ABANDONO NA VELHICE Josileide Gonçalves da Silva Postal Pedagoga/Gerontologa email:josipostal@yahoo.com.br Terezina Viegas Postal – 76 anos Professora aposentada – poetiza – mãe do Eltier e de mais 7 filhos, avó do Gustavo e vários netos e bisneto.  Gustavo Eltier Terezina
O CONTEXTO DO ABANDONO ASSUNTO: Analise interpretativa – Pesquisa sobre abandono na velhice, tendo como base a percepção que  idosos  domiciliados  e  institucionalizados  possuem sobre o assunto. Questões norteadoras: 1) O que você entende por abandono? 2) Em que situação uma pessoa se sente  abandonada?
O QUE É ABANDONO 1 -  A partir da fala dos idosos entendeu-se que abandono na velhice relaciona-se à ideia de ser sozinho (permanente), estar sozinho (perda), sentir sozinho (emocional), não ter (ausência ou privação de alguém ou alguma coisa).  2- Maltratar  o  idoso,  deixá-lo  sem  apoio,  passando por necessidades e sem alguém que cuide dele, é abandoná-lo.
• Situações que levam ao abandono:  - fragilidade do idoso; - perda da autonomia e da independência; - esfriamento dos vínculos afetivos; - medo da perda/morte; - falta de preparo para morte; - despreparo para viver cada fase da vida; CIRCUNSTÂNCIA QUE PODE  PROVOCA-LO
O CONTEXTO DO ABANDONO - surgimento de doenças; - dificuldade para estabelecer e manter um diálogo; - O fato de os filhos não quererem mais viver com os pais e cuidar deles ou de filhos  trabalharem e não quererem deixar os pais idosos sozinhos; - O fato do idoso não poder trabalhar –  dependência financeira – perder seus status.
A SOLIDÃO E O ABANDONO CONSTITUEM  PESADOS FARDOS PARA OS IDOSOS - Há  pessoas  que,  por suas  vivências  e  experiências,  possuem  o  sentimento  de abandono ao longo da vida, não somente na  velhice. - A família é a esperança do idoso como forma de manutenção  das  relações  familiares  e  das possibilidades de evitar o isolamento.  Quando da inexistência ou fragilidade de laços afetivos, falta de amor,  de perguntas e respostas, de conversas sem atenção, o idoso é deixado de lado por filhos, familiares e amigos.
ESSA CONDIÇÃO LEVA AOS  QUESTIONAMENTOS 1- Como foram construídas as relações familiares  ao  longo da trajetória de vida desse idoso? 2 – Que vínculos foram estabelecidos e  mantidos entre ele e seus familiares? 3 – Por  que  o  idoso  está  sendo  sujeito à  condição de abandono?  4 – Que motivos levam a família a deixar seu idoso  de  lado  e  a  isolá-lo  do  convívio  familiar?
Várias possibilidades para enfrentar o problema, tais como o envolvimento da família nas  relações com seu idoso, a consciência da  sociedade, a preparação para envelhecer e as ações sociais eficazes, fruto de políticas públicas e sociais. CONCLUSÕES
• Essas reflexões encontram eco no documento Carta aos Anciãos, do  Papa João Paulo II (2000, p.22) diz: “ ...o lugar mais natural para viver a condição de ancianidade continua a ser aquele ambiente onde ele é “de casa”,  entre parentes conhecidos e amigos, e onde pode prestar ainda  algum serviço. ... É urgente promover esta cultura de uma  ancianidade acolhida e valorizada, não marginalizada. O ideal é que o ancião fique na família, com a garantia de ajudas sociais eficazes, relativamente à necessidades crescentes que supõem a idade e a doença.”
Obrigada! João Pereira

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    ABANDONO NA VELHICEJosileide Gonçalves da Silva Postal Pedagoga/Gerontologa email:josipostal@yahoo.com.br Terezina Viegas Postal – 76 anos Professora aposentada – poetiza – mãe do Eltier e de mais 7 filhos, avó do Gustavo e vários netos e bisneto. Gustavo Eltier Terezina
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    O CONTEXTO DOABANDONO ASSUNTO: Analise interpretativa – Pesquisa sobre abandono na velhice, tendo como base a percepção que idosos domiciliados e institucionalizados possuem sobre o assunto. Questões norteadoras: 1) O que você entende por abandono? 2) Em que situação uma pessoa se sente abandonada?
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    O QUE ÉABANDONO 1 - A partir da fala dos idosos entendeu-se que abandono na velhice relaciona-se à ideia de ser sozinho (permanente), estar sozinho (perda), sentir sozinho (emocional), não ter (ausência ou privação de alguém ou alguma coisa). 2- Maltratar o idoso, deixá-lo sem apoio, passando por necessidades e sem alguém que cuide dele, é abandoná-lo.
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    • Situações quelevam ao abandono: - fragilidade do idoso; - perda da autonomia e da independência; - esfriamento dos vínculos afetivos; - medo da perda/morte; - falta de preparo para morte; - despreparo para viver cada fase da vida; CIRCUNSTÂNCIA QUE PODE PROVOCA-LO
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    O CONTEXTO DOABANDONO - surgimento de doenças; - dificuldade para estabelecer e manter um diálogo; - O fato de os filhos não quererem mais viver com os pais e cuidar deles ou de filhos trabalharem e não quererem deixar os pais idosos sozinhos; - O fato do idoso não poder trabalhar – dependência financeira – perder seus status.
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    A SOLIDÃO EO ABANDONO CONSTITUEM PESADOS FARDOS PARA OS IDOSOS - Há pessoas que, por suas vivências e experiências, possuem o sentimento de abandono ao longo da vida, não somente na velhice. - A família é a esperança do idoso como forma de manutenção das relações familiares e das possibilidades de evitar o isolamento. Quando da inexistência ou fragilidade de laços afetivos, falta de amor, de perguntas e respostas, de conversas sem atenção, o idoso é deixado de lado por filhos, familiares e amigos.
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    ESSA CONDIÇÃO LEVAAOS QUESTIONAMENTOS 1- Como foram construídas as relações familiares ao longo da trajetória de vida desse idoso? 2 – Que vínculos foram estabelecidos e mantidos entre ele e seus familiares? 3 – Por que o idoso está sendo sujeito à condição de abandono? 4 – Que motivos levam a família a deixar seu idoso de lado e a isolá-lo do convívio familiar?
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    Várias possibilidades paraenfrentar o problema, tais como o envolvimento da família nas relações com seu idoso, a consciência da sociedade, a preparação para envelhecer e as ações sociais eficazes, fruto de políticas públicas e sociais. CONCLUSÕES
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    • Essas reflexõesencontram eco no documento Carta aos Anciãos, do Papa João Paulo II (2000, p.22) diz: “ ...o lugar mais natural para viver a condição de ancianidade continua a ser aquele ambiente onde ele é “de casa”, entre parentes conhecidos e amigos, e onde pode prestar ainda algum serviço. ... É urgente promover esta cultura de uma ancianidade acolhida e valorizada, não marginalizada. O ideal é que o ancião fique na família, com a garantia de ajudas sociais eficazes, relativamente à necessidades crescentes que supõem a idade e a doença.”
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