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II Encontro Regional de
Familiares e Cuidadores de
     Idosos Dependentes

 CUIDAR DE IDOSOS EM ILPI
         Luciana Carneiro Fortuna Freguglia
 Fisioterapeuta,Gerontóloga e Gestora da Pousada
 Vida Nova e VemViver Centro de Convivência para
                  a Terceira Idade
HISTÓRICO
Os asilos constituem a modalidade mais antiga e geral
de atendimento ao idoso fora do seu convívio familiar.

A História da institucionalização da velhice começou
como uma prática assistencialista, predominando na
          sua implantação a caridade cristã.

    Mais tarde, essa assistência passou a receber
            influência da medicina social.
HISTÓRICO
  Somente no início do século XX, as instituições
 tiveram seus espaços ordenados: as crianças em
 orfanatos, os loucos em hospícios e os idosos em
  asilos, mas a velhice já era um problema social.

A institucionalização era reflexo da pobreza individual
e familiar, e o termo asilo cristalizava-se em sinônimo
           de instituição para idosos pobres.

  E no Brasil, recorrer a uma ILPI (INSTITUIÇÃO DE
   LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS) ainda é
  considerada uma atitude polêmica e carregada de
                    preconceito.
HISTÓRICO
  Historicamente as instituições têm sido vistas com
  resistências e preconceitos, tradicionalmente como
    “depósitos de velhos”, como lugar de exclusão,
 dominação e isolamento, ou simplesmente “um lugar
                     para morrer”.

           E só de estamos vivendo mais...

  Essa história já começou a mudar em muita coisa...
desde a Política Nacional do Idoso em 1994, depois pela
  Constituição Federal de 1998, Estatuto do Idoso em
2003, diversas Leis Federais, RDC283 ANVISA de 2005.
Envelhecimento X
             Transformações
   Como em diversos países em desenvolvimento,
estamos acompanhando além do envelhecimento da
   população geral, também o envelhecimento da
     própria população idosa e transformações
         acentuadas nos arranjos familiares.
   As perspectivas para um futuro próximo são de
 crescimento a taxas elevadas da população idosa e
“muito idosa”, aparecendo assim, fragilidades físicas
                   e/ou mentais.
TEMOS GARANTIA DE ANOS À VIDA, E DE VIDA AOS
                      ANOS?
Envelhecimento X
           Transformações
 Queda acelerada da fecundidade e mortalidade,
      Melhora das condições de saúde,
    Mudança no padrão de nupicialidade,
Aumento do número de separações, re casamentos
             e/ou nunca se casam,
          Menor número de filhos,
     Aumento da escolaridade feminina,
 Inserção maciça das mulheres no mercado de
           trabalho, mais engajadas,
     Modificações no sistema de valores.
Envelhecimento X
             Transformações
 Teremos um perfil diferenciado das idosas atuais:
pois fazem parte de uma população que participou da
   revolução sexual e familiar ocorrida a partir de
            meados da década de 1960.


Enfraquecimento dos laços de solidariedade e formas
 de apoio à pessoa idosa, acompanhado da oferta de
           cuidadores familiares reduzida.
       Dificuldades: famílias desestruturadas,
            responsabilidade para um só.
Quem oferecerá cuidados
   para esse grupo
    populacional?

        FAMÍLIA?



      INSTITUIÇÕES?
Norma social reforçada pelo
            amparo da lei
  O Cuidado com a geração mais velha tem sido atribuído aos
   descendentes , e o papel de cuidar seja uma especificidade
    feminina: as jovens cuidam dos filhos, e na meia idade ou
 velhice, dos maridos doentes, pais, sogros idosos fragilizados.

 A PNI 1994, na CF1998 e no Estatuto do Idoso de 2003, preconiza
o atendimento aos idosos em seus domicílios como preferencial,
recomendando que ambientes familiares são mais adequado para
                          o bem- estar.

    Em geral, encontra o público alvo dessa modalidade sem
 estabelecidas políticas públicas, pois denúncias dos diversos
 tipos de violência contra idosos são mais frequentes quando
 diferentes gerações convivem na mesma unidade doméstica.
As políticas públicas, em especial as de saúde, que se
  preocupam em desafogar os leitos hospitalares, têm
privilegiado o envelhecimento saudável , tentado deixar
          de lado a velhice frágil e dependente.
   Defendem a liberdade individual e a autonomia, e
                      pergunta-se :


   Quem atenderá às demandas dos
    idosos frágeis e dependentes?
Em 2003 no Brasil, existiam 2 milhões de idosos,
  com dificuldades para realizar AVD´s e 100 mil
 residiam em ILPIs, sendo que nem todos tinham
          sua autonomia comprometida.
 Isso significa, que 1,9 milhões de idosos frágeis
estavam sendo cuidados ou “descuidados” pelas
                      famílias.

Mostrando que a opção de internar o
idoso em ILPI´s, ocorre apenas “no
  limite da capacidade familiar em
oferecer os cuidados necessários”.
É necessário repensar as ILPI´s

  A institucionalização não deve ser vista como um
 abandono do idoso, mas sim um meio de assistência
adequada aos idosos e uma alternativa para as famílias
      onde o cuidado pode se tornar impossível.

   Existe todo um debate atual sobre a utilização de
cuidados de longa duração institucionais, seus custos
e qualidade, resultado importante disso é a Resolução
da Diretoria Colegiada da ANVISA nº 283 de 26/09/2005,
que regulamenta o funcionamento técnico das ILPI´s.
É necessário repensar as ILPI´s
A implementação da rede intermediária de cuidados aparece
  como os centros dias, centros de convivência e serviços
       domiciliares formais e específicos crescente.

E a nova percepção sobre as ILPI´s começa a surgir entre os
  mais jovens, por se tornar mais comum o conhecimento
     sobre sua existência e funcionamento. Juntamente
aparecendo as justificativas e motivos que levariam estes a
                    morar em uma ILPI:
                 Falta de moradia prórpia,
                   Ausência de famílias,
        Não depender nem incomodar “ninguém”,
                    Para ter companhia
      Para ter serviços e atividades adequadas à idade.
Realidade das ILPI´s
 Contam com padrão mínimo de funcionamento
        segundo a RDC 283 – ANVISA.

    Nova forma de atender e acolher o idoso,
responsável pela atenção, direitos e garantias do
   idoso, propiciando os direitos humanos em
 âmbitos civis, políticos, religiosos, econômicos,
             culturais e individuais:

Um exemplo prático que vem dando certo há 25
       anos na Pousada Vida Nova...
A Pousada Vida Nova começou suas
   atividades em setembro de 1987, com o
 nome de ‘CASA DE REPOUSO VIDA NOVA’,
         e devido às normatizações e
regulamentações ocorridas optou por mudar
      para ‘Pousada Vida Nova’ em 2001.

   Tem como slogan: “Nosso dia-dia faz a
diferença!”, o que procura cumprir fielmente!
Fazendo a diferença no dia-dia...
   A Pousada Vida Nova oferece assistência à terceira idade,
atendendo homens e mulheres acima dos 60 anos, que podem se
      acomodar em quartos individuais, duplos e triplos.




Essa acomodação tende a ser um lugar agradável, o mais familiar
     possível, deixando o idoso num ambiente acolhedor e
acessibilidade adequada. Onde a adaptação se tornará prazerosa.
Fazendo a diferença no dia-dia...
 Contamos com um refeitório espaçoso e convidamos a
  todos para refeições conjuntas e participativas, assim
proporcionamos o convívio, a utilidade das habilidades de
 cada um, a troca de experiências e união dos idosos ali
                      hospedados.
Fazendo a diferença no dia-dia...

Desta forma, eles aprendem a conviver uns com os
  outros e sair do quarto, onde muitas vezes é o
  refúgio de muitos idosos institucionalizados.

 Ter uma adaptação é fundamental para o idoso e
 para a família que começa a conviver com a ILPI.

 Ter uma acolhida por toda a equipe e dar tempo
   para esta compreender a família e o idoso é
                 fundamental.
Fazendo a diferença no dia-dia...
  Principalmente o idoso dependente, na maioria das
  vezes está precisando de apoio tanto físico, quanto
                      emocional.

É preciso estratégias terapêuticas e que a equipe esteja
 preparada para atender todas as demandas que estes
          idosos e suas famílias apresentam.

     Visando proporcionar bem estar, assistência,
transparência e acolhimento num ambiente familiar e de
                      confiança.
Fazendo a diferença no dia-dia...

 Adaptação feita o idoso constará com hospedagem
       completa, contando com assistência:

 Apoio médico com acompanhamento e atendimento
   de urgência do Dr. Waltencir Freguglia, que é o
 proprietário da casa e cobertura da SOS UNIMED;

 Fisioterapia com profissionais (Luciana Fortuna e
Cláudia Soares), em grupo 2X semana e individualizada
                  quando for o caso,
Fazendo a diferença no dia-dia...
  Fonoaudiologia especializada (Thiara Santos) 2X
semana, acompanhando e atendendo os idosos além de
      capacitar continuamente os cuidadores;

   Nutrição (Myrian Fortuna) com a alimentação
completa de 8 refeições/ dia em uma dieta balanceada e
  principalmente em acompanhamentos específicos
     (como controle da diabetes e HAS através da
  alimentação, onde costuma-se reduzir a dosagem
  medicamentosa, perda de massa óssea acentuada,
      cicatrização de úlcueras de decúbitos, etc.);
Fazendo a diferença no dia-dia...
 Cuidadores 24h, treinados e humanizados para atuar
                  com pessoas idosas;
      O serviço de Psicologia (Priscylla Peracci),
proporciona uma escuta qualificada e o acolhimento ao
   idoso e a família à instituição, promove atividades
   preventivas e remediativas diretamente ligadas aos
  funcionários/cuidadores da instituição, favorecendo
         uma forma de “cuidar de quem cuida”.


ACREDITA-SE QUE A FORMAÇÃO E A EXPERIÊNCIA É
       INDISPENSÁVEL PARA UMA EQUIPE
 MULTIPROFISSIONAL AO ATUAR COM A 3ª IDADE.
Fazendo a diferença no dia-dia...
Serviço completo de lavanderia, limpeza, roupas de
                 cama e banho.
 Além de parcerias com Curso de Cuidadores de
 Idosos, Plano Funerário, Centro de Convivência,
   Escolas, Creches, Igrejas e Projetos Sociais.



 ISSO TRAZ O IDOSO A UMA REALIDADE E INSERÇÃO NA
   VIDA COMUNITÁRIA, CONVIVENDO COM DIVERSAS:
       CLASSES SOCIAIS, GERAÇÕES E CREDOS,
    RESPEITANDO SUA INDIVIDUALIDADE, HISTÓRIA E
                    LIMITAÇÕES.
Fazendo a diferença no dia-dia...
    As visitas são diárias, com horários flexíveis, e
 buscando inserir a família na participação e parceria
                  em cuidar do idoso.
     São eles responsáveis por fornecimento de
     medicações, fraldas geriátricas, quando for
 necessário, produtos de higiene e roupas individuais


 A FAMÍLIA É INCENTIVADA E CONVIDADA A PARTICIPAR DO
CALENDÁRIO DE ATIVIDADES FIXAS E DE COMEMORAÇÕES:
 DE ANIVERSÁRIOS, CONFRATERNIZAÇÕES DE CARNAVAL,
   PÁSCOA, DIA DAS MÃES, DIA DOS PAIS, DIA DO IDOSO,
    NATAL, FIM DE ANO E OUTRAS QUE ACONTECEM NO
                  DECORRER DO ANO.
FAMÍLIA




     PARCERIA




          ILPI
Fazendo a diferença no dia-dia...
Pelo menos uma vez ao mês, uma escola ou projeto da
    comunidade apresenta-se à ILPI, trazendo uma
 apresentação cultural, oficina recreativa, assim como
os idosos vão à festividades da região (como no CRAS
Nordeste, à Praça do bairro), passeios e/ou participação
junto aos parceiros da casa (como VemViver Centro de
                    Convivência ).


 ISSO PROPORCIONA A RESOCIALIZAÇÃO: LAZER,
 CONVIVÊNCIA INTERGERACIONAL E INTEGRAÇÃO
                DOS IDOSOS.
Entender a ILPI faz parte do
             envelhecimento
Para entender o papel da ILPI é essencial compreender o
                      envelhecimento.
    Ele não é um processo que se inicia aos 60 anos.
É biológico, psicológico e sociológico que sua velocidade
             e efeitos variam em cada pessoa.
Assim, devemos saber lidar com o nosso envelhecimento
    e que significado tem o envelhecimento para nós.
 Com isso, saberemos lidar com a institucionalização de
     maneira positiva e como uma solução, podendo
proporcionar ruptura de diversos elos preconceituosos e
normas institucionais que por muitas vezes tole direitos,
      desconsidera o discurso do idoso e o exclui .
As diferenças precisam ser dia-dia...
Diante desta exposição convido a todos a conhecer de perto
  a realidade das ILPIs e ajudar nos avanços baseados em
                       novos modelos:

     Sabendo que ILPI é um domicílio DOS idosos;
Até que ponto ele deve participar da construção de regras,
    propostas, rotinas e programas da gestão da ILPI;
Cuidados e aprimoramentos são constantes, empenha-se
 em oferecer um serviço de qualidade, criar um ambiente
          familiar , estimulante e participativo.


   NÃO SÓ NO AMBIENTE INTERNO DA ILPI, MAS ESTE
           VINCULADO COM O EXTERIOR .
Principais Tópicos da RDC 283:

            Respeitar a liberdade;
Preservar a identidade e a privacidade do idoso;
Promover ambiente acolhedor, convivência mista
   e entre os diversos graus de dependência;
     Integração nas atividades coletivas,
     desenvolvidas pela comunidade local;
 Favorecer o desenvolvimento de atividades
        conjuntas e de outras gerações;
Incentivar e promover a participação da família e da
     comunidade na ILPI junto ao idoso residente;
 Desenvolver atividades que estimulem a autonomia
     dos idosos, tais como apoio multidisciplinar
 (fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia, recreação)e
               manutenção das funções;
Promover condições de lazer, como atividades físicas,
            lúdicas, recreativas e culturais;
Desenvolver atividades e rotinas para prevenir e coibir
   qualquer tipo de violência e discriminação contra
                       residentes;
Possuir um Responsável Técnico que responderá pela
 ILPI junto à autoridade sanitária local, sendo este de
              formação de nível superior;
Pessoal totalmente capacitado para funções,
 realizando atividades de educação permanente na área
                     de gerontologia ;
   Celebrar contrato formal com residente e/ou seu
                       responsável;
Organizar e manter atualizados as rotinas de trabalho e
  planos de atenção à saúde referentes ao cuidado do
                          idoso;
  Inscrição e participação junto o Conselho do Idoso;
Prestar serviços que garantem as seguintes atividades:
      alimentação, lavanderia, limpeza, lazer, saúde .
Instalações físicas em condições e habilidade, higiene,
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CUIDAR DE IDOSOS EM ILPIs - 2º ENCONTRO DE FAMILIARES E CUIDADORES DE IDOSOS DEPENDENTES

  • 1. II Encontro Regional de Familiares e Cuidadores de Idosos Dependentes CUIDAR DE IDOSOS EM ILPI Luciana Carneiro Fortuna Freguglia Fisioterapeuta,Gerontóloga e Gestora da Pousada Vida Nova e VemViver Centro de Convivência para a Terceira Idade
  • 2. HISTÓRICO Os asilos constituem a modalidade mais antiga e geral de atendimento ao idoso fora do seu convívio familiar. A História da institucionalização da velhice começou como uma prática assistencialista, predominando na sua implantação a caridade cristã. Mais tarde, essa assistência passou a receber influência da medicina social.
  • 3. HISTÓRICO Somente no início do século XX, as instituições tiveram seus espaços ordenados: as crianças em orfanatos, os loucos em hospícios e os idosos em asilos, mas a velhice já era um problema social. A institucionalização era reflexo da pobreza individual e familiar, e o termo asilo cristalizava-se em sinônimo de instituição para idosos pobres. E no Brasil, recorrer a uma ILPI (INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS) ainda é considerada uma atitude polêmica e carregada de preconceito.
  • 4. HISTÓRICO Historicamente as instituições têm sido vistas com resistências e preconceitos, tradicionalmente como “depósitos de velhos”, como lugar de exclusão, dominação e isolamento, ou simplesmente “um lugar para morrer”. E só de estamos vivendo mais... Essa história já começou a mudar em muita coisa... desde a Política Nacional do Idoso em 1994, depois pela Constituição Federal de 1998, Estatuto do Idoso em 2003, diversas Leis Federais, RDC283 ANVISA de 2005.
  • 5. Envelhecimento X Transformações Como em diversos países em desenvolvimento, estamos acompanhando além do envelhecimento da população geral, também o envelhecimento da própria população idosa e transformações acentuadas nos arranjos familiares. As perspectivas para um futuro próximo são de crescimento a taxas elevadas da população idosa e “muito idosa”, aparecendo assim, fragilidades físicas e/ou mentais. TEMOS GARANTIA DE ANOS À VIDA, E DE VIDA AOS ANOS?
  • 6. Envelhecimento X Transformações Queda acelerada da fecundidade e mortalidade, Melhora das condições de saúde, Mudança no padrão de nupicialidade, Aumento do número de separações, re casamentos e/ou nunca se casam, Menor número de filhos, Aumento da escolaridade feminina, Inserção maciça das mulheres no mercado de trabalho, mais engajadas, Modificações no sistema de valores.
  • 7. Envelhecimento X Transformações Teremos um perfil diferenciado das idosas atuais: pois fazem parte de uma população que participou da revolução sexual e familiar ocorrida a partir de meados da década de 1960. Enfraquecimento dos laços de solidariedade e formas de apoio à pessoa idosa, acompanhado da oferta de cuidadores familiares reduzida. Dificuldades: famílias desestruturadas, responsabilidade para um só.
  • 8. Quem oferecerá cuidados para esse grupo populacional? FAMÍLIA? INSTITUIÇÕES?
  • 9. Norma social reforçada pelo amparo da lei O Cuidado com a geração mais velha tem sido atribuído aos descendentes , e o papel de cuidar seja uma especificidade feminina: as jovens cuidam dos filhos, e na meia idade ou velhice, dos maridos doentes, pais, sogros idosos fragilizados. A PNI 1994, na CF1998 e no Estatuto do Idoso de 2003, preconiza o atendimento aos idosos em seus domicílios como preferencial, recomendando que ambientes familiares são mais adequado para o bem- estar. Em geral, encontra o público alvo dessa modalidade sem estabelecidas políticas públicas, pois denúncias dos diversos tipos de violência contra idosos são mais frequentes quando diferentes gerações convivem na mesma unidade doméstica.
  • 10. As políticas públicas, em especial as de saúde, que se preocupam em desafogar os leitos hospitalares, têm privilegiado o envelhecimento saudável , tentado deixar de lado a velhice frágil e dependente. Defendem a liberdade individual e a autonomia, e pergunta-se : Quem atenderá às demandas dos idosos frágeis e dependentes?
  • 11. Em 2003 no Brasil, existiam 2 milhões de idosos, com dificuldades para realizar AVD´s e 100 mil residiam em ILPIs, sendo que nem todos tinham sua autonomia comprometida. Isso significa, que 1,9 milhões de idosos frágeis estavam sendo cuidados ou “descuidados” pelas famílias. Mostrando que a opção de internar o idoso em ILPI´s, ocorre apenas “no limite da capacidade familiar em oferecer os cuidados necessários”.
  • 12. É necessário repensar as ILPI´s A institucionalização não deve ser vista como um abandono do idoso, mas sim um meio de assistência adequada aos idosos e uma alternativa para as famílias onde o cuidado pode se tornar impossível. Existe todo um debate atual sobre a utilização de cuidados de longa duração institucionais, seus custos e qualidade, resultado importante disso é a Resolução da Diretoria Colegiada da ANVISA nº 283 de 26/09/2005, que regulamenta o funcionamento técnico das ILPI´s.
  • 13. É necessário repensar as ILPI´s A implementação da rede intermediária de cuidados aparece como os centros dias, centros de convivência e serviços domiciliares formais e específicos crescente. E a nova percepção sobre as ILPI´s começa a surgir entre os mais jovens, por se tornar mais comum o conhecimento sobre sua existência e funcionamento. Juntamente aparecendo as justificativas e motivos que levariam estes a morar em uma ILPI: Falta de moradia prórpia, Ausência de famílias, Não depender nem incomodar “ninguém”, Para ter companhia Para ter serviços e atividades adequadas à idade.
  • 14. Realidade das ILPI´s Contam com padrão mínimo de funcionamento segundo a RDC 283 – ANVISA. Nova forma de atender e acolher o idoso, responsável pela atenção, direitos e garantias do idoso, propiciando os direitos humanos em âmbitos civis, políticos, religiosos, econômicos, culturais e individuais: Um exemplo prático que vem dando certo há 25 anos na Pousada Vida Nova...
  • 15. A Pousada Vida Nova começou suas atividades em setembro de 1987, com o nome de ‘CASA DE REPOUSO VIDA NOVA’, e devido às normatizações e regulamentações ocorridas optou por mudar para ‘Pousada Vida Nova’ em 2001. Tem como slogan: “Nosso dia-dia faz a diferença!”, o que procura cumprir fielmente!
  • 16. Fazendo a diferença no dia-dia... A Pousada Vida Nova oferece assistência à terceira idade, atendendo homens e mulheres acima dos 60 anos, que podem se acomodar em quartos individuais, duplos e triplos. Essa acomodação tende a ser um lugar agradável, o mais familiar possível, deixando o idoso num ambiente acolhedor e acessibilidade adequada. Onde a adaptação se tornará prazerosa.
  • 17. Fazendo a diferença no dia-dia... Contamos com um refeitório espaçoso e convidamos a todos para refeições conjuntas e participativas, assim proporcionamos o convívio, a utilidade das habilidades de cada um, a troca de experiências e união dos idosos ali hospedados.
  • 18. Fazendo a diferença no dia-dia... Desta forma, eles aprendem a conviver uns com os outros e sair do quarto, onde muitas vezes é o refúgio de muitos idosos institucionalizados. Ter uma adaptação é fundamental para o idoso e para a família que começa a conviver com a ILPI. Ter uma acolhida por toda a equipe e dar tempo para esta compreender a família e o idoso é fundamental.
  • 19. Fazendo a diferença no dia-dia... Principalmente o idoso dependente, na maioria das vezes está precisando de apoio tanto físico, quanto emocional. É preciso estratégias terapêuticas e que a equipe esteja preparada para atender todas as demandas que estes idosos e suas famílias apresentam. Visando proporcionar bem estar, assistência, transparência e acolhimento num ambiente familiar e de confiança.
  • 20. Fazendo a diferença no dia-dia... Adaptação feita o idoso constará com hospedagem completa, contando com assistência:  Apoio médico com acompanhamento e atendimento de urgência do Dr. Waltencir Freguglia, que é o proprietário da casa e cobertura da SOS UNIMED; Fisioterapia com profissionais (Luciana Fortuna e Cláudia Soares), em grupo 2X semana e individualizada quando for o caso,
  • 21. Fazendo a diferença no dia-dia... Fonoaudiologia especializada (Thiara Santos) 2X semana, acompanhando e atendendo os idosos além de capacitar continuamente os cuidadores; Nutrição (Myrian Fortuna) com a alimentação completa de 8 refeições/ dia em uma dieta balanceada e principalmente em acompanhamentos específicos (como controle da diabetes e HAS através da alimentação, onde costuma-se reduzir a dosagem medicamentosa, perda de massa óssea acentuada, cicatrização de úlcueras de decúbitos, etc.);
  • 22. Fazendo a diferença no dia-dia...  Cuidadores 24h, treinados e humanizados para atuar com pessoas idosas; O serviço de Psicologia (Priscylla Peracci), proporciona uma escuta qualificada e o acolhimento ao idoso e a família à instituição, promove atividades preventivas e remediativas diretamente ligadas aos funcionários/cuidadores da instituição, favorecendo uma forma de “cuidar de quem cuida”. ACREDITA-SE QUE A FORMAÇÃO E A EXPERIÊNCIA É INDISPENSÁVEL PARA UMA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL AO ATUAR COM A 3ª IDADE.
  • 23. Fazendo a diferença no dia-dia... Serviço completo de lavanderia, limpeza, roupas de cama e banho. Além de parcerias com Curso de Cuidadores de Idosos, Plano Funerário, Centro de Convivência, Escolas, Creches, Igrejas e Projetos Sociais. ISSO TRAZ O IDOSO A UMA REALIDADE E INSERÇÃO NA VIDA COMUNITÁRIA, CONVIVENDO COM DIVERSAS: CLASSES SOCIAIS, GERAÇÕES E CREDOS, RESPEITANDO SUA INDIVIDUALIDADE, HISTÓRIA E LIMITAÇÕES.
  • 24. Fazendo a diferença no dia-dia... As visitas são diárias, com horários flexíveis, e buscando inserir a família na participação e parceria em cuidar do idoso. São eles responsáveis por fornecimento de medicações, fraldas geriátricas, quando for necessário, produtos de higiene e roupas individuais A FAMÍLIA É INCENTIVADA E CONVIDADA A PARTICIPAR DO CALENDÁRIO DE ATIVIDADES FIXAS E DE COMEMORAÇÕES: DE ANIVERSÁRIOS, CONFRATERNIZAÇÕES DE CARNAVAL, PÁSCOA, DIA DAS MÃES, DIA DOS PAIS, DIA DO IDOSO, NATAL, FIM DE ANO E OUTRAS QUE ACONTECEM NO DECORRER DO ANO.
  • 25.
  • 26. FAMÍLIA PARCERIA ILPI
  • 27. Fazendo a diferença no dia-dia... Pelo menos uma vez ao mês, uma escola ou projeto da comunidade apresenta-se à ILPI, trazendo uma apresentação cultural, oficina recreativa, assim como os idosos vão à festividades da região (como no CRAS Nordeste, à Praça do bairro), passeios e/ou participação junto aos parceiros da casa (como VemViver Centro de Convivência ). ISSO PROPORCIONA A RESOCIALIZAÇÃO: LAZER, CONVIVÊNCIA INTERGERACIONAL E INTEGRAÇÃO DOS IDOSOS.
  • 28.
  • 29. Entender a ILPI faz parte do envelhecimento Para entender o papel da ILPI é essencial compreender o envelhecimento. Ele não é um processo que se inicia aos 60 anos. É biológico, psicológico e sociológico que sua velocidade e efeitos variam em cada pessoa. Assim, devemos saber lidar com o nosso envelhecimento e que significado tem o envelhecimento para nós. Com isso, saberemos lidar com a institucionalização de maneira positiva e como uma solução, podendo proporcionar ruptura de diversos elos preconceituosos e normas institucionais que por muitas vezes tole direitos, desconsidera o discurso do idoso e o exclui .
  • 30. As diferenças precisam ser dia-dia... Diante desta exposição convido a todos a conhecer de perto a realidade das ILPIs e ajudar nos avanços baseados em novos modelos: Sabendo que ILPI é um domicílio DOS idosos; Até que ponto ele deve participar da construção de regras, propostas, rotinas e programas da gestão da ILPI; Cuidados e aprimoramentos são constantes, empenha-se em oferecer um serviço de qualidade, criar um ambiente familiar , estimulante e participativo. NÃO SÓ NO AMBIENTE INTERNO DA ILPI, MAS ESTE VINCULADO COM O EXTERIOR .
  • 31. Principais Tópicos da RDC 283: Respeitar a liberdade; Preservar a identidade e a privacidade do idoso; Promover ambiente acolhedor, convivência mista e entre os diversos graus de dependência; Integração nas atividades coletivas, desenvolvidas pela comunidade local; Favorecer o desenvolvimento de atividades conjuntas e de outras gerações;
  • 32. Incentivar e promover a participação da família e da comunidade na ILPI junto ao idoso residente; Desenvolver atividades que estimulem a autonomia dos idosos, tais como apoio multidisciplinar (fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia, recreação)e manutenção das funções; Promover condições de lazer, como atividades físicas, lúdicas, recreativas e culturais; Desenvolver atividades e rotinas para prevenir e coibir qualquer tipo de violência e discriminação contra residentes; Possuir um Responsável Técnico que responderá pela ILPI junto à autoridade sanitária local, sendo este de formação de nível superior;
  • 33. Pessoal totalmente capacitado para funções, realizando atividades de educação permanente na área de gerontologia ; Celebrar contrato formal com residente e/ou seu responsável; Organizar e manter atualizados as rotinas de trabalho e planos de atenção à saúde referentes ao cuidado do idoso; Inscrição e participação junto o Conselho do Idoso; Prestar serviços que garantem as seguintes atividades: alimentação, lavanderia, limpeza, lazer, saúde . Instalações físicas em condições e habilidade, higiene, salubridade, segurança e acessibilidade a todas as pessoas com dificuldade de locomoção.