SlideShare uma empresa Scribd logo
ACREDITAÇÃO EM
CENTRO
CIRÚRGICO.
Acreditação constitui-se no mais antigo e divulgado processo de
avaliação externa de serviços, que resulta na atribuição de um
certificado de mérito. Este programa se firmou na última década
como um meio por excelência de monitorização da melhoria
contínua, sendo que a sua crescente popularidade, tem resultado na
conscientização geral das questões da avaliação e melhoria da
qualidade na área da saúde.
A acreditação, portanto, é um instrumento de aferição da gestão da
qualidade, de caráter externo, o qual confere aos compradores de
serviços e aos clientes/pacientes a confiança de estabelecer
negócio com uma instituição de saúde, que apresenta concordância
com padrões determinados de segurança e qualidade no
atendimento ao paciente.
INTRODUÇÃO
A Avaliação da Qualidade na saúde iniciou-se no século passado, quando
foi formado o Colégio Americano de Cirurgiões (CAC) que estabeleceu,
em meados de 1924 o Programa de Padronização Hospitalar (PPH).
Neste programa foi definido um conjunto de padrões mais apropriados
para garantir a qualidade da assistência aos pacientes. Nele, três
padrões relacionavam-se à organização do corpo médico, ao exercício
da profissão, e ao conceito de corpo clínico; outro preconizava o
preenchimento do prontuário, incluindo a história e exames do
paciente, bem como as condições da alta; e o último, referia-se à
existência de recursos diagnósticos e terapêuticos, além de no mínimo
um laboratório clínico para análises e departamento de radiologia.
Com o desenvolvimento da medicina e da tecnologia, os modelos de
avaliação da qualidade - acreditação passaram a direcionar sua atuação
no sentido de privilegiar a ênfase na assistência clínica através do
monitoramento de indicadores de desempenho ajustados à gravidade,
ao desempenho institucional e, finalmente assumiu o papel de educação
com monitoramento dos padrões e recomendações.
UM POUCO DE HISTÓRIA...
No Brasil, talvez o primeiro estudo no sentido de melhorar a
qualidade na organização dos hospitais tenha sido do Dr. Odair
Pedroso (SP) em 1935, ao conceber uma Ficha de Inquérito
Hospitalar (Quadro1) para a Comissão de Assistência Hospitalar do
Ministério da Saúde (MS), substituída posteriormente pelo Serviço
de Medicina Social, hoje extinto.
BRASIL
A Acreditação é o procedimento de avaliação dos recursos
institucionais, voluntário, periódico, reservado e sigiloso, que tende a
garantir a qualidade da assistência através de padrões previamente
aceitos.
Para a Organização Mundial da Saúde ( OMS) a partir de 1989 , a
Acreditação passou a ser elemento estratégico para o
desenvolvimento da qualidade na América Latina. À medida que a
atenção à saúde exige respostas às necessidades de populações
específicas com maior vulnerabilidade ou alto risco, a acreditação
baseada em princípios epidemiológicos, necessários para determinar
estratégias de maior efetividade é consensualmente tida como
indispensável.
A acreditação não deve ser vista como um julgamento, mas uma
oportunidade de mudança. Não deve ser entendida como um fim em si
mesma, mas deve ser acompanhada por propostas que busquem
implementar as mudanças.
COMO FUNCIONA?
A partir do final dos anos 80, o desenvolvimento de uma segunda etapa
da qualidade. Esse segundo momento focaliza-se nos aspectos
organizacionais e nas decisões gerenciais.
Os sistemas da Qualidade e do Melhoramento Contínuo trouxeram a
ênfase no cliente e, ao mesmo tempo, a afirmação de abordagens
orientadas para a humanização da atenção e para a valorização de
relações mais equitativas entre profissionais e pacientes.
 Requisitos de boas práticas para cirurgia segura
A OMS, por meio do programa Aliança Mundial para a Segurança do
Paciente elegeu como prioridade a redução de danos ao paciente,
inerente ao atendimento hospitalar. Foi elaborado o primeiro roteiro
de cirurgia segura – Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica (safe
surgery checklist).
SEGURANÇA
CIRÚRGICA
1. Operar o paciente certo e o local cirúrgico certo.
2. Utilizar métodos conhecidos para impedir danos na administração de
anestésicos, enquanto protege o paciente da dor.
3. Reconhecer e estar efetivamente preparada para perda de via aérea
ou
de função respiratória que ameacem a vida.
4. Reconhecer e estar efetivamente preparada para o risco de grandes
perdas sanguíneas.
5. Evitar a indução de reação adversa a drogas ou reação alérgica
sabidamente de risco ao paciente.
6. Utilizar de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o
risco de infecção no sitio cirúrgico.
7. Impedir a retenção inadvertida de instrumentais ou compressas nas
feridas cirúrgicas.
8. Manter seguros e identificará precisamente todos os espécimes
cirúrgicos.
9. Comunicar efetivamente e trocar informações criativas para a
condução segura da operação.
10. Os serviços de saúde devem estabelecer vigilância de rotina sobre a
capacidade, volume e resultados cirúrgicos.
QUAIS SÃO OS
REQUISITOS?
A OMS revelou em 2008, que foram realizadas 234 milhões de cirurgias
no mundo, uma para cada 25 pessoas. Cerca de dois milhões de
pacientes morreram nesses procedimentos e sete milhões apresentaram
complicações, sendo que 50% destas foram consideradas evitáveis. Para
cada 300 pacientes admitidos nos hospitais, um morre em decorrência
de complicações cirúrgicas.
A assistência cirúrgica é complexa e envolve dezenas de etapas que
devem ser otimizadas individualmente para os pacientes. Para minimizar
a perda desnecessária de vidas e complicações sérias, as equipes
operatórias devem atingir os dez objetivos básicos e essenciais em
qualquer caso cirúrgico, apoiados pelas orientações para a cirurgia
segura da OMS.
Epidemiologia
A Acreditação reforça uma avaliação adequada do
paciente, uma revisão completa do prontuário,
adoção de uma cultura organizacional que apoie a
comunicação aberta entre os membros da equipe e a
melhoria dos registros no prontuário, evitando-se o
uso de abreviações e participação efetiva do
paciente em seu procedimento. Estes aspectos
contribuem para se evitar erros no espaço de uma
sala cirúrgica.
1. Práticas Seguras no PRÉ-OPERATÓRIO:
a. higienizar as mãos;
b. reduzir ao máximo o tempo de hospitalização no pré-operatório; c. manter
controle glicêmico e tratamento de processos infecciosos em outras
topografias(avaliação clínica pré-operatória);
d. conservar as boas condições de higiene pessoal do paciente;
e. adotar racionalmente a tricotomia do sítio operatório;
f. utilizar antibiótico terapia profilática em cirurgia, conforme protocolo
baseado em evidências;
g. garantir higiene, antissepsia e paramentação correta da equipe de
cirurgia;
h. fazer uso de materiais e artigos limpos e esterilizados, em conformidade
com os indicadores de segurança sanitária.
BOAS PRÁTICAS
2. Práticas Seguras no TRANS-OPERATÓRIO:
a. higienizar as mãos;
b. preparar o campo operatório, com o uso de antisséptico degermante
e alcoólico de mesmo princípio ativo. Em cirurgias de longa duração
recomenda-se o uso de clorexidina em decorrência do seu efeito
residual mais prolongado;
c. empregar técnica cirúrgica asséptica, com menor risco de trauma
tecidual e ou falhas na hemostasia;
d. utilizar drenos com sistema fechado;
e. reduzir superlotação na sala de cirurgia;
f. garantir suporte de oxigenioterapia
BOAS PRÁTICAS
3. Práticas Seguras no PÓS-OPERATÓRIO:
a. higienizar as mãos;
b. realizar curativos com técnica asséptica;
c. trocar o curativo quando na presença de umidade ou sujidade local;
d. não adotar a terapia profilática com antibióticos até a retirada de
drenos ou pontos da incisão;
e. diagnosticar e tratar precocemente as infecções de sítio cirúrgico e
complicações, tendo como princípio à avaliação médica criteriosa.
A adesão às práticas seguras de atendimento ao paciente cirúrgico
envolvem vários setores do hospital, no sentido de garantir à equipe de
cirurgia as condições apropriadas para a realização dos procedimentos,
reduzindo-se os riscos de infecção cirúrgica e de outras complicações
passíveis de prevenção.
O monitoramento da adesão às práticas de biossegurança, além da
revisão e melhoria contínua dos processos assistenciais, deve envolver a
equipe multidisciplinar e o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar.
BOAS PRÁTICAS
A ENFERMAGEM NA PROMOÇÃO DE CIRURGIA SEGURA
São atribuições da equipe de enfermagem:
- realizar adequadamente o preparo pré- operatório do paciente; - organizar
e abastecer a sala cirúrgica; - atender as diferentes demandas na sala
cirúrgica no pré-trans e pós operatório; - verificar o adequado
funcionamento dos equipamentos cirúrgicos no pré, trans e pós
procedimento;
- manter interação constante com setores de manutenção, compras e
almoxarifado, banco de sangue, laboratório clínico, serviço de imagem e
outros.
As ações do profissional de enfermagem em centro cirúrgico vão além da
realização de procedimentos tecnicamente corretos, este profissional atua
como colaborador ativo na segurança do paciente nas diferentes fases do
procedimento.
ENFERMAGEM EM AÇÃO
Requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde15
Objetivos da Acreditação :
1. Reforçar as orientações para que os profissionais e serviços de saúde
cumpram com o rigor técnico a limpeza, desinfecção e esterilização dos
produtos;
2. Avalizar as ações de vigilância para que seja possível rastrear os produtos;
3. Afiançar o controle de qualidade nas etapas operacionais do
reprocessamento;
4. Garantir a segurança e qualidade do processo.
Os profissionais das centrais de esterilização, especificamente a equipe de
enfermagem devem conhecer profundamente os critérios de boas práticas em:
A. classificação de produtos para saúde;
B. conceitos básicos de microbiologia;
C. transporte dos produtos contaminados;
D. processo de limpeza, desinfecção, preparo, inspeção, acondicionamento,
embalagens, esterilização, funcionamento dos equipamentos existentes;
E. monitoramento de processos por indicadores químicos, biológicos e físicos;
F. rastreabilidade, armazenamento e distribuição dos produtos para saúde;
G. manutenção da esterilidade do produto.
REQUISITOS
O sucesso da qualidade vai além das ferramentas de trabalho e consiste em
mais quatro elementos básicos: o comprometimento da alta administração,
da melhoria contínua e da capacitação e comprometimento dos
colaboradores. Especificamente, sob a ótica do enfermeiro a falta de
atenção às práticas da gestão de pessoas é um grande problema para
implementação da Gestão pela Qualidade. A qualidade resulta de um
comportamento positivo dos colaboradores e a melhor ferramenta para
alcançar a excelência da mesma é a mente humana que interpreta e faz com
que as coisas aconteçam, propõe melhorias e mudanças necessárias. Pessoas
diferentes têm habilidades, aptidões e talentos diferentes.
Concluímos que o processo de acreditação identifica avanços, dificuldades,
limitações e possibilidades de mudança além de promover a aprendizagem
na situação de trabalho.
CONCLUSÃO
EQUIPE:
Abner Soares Barbosa
Arlene Nunes
Fernanda Evangelista
Josilene Uchôa Andrade

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)
Will Nunes
 
Aula 3 programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...
Aula 3   programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...Aula 3   programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...
Aula 3 programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...
Milena de Oliveira Matos Carvalho
 
Apostila fundamentos de enfermagem
Apostila fundamentos de enfermagemApostila fundamentos de enfermagem
Apostila fundamentos de enfermagem
Aretusa Delfino
 
Apostila técnicas básicas de enfermagem
Apostila técnicas básicas de enfermagemApostila técnicas básicas de enfermagem
Apostila técnicas básicas de enfermagem
EDSON OLIVEIRA
 
Aula 1- Assistência ao Paciente Grave.pdf
Aula 1- Assistência ao Paciente Grave.pdfAula 1- Assistência ao Paciente Grave.pdf
Aula 1- Assistência ao Paciente Grave.pdf
ThiagoCunha93
 
Apostila completa uti
Apostila completa   utiApostila completa   uti
Apostila completa uti
Elisama Cruz
 
Curso UTI adulto
Curso UTI adulto Curso UTI adulto
Curso UTI adulto
Quézia Barcelar
 
Prevenção e controle de infecção
Prevenção e controle de infecçãoPrevenção e controle de infecção
Prevenção e controle de infecção
Sallus Consultoria e Treinamento em Saúde
 
Aula 1 - UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA-UTI (2).pptx
Aula 1 - UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA-UTI (2).pptxAula 1 - UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA-UTI (2).pptx
Aula 1 - UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA-UTI (2).pptx
NaraLcia2
 
Atenção ao Paciente com Sequela Neurológica
Atenção ao Paciente com Sequela NeurológicaAtenção ao Paciente com Sequela Neurológica
Atenção ao Paciente com Sequela Neurológica
resenfe2013
 
Clínica cirúrgica aula teôrica 1 powerpoint data show
Clínica cirúrgica aula teôrica 1  powerpoint data showClínica cirúrgica aula teôrica 1  powerpoint data show
Clínica cirúrgica aula teôrica 1 powerpoint data show
César Müller
 
Historia da Enfermagem
Historia da EnfermagemHistoria da Enfermagem
Historia da Enfermagem
Célia Costa
 
Aula Acreditação
Aula AcreditaçãoAula Acreditação
Aula Acreditação
Rubia Soraya Rabello
 
Prontuário
ProntuárioProntuário
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
 Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
ivanaferraz
 
O que é segurança do paciente? - Tópico 1_Guia Curricular da OMS
O que é segurança do paciente? - Tópico 1_Guia Curricular da OMSO que é segurança do paciente? - Tópico 1_Guia Curricular da OMS
O que é segurança do paciente? - Tópico 1_Guia Curricular da OMS
Proqualis
 
Aula 1 o ..
Aula 1 o ..Aula 1 o ..
Aula 1 o ..
Vanessa Farias
 
Enfermagem em UTI Pediátrica e Neonatal
Enfermagem em UTI Pediátrica e NeonatalEnfermagem em UTI Pediátrica e Neonatal
Enfermagem em UTI Pediátrica e Neonatal
Regiane Ribeiro
 
Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE)
Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE)Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE)
Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE)
Amanda Moura
 
Gestão de Qualidade em Serviços de Saúde
Gestão de Qualidade em Serviços de SaúdeGestão de Qualidade em Serviços de Saúde
Gestão de Qualidade em Serviços de Saúde
Alex Eduardo Ribeiro
 

Mais procurados (20)

Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)
 
Aula 3 programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...
Aula 3   programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...Aula 3   programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...
Aula 3 programa de segurança do paciente - qualidade em saúde e indicadores...
 
Apostila fundamentos de enfermagem
Apostila fundamentos de enfermagemApostila fundamentos de enfermagem
Apostila fundamentos de enfermagem
 
Apostila técnicas básicas de enfermagem
Apostila técnicas básicas de enfermagemApostila técnicas básicas de enfermagem
Apostila técnicas básicas de enfermagem
 
Aula 1- Assistência ao Paciente Grave.pdf
Aula 1- Assistência ao Paciente Grave.pdfAula 1- Assistência ao Paciente Grave.pdf
Aula 1- Assistência ao Paciente Grave.pdf
 
Apostila completa uti
Apostila completa   utiApostila completa   uti
Apostila completa uti
 
Curso UTI adulto
Curso UTI adulto Curso UTI adulto
Curso UTI adulto
 
Prevenção e controle de infecção
Prevenção e controle de infecçãoPrevenção e controle de infecção
Prevenção e controle de infecção
 
Aula 1 - UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA-UTI (2).pptx
Aula 1 - UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA-UTI (2).pptxAula 1 - UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA-UTI (2).pptx
Aula 1 - UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA-UTI (2).pptx
 
Atenção ao Paciente com Sequela Neurológica
Atenção ao Paciente com Sequela NeurológicaAtenção ao Paciente com Sequela Neurológica
Atenção ao Paciente com Sequela Neurológica
 
Clínica cirúrgica aula teôrica 1 powerpoint data show
Clínica cirúrgica aula teôrica 1  powerpoint data showClínica cirúrgica aula teôrica 1  powerpoint data show
Clínica cirúrgica aula teôrica 1 powerpoint data show
 
Historia da Enfermagem
Historia da EnfermagemHistoria da Enfermagem
Historia da Enfermagem
 
Aula Acreditação
Aula AcreditaçãoAula Acreditação
Aula Acreditação
 
Prontuário
ProntuárioProntuário
Prontuário
 
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
 Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
 
O que é segurança do paciente? - Tópico 1_Guia Curricular da OMS
O que é segurança do paciente? - Tópico 1_Guia Curricular da OMSO que é segurança do paciente? - Tópico 1_Guia Curricular da OMS
O que é segurança do paciente? - Tópico 1_Guia Curricular da OMS
 
Aula 1 o ..
Aula 1 o ..Aula 1 o ..
Aula 1 o ..
 
Enfermagem em UTI Pediátrica e Neonatal
Enfermagem em UTI Pediátrica e NeonatalEnfermagem em UTI Pediátrica e Neonatal
Enfermagem em UTI Pediátrica e Neonatal
 
Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE)
Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE)Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE)
Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE)
 
Gestão de Qualidade em Serviços de Saúde
Gestão de Qualidade em Serviços de SaúdeGestão de Qualidade em Serviços de Saúde
Gestão de Qualidade em Serviços de Saúde
 

Destaque

Acreditacao hospitalar
Acreditacao hospitalarAcreditacao hospitalar
Acreditacao hospitalar
Monica Mamedes
 
A sustentabilidade no manual da ona
A sustentabilidade no manual da onaA sustentabilidade no manual da ona
A sustentabilidade no manual da ona
Pró-Saúde Araucária
 
Acreditação Hospitalar
Acreditação HospitalarAcreditação Hospitalar
Acreditação Hospitalar
Fernanda Marinho
 
ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...
ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...
ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...
Maria Stella
 
Aula Centro Cirúrgico 01 - Introdução e Equipe
Aula Centro Cirúrgico 01 - Introdução e EquipeAula Centro Cirúrgico 01 - Introdução e Equipe
Aula Centro Cirúrgico 01 - Introdução e Equipe
Débora Ramos Marcinichen
 
Centro CirúRgico Parte 1
Centro CirúRgico Parte 1Centro CirúRgico Parte 1
Centro CirúRgico Parte 1
Eduardo Gomes da Silva
 
Empreendedorismo e Gestão de Clínicas
Empreendedorismo e Gestão de ClínicasEmpreendedorismo e Gestão de Clínicas
Empreendedorismo e Gestão de Clínicas
USP e Plexus
 
Direito e relações de consumo - MBA UniBrasil
Direito e relações de consumo - MBA UniBrasilDireito e relações de consumo - MBA UniBrasil
Direito e relações de consumo - MBA UniBrasil
Ney Azevedo
 
Enfermagem em centro cirurgico
Enfermagem em centro cirurgicoEnfermagem em centro cirurgico
Enfermagem em centro cirurgico
Vanessa Rodrigues De Amorim
 
Cuidados no Posicionamento Cirúrgico
Cuidados no Posicionamento CirúrgicoCuidados no Posicionamento Cirúrgico
Cuidados no Posicionamento Cirúrgico
crisenf
 
Acreditações Hospitalares
Acreditações HospitalaresAcreditações Hospitalares
Acreditações Hospitalares
Rubia Soraya Rabello
 
Gestão do Protocolo de Cirurgia Segura
Gestão do Protocolo de Cirurgia SeguraGestão do Protocolo de Cirurgia Segura
Gestão do Protocolo de Cirurgia Segura
cmecc
 
Eras da Qualidade
Eras da QualidadeEras da Qualidade
Eras da Qualidade
Rubia Soraya Rabello
 
Implantação da cirurgia segura
Implantação da cirurgia seguraImplantação da cirurgia segura
Implantação da cirurgia segura
cmecc
 
Assepsia e antissepsia
Assepsia e antissepsiaAssepsia e antissepsia
Assepsia e antissepsia
Danilo Modesto
 
Clínica cirúrgica-e-centro-cirúrgico
Clínica cirúrgica-e-centro-cirúrgicoClínica cirúrgica-e-centro-cirúrgico
Clínica cirúrgica-e-centro-cirúrgico
concursohub
 
Centro cirurgico
Centro cirurgicoCentro cirurgico
Centro cirurgico
shaxa
 
Aula SOBECC 2011 Cristiane Pavanello
Aula  SOBECC 2011 Cristiane PavanelloAula  SOBECC 2011 Cristiane Pavanello
Aula SOBECC 2011 Cristiane Pavanello
cristiane pavanello rodrigues silva
 
Slide Centro Cirúrgico
Slide Centro CirúrgicoSlide Centro Cirúrgico
Slide Centro Cirúrgico
Luana Santos
 
Apresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALO
Apresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALOApresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALO
Apresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALO
WAGNER OLIVEIRA
 

Destaque (20)

Acreditacao hospitalar
Acreditacao hospitalarAcreditacao hospitalar
Acreditacao hospitalar
 
A sustentabilidade no manual da ona
A sustentabilidade no manual da onaA sustentabilidade no manual da ona
A sustentabilidade no manual da ona
 
Acreditação Hospitalar
Acreditação HospitalarAcreditação Hospitalar
Acreditação Hospitalar
 
ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...
ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...
ACREDITAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - GARANTIA DE QUALIDADE TOTAL Maria Stella P...
 
Aula Centro Cirúrgico 01 - Introdução e Equipe
Aula Centro Cirúrgico 01 - Introdução e EquipeAula Centro Cirúrgico 01 - Introdução e Equipe
Aula Centro Cirúrgico 01 - Introdução e Equipe
 
Centro CirúRgico Parte 1
Centro CirúRgico Parte 1Centro CirúRgico Parte 1
Centro CirúRgico Parte 1
 
Empreendedorismo e Gestão de Clínicas
Empreendedorismo e Gestão de ClínicasEmpreendedorismo e Gestão de Clínicas
Empreendedorismo e Gestão de Clínicas
 
Direito e relações de consumo - MBA UniBrasil
Direito e relações de consumo - MBA UniBrasilDireito e relações de consumo - MBA UniBrasil
Direito e relações de consumo - MBA UniBrasil
 
Enfermagem em centro cirurgico
Enfermagem em centro cirurgicoEnfermagem em centro cirurgico
Enfermagem em centro cirurgico
 
Cuidados no Posicionamento Cirúrgico
Cuidados no Posicionamento CirúrgicoCuidados no Posicionamento Cirúrgico
Cuidados no Posicionamento Cirúrgico
 
Acreditações Hospitalares
Acreditações HospitalaresAcreditações Hospitalares
Acreditações Hospitalares
 
Gestão do Protocolo de Cirurgia Segura
Gestão do Protocolo de Cirurgia SeguraGestão do Protocolo de Cirurgia Segura
Gestão do Protocolo de Cirurgia Segura
 
Eras da Qualidade
Eras da QualidadeEras da Qualidade
Eras da Qualidade
 
Implantação da cirurgia segura
Implantação da cirurgia seguraImplantação da cirurgia segura
Implantação da cirurgia segura
 
Assepsia e antissepsia
Assepsia e antissepsiaAssepsia e antissepsia
Assepsia e antissepsia
 
Clínica cirúrgica-e-centro-cirúrgico
Clínica cirúrgica-e-centro-cirúrgicoClínica cirúrgica-e-centro-cirúrgico
Clínica cirúrgica-e-centro-cirúrgico
 
Centro cirurgico
Centro cirurgicoCentro cirurgico
Centro cirurgico
 
Aula SOBECC 2011 Cristiane Pavanello
Aula  SOBECC 2011 Cristiane PavanelloAula  SOBECC 2011 Cristiane Pavanello
Aula SOBECC 2011 Cristiane Pavanello
 
Slide Centro Cirúrgico
Slide Centro CirúrgicoSlide Centro Cirúrgico
Slide Centro Cirúrgico
 
Apresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALO
Apresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALOApresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALO
Apresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALO
 

Semelhante a acreditação em centro cirúrgico

Implementação do Check List de Cirurgia Segura Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Implementação do Check List de Cirurgia Segura Hospital Alemão Oswaldo CruzImplementação do Check List de Cirurgia Segura Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Implementação do Check List de Cirurgia Segura Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Proqualis
 
roseartigo (1) (1).docx
roseartigo (1) (1).docxroseartigo (1) (1).docx
roseartigo (1) (1).docx
cybercom1
 
aula 03 PNSP.pptx
aula 03 PNSP.pptxaula 03 PNSP.pptx
aula 03 PNSP.pptx
Kelengomez
 
04 sobecc v19n1
04 sobecc v19n104 sobecc v19n1
04 sobecc v19n1
doriene
 
Segurança do paciente e procedimento invasivo - Tópico 10_Guia Curricular da OMS
Segurança do paciente e procedimento invasivo - Tópico 10_Guia Curricular da OMSSegurança do paciente e procedimento invasivo - Tópico 10_Guia Curricular da OMS
Segurança do paciente e procedimento invasivo - Tópico 10_Guia Curricular da OMS
Proqualis
 
Acompanhamento da rotina de um centro cirúrgico há um protocolo de cirurgia s...
Acompanhamento da rotina de um centro cirúrgico há um protocolo de cirurgia s...Acompanhamento da rotina de um centro cirúrgico há um protocolo de cirurgia s...
Acompanhamento da rotina de um centro cirúrgico há um protocolo de cirurgia s...
Alessandra Floriano Amaro
 
Aula 01 Qualidade RDC 63.pptx
Aula 01 Qualidade RDC 63.pptxAula 01 Qualidade RDC 63.pptx
Aula 01 Qualidade RDC 63.pptx
Kelengomez
 
Aula 01 Qualidade RDC 63.pptx
Aula 01 Qualidade RDC 63.pptxAula 01 Qualidade RDC 63.pptx
Aula 01 Qualidade RDC 63.pptx
Kelengomez
 
Medidas de PCI para atendimento a pacientes em tempo de crise.pptx
Medidas de PCI para atendimento a pacientes em tempo de crise.pptxMedidas de PCI para atendimento a pacientes em tempo de crise.pptx
Medidas de PCI para atendimento a pacientes em tempo de crise.pptx
ginesiomariano1
 
Protocolo cirurgia-segura
Protocolo cirurgia-seguraProtocolo cirurgia-segura
Protocolo cirurgia-segura
Edilaine Torrecilha
 
Cirurgia segura
Cirurgia seguraCirurgia segura
Cirurgia segura
Wilson Teles
 
Protocolo de cirurgia segura
Protocolo de cirurgia seguraProtocolo de cirurgia segura
Protocolo de cirurgia segura
Socorro Carneiro
 
Semana de segurança do paciente - 2021
Semana de segurança do paciente - 2021Semana de segurança do paciente - 2021
Semana de segurança do paciente - 2021
Marco Lamim
 
Segurança do pasciente
Segurança do pascienteSegurança do pasciente
Segurança do pasciente
IrYarasdp
 
Segurança do Paciente aula tratamento cl
Segurança do Paciente aula tratamento clSegurança do Paciente aula tratamento cl
Segurança do Paciente aula tratamento cl
MarinalvaSantos18
 
slide segurança do paciente.pptxnnnnnnnn
slide segurança do paciente.pptxnnnnnnnnslide segurança do paciente.pptxnnnnnnnn
slide segurança do paciente.pptxnnnnnnnn
pamelacastro71
 
020 2010 terapia_intravenosa
020 2010 terapia_intravenosa020 2010 terapia_intravenosa
020 2010 terapia_intravenosa
Kelly Centurião
 
Cirurgiasegura
CirurgiaseguraCirurgiasegura
Cirurgiasegura
Mara Soares
 
Aula metas internacionais.pptx
Aula metas internacionais.pptxAula metas internacionais.pptx
Aula metas internacionais.pptx
Kelengomez
 
enfermagem perioperatoria [Salvo automaticamente].pptx
enfermagem perioperatoria [Salvo automaticamente].pptxenfermagem perioperatoria [Salvo automaticamente].pptx
enfermagem perioperatoria [Salvo automaticamente].pptx
anabeltrao4
 

Semelhante a acreditação em centro cirúrgico (20)

Implementação do Check List de Cirurgia Segura Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Implementação do Check List de Cirurgia Segura Hospital Alemão Oswaldo CruzImplementação do Check List de Cirurgia Segura Hospital Alemão Oswaldo Cruz
Implementação do Check List de Cirurgia Segura Hospital Alemão Oswaldo Cruz
 
roseartigo (1) (1).docx
roseartigo (1) (1).docxroseartigo (1) (1).docx
roseartigo (1) (1).docx
 
aula 03 PNSP.pptx
aula 03 PNSP.pptxaula 03 PNSP.pptx
aula 03 PNSP.pptx
 
04 sobecc v19n1
04 sobecc v19n104 sobecc v19n1
04 sobecc v19n1
 
Segurança do paciente e procedimento invasivo - Tópico 10_Guia Curricular da OMS
Segurança do paciente e procedimento invasivo - Tópico 10_Guia Curricular da OMSSegurança do paciente e procedimento invasivo - Tópico 10_Guia Curricular da OMS
Segurança do paciente e procedimento invasivo - Tópico 10_Guia Curricular da OMS
 
Acompanhamento da rotina de um centro cirúrgico há um protocolo de cirurgia s...
Acompanhamento da rotina de um centro cirúrgico há um protocolo de cirurgia s...Acompanhamento da rotina de um centro cirúrgico há um protocolo de cirurgia s...
Acompanhamento da rotina de um centro cirúrgico há um protocolo de cirurgia s...
 
Aula 01 Qualidade RDC 63.pptx
Aula 01 Qualidade RDC 63.pptxAula 01 Qualidade RDC 63.pptx
Aula 01 Qualidade RDC 63.pptx
 
Aula 01 Qualidade RDC 63.pptx
Aula 01 Qualidade RDC 63.pptxAula 01 Qualidade RDC 63.pptx
Aula 01 Qualidade RDC 63.pptx
 
Medidas de PCI para atendimento a pacientes em tempo de crise.pptx
Medidas de PCI para atendimento a pacientes em tempo de crise.pptxMedidas de PCI para atendimento a pacientes em tempo de crise.pptx
Medidas de PCI para atendimento a pacientes em tempo de crise.pptx
 
Protocolo cirurgia-segura
Protocolo cirurgia-seguraProtocolo cirurgia-segura
Protocolo cirurgia-segura
 
Cirurgia segura
Cirurgia seguraCirurgia segura
Cirurgia segura
 
Protocolo de cirurgia segura
Protocolo de cirurgia seguraProtocolo de cirurgia segura
Protocolo de cirurgia segura
 
Semana de segurança do paciente - 2021
Semana de segurança do paciente - 2021Semana de segurança do paciente - 2021
Semana de segurança do paciente - 2021
 
Segurança do pasciente
Segurança do pascienteSegurança do pasciente
Segurança do pasciente
 
Segurança do Paciente aula tratamento cl
Segurança do Paciente aula tratamento clSegurança do Paciente aula tratamento cl
Segurança do Paciente aula tratamento cl
 
slide segurança do paciente.pptxnnnnnnnn
slide segurança do paciente.pptxnnnnnnnnslide segurança do paciente.pptxnnnnnnnn
slide segurança do paciente.pptxnnnnnnnn
 
020 2010 terapia_intravenosa
020 2010 terapia_intravenosa020 2010 terapia_intravenosa
020 2010 terapia_intravenosa
 
Cirurgiasegura
CirurgiaseguraCirurgiasegura
Cirurgiasegura
 
Aula metas internacionais.pptx
Aula metas internacionais.pptxAula metas internacionais.pptx
Aula metas internacionais.pptx
 
enfermagem perioperatoria [Salvo automaticamente].pptx
enfermagem perioperatoria [Salvo automaticamente].pptxenfermagem perioperatoria [Salvo automaticamente].pptx
enfermagem perioperatoria [Salvo automaticamente].pptx
 

Último

saúde coletiva para tecnico em enfermagem
saúde coletiva para tecnico em enfermagemsaúde coletiva para tecnico em enfermagem
saúde coletiva para tecnico em enfermagem
DavyllaVerasMenezes
 
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagemSistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
BarbaraKelle
 
aula 06 - Distúrbios Hemodinâmicos ( circulatórios).pdf
aula 06 - Distúrbios Hemodinâmicos ( circulatórios).pdfaula 06 - Distúrbios Hemodinâmicos ( circulatórios).pdf
aula 06 - Distúrbios Hemodinâmicos ( circulatórios).pdf
ADRIANEGOMESDASILVA
 
higienização de espaços e equipamentos
higienização de    espaços e equipamentoshigienização de    espaços e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
Manuel Pacheco Vieira
 
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptxBioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
BeatrizLittig1
 
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptxA-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
walterjose20
 
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
jhordana1
 
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Lenilson Souza
 
AULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao Facia
AULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao  FaciaAULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao  Facia
AULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao Facia
AntonioXavier35
 
3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude
3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude
3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude
WilberthLincoln1
 
Medicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdf
Medicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdfMedicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdf
Medicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdf
jhordana1
 

Último (11)

saúde coletiva para tecnico em enfermagem
saúde coletiva para tecnico em enfermagemsaúde coletiva para tecnico em enfermagem
saúde coletiva para tecnico em enfermagem
 
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagemSistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
Sistema Reprodutor Feminino curso tec. de enfermagem
 
aula 06 - Distúrbios Hemodinâmicos ( circulatórios).pdf
aula 06 - Distúrbios Hemodinâmicos ( circulatórios).pdfaula 06 - Distúrbios Hemodinâmicos ( circulatórios).pdf
aula 06 - Distúrbios Hemodinâmicos ( circulatórios).pdf
 
higienização de espaços e equipamentos
higienização de    espaços e equipamentoshigienização de    espaços e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
 
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptxBioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
 
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptxA-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
A-Importancia-da-Saude-Mental-na-Juventude.pptx
 
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
 
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
Descubra os segredos do emagrecimento sustentável: Dicas práticas e estratégi...
 
AULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao Facia
AULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao  FaciaAULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao  Facia
AULA 04.06. BOTOX.pdfHarmonizaçao Facia
 
3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude
3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude
3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude
 
Medicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdf
Medicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdfMedicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdf
Medicamentos que atuam no Sistema Digestório.pdf
 

acreditação em centro cirúrgico

  • 2. Acreditação constitui-se no mais antigo e divulgado processo de avaliação externa de serviços, que resulta na atribuição de um certificado de mérito. Este programa se firmou na última década como um meio por excelência de monitorização da melhoria contínua, sendo que a sua crescente popularidade, tem resultado na conscientização geral das questões da avaliação e melhoria da qualidade na área da saúde. A acreditação, portanto, é um instrumento de aferição da gestão da qualidade, de caráter externo, o qual confere aos compradores de serviços e aos clientes/pacientes a confiança de estabelecer negócio com uma instituição de saúde, que apresenta concordância com padrões determinados de segurança e qualidade no atendimento ao paciente. INTRODUÇÃO
  • 3. A Avaliação da Qualidade na saúde iniciou-se no século passado, quando foi formado o Colégio Americano de Cirurgiões (CAC) que estabeleceu, em meados de 1924 o Programa de Padronização Hospitalar (PPH). Neste programa foi definido um conjunto de padrões mais apropriados para garantir a qualidade da assistência aos pacientes. Nele, três padrões relacionavam-se à organização do corpo médico, ao exercício da profissão, e ao conceito de corpo clínico; outro preconizava o preenchimento do prontuário, incluindo a história e exames do paciente, bem como as condições da alta; e o último, referia-se à existência de recursos diagnósticos e terapêuticos, além de no mínimo um laboratório clínico para análises e departamento de radiologia. Com o desenvolvimento da medicina e da tecnologia, os modelos de avaliação da qualidade - acreditação passaram a direcionar sua atuação no sentido de privilegiar a ênfase na assistência clínica através do monitoramento de indicadores de desempenho ajustados à gravidade, ao desempenho institucional e, finalmente assumiu o papel de educação com monitoramento dos padrões e recomendações. UM POUCO DE HISTÓRIA...
  • 4. No Brasil, talvez o primeiro estudo no sentido de melhorar a qualidade na organização dos hospitais tenha sido do Dr. Odair Pedroso (SP) em 1935, ao conceber uma Ficha de Inquérito Hospitalar (Quadro1) para a Comissão de Assistência Hospitalar do Ministério da Saúde (MS), substituída posteriormente pelo Serviço de Medicina Social, hoje extinto. BRASIL
  • 5. A Acreditação é o procedimento de avaliação dos recursos institucionais, voluntário, periódico, reservado e sigiloso, que tende a garantir a qualidade da assistência através de padrões previamente aceitos. Para a Organização Mundial da Saúde ( OMS) a partir de 1989 , a Acreditação passou a ser elemento estratégico para o desenvolvimento da qualidade na América Latina. À medida que a atenção à saúde exige respostas às necessidades de populações específicas com maior vulnerabilidade ou alto risco, a acreditação baseada em princípios epidemiológicos, necessários para determinar estratégias de maior efetividade é consensualmente tida como indispensável. A acreditação não deve ser vista como um julgamento, mas uma oportunidade de mudança. Não deve ser entendida como um fim em si mesma, mas deve ser acompanhada por propostas que busquem implementar as mudanças. COMO FUNCIONA?
  • 6. A partir do final dos anos 80, o desenvolvimento de uma segunda etapa da qualidade. Esse segundo momento focaliza-se nos aspectos organizacionais e nas decisões gerenciais. Os sistemas da Qualidade e do Melhoramento Contínuo trouxeram a ênfase no cliente e, ao mesmo tempo, a afirmação de abordagens orientadas para a humanização da atenção e para a valorização de relações mais equitativas entre profissionais e pacientes.  Requisitos de boas práticas para cirurgia segura A OMS, por meio do programa Aliança Mundial para a Segurança do Paciente elegeu como prioridade a redução de danos ao paciente, inerente ao atendimento hospitalar. Foi elaborado o primeiro roteiro de cirurgia segura – Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica (safe surgery checklist). SEGURANÇA CIRÚRGICA
  • 7. 1. Operar o paciente certo e o local cirúrgico certo. 2. Utilizar métodos conhecidos para impedir danos na administração de anestésicos, enquanto protege o paciente da dor. 3. Reconhecer e estar efetivamente preparada para perda de via aérea ou de função respiratória que ameacem a vida. 4. Reconhecer e estar efetivamente preparada para o risco de grandes perdas sanguíneas. 5. Evitar a indução de reação adversa a drogas ou reação alérgica sabidamente de risco ao paciente. 6. Utilizar de maneira sistemática, métodos conhecidos para minimizar o risco de infecção no sitio cirúrgico. 7. Impedir a retenção inadvertida de instrumentais ou compressas nas feridas cirúrgicas. 8. Manter seguros e identificará precisamente todos os espécimes cirúrgicos. 9. Comunicar efetivamente e trocar informações criativas para a condução segura da operação. 10. Os serviços de saúde devem estabelecer vigilância de rotina sobre a capacidade, volume e resultados cirúrgicos. QUAIS SÃO OS REQUISITOS?
  • 8. A OMS revelou em 2008, que foram realizadas 234 milhões de cirurgias no mundo, uma para cada 25 pessoas. Cerca de dois milhões de pacientes morreram nesses procedimentos e sete milhões apresentaram complicações, sendo que 50% destas foram consideradas evitáveis. Para cada 300 pacientes admitidos nos hospitais, um morre em decorrência de complicações cirúrgicas. A assistência cirúrgica é complexa e envolve dezenas de etapas que devem ser otimizadas individualmente para os pacientes. Para minimizar a perda desnecessária de vidas e complicações sérias, as equipes operatórias devem atingir os dez objetivos básicos e essenciais em qualquer caso cirúrgico, apoiados pelas orientações para a cirurgia segura da OMS. Epidemiologia A Acreditação reforça uma avaliação adequada do paciente, uma revisão completa do prontuário, adoção de uma cultura organizacional que apoie a comunicação aberta entre os membros da equipe e a melhoria dos registros no prontuário, evitando-se o uso de abreviações e participação efetiva do paciente em seu procedimento. Estes aspectos contribuem para se evitar erros no espaço de uma sala cirúrgica.
  • 9. 1. Práticas Seguras no PRÉ-OPERATÓRIO: a. higienizar as mãos; b. reduzir ao máximo o tempo de hospitalização no pré-operatório; c. manter controle glicêmico e tratamento de processos infecciosos em outras topografias(avaliação clínica pré-operatória); d. conservar as boas condições de higiene pessoal do paciente; e. adotar racionalmente a tricotomia do sítio operatório; f. utilizar antibiótico terapia profilática em cirurgia, conforme protocolo baseado em evidências; g. garantir higiene, antissepsia e paramentação correta da equipe de cirurgia; h. fazer uso de materiais e artigos limpos e esterilizados, em conformidade com os indicadores de segurança sanitária. BOAS PRÁTICAS
  • 10. 2. Práticas Seguras no TRANS-OPERATÓRIO: a. higienizar as mãos; b. preparar o campo operatório, com o uso de antisséptico degermante e alcoólico de mesmo princípio ativo. Em cirurgias de longa duração recomenda-se o uso de clorexidina em decorrência do seu efeito residual mais prolongado; c. empregar técnica cirúrgica asséptica, com menor risco de trauma tecidual e ou falhas na hemostasia; d. utilizar drenos com sistema fechado; e. reduzir superlotação na sala de cirurgia; f. garantir suporte de oxigenioterapia BOAS PRÁTICAS
  • 11. 3. Práticas Seguras no PÓS-OPERATÓRIO: a. higienizar as mãos; b. realizar curativos com técnica asséptica; c. trocar o curativo quando na presença de umidade ou sujidade local; d. não adotar a terapia profilática com antibióticos até a retirada de drenos ou pontos da incisão; e. diagnosticar e tratar precocemente as infecções de sítio cirúrgico e complicações, tendo como princípio à avaliação médica criteriosa. A adesão às práticas seguras de atendimento ao paciente cirúrgico envolvem vários setores do hospital, no sentido de garantir à equipe de cirurgia as condições apropriadas para a realização dos procedimentos, reduzindo-se os riscos de infecção cirúrgica e de outras complicações passíveis de prevenção. O monitoramento da adesão às práticas de biossegurança, além da revisão e melhoria contínua dos processos assistenciais, deve envolver a equipe multidisciplinar e o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar. BOAS PRÁTICAS
  • 12. A ENFERMAGEM NA PROMOÇÃO DE CIRURGIA SEGURA São atribuições da equipe de enfermagem: - realizar adequadamente o preparo pré- operatório do paciente; - organizar e abastecer a sala cirúrgica; - atender as diferentes demandas na sala cirúrgica no pré-trans e pós operatório; - verificar o adequado funcionamento dos equipamentos cirúrgicos no pré, trans e pós procedimento; - manter interação constante com setores de manutenção, compras e almoxarifado, banco de sangue, laboratório clínico, serviço de imagem e outros. As ações do profissional de enfermagem em centro cirúrgico vão além da realização de procedimentos tecnicamente corretos, este profissional atua como colaborador ativo na segurança do paciente nas diferentes fases do procedimento. ENFERMAGEM EM AÇÃO
  • 13. Requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde15 Objetivos da Acreditação : 1. Reforçar as orientações para que os profissionais e serviços de saúde cumpram com o rigor técnico a limpeza, desinfecção e esterilização dos produtos; 2. Avalizar as ações de vigilância para que seja possível rastrear os produtos; 3. Afiançar o controle de qualidade nas etapas operacionais do reprocessamento; 4. Garantir a segurança e qualidade do processo. Os profissionais das centrais de esterilização, especificamente a equipe de enfermagem devem conhecer profundamente os critérios de boas práticas em: A. classificação de produtos para saúde; B. conceitos básicos de microbiologia; C. transporte dos produtos contaminados; D. processo de limpeza, desinfecção, preparo, inspeção, acondicionamento, embalagens, esterilização, funcionamento dos equipamentos existentes; E. monitoramento de processos por indicadores químicos, biológicos e físicos; F. rastreabilidade, armazenamento e distribuição dos produtos para saúde; G. manutenção da esterilidade do produto. REQUISITOS
  • 14. O sucesso da qualidade vai além das ferramentas de trabalho e consiste em mais quatro elementos básicos: o comprometimento da alta administração, da melhoria contínua e da capacitação e comprometimento dos colaboradores. Especificamente, sob a ótica do enfermeiro a falta de atenção às práticas da gestão de pessoas é um grande problema para implementação da Gestão pela Qualidade. A qualidade resulta de um comportamento positivo dos colaboradores e a melhor ferramenta para alcançar a excelência da mesma é a mente humana que interpreta e faz com que as coisas aconteçam, propõe melhorias e mudanças necessárias. Pessoas diferentes têm habilidades, aptidões e talentos diferentes. Concluímos que o processo de acreditação identifica avanços, dificuldades, limitações e possibilidades de mudança além de promover a aprendizagem na situação de trabalho. CONCLUSÃO
  • 15. EQUIPE: Abner Soares Barbosa Arlene Nunes Fernanda Evangelista Josilene Uchôa Andrade