SlideShare uma empresa Scribd logo
Atomicidade
Por: Torquato Ferreira Pinheiro
Próton Nêutron Elétron
Os diferentes tipos de átomos
(elementos químicos)
são identificados pela quantidade de prótons (P) que possui
A quantidade de prótons recebe o nome de
NÚMERO ATÔMICO
e é representado pela letra “ Z “
Z = P
Observe o átomo abaixo e compare o total
de prótons e elétrons!!!!
Como os átomos são sistemas eletricamente neutros,
o número de prótons é igual ao número de elétrons
Próton
Nêutron
Elétron
Próton Nêutron Elétron
O que há em comum aos três átomos acima?
O número atômico (Z)
Ao conjunto de átomos de MESMO NÚMERO ATÔMICO
damos o nome de ELEMENTO QUÍMICO
PARTÍCULAS
PRÓTONS
NÊUTRONS
ELÉTRONS
MASSA RELATIVA
1
1
1/1836
É a soma do número de
prótons (Z ou P) e o
número de nêutrons (N)
do átomo
A = Z + N
Próton Nêutron Elétron
De acordo com a IUPAC (União Internacional de Química Pura e
Aplicada), ao representar um elemento químico, devem-se indicar, junto
ao seu SÍMBOLO, seu número atômico (Z) e seu número de massa (A)
Notação Geral
X
Z
A X
Z
A
ou
C6
12
Cl17
35
Fe26
56
Cl17
35
Nome do elemento: _________
A = ______
Z = ______
P = ______
E = ______
N = ______
cloro
35
17
17
17
18
Fe26
56
Nome do elemento: _________
A = ______
Z = ______
P = ______
E = ______
N = ______
ferro
56
26
26
26
30
Próton Nêutron Elétron+ 0 –
Be4
8 2+
íon cátion
O8
16 2–
íon ânion
ÍON
É a espécie química que tem o
número de prótons
diferente do
número de elétrons
Quando o átomo
PERDE elétrons o íon terá
CARGA POSITIVA
e será chamado de
CÁTION
O átomo de ferro
PERDEU 3 ELÉTRONS
para produzi-loFe
56
26
3+
Quando o átomo
GANHA elétrons o íon terá
CARGA NEGATIVA
e será chamado de
ÂNION
O átomo de oxigênio
GANHOU 2 ELÉTRONS
para produzi-loO
16
8
2 –
Cl
35
17
Cl
37
17
Z = 17
A = 35
N = 18
Z = 17
A = 37
N = 20
Estes átomos possuem o mesmo número atômico e diferentes números de
nêutrons, consequentemente, números de massa diferentes
Átomos que possuem mesmo número atômico e diferentes números de
massa são denominados de ISÓTOPOS
H
1
1
H
2
1
H
3
1
hidrogênio 1
monotério
hidrogênio leve
hidrogênio 2
deutério
hidrogênio pesado
hidrogênio 3
tritério
trítio
Somente os isótopos do hidrogênio possuem
nomes especiais
Os demais isótopos são identificados pelo nome do elemento químico
seguido do seu respectivo número de massa
C
12
6
C
13
6
C
14
6
carbono 12 carbono 13 carbono 14
Ca
40
20
K
40
19
Z = 20
A = 40
N = 20
Z = 19
A = 40
N = 21
Estes átomos possuem o mesmo número de massa
e diferentes números atômicos
Átomos que possuem mesmo número de massa e diferentes números
atômicos são denominados de ISÓBAROS
Ca
40
20
K
39
19
Z = 20
A = 40
N = 20
Z = 19
A = 39
N = 20
Estes átomos possuem o mesmo número de nêutrons e
diferentes números atômicos e de massa
Átomos que possuem mesmo número de nêutrons e diferentes números
atômicos e de massa são denominados de ISÓTONOS
Na
11
23 +
O
8
16 2– Ne
10
20
E = 10 E = 10 E = 10
Possuem mesmo
NÚMERO DE ELÉTRONS (E)
ISOELETRÔNICOS
são espécies químicas que possuem mesmo número de elétrons
Em torno do núcleo do átomo temos
uma região denominada de
ELETROSFERA
A eletrosfera é dividida em 7 partes chamada
CAMADAS ELETRÔNICAS
ou
NÍVEIS DE ENERGIA
Do núcleo para fora estas camadas são
representadas pelas letras
K, L, M, N, O, P e Q
L M N O P QK
número máximo de
elétrons, por camada
K = 2
L = 8
M = 18
N = 32
O = 32
P = 18
Q = 8
Os elétrons de um átomo são colocados, inicialmente, nas
camadas mais próximas do núcleo
Na
23
11
K = 2 L = 8 M = 1
Br
80
35
K = 2 L = 8 M = 18 N = 7
Verifica-se que a última camada de um átomo
não pode ter mais de 8 elétrons
Quando isto ocorrer, devemos colocar na mesma camada, 8 ou
18 elétrons
(aquele que for imediatamente inferior ao valor cancelado)
e, o restante na camada seguinte
Ca
40
20
K = 2 L = 8
M = 10
M = 8 N = 2
Pesquisando o átomo, Sommerfeld chegou à conclusão que os elétrons
de um mesmo nível não estão igualmente distanciados do núcleo
porque as trajetórias, além de circulares, como propunha Bohr, também
podem ser elípticas
Esses subgrupos de elétrons estão em regiões chamadas de
subníveis e podem ser
de até 4 tipos
s p d f
 subnível “ s “, que contém até 2 elétrons
 subnível “ p “, que contém até 6 elétrons
 subnível “ d “, que contém até 10 elétrons
 subnível “ f “, que contém até 14 elétrons
Os subníveis em cada nível são:
K
L
M
N
O
P
Q
1s
2s
3s
4s
5s
6s
7s
2p
3p
4p
5p
6p
7p
3d
4d
5d
6d
4f
5f
Estudos sobre as energias dos subníveis, mostram que:
s < p < d < f
Os elétrons de um mesmo subnível possuem a mesma energia.
Os elétrons de um átomo se distribuem em ordem crescente de
energia dos subníveis.
O cientista LINUS PAULING criou uma representação gráfica para
mostrar a ordem CRESCENTE de energia
dos subníveis.
Esta representação ficou conhecida como
DIAGRAMA DE LINUS PAULING
O número máximo de elétrons, em cada subnível, é:
# subnível “ s “ : 2 elétrons.
# subnível “ p “ : 6 elétrons.
# subnível “ d “ : 10 elétrons.
# subnível “ f “ : 14 elétrons.
1s
2s 2p
3s 3p 3d
4s 4p 4d 4f
5s 5p 5d 5f
6s 6p 6d
7s 7p
1s
2s 2p
3s 3p 3d
4s 4p 4d 4f
5s 5p 5d 5f
6s 6p 6d
7s 7p
s p d f
2 6 10 14
O átomo de FERRO possui número
atômico 26, sua distribuição eletrônica, nos
subníveis será...
1s 2s 2p 3s 3p 4s
2 62 6 22
3d
6
ordem crescente de energia
1s 2s 2p 3s 3p 4s
2 62 6 22
3d
6
ordem geométrica ou distância
3d
6
subnível de maior energia
4s
2
subnível mais externo
K = 2 L = 8 M = 14 N = 2
distribuição nos níveis
Para os CÁTIONS devemos
distribuir os elétrons como se eles fossem neutros
e, em seguida, da última camada
retirar os elétrons perdidos
1s 2s 2p 3s 3p 4s 3d
2 6 222 6 6
Fe
2+
26
Para os ÂNIONS devemos
adicionar os elétrons ganhos aos já existentes no átomo e,
em seguida distribuir o total
S
2–
16
16 + 2 = 18 elétrons
1s 2s 2p 3s 3p
2 6 22 6
Devido à dificuldade de calcular a posição exata de um elétron na
eletrosfera, o cientista Erwin Schordinger foi levado a calcular a
região onde haveria maior probabilidade de encontrar um elétron
Essa região foi chamada de ORBITAL
Nos subníveis teremos os seguintes números de orbitais:
O subnível “ s “ possui um único orbital na forma esférica
Didaticamente será representado por um quadrado
O subnível “ p “ possui três orbitais na forma de um duplo ovóide
e orientações espaciais perpendiculares entre si
Didaticamente será representado por três quadrados
p
x
p
y
p
z
O subnível “ d “ possui cinco orbitais
O subnível “ f “ possui sete orbitais
Em um mesmo orbital encontraremos, no máximo,
2 elétrons com spins opostos
Em um mesmo orbital os elétrons possuem SPINS opostos
DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA NOS
ORBITAIS
REGRA DE HUND
Coloca-se um elétron em cada orbital, da esquerda para a
direita e, quando todos os orbitais tiverem recebido o primeiro
elétron é que colocamos o segundo elétron, com sentido oposto
3p 5
3d 8
É o conjunto de 4 números
que identificam um elétron de um átomo
Identifica o nível de energia do elétron
nível do elétron K
nº quântico principal 1
L
2
M
3
N
4
O
5
P
6
Q
7
l
Identifica o subnível de energia do elétron
subnível do elétron s
nº quântico secundário ( l ) 0
p
1
d
2
f
3
Os 5 elétrons do subnível abaixo possuem:
3 p
5
n = 3
Todos estão no 3º nível de energia
(camada “M”)
l= 1
Todos estão no subnível “p”
Identifica o orbital (orientação no espaço) do elétron
varia de – l até + l
Orbital “s” possui l = 0
Orbital “p” possui l = 1
Orbital “d” possui l = 2
Orbital “f” possui l = 3
0
– 1 0 + 1
– 2 – 1 0 + 1 + 2
– 3 – 2 – 1 0 + 1 + 2 + 3
1º elétron: s = – 1/2 2º elétron: s = + 1/2
Identifica o spin (rotação do elétron)
pode ser – 1/2 ou + 1/2
Vamos adotar a seguinte convenção:
Exemplos de distribuição eletrônica:
1 - Distribuir os elétrons do átomo normal de manganês (Z=25) em ordem de camada.
Se Z=25 isto significa que no átomo normal de manganês há 25 elétrons. Aplicando o diagrama de Pauling,
teremos:
K - 1s2
L - 2s2 2p6
M - 3s2 3p6 3d5
N - 4s2 4p 4d 4f
O - 5s 5p 5d 5f
P - 6s 6p 6d
Q - 7s 7p
Resposta: K=2; L=8; M=13; N=2
2 - Distribuir os elétrons do átomo normal de xenônio (Z=54) em ordem de camada.
K - 1s2
L - 2s2 2p6
M- 3s2 3p6 3d10
N- 4s2 4p6 4d10 4f
O- 5s2 5p6 5d 5f
P- 6s 6p 6d
Q- 7s 7p
Resposta: K=2; L=8; M=18; N=18; O=8
Distribuição Eletrônica
Distribuição Eletrônica em Íons
Átomo: nº de prótons = nº de elétrons
Íon: nº de prótons (p) ≠ nº de elétrons
Íon positivo (cátion): nº de p > nº de elétrons
Íon negativo (ânion): nº de p < nº de elétrons
Distribuição Eletrônica em Cátion
Retirar os elétrons mais externos do
átomo correspondente. Exemplo:
Ferro (Fe) Z = 26 → 1s2 2s2 2p6 3s2
3p6 4s2 3d6 (estado fundamental = neutro)
Fe2+ → 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 3d6 (estado
iônico)
Distribuição Eletrônica em Ânion
Colocar os elétrons no subnível
incompleto. Exemplo:
Oxigênio (O) Z = 8 → 1s2 2s2 2p4 (estado
fundamental = neutro)
O2- → 1s2 2s2 2p6
Diamagnéticos/Paramagnéticos
Na natureza existem alguns materiais que na presença de um campo
magnético é capaz de se tornar um ímã, sendo ele fraco ou não. Esses
materiais são classificados em
ferromagnéticos, paramagnéticos e diamagnéticos.
Paramagnéticos - pelo menos um orbital incompleto - são materiais que
possuem elétrons desemparelhados e que, quando na presença de um
campo magnético, se alinham, fazendo surgir dessa forma um ímã que tem
a capacidade de provocar um leve aumento na intensidade do valor do
campo magnético em um ponto qualquer. Esses materiais são fracamente
atraídos pelos ímãs. São materiais paramagnéticos: o alumínio, o magnésio,
o sulfato de cobre, etc.
Diamagnéticos – todos orbitais completos - são aqueles que são
ligeiramente repelidos pelos ímãs. O campo magnético gerado pelo imã faz
com que o movimento dos elétrons se altere, como se uma corrente elétrica
estivesse passando pelo material, e assim gerando um outro campo
magnético. Esse campo se alinha em direção oposta ao do imã, e isso causa
a repulsão. A água, a prata, o ouro, o chumbo e o quartzo são alguns
exemplos de materiais diamagnéticos
Com base na distribuição de Linus
Pauling e a regra de Hund: quais desses
materiais apresentam paramagnetismo?
-Alumínio
-Ouro
-Prata
-Cobre
-Zinco
-Chumbo

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O átomo
O átomoO átomo
O átomo
Atami Santos
 
Aula 4 - Modelo Atômico de Bohr
Aula 4 - Modelo Atômico de BohrAula 4 - Modelo Atômico de Bohr
Aula 4 - Modelo Atômico de Bohr
Newton Silva
 
Termoquimica
TermoquimicaTermoquimica
Termoquimica
Carlos Priante
 
avaliação 9 ano química
avaliação 9 ano químicaavaliação 9 ano química
avaliação 9 ano química
daianafrs
 
Forças intermoleculares
Forças intermoleculares Forças intermoleculares
Forças intermoleculares
Marco Bumba
 
Modelos atômicos
Modelos atômicosModelos atômicos
Modelos atômicos
Marilena Meira
 
Isomeria
IsomeriaIsomeria
Isomeria
sabinosilva
 
História da química
História da químicaHistória da química
História da química
Marco Bumba
 
Propriedades periódicas
Propriedades periódicas Propriedades periódicas
Propriedades periódicas
Augusto Sérgio Costa Souza
 
Lista de exercícios classificação das cadeias carbônicas e compostos aromát...
Lista de exercícios   classificação das cadeias carbônicas e compostos aromát...Lista de exercícios   classificação das cadeias carbônicas e compostos aromát...
Lista de exercícios classificação das cadeias carbônicas e compostos aromát...
Profª Alda Ernestina
 
Introdução a Quimica orgânica
Introdução a Quimica orgânicaIntrodução a Quimica orgânica
Introdução a Quimica orgânica
Josenildo Vasconcelos
 
Reações químicas
Reações químicasReações químicas
Reações químicas
João Paulo Luna
 
Slide tabela periodica
Slide tabela periodicaSlide tabela periodica
Slide tabela periodica
Isasesantos
 
Aula eletrolise
Aula  eletroliseAula  eletrolise
Aula eletrolise
Adrianne Mendonça
 
Aula Funções Inorgânicas
Aula Funções InorgânicasAula Funções Inorgânicas
Aula Funções Inorgânicas
Nai Mariano
 
Distribuição Eletrônica - Diagrama de Linus Pauling
Distribuição Eletrônica - Diagrama de Linus PaulingDistribuição Eletrônica - Diagrama de Linus Pauling
Distribuição Eletrônica - Diagrama de Linus Pauling
Tabela Periódica
 
Teoria do campo cristalino
Teoria do campo cristalinoTeoria do campo cristalino
Teoria do campo cristalino
Fernando Santos
 
Balanceamento de equações químicas
Balanceamento de equações químicasBalanceamento de equações químicas
Balanceamento de equações químicas
Rafael Nishikawa
 
Leis ponderais
Leis ponderaisLeis ponderais
Estados físicos da matéria prof Ivanise Meyer
Estados físicos da matéria prof Ivanise MeyerEstados físicos da matéria prof Ivanise Meyer
Estados físicos da matéria prof Ivanise Meyer
Ivanise Meyer
 

Mais procurados (20)

O átomo
O átomoO átomo
O átomo
 
Aula 4 - Modelo Atômico de Bohr
Aula 4 - Modelo Atômico de BohrAula 4 - Modelo Atômico de Bohr
Aula 4 - Modelo Atômico de Bohr
 
Termoquimica
TermoquimicaTermoquimica
Termoquimica
 
avaliação 9 ano química
avaliação 9 ano químicaavaliação 9 ano química
avaliação 9 ano química
 
Forças intermoleculares
Forças intermoleculares Forças intermoleculares
Forças intermoleculares
 
Modelos atômicos
Modelos atômicosModelos atômicos
Modelos atômicos
 
Isomeria
IsomeriaIsomeria
Isomeria
 
História da química
História da químicaHistória da química
História da química
 
Propriedades periódicas
Propriedades periódicas Propriedades periódicas
Propriedades periódicas
 
Lista de exercícios classificação das cadeias carbônicas e compostos aromát...
Lista de exercícios   classificação das cadeias carbônicas e compostos aromát...Lista de exercícios   classificação das cadeias carbônicas e compostos aromát...
Lista de exercícios classificação das cadeias carbônicas e compostos aromát...
 
Introdução a Quimica orgânica
Introdução a Quimica orgânicaIntrodução a Quimica orgânica
Introdução a Quimica orgânica
 
Reações químicas
Reações químicasReações químicas
Reações químicas
 
Slide tabela periodica
Slide tabela periodicaSlide tabela periodica
Slide tabela periodica
 
Aula eletrolise
Aula  eletroliseAula  eletrolise
Aula eletrolise
 
Aula Funções Inorgânicas
Aula Funções InorgânicasAula Funções Inorgânicas
Aula Funções Inorgânicas
 
Distribuição Eletrônica - Diagrama de Linus Pauling
Distribuição Eletrônica - Diagrama de Linus PaulingDistribuição Eletrônica - Diagrama de Linus Pauling
Distribuição Eletrônica - Diagrama de Linus Pauling
 
Teoria do campo cristalino
Teoria do campo cristalinoTeoria do campo cristalino
Teoria do campo cristalino
 
Balanceamento de equações químicas
Balanceamento de equações químicasBalanceamento de equações químicas
Balanceamento de equações químicas
 
Leis ponderais
Leis ponderaisLeis ponderais
Leis ponderais
 
Estados físicos da matéria prof Ivanise Meyer
Estados físicos da matéria prof Ivanise MeyerEstados físicos da matéria prof Ivanise Meyer
Estados físicos da matéria prof Ivanise Meyer
 

Destaque

Leis ponderais
Leis ponderaisLeis ponderais
Leis ponderais
Adrianne Mendonça
 
Leis ponderais e_modelo_de_dalton
Leis ponderais e_modelo_de_daltonLeis ponderais e_modelo_de_dalton
Leis ponderais e_modelo_de_dalton
Joanna de Paoli
 
Mercado
MercadoMercado
Mercado
turma10ig
 
Teoria atômica
Teoria atômicaTeoria atômica
Teoria atômica
arthemispandora
 
Distribuição eletrônica
Distribuição eletrônica  Distribuição eletrônica
Distribuição eletrônica
Karol Maia
 
Distribuição eletrônica
Distribuição eletrônicaDistribuição eletrônica
Distribuição eletrônica
Joanna de Paoli
 
Transformação da Materia
Transformação da MateriaTransformação da Materia
Transformação da Materia
Pedro Monteiro
 
Química distribuição eletronica
Química   distribuição eletronicaQuímica   distribuição eletronica
Química distribuição eletronica
Rubao1E
 
Evolução dos modelos atómicos
Evolução dos modelos atómicosEvolução dos modelos atómicos
Evolução dos modelos atómicos
Patrícia Morais
 
ÁTomos e moléculas
ÁTomos e moléculasÁTomos e moléculas
ÁTomos e moléculas
Piedade Alves
 
Caracteristicas de roma
Caracteristicas de romaCaracteristicas de roma
Caracteristicas de roma
Jairo Andres
 
Substâncias puras e misturas
Substâncias puras e misturasSubstâncias puras e misturas
Substâncias puras e misturas
Luise Moura
 
Slides evolução do modelo atômico
Slides  evolução do modelo atômicoSlides  evolução do modelo atômico
Slides evolução do modelo atômico
elismarafernandes
 
Átomos
ÁtomosÁtomos
Átomos
Estude Mais
 

Destaque (14)

Leis ponderais
Leis ponderaisLeis ponderais
Leis ponderais
 
Leis ponderais e_modelo_de_dalton
Leis ponderais e_modelo_de_daltonLeis ponderais e_modelo_de_dalton
Leis ponderais e_modelo_de_dalton
 
Mercado
MercadoMercado
Mercado
 
Teoria atômica
Teoria atômicaTeoria atômica
Teoria atômica
 
Distribuição eletrônica
Distribuição eletrônica  Distribuição eletrônica
Distribuição eletrônica
 
Distribuição eletrônica
Distribuição eletrônicaDistribuição eletrônica
Distribuição eletrônica
 
Transformação da Materia
Transformação da MateriaTransformação da Materia
Transformação da Materia
 
Química distribuição eletronica
Química   distribuição eletronicaQuímica   distribuição eletronica
Química distribuição eletronica
 
Evolução dos modelos atómicos
Evolução dos modelos atómicosEvolução dos modelos atómicos
Evolução dos modelos atómicos
 
ÁTomos e moléculas
ÁTomos e moléculasÁTomos e moléculas
ÁTomos e moléculas
 
Caracteristicas de roma
Caracteristicas de romaCaracteristicas de roma
Caracteristicas de roma
 
Substâncias puras e misturas
Substâncias puras e misturasSubstâncias puras e misturas
Substâncias puras e misturas
 
Slides evolução do modelo atômico
Slides  evolução do modelo atômicoSlides  evolução do modelo atômico
Slides evolução do modelo atômico
 
Átomos
ÁtomosÁtomos
Átomos
 

Semelhante a Atomicidade

Atomística, Números Quânticos, Íons
Atomística, Números Quânticos, ÍonsAtomística, Números Quânticos, Íons
Atomística, Números Quânticos, Íons
Carlos Priante
 
Aula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptx
Aula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptxAula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptx
Aula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptx
DaniDu3
 
Aula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptx
Aula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptxAula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptx
Aula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptx
DaniDu3
 
Aula 05 modelo atômico de bohr diagrama de pauling
Aula 05 modelo atômico  de bohr   diagrama de paulingAula 05 modelo atômico  de bohr   diagrama de pauling
Aula 05 modelo atômico de bohr diagrama de pauling
Colegio CMC
 
Estrutura atômica aula 3
Estrutura atômica aula 3Estrutura atômica aula 3
Estrutura atômica aula 3
Katia Venancio
 
quimica atomica
quimica atomicaquimica atomica
quimica atomica
Raphaella Alves
 
Aula de Quimica -Do curso de engenharia mecanica
Aula de Quimica -Do curso de engenharia mecanicaAula de Quimica -Do curso de engenharia mecanica
Aula de Quimica -Do curso de engenharia mecanica
MarceloAugustoLeonez
 
E
EE
Modelo atomico
Modelo atomicoModelo atomico
Modelo atomico
Graziella Trovati
 
ATOMÍSTICA E TABELA PERIÓDICA
ATOMÍSTICA E TABELA PERIÓDICAATOMÍSTICA E TABELA PERIÓDICA
ATOMÍSTICA E TABELA PERIÓDICA
neivaldolucio
 
Teoria atômica e tabela periódica
Teoria atômica e tabela periódicaTeoria atômica e tabela periódica
Teoria atômica e tabela periódica
cris_bastardis
 
Estrutura atômica
Estrutura atômicaEstrutura atômica
Estrutura atômica
estead2011
 
Estrutura atômica
Estrutura atômicaEstrutura atômica
Estrutura atômica
estead2011
 
Quimica organica
Quimica organicaQuimica organica
Quimica organica
Tayse Mota
 
ExercÍcios Vestibular
ExercÍcios   VestibularExercÍcios   Vestibular
ExercÍcios Vestibular
Cursos Profissionalizantes
 
O Átomo e modelos atômicos.pdf
O Átomo e modelos atômicos.pdfO Átomo e modelos atômicos.pdf
O Átomo e modelos atômicos.pdf
rickriordan
 
Atomistica
AtomisticaAtomistica
áTomos
áTomosáTomos
Anexo 5 -_aula_em_power_point_sobre_estrutura_da_materia_2009
Anexo 5 -_aula_em_power_point_sobre_estrutura_da_materia_2009Anexo 5 -_aula_em_power_point_sobre_estrutura_da_materia_2009
Anexo 5 -_aula_em_power_point_sobre_estrutura_da_materia_2009
Kelly Freitas
 
Química Geral - Estrutura Atômicaaa.pptx
Química Geral - Estrutura Atômicaaa.pptxQuímica Geral - Estrutura Atômicaaa.pptx
Química Geral - Estrutura Atômicaaa.pptx
JoseAugustoAragao
 

Semelhante a Atomicidade (20)

Atomística, Números Quânticos, Íons
Atomística, Números Quânticos, ÍonsAtomística, Números Quânticos, Íons
Atomística, Números Quânticos, Íons
 
Aula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptx
Aula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptxAula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptx
Aula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptx
 
Aula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptx
Aula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptxAula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptx
Aula 1 - Estrutura atômica e eletrônica.pptx
 
Aula 05 modelo atômico de bohr diagrama de pauling
Aula 05 modelo atômico  de bohr   diagrama de paulingAula 05 modelo atômico  de bohr   diagrama de pauling
Aula 05 modelo atômico de bohr diagrama de pauling
 
Estrutura atômica aula 3
Estrutura atômica aula 3Estrutura atômica aula 3
Estrutura atômica aula 3
 
quimica atomica
quimica atomicaquimica atomica
quimica atomica
 
Aula de Quimica -Do curso de engenharia mecanica
Aula de Quimica -Do curso de engenharia mecanicaAula de Quimica -Do curso de engenharia mecanica
Aula de Quimica -Do curso de engenharia mecanica
 
E
EE
E
 
Modelo atomico
Modelo atomicoModelo atomico
Modelo atomico
 
ATOMÍSTICA E TABELA PERIÓDICA
ATOMÍSTICA E TABELA PERIÓDICAATOMÍSTICA E TABELA PERIÓDICA
ATOMÍSTICA E TABELA PERIÓDICA
 
Teoria atômica e tabela periódica
Teoria atômica e tabela periódicaTeoria atômica e tabela periódica
Teoria atômica e tabela periódica
 
Estrutura atômica
Estrutura atômicaEstrutura atômica
Estrutura atômica
 
Estrutura atômica
Estrutura atômicaEstrutura atômica
Estrutura atômica
 
Quimica organica
Quimica organicaQuimica organica
Quimica organica
 
ExercÍcios Vestibular
ExercÍcios   VestibularExercÍcios   Vestibular
ExercÍcios Vestibular
 
O Átomo e modelos atômicos.pdf
O Átomo e modelos atômicos.pdfO Átomo e modelos atômicos.pdf
O Átomo e modelos atômicos.pdf
 
Atomistica
AtomisticaAtomistica
Atomistica
 
áTomos
áTomosáTomos
áTomos
 
Anexo 5 -_aula_em_power_point_sobre_estrutura_da_materia_2009
Anexo 5 -_aula_em_power_point_sobre_estrutura_da_materia_2009Anexo 5 -_aula_em_power_point_sobre_estrutura_da_materia_2009
Anexo 5 -_aula_em_power_point_sobre_estrutura_da_materia_2009
 
Química Geral - Estrutura Atômicaaa.pptx
Química Geral - Estrutura Atômicaaa.pptxQuímica Geral - Estrutura Atômicaaa.pptx
Química Geral - Estrutura Atômicaaa.pptx
 

Último

UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdfConcurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
TathyLopes1
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
SidneySilva523387
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
WELTONROBERTOFREITAS
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
ARIADNEMARTINSDACRUZ
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Marília Pacheco
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
sjcelsorocha
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
MarceloMonteiro213738
 
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdfAula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
vitorreissouzasilva
 

Último (20)

UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdfConcurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
 
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdfAula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
Aula Aberta_Avaliação Digital no ensino basico e secundário.pdf
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.pptFUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
FUNCAO EQUAÇÃO DO 2° GRAU SLIDES AULA 1.ppt
 
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdfAula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
 

Atomicidade

  • 3. Os diferentes tipos de átomos (elementos químicos) são identificados pela quantidade de prótons (P) que possui A quantidade de prótons recebe o nome de NÚMERO ATÔMICO e é representado pela letra “ Z “ Z = P
  • 4. Observe o átomo abaixo e compare o total de prótons e elétrons!!!! Como os átomos são sistemas eletricamente neutros, o número de prótons é igual ao número de elétrons Próton Nêutron Elétron
  • 5. Próton Nêutron Elétron O que há em comum aos três átomos acima? O número atômico (Z) Ao conjunto de átomos de MESMO NÚMERO ATÔMICO damos o nome de ELEMENTO QUÍMICO
  • 6. PARTÍCULAS PRÓTONS NÊUTRONS ELÉTRONS MASSA RELATIVA 1 1 1/1836 É a soma do número de prótons (Z ou P) e o número de nêutrons (N) do átomo A = Z + N Próton Nêutron Elétron
  • 7. De acordo com a IUPAC (União Internacional de Química Pura e Aplicada), ao representar um elemento químico, devem-se indicar, junto ao seu SÍMBOLO, seu número atômico (Z) e seu número de massa (A) Notação Geral X Z A X Z A ou C6 12 Cl17 35 Fe26 56
  • 8. Cl17 35 Nome do elemento: _________ A = ______ Z = ______ P = ______ E = ______ N = ______ cloro 35 17 17 17 18 Fe26 56 Nome do elemento: _________ A = ______ Z = ______ P = ______ E = ______ N = ______ ferro 56 26 26 26 30
  • 9. Próton Nêutron Elétron+ 0 – Be4 8 2+ íon cátion O8 16 2– íon ânion ÍON É a espécie química que tem o número de prótons diferente do número de elétrons
  • 10. Quando o átomo PERDE elétrons o íon terá CARGA POSITIVA e será chamado de CÁTION O átomo de ferro PERDEU 3 ELÉTRONS para produzi-loFe 56 26 3+
  • 11. Quando o átomo GANHA elétrons o íon terá CARGA NEGATIVA e será chamado de ÂNION O átomo de oxigênio GANHOU 2 ELÉTRONS para produzi-loO 16 8 2 –
  • 12. Cl 35 17 Cl 37 17 Z = 17 A = 35 N = 18 Z = 17 A = 37 N = 20 Estes átomos possuem o mesmo número atômico e diferentes números de nêutrons, consequentemente, números de massa diferentes Átomos que possuem mesmo número atômico e diferentes números de massa são denominados de ISÓTOPOS
  • 13. H 1 1 H 2 1 H 3 1 hidrogênio 1 monotério hidrogênio leve hidrogênio 2 deutério hidrogênio pesado hidrogênio 3 tritério trítio Somente os isótopos do hidrogênio possuem nomes especiais
  • 14. Os demais isótopos são identificados pelo nome do elemento químico seguido do seu respectivo número de massa C 12 6 C 13 6 C 14 6 carbono 12 carbono 13 carbono 14
  • 15. Ca 40 20 K 40 19 Z = 20 A = 40 N = 20 Z = 19 A = 40 N = 21 Estes átomos possuem o mesmo número de massa e diferentes números atômicos Átomos que possuem mesmo número de massa e diferentes números atômicos são denominados de ISÓBAROS
  • 16. Ca 40 20 K 39 19 Z = 20 A = 40 N = 20 Z = 19 A = 39 N = 20 Estes átomos possuem o mesmo número de nêutrons e diferentes números atômicos e de massa Átomos que possuem mesmo número de nêutrons e diferentes números atômicos e de massa são denominados de ISÓTONOS
  • 17. Na 11 23 + O 8 16 2– Ne 10 20 E = 10 E = 10 E = 10 Possuem mesmo NÚMERO DE ELÉTRONS (E) ISOELETRÔNICOS são espécies químicas que possuem mesmo número de elétrons
  • 18. Em torno do núcleo do átomo temos uma região denominada de ELETROSFERA A eletrosfera é dividida em 7 partes chamada CAMADAS ELETRÔNICAS ou NÍVEIS DE ENERGIA
  • 19. Do núcleo para fora estas camadas são representadas pelas letras K, L, M, N, O, P e Q L M N O P QK número máximo de elétrons, por camada K = 2 L = 8 M = 18 N = 32 O = 32 P = 18 Q = 8
  • 20. Os elétrons de um átomo são colocados, inicialmente, nas camadas mais próximas do núcleo Na 23 11 K = 2 L = 8 M = 1 Br 80 35 K = 2 L = 8 M = 18 N = 7
  • 21. Verifica-se que a última camada de um átomo não pode ter mais de 8 elétrons Quando isto ocorrer, devemos colocar na mesma camada, 8 ou 18 elétrons (aquele que for imediatamente inferior ao valor cancelado) e, o restante na camada seguinte Ca 40 20 K = 2 L = 8 M = 10 M = 8 N = 2
  • 22. Pesquisando o átomo, Sommerfeld chegou à conclusão que os elétrons de um mesmo nível não estão igualmente distanciados do núcleo porque as trajetórias, além de circulares, como propunha Bohr, também podem ser elípticas Esses subgrupos de elétrons estão em regiões chamadas de subníveis e podem ser de até 4 tipos s p d f
  • 23.  subnível “ s “, que contém até 2 elétrons  subnível “ p “, que contém até 6 elétrons  subnível “ d “, que contém até 10 elétrons  subnível “ f “, que contém até 14 elétrons Os subníveis em cada nível são: K L M N O P Q 1s 2s 3s 4s 5s 6s 7s 2p 3p 4p 5p 6p 7p 3d 4d 5d 6d 4f 5f
  • 24. Estudos sobre as energias dos subníveis, mostram que: s < p < d < f Os elétrons de um mesmo subnível possuem a mesma energia. Os elétrons de um átomo se distribuem em ordem crescente de energia dos subníveis. O cientista LINUS PAULING criou uma representação gráfica para mostrar a ordem CRESCENTE de energia dos subníveis. Esta representação ficou conhecida como DIAGRAMA DE LINUS PAULING O número máximo de elétrons, em cada subnível, é: # subnível “ s “ : 2 elétrons. # subnível “ p “ : 6 elétrons. # subnível “ d “ : 10 elétrons. # subnível “ f “ : 14 elétrons.
  • 25. 1s 2s 2p 3s 3p 3d 4s 4p 4d 4f 5s 5p 5d 5f 6s 6p 6d 7s 7p
  • 26. 1s 2s 2p 3s 3p 3d 4s 4p 4d 4f 5s 5p 5d 5f 6s 6p 6d 7s 7p s p d f 2 6 10 14 O átomo de FERRO possui número atômico 26, sua distribuição eletrônica, nos subníveis será... 1s 2s 2p 3s 3p 4s 2 62 6 22 3d 6 ordem crescente de energia 1s 2s 2p 3s 3p 4s 2 62 6 22 3d 6 ordem geométrica ou distância 3d 6 subnível de maior energia 4s 2 subnível mais externo K = 2 L = 8 M = 14 N = 2 distribuição nos níveis
  • 27. Para os CÁTIONS devemos distribuir os elétrons como se eles fossem neutros e, em seguida, da última camada retirar os elétrons perdidos 1s 2s 2p 3s 3p 4s 3d 2 6 222 6 6 Fe 2+ 26
  • 28. Para os ÂNIONS devemos adicionar os elétrons ganhos aos já existentes no átomo e, em seguida distribuir o total S 2– 16 16 + 2 = 18 elétrons 1s 2s 2p 3s 3p 2 6 22 6
  • 29. Devido à dificuldade de calcular a posição exata de um elétron na eletrosfera, o cientista Erwin Schordinger foi levado a calcular a região onde haveria maior probabilidade de encontrar um elétron Essa região foi chamada de ORBITAL Nos subníveis teremos os seguintes números de orbitais: O subnível “ s “ possui um único orbital na forma esférica Didaticamente será representado por um quadrado
  • 30. O subnível “ p “ possui três orbitais na forma de um duplo ovóide e orientações espaciais perpendiculares entre si Didaticamente será representado por três quadrados p x p y p z
  • 31. O subnível “ d “ possui cinco orbitais O subnível “ f “ possui sete orbitais
  • 32. Em um mesmo orbital encontraremos, no máximo, 2 elétrons com spins opostos Em um mesmo orbital os elétrons possuem SPINS opostos
  • 33. DISTRIBUIÇÃO ELETRÔNICA NOS ORBITAIS REGRA DE HUND Coloca-se um elétron em cada orbital, da esquerda para a direita e, quando todos os orbitais tiverem recebido o primeiro elétron é que colocamos o segundo elétron, com sentido oposto 3p 5 3d 8
  • 34. É o conjunto de 4 números que identificam um elétron de um átomo Identifica o nível de energia do elétron nível do elétron K nº quântico principal 1 L 2 M 3 N 4 O 5 P 6 Q 7
  • 35. l Identifica o subnível de energia do elétron subnível do elétron s nº quântico secundário ( l ) 0 p 1 d 2 f 3
  • 36. Os 5 elétrons do subnível abaixo possuem: 3 p 5 n = 3 Todos estão no 3º nível de energia (camada “M”) l= 1 Todos estão no subnível “p”
  • 37. Identifica o orbital (orientação no espaço) do elétron varia de – l até + l Orbital “s” possui l = 0 Orbital “p” possui l = 1 Orbital “d” possui l = 2 Orbital “f” possui l = 3 0 – 1 0 + 1 – 2 – 1 0 + 1 + 2 – 3 – 2 – 1 0 + 1 + 2 + 3
  • 38. 1º elétron: s = – 1/2 2º elétron: s = + 1/2 Identifica o spin (rotação do elétron) pode ser – 1/2 ou + 1/2 Vamos adotar a seguinte convenção:
  • 39. Exemplos de distribuição eletrônica: 1 - Distribuir os elétrons do átomo normal de manganês (Z=25) em ordem de camada. Se Z=25 isto significa que no átomo normal de manganês há 25 elétrons. Aplicando o diagrama de Pauling, teremos: K - 1s2 L - 2s2 2p6 M - 3s2 3p6 3d5 N - 4s2 4p 4d 4f O - 5s 5p 5d 5f P - 6s 6p 6d Q - 7s 7p Resposta: K=2; L=8; M=13; N=2 2 - Distribuir os elétrons do átomo normal de xenônio (Z=54) em ordem de camada. K - 1s2 L - 2s2 2p6 M- 3s2 3p6 3d10 N- 4s2 4p6 4d10 4f O- 5s2 5p6 5d 5f P- 6s 6p 6d Q- 7s 7p Resposta: K=2; L=8; M=18; N=18; O=8
  • 40. Distribuição Eletrônica Distribuição Eletrônica em Íons Átomo: nº de prótons = nº de elétrons Íon: nº de prótons (p) ≠ nº de elétrons Íon positivo (cátion): nº de p > nº de elétrons Íon negativo (ânion): nº de p < nº de elétrons Distribuição Eletrônica em Cátion Retirar os elétrons mais externos do átomo correspondente. Exemplo: Ferro (Fe) Z = 26 → 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d6 (estado fundamental = neutro) Fe2+ → 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 3d6 (estado iônico) Distribuição Eletrônica em Ânion Colocar os elétrons no subnível incompleto. Exemplo: Oxigênio (O) Z = 8 → 1s2 2s2 2p4 (estado fundamental = neutro) O2- → 1s2 2s2 2p6
  • 41. Diamagnéticos/Paramagnéticos Na natureza existem alguns materiais que na presença de um campo magnético é capaz de se tornar um ímã, sendo ele fraco ou não. Esses materiais são classificados em ferromagnéticos, paramagnéticos e diamagnéticos. Paramagnéticos - pelo menos um orbital incompleto - são materiais que possuem elétrons desemparelhados e que, quando na presença de um campo magnético, se alinham, fazendo surgir dessa forma um ímã que tem a capacidade de provocar um leve aumento na intensidade do valor do campo magnético em um ponto qualquer. Esses materiais são fracamente atraídos pelos ímãs. São materiais paramagnéticos: o alumínio, o magnésio, o sulfato de cobre, etc. Diamagnéticos – todos orbitais completos - são aqueles que são ligeiramente repelidos pelos ímãs. O campo magnético gerado pelo imã faz com que o movimento dos elétrons se altere, como se uma corrente elétrica estivesse passando pelo material, e assim gerando um outro campo magnético. Esse campo se alinha em direção oposta ao do imã, e isso causa a repulsão. A água, a prata, o ouro, o chumbo e o quartzo são alguns exemplos de materiais diamagnéticos
  • 42. Com base na distribuição de Linus Pauling e a regra de Hund: quais desses materiais apresentam paramagnetismo? -Alumínio -Ouro -Prata -Cobre -Zinco -Chumbo