ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 36

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ApresentaçãO Para DéCimo Segundo Ano, Aula 36

  1. 2. <ul><li>Segundo o autor, na fruição de uma obra de arte, classificá-la torna-se </li></ul><ul><li>a) inadequado. </li></ul><ul><li>b) impossível. </li></ul><ul><li>c) indiferente. </li></ul><ul><li>d) imprescindível. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>O recurso a interrogativas (linhas 4-6) serve ao autor como </li></ul><ul><li>a) introdução à temática que vai desenvolver. </li></ul><ul><li>b) questionamento dirigido a outros críticos. </li></ul><ul><li>c) rol de suspeitas decorrentes da leitura do livro. </li></ul><ul><li>d) efeito meramente retórico e estilístico. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Com o recurso ao termo «caleidoscópio» (linha 8), o autor vê Memorial do Convento como uma obra </li></ul><ul><li>a) obscura na sua multiplicidade. </li></ul><ul><li>b) multifacetada como a vida. </li></ul><ul><li>c) emaranhada como um labirinto. </li></ul><ul><li>d) única na sua singularidade. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Com a transcrição do poema de Brecht (linhas 22-24), o autor pretende sublinhar </li></ul><ul><li>a) o testemunho de um autor dramático. </li></ul><ul><li>b) a variedade possível de epígrafes. </li></ul><ul><li>c) o paralelismo com Memorial do Convento . </li></ul><ul><li>d) a semelhança com as anteriores epígrafes. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>O antecedente do pronome «que» (linha 31) é </li></ul><ul><li>a) «romance» (linha 29). </li></ul><ul><li>b) «estilo incomparável» (linha 30). </li></ul><ul><li>c) «perfeito domínio» (linha 30). </li></ul><ul><li>d) «língua portuguesa» (linha 30-31). </li></ul>
  6. 7. <ul><li>A colocação do pronome «se» (linha 32) em posição anteposta ao verbo justifica-se pela sua </li></ul><ul><li>a) inclusão numa frase em discurso indirecto. </li></ul><ul><li>b) inserção numa frase subordinada relativa. </li></ul><ul><li>c) dependência de uma construção negativa. </li></ul><ul><li>d) integração numa frase interrogativa indirecta. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>* Em «o extremo rigor e a liberdade estreme» (linha 32), em termos estilísticos, aproveitou-se </li></ul><ul><li>a) a holonímia entre os dois nomes. </li></ul><ul><li>b) a paronímia entre os dois adjectivos. </li></ul><ul><li>c) a hiperonímia dos dois nomes. </li></ul><ul><li>d) a homofonia de duas palavras. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>* O protótipo que mais se aproxima do deste texto será o </li></ul><ul><li>a) expositivo. </li></ul><ul><li>b) instrucional. </li></ul><ul><li>c) conversacional. </li></ul><ul><li>d) narrativo. </li></ul>
  9. 10. <ul><li>* A frase em que o tempo verbal implica mais o aspecto perfectivo é </li></ul><ul><li>a) «De outra coisa não fala este romance» (linha 18). </li></ul><ul><li>b) «A cada passo surgem referências a acontecimentos» (linhas 11-12). </li></ul><ul><li>c) «a que este livro é uma permanente homenagem» (linha 31). </li></ul><ul><li>d) «A resposta surgiu, inevitável, irrecusável» (linha 7). </li></ul>
  10. 11. <ul><li>* Quando se escreve que este romance é uma epopeia (linha 19), assinala-se ter querido o livro de Saramago </li></ul><ul><li>a) glorificar Portugal. </li></ul><ul><li>b) ser uns segundos Lusíadas . </li></ul><ul><li>c) homenagear o trabalho do povo. </li></ul><ul><li>d) narrar a história dos reis de Portugal. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>* Em «mas também não penso que a prejudiquem» (linha 2) e «tive pena de não colaborar na campanha para angariação de pensos rápidos coloridos», «penso» (lat. penso [pensare]) e «penso» (lat. pensu-) são </li></ul><ul><li>a) uma só palavra mas que é polissémica. </li></ul><ul><li>b) palavras homónimas. </li></ul><ul><li>c) palavras homógrafas. </li></ul><ul><li>d) palavras parónimas. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>* Quando, no segundo parágrafo, se considera não ser Memorial do Convento um romance histórico, quer-se significar que o livro em causa </li></ul><ul><li>a) não é, efectivamente, um romance histórico. </li></ul><ul><li>b) não respeita algumas regras do típico romance histórico. </li></ul><ul><li>c) é um romance histórico ao estilo tradicional. </li></ul><ul><li>d) é sobretudo um romance realista. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>* A melhor maneira de transpor para discurso indirecto o segmento « — Que livro é este? Que escreveu, que quis José Saramago escrever? — perguntou Rebelo.» seria </li></ul><ul><li>a) Rebelo perguntou: «Que livro é este? Que escreveu, que quis José Saramago escrever?». </li></ul><ul><li>b) Rebelo perguntou que livro é este, que quis Saramago escrever. </li></ul><ul><li>c) Rebelo perguntou que livro era aquele e que escrevera, que quisera José Saramago escrever. </li></ul><ul><li>d) Rebelo perguntou que livro é esse e que escreveu, que quis José Saramago escrever. </li></ul>
  14. 15. <ul><li>* A alusão que se encontra em Memorial do Convento ao «gosto português pelo verde e pelo encarnado, que, em vindo uma república, dará bandeira» (linhas 14-15) constitui uma </li></ul><ul><li>a) ironia. </li></ul><ul><li>b) analepse. </li></ul><ul><li>c) prolepse. </li></ul><ul><li>d) metáfora. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>* Em «Mas são os servos da gleba que, com o seu sangue e o seu suor hão-de construí-lo» (linhas 25-26) há um problema de coesão textual, que é a falta de uma vírgula a seguir a </li></ul><ul><li>a) «Mas». </li></ul><ul><li>b) «suor». </li></ul><ul><li>c) «gleba». </li></ul><ul><li>d) «sangue». </li></ul>
  16. 17. <ul><li>* «romance realista» e «epopeia» (linha 20) são </li></ul><ul><li>a) co-hipónimos. </li></ul><ul><li>b) co-hiperónimos. </li></ul><ul><li>c) co-holónimos. </li></ul><ul><li>d) co-cós. </li></ul>
  17. 18. <ul><li>1 2 3 4 5 </li></ul><ul><li>h a c g f </li></ul><ul><li>e </li></ul><ul><li>1 2 3 4 5 </li></ul><ul><li>g h b f e </li></ul><ul><li>d </li></ul>
  18. 20. <ul><li>16 </li></ul><ul><li>Qual é o sujeito de «Não menos é trabalho que grande erro»? Contar-te longamente as perigosas cousas do mar, que os homens não entendem, súbitas trovoadas temerosas, relampados que o ar em fogo acendem, negros chuveiros, noites tenebrosas, bramidos e trovões, que o mundo fendem . </li></ul>
  19. 21. <ul><li>Como designamos a oração «Ainda que tivesse a voz de ferro»? Oração subordinada concessiva . </li></ul>
  20. 22. <ul><li>17 </li></ul><ul><li>Qual é o complemento directo de «vi»?. os casos que os rudos marinheiros, que tem por mestra a longa experiência, contam por certos sempre e verdadeiros, julgando as cousas só pola aparência, e que os que tem juízos mais inteiros, que só por puro engenho e por ciência v[ê]em do Mundo os segredos escondidos, julgam por falsos ou mal entendidos . </li></ul>
  21. 23. <ul><li>Qual é o sujeito de «vi»? «eu» (subentendido). [correspondente a Vasco da Gama] </li></ul>
  22. 24. <ul><li>18 </li></ul><ul><li>Na estrofe referem-se dois fenómenos: nos primeiros quatro versos, trata-se do fogo de Santelmo ; na segunda quadra, da tromba marítima . </li></ul>
  23. 25. <ul><li>Em termos estilísticos, «Vi, claramente visto, o lume vivo» tem bastante de pleonasmo, mas também, dada a repetição de determinado som, se aproxima da aliteração . </li></ul>
  24. 26. <ul><li>19-22 </li></ul><ul><li>Todas estas estâncias se ocupam da descrição da tromba marítima (como já acontecia numa primeira alusão, na segunda metade da estrofe 18). </li></ul>
  25. 27. <ul><li>Na estância 19, vemos, mais uma vez, o verbo « ver » logo à cabeça — e nem vale a pena vincar aqui quanto a observação, quase naturalista, sai com isso valorizada. </li></ul>
  26. 28. <ul><li>Se a estância 19 descreve o começo do processo (revelado com nítida admiração, quase embevecimento), a estância 20 acompanha o seu desenvolvimento , o que nos é dado com várias marcas aspectuais propositadas — modificadores («pouco e pouco»); perifrástica («ia-se acrescentando»; «estava-se ondeando»); </li></ul>
  27. 29. <ul><li>imperfeitos («engrossava», «chupava»); gerúndios («ondeando», «fazendo-se»); léxico com valor incoativo, progressivo, durativo («engrossar», «espessar»). </li></ul>
  28. 30. <ul><li>Quanto à estrofe 21, assenta numa comparação, entre uma sanguessuga , que fosse inchando por ir bebendo o sangue alheio, e a coluna que ia sorvendo a água do mar (de resto, é de salientar a coloquialidade da linguagem, decerto para mais viva e precisamente se dar a conhecer os fenómenos que assim se descobriam). </li></ul>
  29. 31. <ul><li>Na estrofe 22, temos o culminar do processo. Não serão por acaso os verbos no perfeito («fartou», «voou», «tomou»), a transmitirem agora o valor aspectual de acção completada. O último dístico da estrofe quase desafia os sábios (de saber escrito) a confrontarem-se com o saber mais experimental . </li></ul>
  30. 32. <ul><li>23 </li></ul><ul><li>Na estrofe final, alguns verbos surgem conjugados em tempos que hoje não usaríamos. Em vez de «passaram», esperaríamos «tivessem passado» ( mais-que-perfeito do conjuntivo composto ); em vez de «deixaram», esperaríamos « teriam deixado » (condicional composto). </li></ul>
  31. 34. <ul><li>TPC </li></ul><ul><li>Escreve o texto expositivo-argumentativo que esboçaste (em plano) na aula passada. Não vou querer esse plano, apenas a versão final do texto (que será, portanto, a resposta ao grupo III do exame que transcrevi então; extensão, como aí se diz, deverá ser de entre duzentas e trezentas palavras). </li></ul><ul><li> </li></ul>

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