Fisiologia
          Vascular


Ana Paula T . G de Freitas
Jullyana Mendonça Souza
Características Físicas e
Funcionais da Circulação
ARTÉRIAS –
transporte de
sangue sob alta
pressão e alta
velocidade




                                         VEIAS –
                                         transporte sob
                                         baixa pressão
                                         Paredes finas
                                         Importante
                                         reservatório
                  CAPILARES – trocas
                  entre sangue e
                  espaço intersticial.
                  Constituído por
                  camada única de
                  células endoteliais
metaarteríolas
                                                           5-9
          se ramifica    ARTERÍOLAS     Se ramificam   micrômetros
          entre 6-8x       Diâmetro       por 2-5x
ARTÉRIA                                                  esfincter
                        interno 10-15
                                                         pré-capilar
                         micrômetros
                                                        CAPILARES

                        válvulas de                      esfincter
                         controle –                      pós-capilar
                        distribuição    coletam
                                        sangue dos        VÊNULAS
                                        capilares
CAPILAR       Camada única de células
              endoteliais circundada
              por uma membrana basal
              muito fina




          Diâmetro da   Diâmetro da luz: 4
          parede: 0.5   a 9 micrômetros
          micrômetro     Justamente o
                        necessário para a
                        passarem dos
                        eritrócitos e outras
                        células sanguíneas
VESÍCULAS
               PLASMALÊMICAS        Diferentes tecidos,
                                    diferentes poros....


                                   Cérebro junções
                                   oclusivas
                                   Fígado  fendas
                                   muito abertas
                     CANAIS
                   VESICULARES      Gastrointestinal 
FENDA                               tamanho
INTERCELULAR       Coalescência das intermediário
                   vesículas
                                   Glomérulos renais
                                   fenestrações, além
Comunicação
intercelular                       das fendas.
Capilares sinusóides

                            endotélio é
                            descontínuo com
                            membrana basal        Capilares
                            parcial ou ausente    Contínuos:
                                                  quando a parede
                                                  endotelial do
                                                  capilar é
                                                  contínua.




Capilares Fenestrados

quando as paredes das
células do endotélio não
estão sempre unidas,
aparecendo espaços
vazios (fenestras); a
lâmina basal é contínua
Fluxo sanguíneo




                                    Determinantes do fluxo sangüíneo
          F = ∆P/R                         - bombeamento cardíaco
                                           - retração diastólica das paredes
∆P diferença de pressão sanguínea
                                           arteriais
R resistência vascular
F fluxo sanguíneo                          - compressão venosa pela
                                           musculatura esquelética
                                           - pressão torácica negativa na
                                           inspiração
Natureza do Fluxo Sanguíneo
Fluxo laminar - Partículas deslizam em linha reta , uniformemente , em
camadas concêntricas com camadas centrais fluindo com maior velocidade
que as externas devido ao atrito interno das moléculas do fluido.




Fluxo turbilhonar – há perda de energia entre choque das partículas e paredes
do vaso  fluxo menos eficiente .
Número de Reynolds
relação entre 4 fatores que determinam que o fluxo de um líquido
por um tubo seja laminar ou turbilhonar


              Re = v . . d
                      


               = densidade
               = viscosidade (poise)
              d= diâmetro
              v= velocidade (cm/s)
Hemodinâmica – Lei de Poiseuille
Q velocidade do fluxo sanguíneo
∆P diferença de pressão entre as extremidades do vaso
r é o raio do vaso,
L comprimento do vaso
μ viscosidade do sangue.




O diâmetro de um vaso sanguíneo tem de longe o papel mais
importante de todos os fatores na determinação da velocidade
do fluxo sanguíneo no vaso.
Resistência
                         É o impedimento ao fluxo
                          sanguíneo em um vaso.


Aorta contribui 4% da resistência total ao fluxo
As grandes artérias 5%
                                                   principal componente dos
As arteríolas 41%                                    “vasos de resistência”
Os capilares 27%



Microvasos 70% da resistência total de escoamento
Sistema venoso apenas com 7%.
Pressões sanguíneas nas diferentes partes do sistema circulatório




      À medida que o sangue flui pela circulação sistêmica, sua
      pressão cai progressivamente para cerca de 0 mm Hg ao
           chegar ao fim das veias cavas no átrio direito.
o As arteríolas constituem o principal componente dos “vasos de
resistência” . A capacidade da arteríola de regular o débito de
sangue para órgão/tecido deve-se a sua espessa camada muscular e
sua sensibilidade a substâncias microrreguladoras vasoconstritoras
e vasodilatadoras (nervosas, hormonais, sistêmicas, humorais,
teciduais, endoteliais) responsáveis pela tensão e contração do vaso.




o A rede capilar recebe sangue em alto volume, em baixa
velocidade, em baixa pressão e sem pulsações , condições idéias
para as trocas histovasculares.
COMPLACÊNCIA VASCULAR                  Distensibilidade
quantidade total de sangue
que pode ser armazenada em
determinada parte da
circulação                              Distensibilidade =
                                       aumento do volume
      Complacência =            Aumento a pressão x volume original
 Distensibilidade x volume




Vasos venosos           A complacência de uma veia sistêmica é
acomodam 80%
                        cerca de 24x maior que a de sua artéria
do volume total
de sangue da             correspondente, porque é cerca de 8x
circulação              mais distensível e apresenta um volume
                                  cerca de 3x maior.
Amortecimento da pressão de pulso




A diminuição progressiva das pulsações na periferia é denominada
            amortecimento dos pulsos de pressão.
                         São duas as causas:
       (1)a resistência ao movimento do sangue nos vasos
                   (2) a complacência dos vasos.
A resistência amortece as pulsações porque pequena
  quantidade de sangue tem de fluir adiante na crista da onda
    de pressão, para distender o segmento seguinte do vaso;
          quanto maior a resistência, mais dificilmente
                         isto ocorre.


A complacência amortece as pulsações porque, quanto maior a
complacência do vaso, maior tem de ser o fluxo sanguíneo na
crista da onda de pressão para causar a elevação da pressão.


  Por esta razão, de fato, o grau de amortecimento é quase
   diretamente proporcional ao produto da resistência pela
                       complacência.
SISTEMA VENOSO
oGrande reservatório de sangue do
organismo
o Grande complacência
o Baixa resistência vascular
o Sistema valvular
o Bombas auxiliares
Na MICROCIRCULAÇÃO            TRANSPORTE DE NUTRIENTES
ocorre a principal função     PARA OS TECIDOS E A
do sistema circulatório:      REMOÇÃO DOS PRODUTOS
                              DA EXCREÇÃO CELULAR




                                           Cada tecido,
                            CONTROLAM      na maioria
   PEQUENAS
                            FLUXO          dos casos,
   ARTERÍOLAS
                            SANGUÍNEO      controla seu
                            PARA CADA
                                           próprio fluxo
                            REGIÃO
                            TECIDUAL       sanguíneo,
  CONTROLAM O                              de acordo
  DIÂMETRO DAS              AS             com as suas
   ARTERÍOLAS               CONDIÇÕES      próprias
                            LOCAIS         necessidades
baixa demanda Controle do fluxo local

    esfíncteres
    pré-capilares
    fechados




vasoconstrição
arteriolar

                    anastomoses aa-vv abertas
alta demanda Controle do fluxo local

    esfíncteres
    pré-capilares
    abertos




vasodilatação
arteriolar
                    anastomoses aa-vv fechadas
TROCA DE NUTRIENTES E OUTRAS
SUBSTÂNCIAS ENTRE O SANGUE E O LÍQUIDO
             INTERSTICIAL


               DIFUSÃO
Forças que atuam sobre a membrana capilar e tendem a
mover líquido para dentro ou para fora através da membrana




                                  Pressão
         Pressão
                              coloidosmótica
        Capilar (Pc)
                                do plasma




      Pressão do líquido           Pressão
          interstical        coloidosmótica do
                             líquido intersticial
Equilíbrio de Starling


Fluxo de troca do Fluído:
    Permeabilidade do vaso
    pela diferença entre:
                Pressão Hidrostática e Oncótica.



       •Líquido Filtrado ≈ Líquido reabsorvido
      Pequena diferença captada pelos linfáticos
       1/10 líquido filtrado retorna como linfa
                2 a 3 litros de linfa/dia
                       120 ml/h
FLUXO SANGUÍNEO NOS CAPILARES

                controle


        LOCAL              HUMORAL



AGUDO       A LONGO
             PRAZO
LOCAL                             AGUDO


                                METABOLISMO
                                 CELULAR

                                [ OXIGÊNIO ]


   Vasodilatação                   2 TEORIAS                 Falta de O2

Quanto maior o metabolismo                Abertura e fechamento cíclicos dos
ou menor a disponibilidade de             esfíncteres  vasomotilidade
O2 e outros nutrientes, maior
será a produção de subst                  O músculo liso precisa de
vasodilatadoras pelas células do          oxigênio para se manter contraído:
tecido
                                                Muito O2 tecidual – esfíncter
Subst: adenosina, CO2,                                   fechado
compostos de fosfato de                         Pouco O2 tecidual – esfíncter
adenosina, histamina, íons K,                             aberto
íons H.
A LONGO
                             PRAZO


                            H, d, sem




                          QND DEMANDA
                          METABÓLICA DO
                       TECIDO SE ALTERA DE
                          A LONGO PRAZO                 Fator de
                       (tecido cronicamente             crescimento
                             hiperativo)                do endotélio
                                                        vascular
Reconstrução física
da vascularização                                       Fator de
tecidual                                                crescimento
Diferente de acordo       Vascularização                dos
com idade                    tecidual         fatores   fibroblastos
(>neonatos, <idosos)
                                                        Angiogenina
Aumento na vascularização tecidual

  oAumento do metabolismo a longo prazo

  oMais rápida em tecidos jovens
             Dias - neonato
             Meses – idoso

  oMais rápida em tecidos cicatriciais
  oMais rápida em tecidos cancerosos




Diminuição na vascularização tecidual
  oDiminuição do metabolismo a longo prazo
Oxigênio
 ⇓ O2 – estimula angiogênese
      Ex: animais que vivem em altas altitudes


 ⇑ O2 – inibe angiogênese
      Ex: bebês prematuros em cúpula de O2 - ⇑ [O2]
      Inibe crescimento dos vasos retinianos
      Quando bebê deixa UTI neonatal - ⇓ [O2]
      Estimula crescimento exagerado - cegueira
Circulação
                             colateral




                             bloqueio


                                                        Permite nova
                     Um novo canal vascular se           mas parcial
                      desenvolve ao redor do           vascularização
                            bloqueio




   Dilatação das                       Ocorre uma
                                    abertura maior –     Poucos dias –
  pequenas alças
                         Após        após um dia ½        suprimento
       que já
                       algumas      das necessidades       completo
conectavam-se ao
                        horas        já são supridas
   vaso acima e
abaixo do bloqueio
A oclusão total da luz da artéria
implica em enorme aumento da
RESISTÊNCIA ao fluxo que pode ser
contornada com o desenvolvimento
dos condutos arteriais colaterais pré
existentes.
São necessários 256 ramos colaterais
com diâmetro de 2,5 mm para
igualar a resistência de um vaso
normal de 10 mm de diâmetro.
CONTROLE
                            HUMORAL

       endotelina
                              Agentes
 Intenso
                          vasoconstritores       vasopressina
 Estímulo  lesão
 do endotélio
 Impedir                                        Hormômio
 sangramento                                    antidiurético

                                                Mais intenso que
                                                Angio II
                              Angiotensina II
    NOREPINEFRINA
     EPINEFRINA                                 Formada pelas
                            Contração intensa
                                                células nervosas
                            pequenas
1)Estimulação simpática                         do hipotálamo
                            arteríolas
2) SN simpático 
                            aumento da
Glândula adrenal
                            resistência
                            periférica
Contração miocárdio,
veias e arteríolas
CONTROLE
                        HUMORAL



                          Agentes
                       vasodilatadores



    Bradicinina                                  Histamina

Dilatação arteriolar                     Liberada por tecido
                                         lesado ou inflamado,
Aumento da                               reação alérgica
permeablidade
capilar                                  Deriva dos mastócitos,
                                         basófilos
Controle íons



   Íons cálcio  vasoconstrição  Contração muscular

   Íons potássio  vasodilatação  Inibição contração

   Íons magnésio  vasodilatação  Inibe contração

   Íons hidrogênio  dilatação arteríolas

   [CO2]  Vasodilatação  Acentuada no cérebro
Em qualquer tecido do corpo a elevação aguda da PA provoca o aumento
                    imediato do fluxo sanguíneo.
Após menos de 1min, o fluxo na maioria dos tecidos retorna ao seu nível
                  normal (embora PA ainda elevada)




            Auto regulação do fluxo sanguíneo



                             2 TEORIAS
Teoria Metabólica:

Qnd a PA fica muito alta, o excesso de fluxo fornece O2 e nutrientes
em demasia  vasoconstrição  normalidade do fluxo



Teoria Miogênica:

O estiramento súbito de pequenos vasos provoca a contração do
músculo liso da parede vascular por alguns segundos.

Qnd há aumento da PA  Há constrição vascular reativa

Qnd PA está baixa  nível de estiramento do vaso é menor 
músculo relaxado  maior fluxo
   GUYTON E HALL – TRATADO DE FISIOLOGIA
    MÉDICA – 11ªEd
   BRITO – CIRURGIA VASCULAR
   MEMBROS
   DIRETORIA                 GIOVANNA MENEZES
   IVAN LUIZ GAYOSO          JOÃO PAULO SANTOS
   PEDRO DE SOUZA JAFAR      KASSIO HORII
   ANA PAULA FREITAS         AMANDA RIBEIRO
   JULLYANA MENDONÇA         INGRIDY NORMANDO
   ALEXANDRE BERNARDO        BIANCA LUIZA
                              TASSILA PEIXOTO
   GUILHERME GOBBI
                              WILLIAM SILVEIRA

Fisiologia vascular

  • 1.
    Fisiologia Vascular Ana Paula T . G de Freitas Jullyana Mendonça Souza
  • 2.
  • 3.
    ARTÉRIAS – transporte de sanguesob alta pressão e alta velocidade VEIAS – transporte sob baixa pressão Paredes finas Importante reservatório CAPILARES – trocas entre sangue e espaço intersticial. Constituído por camada única de células endoteliais
  • 4.
    metaarteríolas 5-9 se ramifica ARTERÍOLAS Se ramificam micrômetros entre 6-8x Diâmetro por 2-5x ARTÉRIA esfincter interno 10-15 pré-capilar micrômetros CAPILARES válvulas de esfincter controle – pós-capilar distribuição coletam sangue dos VÊNULAS capilares
  • 6.
    CAPILAR Camada única de células endoteliais circundada por uma membrana basal muito fina Diâmetro da Diâmetro da luz: 4 parede: 0.5 a 9 micrômetros micrômetro  Justamente o necessário para a passarem dos eritrócitos e outras células sanguíneas
  • 7.
    VESÍCULAS PLASMALÊMICAS Diferentes tecidos, diferentes poros.... Cérebro junções oclusivas Fígado  fendas muito abertas CANAIS VESICULARES Gastrointestinal  FENDA tamanho INTERCELULAR Coalescência das intermediário vesículas Glomérulos renais fenestrações, além Comunicação intercelular das fendas.
  • 8.
    Capilares sinusóides endotélio é descontínuo com membrana basal Capilares parcial ou ausente Contínuos: quando a parede endotelial do capilar é contínua. Capilares Fenestrados quando as paredes das células do endotélio não estão sempre unidas, aparecendo espaços vazios (fenestras); a lâmina basal é contínua
  • 9.
    Fluxo sanguíneo Determinantes do fluxo sangüíneo F = ∆P/R - bombeamento cardíaco - retração diastólica das paredes ∆P diferença de pressão sanguínea arteriais R resistência vascular F fluxo sanguíneo - compressão venosa pela musculatura esquelética - pressão torácica negativa na inspiração
  • 10.
    Natureza do FluxoSanguíneo Fluxo laminar - Partículas deslizam em linha reta , uniformemente , em camadas concêntricas com camadas centrais fluindo com maior velocidade que as externas devido ao atrito interno das moléculas do fluido. Fluxo turbilhonar – há perda de energia entre choque das partículas e paredes do vaso  fluxo menos eficiente .
  • 11.
    Número de Reynolds relaçãoentre 4 fatores que determinam que o fluxo de um líquido por um tubo seja laminar ou turbilhonar Re = v . . d   = densidade  = viscosidade (poise) d= diâmetro v= velocidade (cm/s)
  • 13.
    Hemodinâmica – Leide Poiseuille Q velocidade do fluxo sanguíneo ∆P diferença de pressão entre as extremidades do vaso r é o raio do vaso, L comprimento do vaso μ viscosidade do sangue. O diâmetro de um vaso sanguíneo tem de longe o papel mais importante de todos os fatores na determinação da velocidade do fluxo sanguíneo no vaso.
  • 14.
    Resistência É o impedimento ao fluxo sanguíneo em um vaso. Aorta contribui 4% da resistência total ao fluxo As grandes artérias 5% principal componente dos As arteríolas 41% “vasos de resistência” Os capilares 27% Microvasos 70% da resistência total de escoamento Sistema venoso apenas com 7%.
  • 15.
    Pressões sanguíneas nasdiferentes partes do sistema circulatório À medida que o sangue flui pela circulação sistêmica, sua pressão cai progressivamente para cerca de 0 mm Hg ao chegar ao fim das veias cavas no átrio direito.
  • 16.
    o As arteríolasconstituem o principal componente dos “vasos de resistência” . A capacidade da arteríola de regular o débito de sangue para órgão/tecido deve-se a sua espessa camada muscular e sua sensibilidade a substâncias microrreguladoras vasoconstritoras e vasodilatadoras (nervosas, hormonais, sistêmicas, humorais, teciduais, endoteliais) responsáveis pela tensão e contração do vaso. o A rede capilar recebe sangue em alto volume, em baixa velocidade, em baixa pressão e sem pulsações , condições idéias para as trocas histovasculares.
  • 17.
    COMPLACÊNCIA VASCULAR Distensibilidade quantidade total de sangue que pode ser armazenada em determinada parte da circulação Distensibilidade = aumento do volume Complacência = Aumento a pressão x volume original Distensibilidade x volume Vasos venosos A complacência de uma veia sistêmica é acomodam 80% cerca de 24x maior que a de sua artéria do volume total de sangue da correspondente, porque é cerca de 8x circulação mais distensível e apresenta um volume cerca de 3x maior.
  • 18.
    Amortecimento da pressãode pulso A diminuição progressiva das pulsações na periferia é denominada amortecimento dos pulsos de pressão. São duas as causas: (1)a resistência ao movimento do sangue nos vasos (2) a complacência dos vasos.
  • 19.
    A resistência amorteceas pulsações porque pequena quantidade de sangue tem de fluir adiante na crista da onda de pressão, para distender o segmento seguinte do vaso; quanto maior a resistência, mais dificilmente isto ocorre. A complacência amortece as pulsações porque, quanto maior a complacência do vaso, maior tem de ser o fluxo sanguíneo na crista da onda de pressão para causar a elevação da pressão. Por esta razão, de fato, o grau de amortecimento é quase diretamente proporcional ao produto da resistência pela complacência.
  • 20.
    SISTEMA VENOSO oGrande reservatóriode sangue do organismo o Grande complacência o Baixa resistência vascular o Sistema valvular o Bombas auxiliares
  • 21.
    Na MICROCIRCULAÇÃO TRANSPORTE DE NUTRIENTES ocorre a principal função PARA OS TECIDOS E A do sistema circulatório: REMOÇÃO DOS PRODUTOS DA EXCREÇÃO CELULAR Cada tecido, CONTROLAM na maioria PEQUENAS FLUXO dos casos, ARTERÍOLAS SANGUÍNEO controla seu PARA CADA próprio fluxo REGIÃO TECIDUAL sanguíneo, CONTROLAM O de acordo DIÂMETRO DAS AS com as suas ARTERÍOLAS CONDIÇÕES próprias LOCAIS necessidades
  • 22.
    baixa demanda Controledo fluxo local esfíncteres pré-capilares fechados vasoconstrição arteriolar anastomoses aa-vv abertas
  • 23.
    alta demanda Controledo fluxo local esfíncteres pré-capilares abertos vasodilatação arteriolar anastomoses aa-vv fechadas
  • 24.
    TROCA DE NUTRIENTESE OUTRAS SUBSTÂNCIAS ENTRE O SANGUE E O LÍQUIDO INTERSTICIAL DIFUSÃO
  • 25.
    Forças que atuamsobre a membrana capilar e tendem a mover líquido para dentro ou para fora através da membrana Pressão Pressão coloidosmótica Capilar (Pc) do plasma Pressão do líquido Pressão interstical coloidosmótica do líquido intersticial
  • 26.
    Equilíbrio de Starling Fluxode troca do Fluído: Permeabilidade do vaso pela diferença entre: Pressão Hidrostática e Oncótica. •Líquido Filtrado ≈ Líquido reabsorvido Pequena diferença captada pelos linfáticos 1/10 líquido filtrado retorna como linfa 2 a 3 litros de linfa/dia 120 ml/h
  • 27.
    FLUXO SANGUÍNEO NOSCAPILARES controle LOCAL HUMORAL AGUDO A LONGO PRAZO
  • 28.
    LOCAL AGUDO METABOLISMO CELULAR [ OXIGÊNIO ] Vasodilatação 2 TEORIAS Falta de O2 Quanto maior o metabolismo Abertura e fechamento cíclicos dos ou menor a disponibilidade de esfíncteres  vasomotilidade O2 e outros nutrientes, maior será a produção de subst O músculo liso precisa de vasodilatadoras pelas células do oxigênio para se manter contraído: tecido  Muito O2 tecidual – esfíncter Subst: adenosina, CO2, fechado compostos de fosfato de  Pouco O2 tecidual – esfíncter adenosina, histamina, íons K, aberto íons H.
  • 29.
    A LONGO PRAZO H, d, sem QND DEMANDA METABÓLICA DO TECIDO SE ALTERA DE A LONGO PRAZO Fator de (tecido cronicamente crescimento hiperativo) do endotélio vascular Reconstrução física da vascularização Fator de tecidual crescimento Diferente de acordo Vascularização dos com idade tecidual fatores fibroblastos (>neonatos, <idosos) Angiogenina
  • 30.
    Aumento na vascularizaçãotecidual oAumento do metabolismo a longo prazo oMais rápida em tecidos jovens Dias - neonato Meses – idoso oMais rápida em tecidos cicatriciais oMais rápida em tecidos cancerosos Diminuição na vascularização tecidual oDiminuição do metabolismo a longo prazo
  • 31.
    Oxigênio  ⇓ O2– estimula angiogênese Ex: animais que vivem em altas altitudes  ⇑ O2 – inibe angiogênese Ex: bebês prematuros em cúpula de O2 - ⇑ [O2] Inibe crescimento dos vasos retinianos Quando bebê deixa UTI neonatal - ⇓ [O2] Estimula crescimento exagerado - cegueira
  • 32.
    Circulação colateral bloqueio Permite nova Um novo canal vascular se mas parcial desenvolve ao redor do vascularização bloqueio Dilatação das Ocorre uma abertura maior – Poucos dias – pequenas alças Após após um dia ½ suprimento que já algumas das necessidades completo conectavam-se ao horas já são supridas vaso acima e abaixo do bloqueio
  • 33.
    A oclusão totalda luz da artéria implica em enorme aumento da RESISTÊNCIA ao fluxo que pode ser contornada com o desenvolvimento dos condutos arteriais colaterais pré existentes. São necessários 256 ramos colaterais com diâmetro de 2,5 mm para igualar a resistência de um vaso normal de 10 mm de diâmetro.
  • 34.
    CONTROLE HUMORAL endotelina Agentes Intenso vasoconstritores vasopressina Estímulo  lesão do endotélio Impedir Hormômio sangramento antidiurético Mais intenso que Angio II Angiotensina II NOREPINEFRINA EPINEFRINA Formada pelas Contração intensa células nervosas pequenas 1)Estimulação simpática do hipotálamo arteríolas 2) SN simpático  aumento da Glândula adrenal resistência periférica Contração miocárdio, veias e arteríolas
  • 35.
    CONTROLE HUMORAL Agentes vasodilatadores Bradicinina Histamina Dilatação arteriolar Liberada por tecido lesado ou inflamado, Aumento da reação alérgica permeablidade capilar Deriva dos mastócitos, basófilos
  • 36.
    Controle íons  Íons cálcio  vasoconstrição  Contração muscular  Íons potássio  vasodilatação  Inibição contração  Íons magnésio  vasodilatação  Inibe contração  Íons hidrogênio  dilatação arteríolas  [CO2]  Vasodilatação  Acentuada no cérebro
  • 37.
    Em qualquer tecidodo corpo a elevação aguda da PA provoca o aumento imediato do fluxo sanguíneo. Após menos de 1min, o fluxo na maioria dos tecidos retorna ao seu nível normal (embora PA ainda elevada) Auto regulação do fluxo sanguíneo 2 TEORIAS
  • 38.
    Teoria Metabólica: Qnd aPA fica muito alta, o excesso de fluxo fornece O2 e nutrientes em demasia  vasoconstrição  normalidade do fluxo Teoria Miogênica: O estiramento súbito de pequenos vasos provoca a contração do músculo liso da parede vascular por alguns segundos. Qnd há aumento da PA  Há constrição vascular reativa Qnd PA está baixa  nível de estiramento do vaso é menor  músculo relaxado  maior fluxo
  • 39.
    GUYTON E HALL – TRATADO DE FISIOLOGIA MÉDICA – 11ªEd  BRITO – CIRURGIA VASCULAR
  • 40.
    MEMBROS  DIRETORIA  GIOVANNA MENEZES  IVAN LUIZ GAYOSO  JOÃO PAULO SANTOS  PEDRO DE SOUZA JAFAR  KASSIO HORII  ANA PAULA FREITAS  AMANDA RIBEIRO  JULLYANA MENDONÇA  INGRIDY NORMANDO  ALEXANDRE BERNARDO  BIANCA LUIZA  TASSILA PEIXOTO  GUILHERME GOBBI  WILLIAM SILVEIRA