Semana da Educação Alimentar
16 a 27 de maio
RESOLUÇÃO N°6 DE 8 DE MAIO DE 2020
Diretrizes do PNAE
I - O emprego da alimentação saudável e adequada,
compreendendo o uso de alimentos variados, seguros,
que respeitem a cultura, as tradições e os hábitos
alimentares saudáveis, contribuindo para o crescimento e
o desenvolvimento dos alunos e para a melhoria do
rendimento escolar, em conformidade com a sua faixa
etária e seu estado de saúde, inclusive dos que
necessitam de atenção específica;
Diretrizes do PNAE
II - a inclusão da educação alimentar e
nutricional no processo de ensino e
aprendizagem, que perpassa pelo currículo
escolar, abordando o tema alimentação e
nutrição e o desenvolvimento de práticas
saudáveis de vida, na perspectiva da
segurança alimentar e nutricional;
Tema:
Seletividade alimentar:
o poder da escolha
Através da Educação Alimentar e Nutricional (EAN)
propor atividades educativas com os alunos da rede
pública de educação do estado de São Paulo, auxiliando
na valorização da alimentação escolar e orientando os
estudantes a fazerem boas escolhas alimentares,
estimulando a mudança nas escolhas alimentares.
Orientar os estudantes a levar as boas escolhas às
famílias, dessa forma, o paladar dos estudantes se torna
passível de aperfeiçoamento, objetivando a redução da
seletividade alimentar.
Objetivo:
Público Alvo
Estudantes de 6 a 10
anos
Estudantes de 11 a 14
anos
Estudantes de 15 a 18
Ensino médio
Anos Finais do Ensino Fundamental
Anos Iniciais do Ensino Fundamental
Educação de Jovens e Adultos - EJA
Estudantes maiores de 18
anos
Indígenas e Quilombolas
Guia Alimentar para a População Brasileira
Capítulo 2. A escolha dos alimentos. As recomendações levam em
consideração o tipo de processamento pelo qual o alimento passou
antes de chegar às mãos do consumidor.
Categorias de alimentos e as orientações de consumo
Materiais de Apoio
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_versao_resumida.pdf
A neofobia alimentar é caracterizada pela relutância em consumir ou a
falta de vontade de experimentar alimentos desconhecidos.
Principais consequências da neofobia alimentar:
Ocasiona a monotonia alimentar, que pode resultar em deficiências
nutricionais
Restringe a ingestão de nutrientes necessários para a manutenção da
homeostase corporal.
Neofobia alimentar
Fatores Associados à Neofobia Alimentar em crianças.
Artigo aborda a neofobia alimentar que é um comportamento prevalente
na infância por ser um período de descobertas táteis, gustativas e olfativas
em que há a formação dos hábitos alimentares.
Esse fenômeno é determinado pela interação entre diversos
fatores complexos, como:
● fatores biológicos,
● antropológicos,
● econômicos,
● psicológicos e/ ou socioculturais,
que são moldados pelo contexto individual.
Materiais de Apoio
https://www.scielo.br/j/rpp/a/xsn45fp4ZVngJGRBFSqPFyx/?lang=pt&format=pdf
Nome fantasia: Hortinha sem padrão
Público-alvo: Estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
entre 6 a 10 anos
Objetivo educativo: Demonstrar a variedade de legumes e verduras e suas
diferentes apresentações, a fim de aumentar o consumo destes alimentos.
Recursos necessários: TNT, canetinha colorida, régua, fita dupla face,
imagens de legumes e verduras (acelga, alface, cenoura, abobrinha, abóbora,
batata, batata doce, mandioca, pepino, beterraba, tomate, couve, chuchu e
repolho).
Ficha técnica da intervenção
Descrição:
1. Dividir as crianças em cinco grupos. Distribuir um saquinho com 2 imagens de
verduras e legumes (acelga, alface, cenoura, abobrinha, abóbora, batata, batata
doce, mandioca, pepino,beterraba, tomate, couve, chuchu e repolho);
2. Traçar linhas em um pedaço grande de TNT, dividindo-o em dez partes e em cada
quadrante escrever os nomes dos legumes e verduras participantes;
3. Os grupos terão 5 minutos para colarem as imagens do saquinho correspondentes
aos nomes dos legumes e verduras descritos no TNT;
4. Após, todos os grupos colarem suas imagens, o coordenador da atividade explica
se elas correspondem ou não à verdura ou legume descrito;
5. Em caso de erro, as imagens serão retiradas e coladas no quadrante que
corresponde à sua classificação e a motivação da escolha deverá ser questionada;
6. A cada grupo de verduras e legumes, serão citados pelo coordenador 3 benefícios
da inclusão destes alimentos na alimentação.
Nome fantasia: Compras conscientes
Público-alvo: Estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
entre 6 a 10 anos
Estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental
Objetivo educativo: Identificar os hábitos alimentares do grupo e
promover senso crítico em relação às suas escolhas a fim de incentivar
práticas mais saudáveis.
Recursos necessários: embalagens vazias de produtos industrializados
ou naturais, tesoura, cartolina, cesta, fita crepe, canetinha, giz e lápis de
cor.
Ficha técnica da intervenção
Descrição:
1. Pedir para os estudantes trazerem embalagens dos alimentos que consomem em
casa;
2. Dividir a sala em grupos e disponibilizar todas embalagens em uma cesta, ou outro
recipiente;
3. O coordenador da atividade pedirá que “comprem” os alimentos que comeriam em
determinada refeição (café da manhã, almoço, lanche). Eles deverão colar as
embalagens na cesta e depois mostrar aos colegas;
4. Ao final das escolhas dos alunos, o coordenador apresentará um padrão de cesta
ideal utilizando alimentos substitutos saudáveis e deverá comparar com as cestas
montadas pelos alunos.
4. Em seguida, orientador fará uma conversa sobre os motivos da substituição de alguns
alimentos e quais são as vantagens, podendo discutir com o grupo as dificuldades nessas
substituições a em estratégias para superá-las
Nome fantasia: Oficina “Comer Pra Quê?”
Público-alvo: Adolescentes do Ensino Médio, entre 15 a 18 anos
Objetivo educativo: Desmistificar e auxiliar as escolhas alimentares, para
melhor aceitação e entendimento dos alimentos.
Recursos necessários: A escola deve possuir uma sala com acesso à
internet, tela e projetor para a projeção do conteúdo produzido pelo
Movimento “Comer Pra Quê?” e materiais para a confecção de cartazes.
Ficha técnica da intervenção
Descrição:
1. Em cada turma propor aos alunos que compartilhem seus hábitos alimentares, suas
preferências, rotina, costumes e tradições familiares, etc. Este é o momento onde o
facilitador irá somente ouvir dando a liberdade de todos se expressarem sem
julgamentos e conselhos para possíveis mudanças de hábitos.
2. O orientador poderá sugerir a formação de duplas, com os compartilahmento dos
alimentos consumidos no dia. Em seguida um estudnates sugere alternativas saudaveis.
Exemplo o estudante informa que comeu batata frita. Sugestão a batata cozida, ou batata
3. Na sala de aula o facilitador irá ministrar um conteúdo baseado no Guia Alimentar -
Capítulo 2 “A escolha dos Alimentos”. Falar também sobre a seletividade alimentar
com base no artigo sugerido. Separar os alunos em grupos e propor que cada grupo
reflita sobre seus hábitos e como isso influencia a própria saúde. Cada grupo irá
confeccionar um cartaz sobre suas reflexões e apresentar para a turma.
Nome fantasia: Gincana da alimentação não seletiva
Público-alvo: Adolescentes do Ensino Médio, entre 15 a 18 anos
Objetivo educativo: Desmistificar e auxiliar as escolhas alimentares,
para melhor aceitação e entendimento dos alimentos.
Recursos necessários: Ambiente amplo, campainha e cartas com as
perguntas.
Ficha técnica da intervenção
Descrição:
1. Distribuir os alunos em dois grupos e dividir em duas filas iguais;
2. Deixar a campainha e as cartas em uma mesa central à frente dos alunos;
3. A dinâmica da atividade consiste em um mediador ler uma das perguntas
das cartas relacionadas à alimentação e nutrição e em seguida, autorize que
um aluno de cada grupo corra para tentar tocar a campainha;
4. O primeiro que tocar, tem direito a responder a pergunta. Caso acerte o
grupo ganhará pontos, mas se errar a pergunta poderá ser respondida pelo
grupo adversário e a pontuação será em dobro. Ganha quem acumular mais
pontos ao fim das rodadas.
Perguntas da gincana
● O que é seletividade alimentar?
R: Recusa alimentar, pouco apetite e desinteresse pelo alimento. É um
comportamento típico da fase pré-escolar, mas, quando presente em ambientes
familiares desfavoráveis, pode ser acentuado e permanecer até a adolescência ou
ainda persistir na vida adulta.
● De um exemplo de seletividade alimentar
R: Exemplo, criança que come apenas alguns alimentos. Preferência apenas por
macarrão, arroz, batata…, não comer alimentos de uma determinada cor
● Quais as consequências da seletividade alimentar?
a) Não traz nenhuma consequência à saúde
b) Pode ser prejudicial ao desenvolvimento do organismo, pois pode causar deficiência de
nutriente.
c) A seletividade é uma ótima forma de alimentar, porque nos dá autonomia para
comer o que quiser.
● O que você considera uma alimentação saudável?
a) Uma alimentação diversificada, equilibrada com variados tipos de alimentos
b) Comer salada e evitar pães e massas.
c) Comer Fast Food todos os dias
Quando há rejeição de algum alimento, qual possível solução para que o
alimento seja ingerido?
R: Experimentar o alimento feito de outras maneira. Exemplo: cozido, assado,
grelhado, ralado, em forma de purê.
● Se uma pessoa não gosta de beber água, o que ela pode fazer para criar o hábito de se
hidratar?
a) Substituir a água pelo suco natural.
b) Fracionar o consumo, bebendo pequenas quantidades em diversos momentos do
dia.
Materiais de Apoio para os Educadores
A série "O Guia Alimentar na Atenção Básica", organizada em quatro episódios, apresenta
encenações de situações concretas de implementação do "Guia Alimentar para a População
Brasileira" por profissionais de saúde da Atenção Básica.
Cada um dos episódios também tem uma versão comentada (https://bit.ly/2m98IAD), com
legenda explicativa, locução e animação para uso em ações de formação, capacitação e
educação permanente em alimentação adequada e saudável.
Este material foi desenvolvido durante o doutorado de Lígia Cardoso dos Reis, orientado pela
Profa. Patricia Constante Jaime, no Programa de Nutrição em Saúde Pública da Faculdade de
Saúde Pública (FSP) da USP.
Acesse as Notas Pedagógicas, que se encontram no e-Coleções da FSP/USP e orientam como
utilizar os vídeos na capacitação de profissionais e estudantes da área da saúde para a
implementação do "Guia Alimentar para a População Brasileira": https://bit.ly/2kBe73i
Nome fantasia: Roda de conversa
Público-alvo: Adultos da EJA
Objetivo educativo: Desmistificar e auxiliar as escolhas alimentares,
para melhor aceitação e entendimento dos alimentos.
Recursos necessários: Sala com apresentação de vídeos.
Ficha técnica da intervenção
Descrição:
1. Haverá uma roda de conversa entre os estudantes e os professores sobre
alimentação em geral seguindo alguns itens como: o que costumam comer, o
que acreditam ser uma alimentação saudável, se conseguem ver maneiras de
melhorar sua alimentação, entre outros.
3. O professor fará uma orientação sobre os principais pontos que deixaram de
ser comentados durante a dinâmica, indicando o Guia Alimentar Brasileiro para
consulta. Poderão ser discutidos as diferencças entres o processamento dos
alimentos, conforme o apresnetado no Guia Alimentar Brasileiro.
Alimentação Escolar nas
comunidades
Indígenas e Quilombolas
Nome fantasia: Livro “Receitas de Família”
Público-alvo: Alunos de todas as faixas etárias da rede estadual de SP
das comunidades Indígenas e Quilombolas.
Objetivo educativo: Valorizar a cultura alimentar desses povos
resgatando receitas tradicionais com alimentos típicos de cada região.
As preparações típicas regionais, em geral, são produzidas com
ingredientes disponíveis na região e as técnicas de preparo passam de
geração para geração. A valorização da cultura alimentar local,
ressaltando o prazer de preparar pratos típicos, estimula a
identificação com o território, a autonomia e o empoderamento social
e cultural das famílias.
Recursos necessários: materiais de papelaria
Ficha técnica da intervenção
Nome fantasia: Mistura de sabores
Público-alvo: Comunidades indígenas e Quilombolas
Objetivo educativo: Auxiliar nas escolhas alimentares, para melhor
aceitação e entendimento dos alimentos, sabendo escolher uma
alimentação mais equilibrada e balanceada
Recursos necessários: Imagens de alimentos
Ficha técnica da intervenção
● Descrição: Alimento da cultura da comunidade
1. Imagens de alimentos e bebidas in atura e minimamente processados,
pertecentes à cultura alimentar da comunidade, e opções de alimentos
processados e ultra processados, serão dispostas sobre uma cartolina. A
turma vai ser dividida em grupos e cada participante irá indicar um
alimento como sendo da sua cultura alimentar.
2. Com os alimentos todos escolhidos, o professor orientador irá discutir
com os grupos sobre as escolhas de cada um dos alimentos, mostrando a
as vantagens de consumir os alimentos in natura e minimante
processados.Também discutirá com os alunos sobre as preparações e
alimentos que fazem parte da história e costume da comunidade a que
pertencem, assim como a importância deles nos hábitos alimentares no
Brasil.

Semana da Educação Alimentar nas Escolas.pptx

  • 1.
    Semana da EducaçãoAlimentar 16 a 27 de maio
  • 2.
    RESOLUÇÃO N°6 DE8 DE MAIO DE 2020
  • 3.
    Diretrizes do PNAE I- O emprego da alimentação saudável e adequada, compreendendo o uso de alimentos variados, seguros, que respeitem a cultura, as tradições e os hábitos alimentares saudáveis, contribuindo para o crescimento e o desenvolvimento dos alunos e para a melhoria do rendimento escolar, em conformidade com a sua faixa etária e seu estado de saúde, inclusive dos que necessitam de atenção específica;
  • 4.
    Diretrizes do PNAE II- a inclusão da educação alimentar e nutricional no processo de ensino e aprendizagem, que perpassa pelo currículo escolar, abordando o tema alimentação e nutrição e o desenvolvimento de práticas saudáveis de vida, na perspectiva da segurança alimentar e nutricional;
  • 5.
  • 6.
    Através da EducaçãoAlimentar e Nutricional (EAN) propor atividades educativas com os alunos da rede pública de educação do estado de São Paulo, auxiliando na valorização da alimentação escolar e orientando os estudantes a fazerem boas escolhas alimentares, estimulando a mudança nas escolhas alimentares. Orientar os estudantes a levar as boas escolhas às famílias, dessa forma, o paladar dos estudantes se torna passível de aperfeiçoamento, objetivando a redução da seletividade alimentar. Objetivo:
  • 7.
    Público Alvo Estudantes de6 a 10 anos Estudantes de 11 a 14 anos Estudantes de 15 a 18 Ensino médio Anos Finais do Ensino Fundamental Anos Iniciais do Ensino Fundamental Educação de Jovens e Adultos - EJA Estudantes maiores de 18 anos Indígenas e Quilombolas
  • 8.
    Guia Alimentar paraa População Brasileira Capítulo 2. A escolha dos alimentos. As recomendações levam em consideração o tipo de processamento pelo qual o alimento passou antes de chegar às mãos do consumidor. Categorias de alimentos e as orientações de consumo Materiais de Apoio http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_2ed.pdf https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_alimentar_populacao_brasileira_versao_resumida.pdf
  • 9.
    A neofobia alimentaré caracterizada pela relutância em consumir ou a falta de vontade de experimentar alimentos desconhecidos. Principais consequências da neofobia alimentar: Ocasiona a monotonia alimentar, que pode resultar em deficiências nutricionais Restringe a ingestão de nutrientes necessários para a manutenção da homeostase corporal. Neofobia alimentar
  • 10.
    Fatores Associados àNeofobia Alimentar em crianças. Artigo aborda a neofobia alimentar que é um comportamento prevalente na infância por ser um período de descobertas táteis, gustativas e olfativas em que há a formação dos hábitos alimentares. Esse fenômeno é determinado pela interação entre diversos fatores complexos, como: ● fatores biológicos, ● antropológicos, ● econômicos, ● psicológicos e/ ou socioculturais, que são moldados pelo contexto individual. Materiais de Apoio https://www.scielo.br/j/rpp/a/xsn45fp4ZVngJGRBFSqPFyx/?lang=pt&format=pdf
  • 11.
    Nome fantasia: Hortinhasem padrão Público-alvo: Estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental entre 6 a 10 anos Objetivo educativo: Demonstrar a variedade de legumes e verduras e suas diferentes apresentações, a fim de aumentar o consumo destes alimentos. Recursos necessários: TNT, canetinha colorida, régua, fita dupla face, imagens de legumes e verduras (acelga, alface, cenoura, abobrinha, abóbora, batata, batata doce, mandioca, pepino, beterraba, tomate, couve, chuchu e repolho). Ficha técnica da intervenção
  • 12.
    Descrição: 1. Dividir ascrianças em cinco grupos. Distribuir um saquinho com 2 imagens de verduras e legumes (acelga, alface, cenoura, abobrinha, abóbora, batata, batata doce, mandioca, pepino,beterraba, tomate, couve, chuchu e repolho); 2. Traçar linhas em um pedaço grande de TNT, dividindo-o em dez partes e em cada quadrante escrever os nomes dos legumes e verduras participantes; 3. Os grupos terão 5 minutos para colarem as imagens do saquinho correspondentes aos nomes dos legumes e verduras descritos no TNT; 4. Após, todos os grupos colarem suas imagens, o coordenador da atividade explica se elas correspondem ou não à verdura ou legume descrito; 5. Em caso de erro, as imagens serão retiradas e coladas no quadrante que corresponde à sua classificação e a motivação da escolha deverá ser questionada; 6. A cada grupo de verduras e legumes, serão citados pelo coordenador 3 benefícios da inclusão destes alimentos na alimentação.
  • 13.
    Nome fantasia: Comprasconscientes Público-alvo: Estudantes dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental entre 6 a 10 anos Estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental Objetivo educativo: Identificar os hábitos alimentares do grupo e promover senso crítico em relação às suas escolhas a fim de incentivar práticas mais saudáveis. Recursos necessários: embalagens vazias de produtos industrializados ou naturais, tesoura, cartolina, cesta, fita crepe, canetinha, giz e lápis de cor. Ficha técnica da intervenção
  • 14.
    Descrição: 1. Pedir paraos estudantes trazerem embalagens dos alimentos que consomem em casa; 2. Dividir a sala em grupos e disponibilizar todas embalagens em uma cesta, ou outro recipiente; 3. O coordenador da atividade pedirá que “comprem” os alimentos que comeriam em determinada refeição (café da manhã, almoço, lanche). Eles deverão colar as embalagens na cesta e depois mostrar aos colegas; 4. Ao final das escolhas dos alunos, o coordenador apresentará um padrão de cesta ideal utilizando alimentos substitutos saudáveis e deverá comparar com as cestas montadas pelos alunos. 4. Em seguida, orientador fará uma conversa sobre os motivos da substituição de alguns alimentos e quais são as vantagens, podendo discutir com o grupo as dificuldades nessas substituições a em estratégias para superá-las
  • 15.
    Nome fantasia: Oficina“Comer Pra Quê?” Público-alvo: Adolescentes do Ensino Médio, entre 15 a 18 anos Objetivo educativo: Desmistificar e auxiliar as escolhas alimentares, para melhor aceitação e entendimento dos alimentos. Recursos necessários: A escola deve possuir uma sala com acesso à internet, tela e projetor para a projeção do conteúdo produzido pelo Movimento “Comer Pra Quê?” e materiais para a confecção de cartazes. Ficha técnica da intervenção
  • 16.
    Descrição: 1. Em cadaturma propor aos alunos que compartilhem seus hábitos alimentares, suas preferências, rotina, costumes e tradições familiares, etc. Este é o momento onde o facilitador irá somente ouvir dando a liberdade de todos se expressarem sem julgamentos e conselhos para possíveis mudanças de hábitos. 2. O orientador poderá sugerir a formação de duplas, com os compartilahmento dos alimentos consumidos no dia. Em seguida um estudnates sugere alternativas saudaveis. Exemplo o estudante informa que comeu batata frita. Sugestão a batata cozida, ou batata 3. Na sala de aula o facilitador irá ministrar um conteúdo baseado no Guia Alimentar - Capítulo 2 “A escolha dos Alimentos”. Falar também sobre a seletividade alimentar com base no artigo sugerido. Separar os alunos em grupos e propor que cada grupo reflita sobre seus hábitos e como isso influencia a própria saúde. Cada grupo irá confeccionar um cartaz sobre suas reflexões e apresentar para a turma.
  • 17.
    Nome fantasia: Gincanada alimentação não seletiva Público-alvo: Adolescentes do Ensino Médio, entre 15 a 18 anos Objetivo educativo: Desmistificar e auxiliar as escolhas alimentares, para melhor aceitação e entendimento dos alimentos. Recursos necessários: Ambiente amplo, campainha e cartas com as perguntas. Ficha técnica da intervenção
  • 18.
    Descrição: 1. Distribuir osalunos em dois grupos e dividir em duas filas iguais; 2. Deixar a campainha e as cartas em uma mesa central à frente dos alunos; 3. A dinâmica da atividade consiste em um mediador ler uma das perguntas das cartas relacionadas à alimentação e nutrição e em seguida, autorize que um aluno de cada grupo corra para tentar tocar a campainha; 4. O primeiro que tocar, tem direito a responder a pergunta. Caso acerte o grupo ganhará pontos, mas se errar a pergunta poderá ser respondida pelo grupo adversário e a pontuação será em dobro. Ganha quem acumular mais pontos ao fim das rodadas.
  • 19.
    Perguntas da gincana ●O que é seletividade alimentar? R: Recusa alimentar, pouco apetite e desinteresse pelo alimento. É um comportamento típico da fase pré-escolar, mas, quando presente em ambientes familiares desfavoráveis, pode ser acentuado e permanecer até a adolescência ou ainda persistir na vida adulta. ● De um exemplo de seletividade alimentar R: Exemplo, criança que come apenas alguns alimentos. Preferência apenas por macarrão, arroz, batata…, não comer alimentos de uma determinada cor ● Quais as consequências da seletividade alimentar? a) Não traz nenhuma consequência à saúde b) Pode ser prejudicial ao desenvolvimento do organismo, pois pode causar deficiência de nutriente. c) A seletividade é uma ótima forma de alimentar, porque nos dá autonomia para comer o que quiser.
  • 20.
    ● O quevocê considera uma alimentação saudável? a) Uma alimentação diversificada, equilibrada com variados tipos de alimentos b) Comer salada e evitar pães e massas. c) Comer Fast Food todos os dias Quando há rejeição de algum alimento, qual possível solução para que o alimento seja ingerido? R: Experimentar o alimento feito de outras maneira. Exemplo: cozido, assado, grelhado, ralado, em forma de purê. ● Se uma pessoa não gosta de beber água, o que ela pode fazer para criar o hábito de se hidratar? a) Substituir a água pelo suco natural. b) Fracionar o consumo, bebendo pequenas quantidades em diversos momentos do dia.
  • 21.
    Materiais de Apoiopara os Educadores A série "O Guia Alimentar na Atenção Básica", organizada em quatro episódios, apresenta encenações de situações concretas de implementação do "Guia Alimentar para a População Brasileira" por profissionais de saúde da Atenção Básica. Cada um dos episódios também tem uma versão comentada (https://bit.ly/2m98IAD), com legenda explicativa, locução e animação para uso em ações de formação, capacitação e educação permanente em alimentação adequada e saudável. Este material foi desenvolvido durante o doutorado de Lígia Cardoso dos Reis, orientado pela Profa. Patricia Constante Jaime, no Programa de Nutrição em Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. Acesse as Notas Pedagógicas, que se encontram no e-Coleções da FSP/USP e orientam como utilizar os vídeos na capacitação de profissionais e estudantes da área da saúde para a implementação do "Guia Alimentar para a População Brasileira": https://bit.ly/2kBe73i
  • 22.
    Nome fantasia: Rodade conversa Público-alvo: Adultos da EJA Objetivo educativo: Desmistificar e auxiliar as escolhas alimentares, para melhor aceitação e entendimento dos alimentos. Recursos necessários: Sala com apresentação de vídeos. Ficha técnica da intervenção
  • 23.
    Descrição: 1. Haverá umaroda de conversa entre os estudantes e os professores sobre alimentação em geral seguindo alguns itens como: o que costumam comer, o que acreditam ser uma alimentação saudável, se conseguem ver maneiras de melhorar sua alimentação, entre outros. 3. O professor fará uma orientação sobre os principais pontos que deixaram de ser comentados durante a dinâmica, indicando o Guia Alimentar Brasileiro para consulta. Poderão ser discutidos as diferencças entres o processamento dos alimentos, conforme o apresnetado no Guia Alimentar Brasileiro.
  • 24.
  • 25.
    Nome fantasia: Livro“Receitas de Família” Público-alvo: Alunos de todas as faixas etárias da rede estadual de SP das comunidades Indígenas e Quilombolas. Objetivo educativo: Valorizar a cultura alimentar desses povos resgatando receitas tradicionais com alimentos típicos de cada região. As preparações típicas regionais, em geral, são produzidas com ingredientes disponíveis na região e as técnicas de preparo passam de geração para geração. A valorização da cultura alimentar local, ressaltando o prazer de preparar pratos típicos, estimula a identificação com o território, a autonomia e o empoderamento social e cultural das famílias. Recursos necessários: materiais de papelaria Ficha técnica da intervenção
  • 26.
    Nome fantasia: Misturade sabores Público-alvo: Comunidades indígenas e Quilombolas Objetivo educativo: Auxiliar nas escolhas alimentares, para melhor aceitação e entendimento dos alimentos, sabendo escolher uma alimentação mais equilibrada e balanceada Recursos necessários: Imagens de alimentos Ficha técnica da intervenção
  • 27.
    ● Descrição: Alimentoda cultura da comunidade 1. Imagens de alimentos e bebidas in atura e minimamente processados, pertecentes à cultura alimentar da comunidade, e opções de alimentos processados e ultra processados, serão dispostas sobre uma cartolina. A turma vai ser dividida em grupos e cada participante irá indicar um alimento como sendo da sua cultura alimentar. 2. Com os alimentos todos escolhidos, o professor orientador irá discutir com os grupos sobre as escolhas de cada um dos alimentos, mostrando a as vantagens de consumir os alimentos in natura e minimante processados.Também discutirá com os alunos sobre as preparações e alimentos que fazem parte da história e costume da comunidade a que pertencem, assim como a importância deles nos hábitos alimentares no Brasil.