SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 58
1
Introdução ao Sistema Nervoso
• Tem vasta complexidade de processos
  cognitivos
• Controla as ações do corpo
• Recebe milhões de informações de diferentes
  órgãos
• Integra-os para gerar respostas que vão ser
  executadas pelo corpo
Neurônio
• 100 bilhões de neurônios
• Sinais aferentes chegam nesse neurônio
  através de sinapses principalmente nos
  dentritos onde pode haver de centenas a
  milhares de conexões simpáticas aferentes
Neurônio
Neurônio
• O sinal eferente trafega por um único axônio e
  esse axônio possui várias ramificações que se
  dirigem para outros lugares do corpo
Sinapses
• O sinal normalmente se propaga apenas em
  direção anterógrada
• Isso faz com que o sinal trafegue na direção
  necessária para executar as funções nervosas
  requeridas
Divisão Sensorial do Sistema nervoso
      – Os receptores sensoriais
         Experiências sensoriais

         Receptores sensoriais



Reação imediata       Armazenada (memória)
Divisão Sensorial do Sistema nervoso
      – Os receptores sensoriais
Essas sensações chegam pelos nervos periférico
  e é conduzida para:
• Medula espinhal
• Tronco cerebral
• Cerebelo
• Córtex cerebral
Divisão motora do Sistema Nervoso –
            Os efetores
• O papel mais importante do sistema nervoso é
  controlar o corpo
Contração dos músculos esqueléticos
Contração do músculo liso dos órgãos internos
Secreção de substâncias por glândulas e essas
  agem em várias partes do corpo
Divisão motora do Sistema Nervoso –
            Os efetores
• O músculo esquelético pode ser controlado
  por diferentes níveis do sistema nervoso
  central
Medula espinhal
Tronco cerebral
Gânglios da base
Cerebelo
Córtex
Processamento de informações –
  Função “integrativa” do sistema
             nervoso
                Sistema nervoso

              Respostas mentais

         Resposta motora apropriada

Mais de 99% de toda função sensorial é descartada
pelo cérebro por não ser considerada importante
Processamento de informações –
   Função “integrativa” do sistema
              nervoso
• Se a informação for importante ela é
  canalizada para gerar respostas motoras
  apropriadas
• Isso é chamado de função integrativa do
  sistema nervoso
Papel das sinapses no processamento
           de informações
• A sinapse é o ponto de confluência entre um
  neurônio e outro
• Elas determinam as direções que os sinais
  nervosos vão se distribuir através do sistema
  nervoso
Papel das sinapses no processamento
           de informações
• Algumas sinapses transmitem informação de um
  neurônio para o outro com dificuldade e outras
  com facilidade
• Deve-se considerar então que há sinais
  facilitatórios e outros inibitórios que as vezes
  abrem a sinapse para uma transmissão e as vezes
  fecha
• As vezes um neuronio responde com um grande
  número de impulsos, outras vezes com menos
  impulsos
Papel das sinapses no processamento
           de informações
• Então as sinapses executam com ação seletiva.
  Pode-se bloquear um sinal enviando sinais
  fracos ou pode também ampliar sinais
• Isso faz com que o neurônio controle os sinais
  podendo enviar um sinal para uma só direção
  ou para várias direções
Armazenamento da informação -
            Memória
• A maior parte do armazenamento ocorre:
No córtex cerebral
• Em menor parte:
Regiões subcorticais do encéfalo
Medula espinhal
Armazenamento da informação -
            Memória
• A memória também é executada por sinapses
  e cada vez que determinados tipos de sinais
  passam através de sequencias de sinapses,
  estas tornam-se capazes de transmitir o
  mesmo sinal em outras oportunidades
• Isso se chama facilitação
Principais níveis funcionais do
        Sistema Nervoso Central
• Medula espinhal
• Tronco cerebral, cerebelo, gânglios da base
• Córtex
Principais níveis funcionais do
        Sistema Nervoso Central
• Medula espinhal
 Não é apenas uma via de passagem de
  informação da periferia para o córtex
 São responsáveis também pelo:
1- Movimento de marcha
2- Reflexos que afastam o corpo contra a dor
3- Reflexos que enrijecem as pernas para sustentar
  o corpo contra a gravidade
4- Reflexos que controlam os vasos sanguíneos,
  movimentos gastrointestinais e excreção urinária
Principais níveis funcionais do
        Sistema Nervoso Central
• Tronco cerebral, cerebelo, gânglios da base
Controla a maioria das atividades inconciente
1- Controle da PA
2- Respiração
3- Equilíbrio
Principais níveis funcionais do
        Sistema Nervoso Central
• Córtex
1- Armazena memórias
2- Sem ele as regiões subcorticais teriam respostas
  imprecisas
3- Pensamento

     O córtex abre um mundo de informações
  armazenadas para que seja explorado pela nossa
                     mente
Sinapses do Sistema Nervoso Central
• A informação é transmitida principalmente na
  forma de potenciais de ação, chamados de
  impulsos nervosos que passam de um neurônio
  ao outro
• O impulso:
 Pode ser bloqueado de um neurônio a outro
 Pode ser transformado de um único impulso para
  impulsos repetidos
 Pode ser integrado a impulsos vindos de outros
  neurônios para gerar padrões de impulsos
  altamente complexos
Tipos de sinapses
• Química: Neurotransmissor
• Elétrica: Canais que conduzem eletricidade de
  uma célula a outra
Sinapse química
• Quase todas as sinapses do sistema nervoso
  são químicas
• Utiliza-se um neurotransmissor
• Atuam em proteínas receptoras presentes na
  membrana do neurônio subsequente
  promovendo excitação ou inibição
• Exemplos de neurotransmissores: Acetilcolina,
  norepinefrina, GABA, serotonina
Condução unidirecional das sinapses
             químicas
• Sempre transmitem os sinais em uma direção
• O neurônio pré-sinaptico transmite o sinal por
  um neurotransmissor que age no neurônio
  pós-sináptico.
• Esse é o princípio da condução unidirecional
  que ocorre nas sinapses químicas
• Isso permite que os sinais sejam direcionados
  para órgãos específicos
Sinapses elétricas
• Canais conduzem eletricidade de uma célula
  para a próxima
• Junções Comunicantes
• É através das junções que os potenciais de
  ação são transmitidos de uma fibra múscular
  lisa para a outra ou de uma fibra cardíaca para
  outra
Anatomia fisiológica da sinapse
                • O neurônio tem 3
                  partes principais:
                Corpo celular ou
                  soma
                Axônio único
                Dendritos
Anatomia fisiológica da sinapse
• Os neurônios se diferem em:
Tamanho, comprimento e número de
  dendritos
Tamanho do corpo celular
Comprimento e tamanho do axônio
Número de terminais pré-sinápticos
Anatomia fisiológica da sinapse
• Existem de 10000 a 200000 botões sinápticos,
  que são chamados de terminais pré-sinápticos
  nas superfícies dos dendritos e do corpo
  celular
• Os terminais pré-sinápticos são
  ramificaçõesde axônios de diversos outros
  neurônios
• Figura dos terminais pré-sinápticos
Anatomia fisiológica da sinapse
• Alguns desses terminais sinapticos são
  excitatórios e outros inibitórios
• O excitatórios secretam uma substância que
  estimula os neurônios pós-sinápticos
• Os inibitórios secretam uma substância que
  inibe os neurônios pós sinápticos
Terminal pré-sináptico
             • Fenda sináptica
             • Vesículas
               transmissoras
             • Mitocôndria
Terminais pré-sinápticos
Potencial de ação

Despolarização

Liberação de vesículas

Mudança da permeabilidade
da membrana pós sináptica

Inibição ou excitação
Membrana pré-sináptica
• A membrana sináptica tem canais de cálcio
• Quando tem um potencial de ação e
  despolarização os canais de cálcio se abrem e
  o cálcio entra para dentro do terminal pré-
  sináptico e libera as vesículas
• Então a substância transmissora entra na
  fenda
Membrana pré-sináptica
Membrana pré-sináptica
• Acredita-se que a quantidade de vesículas que
  são liberadas é igual a de que entra de cálcio
  na membrana pré-sináptica
Membrana pós-sináptica
• Contém proteínas receptoras que:
Tem um componente de ligação
Um componente ionóforo que atravessa toda
  a membrana pós-sináptica. Esse componente
  ionóforo pode ser um canal iônico ou um
  ativador do 2º mensageiro
Canais iônicos
      • Catiônicos: Na+, K+,
        Ca+ e normalmente
        excitam a membrana
        pós-sináptica
      • Aniônicos: Cl-
      • Esses canais fecham
        rapidamente
Sistema de 2º mensageiro
• Provocam mudanças prolongadas
• A mais comum é a proteína G que tem a
  porção α, β e γ.
• A porção α se separa das outras e fica no
  citoplasma e executa uma ou múltiplas
  funções dependendo da característica de cada
  neurônio
Excitação
• Abertura dos canais de sódio, permitindo o
  fluxo de um grande número de cargas
  elétricas positivas para o interior da célula
  pós-sináptica
• Condução reduzida através dos canais de
  cloreto
• Diversas mudanças no metabolismo interno
  do neurônio pós-sináptico
Inibição
• Abertura dos canais de íon cloreto
• Aumento da condutância de potássio para
  fora dos neurônios
• Ativação de enzimas receptoras que inibem
  funções metabólicas celulares
SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS QUE
FUNCIONAM COMO TRANSMISSORES
          SINÁPTICOS

    Neurotransmissores com moléculas
       pequenas e de ação rápida



           Neuropeptídeos


                                       46
Neurotransmissores com moléculas
     pequenas e de ação rápida

• Síntese no citosol do terminal pré-sináptico

• Pontencial de ação      terminal pré-sináptico

Vesículas liberam o neurotransmissor na fenda
 sináptica

                                                 47
Neurotransmissores com moléculas
    pequenas e de ação rápida
• O neurotransmissor atua nos receptores do
  nervo pós-sinápticos



• Aumenta ou diminui a condutância através
  dos canais iônicos
  Ex: Canais de Na+        EXCITAÇÃO
      Canais de K+ ou Cl-    INIBIÇÃO
                                              48
Neurotransmissores com moléculas
   pequenas e de ação rápida


                         TRONCO CEREBRAL E
                            HIPOTÁLAMO

             VESÍCULAS
                         SUBSTÂNCIA NEGRA




                                             49
Neuropeptídeos
• Sintetizados como partes integrais de grandes
  moléculas protéicas pelos ribossomos do
  corpo celular do neurônio
• Formados em quantidades menores do que os
  neurotransmissores com moléculas pequenas
  e de ação rápida


1000 vezes + potentes     Ação + prolongada
                                              50
EVENTOS ELÉTRICOS

DURANTE A EXCITAÇÃO NEURONAL



DURANTE A INIBIÇÃO NEURONAL

      Inibição Pré-sináptica


                               51
EXCITAÇÃO NEURONAL

                            PONTENCIAL DE REPOUSO




CORPO CELULAR DO NEURÔNIO
     MOTOR ESPINHAL
                                                    52
EXCITAÇÃO NEURONAL




                                                SOMAÇÃO




   PEPS (potencial excitatório pós-sináptico)

                                                          53
INIBIÇÃO NEURONAL




                   PIPS (potencial inbitório pós-sináptico

HIPERPOLARIZAÇÃO
                                                       54
INIBIÇÃO NEURONAL
           (Inibição Pré-sináptica)
• A inibição pré-sináptica e causada pela
  liberação de uma substância inibitória sobre
           O etanol potencializa as ações de receptor
  os terminais nervosos mecanismo que é
            GABA através de um pré-sinápticos
          independente do receptor benzodiazepínico.




                                                        55
FUNÇÕES ESPECIAIS DOS DENDRITOS
      NA EXCITAÇÃO NEURONAL
• Estendem por 500 a 1000 micrômetros em
  todas as direções, a partir do corpo celular

• A maioria dos dendritos não podem transmitir
  potenciais de ação, mas podem transmitir
  sinais no mesmo neurônio por CONDUÇÃO
  ELETROTÔNICA
       Propagação direta da
       corrente elétrica por
      condução iônica sem a
                                                 56
          geração de PA
ALGUMAS CARACTERÍSTICAS
     ESPECIAIS DA TRANSMISSÃO
             SINÁPTICA
• FADIGA DA TRANSMIÇÃO SINÁPTICA:


     Quando as sinapses excitatórias são repetidamente
     estimuladas numa velocidade alta, o número de
     descargas do neurônio pós-sináptico é inicialmente
     muito alto, mas a taxa de disparo começa a diminuir
     progressivamente nos próximos milissegundos ou
     segundos.




                                                           57
58

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Fisiologia Humana 5 - Sistema Cardiovascular
Fisiologia Humana 5 - Sistema CardiovascularFisiologia Humana 5 - Sistema Cardiovascular
Fisiologia Humana 5 - Sistema Cardiovascular
Herbert Santana
 
Potencial de ação das membranas
Potencial de ação das membranasPotencial de ação das membranas
Potencial de ação das membranas
Natha Fisioterapia
 
Fisiologia Humana 7 - Sistema Respiratório
Fisiologia Humana 7 - Sistema RespiratórioFisiologia Humana 7 - Sistema Respiratório
Fisiologia Humana 7 - Sistema Respiratório
Herbert Santana
 
Aula+ +drenagem--- (1)
Aula+ +drenagem--- (1)Aula+ +drenagem--- (1)
Aula+ +drenagem--- (1)
elnalves
 

Mais procurados (20)

Fisiologia Humana 5 - Sistema Cardiovascular
Fisiologia Humana 5 - Sistema CardiovascularFisiologia Humana 5 - Sistema Cardiovascular
Fisiologia Humana 5 - Sistema Cardiovascular
 
Mecanismo das Sinapses
Mecanismo das SinapsesMecanismo das Sinapses
Mecanismo das Sinapses
 
Adrenergicos e colinergicos
Adrenergicos e colinergicosAdrenergicos e colinergicos
Adrenergicos e colinergicos
 
Neurofisiologia - receptores sensoriais - aula 3 capítulo 3
Neurofisiologia - receptores sensoriais - aula 3 capítulo 3Neurofisiologia - receptores sensoriais - aula 3 capítulo 3
Neurofisiologia - receptores sensoriais - aula 3 capítulo 3
 
Histologia do tecido nervoso
Histologia do tecido nervosoHistologia do tecido nervoso
Histologia do tecido nervoso
 
MEDULA ESPINHAL JANDERSON SOARES
MEDULA ESPINHAL  JANDERSON SOARESMEDULA ESPINHAL  JANDERSON SOARES
MEDULA ESPINHAL JANDERSON SOARES
 
Anatomia do sistema nervoso periférico
Anatomia do sistema nervoso periféricoAnatomia do sistema nervoso periférico
Anatomia do sistema nervoso periférico
 
Neurotransmissores e receptores sensitivos
Neurotransmissores e receptores sensitivos Neurotransmissores e receptores sensitivos
Neurotransmissores e receptores sensitivos
 
Potencial de ação das membranas
Potencial de ação das membranasPotencial de ação das membranas
Potencial de ação das membranas
 
Fisiologia Humana 7 - Sistema Respiratório
Fisiologia Humana 7 - Sistema RespiratórioFisiologia Humana 7 - Sistema Respiratório
Fisiologia Humana 7 - Sistema Respiratório
 
Sistema nervoso periférico
Sistema nervoso periféricoSistema nervoso periférico
Sistema nervoso periférico
 
Articulacoes cinesiologia
Articulacoes  cinesiologiaArticulacoes  cinesiologia
Articulacoes cinesiologia
 
Biofísica da respiração prática
Biofísica da respiração práticaBiofísica da respiração prática
Biofísica da respiração prática
 
Aula+ +drenagem--- (1)
Aula+ +drenagem--- (1)Aula+ +drenagem--- (1)
Aula+ +drenagem--- (1)
 
Tecido nervoso aula 2
Tecido nervoso   aula 2Tecido nervoso   aula 2
Tecido nervoso aula 2
 
Fisiologia do músculo estriado
Fisiologia do músculo estriadoFisiologia do músculo estriado
Fisiologia do músculo estriado
 
A Fisiologia Do Sistema RespiratóRio
A Fisiologia Do Sistema RespiratóRioA Fisiologia Do Sistema RespiratóRio
A Fisiologia Do Sistema RespiratóRio
 
Hipotálamo estrutura e função
Hipotálamo   estrutura e funçãoHipotálamo   estrutura e função
Hipotálamo estrutura e função
 
Sistema nervoso periférico
Sistema nervoso periféricoSistema nervoso periférico
Sistema nervoso periférico
 
Aula - Fisiologia renal
Aula - Fisiologia renalAula - Fisiologia renal
Aula - Fisiologia renal
 

Destaque

Fisiologia do sistema nervoso organização funcional
Fisiologia do sistema nervoso   organização funcionalFisiologia do sistema nervoso   organização funcional
Fisiologia do sistema nervoso organização funcional
Raul Tomé
 
Sistema Nervoso - Aula em Power Point
Sistema Nervoso - Aula em Power PointSistema Nervoso - Aula em Power Point
Sistema Nervoso - Aula em Power Point
Bio
 
Los antibióticos
Los antibióticosLos antibióticos
Los antibióticos
lloreudani
 
Antimicrobianos dra. toro_
Antimicrobianos dra. toro_Antimicrobianos dra. toro_
Antimicrobianos dra. toro_
julio meza
 
Resenha da palestra sobre espaço urbano, controle sanitário e tráfico de escr...
Resenha da palestra sobre espaço urbano, controle sanitário e tráfico de escr...Resenha da palestra sobre espaço urbano, controle sanitário e tráfico de escr...
Resenha da palestra sobre espaço urbano, controle sanitário e tráfico de escr...
Ricardo Jorge
 

Destaque (20)

Fisiologia do sistema nervoso organização funcional
Fisiologia do sistema nervoso   organização funcionalFisiologia do sistema nervoso   organização funcional
Fisiologia do sistema nervoso organização funcional
 
3. Organização estrutural do sistema nervoso
3. Organização estrutural do sistema nervoso3. Organização estrutural do sistema nervoso
3. Organização estrutural do sistema nervoso
 
Aula01: FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO
Aula01: FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSOAula01: FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO
Aula01: FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO
 
Sistema nervoso
Sistema nervosoSistema nervoso
Sistema nervoso
 
Fisiologia - Sinapse
Fisiologia - SinapseFisiologia - Sinapse
Fisiologia - Sinapse
 
Sistema Nervoso - Aula em Power Point
Sistema Nervoso - Aula em Power PointSistema Nervoso - Aula em Power Point
Sistema Nervoso - Aula em Power Point
 
Sistema nervoso
Sistema nervosoSistema nervoso
Sistema nervoso
 
Los antibióticos
Los antibióticosLos antibióticos
Los antibióticos
 
Modelo slide Lanac
Modelo slide LanacModelo slide Lanac
Modelo slide Lanac
 
Antibióticos 1
Antibióticos 1Antibióticos 1
Antibióticos 1
 
Sistema nervoso
Sistema nervosoSistema nervoso
Sistema nervoso
 
Antimicrobianos dra. toro_
Antimicrobianos dra. toro_Antimicrobianos dra. toro_
Antimicrobianos dra. toro_
 
Macroscopia do snc
Macroscopia do sncMacroscopia do snc
Macroscopia do snc
 
Sistema nervoso-2014-
Sistema nervoso-2014-Sistema nervoso-2014-
Sistema nervoso-2014-
 
Aula Medula Espinhal
Aula Medula EspinhalAula Medula Espinhal
Aula Medula Espinhal
 
Resenha da palestra sobre espaço urbano, controle sanitário e tráfico de escr...
Resenha da palestra sobre espaço urbano, controle sanitário e tráfico de escr...Resenha da palestra sobre espaço urbano, controle sanitário e tráfico de escr...
Resenha da palestra sobre espaço urbano, controle sanitário e tráfico de escr...
 
Aula Sobre Sinapse - Fisiologia
Aula Sobre Sinapse - FisiologiaAula Sobre Sinapse - Fisiologia
Aula Sobre Sinapse - Fisiologia
 
Estrutura do bulbo
Estrutura do bulboEstrutura do bulbo
Estrutura do bulbo
 
Medula espinhal
Medula espinhalMedula espinhal
Medula espinhal
 
Sistema nervoso
Sistema nervoso Sistema nervoso
Sistema nervoso
 

Semelhante a A organização do sistema nervoso central, funções básicas das sinapses e “substâncias neurotransmissoras”

Vet Aula 6 Introducao a Fisiologia do Sistema Nervoso Animal PPT.pptx
Vet Aula 6 Introducao a Fisiologia do Sistema Nervoso Animal PPT.pptxVet Aula 6 Introducao a Fisiologia do Sistema Nervoso Animal PPT.pptx
Vet Aula 6 Introducao a Fisiologia do Sistema Nervoso Animal PPT.pptx
EsterCome1
 
Resumo Sistema Nervoso
Resumo Sistema NervosoResumo Sistema Nervoso
Resumo Sistema Nervoso
BriefCase
 
Célula nervosa pronto mesmo!
Célula nervosa pronto mesmo!Célula nervosa pronto mesmo!
Célula nervosa pronto mesmo!
Ana Carolina
 
11 ¬ aula slides sistema nervoso
11 ¬ aula slides sistema nervoso11 ¬ aula slides sistema nervoso
11 ¬ aula slides sistema nervoso
Simone Alvarenga
 
Sistema nervoso resumo
Sistema nervoso resumoSistema nervoso resumo
Sistema nervoso resumo
BriefCase
 
Sistema nervoso 2° resumo
Sistema nervoso 2° resumoSistema nervoso 2° resumo
Sistema nervoso 2° resumo
BriefCase
 
Sistema nervoso
Sistema nervosoSistema nervoso
Sistema nervoso
emanuel
 

Semelhante a A organização do sistema nervoso central, funções básicas das sinapses e “substâncias neurotransmissoras” (20)

Sistema Nervoso
Sistema NervosoSistema Nervoso
Sistema Nervoso
 
693153
693153693153
693153
 
Vet Aula 6 Introducao a Fisiologia do Sistema Nervoso Animal PPT.pptx
Vet Aula 6 Introducao a Fisiologia do Sistema Nervoso Animal PPT.pptxVet Aula 6 Introducao a Fisiologia do Sistema Nervoso Animal PPT.pptx
Vet Aula 6 Introducao a Fisiologia do Sistema Nervoso Animal PPT.pptx
 
Neurofisiologia - organização do sistema nervoso - aula 1 capítulo 1
Neurofisiologia - organização do sistema nervoso - aula 1 capítulo 1Neurofisiologia - organização do sistema nervoso - aula 1 capítulo 1
Neurofisiologia - organização do sistema nervoso - aula 1 capítulo 1
 
Sistema nervoso.pptx
Sistema nervoso.pptxSistema nervoso.pptx
Sistema nervoso.pptx
 
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2 Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
Neurofisiologia - sinapses - aula 3 capitulo 2
 
Resumo Sistema Nervoso
Resumo Sistema NervosoResumo Sistema Nervoso
Resumo Sistema Nervoso
 
Sistema Nervoso
Sistema NervosoSistema Nervoso
Sistema Nervoso
 
Sistema Nervoso
Sistema NervosoSistema Nervoso
Sistema Nervoso
 
Célula nervosa pronto mesmo!
Célula nervosa pronto mesmo!Célula nervosa pronto mesmo!
Célula nervosa pronto mesmo!
 
11 ¬ aula slides sistema nervoso
11 ¬ aula slides sistema nervoso11 ¬ aula slides sistema nervoso
11 ¬ aula slides sistema nervoso
 
Terminacões nervosas not.
Terminacões nervosas not.Terminacões nervosas not.
Terminacões nervosas not.
 
Fisiologia do sistema nervoso
Fisiologia do sistema nervosoFisiologia do sistema nervoso
Fisiologia do sistema nervoso
 
Fisiologia animal
Fisiologia animalFisiologia animal
Fisiologia animal
 
Sistema Neurológico
Sistema NeurológicoSistema Neurológico
Sistema Neurológico
 
2-SINAPSE.pptx
2-SINAPSE.pptx2-SINAPSE.pptx
2-SINAPSE.pptx
 
Sistema nervoso resumo
Sistema nervoso resumoSistema nervoso resumo
Sistema nervoso resumo
 
Sistema nervoso
Sistema nervosoSistema nervoso
Sistema nervoso
 
Sistema nervoso 2° resumo
Sistema nervoso 2° resumoSistema nervoso 2° resumo
Sistema nervoso 2° resumo
 
Sistema nervoso
Sistema nervosoSistema nervoso
Sistema nervoso
 

Mais de lafunirg (7)

Aula 3 alimentacão - chefes de delegacia
Aula 3   alimentacão - chefes de delegaciaAula 3   alimentacão - chefes de delegacia
Aula 3 alimentacão - chefes de delegacia
 
Apresentação saude para profissionais de saúde
Apresentação saude para profissionais de saúdeApresentação saude para profissionais de saúde
Apresentação saude para profissionais de saúde
 
Doenças da tireóide
Doenças da tireóideDoenças da tireóide
Doenças da tireóide
 
Doenças da tireóide
Doenças da tireóideDoenças da tireóide
Doenças da tireóide
 
Receptores Sensoriais
Receptores SensoriaisReceptores Sensoriais
Receptores Sensoriais
 
As bases neurais da emoção e da razão
As bases neurais da emoção e da razãoAs bases neurais da emoção e da razão
As bases neurais da emoção e da razão
 
A consciência regulada
A consciência reguladaA consciência regulada
A consciência regulada
 

Último

Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................
paulo222341
 
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion  ais.pdfrelatorio ciencias morfofuncion  ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
HELLEN CRISTINA
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfRELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
HELLEN CRISTINA
 
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfrelatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
HELLEN CRISTINA
 
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Prof. Marcus Renato de Carvalho
 

Último (8)

Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino FelisbertoAltas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
 
Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................
 
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion  ais.pdfrelatorio ciencias morfofuncion  ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfRELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
 
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfrelatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
 
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
 
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
 
Características gerais dos vírus- Estrutura, ciclos
Características gerais dos vírus- Estrutura, ciclosCaracterísticas gerais dos vírus- Estrutura, ciclos
Características gerais dos vírus- Estrutura, ciclos
 

A organização do sistema nervoso central, funções básicas das sinapses e “substâncias neurotransmissoras”

  • 1. 1
  • 2. Introdução ao Sistema Nervoso • Tem vasta complexidade de processos cognitivos • Controla as ações do corpo • Recebe milhões de informações de diferentes órgãos • Integra-os para gerar respostas que vão ser executadas pelo corpo
  • 3. Neurônio • 100 bilhões de neurônios • Sinais aferentes chegam nesse neurônio através de sinapses principalmente nos dentritos onde pode haver de centenas a milhares de conexões simpáticas aferentes
  • 5. Neurônio • O sinal eferente trafega por um único axônio e esse axônio possui várias ramificações que se dirigem para outros lugares do corpo
  • 6. Sinapses • O sinal normalmente se propaga apenas em direção anterógrada • Isso faz com que o sinal trafegue na direção necessária para executar as funções nervosas requeridas
  • 7. Divisão Sensorial do Sistema nervoso – Os receptores sensoriais Experiências sensoriais Receptores sensoriais Reação imediata Armazenada (memória)
  • 8. Divisão Sensorial do Sistema nervoso – Os receptores sensoriais Essas sensações chegam pelos nervos periférico e é conduzida para: • Medula espinhal • Tronco cerebral • Cerebelo • Córtex cerebral
  • 9.
  • 10. Divisão motora do Sistema Nervoso – Os efetores • O papel mais importante do sistema nervoso é controlar o corpo Contração dos músculos esqueléticos Contração do músculo liso dos órgãos internos Secreção de substâncias por glândulas e essas agem em várias partes do corpo
  • 11. Divisão motora do Sistema Nervoso – Os efetores • O músculo esquelético pode ser controlado por diferentes níveis do sistema nervoso central Medula espinhal Tronco cerebral Gânglios da base Cerebelo Córtex
  • 12.
  • 13. Processamento de informações – Função “integrativa” do sistema nervoso Sistema nervoso Respostas mentais Resposta motora apropriada Mais de 99% de toda função sensorial é descartada pelo cérebro por não ser considerada importante
  • 14. Processamento de informações – Função “integrativa” do sistema nervoso • Se a informação for importante ela é canalizada para gerar respostas motoras apropriadas • Isso é chamado de função integrativa do sistema nervoso
  • 15. Papel das sinapses no processamento de informações • A sinapse é o ponto de confluência entre um neurônio e outro • Elas determinam as direções que os sinais nervosos vão se distribuir através do sistema nervoso
  • 16. Papel das sinapses no processamento de informações • Algumas sinapses transmitem informação de um neurônio para o outro com dificuldade e outras com facilidade • Deve-se considerar então que há sinais facilitatórios e outros inibitórios que as vezes abrem a sinapse para uma transmissão e as vezes fecha • As vezes um neuronio responde com um grande número de impulsos, outras vezes com menos impulsos
  • 17. Papel das sinapses no processamento de informações • Então as sinapses executam com ação seletiva. Pode-se bloquear um sinal enviando sinais fracos ou pode também ampliar sinais • Isso faz com que o neurônio controle os sinais podendo enviar um sinal para uma só direção ou para várias direções
  • 18. Armazenamento da informação - Memória • A maior parte do armazenamento ocorre: No córtex cerebral • Em menor parte: Regiões subcorticais do encéfalo Medula espinhal
  • 19. Armazenamento da informação - Memória • A memória também é executada por sinapses e cada vez que determinados tipos de sinais passam através de sequencias de sinapses, estas tornam-se capazes de transmitir o mesmo sinal em outras oportunidades • Isso se chama facilitação
  • 20. Principais níveis funcionais do Sistema Nervoso Central • Medula espinhal • Tronco cerebral, cerebelo, gânglios da base • Córtex
  • 21. Principais níveis funcionais do Sistema Nervoso Central • Medula espinhal  Não é apenas uma via de passagem de informação da periferia para o córtex  São responsáveis também pelo: 1- Movimento de marcha 2- Reflexos que afastam o corpo contra a dor 3- Reflexos que enrijecem as pernas para sustentar o corpo contra a gravidade 4- Reflexos que controlam os vasos sanguíneos, movimentos gastrointestinais e excreção urinária
  • 22. Principais níveis funcionais do Sistema Nervoso Central • Tronco cerebral, cerebelo, gânglios da base Controla a maioria das atividades inconciente 1- Controle da PA 2- Respiração 3- Equilíbrio
  • 23. Principais níveis funcionais do Sistema Nervoso Central • Córtex 1- Armazena memórias 2- Sem ele as regiões subcorticais teriam respostas imprecisas 3- Pensamento O córtex abre um mundo de informações armazenadas para que seja explorado pela nossa mente
  • 24. Sinapses do Sistema Nervoso Central • A informação é transmitida principalmente na forma de potenciais de ação, chamados de impulsos nervosos que passam de um neurônio ao outro • O impulso:  Pode ser bloqueado de um neurônio a outro  Pode ser transformado de um único impulso para impulsos repetidos  Pode ser integrado a impulsos vindos de outros neurônios para gerar padrões de impulsos altamente complexos
  • 25. Tipos de sinapses • Química: Neurotransmissor • Elétrica: Canais que conduzem eletricidade de uma célula a outra
  • 26. Sinapse química • Quase todas as sinapses do sistema nervoso são químicas • Utiliza-se um neurotransmissor • Atuam em proteínas receptoras presentes na membrana do neurônio subsequente promovendo excitação ou inibição • Exemplos de neurotransmissores: Acetilcolina, norepinefrina, GABA, serotonina
  • 27. Condução unidirecional das sinapses químicas • Sempre transmitem os sinais em uma direção • O neurônio pré-sinaptico transmite o sinal por um neurotransmissor que age no neurônio pós-sináptico. • Esse é o princípio da condução unidirecional que ocorre nas sinapses químicas • Isso permite que os sinais sejam direcionados para órgãos específicos
  • 28.
  • 29. Sinapses elétricas • Canais conduzem eletricidade de uma célula para a próxima • Junções Comunicantes • É através das junções que os potenciais de ação são transmitidos de uma fibra múscular lisa para a outra ou de uma fibra cardíaca para outra
  • 30. Anatomia fisiológica da sinapse • O neurônio tem 3 partes principais: Corpo celular ou soma Axônio único Dendritos
  • 31. Anatomia fisiológica da sinapse • Os neurônios se diferem em: Tamanho, comprimento e número de dendritos Tamanho do corpo celular Comprimento e tamanho do axônio Número de terminais pré-sinápticos
  • 32. Anatomia fisiológica da sinapse • Existem de 10000 a 200000 botões sinápticos, que são chamados de terminais pré-sinápticos nas superfícies dos dendritos e do corpo celular • Os terminais pré-sinápticos são ramificaçõesde axônios de diversos outros neurônios
  • 33. • Figura dos terminais pré-sinápticos
  • 34. Anatomia fisiológica da sinapse • Alguns desses terminais sinapticos são excitatórios e outros inibitórios • O excitatórios secretam uma substância que estimula os neurônios pós-sinápticos • Os inibitórios secretam uma substância que inibe os neurônios pós sinápticos
  • 35. Terminal pré-sináptico • Fenda sináptica • Vesículas transmissoras • Mitocôndria
  • 36. Terminais pré-sinápticos Potencial de ação Despolarização Liberação de vesículas Mudança da permeabilidade da membrana pós sináptica Inibição ou excitação
  • 37. Membrana pré-sináptica • A membrana sináptica tem canais de cálcio • Quando tem um potencial de ação e despolarização os canais de cálcio se abrem e o cálcio entra para dentro do terminal pré- sináptico e libera as vesículas • Então a substância transmissora entra na fenda
  • 39. Membrana pré-sináptica • Acredita-se que a quantidade de vesículas que são liberadas é igual a de que entra de cálcio na membrana pré-sináptica
  • 40. Membrana pós-sináptica • Contém proteínas receptoras que: Tem um componente de ligação Um componente ionóforo que atravessa toda a membrana pós-sináptica. Esse componente ionóforo pode ser um canal iônico ou um ativador do 2º mensageiro
  • 41. Canais iônicos • Catiônicos: Na+, K+, Ca+ e normalmente excitam a membrana pós-sináptica • Aniônicos: Cl- • Esses canais fecham rapidamente
  • 42. Sistema de 2º mensageiro • Provocam mudanças prolongadas • A mais comum é a proteína G que tem a porção α, β e γ. • A porção α se separa das outras e fica no citoplasma e executa uma ou múltiplas funções dependendo da característica de cada neurônio
  • 43.
  • 44. Excitação • Abertura dos canais de sódio, permitindo o fluxo de um grande número de cargas elétricas positivas para o interior da célula pós-sináptica • Condução reduzida através dos canais de cloreto • Diversas mudanças no metabolismo interno do neurônio pós-sináptico
  • 45. Inibição • Abertura dos canais de íon cloreto • Aumento da condutância de potássio para fora dos neurônios • Ativação de enzimas receptoras que inibem funções metabólicas celulares
  • 46. SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS QUE FUNCIONAM COMO TRANSMISSORES SINÁPTICOS Neurotransmissores com moléculas pequenas e de ação rápida Neuropeptídeos 46
  • 47. Neurotransmissores com moléculas pequenas e de ação rápida • Síntese no citosol do terminal pré-sináptico • Pontencial de ação terminal pré-sináptico Vesículas liberam o neurotransmissor na fenda sináptica 47
  • 48. Neurotransmissores com moléculas pequenas e de ação rápida • O neurotransmissor atua nos receptores do nervo pós-sinápticos • Aumenta ou diminui a condutância através dos canais iônicos Ex: Canais de Na+ EXCITAÇÃO Canais de K+ ou Cl- INIBIÇÃO 48
  • 49. Neurotransmissores com moléculas pequenas e de ação rápida TRONCO CEREBRAL E HIPOTÁLAMO VESÍCULAS SUBSTÂNCIA NEGRA 49
  • 50. Neuropeptídeos • Sintetizados como partes integrais de grandes moléculas protéicas pelos ribossomos do corpo celular do neurônio • Formados em quantidades menores do que os neurotransmissores com moléculas pequenas e de ação rápida 1000 vezes + potentes Ação + prolongada 50
  • 51. EVENTOS ELÉTRICOS DURANTE A EXCITAÇÃO NEURONAL DURANTE A INIBIÇÃO NEURONAL Inibição Pré-sináptica 51
  • 52. EXCITAÇÃO NEURONAL PONTENCIAL DE REPOUSO CORPO CELULAR DO NEURÔNIO MOTOR ESPINHAL 52
  • 53. EXCITAÇÃO NEURONAL SOMAÇÃO PEPS (potencial excitatório pós-sináptico) 53
  • 54. INIBIÇÃO NEURONAL PIPS (potencial inbitório pós-sináptico HIPERPOLARIZAÇÃO 54
  • 55. INIBIÇÃO NEURONAL (Inibição Pré-sináptica) • A inibição pré-sináptica e causada pela liberação de uma substância inibitória sobre O etanol potencializa as ações de receptor os terminais nervosos mecanismo que é GABA através de um pré-sinápticos independente do receptor benzodiazepínico. 55
  • 56. FUNÇÕES ESPECIAIS DOS DENDRITOS NA EXCITAÇÃO NEURONAL • Estendem por 500 a 1000 micrômetros em todas as direções, a partir do corpo celular • A maioria dos dendritos não podem transmitir potenciais de ação, mas podem transmitir sinais no mesmo neurônio por CONDUÇÃO ELETROTÔNICA Propagação direta da corrente elétrica por condução iônica sem a 56 geração de PA
  • 57. ALGUMAS CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS DA TRANSMISSÃO SINÁPTICA • FADIGA DA TRANSMIÇÃO SINÁPTICA: Quando as sinapses excitatórias são repetidamente estimuladas numa velocidade alta, o número de descargas do neurônio pós-sináptico é inicialmente muito alto, mas a taxa de disparo começa a diminuir progressivamente nos próximos milissegundos ou segundos. 57
  • 58. 58