O documento defende que proibir o uso de celulares na escola é uma medida ineficaz, argumentando que: (1) os alunos da geração digital sentem-se privados ao não poderem usar seus celulares, (2) quanto mais restrito o uso, maior a vontade de desobedecer, e (3) o celular pode ser usado de forma pedagógica se bem orientado pelos professores.