SAÚDE DO IDOSO
ENF° LUCAS BATISTA FERREIRA
INTRODUÇÃO
• O envelhecimento, antes considerado um
fenômeno, hoje, faz parte da realidade da maioria
das sociedades.
• O mundo está envelhecendo.
INTRODUÇÃO
• Tanto isso é verdade que estima-se para o ano de
2050 que existam cerca de dois bilhões de
pessoas com sessenta anos e mais no mundo, a
maioria delas vivendo em países em
desenvolvimento.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
• O envelhecimento populacional é uma resposta à
mudança de alguns indicadores de saúde,
especialmente a queda da fecundidade e da
mortalidade e o aumento da esperança de vida.
INTRODUÇÃO
• A Organização Pan-Americana de Saúde
(OPAS) define envelhecimento como “um
processo seqüencial, individual, acumulativo,
irreversível, universal, não patológico, de
deterioração de um organismo maduro, próprio a
todos os membros de uma espécie, de maneira
que o tempo o torne menos capaz de fazer frente
ao estresse do meio-ambiente e, portanto,
aumente sua possibilidade de morte”.
INTRODUÇÃO
• O envelhecimento pode ser compreendido como
um processo natural, de diminuição progressiva
da reserva funcional dos indivíduos –
senescência - o que, em condições
normais, não costuma provocar qualquer
problema.
INTRODUÇÃO
• No entanto, em condições de sobrecarga como,
por exemplo, doenças, acidentes e estresse
emocional, pode ocasionar uma condição
patológica que requeira assistência - senilidade.
Dois grandes erros devem ser
continuamente evitados:
• O primeiro é considerar que todas as alterações
que ocorrem com a pessoa idosa sejam
decorrentes de seu envelhecimento natural, o que
pode impedir a detecção precoce e o tratamento
de certas doenças.
Dois grandes erros devem ser
continuamente evitados:
• Segundo é tratar o envelhecimento natural como
doença a partir da realização de exames e
tratamentos desnecessários, originários de sinais
e sintomas que podem ser facilmente explicados
pela senescência.
INTRODUÇÃO
• O maior desafio na atenção à pessoa idosa é
conseguir contribuir para que, apesar das
progressivas limitações que possam ocorrer, elas
possam redescobrir possibilidades de viver sua
própria vida com a máxima qualidade possível.
INTRODUÇÃO
• Portanto, parte das dificuldades das pessoas
idosas está mais relacionada a uma cultura que as
desvaloriza e limita.
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE
DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
(SUS)
• LEI No 10.741, DE 1º DE OUTUBRO DE
2003 - Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá
outras providências.
 Atendimento preferencial imediato e
individualizado junto aos órgãos públicos e
privados prestadores de serviços à população;
 É dever de todos prevenir a ameaça ou violação
aos direitos do idoso.
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE
DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
(SUS)
• LEI No 10.741, DE 1º DE OUTUBRO DE 2003 -
Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras
providências.
Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de
negligência, discriminação, violência, crueldade ou
opressão;
Etc ...
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE
DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
(SUS)
• O Ministério da Saúde, em setembro de 2005,
definiu a Agenda de Compromisso pela
Saúde que agrega três eixos: o Pacto em
Defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), o Pacto
em Defesa da Vida e o Pacto de Gestão.
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE
DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
(SUS)
• Destaca-se aqui o Pacto em Defesa da Vida que
constitui um conjunto de compromissos que
deverão tornar-se prioridades inequívocas dos
três entes federativos, com definição das
responsabilidades de cada um.
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE
DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
(SUS)
• Foram pactuadas seis prioridades, sendo que três
delas têm especial relevância com relação ao
planejamento de saúde para a pessoa idosa.
• São elas: a saúde do idoso, a promoção da saúde
e o fortalecimento da Atenção Básica.
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE
DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
(SUS)
• Política Nacional de Promoção da Saúde –
Portaria 687/GM, de 30 de março de 2006,
tendo como prioridades as seguintes ações
específicas:
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE
DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
(SUS)
a) Divulgação e implementação da Política
Nacional de Promoção da Saúde (PNPS);
b) Alimentação saudável;
c) Prática corporal/atividade física;
d) Prevenção e controle do tabagismo;
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE
DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
(SUS)
e) Redução da morbi-mortalidade em decorrência
do uso abusivo de álcool e outras drogas;
f) Redução da morbi-mortalidade por acidentes de
trânsito;
g) Prevenção da violência e estímulo à cultura de
paz;
h) Promoção do desenvolvimento sustentável.
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE
DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
(SUS)
• A Política Nacional de Atenção Básica,
regulamentada pela Portaria GM nº 648
de 28 de março de 2006, caracteriza-se por
desenvolver um conjunto de ações de saúde, no
âmbito individual e coletivo, que abrangem a
promoção e a proteção à saúde, a
prevenção de agravos, o diagnóstico, o
tratamento, a reabilitação e a manutenção da
saúde.
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE
DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
(SUS)
• Na Atenção Básica espera-se oferecer à
pessoa idosa:
uma atenção humanizada com orientação,
acompanhamento e apoio domiciliar
respeito às culturas locais, às diversidades do
envelhecer
Facilitar o acesso conforme proposto no Manual de
Estrutura Física, do Ministério da Saúde, 2006.
POLÍTICAS PÚBLICAS DE RELEVÂNCIA PARA A SAÚDE
DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
(SUS)
• A Política Nacional de Saúde da Pessoa
Idosa (PNSPI), Portaria GM nº 2.528, de
19 de outubro de 2006, define que a atenção à
saúde dessa população terá como porta de
entrada a Atenção Básica/Saúde da Família,
tendo como referência a rede de serviços
especializada de média e alta complexidade.
HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTO À PESSOA IDOSA
NA ATENÇÃO BÁSICA
• Com a Política Nacional de
Humanização(PNH), o Ministério da Saúde
propõe estimular esse movimento, incentivando a
valorização de todos os atores e sujeitos que
participam na produção da saúde.
HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTO À PESSOA IDOSA
NA ATENÇÃO BÁSICA
• Nesse humanizar abre-se espaço para as
diversas expressões relativas:
gênero, à geração/ idade, à origem, à etnia, à
raça/cor, à situação econômica, à orientação
sexual, ao pertencimento a povos, populações e
segmentos culturalmente diferenciados ou
vivendo situações especiais.
HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTO À PESSOA IDOSA
NA ATENÇÃO BÁSICA
• Para a efetivação do Acolhimento da pessoa
idosa, os profissionais de saúde devem
compreender as especificidades dessa população
e a própria legislação brasileira vigente.
HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTO À PESSOA IDOSA
NA ATENÇÃO BÁSICA
• Para isso, devem:
Estar preparados para lidar com as questões do
processo de envelhecimento;
Facilitar o acesso dos idosos aos diversos níveis de
complexidade da atenção;
Investir na qualificação dos trabalhadores,
especialmente no que se refere à saúde da pessoa
idosa;
A utilização de uma linguagem clara;
HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTO À PESSOA IDOSA
NA ATENÇÃO BÁSICA
• Para isso, devem:
O estabelecimento de uma relação respeitosa.
Partir do pressuposto de que o idoso é capaz de
compreender as perguntas que lhe são feitas ou as
orientações que lhe são fornecidas.
Chamar a pessoa idosa por seu nome e manter
contato visual,
Etc ...
COMUNICAÇÃO COM A PESSOA IDOSA
• A comunicação é considerada uma necessidade
fundamental, cuja satisfação envolve um
conjunto de condições bio-psicossociais.
COMUNICAÇÃO COM A PESSOA IDOSA
• É mais do que uma troca de palavras, trata-se de
um processo dinâmico que permite que as
pessoas se tornem acessíveis umas às outras por
meio do compartilhamento de sentimentos,
opiniões, experiências e informações.
COMUNICAÇÃO COM A PESSOA IDOSA
COMUNICAÇÃO COM A PESSOA IDOSA
• A diminuição das capacidades sensório-
perceptivas, que ocorre no processo de
envelhecimento, pode afetar a comunicação das
pessoas idosas (Ex. Audição).
COMUNICAÇÃO COM A PESSOA IDOSA
• Os idosos muitas vezes tardam em perceber,
aceitar e tratar suas dificuldades e, em
conseqüência disso, acabam se afastando do
convívio familiar e social para evitar situações
constrangedoras.
PROMOÇÃO DE HÁBITOS SAUDÁVEIS
Alimentação Saudável para Pessoas Idosas
Prática Corporal/Atividade Física
Trabalho em Grupo com Pessoas Idosas
PROMOÇÃO DE HÁBITOS SAUDÁVEIS
PROMOÇÃO DE HÁBITOS SAUDÁVEIS
MITOS E ESTEREÓTIPOS SOBRE A VELHICE E O
ENVELHECIMENTO
Um estudo da Univerdadede Montreal,
identificou 14 estriotipos com mais freqüência
relativos aos idosos.
MITOS E ESTEREÓTIPOS SOBRE A VELHICE E O
ENVELHECIMENTO
Os idosos não são sociáveis e não gostam de se
reunir
Temem ao futuro
Gostam de jogos de cartas e outros jogos
Gostam de jogar e contar suas recordações
Não preocupam com sua aparência
São religiosos e praticantes
São muito sensíveis e inseguros
Não se interessam pela sexualidade
São na grande maioria pobre
Etc, ....
MITOS E ESTEREÓTIPOS SOBRE A VELHICE E O
ENVELHECIMENTO
“A maioria destes esteriótipos está ligada não a
características específicas do envelhecimento,
mas sim a traços de personalidade e a fatores
socieconômicos”
 Os principais estereótipos apontam uma
imagem da pessoa idosa com “fraca,
cansada, em declínio, isolada”.
MITOS E ESTEREÓTIPOS SOBRE A VELHICE E O
ENVELHECIMENTO
Essas idéias não deixam ver o envelhecimento
como um processo de crescimento,
desenvolvimento, construtivo e têm
influência sobre a forma como o próprio idoso
considera sua velhice, sem avaliar o seu
potencial.
REFERÊNCIAS
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de
Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa /
Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à
Saúde, Departamento de Atenção Básica –
Brasília : Ministério da Saúde, 2006. 192 p. il. –
(Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos
de Atenção Básica, n. 19)
REFERÊNCIAS
ENFERMAGEM GERONTOLÓGICA: um olhar
diferenciado no cuidado biopsicossocial e
cultural/Maria do Rosário de Menezes, Juliana
Bezerra do Amaral, Valdemir Almeida da Silva,
Manuela Bastos Alves - São Paulo: Martinari,
2016.

SAÚDE DO IDOSO ENFERMAGEM 1

  • 1.
    SAÚDE DO IDOSO ENF°LUCAS BATISTA FERREIRA
  • 2.
    INTRODUÇÃO • O envelhecimento,antes considerado um fenômeno, hoje, faz parte da realidade da maioria das sociedades. • O mundo está envelhecendo.
  • 3.
    INTRODUÇÃO • Tanto issoé verdade que estima-se para o ano de 2050 que existam cerca de dois bilhões de pessoas com sessenta anos e mais no mundo, a maioria delas vivendo em países em desenvolvimento.
  • 4.
  • 5.
    INTRODUÇÃO • O envelhecimentopopulacional é uma resposta à mudança de alguns indicadores de saúde, especialmente a queda da fecundidade e da mortalidade e o aumento da esperança de vida.
  • 6.
    INTRODUÇÃO • A OrganizaçãoPan-Americana de Saúde (OPAS) define envelhecimento como “um processo seqüencial, individual, acumulativo, irreversível, universal, não patológico, de deterioração de um organismo maduro, próprio a todos os membros de uma espécie, de maneira que o tempo o torne menos capaz de fazer frente ao estresse do meio-ambiente e, portanto, aumente sua possibilidade de morte”.
  • 7.
    INTRODUÇÃO • O envelhecimentopode ser compreendido como um processo natural, de diminuição progressiva da reserva funcional dos indivíduos – senescência - o que, em condições normais, não costuma provocar qualquer problema.
  • 8.
    INTRODUÇÃO • No entanto,em condições de sobrecarga como, por exemplo, doenças, acidentes e estresse emocional, pode ocasionar uma condição patológica que requeira assistência - senilidade.
  • 9.
    Dois grandes errosdevem ser continuamente evitados: • O primeiro é considerar que todas as alterações que ocorrem com a pessoa idosa sejam decorrentes de seu envelhecimento natural, o que pode impedir a detecção precoce e o tratamento de certas doenças.
  • 10.
    Dois grandes errosdevem ser continuamente evitados: • Segundo é tratar o envelhecimento natural como doença a partir da realização de exames e tratamentos desnecessários, originários de sinais e sintomas que podem ser facilmente explicados pela senescência.
  • 11.
    INTRODUÇÃO • O maiordesafio na atenção à pessoa idosa é conseguir contribuir para que, apesar das progressivas limitações que possam ocorrer, elas possam redescobrir possibilidades de viver sua própria vida com a máxima qualidade possível.
  • 12.
    INTRODUÇÃO • Portanto, partedas dificuldades das pessoas idosas está mais relacionada a uma cultura que as desvaloriza e limita.
  • 13.
    POLÍTICAS PÚBLICAS DERELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) • LEI No 10.741, DE 1º DE OUTUBRO DE 2003 - Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências.  Atendimento preferencial imediato e individualizado junto aos órgãos públicos e privados prestadores de serviços à população;  É dever de todos prevenir a ameaça ou violação aos direitos do idoso.
  • 14.
    POLÍTICAS PÚBLICAS DERELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) • LEI No 10.741, DE 1º DE OUTUBRO DE 2003 - Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências. Nenhum idoso será objeto de qualquer tipo de negligência, discriminação, violência, crueldade ou opressão; Etc ...
  • 15.
    POLÍTICAS PÚBLICAS DERELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) • O Ministério da Saúde, em setembro de 2005, definiu a Agenda de Compromisso pela Saúde que agrega três eixos: o Pacto em Defesa do Sistema Único de Saúde (SUS), o Pacto em Defesa da Vida e o Pacto de Gestão.
  • 16.
    POLÍTICAS PÚBLICAS DERELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) • Destaca-se aqui o Pacto em Defesa da Vida que constitui um conjunto de compromissos que deverão tornar-se prioridades inequívocas dos três entes federativos, com definição das responsabilidades de cada um.
  • 17.
    POLÍTICAS PÚBLICAS DERELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) • Foram pactuadas seis prioridades, sendo que três delas têm especial relevância com relação ao planejamento de saúde para a pessoa idosa. • São elas: a saúde do idoso, a promoção da saúde e o fortalecimento da Atenção Básica.
  • 18.
    POLÍTICAS PÚBLICAS DERELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) • Política Nacional de Promoção da Saúde – Portaria 687/GM, de 30 de março de 2006, tendo como prioridades as seguintes ações específicas:
  • 19.
    POLÍTICAS PÚBLICAS DERELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) a) Divulgação e implementação da Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS); b) Alimentação saudável; c) Prática corporal/atividade física; d) Prevenção e controle do tabagismo;
  • 20.
    POLÍTICAS PÚBLICAS DERELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) e) Redução da morbi-mortalidade em decorrência do uso abusivo de álcool e outras drogas; f) Redução da morbi-mortalidade por acidentes de trânsito; g) Prevenção da violência e estímulo à cultura de paz; h) Promoção do desenvolvimento sustentável.
  • 21.
    POLÍTICAS PÚBLICAS DERELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) • A Política Nacional de Atenção Básica, regulamentada pela Portaria GM nº 648 de 28 de março de 2006, caracteriza-se por desenvolver um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrangem a promoção e a proteção à saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a manutenção da saúde.
  • 22.
    POLÍTICAS PÚBLICAS DERELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) • Na Atenção Básica espera-se oferecer à pessoa idosa: uma atenção humanizada com orientação, acompanhamento e apoio domiciliar respeito às culturas locais, às diversidades do envelhecer Facilitar o acesso conforme proposto no Manual de Estrutura Física, do Ministério da Saúde, 2006.
  • 23.
    POLÍTICAS PÚBLICAS DERELEVÂNCIA PARA A SAÚDE DA PESSOA IDOSA NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) • A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa (PNSPI), Portaria GM nº 2.528, de 19 de outubro de 2006, define que a atenção à saúde dessa população terá como porta de entrada a Atenção Básica/Saúde da Família, tendo como referência a rede de serviços especializada de média e alta complexidade.
  • 24.
    HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTOÀ PESSOA IDOSA NA ATENÇÃO BÁSICA • Com a Política Nacional de Humanização(PNH), o Ministério da Saúde propõe estimular esse movimento, incentivando a valorização de todos os atores e sujeitos que participam na produção da saúde.
  • 25.
    HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTOÀ PESSOA IDOSA NA ATENÇÃO BÁSICA • Nesse humanizar abre-se espaço para as diversas expressões relativas: gênero, à geração/ idade, à origem, à etnia, à raça/cor, à situação econômica, à orientação sexual, ao pertencimento a povos, populações e segmentos culturalmente diferenciados ou vivendo situações especiais.
  • 26.
    HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTOÀ PESSOA IDOSA NA ATENÇÃO BÁSICA • Para a efetivação do Acolhimento da pessoa idosa, os profissionais de saúde devem compreender as especificidades dessa população e a própria legislação brasileira vigente.
  • 27.
    HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTOÀ PESSOA IDOSA NA ATENÇÃO BÁSICA • Para isso, devem: Estar preparados para lidar com as questões do processo de envelhecimento; Facilitar o acesso dos idosos aos diversos níveis de complexidade da atenção; Investir na qualificação dos trabalhadores, especialmente no que se refere à saúde da pessoa idosa; A utilização de uma linguagem clara;
  • 28.
    HUMANIZAÇÃO E ACOLHIMENTOÀ PESSOA IDOSA NA ATENÇÃO BÁSICA • Para isso, devem: O estabelecimento de uma relação respeitosa. Partir do pressuposto de que o idoso é capaz de compreender as perguntas que lhe são feitas ou as orientações que lhe são fornecidas. Chamar a pessoa idosa por seu nome e manter contato visual, Etc ...
  • 29.
    COMUNICAÇÃO COM APESSOA IDOSA • A comunicação é considerada uma necessidade fundamental, cuja satisfação envolve um conjunto de condições bio-psicossociais.
  • 30.
    COMUNICAÇÃO COM APESSOA IDOSA • É mais do que uma troca de palavras, trata-se de um processo dinâmico que permite que as pessoas se tornem acessíveis umas às outras por meio do compartilhamento de sentimentos, opiniões, experiências e informações.
  • 31.
    COMUNICAÇÃO COM APESSOA IDOSA
  • 32.
    COMUNICAÇÃO COM APESSOA IDOSA • A diminuição das capacidades sensório- perceptivas, que ocorre no processo de envelhecimento, pode afetar a comunicação das pessoas idosas (Ex. Audição).
  • 33.
    COMUNICAÇÃO COM APESSOA IDOSA • Os idosos muitas vezes tardam em perceber, aceitar e tratar suas dificuldades e, em conseqüência disso, acabam se afastando do convívio familiar e social para evitar situações constrangedoras.
  • 34.
    PROMOÇÃO DE HÁBITOSSAUDÁVEIS Alimentação Saudável para Pessoas Idosas Prática Corporal/Atividade Física Trabalho em Grupo com Pessoas Idosas
  • 35.
  • 36.
  • 37.
    MITOS E ESTEREÓTIPOSSOBRE A VELHICE E O ENVELHECIMENTO Um estudo da Univerdadede Montreal, identificou 14 estriotipos com mais freqüência relativos aos idosos.
  • 38.
    MITOS E ESTEREÓTIPOSSOBRE A VELHICE E O ENVELHECIMENTO Os idosos não são sociáveis e não gostam de se reunir Temem ao futuro Gostam de jogos de cartas e outros jogos Gostam de jogar e contar suas recordações Não preocupam com sua aparência São religiosos e praticantes São muito sensíveis e inseguros Não se interessam pela sexualidade São na grande maioria pobre Etc, ....
  • 39.
    MITOS E ESTEREÓTIPOSSOBRE A VELHICE E O ENVELHECIMENTO “A maioria destes esteriótipos está ligada não a características específicas do envelhecimento, mas sim a traços de personalidade e a fatores socieconômicos”  Os principais estereótipos apontam uma imagem da pessoa idosa com “fraca, cansada, em declínio, isolada”.
  • 40.
    MITOS E ESTEREÓTIPOSSOBRE A VELHICE E O ENVELHECIMENTO Essas idéias não deixam ver o envelhecimento como um processo de crescimento, desenvolvimento, construtivo e têm influência sobre a forma como o próprio idoso considera sua velhice, sem avaliar o seu potencial.
  • 41.
    REFERÊNCIAS Brasil. Ministério daSaúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica – Brasília : Ministério da Saúde, 2006. 192 p. il. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica, n. 19)
  • 42.
    REFERÊNCIAS ENFERMAGEM GERONTOLÓGICA: umolhar diferenciado no cuidado biopsicossocial e cultural/Maria do Rosário de Menezes, Juliana Bezerra do Amaral, Valdemir Almeida da Silva, Manuela Bastos Alves - São Paulo: Martinari, 2016.