Alimentação e Infância MISTURA DE  SABER E SABOR : Terra, pás, minhocas e verduras em suas aulas. Muitas crianças, que nem sequer comiam alface em casa, podem plantar, colher e reconhecer variedades, como rubi, lisa, crespa, mimosa e americana.
Alimentação e Infância Quando a criança precisa calcular a distância entre as sementes da horta, usa a Matemática. Ao acompanhar o processo de germinação da planta, tem uma lição de Ciências, com uma vantagem: raízes, caules e folhas surgem bem mais viçosas do que em qualquer livro. À mesa, a expressão oral entra na hora de dizer que a alface americana é melhor que a mimosa, ou vice-versa.
Alimentação e Infância Os alunos que apresentam baixo rendimento escolar provocado por desnutrição na primeira infância. Está provado que uma criança subnutrida, se for estimulada social, intelectual e afetivamente, consegue aumentar as sinapses entre os neurônios e tornar-se um adulto normal, mesmo que tenha menos células nervosas.
Alimentação e Infância Atividades: Criação de um dicionário e um laboratório de compostagem com as cascas que sobraram da salada de frutas coletiva feita em classe. Basta um mês para que muitos alunos passem a trazer, todo dia, frutas e sucos para o lanche.
Alimentação e Infância Na horta da escola, o aluno arranca o pé de alface e, junto com a raiz da hortaliça, encontra uma minhoca a se contorcer. A súbita aparição causa alvoroço entre os pequenos e a professora aproveita a situação para falar da importância daquele animal no arejamento da terra. O nojo vira admiração. É dessa forma, imprevisível, que se dão as aulas quando a escola tem a possibilidade de cultivar alimentos em seu terreno.
Culinária GELÉIA DE MEXERICA Ingredientes 24 mexericas do rio    Modo de preparo Descasque e pique as cascas das mexericas e coloque em uma tigela. Troque a água diversas vezes durante três dias, guarde a polpa na geladeira durante esse tempo. Ao final de 3 dias, leve ao fogo as polpas ligeiramente amassadas, para aquecer bem (não ferver). Passe na peneira para tirar todo o caldo. Escorra a água das cascas e bata no liquidificador junto com o caldo. Leve ao fogo com açúcar a gosto e apure bem. A geléia ficará transparente e brilhante .
Alimentação na Infância O professor deve colocar num caderno de registros qual o objetivo do trabalho, o que aconteceu ao final do dia e como será o dia seguinte. Enquanto os pequenos de 5 anos brincam de casinha, a professora  deve participar e ajudar. As crianças,  às vezes tratam seus filhinhos com agressividade, e  diga a esta que, não é preciso brigar, mas conversar. Quando entra num jogo de faz-de-conta, a criança tenta entender como as coisas acontecem, reorganizando pensamentos e emoções. Observe as atitudes delas e, a partir daí, planeje as próximas aulas.
Educação Infantil – Projetos  TEMA : Família Objetivos : Conhecer os alunos partindo da realidade em que eles vivem, colocar as crianças em contato com diferentes estruturas familiares e promover uma parceria entre escola e família Como chegar lá : Estimule cada criança a viver o dia-a-dia da família dos colegas, conhecendo diferentes culturas e modos de vida. Pesquise fotos e explore as características das várias famílias nas atividades de sala de aula. Desenvolva temas de interesse dos pequenos, como gravidez e reprodução, brincadeiras tradicionais, vocabulário e localização das casas Dica : Antes mesmo de visitar as casas dos alunos, o professor deve ter uma intenção clara do que deseja trabalhar dentro do tema, evitando atividades que surjam apenas do improviso.
Construir brinquedos: Projeto Nas entrevistas com pais e avós, a garotada descobriu brincadeiras tradicionais e cantigas folclóricas. Com materiais de fácil acesso penas, sabugos e palha de milho , as crianças  confeccionam petecas, bonecas e carrinhos. Eles aprendem que muita coisa pode ser reciclada e reaproveitada. Com os brinquedos, incorporados ao acervo da escola, é possível trabalhar contagem, coordenação motora e  matemática.
O tempo histórico pode ser dimensionado diferentemente, considerado em toda sua complexidade, cuja dimensão o aluno apreende paulatinamente. O tempo pode ser apreendido a partir de vivências pessoais, pela intuição, como no caso do tempo biológico (crescimento, envelhecimento) e do tempo psicológico interno dos indivíduos (idéia de sucessão, de mudança). E precisa ser compreendido, também, como um objeto de cultura, um objeto social construído pelos povos como no caso do tempo cronológico e astronômico (sucessão de dias e noites, de meses e séculos).
O estudo de uma totalidade, isto é, da paisagem como síntese de múltiplos espaços e tempos deve considerar o espaço topológico — o espaço vivido e o percebido — e o espaço produzido economicamente como algumas das noções de espaço dentre as tantas que povoam o discurso da Geografia. Pensar sobre essas noções de espaço pressupõe considerar a compreensão subjetiva da paisagem como lugar: a paisagem ganhando significados para aqueles que a vivem e a constroem.
Murais Devem ficar acima da cabeça dos pequenos, não devem ficar muito baixo para estes não arrancarem as gravuras. O mural deve ser temático, de preferência espalhe figuras pela sala. Não colocar figuras de tamanho desproporcional e, sempre colocar chão para que os animais não fiquem flutuando.
Cartão Relâmpago Separe gravuras de revistas, as mais variadas possíveis: bichos, casas, famílias, gente, profissões, objetos, etc. Cuide para que as gravuras sejam bem legíveis e dentro da compreensão das crianças. Em seguida, cole-as em cartolina colorida fazendo uma moldura (procure fazer os cartões de cartolina todos do mesmo tamanho). Caso não tenha disponibilidade do material, cole em papel ofício; podendo colar, dependendo do tamanho da gravura, 2 ou 3 numa mesma folha de papel ofício. Neste caso, as gravuras deverão ter o mesmo motivo para facilitar a compreensão e assimilação da criança. Procure equilibrar a disposição das gravuras na folha.
Como utilizar o Cartão Você pode utilizar como se fosse contar a história. Faça uma rodinha, mostre um cartão de cada vez e vá perguntando às crianças o que estão vendo, qual o nome do objeto, onde se compra, para que serve... Elabore as questões de acordo com as gravuras. Eles também podem ser usados para fixação da história: selecione o cartão que tem relação com a história, cubra-o com papel celofane e prenda-o com fita crepe no chão. Deixe que a criança passe por ele pise, olhe e brinque... Caso rasguem o celofane, seja criativa! Utilize-o numa colagem em grupo !
Cartão relâmpago Além dos cartões relâmpagos, pode-se utilizar brinquedos ou objetos cobertos com celofane ou saco plástico transparente para reforçar a história. Isso dará nova vida ao chão e colorirá sua sala! Lembre-se, não é uma ornamentação fixa! É somente para reforçar sua lição. Caso você conte a história das 100 ovelhinhas, por exemplo, poderá selecionar gravuras sobre fazenda, ou um fio de lã, band-aid, folhas... Ou seja, algo que tenha ligação com a sua história.
Cartão Relâmpago Observação:  É fundamental que a professora(or) brinque com a criança em todos os momentos. Tenha um lugar reservado para expor os trabalhos das crianças na própria sala (ou próximo). É importante que elas vejam suas experiências. Nessa etapa a criança não está preocupada com o resultado final da atividade, mas com a vivência delas. Por isso, não faça os trabalhinhos pelas crianças, nem os critique: somente incentive a participação do grupo nas atividades propostas.
Pesquisa Ver o site:  http://trabalhinhos.blogspot.com/2008/01/o-ministrio-infantil.html http://trabalhinhos.blogspot.com/2008/01/o-ministrio-infantil.html

Alimentação e infância

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    Alimentação e InfânciaMISTURA DE SABER E SABOR : Terra, pás, minhocas e verduras em suas aulas. Muitas crianças, que nem sequer comiam alface em casa, podem plantar, colher e reconhecer variedades, como rubi, lisa, crespa, mimosa e americana.
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    Alimentação e InfânciaQuando a criança precisa calcular a distância entre as sementes da horta, usa a Matemática. Ao acompanhar o processo de germinação da planta, tem uma lição de Ciências, com uma vantagem: raízes, caules e folhas surgem bem mais viçosas do que em qualquer livro. À mesa, a expressão oral entra na hora de dizer que a alface americana é melhor que a mimosa, ou vice-versa.
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    Alimentação e InfânciaOs alunos que apresentam baixo rendimento escolar provocado por desnutrição na primeira infância. Está provado que uma criança subnutrida, se for estimulada social, intelectual e afetivamente, consegue aumentar as sinapses entre os neurônios e tornar-se um adulto normal, mesmo que tenha menos células nervosas.
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    Alimentação e InfânciaAtividades: Criação de um dicionário e um laboratório de compostagem com as cascas que sobraram da salada de frutas coletiva feita em classe. Basta um mês para que muitos alunos passem a trazer, todo dia, frutas e sucos para o lanche.
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    Alimentação e InfânciaNa horta da escola, o aluno arranca o pé de alface e, junto com a raiz da hortaliça, encontra uma minhoca a se contorcer. A súbita aparição causa alvoroço entre os pequenos e a professora aproveita a situação para falar da importância daquele animal no arejamento da terra. O nojo vira admiração. É dessa forma, imprevisível, que se dão as aulas quando a escola tem a possibilidade de cultivar alimentos em seu terreno.
  • 6.
    Culinária GELÉIA DEMEXERICA Ingredientes 24 mexericas do rio   Modo de preparo Descasque e pique as cascas das mexericas e coloque em uma tigela. Troque a água diversas vezes durante três dias, guarde a polpa na geladeira durante esse tempo. Ao final de 3 dias, leve ao fogo as polpas ligeiramente amassadas, para aquecer bem (não ferver). Passe na peneira para tirar todo o caldo. Escorra a água das cascas e bata no liquidificador junto com o caldo. Leve ao fogo com açúcar a gosto e apure bem. A geléia ficará transparente e brilhante .
  • 7.
    Alimentação na InfânciaO professor deve colocar num caderno de registros qual o objetivo do trabalho, o que aconteceu ao final do dia e como será o dia seguinte. Enquanto os pequenos de 5 anos brincam de casinha, a professora deve participar e ajudar. As crianças, às vezes tratam seus filhinhos com agressividade, e diga a esta que, não é preciso brigar, mas conversar. Quando entra num jogo de faz-de-conta, a criança tenta entender como as coisas acontecem, reorganizando pensamentos e emoções. Observe as atitudes delas e, a partir daí, planeje as próximas aulas.
  • 8.
    Educação Infantil –Projetos TEMA : Família Objetivos : Conhecer os alunos partindo da realidade em que eles vivem, colocar as crianças em contato com diferentes estruturas familiares e promover uma parceria entre escola e família Como chegar lá : Estimule cada criança a viver o dia-a-dia da família dos colegas, conhecendo diferentes culturas e modos de vida. Pesquise fotos e explore as características das várias famílias nas atividades de sala de aula. Desenvolva temas de interesse dos pequenos, como gravidez e reprodução, brincadeiras tradicionais, vocabulário e localização das casas Dica : Antes mesmo de visitar as casas dos alunos, o professor deve ter uma intenção clara do que deseja trabalhar dentro do tema, evitando atividades que surjam apenas do improviso.
  • 9.
    Construir brinquedos: ProjetoNas entrevistas com pais e avós, a garotada descobriu brincadeiras tradicionais e cantigas folclóricas. Com materiais de fácil acesso penas, sabugos e palha de milho , as crianças confeccionam petecas, bonecas e carrinhos. Eles aprendem que muita coisa pode ser reciclada e reaproveitada. Com os brinquedos, incorporados ao acervo da escola, é possível trabalhar contagem, coordenação motora e matemática.
  • 10.
    O tempo históricopode ser dimensionado diferentemente, considerado em toda sua complexidade, cuja dimensão o aluno apreende paulatinamente. O tempo pode ser apreendido a partir de vivências pessoais, pela intuição, como no caso do tempo biológico (crescimento, envelhecimento) e do tempo psicológico interno dos indivíduos (idéia de sucessão, de mudança). E precisa ser compreendido, também, como um objeto de cultura, um objeto social construído pelos povos como no caso do tempo cronológico e astronômico (sucessão de dias e noites, de meses e séculos).
  • 11.
    O estudo deuma totalidade, isto é, da paisagem como síntese de múltiplos espaços e tempos deve considerar o espaço topológico — o espaço vivido e o percebido — e o espaço produzido economicamente como algumas das noções de espaço dentre as tantas que povoam o discurso da Geografia. Pensar sobre essas noções de espaço pressupõe considerar a compreensão subjetiva da paisagem como lugar: a paisagem ganhando significados para aqueles que a vivem e a constroem.
  • 12.
    Murais Devem ficaracima da cabeça dos pequenos, não devem ficar muito baixo para estes não arrancarem as gravuras. O mural deve ser temático, de preferência espalhe figuras pela sala. Não colocar figuras de tamanho desproporcional e, sempre colocar chão para que os animais não fiquem flutuando.
  • 13.
    Cartão Relâmpago Separegravuras de revistas, as mais variadas possíveis: bichos, casas, famílias, gente, profissões, objetos, etc. Cuide para que as gravuras sejam bem legíveis e dentro da compreensão das crianças. Em seguida, cole-as em cartolina colorida fazendo uma moldura (procure fazer os cartões de cartolina todos do mesmo tamanho). Caso não tenha disponibilidade do material, cole em papel ofício; podendo colar, dependendo do tamanho da gravura, 2 ou 3 numa mesma folha de papel ofício. Neste caso, as gravuras deverão ter o mesmo motivo para facilitar a compreensão e assimilação da criança. Procure equilibrar a disposição das gravuras na folha.
  • 14.
    Como utilizar oCartão Você pode utilizar como se fosse contar a história. Faça uma rodinha, mostre um cartão de cada vez e vá perguntando às crianças o que estão vendo, qual o nome do objeto, onde se compra, para que serve... Elabore as questões de acordo com as gravuras. Eles também podem ser usados para fixação da história: selecione o cartão que tem relação com a história, cubra-o com papel celofane e prenda-o com fita crepe no chão. Deixe que a criança passe por ele pise, olhe e brinque... Caso rasguem o celofane, seja criativa! Utilize-o numa colagem em grupo !
  • 15.
    Cartão relâmpago Alémdos cartões relâmpagos, pode-se utilizar brinquedos ou objetos cobertos com celofane ou saco plástico transparente para reforçar a história. Isso dará nova vida ao chão e colorirá sua sala! Lembre-se, não é uma ornamentação fixa! É somente para reforçar sua lição. Caso você conte a história das 100 ovelhinhas, por exemplo, poderá selecionar gravuras sobre fazenda, ou um fio de lã, band-aid, folhas... Ou seja, algo que tenha ligação com a sua história.
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    Cartão Relâmpago Observação: É fundamental que a professora(or) brinque com a criança em todos os momentos. Tenha um lugar reservado para expor os trabalhos das crianças na própria sala (ou próximo). É importante que elas vejam suas experiências. Nessa etapa a criança não está preocupada com o resultado final da atividade, mas com a vivência delas. Por isso, não faça os trabalhinhos pelas crianças, nem os critique: somente incentive a participação do grupo nas atividades propostas.
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    Pesquisa Ver osite: http://trabalhinhos.blogspot.com/2008/01/o-ministrio-infantil.html http://trabalhinhos.blogspot.com/2008/01/o-ministrio-infantil.html

Notas do Editor

  • #2 Uma geração inteira está aprendendo uma lição extremamente importante: mudar os hábitos alimentares.