção gnomônica, bastante utilizada na navegação náutica.
  • 107. A cartografia como instrumento de dominação cultural ●Durante muito tempo, a cartografia restringiu-se a uma ciência de elaboração de mapas. ●Cada civilização desenvolveu as suas próprias ciências cartográficas. ●Logo, os mapas deixados por essas civilizações constituem um reflexo de sua cultura e mostram as visões que elas possuíam do mundo. ●As representações cartográficas não traduzem apenas o nosso olhar sobre o mundo. Nelas podemos identificar também os nossos interesses em relação ao nosso espaço imediato, ou em relação ao espaço que desejamos, de alguma forma, dominar.
  • 108. VOCÊ CONHECE OUTRAS FORMAS DE REPRESENTAR O MUNDO? Diferentes olhares sobre o mundo no tempo ●O desenvolvimento da cartografia pode ser associado tanto ao desenvolvimento tecnológico quanto ao conhecimento do espaço. ●As influências religiosas, culturais, econômicas, sociais, etc, podem ser claramente analisadas nos mapas e cartas geográficas que foram desenvolvidos ao longo dos anos.
  • 109. Desenvolvimento tecnológico na cartografia Principais recursos tecnológicos utilizados na cartografia e no gerenciamento de informações: ●GPS ●Aerofotogrametria (Fotografia aérea) ●Imagens de satélites ●Radar
  • 110. GPS ● Sistema de Posicionamento Global, que utiliza sinais emitidos por satélites, cujas aplicações são amplamente utilizadas nos transportes marítimos, terrestres e aéreos. ● Tecnologia utilizada por operadoras de celulares e firmas de seguros de
  • 111. Aerofotogrametria (Fotografia aérea) ● Fotografia obtida através de sensores acoplados nas aeronaves. ● Constitui-se como um instrumento de representação da realidade acessível ao público com menos qualificações técnicas. SCANNER E SENSOR FOTOGRÁFICO
  • 112. IMAGENS DE SATÉLITES ● Imagens captadas por sensores acoplados aos satélites artificiais que orbitam em torno do planeta, codificada e transmitida para uma estação rastreadora na terra. ● Atualmente trabalham com precisão milimétrica.
  • 113. RADAR ● O desenvolvimento do radar permitiu superar o problema relativo à necessidade de se ter um tempo claro, sem nuvens, ou sobre áreas de florestas densas. ● Muito utilizado no monitoramento de espaço aéreo e áreas florestais.