SEXUALIDADE, APOSENTADORIA, RELAÇÕES FAMILIARES, MERCADO DE
TRABALHO, GRUPOS DE CONVIVÊNCIA E ATENÇÃO AO CUIDADOR.
Trabalho Apresentado a Disciplina Informática
Aplicada á Saúde.
Orientadora: Claudete Varela.
Discentes:
Augusto Sena
Glaucia Fernandes
Rejane Kamush
Uiara Bispo

Salvador/BA-2013
TEMÁTICA COM ENFOQUE NA SAÚDE
DO IDOSO.
• SEXUALIDADE
• APOSENTADORIA,
• RELAÇÕES FAMILIARES,
• MERCADO DE TRABALHO,
• GRUPOS DE CONVIVÊNCIA
• ATENÇÃO AO CUIDADOR
Sexualidade
SEXUALIDADE NA TERCEIRA IDADE.
Sexualidade
Define-se como as preferências, predisposições ou
experiências sexuais, na experimentação e descoberta da
sua identidade e atividade sexual, num determinado período
da sua existência.
A sexualidade do idoso é um grande alvo de dúvidas e preconceitos.
Fatores
Influência da Família
Fator Econômico
Aspectos Culturais e
Psicológicos
Aspectos Físicos

Aspectos Religiosos
Depoimentos de idosos a
sobre sexualidade.
Modificação da Resposta
Sexual
Homem
• A ereção pode tornar-se mais
flácida É necessário mais
tempo para alcançar o
orgasmo, que é de menor
duração
• Diminui o número de ereções
noturnas involuntárias
• O período refratário depois
da ereção aumenta
marcantemente
• A ejaculação se retarda. Isso
pode ser uma vantagem aos
homens que apresentam
ejaculação precoce
• Reduz-se o líquido préejaculatório. A ejaculação é
menos intensa.

Mulher
• na mulher primeiro
• Os ovários diminuem
progressivamente de
tamanho
• O útero regride a seu
tamanho pré-púbere
• O endométrio e a mucosa
do colo uterino se atrofiam
A vagina se faz mais curta
e menos elástica
• A mucosa vaginal se faz
mais delgada e friável
Diminui a capacidade de
lubrificação da vagina
Etiopatogenia Mulheres
• MULHERES- dispareunia, falta de apetite sexual,
secura vaginal. A presença de incontinência
urinária, que é um transtorno muito frequente em
mulheres idosas, inibe o desejo e a resposta sexual
• A atrofia vaginal pós-menopáusica, com
diminuição da lubrificação da mucosa, converte à
vagina num órgão mais susceptível às lesões e
infecções
Etiopatogenia Homens
• Disfunção Erétil
• Depressão
• Uso de medicamentos (substâncias que têm efeitos
anticolinérgicos)
Diagnóstico
• HOMENS-Disfunção erétil• disfunção erétil ou impotência é a incapacidade
persistente de obter e manter uma ereção
suficiente para uma função sexual satisfatória e seu
diagnóstico depende da relação estabelecida
entre o médico e o paciente.
• MULHERES- a deficiência de estrogênio, diminuição
da libido, Dispareunia.
Tratamento
PARA O HOMEM
•
•drogas e outros procedimentos, que prometem ao homem o
alcance de uma potência sexual satisfatória Viagra, Levitra e Cialis

PARA MULHER:
•Reposição hormonal,
•Uso de lubrificantes vaginais,
•Apoio psicológico
Centos de Referências
Boston Medical Group-tratamento de
disfunções sexuais masculinas
CRESAM
Centro de Referência para Saúde da Mulher

Lembre-se:
O sexo e o pleno exercício da sexualidade na terceira
idade podem proporcionar muito mais do que prazer:
significa autoestima, pois sentir-se desejado é importante
para pessoas de qualquer idade.
APOSENTADORIA
Aposentadoria
Refere-se ao afastamento remunerado que um trabalhador faz de suas
atividades após cumprir com uma série de requisitos estabelecidos POR
LEI, a fim de ele possa gozar dos benefícios de uma previdência.
•consiste na brusca passagem de um tempo
contratado e preparado (organizado em torno do
trabalho) para um tempo livre
•pode
resultar
em
desorientação temporal.

uma

verdadeira

• Ela requer um condicionamento mental e
social, que a grande maioria das pessoas não
possuem
Aposentadoria
• Este período pode ser caracterizado como grande fase da
possibilidade do lazer, da realização pessoal e do investimento em
si próprio, mas a maneira como cada um irá lidar com os novos
acontecimentos vai depender, entre outros aspectos, do seu
autoconceito e de sua autoestima que estão ligados principalmente
às suas interações familiares passada e presente.
Situação Epidemiológica
•

Estima-se que no Brasil nos próximos 20 anos a população
de idosos poderá alcançar e até mesmo ultrapassar a cifra
dos 30 milhões de pessoas,

• o que representará aproximadamente 13% da população
segundo dados (IBGE).
•
• O Aumento da proporção de idosos no país demanda mais
gastos com saúde moradia e previdência social

Entretanto a sociedade não está preparada para essa mudança no perfil
populacional e, embora as pessoas estejam vivendo mais, a qualidade de
vida não acompanha essa evolução.
RELAÇÕES FAMILIARES
Importância do apoio da Família
na velhice
•  Na velhice, as pessoas tendem a perder muito de seus
antigos papéis na sociedade.
• A medida que se envelhece, a chance de reduzir o
ciclo de amizade, aumenta
• Os filhos se casam e se mudam, muitas vezes deixando
de amparar os pais emocionalmente.
• Deve-se afirmar ao idoso a ideia de pertencimento e de
funcionalidade para  família e para as gerações mais
novas. É
Cuidados Oferecidos ao Idoso
• Suporte social da família entra como um fator
protetor ao idoso
• Influência direta nos aspectos biológicos,
psicológicos e sociais dos idosos, (cuidados
necessários à sua saúde.)
• Ressaltando que é observado que os cuidados da
família com o idoso depende fundamentalmente
de como o idoso se comportou perante a família
ao longo da vida.
MERCADO DE
TRABALHO
COMO ESTÁ O MERCADO DE
TRABALHO PARA O IDOSO NO BRASIL?

• O mercado de trabalho, mostra-se preconceituoso,
receoso, limitando a ocupação de determinados
cargos obrigando o idoso a conviver com o
problema de recolocação e inserção no mercado
que valoriza o jovem e discrimina o “velho”
FATORES QUE INCLUEM O IDOSO NO
MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO
• Melhor condição de saúde
• Sobrevida elevada,
• Educação,
• Manutenção dos padrões de vida e
• Falta de impedimentos legais às atividades laborais dos
aposentados
(LIBERATO, 2003; CAMARANO et al., 2006; QUEIROZ e
RAMALHO, 2009).
A PARTICIPAÇÃO DO IDOSO BRASILEIRO NO
MERCADO DE TRABALHO
• Alta, considerando os padrões internacionais.
GRUPOS DE
CONVIVÊNCIA
O que são grupos de convivência
• Faz parte do projeto de Serviço de Convivência e
Fortalecimento de Vínculos (SCFV)?

• De acordo com a Tipificação Nacional de Serviços
Socioassistenciais (Resolução CNAS nº. 109/2009)
• É “o serviço realizado em grupos, organizado a partir de
percursos, de modo a garantir aquisições progressivas
aos seus usuários, de acordo com o seu ciclo de vida.
OBJETIVOS
• ampliar trocas culturais e de vivências,
• desenvolver o sentimento de pertença e de
identidade,
• fortalecer vínculos familiares
•
• incentivar a socialização e a convivência
comunitária.
QUEM PODE PARTICIPAR DOS GRUPOS
• Idosos (as) com idade igual ou superior a 60 anos, em
situação de vulnerabilidade social, em especial:
• Idosos beneficiários do Benefício de Prestação
Continuada;
• Idosos de famílias beneficiárias de programas de
transferência de renda;
• Idosos com vivências de isolamento por ausência de
acesso a serviços e oportunidades de convívio familiar e
comunitário e cujas necessidades, interesses e
disponibilidade indiquem a inclusão no serviço.
PRÁTICAS DE CIDADANIA DOS IDOSOS
• “Os idosos engajados em grupos sociais
compartilham melhor saúde mental e física do que
os que não fazem parte desse tipo de grupo.
Estudos mostraram que indivíduos com algum tipo
de engajamento social têm menos depressão,
vivem mais independentemente e têm um
funcionamento físico e cognitivo melhor”, avalia
pesquisa realizada na Universidade Federal de
Santa Catarina.
ATENÇÃO AO CUIDADOR
Diante do envelhecimento ocorre a necessidade de
alguém assumir o cuidado para com o senescente.
Direitos do profissional Cuidador
• Direitos Carteira de Trabalho e Previdência Social,
devidamente anotada, Salário-mínimo fixado em
lei
• Irredutibilidade salarial
• Auxílio-doença pago pelo INSS
• Aviso-prévio de, no mínimo, 30 dias
(DIREITOS TRABALHISTAS)
PRINCIPAIS DEVERES DO
CUIDADOR
• Atuar como elo entre a pessoa cuidada, a família e a equipe
de saúde.
• Escutar, estar atento e ser solidário com a pessoa cuidada.
• Ajudar nos cuidados de higiene, alimentação, locomoção e
atividades físicas, lazer
• Administrar as medicações, conforme a prescrição e
orientação da equipe de saúde.
• Comunicar à equipe de saúde sobre mudanças no estado
de saúde da pessoa cuidada.
Atitudes e Atividades do
Cuidador e Habilidade Técnica
• O cuidador de idosos deve zelar pelo bem-estar
geral do idoso
• Deve possuir conhecimentos de Enfermagem
básica
O Cuidador e a Família
• cerca de um terço dos cuidadores são representados
por uma única pessoa,
• em geral o cuidador é o cônjuge também idoso, ou
filhas demeia-idade e viúvas.
(Kane e Kane apud Silva e Neri,2000
• uma constante carga de tensão que as tornava
exaustas
• desgastadas física e emocionalmente, Desestruturadas
financeiramente.
DEPOIMENTOS
• “O familiar fica muito deprimido. Não dorme na hora
que tem pra dormir, não consegue, fica preocupado”.
• “A pessoa que cuida perde a energia. Quem realmente
cuida fica tal qual o doente”
• “Eu preciso mudar a roupa dele. A higiene tem sido
difícil,pois ele tem urinado na roupa, na cama, às vezes
tambémpela casa”.
• “Eu não gostaria de ser aplaudida, mas sim
reconhecida, que de fato eu estou me entregando em
benefício de alguém.”
O QUE AS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE
DEVEM FAZER?
• buscar conhecer quais as necessidades do familiar
cuidador, já que ele é quem irá se responsabilizar
pelo cuidado do doente no domicílio
• Dar apoio para que consiga viver a situação de
forma mais tranqüila,
PAPEL DO ENFERMEIRO EM RELAÇÃO
AO CUIDADOR
• desenvolver ações na assistência e na educação
do cuidador
• Dar suporte colocando-se em disponibilidade para
oferecer apoio emocional.
• Fazendo com que a pessoa sinta-se importante,
valorizada e amada.
Uiara idoso pronto para apresentar.....

Uiara idoso pronto para apresentar.....

  • 1.
    SEXUALIDADE, APOSENTADORIA, RELAÇÕESFAMILIARES, MERCADO DE TRABALHO, GRUPOS DE CONVIVÊNCIA E ATENÇÃO AO CUIDADOR. Trabalho Apresentado a Disciplina Informática Aplicada á Saúde. Orientadora: Claudete Varela. Discentes: Augusto Sena Glaucia Fernandes Rejane Kamush Uiara Bispo Salvador/BA-2013
  • 2.
    TEMÁTICA COM ENFOQUENA SAÚDE DO IDOSO. • SEXUALIDADE • APOSENTADORIA, • RELAÇÕES FAMILIARES, • MERCADO DE TRABALHO, • GRUPOS DE CONVIVÊNCIA • ATENÇÃO AO CUIDADOR
  • 3.
  • 4.
    Sexualidade Define-se como aspreferências, predisposições ou experiências sexuais, na experimentação e descoberta da sua identidade e atividade sexual, num determinado período da sua existência. A sexualidade do idoso é um grande alvo de dúvidas e preconceitos.
  • 5.
    Fatores Influência da Família FatorEconômico Aspectos Culturais e Psicológicos Aspectos Físicos Aspectos Religiosos
  • 6.
    Depoimentos de idososa sobre sexualidade.
  • 9.
    Modificação da Resposta Sexual Homem •A ereção pode tornar-se mais flácida É necessário mais tempo para alcançar o orgasmo, que é de menor duração • Diminui o número de ereções noturnas involuntárias • O período refratário depois da ereção aumenta marcantemente • A ejaculação se retarda. Isso pode ser uma vantagem aos homens que apresentam ejaculação precoce • Reduz-se o líquido préejaculatório. A ejaculação é menos intensa. Mulher • na mulher primeiro • Os ovários diminuem progressivamente de tamanho • O útero regride a seu tamanho pré-púbere • O endométrio e a mucosa do colo uterino se atrofiam A vagina se faz mais curta e menos elástica • A mucosa vaginal se faz mais delgada e friável Diminui a capacidade de lubrificação da vagina
  • 10.
    Etiopatogenia Mulheres • MULHERES-dispareunia, falta de apetite sexual, secura vaginal. A presença de incontinência urinária, que é um transtorno muito frequente em mulheres idosas, inibe o desejo e a resposta sexual • A atrofia vaginal pós-menopáusica, com diminuição da lubrificação da mucosa, converte à vagina num órgão mais susceptível às lesões e infecções
  • 11.
    Etiopatogenia Homens • DisfunçãoErétil • Depressão • Uso de medicamentos (substâncias que têm efeitos anticolinérgicos)
  • 12.
    Diagnóstico • HOMENS-Disfunção erétil•disfunção erétil ou impotência é a incapacidade persistente de obter e manter uma ereção suficiente para uma função sexual satisfatória e seu diagnóstico depende da relação estabelecida entre o médico e o paciente. • MULHERES- a deficiência de estrogênio, diminuição da libido, Dispareunia.
  • 13.
    Tratamento PARA O HOMEM • •drogase outros procedimentos, que prometem ao homem o alcance de uma potência sexual satisfatória Viagra, Levitra e Cialis PARA MULHER: •Reposição hormonal, •Uso de lubrificantes vaginais, •Apoio psicológico
  • 14.
    Centos de Referências BostonMedical Group-tratamento de disfunções sexuais masculinas CRESAM Centro de Referência para Saúde da Mulher Lembre-se: O sexo e o pleno exercício da sexualidade na terceira idade podem proporcionar muito mais do que prazer: significa autoestima, pois sentir-se desejado é importante para pessoas de qualquer idade.
  • 15.
  • 16.
    Aposentadoria Refere-se ao afastamentoremunerado que um trabalhador faz de suas atividades após cumprir com uma série de requisitos estabelecidos POR LEI, a fim de ele possa gozar dos benefícios de uma previdência. •consiste na brusca passagem de um tempo contratado e preparado (organizado em torno do trabalho) para um tempo livre •pode resultar em desorientação temporal. uma verdadeira • Ela requer um condicionamento mental e social, que a grande maioria das pessoas não possuem
  • 17.
    Aposentadoria • Este períodopode ser caracterizado como grande fase da possibilidade do lazer, da realização pessoal e do investimento em si próprio, mas a maneira como cada um irá lidar com os novos acontecimentos vai depender, entre outros aspectos, do seu autoconceito e de sua autoestima que estão ligados principalmente às suas interações familiares passada e presente.
  • 18.
    Situação Epidemiológica • Estima-se queno Brasil nos próximos 20 anos a população de idosos poderá alcançar e até mesmo ultrapassar a cifra dos 30 milhões de pessoas, • o que representará aproximadamente 13% da população segundo dados (IBGE). • • O Aumento da proporção de idosos no país demanda mais gastos com saúde moradia e previdência social Entretanto a sociedade não está preparada para essa mudança no perfil populacional e, embora as pessoas estejam vivendo mais, a qualidade de vida não acompanha essa evolução.
  • 19.
  • 20.
    Importância do apoioda Família na velhice •  Na velhice, as pessoas tendem a perder muito de seus antigos papéis na sociedade. • A medida que se envelhece, a chance de reduzir o ciclo de amizade, aumenta • Os filhos se casam e se mudam, muitas vezes deixando de amparar os pais emocionalmente. • Deve-se afirmar ao idoso a ideia de pertencimento e de funcionalidade para  família e para as gerações mais novas. É
  • 21.
    Cuidados Oferecidos aoIdoso • Suporte social da família entra como um fator protetor ao idoso • Influência direta nos aspectos biológicos, psicológicos e sociais dos idosos, (cuidados necessários à sua saúde.) • Ressaltando que é observado que os cuidados da família com o idoso depende fundamentalmente de como o idoso se comportou perante a família ao longo da vida.
  • 22.
  • 23.
    COMO ESTÁ OMERCADO DE TRABALHO PARA O IDOSO NO BRASIL? • O mercado de trabalho, mostra-se preconceituoso, receoso, limitando a ocupação de determinados cargos obrigando o idoso a conviver com o problema de recolocação e inserção no mercado que valoriza o jovem e discrimina o “velho”
  • 24.
    FATORES QUE INCLUEMO IDOSO NO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO • Melhor condição de saúde • Sobrevida elevada, • Educação, • Manutenção dos padrões de vida e • Falta de impedimentos legais às atividades laborais dos aposentados (LIBERATO, 2003; CAMARANO et al., 2006; QUEIROZ e RAMALHO, 2009).
  • 25.
    A PARTICIPAÇÃO DOIDOSO BRASILEIRO NO MERCADO DE TRABALHO • Alta, considerando os padrões internacionais.
  • 26.
  • 27.
    O que sãogrupos de convivência • Faz parte do projeto de Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV)? • De acordo com a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais (Resolução CNAS nº. 109/2009) • É “o serviço realizado em grupos, organizado a partir de percursos, de modo a garantir aquisições progressivas aos seus usuários, de acordo com o seu ciclo de vida.
  • 28.
    OBJETIVOS • ampliar trocasculturais e de vivências, • desenvolver o sentimento de pertença e de identidade, • fortalecer vínculos familiares • • incentivar a socialização e a convivência comunitária.
  • 29.
    QUEM PODE PARTICIPARDOS GRUPOS • Idosos (as) com idade igual ou superior a 60 anos, em situação de vulnerabilidade social, em especial: • Idosos beneficiários do Benefício de Prestação Continuada; • Idosos de famílias beneficiárias de programas de transferência de renda; • Idosos com vivências de isolamento por ausência de acesso a serviços e oportunidades de convívio familiar e comunitário e cujas necessidades, interesses e disponibilidade indiquem a inclusão no serviço.
  • 30.
    PRÁTICAS DE CIDADANIADOS IDOSOS • “Os idosos engajados em grupos sociais compartilham melhor saúde mental e física do que os que não fazem parte desse tipo de grupo. Estudos mostraram que indivíduos com algum tipo de engajamento social têm menos depressão, vivem mais independentemente e têm um funcionamento físico e cognitivo melhor”, avalia pesquisa realizada na Universidade Federal de Santa Catarina.
  • 31.
    ATENÇÃO AO CUIDADOR Diantedo envelhecimento ocorre a necessidade de alguém assumir o cuidado para com o senescente.
  • 32.
    Direitos do profissionalCuidador • Direitos Carteira de Trabalho e Previdência Social, devidamente anotada, Salário-mínimo fixado em lei • Irredutibilidade salarial • Auxílio-doença pago pelo INSS • Aviso-prévio de, no mínimo, 30 dias (DIREITOS TRABALHISTAS)
  • 33.
    PRINCIPAIS DEVERES DO CUIDADOR •Atuar como elo entre a pessoa cuidada, a família e a equipe de saúde. • Escutar, estar atento e ser solidário com a pessoa cuidada. • Ajudar nos cuidados de higiene, alimentação, locomoção e atividades físicas, lazer • Administrar as medicações, conforme a prescrição e orientação da equipe de saúde. • Comunicar à equipe de saúde sobre mudanças no estado de saúde da pessoa cuidada.
  • 34.
    Atitudes e Atividadesdo Cuidador e Habilidade Técnica • O cuidador de idosos deve zelar pelo bem-estar geral do idoso • Deve possuir conhecimentos de Enfermagem básica
  • 35.
    O Cuidador ea Família • cerca de um terço dos cuidadores são representados por uma única pessoa, • em geral o cuidador é o cônjuge também idoso, ou filhas demeia-idade e viúvas. (Kane e Kane apud Silva e Neri,2000 • uma constante carga de tensão que as tornava exaustas • desgastadas física e emocionalmente, Desestruturadas financeiramente.
  • 36.
    DEPOIMENTOS • “O familiarfica muito deprimido. Não dorme na hora que tem pra dormir, não consegue, fica preocupado”. • “A pessoa que cuida perde a energia. Quem realmente cuida fica tal qual o doente” • “Eu preciso mudar a roupa dele. A higiene tem sido difícil,pois ele tem urinado na roupa, na cama, às vezes tambémpela casa”. • “Eu não gostaria de ser aplaudida, mas sim reconhecida, que de fato eu estou me entregando em benefício de alguém.”
  • 37.
    O QUE ASINSTITUIÇÕES DE SAÚDE DEVEM FAZER? • buscar conhecer quais as necessidades do familiar cuidador, já que ele é quem irá se responsabilizar pelo cuidado do doente no domicílio • Dar apoio para que consiga viver a situação de forma mais tranqüila,
  • 38.
    PAPEL DO ENFERMEIROEM RELAÇÃO AO CUIDADOR • desenvolver ações na assistência e na educação do cuidador • Dar suporte colocando-se em disponibilidade para oferecer apoio emocional. • Fazendo com que a pessoa sinta-se importante, valorizada e amada.