O documento discute o potencial do uso de celulares e tablets em sala de aula. Aponta que a maioria dos estudantes brasileiros entre 15 e 19 anos possui acesso a esses dispositivos e a internet. Defende que, ao invés de proibir esses aparelhos, as escolas deveriam incorporá-los como recursos que podem envolver os alunos na aprendizagem. Também discute como os professores precisam estar preparados para utilizar a tecnologia de forma a tornar as aulas mais atrativas.