SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 54
Raios X
Em 1895, o físico  Wilhelm Konrad Roentgen , estudando descargas elétricas em gases rarefeitos em ampolas de Crookes,  por acaso descobriu os raios X . Ele tinha uma ampola de Crookes encerrada em uma caixa de papelão, e alimentada por uma bobina de Rumkhorff.  Raios X
Raios X
Com o conjunto em um quarto escuro, ele observou que, quando o tubo funcionava, se produzia fluorescência num cartão pintado com platino-cianureto de bário. A fluorescência era observada quer estivesse voltada para o tubo a face do cartão pintada com platino cianureto de bário, quer a face oposta, e até com este cartão afastado a dois metros do tubo.   Raios X
A fluorescência não era causada pelos raios catódicos, pois estes não atravessam o vidro do tubo. Roentgen observou a seguir que o agente causador da fluorescência se originava na parede do tubo de Crookes, no ponto onde os raios catódicos encontravam essa parede. Não sabendo do que se tratava, Roentgen chamou raio X a esse agente.   Raios X
Os raios X são radiações da mesma natureza da radiação gama (ondas eletromagnéticas), com características semelhantes. Só diferem da radiação gama pela origem, ou seja,  os raios X não são emitidos do núcleo do átomo . Raios X
Os raios X são radiações de natureza eletromagnética, que se propagam no ar (ou vácuo).  Essa radiação é produzida quando ocorre o bombardeamento de um material metálico de alto número atômico (tungstênio), resultando na produção de radiação X por freamento ou ionização. Raios X
Raios X
As máquinas de raios X foram projetadas de modo que um grande número de elétrons são produzidos e acelerados para atingirem um anteparo sólido (alvo) com alta energia cinética. Este fenômeno ocorre em um tubo de raios X que é um conversor de energia.  Raios X
Recebe energia elétrica que converte em raios X e calor. O calor é um subproduto indesejável no processo. O tubo de raios X é projetado para maximizar a produção de raios X e dissipar o calor tão rápido quanto possível. Raios X
Propriedade dos raios X: Os raios X são produzidos quando elétrons em alta velocidade, provenientes do filamento aquecido, chocam-se com o alvo (anodo) produzindo radiação. O feixe de raios X pode ser considerado como um “chuveiro” de fótons distribuídos de modo aleatório. Raios X
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Raios X
[object Object],[object Object],[object Object],Raios X
[object Object],[object Object],[object Object],Raios X
Tubos de raios X : Raios X são produzidos todas as vezes que elétrons encontram um obstáculo. Na experiência de Roentgen, eles eram produzidos quando os elétrons encontravam a parede do tubo. Raios X
Há dois tipos de tubos de raios X em uso:   [1º] Tubos a gás,  [2º] Tubo Coolidge. Raios X
Tubo a Gás Raios X
Tubo a Gás Raios X
Possuem gás à pressão de mais ou menos 0,001 mmHg. O tubo é esférico, e além do catodo C e do anodo A, possui um terceiro eletrodo B, chamado alvo, colocado no centro da esfera. O alvo B está ligado ao anodo A, de maneira que ficam ao mesmo potencial. Este alvo combinado com o anodo, produz um campo elétrico que encurva a trajetória dos elétrons e faz que a maioria dos elétrons encontre o alvo perpendicularmente. A diferença de potencial entre o catodo e o anodo nestes tubos é de 30.000 a 50.000 volts.   Raios X
Tubo a Gás Raios X
Tubo Coolidge   Neste tubo é feito o melhor vácuo possível. O catodo é aquecido por uma corrente elétrica fornecida por um gerador P. Assim aquecido ele emite muito maior quantidade de elétrons. Não possui o alvo B, pois o próprio anodo atua como alvo e emite os raios X. A diferença de potencial entre o catodo e o anodo, fornecida pelo gerador G, nestes tubos pode ser desde 100.000 até 1.000.000 de volts.   Raios X
Tubo Coolidge Raios X
Produção dos raios X  : A produção dos raios X é explicada do seguinte modo:  os elétrons emitidos pelo catodo são fortemente atraídos pelo anodo, e chegam a este com grande energia cinética. Chocando-se com o anodo, eles perdem a energia cinética, e cedem energia aos elétrons que estão nos átomos do anodo. Estes elétrons são então acelerados, sendo assim, emitem ondas eletromagnéticas que são os raios X .   Raios X
Elementos do tubo de raios X: O tubo de raios X possui dois elementos principais:  catodo e anodo . O  catodo é o eletrodo negativo do tubo . É constituído de duas partes principais: o filamento e o copo focalizador.  Raios X
Elementos do tubo de raios X: A função básica do catodo é emitir elétrons e focalizá-los em forma de um feixe bem definido apontado para o anodo. Em geral, o catodo consiste de um pequeno fio em espiral (ou filamento) dentro de uma cavidade (copo de focagem). Raios X
Elementos do tubo de raios X: Raios X
O filamento é normalmente feito de Tungstênio (com pequeno acréscimo de Tório).” Toriado”, pois esta liga tem alto ponto de fusão e não vaporiza facilmente (a vaporização do filamento provoca o enegrecimento do interior do tubo e a conseqüente mudança nas características elétricas do mesmo). A queima do filamento é, talvez, a mais provável causa da falha de um tubo.   Raios X
O corpo de focagem serve para focalizar os elétrons que saem do catodo e fazer com que eles “batam” no anodo e não em outras partes. A corrente do tubo é controlada pelo grau de aquecimento do filamento (catodo). Quanto mais aquecido for o filamento, mais elétrons serão emitidos pelo mesmo, e maior será a corrente que fluirá entre anodo e catodo. Assim , a corrente de filamento controla a corrente entre anodo e catodo. Raios X
O anodo é o pólo positivo do tubo, serve de suporte para o alvo e atua como elemento condutor de calor. O anodo deve ser de um material (tungstênio) de boa condutividade térmica, alto ponto de fusão e alto número atômico, de forma a otimizar a relação de perda de energia dos elétrons por radiação (raios X) e a perda de energia por aquecimento. Existem dois tipos de anodo: anodo fixo e anodo giratório. Raios X
Raios X
Os tubos de anodo fixo são usualmente utilizados em máquinas de baixa corrente, tais como: raios X odontológicos, raios X portáteis, máquinas de radioterapia, raios X industriais e outros. Os tubos de anodo giratório são usados em máquinas de alta corrente, normalmente utilizadas em radiodiagnóstico. Ele permite altas correntes pois a área de impacto dos elétrons fica aumentada.   Raios X
  O anodo e o catodo ficam acondicionados no interior de um invólucro fechado (tubo ou ampola), que está acondicionado no interior do cabeçote do RX. A ampola é geralmente constituída de vidro de alta resistência e mantida em vácuo, e tem função de promover isolamento térmico e elétrico entre anodo e catodo.  Raios X
O cabeçote contém a ampola e demais acessórios. É revestido de chumbo cuja função é de blindar a radiação de fuga e permitir a passagem do feixe de radiação apenas pela janela radiotransparente direcionando desta forma o feixe. O espaço é preenchido com óleo que atua como isolante elétrico e térmico.   Raios X
Radiação de Freamento (Bremsstrahlung): A radiação de freamento, ou Bremsstrahlung, se caracteriza por ter uma distribuição bastante ampla de energia relativa aos fótons gerados.   Raios X
Como se pode observar pelo gráfico a seguir, a maioria dos fótons obtidos possui baixa energia, sendo que somente uns poucos têm a energia equivalente à diferença de potencial (voltagem) aplicada ao tubo. Esse gráfico mostra que são gerados muitos fótons de baixa energia, o que pode ser perigoso para o paciente irradiado, pois estes fótons de baixa energia interagem com os tecidos vivos, sem contribuir para a formação da imagem radiográfica. Raios X
Geração de muitos fótons de baixa energia Raios X
Radiação característica: Alguns fótons interagem diretamente com os núcleos, convertendo toda sua energia em radiação, sem modificar o átomo alvo, ou seja, sem ionizá-lo.   Raios X
Existem situações, no entanto, em que elétrons podem interagir com um átomo quebrando sua neutralidade (ionizando-o), ao retirar dele elétrons pertencentes à sua camada mais interna (K). Ao retirar o elétron da camada K, começa o processo de preenchimento dessa lacuna (busca de equilíbrio), por elétrons de camada superiores. Dependendo de camada que vem o elétron que ocupa a lacuna da camada K, teremos níveis de radiação diferenciados. Raios X
Quando se usa como alvo um material com o tungstênio, o bombardeamento por elétrons de alta energia gera uma radiação com características específicas (radiação característica), pois esse material possui um número atômico definido (bastante alto), necessitando um nível alto de energia para retirar os elétrons de sua camada K. Raios X
Raios X
Efeito anódico: Descreve um fenômeno no qual a intensidade da radiação emitida da extremidade do catodo do campo de raios X é maior do que aquela na extremidade do anodo. Isso é devido ao ângulo da face do anodo, de forma que há maior atenuação ou absorção dos raios X na extremidade do anodo. Raios X
A diferença na intensidade do feixe de raios X entre catodo e anodo pode variar de 30% a 50%. Na realização de estudos radiológicos do fêmur, perna, úmero, coluna lombar e torácica deve-se levar em conta a influência do efeito anódico na realização das incidências radiológicas pertinentes a estes estudos. Raios X
Raios X
Efeito sobre os tecidos:    Os raios X podem exercer, sobre os tecidos, ações benéficas ou maléficas, conforme a dose com que são absorvidos. Assim como curam, também podem produzir doenças, como por exemplo, a doença de pele chamada radiodermite, muito perigosa porque pode se transformar em câncer.  Raios X
Radiodermite Raios X
Está provado que existe uma dose de raios X máxima que cada pessoa pode receber por semana. Qualquer pessoa pode ser submetida à doses compreendidas nesse limite máximo, sem perigo. Um fato perigosíssimo, que se nota na quase totalidade dos hospitais e consultórios médicos que fazem aplicações de raios X, é que os médicos e técnicos que trabalham com os aparelhos de raios X não controlam as doses que eles mesmos recebem enquanto trabalham.  Raios X
Pois, assim como a luz que incide numa parede e se espalha por todas as  direções, os raios X também se espalham quando encontram um obstáculo. Por causa disso, quando um técnico está manuseando o aparelho de raios X para fazer aplicação em outra pessoa, ele também recebe certa dose de raios X que foi espalhado. Esses técnicos trabalham várias horas por dia, todos os dias, recebendo raios X, e quando não são controlados, suas vidas correm perigo. Embora eles se protejam com avental e luvas de chumbo, e óculos com vidro à base de chumbo, sempre recebem alguma dose.   Raios X
Aplicações dos raios X : Todos conhecem as aplicações dos raios X na medicina, em radiografias e curas de certas moléstias.   Mas eles têm muitas aplicações na técnica e na pesquisa em Física.  Eles muito contribuíram para o conhecimento da estrutura da matéria. Por meio de raios X se conseguiu provar a estrutura reticular dos cristais.  Em Mineralogia, a aplicação dos raios X é tão intensa que foi criada dentro dela, uma especialização chamada “Ótica Cristalográfica”, que trata das propriedades dos cristais reveladas por raios X.   Raios X
Edison descobriu que os corpos aquecidos emitem elétrons. Esse fenômeno é chamado efeito Edison, ou emissão termoiônica.  A emissão termoiônica é mais intensa se o corpo estiver no vácuo.   Raios X
Para demonstrar o fenômeno, Edison realizou a seguinte experiência: adaptou duas placas metálicas A e B próximas em uma ampola de vidro e fez o vácuo na ampola. Depois ligou as placas metálicas para fora da ampola, intercalando um galvanômetro G entre elas. Observou que, quando uma das placas, por exemplo A, era aquecida, o galvanômetro acusava a passagem de uma corrente elétrica. Isso porque a placa aquecida expelia elétrons que, atingindo a placa B depois circulavam pelo condutor, passando pelo galvanômetro.   Raios X
Placa Metálica “A” Placa Metálica “B” Ampola de vidro Galvanômetro “G” Raios X
Válvulas eletrônicas:     As válvulas eletrônicas, usadas nos rádios, baseiam-se no efeito Edison. Nessas válvulas existe uma placa metálica P, e um filamento metálico F que é aquecido por meio de uma corrente elétrica. Para acelerarmos a passagem dos elétrons entre F e P, ligamos F ao polo negativo de um gerador e P ao polo positivo. Desse modo, os elétrons ao serem emitidos por F são imediatamente atraídos para P, e obtemos uma corrente elétrica mais forte.   Raios X
Válvulas Eletrônicas Placa Metálica “P” Filamento Metálico “F” Gerador Válvula Raios X
Colégio Estadual Aydano de Almeida. Ensino Médio – 3º ano / Turma: 3004. Componente curricular: Física. Docente:   Alunos: Anna Catharinna da C. Novaes Bruna Aparecida Santos Ingrid Mariana Vilela B. Andrade Lorran Farias Duarte Gaspar

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Raio X
Raio XRaio X
Raio Xtaynaz
 
Intriducai a Geração e aplicação dos raios x
Intriducai a Geração e aplicação dos raios xIntriducai a Geração e aplicação dos raios x
Intriducai a Geração e aplicação dos raios xMeiry Vieira
 
História da radioatividade
História da radioatividadeHistória da radioatividade
História da radioatividadeMagno Cavalheiro
 
Apresentação biofísica da radioatividade
Apresentação biofísica da  radioatividadeApresentação biofísica da  radioatividade
Apresentação biofísica da radioatividadeElyda Santos
 
AULA DE FÍSICA DAS RADIAÇÕES
AULA DE FÍSICA DAS RADIAÇÕESAULA DE FÍSICA DAS RADIAÇÕES
AULA DE FÍSICA DAS RADIAÇÕESMagno Cavalheiro
 
História da radiologia no mundo Aula 1
História da radiologia no mundo   Aula 1História da radiologia no mundo   Aula 1
História da radiologia no mundo Aula 1Magno Cavalheiro Faria
 
História da radiologia no mundo aula 1
História da radiologia no mundo   aula 1História da radiologia no mundo   aula 1
História da radiologia no mundo aula 1Magno Cavalheiro
 
Física básica radiologia convencional
Física básica radiologia convencionalFísica básica radiologia convencional
Física básica radiologia convencionalMurilo Cavalcanti
 
Radiação: conceito, histórico, aplicações e prevenção.
Radiação: conceito, histórico, aplicações e prevenção.Radiação: conceito, histórico, aplicações e prevenção.
Radiação: conceito, histórico, aplicações e prevenção.Lucas Senna
 
Evolução Radiologia
Evolução RadiologiaEvolução Radiologia
Evolução RadiologiaThyago Soares
 

Mais procurados (20)

Raio X
Raio XRaio X
Raio X
 
Intriducai a Geração e aplicação dos raios x
Intriducai a Geração e aplicação dos raios xIntriducai a Geração e aplicação dos raios x
Intriducai a Geração e aplicação dos raios x
 
História da radiologia
História da radiologiaHistória da radiologia
História da radiologia
 
História da radioatividade
História da radioatividadeHistória da radioatividade
História da radioatividade
 
PROPRIEDADES DOS RAIOS-X
PROPRIEDADES DOS RAIOS-XPROPRIEDADES DOS RAIOS-X
PROPRIEDADES DOS RAIOS-X
 
Apresentação biofísica da radioatividade
Apresentação biofísica da  radioatividadeApresentação biofísica da  radioatividade
Apresentação biofísica da radioatividade
 
Radioatividade
RadioatividadeRadioatividade
Radioatividade
 
AULA DE FÍSICA DAS RADIAÇÕES
AULA DE FÍSICA DAS RADIAÇÕESAULA DE FÍSICA DAS RADIAÇÕES
AULA DE FÍSICA DAS RADIAÇÕES
 
História da radiologia no mundo Aula 1
História da radiologia no mundo   Aula 1História da radiologia no mundo   Aula 1
História da radiologia no mundo Aula 1
 
História da radiologia no mundo aula 1
História da radiologia no mundo   aula 1História da radiologia no mundo   aula 1
História da radiologia no mundo aula 1
 
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS XRADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
RADIOLOGIA CONVENCIONAL E FORMAÇÃO DOS RAIOS X
 
Radioatividade
RadioatividadeRadioatividade
Radioatividade
 
Rad conv2
Rad conv2Rad conv2
Rad conv2
 
Radioatividade
RadioatividadeRadioatividade
Radioatividade
 
INTRODUÇÃO A RADIOLOGIA
INTRODUÇÃO A RADIOLOGIAINTRODUÇÃO A RADIOLOGIA
INTRODUÇÃO A RADIOLOGIA
 
Física básica radiologia convencional
Física básica radiologia convencionalFísica básica radiologia convencional
Física básica radiologia convencional
 
Radiação: conceito, histórico, aplicações e prevenção.
Radiação: conceito, histórico, aplicações e prevenção.Radiação: conceito, histórico, aplicações e prevenção.
Radiação: conceito, histórico, aplicações e prevenção.
 
Radiação e a Vida
Radiação e a VidaRadiação e a Vida
Radiação e a Vida
 
Evolução Radiologia
Evolução RadiologiaEvolução Radiologia
Evolução Radiologia
 
Aula 03 proteção radológica
Aula 03 proteção radológicaAula 03 proteção radológica
Aula 03 proteção radológica
 

Destaque

Apostila física radiológica
Apostila   física radiológicaApostila   física radiológica
Apostila física radiológicaRicardo Daniel
 
Noções de radiologia aplicada à odontologia
Noções de radiologia aplicada à odontologiaNoções de radiologia aplicada à odontologia
Noções de radiologia aplicada à odontologiaAndressa Duarte Burmann
 
Produção de raios X - Conteúdo vinculado ao blog http://fisicanoenem.bl...
Produção de raios  X - Conteúdo vinculado ao blog      http://fisicanoenem.bl...Produção de raios  X - Conteúdo vinculado ao blog      http://fisicanoenem.bl...
Produção de raios X - Conteúdo vinculado ao blog http://fisicanoenem.bl...Rodrigo Penna
 
Física das Radiações 2a
Física das Radiações 2aFísica das Radiações 2a
Física das Radiações 2aRenata Cristina
 
Apostila de radiologia odontológica
Apostila de radiologia odontológicaApostila de radiologia odontológica
Apostila de radiologia odontológicaKery Albuquerque
 
Aplicação de Analizadores Portáteis de FRX e DRX em Mineral do Ferro
Aplicação de Analizadores Portáteis de FRX e DRX em Mineral do FerroAplicação de Analizadores Portáteis de FRX e DRX em Mineral do Ferro
Aplicação de Analizadores Portáteis de FRX e DRX em Mineral do FerroOlympus IMS
 
Difratometria e fluorescencia de raios-X
Difratometria e fluorescencia de raios-XDifratometria e fluorescencia de raios-X
Difratometria e fluorescencia de raios-Xcasifufrgs
 
Radioatividade espectro magnetico e radiação ionizante
Radioatividade espectro magnetico e radiação ionizanteRadioatividade espectro magnetico e radiação ionizante
Radioatividade espectro magnetico e radiação ionizantedaniellyleone
 
Espectro eletromagnético
Espectro eletromagnéticoEspectro eletromagnético
Espectro eletromagnéticoFagner Aquino
 
A RadiaçãO Na Medicina
A RadiaçãO Na MedicinaA RadiaçãO Na Medicina
A RadiaçãO Na Medicinaguest573ee4
 
Apostilaodontologicaatualcompleta (1)
Apostilaodontologicaatualcompleta (1)Apostilaodontologicaatualcompleta (1)
Apostilaodontologicaatualcompleta (1)Marcele Kizan
 

Destaque (20)

Raio x
Raio xRaio x
Raio x
 
Espectro Raio X
Espectro Raio XEspectro Raio X
Espectro Raio X
 
Apostila física radiológica
Apostila   física radiológicaApostila   física radiológica
Apostila física radiológica
 
Noções de radiologia aplicada à odontologia
Noções de radiologia aplicada à odontologiaNoções de radiologia aplicada à odontologia
Noções de radiologia aplicada à odontologia
 
Raios x e_ampola
Raios x e_ampolaRaios x e_ampola
Raios x e_ampola
 
Produção de raios X - Conteúdo vinculado ao blog http://fisicanoenem.bl...
Produção de raios  X - Conteúdo vinculado ao blog      http://fisicanoenem.bl...Produção de raios  X - Conteúdo vinculado ao blog      http://fisicanoenem.bl...
Produção de raios X - Conteúdo vinculado ao blog http://fisicanoenem.bl...
 
Física das Radiações 2a
Física das Radiações 2aFísica das Radiações 2a
Física das Radiações 2a
 
Principios da radiologia
Principios da radiologiaPrincipios da radiologia
Principios da radiologia
 
Tecnica radiografica
Tecnica radiograficaTecnica radiografica
Tecnica radiografica
 
Apostila de radiologia odontológica
Apostila de radiologia odontológicaApostila de radiologia odontológica
Apostila de radiologia odontológica
 
Aplicação de Analizadores Portáteis de FRX e DRX em Mineral do Ferro
Aplicação de Analizadores Portáteis de FRX e DRX em Mineral do FerroAplicação de Analizadores Portáteis de FRX e DRX em Mineral do Ferro
Aplicação de Analizadores Portáteis de FRX e DRX em Mineral do Ferro
 
Difratometria e fluorescencia de raios-X
Difratometria e fluorescencia de raios-XDifratometria e fluorescencia de raios-X
Difratometria e fluorescencia de raios-X
 
FÍSICA DAS RADIAÇÕES: RADIOTERAPIA
FÍSICA DAS RADIAÇÕES: RADIOTERAPIAFÍSICA DAS RADIAÇÕES: RADIOTERAPIA
FÍSICA DAS RADIAÇÕES: RADIOTERAPIA
 
25 espectro das ondas eletromagnéticas
25   espectro das ondas eletromagnéticas25   espectro das ondas eletromagnéticas
25 espectro das ondas eletromagnéticas
 
Radioatividade espectro magnetico e radiação ionizante
Radioatividade espectro magnetico e radiação ionizanteRadioatividade espectro magnetico e radiação ionizante
Radioatividade espectro magnetico e radiação ionizante
 
Efeito Anódico
Efeito AnódicoEfeito Anódico
Efeito Anódico
 
Espectro eletromagnético
Espectro eletromagnéticoEspectro eletromagnético
Espectro eletromagnético
 
A RadiaçãO Na Medicina
A RadiaçãO Na MedicinaA RadiaçãO Na Medicina
A RadiaçãO Na Medicina
 
Apostilaodontologicaatualcompleta (1)
Apostilaodontologicaatualcompleta (1)Apostilaodontologicaatualcompleta (1)
Apostilaodontologicaatualcompleta (1)
 
FÍSICA DAS RADIAÇÕES
FÍSICA DAS RADIAÇÕESFÍSICA DAS RADIAÇÕES
FÍSICA DAS RADIAÇÕES
 

Semelhante a Raios X descobertos por Roentgen em 1895

Apresentação4.pptxFísica das Radiações 4444
Apresentação4.pptxFísica das Radiações 4444Apresentação4.pptxFísica das Radiações 4444
Apresentação4.pptxFísica das Radiações 4444marioaraujorosas1
 
Aula 01 - Introdução aos Princípios de Formação dos Raios X.pptx
Aula 01 - Introdução aos Princípios de Formação dos Raios X.pptxAula 01 - Introdução aos Princípios de Formação dos Raios X.pptx
Aula 01 - Introdução aos Princípios de Formação dos Raios X.pptxAdenildoBartender
 
atenuação.pdf ,LW,LWÇ,,WLÇQDLDE,DQLED,LEDELD
atenuação.pdf ,LW,LWÇ,,WLÇQDLDE,DQLED,LEDELDatenuação.pdf ,LW,LWÇ,,WLÇQDLDE,DQLED,LEDELD
atenuação.pdf ,LW,LWÇ,,WLÇQDLDE,DQLED,LEDELDBrendoDutraDutra
 
ANANTOMIA RADIOLÓGICA aula.pptx
ANANTOMIA RADIOLÓGICA aula.pptxANANTOMIA RADIOLÓGICA aula.pptx
ANANTOMIA RADIOLÓGICA aula.pptxJoelLucasMartins1
 
A física do diagnóstico com raios
A física do diagnóstico com raiosA física do diagnóstico com raios
A física do diagnóstico com raiosClaudia Sanches
 
espectroraio-x-091120173659-phpapp02.pdf
espectroraio-x-091120173659-phpapp02.pdfespectroraio-x-091120173659-phpapp02.pdf
espectroraio-x-091120173659-phpapp02.pdfEmerson Assis
 
RADIOLOGIANOTA10 Questionario elementos 1
RADIOLOGIANOTA10 Questionario elementos 1RADIOLOGIANOTA10 Questionario elementos 1
RADIOLOGIANOTA10 Questionario elementos 1Danilo Leandro Sanches
 
Trabalho valvulas eletronicas
Trabalho valvulas eletronicasTrabalho valvulas eletronicas
Trabalho valvulas eletronicasRenato Almeida
 
Emiko okuno efeitos biologicos acidente_goiania
Emiko okuno efeitos biologicos acidente_goianiaEmiko okuno efeitos biologicos acidente_goiania
Emiko okuno efeitos biologicos acidente_goianiaBruna Amaral
 
Aula de Física Espectroscopia 3º ano EM Thiago Borges APP
Aula de Física Espectroscopia 3º ano EM Thiago Borges APPAula de Física Espectroscopia 3º ano EM Thiago Borges APP
Aula de Física Espectroscopia 3º ano EM Thiago Borges APPAntonio Pinto Pereira
 

Semelhante a Raios X descobertos por Roentgen em 1895 (20)

FÓTONS.PROD.RX.pdf
FÓTONS.PROD.RX.pdfFÓTONS.PROD.RX.pdf
FÓTONS.PROD.RX.pdf
 
Apresentação4.pptxFísica das Radiações 4444
Apresentação4.pptxFísica das Radiações 4444Apresentação4.pptxFísica das Radiações 4444
Apresentação4.pptxFísica das Radiações 4444
 
Aula 01 - Introdução aos Princípios de Formação dos Raios X.pptx
Aula 01 - Introdução aos Princípios de Formação dos Raios X.pptxAula 01 - Introdução aos Princípios de Formação dos Raios X.pptx
Aula 01 - Introdução aos Princípios de Formação dos Raios X.pptx
 
Radiologianota10 Elementos
Radiologianota10 ElementosRadiologianota10 Elementos
Radiologianota10 Elementos
 
apre-raio x.ppt
apre-raio x.pptapre-raio x.ppt
apre-raio x.ppt
 
atenuação.pdf ,LW,LWÇ,,WLÇQDLDE,DQLED,LEDELD
atenuação.pdf ,LW,LWÇ,,WLÇQDLDE,DQLED,LEDELDatenuação.pdf ,LW,LWÇ,,WLÇQDLDE,DQLED,LEDELD
atenuação.pdf ,LW,LWÇ,,WLÇQDLDE,DQLED,LEDELD
 
FíSica Das RadiaçõEs
FíSica Das RadiaçõEsFíSica Das RadiaçõEs
FíSica Das RadiaçõEs
 
ANANTOMIA RADIOLÓGICA aula.pptx
ANANTOMIA RADIOLÓGICA aula.pptxANANTOMIA RADIOLÓGICA aula.pptx
ANANTOMIA RADIOLÓGICA aula.pptx
 
A física do diagnóstico com raios
A física do diagnóstico com raiosA física do diagnóstico com raios
A física do diagnóstico com raios
 
espectroraio-x-091120173659-phpapp02.pdf
espectroraio-x-091120173659-phpapp02.pdfespectroraio-x-091120173659-phpapp02.pdf
espectroraio-x-091120173659-phpapp02.pdf
 
Apostila raio x
Apostila raio xApostila raio x
Apostila raio x
 
Lista de exercicios.docx
Lista de exercicios.docxLista de exercicios.docx
Lista de exercicios.docx
 
RADIOLOGIANOTA10 Questionario elementos 1
RADIOLOGIANOTA10 Questionario elementos 1RADIOLOGIANOTA10 Questionario elementos 1
RADIOLOGIANOTA10 Questionario elementos 1
 
Apostila end andreucci
Apostila end   andreucciApostila end   andreucci
Apostila end andreucci
 
Trabalho valvulas eletronicas
Trabalho valvulas eletronicasTrabalho valvulas eletronicas
Trabalho valvulas eletronicas
 
Física revolução industrial
Física revolução industrialFísica revolução industrial
Física revolução industrial
 
Emiko okuno efeitos biologicos acidente_goiania
Emiko okuno efeitos biologicos acidente_goianiaEmiko okuno efeitos biologicos acidente_goiania
Emiko okuno efeitos biologicos acidente_goiania
 
Aula de Física Espectroscopia 3º ano EM Thiago Borges APP
Aula de Física Espectroscopia 3º ano EM Thiago Borges APPAula de Física Espectroscopia 3º ano EM Thiago Borges APP
Aula de Física Espectroscopia 3º ano EM Thiago Borges APP
 
Radiação fisica
Radiação fisicaRadiação fisica
Radiação fisica
 
Histatomo
HistatomoHistatomo
Histatomo
 

Mais de Albano Novaes

Modelo.para.elaboração.atidade.biologia
Modelo.para.elaboração.atidade.biologiaModelo.para.elaboração.atidade.biologia
Modelo.para.elaboração.atidade.biologiaAlbano Novaes
 
Apres.ppoint.animais.poríferos
Apres.ppoint.animais.poríferosApres.ppoint.animais.poríferos
Apres.ppoint.animais.poríferosAlbano Novaes
 
Apres.ppoint.cnidarios.celenterados
Apres.ppoint.cnidarios.celenteradosApres.ppoint.cnidarios.celenterados
Apres.ppoint.cnidarios.celenteradosAlbano Novaes
 
Ppoint.evolução.especiação
Ppoint.evolução.especiaçãoPpoint.evolução.especiação
Ppoint.evolução.especiaçãoAlbano Novaes
 
Argumentos.evolucionistas
Argumentos.evolucionistasArgumentos.evolucionistas
Argumentos.evolucionistasAlbano Novaes
 
Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1
Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1
Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1Albano Novaes
 
Ppoint.quim.polimeros.adição.plásticos
Ppoint.quim.polimeros.adição.plásticosPpoint.quim.polimeros.adição.plásticos
Ppoint.quim.polimeros.adição.plásticosAlbano Novaes
 
Apres.ppoint.biotecnologia
Apres.ppoint.biotecnologiaApres.ppoint.biotecnologia
Apres.ppoint.biotecnologiaAlbano Novaes
 
Apres.ppoint.reino.vegetal.ii
Apres.ppoint.reino.vegetal.iiApres.ppoint.reino.vegetal.ii
Apres.ppoint.reino.vegetal.iiAlbano Novaes
 
Ppoint.bio.reprodução
Ppoint.bio.reproduçãoPpoint.bio.reprodução
Ppoint.bio.reproduçãoAlbano Novaes
 
Apres.conferencias.ambientais
Apres.conferencias.ambientaisApres.conferencias.ambientais
Apres.conferencias.ambientaisAlbano Novaes
 
Bio.eco.relações.ecológicas
Bio.eco.relações.ecológicasBio.eco.relações.ecológicas
Bio.eco.relações.ecológicasAlbano Novaes
 
Apres.sexualidade.escola
Apres.sexualidade.escolaApres.sexualidade.escola
Apres.sexualidade.escolaAlbano Novaes
 
Apres.ppoint.adrenoleucodistrofia
Apres.ppoint.adrenoleucodistrofiaApres.ppoint.adrenoleucodistrofia
Apres.ppoint.adrenoleucodistrofiaAlbano Novaes
 
Apres.desenv.sustent.educ.amb
Apres.desenv.sustent.educ.ambApres.desenv.sustent.educ.amb
Apres.desenv.sustent.educ.ambAlbano Novaes
 
Apres Embriol Sexualidade
Apres Embriol SexualidadeApres Embriol Sexualidade
Apres Embriol SexualidadeAlbano Novaes
 
Apres Compos Sexualidade
Apres Compos SexualidadeApres Compos Sexualidade
Apres Compos SexualidadeAlbano Novaes
 

Mais de Albano Novaes (20)

Modelo.para.elaboração.atidade.biologia
Modelo.para.elaboração.atidade.biologiaModelo.para.elaboração.atidade.biologia
Modelo.para.elaboração.atidade.biologia
 
Apres.ppoint.animais.poríferos
Apres.ppoint.animais.poríferosApres.ppoint.animais.poríferos
Apres.ppoint.animais.poríferos
 
Apres.ppoint.cnidarios.celenterados
Apres.ppoint.cnidarios.celenteradosApres.ppoint.cnidarios.celenterados
Apres.ppoint.cnidarios.celenterados
 
Teste.bio.1000
Teste.bio.1000Teste.bio.1000
Teste.bio.1000
 
Ppoint.evolução.especiação
Ppoint.evolução.especiaçãoPpoint.evolução.especiação
Ppoint.evolução.especiação
 
Argumentos.evolucionistas
Argumentos.evolucionistasArgumentos.evolucionistas
Argumentos.evolucionistas
 
Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1
Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1
Ppoint.anatomia.vegetal.raiz.1
 
Ppoint.quim.polimeros.adição.plásticos
Ppoint.quim.polimeros.adição.plásticosPpoint.quim.polimeros.adição.plásticos
Ppoint.quim.polimeros.adição.plásticos
 
Apres.ppoint.biotecnologia
Apres.ppoint.biotecnologiaApres.ppoint.biotecnologia
Apres.ppoint.biotecnologia
 
Apres.ppoint.reino.vegetal.ii
Apres.ppoint.reino.vegetal.iiApres.ppoint.reino.vegetal.ii
Apres.ppoint.reino.vegetal.ii
 
Ppoint.bio.reprodução
Ppoint.bio.reproduçãoPpoint.bio.reprodução
Ppoint.bio.reprodução
 
Apres.conferencias.ambientais
Apres.conferencias.ambientaisApres.conferencias.ambientais
Apres.conferencias.ambientais
 
Bio.eco.relações.ecológicas
Bio.eco.relações.ecológicasBio.eco.relações.ecológicas
Bio.eco.relações.ecológicas
 
Apres.sexualidade.escola
Apres.sexualidade.escolaApres.sexualidade.escola
Apres.sexualidade.escola
 
Apres.ppoint.adrenoleucodistrofia
Apres.ppoint.adrenoleucodistrofiaApres.ppoint.adrenoleucodistrofia
Apres.ppoint.adrenoleucodistrofia
 
Apres.desenv.sustent.educ.amb
Apres.desenv.sustent.educ.ambApres.desenv.sustent.educ.amb
Apres.desenv.sustent.educ.amb
 
Apres.dst.ppoint
Apres.dst.ppointApres.dst.ppoint
Apres.dst.ppoint
 
Apres.ppoint.meiose
Apres.ppoint.meioseApres.ppoint.meiose
Apres.ppoint.meiose
 
Apres Embriol Sexualidade
Apres Embriol SexualidadeApres Embriol Sexualidade
Apres Embriol Sexualidade
 
Apres Compos Sexualidade
Apres Compos SexualidadeApres Compos Sexualidade
Apres Compos Sexualidade
 

Último

LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOLEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOColégio Santa Teresinha
 
Livro O QUE É LUGAR DE FALA - Autora Djamila Ribeiro
Livro O QUE É LUGAR DE FALA  - Autora Djamila RibeiroLivro O QUE É LUGAR DE FALA  - Autora Djamila Ribeiro
Livro O QUE É LUGAR DE FALA - Autora Djamila RibeiroMarcele Ravasio
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresLilianPiola
 
Slides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
A Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
A Arte de Escrever Poemas - Dia das MãesA Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
A Arte de Escrever Poemas - Dia das MãesMary Alvarenga
 
CD_B3_C_ Criar e editar conteúdos digitais em diferentes formatos_índice.pdf
CD_B3_C_ Criar e editar conteúdos digitais em diferentes formatos_índice.pdfCD_B3_C_ Criar e editar conteúdos digitais em diferentes formatos_índice.pdf
CD_B3_C_ Criar e editar conteúdos digitais em diferentes formatos_índice.pdfManuais Formação
 
DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -
DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -
DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -Aline Santana
 
1.ª Fase do Modernismo Brasileira - Contexto histórico, autores e obras.
1.ª Fase do Modernismo Brasileira - Contexto histórico, autores e obras.1.ª Fase do Modernismo Brasileira - Contexto histórico, autores e obras.
1.ª Fase do Modernismo Brasileira - Contexto histórico, autores e obras.MrPitobaldo
 
[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx
[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx
[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptxLinoReisLino
 
D9 RECONHECER GENERO DISCURSIVO SPA.pptx
D9 RECONHECER GENERO DISCURSIVO SPA.pptxD9 RECONHECER GENERO DISCURSIVO SPA.pptx
D9 RECONHECER GENERO DISCURSIVO SPA.pptxRonys4
 
Slides Lição 04, Central Gospel, O Tribunal De Cristo, 1Tr24.pptx
Slides Lição 04, Central Gospel, O Tribunal De Cristo, 1Tr24.pptxSlides Lição 04, Central Gospel, O Tribunal De Cristo, 1Tr24.pptx
Slides Lição 04, Central Gospel, O Tribunal De Cristo, 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Bullying - Texto e cruzadinha
Bullying        -     Texto e cruzadinhaBullying        -     Texto e cruzadinha
Bullying - Texto e cruzadinhaMary Alvarenga
 
Pedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptx
Pedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptxPedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptx
Pedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptxleandropereira983288
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024Jeanoliveira597523
 
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfManuais Formação
 
COMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEM
COMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEMCOMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEM
COMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEMVanessaCavalcante37
 
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicasCenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicasRosalina Simão Nunes
 
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)Mary Alvarenga
 
Bullying - Atividade com caça- palavras
Bullying   - Atividade com  caça- palavrasBullying   - Atividade com  caça- palavras
Bullying - Atividade com caça- palavrasMary Alvarenga
 

Último (20)

LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃOLEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
LEMBRANDO A MORTE E CELEBRANDO A RESSUREIÇÃO
 
Livro O QUE É LUGAR DE FALA - Autora Djamila Ribeiro
Livro O QUE É LUGAR DE FALA  - Autora Djamila RibeiroLivro O QUE É LUGAR DE FALA  - Autora Djamila Ribeiro
Livro O QUE É LUGAR DE FALA - Autora Djamila Ribeiro
 
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolaresALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
ALMANANHE DE BRINCADEIRAS - 500 atividades escolares
 
Slides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptx
 
A Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
A Arte de Escrever Poemas - Dia das MãesA Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
A Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
 
CD_B3_C_ Criar e editar conteúdos digitais em diferentes formatos_índice.pdf
CD_B3_C_ Criar e editar conteúdos digitais em diferentes formatos_índice.pdfCD_B3_C_ Criar e editar conteúdos digitais em diferentes formatos_índice.pdf
CD_B3_C_ Criar e editar conteúdos digitais em diferentes formatos_índice.pdf
 
DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -
DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -
DESAFIO LITERÁRIO - 2024 - EASB/ÁRVORE -
 
1.ª Fase do Modernismo Brasileira - Contexto histórico, autores e obras.
1.ª Fase do Modernismo Brasileira - Contexto histórico, autores e obras.1.ª Fase do Modernismo Brasileira - Contexto histórico, autores e obras.
1.ª Fase do Modernismo Brasileira - Contexto histórico, autores e obras.
 
[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx
[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx
[Bloco 7] Recomposição das Aprendizagens.pptx
 
D9 RECONHECER GENERO DISCURSIVO SPA.pptx
D9 RECONHECER GENERO DISCURSIVO SPA.pptxD9 RECONHECER GENERO DISCURSIVO SPA.pptx
D9 RECONHECER GENERO DISCURSIVO SPA.pptx
 
Slides Lição 04, Central Gospel, O Tribunal De Cristo, 1Tr24.pptx
Slides Lição 04, Central Gospel, O Tribunal De Cristo, 1Tr24.pptxSlides Lição 04, Central Gospel, O Tribunal De Cristo, 1Tr24.pptx
Slides Lição 04, Central Gospel, O Tribunal De Cristo, 1Tr24.pptx
 
Bullying - Texto e cruzadinha
Bullying        -     Texto e cruzadinhaBullying        -     Texto e cruzadinha
Bullying - Texto e cruzadinha
 
Pedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptx
Pedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptxPedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptx
Pedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptx
 
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
ABRIL VERDE.pptx Slide sobre abril ver 2024
 
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdfUFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
UFCD_10392_Intervenção em populações de risco_índice .pdf
 
COMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEM
COMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEMCOMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEM
COMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEM
 
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicasCenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
 
CINEMATICA DE LOS MATERIALES Y PARTICULA
CINEMATICA DE LOS MATERIALES Y PARTICULACINEMATICA DE LOS MATERIALES Y PARTICULA
CINEMATICA DE LOS MATERIALES Y PARTICULA
 
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
Grupo Tribalhista - Música Velha Infância (cruzadinha e caça palavras)
 
Bullying - Atividade com caça- palavras
Bullying   - Atividade com  caça- palavrasBullying   - Atividade com  caça- palavras
Bullying - Atividade com caça- palavras
 

Raios X descobertos por Roentgen em 1895

  • 2. Em 1895, o físico Wilhelm Konrad Roentgen , estudando descargas elétricas em gases rarefeitos em ampolas de Crookes, por acaso descobriu os raios X . Ele tinha uma ampola de Crookes encerrada em uma caixa de papelão, e alimentada por uma bobina de Rumkhorff. Raios X
  • 4. Com o conjunto em um quarto escuro, ele observou que, quando o tubo funcionava, se produzia fluorescência num cartão pintado com platino-cianureto de bário. A fluorescência era observada quer estivesse voltada para o tubo a face do cartão pintada com platino cianureto de bário, quer a face oposta, e até com este cartão afastado a dois metros do tubo. Raios X
  • 5. A fluorescência não era causada pelos raios catódicos, pois estes não atravessam o vidro do tubo. Roentgen observou a seguir que o agente causador da fluorescência se originava na parede do tubo de Crookes, no ponto onde os raios catódicos encontravam essa parede. Não sabendo do que se tratava, Roentgen chamou raio X a esse agente. Raios X
  • 6. Os raios X são radiações da mesma natureza da radiação gama (ondas eletromagnéticas), com características semelhantes. Só diferem da radiação gama pela origem, ou seja, os raios X não são emitidos do núcleo do átomo . Raios X
  • 7. Os raios X são radiações de natureza eletromagnética, que se propagam no ar (ou vácuo). Essa radiação é produzida quando ocorre o bombardeamento de um material metálico de alto número atômico (tungstênio), resultando na produção de radiação X por freamento ou ionização. Raios X
  • 9. As máquinas de raios X foram projetadas de modo que um grande número de elétrons são produzidos e acelerados para atingirem um anteparo sólido (alvo) com alta energia cinética. Este fenômeno ocorre em um tubo de raios X que é um conversor de energia. Raios X
  • 10. Recebe energia elétrica que converte em raios X e calor. O calor é um subproduto indesejável no processo. O tubo de raios X é projetado para maximizar a produção de raios X e dissipar o calor tão rápido quanto possível. Raios X
  • 11. Propriedade dos raios X: Os raios X são produzidos quando elétrons em alta velocidade, provenientes do filamento aquecido, chocam-se com o alvo (anodo) produzindo radiação. O feixe de raios X pode ser considerado como um “chuveiro” de fótons distribuídos de modo aleatório. Raios X
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15. Tubos de raios X : Raios X são produzidos todas as vezes que elétrons encontram um obstáculo. Na experiência de Roentgen, eles eram produzidos quando os elétrons encontravam a parede do tubo. Raios X
  • 16. Há dois tipos de tubos de raios X em uso: [1º] Tubos a gás, [2º] Tubo Coolidge. Raios X
  • 17. Tubo a Gás Raios X
  • 18. Tubo a Gás Raios X
  • 19. Possuem gás à pressão de mais ou menos 0,001 mmHg. O tubo é esférico, e além do catodo C e do anodo A, possui um terceiro eletrodo B, chamado alvo, colocado no centro da esfera. O alvo B está ligado ao anodo A, de maneira que ficam ao mesmo potencial. Este alvo combinado com o anodo, produz um campo elétrico que encurva a trajetória dos elétrons e faz que a maioria dos elétrons encontre o alvo perpendicularmente. A diferença de potencial entre o catodo e o anodo nestes tubos é de 30.000 a 50.000 volts. Raios X
  • 20. Tubo a Gás Raios X
  • 21. Tubo Coolidge Neste tubo é feito o melhor vácuo possível. O catodo é aquecido por uma corrente elétrica fornecida por um gerador P. Assim aquecido ele emite muito maior quantidade de elétrons. Não possui o alvo B, pois o próprio anodo atua como alvo e emite os raios X. A diferença de potencial entre o catodo e o anodo, fornecida pelo gerador G, nestes tubos pode ser desde 100.000 até 1.000.000 de volts. Raios X
  • 23. Produção dos raios X : A produção dos raios X é explicada do seguinte modo: os elétrons emitidos pelo catodo são fortemente atraídos pelo anodo, e chegam a este com grande energia cinética. Chocando-se com o anodo, eles perdem a energia cinética, e cedem energia aos elétrons que estão nos átomos do anodo. Estes elétrons são então acelerados, sendo assim, emitem ondas eletromagnéticas que são os raios X . Raios X
  • 24. Elementos do tubo de raios X: O tubo de raios X possui dois elementos principais: catodo e anodo . O catodo é o eletrodo negativo do tubo . É constituído de duas partes principais: o filamento e o copo focalizador. Raios X
  • 25. Elementos do tubo de raios X: A função básica do catodo é emitir elétrons e focalizá-los em forma de um feixe bem definido apontado para o anodo. Em geral, o catodo consiste de um pequeno fio em espiral (ou filamento) dentro de uma cavidade (copo de focagem). Raios X
  • 26. Elementos do tubo de raios X: Raios X
  • 27. O filamento é normalmente feito de Tungstênio (com pequeno acréscimo de Tório).” Toriado”, pois esta liga tem alto ponto de fusão e não vaporiza facilmente (a vaporização do filamento provoca o enegrecimento do interior do tubo e a conseqüente mudança nas características elétricas do mesmo). A queima do filamento é, talvez, a mais provável causa da falha de um tubo. Raios X
  • 28. O corpo de focagem serve para focalizar os elétrons que saem do catodo e fazer com que eles “batam” no anodo e não em outras partes. A corrente do tubo é controlada pelo grau de aquecimento do filamento (catodo). Quanto mais aquecido for o filamento, mais elétrons serão emitidos pelo mesmo, e maior será a corrente que fluirá entre anodo e catodo. Assim , a corrente de filamento controla a corrente entre anodo e catodo. Raios X
  • 29. O anodo é o pólo positivo do tubo, serve de suporte para o alvo e atua como elemento condutor de calor. O anodo deve ser de um material (tungstênio) de boa condutividade térmica, alto ponto de fusão e alto número atômico, de forma a otimizar a relação de perda de energia dos elétrons por radiação (raios X) e a perda de energia por aquecimento. Existem dois tipos de anodo: anodo fixo e anodo giratório. Raios X
  • 31. Os tubos de anodo fixo são usualmente utilizados em máquinas de baixa corrente, tais como: raios X odontológicos, raios X portáteis, máquinas de radioterapia, raios X industriais e outros. Os tubos de anodo giratório são usados em máquinas de alta corrente, normalmente utilizadas em radiodiagnóstico. Ele permite altas correntes pois a área de impacto dos elétrons fica aumentada. Raios X
  • 32.   O anodo e o catodo ficam acondicionados no interior de um invólucro fechado (tubo ou ampola), que está acondicionado no interior do cabeçote do RX. A ampola é geralmente constituída de vidro de alta resistência e mantida em vácuo, e tem função de promover isolamento térmico e elétrico entre anodo e catodo. Raios X
  • 33. O cabeçote contém a ampola e demais acessórios. É revestido de chumbo cuja função é de blindar a radiação de fuga e permitir a passagem do feixe de radiação apenas pela janela radiotransparente direcionando desta forma o feixe. O espaço é preenchido com óleo que atua como isolante elétrico e térmico. Raios X
  • 34. Radiação de Freamento (Bremsstrahlung): A radiação de freamento, ou Bremsstrahlung, se caracteriza por ter uma distribuição bastante ampla de energia relativa aos fótons gerados. Raios X
  • 35. Como se pode observar pelo gráfico a seguir, a maioria dos fótons obtidos possui baixa energia, sendo que somente uns poucos têm a energia equivalente à diferença de potencial (voltagem) aplicada ao tubo. Esse gráfico mostra que são gerados muitos fótons de baixa energia, o que pode ser perigoso para o paciente irradiado, pois estes fótons de baixa energia interagem com os tecidos vivos, sem contribuir para a formação da imagem radiográfica. Raios X
  • 36. Geração de muitos fótons de baixa energia Raios X
  • 37. Radiação característica: Alguns fótons interagem diretamente com os núcleos, convertendo toda sua energia em radiação, sem modificar o átomo alvo, ou seja, sem ionizá-lo. Raios X
  • 38. Existem situações, no entanto, em que elétrons podem interagir com um átomo quebrando sua neutralidade (ionizando-o), ao retirar dele elétrons pertencentes à sua camada mais interna (K). Ao retirar o elétron da camada K, começa o processo de preenchimento dessa lacuna (busca de equilíbrio), por elétrons de camada superiores. Dependendo de camada que vem o elétron que ocupa a lacuna da camada K, teremos níveis de radiação diferenciados. Raios X
  • 39. Quando se usa como alvo um material com o tungstênio, o bombardeamento por elétrons de alta energia gera uma radiação com características específicas (radiação característica), pois esse material possui um número atômico definido (bastante alto), necessitando um nível alto de energia para retirar os elétrons de sua camada K. Raios X
  • 41. Efeito anódico: Descreve um fenômeno no qual a intensidade da radiação emitida da extremidade do catodo do campo de raios X é maior do que aquela na extremidade do anodo. Isso é devido ao ângulo da face do anodo, de forma que há maior atenuação ou absorção dos raios X na extremidade do anodo. Raios X
  • 42. A diferença na intensidade do feixe de raios X entre catodo e anodo pode variar de 30% a 50%. Na realização de estudos radiológicos do fêmur, perna, úmero, coluna lombar e torácica deve-se levar em conta a influência do efeito anódico na realização das incidências radiológicas pertinentes a estes estudos. Raios X
  • 44. Efeito sobre os tecidos:  Os raios X podem exercer, sobre os tecidos, ações benéficas ou maléficas, conforme a dose com que são absorvidos. Assim como curam, também podem produzir doenças, como por exemplo, a doença de pele chamada radiodermite, muito perigosa porque pode se transformar em câncer. Raios X
  • 46. Está provado que existe uma dose de raios X máxima que cada pessoa pode receber por semana. Qualquer pessoa pode ser submetida à doses compreendidas nesse limite máximo, sem perigo. Um fato perigosíssimo, que se nota na quase totalidade dos hospitais e consultórios médicos que fazem aplicações de raios X, é que os médicos e técnicos que trabalham com os aparelhos de raios X não controlam as doses que eles mesmos recebem enquanto trabalham. Raios X
  • 47. Pois, assim como a luz que incide numa parede e se espalha por todas as direções, os raios X também se espalham quando encontram um obstáculo. Por causa disso, quando um técnico está manuseando o aparelho de raios X para fazer aplicação em outra pessoa, ele também recebe certa dose de raios X que foi espalhado. Esses técnicos trabalham várias horas por dia, todos os dias, recebendo raios X, e quando não são controlados, suas vidas correm perigo. Embora eles se protejam com avental e luvas de chumbo, e óculos com vidro à base de chumbo, sempre recebem alguma dose. Raios X
  • 48. Aplicações dos raios X : Todos conhecem as aplicações dos raios X na medicina, em radiografias e curas de certas moléstias. Mas eles têm muitas aplicações na técnica e na pesquisa em Física. Eles muito contribuíram para o conhecimento da estrutura da matéria. Por meio de raios X se conseguiu provar a estrutura reticular dos cristais. Em Mineralogia, a aplicação dos raios X é tão intensa que foi criada dentro dela, uma especialização chamada “Ótica Cristalográfica”, que trata das propriedades dos cristais reveladas por raios X. Raios X
  • 49. Edison descobriu que os corpos aquecidos emitem elétrons. Esse fenômeno é chamado efeito Edison, ou emissão termoiônica. A emissão termoiônica é mais intensa se o corpo estiver no vácuo. Raios X
  • 50. Para demonstrar o fenômeno, Edison realizou a seguinte experiência: adaptou duas placas metálicas A e B próximas em uma ampola de vidro e fez o vácuo na ampola. Depois ligou as placas metálicas para fora da ampola, intercalando um galvanômetro G entre elas. Observou que, quando uma das placas, por exemplo A, era aquecida, o galvanômetro acusava a passagem de uma corrente elétrica. Isso porque a placa aquecida expelia elétrons que, atingindo a placa B depois circulavam pelo condutor, passando pelo galvanômetro. Raios X
  • 51. Placa Metálica “A” Placa Metálica “B” Ampola de vidro Galvanômetro “G” Raios X
  • 52. Válvulas eletrônicas:   As válvulas eletrônicas, usadas nos rádios, baseiam-se no efeito Edison. Nessas válvulas existe uma placa metálica P, e um filamento metálico F que é aquecido por meio de uma corrente elétrica. Para acelerarmos a passagem dos elétrons entre F e P, ligamos F ao polo negativo de um gerador e P ao polo positivo. Desse modo, os elétrons ao serem emitidos por F são imediatamente atraídos para P, e obtemos uma corrente elétrica mais forte. Raios X
  • 53. Válvulas Eletrônicas Placa Metálica “P” Filamento Metálico “F” Gerador Válvula Raios X
  • 54. Colégio Estadual Aydano de Almeida. Ensino Médio – 3º ano / Turma: 3004. Componente curricular: Física. Docente: Alunos: Anna Catharinna da C. Novaes Bruna Aparecida Santos Ingrid Mariana Vilela B. Andrade Lorran Farias Duarte Gaspar