Trabalho sobre Pé Diabético
O diabetes  mellitus  é uma doença do me-tabolismo, que se ca-racteriza pela elevação dos níveis de glicose no sangue. O que é Diabetes?
Ele é provocado por de-feitos na produção, secre-ção e na ação da insulina (um hormônio liberado pelo pâncreas, responsável pelo controle ideal dos níveis de açúcar no sangue).
Mas, o que preocupa mesmo é que mais da meta-de dos diabéticos desconhe-cem que estão com a doença, e muitas vezes só é diagnos-ticada quando aparecem as suas complicações.
O  PÉ DIABÉTICO  é decor-rente das complicações do diabe-tes, como a chamada  neuropatia diabética  (que são as alterações nos nervos periféricos),  problemas circulatórios  (micro e macroan-giopatia diabética) e as  infecções , todas responsáveis pela má cir-culação sangüínea, nos membros inferiores.
As complicações nos pés desses pacientes em função do menor fluxo sangüíneo e da formação de feridas, que infeccionam e são de difícil cicatrização, podem exigir uma intervenção médica e de enfermagem rápida.
Para evitar complicações cir-culatórias nos membros inferio-res é fundamental, o controle da taxa de glicose no sangue (glice-mia) e o exame diário cuidadoso dos pés, principalmente na região do calcanhar, para observar a sensibilidade e evitar a ocorrên-cia de feridas e calosidades.
Os fatores de risco para o aparecimento da neuropatia são o tempo de evolução da doença, a hi-perglicemia (quantidade excessiva de açúcar no sangue) ou a hipoglicemia (quantidade extremamente baixa de açúcar no sangue), a obesidade, as anormalidades na circulação sangüí-nea, o tabagismo, a hipertensão arte-rial e a idade avançada.
O pé diabético é caracteri-zado na prática médica,  por   com-plicações do diabetes mellitus   que atingem os pés , podendo levar a graves infecções e em alguns casos, à amputação do membro afetado.  Sintomas do Pé Diabético
O  pé diabético  pode apresentar três tipos de complicações: neuropática : ocorrem alterações neu-rológicas, que diminuem a sensibilidade dos pés; vascular : ocorre a diminuição da cir-culação sangüínea nos pés; neurovascular : é quando as alterações neurológicas e vasculares ocorrem ao mesmo tempo.
O paciente deve obser-var os seus sintomas e pe-dir que o médico examine os seus pés, facilitando o tratamento e evitando con-seqüências mais graves pa-ra o futuro, tais como:
Diminuição ou desaparecimento dos reflexos nos tendões de Aquiles, nas ar-ticulações dos joelhos e nos calcanhares  são sintomas freqüentes. Diminuição na sensibilidade tér-mica dolorosa (sensação de quente ou frio) e regiões dormentes (como se es-tivessem sob anestesia), também são sintomas que avisam sobre os riscos de ocorrências de lesões.
É importantíssimo que o paci-ente fique atento as regiões dos pés, nas quais há perda de sensibi-lidade. É justamente esta atenção, que evitará que o diabético se dê conta do problema apenas quando este for sério, o que pode provocar - em alguns casos - a  GANGRENA DIABÉTICA , quando já não há flu-xo de sangue circulante no pé.
O diagnóstico do pé diabé-tico  é feito pela história clínica do paciente e pelo exame cuida-doso dos pés pelo médico, para identificar a perda da sensibi-lidade, alterações na pele (pre-sença de calosidades), nas unhas e a diminuição da circulação sangüínea.
Lembre-se  que os cui-dados constantes com os pés e a visita regular ao médico, podem diminuir em muito, as complicações observadas nos pés de portadores do diabetes.
O diabetes é uma doença séria que pode causar muitos problemas nos pés, ao afetar os nervos perifé-ricos das pernas, levando a uma perda progressiva da sensibilidade. O resultado da perda de tal sensação é chamada de  Neuropatia Diabética . Como tratar o Pé Diabético?
A circulação sangüínea nas pernas e nos pés do pa-ciente diabético está frequen-temente diminuída, principal-mente nos indivíduos fuman-tes. No entanto, muitos desses problemas podem ser preve-nidos das seguintes maneiras:
Lave diariamente seus pés com água morna e sabão neu-tro (nunca use água muito quente). Seque cuidadosamente os seus pés com uma toalha macia, especialmente entre os dedos e ao redor das unhas.
Se sua pele for seca, aplique um creme ou loção hidratante, para mantê-la suave e macia. Mantenha suas unhas cuida-dosamente aparadas, cortando-as em linha reta com uma tesoura apropriada. Após cortá-las, lixe-as bem, eliminando pontas aguçadas, sem retirar as cutículas.
Examine seus pés diariamente, observando se existem cortes, bo-lhas ou ferimentos, se necessário, com o auxílio de um espelho ou de um familiar. Nunca ande descalço, nem mes-mo dentro de casa. Proteja seus pés se for andar ou caminhar na praia.
Use sempre meias de algo-dão folgadas e limpas, com as costuras voltadas para fora. Não utilize bolsas de água quente ou escalda-pés para aquecer seus pés, pois poderá queimar a pele.
Procure sempre usar sapa-tos confortáveis e macios. A adaptação a sapatos novos de-ve ser gradual, pouco tempo em cada dia. Evite sempre sa-patos abertos, sandálias e chi-nelos.
Examine sempre o interior de seus sapatos, antes de calçá-los para ver se há corpos estranhos, como: pedras, deformações das palmilhas ou pregos, que podem ferir os seus pés. Não corte os calos ou calosi-dades. Procure um especialista quando precisar tratar algum.
EVITE FUMAR!  O cigarro pre-judica seriamente a circulação san-güínea. Em diabéticos, isto pode levar a uma  GANGRENA  e até mesmo a  amputação de um membro . Consulte seu médico sempre que tiver cortes, unhas encravadas e  infeccionadas, micoses ou inchaço na barriga das pernas  e nos pés.
Examine seus pés diariamente. Se for necessário, peça ajuda a um familiar ou use um espelho. Lave seus pés diariamente com água morna (nunca excessivamen-te quente) e sabão neutro. Cuidados Gerais para o Pé Diabético
Seque bem seus pés, espe-cialmente entre os dedos. Aplique diariamente um hidratante nas pernas e nos pés.
Corte as unhas sempre em ângulo reto, evitando cortar os cantos. Não utilize esparadrapos ou fitas adesivas diariamen-te na pele.
Não use bolsas de água quente ou banhos de imersão.  Não use sapatos apertados. Sapatos novos devem ser usados aos poucos. Use-os nos primeiros dias apenas em casa, durante curtos perío-dos de tempo.
Nunca ande descalço, mesmo em casa. Não remova os calos, nem tente corrigir unhas encravadas. Procure um tratamento profissional.
Procure seu médico se tiver frieiras, bolhas, calos, rachadu-ras, alterações de cor ou feri-das nos pés. Não use sapatos sem meias. Não use lixas, lâminas, raspa-dores elétricos ou produtos quí-micos para retirar calos.
Como a Equipe de Enfermagem pode Salvar o Pé Diabético
Eles merecem tratamen-to VIP . Mas, por descuido das autoridades de saúde e o desconhecimento dos pró-prios pacientes, os pés de diabéticos estão mal cuida-dos e vulneráveis a graves complicações.
Pode parecer uma boba-gem alguém que não olhe a sola de seus pés ou entre os seus dedos. Mas, a simples ignorân-cia desse exame, contribui para levar muitos pacientes diabéti-cos a terem um ou os dois pés amputados.
Parte de tudo isso ocorre por  falta de sensibilidade. Falta de sensibilidade à dor, que o paciente diabético desenvolve. Com o passar dos anos, a doença tende a comprometer os nervos dos pés e pernas, a ponto de interromper a comunicação com o cérebro.
Do lado mais sensível da história, mobilizam-se profissio-nais de saúde e suas equipes, como: Médicos,  Enfermeiros  e Fisioterapeutas, comprometidos com a saúde de pacientes com feridas crônicas, especialmente diabéticos, fazendo o possível para curá-los.
  A   EQUIPE DE ENFER-MAGEM  cutuca, trata, cha-ma a atenção do paciente e não abandona a causa. Ensina o paciente a fazer os seus cu-rativos em casa, a observar a evolução do quadro e acima de tudo, o educa.
O ensina a sentir a pul-sação dos pés, inspecionar a sola e os dedos dos pés todos os dias. Ele deve manter os pés o mais hidratados possível, não lixá-los e não retirar a cutícula. As unhas devem ser cortadas e lixadas retas.
Nunca andar descalço nem mesmo em casa; usar sempre meias de algodão folgadas e lim-pas; procurar usar sempre sapa-tos confortáveis, evitando sapatos abertos ou sandálias; examinar sempre os sapatos antes de calçá-los, pois corpos estranhos (pedras, pregos) podem ferir os pés.
Fala de hábitos de vida saudáveis, a importância da dieta, de parar de fumar, de se exercitar regularmente, de controlar a glicemia e a pressão arterial, para evitar maiores complicações.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Curso CEFAE Professor Orientador: Enfermeira Dra. Ana Lúcia Novaes.
Alunos Participantes: Ana Paula Silva, Andressa Costa, Graziele Silva, Gustavo Souza, Luiz Fernando Júnior,  Mara Luana ,  Márcia Melo , Noeli Cristina,  Thiago Brito , Érika Ciodaro, Alessandra Almeida, Andreia Cristina, Andreia Silva, Bianca Bem, Shaila Gomes, Edilene Lima,  Elaine Souza , Fabiana Machado, Fabiane Cristina,  Telma Oliveira ,  Zuleica Dias , Juliana Almeida, Adriana Torrão, Alexandra  Prado, Alexsandro Santos, Aline Leite, Débora Cristina, Helena Lucena,  Quelli Fonseca .

Ana.Apres.PéDiabéTico.Ok.Pronto

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    O diabetes mellitus é uma doença do me-tabolismo, que se ca-racteriza pela elevação dos níveis de glicose no sangue. O que é Diabetes?
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    Ele é provocadopor de-feitos na produção, secre-ção e na ação da insulina (um hormônio liberado pelo pâncreas, responsável pelo controle ideal dos níveis de açúcar no sangue).
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    Mas, o quepreocupa mesmo é que mais da meta-de dos diabéticos desconhe-cem que estão com a doença, e muitas vezes só é diagnos-ticada quando aparecem as suas complicações.
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    O PÉDIABÉTICO é decor-rente das complicações do diabe-tes, como a chamada neuropatia diabética (que são as alterações nos nervos periféricos), problemas circulatórios (micro e macroan-giopatia diabética) e as infecções , todas responsáveis pela má cir-culação sangüínea, nos membros inferiores.
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    As complicações nospés desses pacientes em função do menor fluxo sangüíneo e da formação de feridas, que infeccionam e são de difícil cicatrização, podem exigir uma intervenção médica e de enfermagem rápida.
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    Para evitar complicaçõescir-culatórias nos membros inferio-res é fundamental, o controle da taxa de glicose no sangue (glice-mia) e o exame diário cuidadoso dos pés, principalmente na região do calcanhar, para observar a sensibilidade e evitar a ocorrên-cia de feridas e calosidades.
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    Os fatores derisco para o aparecimento da neuropatia são o tempo de evolução da doença, a hi-perglicemia (quantidade excessiva de açúcar no sangue) ou a hipoglicemia (quantidade extremamente baixa de açúcar no sangue), a obesidade, as anormalidades na circulação sangüí-nea, o tabagismo, a hipertensão arte-rial e a idade avançada.
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    O pé diabéticoé caracteri-zado na prática médica, por com-plicações do diabetes mellitus que atingem os pés , podendo levar a graves infecções e em alguns casos, à amputação do membro afetado. Sintomas do Pé Diabético
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    O pédiabético pode apresentar três tipos de complicações: neuropática : ocorrem alterações neu-rológicas, que diminuem a sensibilidade dos pés; vascular : ocorre a diminuição da cir-culação sangüínea nos pés; neurovascular : é quando as alterações neurológicas e vasculares ocorrem ao mesmo tempo.
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    O paciente deveobser-var os seus sintomas e pe-dir que o médico examine os seus pés, facilitando o tratamento e evitando con-seqüências mais graves pa-ra o futuro, tais como:
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    É importantíssimo queo paci-ente fique atento as regiões dos pés, nas quais há perda de sensibi-lidade. É justamente esta atenção, que evitará que o diabético se dê conta do problema apenas quando este for sério, o que pode provocar - em alguns casos - a GANGRENA DIABÉTICA , quando já não há flu-xo de sangue circulante no pé.
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    O diagnóstico dopé diabé-tico é feito pela história clínica do paciente e pelo exame cuida-doso dos pés pelo médico, para identificar a perda da sensibi-lidade, alterações na pele (pre-sença de calosidades), nas unhas e a diminuição da circulação sangüínea.
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    Lembre-se queos cui-dados constantes com os pés e a visita regular ao médico, podem diminuir em muito, as complicações observadas nos pés de portadores do diabetes.
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    O diabetes éuma doença séria que pode causar muitos problemas nos pés, ao afetar os nervos perifé-ricos das pernas, levando a uma perda progressiva da sensibilidade. O resultado da perda de tal sensação é chamada de Neuropatia Diabética . Como tratar o Pé Diabético?
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    A circulação sangüíneanas pernas e nos pés do pa-ciente diabético está frequen-temente diminuída, principal-mente nos indivíduos fuman-tes. No entanto, muitos desses problemas podem ser preve-nidos das seguintes maneiras:
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    Lave diariamente seuspés com água morna e sabão neu-tro (nunca use água muito quente). Seque cuidadosamente os seus pés com uma toalha macia, especialmente entre os dedos e ao redor das unhas.
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    Se sua pelefor seca, aplique um creme ou loção hidratante, para mantê-la suave e macia. Mantenha suas unhas cuida-dosamente aparadas, cortando-as em linha reta com uma tesoura apropriada. Após cortá-las, lixe-as bem, eliminando pontas aguçadas, sem retirar as cutículas.
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    Examine seus pésdiariamente, observando se existem cortes, bo-lhas ou ferimentos, se necessário, com o auxílio de um espelho ou de um familiar. Nunca ande descalço, nem mes-mo dentro de casa. Proteja seus pés se for andar ou caminhar na praia.
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    Use sempre meiasde algo-dão folgadas e limpas, com as costuras voltadas para fora. Não utilize bolsas de água quente ou escalda-pés para aquecer seus pés, pois poderá queimar a pele.
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    Procure sempre usarsapa-tos confortáveis e macios. A adaptação a sapatos novos de-ve ser gradual, pouco tempo em cada dia. Evite sempre sa-patos abertos, sandálias e chi-nelos.
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    Examine sempre ointerior de seus sapatos, antes de calçá-los para ver se há corpos estranhos, como: pedras, deformações das palmilhas ou pregos, que podem ferir os seus pés. Não corte os calos ou calosi-dades. Procure um especialista quando precisar tratar algum.
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    EVITE FUMAR! O cigarro pre-judica seriamente a circulação san-güínea. Em diabéticos, isto pode levar a uma GANGRENA e até mesmo a amputação de um membro . Consulte seu médico sempre que tiver cortes, unhas encravadas e infeccionadas, micoses ou inchaço na barriga das pernas e nos pés.
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    Examine seus pésdiariamente. Se for necessário, peça ajuda a um familiar ou use um espelho. Lave seus pés diariamente com água morna (nunca excessivamen-te quente) e sabão neutro. Cuidados Gerais para o Pé Diabético
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    Procure seu médicose tiver frieiras, bolhas, calos, rachadu-ras, alterações de cor ou feri-das nos pés. Não use sapatos sem meias. Não use lixas, lâminas, raspa-dores elétricos ou produtos quí-micos para retirar calos.
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    Eles merecem tratamen-toVIP . Mas, por descuido das autoridades de saúde e o desconhecimento dos pró-prios pacientes, os pés de diabéticos estão mal cuida-dos e vulneráveis a graves complicações.
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    Parte de tudoisso ocorre por falta de sensibilidade. Falta de sensibilidade à dor, que o paciente diabético desenvolve. Com o passar dos anos, a doença tende a comprometer os nervos dos pés e pernas, a ponto de interromper a comunicação com o cérebro.
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    Do lado maissensível da história, mobilizam-se profissio-nais de saúde e suas equipes, como: Médicos, Enfermeiros e Fisioterapeutas, comprometidos com a saúde de pacientes com feridas crônicas, especialmente diabéticos, fazendo o possível para curá-los.
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    A EQUIPE DE ENFER-MAGEM cutuca, trata, cha-ma a atenção do paciente e não abandona a causa. Ensina o paciente a fazer os seus cu-rativos em casa, a observar a evolução do quadro e acima de tudo, o educa.
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    O ensina asentir a pul-sação dos pés, inspecionar a sola e os dedos dos pés todos os dias. Ele deve manter os pés o mais hidratados possível, não lixá-los e não retirar a cutícula. As unhas devem ser cortadas e lixadas retas.
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    Nunca andar descalçonem mesmo em casa; usar sempre meias de algodão folgadas e lim-pas; procurar usar sempre sapa-tos confortáveis, evitando sapatos abertos ou sandálias; examinar sempre os sapatos antes de calçá-los, pois corpos estranhos (pedras, pregos) podem ferir os pés.
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