Agrupamento de Escolas de Buarcos<br />Sede do Agrupamento  Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos<br />Infante D. Pedro, Buarcos<br />Direcção Regional de Educação do Centro<br />FUNDAMENTAÇÃO<br />O documento das orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar faz referência à educação em ciências e às metodologias recomendadas, mas não é claro quanto á sua operacionalização. Assim à que mudar a atitude em relação à educação científica. <br />A área do Conhecimento do Mundo é uma das três áreas de conteúdo das Orientações Curriculares que visa a iniciação às ciências, com introdução de aspectos relativos a diferentes domínios do conhecimento humano necessários para enquadrar e sistematizar a compreensão do mundo: a história, a sociologia, a geografia, a química, a biologia, a geologia, a astronomia.<br />A área de Conhecimento do Mundo deverá mobilizar e enriquecer os diferentes domínios de Expressão e Comunicação mediante uma abordagem integradora. Através das expressões a criança explora as possibilidades e limitações do seu corpo, as relações com o espaço e com os objectos; as capacidades manipulativas; no domínio da linguagem, desenvolve o vocabulário e a capacidade de comunicação oral e escrita, no domínio da matemática, desenvolve o sentido da precisão e do rigor, as capacidades de classificação, seriação, medição e cálculo; o pensamento lógico-matemático quando se estabelecem relações causa-efeito. Ao adquirir estes meios a criança passa a poder representar e dar sentido ao mundo, melhorando a sua compreensão da realidade envolvente.<br />Também a área de Formação Pessoal e Social proporciona oportunidades da criança se situar na relação consigo própria, com os outros e com o meio físico, favorecendo a aquisição de espírito crítico e a interiorização de valores espirituais, estéticos, morais e cívicos. São estas atitudes e valores que vão contribuir para a formação de cidadãos conscientes e solidários, capacitando-os para a resolução dos problemas da vida pessoal e comunitária.<br />Rómulo de Carvalho afirma que “Os primeiros anos da nossa vida são riquíssimos em experiencias e, como seres inteligentes, temos necessidade <br />de descobrir o que se passa neste mundo, como se passa e, até, porque se passa”. Esta é uma das razões pela qual a educação em ciências deve começar o mais cedo possível, ou seja, no Jardim de Infância. <br />As actividades de ciências servem para ajudar as crianças a desenvolverem capacidades, a adquirirem procedimentos que lhe permitam explorar o meio participando activamente na construção do seu próprio conhecimento. Estas actividades contribuem para o desenvolvimento de competências de pensamento potenciadoras da capacidade de “aprender a aprender” de “aprendizagem ao longo da vida”. Como diz Glauert “ educação de infância, a ciência procura expandir o conhecimento e a compreensão que as crianças possuem acerca do mundo físico e biológica e ajudá-las a desenvolver meios mais eficazes e sistemáticos de descoberta”<br />O papel do educador é criar situações significantes em que as crianças possam manifestar as suas ideias e discuti-las com os outros, confrontá-las com a informação disponível e a evidência experimental, tomando consciência de que existem ideias diferentes das suas que servem para explicar os mesmos fenómenos e que algumas (as cientificas) são melhores que as suas. É necessário respeitar os interesses e necessidades de cada criança. <br />Sabendo que as crianças pequenas aprendem sobretudo pela acção, sendo necessário um envolvimento activo a nível psicomotor, cognitivo e afectivo, as experiências não devem ser realizadas de uma forma isolada e descontextualizada e devem ter um carácter lúdico e de descoberta, pois como salienta Veja “a acção de brincar é inerente à criança, como uma qualidade inata. O facto de experimentar e perder-se na procura de sensações também acaba por surgir como natural”. <br />OBJECTIVOS GERAIS<br />Estimular as crianças para as experiencias nas quais os fenómenos físicos são apresentados de uma forma lúdica e atractiva.
Promover o ensino experimental das ciências;
Criar oportunidades de exploração e de descoberta do meio físico e social de crianças de diferentes níveis de ensino e diferentes meios;
Proporcionar a manipulação de materiais e objectos diversificados;
Contribuir para o desenvolvimento do interesse pela ciência, do espírito crítico, da imaginação, da admiração e da criatividade;
Dinamizar as relações entre a escola, a família e a comunidade local;
 Valorizar a educação multicultural e a inclusão das diferenças na formação e no desenvolvimento científico das crianças;
Colocar em prática o princípio de que os conceitos físicos podem ser mais facilmente percebidos por meio da experimentação.
Desenvolver uma linguagem adequada para os factos científicos.
Desenvolver a capacidade de interacção.
Criar espaços próprios para as ciências.
Experimentar factos do dia-a-dia.
Despertar para o interesse científico dentro e fora da sala.
Desenvolver a capacidade de observação da natureza e do ambiente tecnológico em que vivemos.TRABALHO A DESENVOLVER NA SALA<br />A Educadora deve registar as ideias das crianças, encorajar as explicações e previsões das crianças, incentivar a utilização de diferentes tipos de registo e envolver as crianças na decisão da forma e do conteúdo dos registos. Por ultimo, importa salientar que o estimulo às actividades cientificas passa pela necessidade de implementar nas salas do Jardim de Infância a “área de ciências”. Os recursos necessários para equipar este espaço devem ser simples e muitos podem ser de uso comum (imanes, lupas, recipientes de plástico de diferentes tamanhos, balanças, termómetros,) devem estar organizados e disponíveis para as crianças poderem utilizar autonomamente.<br />Objectivos específicosActividades / EstratégiasDemonstrar como é transportada a água através do caule das plantas;Fazer crescer caules a partir da extremidade superior de cenouras;Demonstrar a semipermeabilidade de uma membrana celular;Demonstrar a semipermeabilidade de uma membrana celular;Demonstrar que o ar é pesado;Demonstrar que o ar e a água são absorvidos pelas plantas e libertados por uns pequenos buracos nas folhas, chamados estomas. Mostrar que o sal torna mais difícil a solidificação da água. Demonstrar porque chove e como chove. Porque não devemos poluir o Planeta?Saber quais os cuidados a ter para evitar o agravamento do “Buraco do Ozono”Simular uma erupção vulcânica;Simular as areias movediças;  Descobrir porque flutua um navio pesado.  Demonstrar que embora os gases nem sempre possam ser vistos, eles ocupam espaço;Demonstrar porque é que o ovo flutua na água salgada;Demonstrar porque é que o ovo é sugado para dentro da garrafa;Demonstrar porque é que as cores não se misturam no leite;Saber como o açúcar reage com o gás;Saber se é uma solução ácida, alcalina ou neutra;Será que o ar pesa?As flores que mudam de cor;Uma Horta em Miniatura;O Ovo Nu;O Ovo que encolhe;O Ar tem peso?Será que as plantas respiram?Congela ou não?As chuvas, normal e ácida.O “Buraco do Ozono”O vulcão em erupção. Areias movediças;Flutua ou vai ao fundo?Papel seco ou molhado;O ovo que flutua e o ovo que não flutua.O ovo dentro da garrafa;Explosão de cores;Coca-cola e menthos, um verdadeiro repuxo;Solução camaleão;Uma balança muito simples; LOCAL DE REALIZAÇÃO DO PROJECTO<br />Salas do Jardim de Infância, salão polivalente e recreio exterior.<br />RECURSOS NECESSÁRIOS<br />HUMANOS - Educadoras de Infância, crianças, Auxiliares de Acção Educativa, Encarregados de educação e especialistas na área. <br />MATERIAIS – Material de uso diário, computador, softwares educativos, balança, bacias, pinça, lupa, frascos, copos, garrafas, …<br />BIBLIOGRAFIA<br />Carvalho, R (1995). A física ni dia-a-dia. Lisboa: Relógio de água.<br />Carvalho, R (2004). Cadernos de iniciação científica. Lisboa: Relógio de água.<br />Glauert, E. (2005). A ciência na educação de infância. Em I. Seraj-Blatchford (Coord.), manual de desenvolvimento para a educação de infância. Cacém: Texto Editora.<br />Veja, S. (2006). Ciência 0-3. Laboratórios de ciências en la escuela infantil. Barcelona: Editorial Graó.<br />Buarcos, 4 de Abril de 2010<br />A Coordenadora do jardim de Infância<br />__________________________________<br />(Ana Paula Silva Lopes)<br />1 – As flores que mudam de cor<br />O que preciso:<br />Um ou vários frascos de vidro
Tinta, corante ou anilina
Um cravo (de preferência) branco ou mais do que umO que devo fazer:<br />Colocar a flor dentro do frasco ou cortar o caule no sentido longitudinal e colocar cada metade num frasco diferente
Deitar água nos frascos juntamente com os corantes (várias cores em frascos diferentes)
Enfiar uma das pontas do caule em cada frasco ou enfiar a caule todo
Esperar mais ou menos um dia para ver os resultadosO que aconteceu?<br />A flor terá mudado de cor, porque os tubos, chamados xilema, percorrem o caule até às pétalas da flor. A água corada desloca-se através do xilema, permitindo que a cor se distribua pelas células que constituem as pétalas e fazendo-as assim mudar de cor.<br />2 – Uma Horta em miniatura<br />O que preciso:<br />Areia
Extremidades superiores de cenouras sem rama
Recipiente rasoO que devo fazer:<br />Encher o recipiente com areia
Molhar a areia com água
Mergulhar os topos das cenouras na areia molhada, com o lado cortado para baixo
Pôr o recipiente num local bem iluminado
Manter a areia molhada durante 7 diasO que aconteceu?<br />Começaram a brotar pequenos caules e folhas verdes. A extremidade superior da cenoura inclui a base do caule e uma parte da raiz. Então estão presentes todos os órgãos necessários para que a planta se desenvolva. O pedaço de cenoura é a raiz, que contem as reservas de alimento. Ao fornecermos-lhe água, permite que o caule cresça e gere folhas outra vez.<br />3 – O Ovo Nu<br />O que preciso:<br />Um ovo cru com casca
Um frasco com tampa (o ovo deve caber no frasco)
Vinagre brancoO que devo fazer:<br />Coloca o ovo dentro do frasco sem partir a casca
Deita o vinagre no frasco até cobrir o ovo
Fecha a tampa
Vai observando e depois de 3 dias retira o ovo e vê o que aconteceu ao ovoO que aconteceu?<br />Assim que o ovo é mergulhado no vinagre começam a formar-se bolhas na sua superfície, as quais aumentam com o passar do tempo. Ao fim de 72 horas a casca desapareceu. O ovo permanece intacto devido à membrana fina e transparente que possui. Além disso, o ovo aumentou de tamanho.<br />4 – O Ovo que encolhe<br />O que preciso:<br />Ovo da experiencia anterior
Frasco com tampa
Xarope de milhoO que devo fazer:<br />Deitar o xarope de milho no frasco
Colocar o ovo cuidadosamente dentro do frasco (deve ficar coberto com o xarope)
Fecha a tampa e deixa o frasco em repouso durante 72 horasO que aconteceu’<br />O tamanho do ovo mudou, está reduzido a uma membrana exterior semelhante à borracha. O excesso de água dentro do ovo desloca-se através da membrana, passando para o xarope. A solução que se encontra no exterior é muito mais concentrada do que no interior do ovo, e portanto a água sai deste.<br />5 – O ar tem peso?<br />O que preciso:<br />Uma régua graduada
 Dois balões
 Um fio       O que devo fazer:<br />Atar o fio ao meio da régua e suspende-a da tua mão.
Atar os balões vazios a cada uma das extremidades da régua, por  forma a que esta fique equilibrada.
Retirar um dos balões e enche-o de ar. Dar-lhe um nó para não esvaziar.
Voltar a prendê-lo na régua. O que aconteceu?<br />O balão que está cheio, está mais pesado. Então não temos dúvidas de que o ar é pesado<br />                                           <br />6 – Será que as plantas respiram?<br />O que preciso:<br />Uma planta de vaso
Um saco de plástico
Um fio ou elásticoO que devo fazer:<br />Encerra algumas das folhas da planta dentro de um saco de plástico<br />Aguarda uns dias. <br />O que aconteceu?<br />O saco plástico fica com pequenas gotículas de água agarradas. As plantas produzem oxigénio por um processo designado fotossíntese. Este requer a luz solar. E o que fazem elas à noite, quando não há sol? É na escuridão que elas usam o oxigénio e os alimentos, tal como fazem os animais, para produzirem dióxido de carbono, água e energia. A isto chama-se respiração.<br />7 – Congela ou não?<br />O que preciso:<br />Dois copos
Sal refinado
MarcadorO que devo fazer:<br />Encher de água metade de ambos os copos
Dissolver 1 colher de sal num dos copos
Marcar um S no copo que contém sal

Cientistas xs

  • 1.
    Agrupamento de Escolasde Buarcos<br />Sede do Agrupamento Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos<br />Infante D. Pedro, Buarcos<br />Direcção Regional de Educação do Centro<br />FUNDAMENTAÇÃO<br />O documento das orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar faz referência à educação em ciências e às metodologias recomendadas, mas não é claro quanto á sua operacionalização. Assim à que mudar a atitude em relação à educação científica. <br />A área do Conhecimento do Mundo é uma das três áreas de conteúdo das Orientações Curriculares que visa a iniciação às ciências, com introdução de aspectos relativos a diferentes domínios do conhecimento humano necessários para enquadrar e sistematizar a compreensão do mundo: a história, a sociologia, a geografia, a química, a biologia, a geologia, a astronomia.<br />A área de Conhecimento do Mundo deverá mobilizar e enriquecer os diferentes domínios de Expressão e Comunicação mediante uma abordagem integradora. Através das expressões a criança explora as possibilidades e limitações do seu corpo, as relações com o espaço e com os objectos; as capacidades manipulativas; no domínio da linguagem, desenvolve o vocabulário e a capacidade de comunicação oral e escrita, no domínio da matemática, desenvolve o sentido da precisão e do rigor, as capacidades de classificação, seriação, medição e cálculo; o pensamento lógico-matemático quando se estabelecem relações causa-efeito. Ao adquirir estes meios a criança passa a poder representar e dar sentido ao mundo, melhorando a sua compreensão da realidade envolvente.<br />Também a área de Formação Pessoal e Social proporciona oportunidades da criança se situar na relação consigo própria, com os outros e com o meio físico, favorecendo a aquisição de espírito crítico e a interiorização de valores espirituais, estéticos, morais e cívicos. São estas atitudes e valores que vão contribuir para a formação de cidadãos conscientes e solidários, capacitando-os para a resolução dos problemas da vida pessoal e comunitária.<br />Rómulo de Carvalho afirma que “Os primeiros anos da nossa vida são riquíssimos em experiencias e, como seres inteligentes, temos necessidade <br />de descobrir o que se passa neste mundo, como se passa e, até, porque se passa”. Esta é uma das razões pela qual a educação em ciências deve começar o mais cedo possível, ou seja, no Jardim de Infância. <br />As actividades de ciências servem para ajudar as crianças a desenvolverem capacidades, a adquirirem procedimentos que lhe permitam explorar o meio participando activamente na construção do seu próprio conhecimento. Estas actividades contribuem para o desenvolvimento de competências de pensamento potenciadoras da capacidade de “aprender a aprender” de “aprendizagem ao longo da vida”. Como diz Glauert “ educação de infância, a ciência procura expandir o conhecimento e a compreensão que as crianças possuem acerca do mundo físico e biológica e ajudá-las a desenvolver meios mais eficazes e sistemáticos de descoberta”<br />O papel do educador é criar situações significantes em que as crianças possam manifestar as suas ideias e discuti-las com os outros, confrontá-las com a informação disponível e a evidência experimental, tomando consciência de que existem ideias diferentes das suas que servem para explicar os mesmos fenómenos e que algumas (as cientificas) são melhores que as suas. É necessário respeitar os interesses e necessidades de cada criança. <br />Sabendo que as crianças pequenas aprendem sobretudo pela acção, sendo necessário um envolvimento activo a nível psicomotor, cognitivo e afectivo, as experiências não devem ser realizadas de uma forma isolada e descontextualizada e devem ter um carácter lúdico e de descoberta, pois como salienta Veja “a acção de brincar é inerente à criança, como uma qualidade inata. O facto de experimentar e perder-se na procura de sensações também acaba por surgir como natural”. <br />OBJECTIVOS GERAIS<br />Estimular as crianças para as experiencias nas quais os fenómenos físicos são apresentados de uma forma lúdica e atractiva.
  • 2.
    Promover o ensinoexperimental das ciências;
  • 3.
    Criar oportunidades deexploração e de descoberta do meio físico e social de crianças de diferentes níveis de ensino e diferentes meios;
  • 4.
    Proporcionar a manipulaçãode materiais e objectos diversificados;
  • 5.
    Contribuir para odesenvolvimento do interesse pela ciência, do espírito crítico, da imaginação, da admiração e da criatividade;
  • 6.
    Dinamizar as relaçõesentre a escola, a família e a comunidade local;
  • 7.
    Valorizar aeducação multicultural e a inclusão das diferenças na formação e no desenvolvimento científico das crianças;
  • 8.
    Colocar em práticao princípio de que os conceitos físicos podem ser mais facilmente percebidos por meio da experimentação.
  • 9.
    Desenvolver uma linguagemadequada para os factos científicos.
  • 10.
    Desenvolver a capacidadede interacção.
  • 11.
    Criar espaços própriospara as ciências.
  • 12.
  • 13.
    Despertar para ointeresse científico dentro e fora da sala.
  • 14.
    Desenvolver a capacidadede observação da natureza e do ambiente tecnológico em que vivemos.TRABALHO A DESENVOLVER NA SALA<br />A Educadora deve registar as ideias das crianças, encorajar as explicações e previsões das crianças, incentivar a utilização de diferentes tipos de registo e envolver as crianças na decisão da forma e do conteúdo dos registos. Por ultimo, importa salientar que o estimulo às actividades cientificas passa pela necessidade de implementar nas salas do Jardim de Infância a “área de ciências”. Os recursos necessários para equipar este espaço devem ser simples e muitos podem ser de uso comum (imanes, lupas, recipientes de plástico de diferentes tamanhos, balanças, termómetros,) devem estar organizados e disponíveis para as crianças poderem utilizar autonomamente.<br />Objectivos específicosActividades / EstratégiasDemonstrar como é transportada a água através do caule das plantas;Fazer crescer caules a partir da extremidade superior de cenouras;Demonstrar a semipermeabilidade de uma membrana celular;Demonstrar a semipermeabilidade de uma membrana celular;Demonstrar que o ar é pesado;Demonstrar que o ar e a água são absorvidos pelas plantas e libertados por uns pequenos buracos nas folhas, chamados estomas. Mostrar que o sal torna mais difícil a solidificação da água. Demonstrar porque chove e como chove. Porque não devemos poluir o Planeta?Saber quais os cuidados a ter para evitar o agravamento do “Buraco do Ozono”Simular uma erupção vulcânica;Simular as areias movediças; Descobrir porque flutua um navio pesado. Demonstrar que embora os gases nem sempre possam ser vistos, eles ocupam espaço;Demonstrar porque é que o ovo flutua na água salgada;Demonstrar porque é que o ovo é sugado para dentro da garrafa;Demonstrar porque é que as cores não se misturam no leite;Saber como o açúcar reage com o gás;Saber se é uma solução ácida, alcalina ou neutra;Será que o ar pesa?As flores que mudam de cor;Uma Horta em Miniatura;O Ovo Nu;O Ovo que encolhe;O Ar tem peso?Será que as plantas respiram?Congela ou não?As chuvas, normal e ácida.O “Buraco do Ozono”O vulcão em erupção. Areias movediças;Flutua ou vai ao fundo?Papel seco ou molhado;O ovo que flutua e o ovo que não flutua.O ovo dentro da garrafa;Explosão de cores;Coca-cola e menthos, um verdadeiro repuxo;Solução camaleão;Uma balança muito simples; LOCAL DE REALIZAÇÃO DO PROJECTO<br />Salas do Jardim de Infância, salão polivalente e recreio exterior.<br />RECURSOS NECESSÁRIOS<br />HUMANOS - Educadoras de Infância, crianças, Auxiliares de Acção Educativa, Encarregados de educação e especialistas na área. <br />MATERIAIS – Material de uso diário, computador, softwares educativos, balança, bacias, pinça, lupa, frascos, copos, garrafas, …<br />BIBLIOGRAFIA<br />Carvalho, R (1995). A física ni dia-a-dia. Lisboa: Relógio de água.<br />Carvalho, R (2004). Cadernos de iniciação científica. Lisboa: Relógio de água.<br />Glauert, E. (2005). A ciência na educação de infância. Em I. Seraj-Blatchford (Coord.), manual de desenvolvimento para a educação de infância. Cacém: Texto Editora.<br />Veja, S. (2006). Ciência 0-3. Laboratórios de ciências en la escuela infantil. Barcelona: Editorial Graó.<br />Buarcos, 4 de Abril de 2010<br />A Coordenadora do jardim de Infância<br />__________________________________<br />(Ana Paula Silva Lopes)<br />1 – As flores que mudam de cor<br />O que preciso:<br />Um ou vários frascos de vidro
  • 15.
  • 16.
    Um cravo (depreferência) branco ou mais do que umO que devo fazer:<br />Colocar a flor dentro do frasco ou cortar o caule no sentido longitudinal e colocar cada metade num frasco diferente
  • 17.
    Deitar água nosfrascos juntamente com os corantes (várias cores em frascos diferentes)
  • 18.
    Enfiar uma daspontas do caule em cada frasco ou enfiar a caule todo
  • 19.
    Esperar mais oumenos um dia para ver os resultadosO que aconteceu?<br />A flor terá mudado de cor, porque os tubos, chamados xilema, percorrem o caule até às pétalas da flor. A água corada desloca-se através do xilema, permitindo que a cor se distribua pelas células que constituem as pétalas e fazendo-as assim mudar de cor.<br />2 – Uma Horta em miniatura<br />O que preciso:<br />Areia
  • 20.
  • 21.
    Recipiente rasoO quedevo fazer:<br />Encher o recipiente com areia
  • 22.
  • 23.
    Mergulhar os toposdas cenouras na areia molhada, com o lado cortado para baixo
  • 24.
    Pôr o recipientenum local bem iluminado
  • 25.
    Manter a areiamolhada durante 7 diasO que aconteceu?<br />Começaram a brotar pequenos caules e folhas verdes. A extremidade superior da cenoura inclui a base do caule e uma parte da raiz. Então estão presentes todos os órgãos necessários para que a planta se desenvolva. O pedaço de cenoura é a raiz, que contem as reservas de alimento. Ao fornecermos-lhe água, permite que o caule cresça e gere folhas outra vez.<br />3 – O Ovo Nu<br />O que preciso:<br />Um ovo cru com casca
  • 26.
    Um frasco comtampa (o ovo deve caber no frasco)
  • 27.
    Vinagre brancoO quedevo fazer:<br />Coloca o ovo dentro do frasco sem partir a casca
  • 28.
    Deita o vinagreno frasco até cobrir o ovo
  • 29.
  • 30.
    Vai observando edepois de 3 dias retira o ovo e vê o que aconteceu ao ovoO que aconteceu?<br />Assim que o ovo é mergulhado no vinagre começam a formar-se bolhas na sua superfície, as quais aumentam com o passar do tempo. Ao fim de 72 horas a casca desapareceu. O ovo permanece intacto devido à membrana fina e transparente que possui. Além disso, o ovo aumentou de tamanho.<br />4 – O Ovo que encolhe<br />O que preciso:<br />Ovo da experiencia anterior
  • 31.
  • 32.
    Xarope de milhoOque devo fazer:<br />Deitar o xarope de milho no frasco
  • 33.
    Colocar o ovocuidadosamente dentro do frasco (deve ficar coberto com o xarope)
  • 34.
    Fecha a tampae deixa o frasco em repouso durante 72 horasO que aconteceu’<br />O tamanho do ovo mudou, está reduzido a uma membrana exterior semelhante à borracha. O excesso de água dentro do ovo desloca-se através da membrana, passando para o xarope. A solução que se encontra no exterior é muito mais concentrada do que no interior do ovo, e portanto a água sai deste.<br />5 – O ar tem peso?<br />O que preciso:<br />Uma régua graduada
  • 35.
  • 36.
    Um fio O que devo fazer:<br />Atar o fio ao meio da régua e suspende-a da tua mão.
  • 37.
    Atar os balõesvazios a cada uma das extremidades da régua, por forma a que esta fique equilibrada.
  • 38.
    Retirar um dosbalões e enche-o de ar. Dar-lhe um nó para não esvaziar.
  • 39.
    Voltar a prendê-lona régua. O que aconteceu?<br />O balão que está cheio, está mais pesado. Então não temos dúvidas de que o ar é pesado<br /> <br />6 – Será que as plantas respiram?<br />O que preciso:<br />Uma planta de vaso
  • 40.
    Um saco deplástico
  • 41.
    Um fio ouelásticoO que devo fazer:<br />Encerra algumas das folhas da planta dentro de um saco de plástico<br />Aguarda uns dias. <br />O que aconteceu?<br />O saco plástico fica com pequenas gotículas de água agarradas. As plantas produzem oxigénio por um processo designado fotossíntese. Este requer a luz solar. E o que fazem elas à noite, quando não há sol? É na escuridão que elas usam o oxigénio e os alimentos, tal como fazem os animais, para produzirem dióxido de carbono, água e energia. A isto chama-se respiração.<br />7 – Congela ou não?<br />O que preciso:<br />Dois copos
  • 42.
  • 43.
    MarcadorO que devofazer:<br />Encher de água metade de ambos os copos
  • 44.
    Dissolver 1 colherde sal num dos copos
  • 45.
    Marcar um Sno copo que contém sal