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ACREDITAÇÃO: QUALIDADE TOTAL
NOS SERVIÇOS DE SAÚDE
CONCEITOS DE QUALIDADE EM
SERVIÇOS DE SAÚDE
* Maximizar os cuidados e benefícios
* Minimizar os riscos
* Eficácia: Habilidade da ciência e da arte da
assistência médica em oferecer melhorias na saúde
e no bem estar.
* Efetividade: Relação entre o benefício real
oferecido pelo sistema de saúde ou assistência e o
potencial esperado (ou ideal do mesmo).
* Eficiência: Relação entre o benefício oferecido
pelo sistema de saúde ou assistência médica e seu
custo econômico.
Pilares da Qualidade (A. Donabedian)
* Adequação: Estabelecimento do ponto de equilíbrio
relativo, em que o benefício é elevado ao máximo
em relação ao seu custo econômico.
* Conformidade: Adaptação dos cuidados médicos e
da atenção à saúde, às expectativas, aos desejos e
valores dos pacientes e familiares.
* Legitimidade: Possibilidade de adaptar
satisfatoriamente um serviço à comunidade ou à
sociedade como um todo.
* Eqüidade: Determinação da adequada e justa
distribuição dos serviços e benefícios para a
comunidade, população ou sociedade.
INSTRUMENTOS REGULADORES DA
QUALIDADE ASSISTENCIAL
HABILITAÇÃO
* Processo realizado pela autoridade sanitária;
* Busca identificar se a organização de saúde
responde às exigências estruturais definidas em
instrumentos legais;
* É o passo inicial para que uma organização de
saúde esteja apta a prestar serviços à população em
geral;
* Pré requisito para o processo de avaliação para a
Acreditação.
INSTRUMENTOS REGULADORES DA
QUALIDADE ASSISTENCIAL
ACREDITAÇÃO
Sistema de avaliação externa que verifica a
concordância com um conjunto de padrões
previamente estabelecidos.
SIGNIFICADO DO TERMO ACREDITAR
ACREDITAR TER CONFIANÇA
Tranquilidade
Segurança
Satisfação
PRINCIPAIS INTERESSADOS PELO
PROCESSO DE ACREDITAÇÃO
* Líderes/Administradores
* Profissionais de Saúde
* Organizações de Saúde
* Sistemas Compradores
* Governo
* Cidadão
PRINCIPAIS VANTAGENS COM O
PROCESSO DE ACREDITAÇÃO
* Caminho para a Melhoria Contínua
* Qualidade da Assistência
* Segurança para os Pacientes e Profissionais
ONA (Organização Nacional
de Acreditação)
​​ É a responsável por coordenar o
processo para a Acreditação de
Serviços e Programas da Saúde, em
nível nacional.
A ONA COMO INSTITUIÇÃO (1.999 )
Uma ONG, de direito privado, sem finalidade de
lucro e de interesse geral.
Objetivo Geral:
“Promover a implementação de um processo
permanente de avaliação e certificação da
qualidade dos Serviços de Saúde, promovendo a
melhoria contínua dos serviços em busca de
assegurar a qualidade da atenção aos cidadãos em
todas as organizações de saúde e em todo o País”.
O MINISTÉRIO DA SAÚDE
O Ministério da Saúde apoia a ONA, demostrando
um novo papel do estado moderno ao induzir,
apoiar e controlar os processos de
desenvolvimento social, sem uma visão autoritária
e intervencionista, baseado em uma perspectiva
de consenso, compromisso e participação de
todos os atores, conforme portarias: GM/MS No.
1107, de 14 de junho de 1995; GM/MS No. 538, de
17 de abril de 2001; GM/MS No. 1970, de 25 de
outubro de 2001.
A ANVISA
A Agência Nacional
de Vigilância
Sanitária apoia as
ações da Organização Nacional de Acreditação
para a consolidação do Sistema Brasileiro de
Acreditação de Organizações Prestadoras de
Serviços de Saúde, através da capacitação de
pessoas (multiplicadores) e do
aperfeiçoamento/desenvolvimento da
metodologia e dos instrumentos de avaliação dos
serviços, conforme convênio nº 026/2001 firmado
em 31 de dezembro de 2001.
A g ê n c ia N a c io n a l
d e V ig ilâ n c ia S a n itá ria
INSTITUIÇÕES ACREDITADORAS
Organização de direito privado, com ou sem fins
econômicos, credenciada pela Organização Nacional de
Acreditação (ONA), com a responsabilidade de proceder à
avaliação e certificação da qualidade dos serviços, dentro
do processo de acreditação, em nível nacional.
As Instituições Acreditadoras Credenciadas possuem
atuação nacional, podendo realizar atividades em qualquer
localidade da Federação, independente da localização de
sua sede.
A LÓGICA E O MÉTODO
Característica Fundamental da Metodologia:
Verificação integral da conformidade de todos os
processos do serviço de saúde, baseada em um sistema
de padrões e itens de orientação.
LÓGICA SISTÊMICA
PROCESSO DE ACREDITAÇÃO
* VOLUNTÁRIO
* CONFIDENCIAL
* EDUCATIVO
* CONTÍNUO
* AUTO AVALIAÇÃO
PROCESSO DE ACREDITAÇÃO
Nível 1: SEGURANÇA
Identifica riscos específicos
e os gerencia com foco na segurança
Quando a instituição cumprir os pré-requisitos do
nível 1 receberá o selo de ACREDITADO
Validade de 2 anos após a homologação pela ONA
Os itens de orientação para o nível 1 são:
-Responsabilidade técnica conforme legislação.
-Corpo funcional, habilitado ou capacitado, dimensionado
adequadamente às necessidades do serviço.
-Condições operacionais que atendam aos requisitos de
segurança para o cliente (interno e externo).
-Identificação, gerenciamento e controle de riscos
sanitários, ambientais, ocupacionais e relacionados à
responsabilidade civil, infecções e biossegurança.
• Para atender a este nível a instituição de saúde
deverá buscar a qualidade na assistência
prestada, valorizando recursos humanos,
qualificação adequada dos profissionais e
principalmente, atendimento seguro aos clientes.
Para isso, é imprescindível uma política de
controle de riscos com o intuito de aprimorar e
ampliar a qualidade nos serviços
PROCESSO DE ACREDITAÇÃO
Nível 2: ORGANIZAÇÃO
Baseia-se nos PROCESSOS
Se a instituição avaliada gerencia os processos
e suas interações, se estabelece sistemática
de medição e avaliação destes e se possui
programa de educação e treinamento continuados
Quando a instituição cumprir os pré-requisitos
do
nível 1e 2 receberá o selo de
ACREDITADO PLENO
Validade de 2 anos após a homologação pela ONA
Os itens de orientação para o nível 2 são:
- Identificação, definição, padronização e documentação
dos processos.
- Identificação de fornecedores e clientes e sua
interação sistêmica.
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- Documentação (procedimentos e registros) atualizada,
disponível e aplicada.
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identificados.
- Medição e avaliação dos resultados de processos.
- Programa de educação e treinamento continuado, com
evidências de melhoria e impacto nos processos.
- Grupos de trabalho para a melhoria de processos e
interação institucional.
* A instituição deve ter atividades de cuidado ao
paciente ligadas a um resultado, assim como
atividades ligadas a infra-estrutura o que
significa técnicas operacionais, elaboração de
registros clínicos de diagnóstico, tratamento,
evolução e transferência dos clientes.
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Nível 3: RESULTADOS
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Quando a instituição cumprir os pré-requisitos do
nível 1,2 e 3 receberá o selo de
ACREDITADA COM EXCELÊNCIA
Validade de 3 anos após a homologação pela ONA
VANTAGENS DA ACREDITAÇÃO
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  • 2. CONCEITOS DE QUALIDADE EM SERVIÇOS DE SAÚDE * Maximizar os cuidados e benefícios * Minimizar os riscos
  • 3. * Eficácia: Habilidade da ciência e da arte da assistência médica em oferecer melhorias na saúde e no bem estar. * Efetividade: Relação entre o benefício real oferecido pelo sistema de saúde ou assistência e o potencial esperado (ou ideal do mesmo). * Eficiência: Relação entre o benefício oferecido pelo sistema de saúde ou assistência médica e seu custo econômico. Pilares da Qualidade (A. Donabedian)
  • 4. * Adequação: Estabelecimento do ponto de equilíbrio relativo, em que o benefício é elevado ao máximo em relação ao seu custo econômico. * Conformidade: Adaptação dos cuidados médicos e da atenção à saúde, às expectativas, aos desejos e valores dos pacientes e familiares. * Legitimidade: Possibilidade de adaptar satisfatoriamente um serviço à comunidade ou à sociedade como um todo. * Eqüidade: Determinação da adequada e justa distribuição dos serviços e benefícios para a comunidade, população ou sociedade.
  • 5. INSTRUMENTOS REGULADORES DA QUALIDADE ASSISTENCIAL HABILITAÇÃO * Processo realizado pela autoridade sanitária; * Busca identificar se a organização de saúde responde às exigências estruturais definidas em instrumentos legais; * É o passo inicial para que uma organização de saúde esteja apta a prestar serviços à população em geral; * Pré requisito para o processo de avaliação para a Acreditação.
  • 6. INSTRUMENTOS REGULADORES DA QUALIDADE ASSISTENCIAL ACREDITAÇÃO Sistema de avaliação externa que verifica a concordância com um conjunto de padrões previamente estabelecidos.
  • 7. SIGNIFICADO DO TERMO ACREDITAR ACREDITAR TER CONFIANÇA Tranquilidade Segurança Satisfação
  • 8. PRINCIPAIS INTERESSADOS PELO PROCESSO DE ACREDITAÇÃO * Líderes/Administradores * Profissionais de Saúde * Organizações de Saúde * Sistemas Compradores * Governo * Cidadão
  • 9. PRINCIPAIS VANTAGENS COM O PROCESSO DE ACREDITAÇÃO * Caminho para a Melhoria Contínua * Qualidade da Assistência * Segurança para os Pacientes e Profissionais
  • 10. ONA (Organização Nacional de Acreditação) ​​ É a responsável por coordenar o processo para a Acreditação de Serviços e Programas da Saúde, em nível nacional.
  • 11. A ONA COMO INSTITUIÇÃO (1.999 ) Uma ONG, de direito privado, sem finalidade de lucro e de interesse geral. Objetivo Geral: “Promover a implementação de um processo permanente de avaliação e certificação da qualidade dos Serviços de Saúde, promovendo a melhoria contínua dos serviços em busca de assegurar a qualidade da atenção aos cidadãos em todas as organizações de saúde e em todo o País”.
  • 12. O MINISTÉRIO DA SAÚDE O Ministério da Saúde apoia a ONA, demostrando um novo papel do estado moderno ao induzir, apoiar e controlar os processos de desenvolvimento social, sem uma visão autoritária e intervencionista, baseado em uma perspectiva de consenso, compromisso e participação de todos os atores, conforme portarias: GM/MS No. 1107, de 14 de junho de 1995; GM/MS No. 538, de 17 de abril de 2001; GM/MS No. 1970, de 25 de outubro de 2001.
  • 13. A ANVISA A Agência Nacional de Vigilância Sanitária apoia as ações da Organização Nacional de Acreditação para a consolidação do Sistema Brasileiro de Acreditação de Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde, através da capacitação de pessoas (multiplicadores) e do aperfeiçoamento/desenvolvimento da metodologia e dos instrumentos de avaliação dos serviços, conforme convênio nº 026/2001 firmado em 31 de dezembro de 2001. A g ê n c ia N a c io n a l d e V ig ilâ n c ia S a n itá ria
  • 14. INSTITUIÇÕES ACREDITADORAS Organização de direito privado, com ou sem fins econômicos, credenciada pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), com a responsabilidade de proceder à avaliação e certificação da qualidade dos serviços, dentro do processo de acreditação, em nível nacional. As Instituições Acreditadoras Credenciadas possuem atuação nacional, podendo realizar atividades em qualquer localidade da Federação, independente da localização de sua sede.
  • 15. A LÓGICA E O MÉTODO Característica Fundamental da Metodologia: Verificação integral da conformidade de todos os processos do serviço de saúde, baseada em um sistema de padrões e itens de orientação. LÓGICA SISTÊMICA
  • 16. PROCESSO DE ACREDITAÇÃO * VOLUNTÁRIO * CONFIDENCIAL * EDUCATIVO * CONTÍNUO * AUTO AVALIAÇÃO
  • 17. PROCESSO DE ACREDITAÇÃO Nível 1: SEGURANÇA Identifica riscos específicos e os gerencia com foco na segurança Quando a instituição cumprir os pré-requisitos do nível 1 receberá o selo de ACREDITADO Validade de 2 anos após a homologação pela ONA
  • 18. Os itens de orientação para o nível 1 são: -Responsabilidade técnica conforme legislação. -Corpo funcional, habilitado ou capacitado, dimensionado adequadamente às necessidades do serviço. -Condições operacionais que atendam aos requisitos de segurança para o cliente (interno e externo). -Identificação, gerenciamento e controle de riscos sanitários, ambientais, ocupacionais e relacionados à responsabilidade civil, infecções e biossegurança.
  • 19. • Para atender a este nível a instituição de saúde deverá buscar a qualidade na assistência prestada, valorizando recursos humanos, qualificação adequada dos profissionais e principalmente, atendimento seguro aos clientes. Para isso, é imprescindível uma política de controle de riscos com o intuito de aprimorar e ampliar a qualidade nos serviços
  • 20. PROCESSO DE ACREDITAÇÃO Nível 2: ORGANIZAÇÃO Baseia-se nos PROCESSOS Se a instituição avaliada gerencia os processos e suas interações, se estabelece sistemática de medição e avaliação destes e se possui programa de educação e treinamento continuados Quando a instituição cumprir os pré-requisitos do nível 1e 2 receberá o selo de ACREDITADO PLENO Validade de 2 anos após a homologação pela ONA
  • 21. Os itens de orientação para o nível 2 são: - Identificação, definição, padronização e documentação dos processos. - Identificação de fornecedores e clientes e sua interação sistêmica. - Estabelecimento dos procedimentos. - Documentação (procedimentos e registros) atualizada, disponível e aplicada. - Definição de indicadores para os processos identificados.
  • 22. - Medição e avaliação dos resultados de processos. - Programa de educação e treinamento continuado, com evidências de melhoria e impacto nos processos. - Grupos de trabalho para a melhoria de processos e interação institucional.
  • 23. * A instituição deve ter atividades de cuidado ao paciente ligadas a um resultado, assim como atividades ligadas a infra-estrutura o que significa técnicas operacionais, elaboração de registros clínicos de diagnóstico, tratamento, evolução e transferência dos clientes.
  • 24. PROCESSO DE ACREDITAÇÃO Nível 3: RESULTADOS Baseia-se nos PROCESSOS (Excelência na Gestão) Estratégias voltadas aos indicadores de desempenho dos processos de análise crítica. Necessita ainda apresentar inovações e melhorias implementadas. Quando a instituição cumprir os pré-requisitos do nível 1,2 e 3 receberá o selo de ACREDITADA COM EXCELÊNCIA Validade de 3 anos após a homologação pela ONA
  • 25. VANTAGENS DA ACREDITAÇÃO 1. Segurança para os pacientes e profissionais 2. Qualidade da assistência 3. Instrumento de gerenciamento 4. Critérios e objetivos concretos 5. O caminho para a melhoria contínua.